terça-feira, 27 de maio de 2025

Festival Uaimií estreia com sucesso no Restaurante Catana da Serra, em Acuruí




O primeiro ato do Festival Uaimií encantou o público no dia 24 de maio, no Restaurante Catana da Serra, localizado na região do Acuruí, distrito de Itabirito , a apenas 70 Km da capital mineira. 



Em um cenário cercado por natureza exuberante, o evento deu início à sua jornada cultural com um espetáculo de choro ao vivo, comandado pelo grupo Deitando o Cabelo, e com a participação especial da cantora Erika Curtiss.



"Que coisa maravilhosa que foi esse evento aqui no Restaurante Catana da Serra, uma delícia! Um festival super bacana, muito gostoso de ter participado. Uma honra ter feito o show de inauguração dessa festa maravilhosa — que ainda tem três atos, hein gente, perde não!", comentou Erika Curtiss, logo após a apresentação.


Com entrada gratuita e estrutura voltada à inclusão, o evento contou com intérprete de Libras e uma monitora especializada para garantir acessibilidade a pessoas com deficiência, espectros ou síndromes. Além disso, práticas sustentáveis como eco copos, coleta seletiva e incentivo à carona solidária reforçaram o compromisso do festival com o meio ambiente.


A atmosfera de celebração e cuidado foi sentida pelo público. A visitante de Belo Horizonte, Áurea, que escolheu comemorar seu aniversário no festival, compartilhou sua alegria:

"Oi, gente, é o seguinte, hoje é meu aniversário, eu vim comemorar aqui nesse restaurante maravilhoso com o Festival Uaimií, e assim, eu não esperava tanto! Fizeram uma decoração de flores amarelas, eu amei! Está tudo de bom, comida gostosa, chopp geladinho, perfeito!"

Para a anfitriã Mônica Dias, proprietária do Catana da Serra, o evento superou expectativas:

"Gostaria muito de agradecer esse primeiro evento que aconteceu aqui, abrindo o Festival Uaimií, no nosso encantado Vale do Catana. Foi maravilhoso receber esse público e a banda. Esse apoio é fundamental para mostrar o valor da nossa cultura, do chorinho, dos artistas mineiros, da nossa culinária, das pousadas. Que todos abracem esse projeto — é maravilhoso para valorizar os produtores locais."


Normando Siqueira, idealizador do festival, aproveitou para anunciar as próximas datas:

"Convido vocês para o segundo ato, dia 21 de junho, na Pousada Mirante do Espinhaço, com tema de festa junina e a banda Forró Lorota. Depois teremos jazz no terceiro ato, dia 5 de julho, e o encerramento será no dia 2 de agosto, no centro de Acuruí. Agradeço ao nosso patrocinador Ferro Puro, do Grupo Avante, e a todos que estão construindo esse sonho com a gente."


Quem também destacou a importância do projeto foi Gilson de Deus, Supervisor de Relacionamento com Comunidades da Ferro Puro Mineração:

"É um projeto extremamente importante para a empresa, pois desenvolve o território. Ele promove cultura, gastronomia e oferece bem-estar e lazer para as comunidades do entorno."

Idealizado pela Uaimií Produções, em coprodução com a Holofote Cultural, o festival tem patrocínio master do Grupo Avante, por meio da Lei Federal de Incentivo à Cultura, com apoio da Prefeitura de Itabirito, da Associação de Moradores do Acuruí, e realização do Ministério da Cultura – Governo Federal.

Com uma estreia marcada por emoção, música de qualidade e valorização do território, o Festival Uaimií mostra que veio para ficar.

GRUPO AVANTE -  O Grupo Avante possui sete anos de história e é composto pelas empresas Ferro Puro Mineração, GSM Mineração, CDB Logística e CDA Logística. Juntas, atuam para a produção de três produtos essenciais para a vida das pessoas: os minérios Sinter Feed, Hematitinha e granulado. O processamento do minério de ferro é feito sem explosivos e a seco, por isso, não há formação de barragens.


A atuação do Grupo está baseada em quatro pilares de sustentação: Pessoas, Segurança, Meio Ambiente e Comunidade. Todos são vividos, diariamente, por meio da execução de iniciativas próprias que visam contribuir com o desenvolvimento territorial, a capacitação de organizações sociais, a sensibilização e educação ambiental, a realização de doações e apoios locais, e o patrocínio a projetos incentivados nas áreas da Cultura e Esporte nas áreas de atuação do Grupo Avante.

Congresso AMIHLA debate multipropriedade, inteligência artificial e novos rumos para a hotelaria

 



 

Evento debaterá temas relevantes para a hotelaria com grandes nomes do setor, como Lizete Ribeiro, CEO do Grupo Tauá de Hotéis e Resorts; Alejandro Moreno, sócio e diretor da Trul Hotéis; Waléria Fenato, especialista em Revenue Management; Leônidas Oliveira Secretário de Estado de Cultura e Turismo de Minas Gerais; Bárbara Botega, Secretária Adjunta de Comunicação e Fabiana Silveira, diretora do Parque do Avestruz Eco Resort. A expectativa é receber mais de 2 mil visitantes nos dois dias de evento, que contará ainda com uma feira de negócios com mais de 50 marcas estratégicas da cadeia turística.

No dinâmico cenário da hotelaria global e nacional, onde inovação e disrupção caminham lado a lado, conceitos como multipropriedade e inteligência artificial têm transformado profundamente a forma de gerir empreendimentos e de entregar experiências ao hóspede. É nesse contexto que surge o AMIHLA 2025 - Desafios da Hotelaria, congresso que acontece nos dias 4 e 5 de junho, no Centerminas Expo, em Belo Horizonte. O evento é uma realização da Associação Mineira de Hotéis de Lazer (AMIHLA) e se consolida como a maior feira de negócios e conhecimento hoteleiro de Minas Gerais, ao receber mais de 2 mil pessoas nos dois dias de evento.

Voltado para gestores, diretores e tomadores de decisão do setor, o AMIHLA 2025 - Desafios da Hotelaria reunirá especialistas em hospitalidade e executivos de destaque em painéis, palestras e espaços de networking de alto nível. O objetivo é fomentar a troca de ideias, gerar conexões estratégicas e apontar caminhos inovadores para impulsionar o turismo mineiro diante dos novos paradigmas de mercado.

Multipropriedade em expansão: um mercado bilionário  -  Um dos principais temas do AMIHLA 2025 - Desafios da Hotelaria é o mercado de multipropriedade que hoje é uma das apostas mais robustas da hotelaria. Trata-se de uma modalidade em que diversas pessoas compartilham a propriedade de um mesmo imóvel, tendo cada uma o direito de uso exclusivo por um período determinado ao longo do ano. Uma alternativa viável para quem deseja usufruir de uma segunda residência de lazer, sem os custos totais de aquisição e manutenção. Regulamentada pela Lei nº 13.777/2018, a prática permite a comercialização e transferência das frações, garantindo segurança jurídica e flexibilidade aos proprietários.

Segundo a PWC, o modelo, inserido na chamada economia colaborativa, deve movimentar cerca de US$ 335 bilhões até o final de 2025. No Brasil, o setor já alcançou R$ 100 bilhões em Valor Geral de Vendas (VGV) somente em 2024, o que representa um aumento de 25% em relação ao ano anterior. Para abordar essa tendência no evento, Alejandro Moreno, sócio e diretor da Trul Hotéis e ex-presidente da RCI, empresa referência mundial em intercâmbio de férias, compartilhará sua visão estratégica sobre os desafios e oportunidades do setor, sobretudo em um momento em que a Trul amplia sua atuação com a gestão de mais de 2,3 mil apartamentos, incluindo novos empreendimentos em Minas Gerais e no Mato Grosso do Sul.

 


“O modelo de multipropriedade é especialmente atrativo para empreendimentos com mais de 80 unidades habitacionais (UH's), sendo uma excelente alternativa de negócio para investidores e operadores”, avalia Alexandre Santos, presidente da AMIHLA. “Mas é fundamental que estejamos atentos à inteligência artificial, que se apresenta como uma aliada poderosa, tanto para grandes redes quanto para pequenos empreendimentos. A inovação tecnológica será um divisor de águas nas operações hoteleiras nos próximos anos.”

Inteligência artificial: eficiência na gestão de receitas  - Outro tema de destaque da programação é o uso da inteligência artificial na hotelaria, com foco na automação e no aumento da eficiência operacional. A especialista Waléria Fenato, consultora de Revenue Management com mais de duas décadas de atuação no setor, comandará a palestra "Automatização e IA na gestão de Revenue Management", em que abordará como a aplicação de tecnologias avançadas tem transformado a forma de precificar, analisar dados e tomar decisões mais assertivas. A proposta é mostrar como pequenos, médios e grandes empreendimentos podem utilizar a IA como aliada para maximizar receitas e reduzir perdas.

 


Grandes nomes da hospitalidade e lançamento da Amihla Week - O congresso também contará com a presença de figuras renomadas como o Secretário de Estado de Cultura e Turismo de Minas Gerais, Leônidas Oliveira; Lizete Ribeiro, CEO do Grupo Tauá de Hotéis e Resorts; Waléria Fenato, especialista em tendências e marketing turístico; Bárbara Botega, Secretária Adjunta de Comunicação do Estado de Minas; Jorge Rocha, jornalista, professor universitário e cofundador do projeto Futuro 50+; Fabiana Silveira, sócia e diretora do Parque do Avestruz Eco Resort e Ariadne Silva, referência em hospitalidade, coaching e mentoria para o setor.



 


Além do congresso, o evento abrigará uma feira de negócios com mais de 50 marcas estratégicas da cadeia hoteleira. Será um ambiente propício para conexões comerciais, trocas de experiências e geração de parcerias. Outro grande destaque da programação será o lançamento oficial da AMIHLA Week, campanha promocional que oferecerá ao público descontos imperdíveis em hospedagens nos hotéis associados, com validade até junho de 2026. A iniciativa visa fomentar o turismo interno e aumentar a taxa de ocupação nas diversas regiões mineiras. “A AMIHLA Week é uma grande alavanca promocional, pensada para beneficiar toda a cadeia do turismo e consolidar Minas Gerais como um dos principais destinos do Brasil”, reforça Alexandre Santos.

 



Sobre a AMIHLA - Em meio aos desafios e incertezas provocados pela pandemia, um grupo visionário de empresários da hotelaria de lazer de Minas Gerais uniu forças e fundou a Associação Mineira de Hotéis de Lazer, em abril de 2020. Movidos pela paixão pelo turismo e pela determinação em enfrentar os obstáculos impostos pelo momento, esses empreendedores decidiram criar uma entidade que não apenas fortalecesse o setor, mas também abrisse novas oportunidades de negócios para o mercado de turismo e eventos em Minas Gerais. Com o compromisso de representar e promover os melhores empreendimentos hoteleiros do estado, a AMIHLA conta com dezenas de associados e se tornou uma voz influente no cenário mineiro. Ao longo de sua trajetória, tem trabalhado incansavelmente para defender os interesses dos empresários hoteleiros, promover a excelência na prestação de serviços e contribuir para o crescimento sustentável do turismo em Minas Gerais.

Minas é justiça cultural: R$ 159 milhões em investimentos para arte, territórios e economia da criatividade

 



Minas Gerais inaugura uma nova era de justiça cultural, desconcentração e democracia com a consolidação do Descentra Cultura, política pública inédita no Brasil que visa descentralizar os investimentos em cultura, ampliar o acesso ao fomento em todas as regiões do estado e valorizar, como nunca antes, as expressões populares, tradicionais e as artes visuais, cênicas, musicais e literárias que moldam a identidade mineira. Em 2024, ano de regulamentação do Descentra Cultura, dois marcos fundamentais definiram essa transformação. 

O primeiro foi o reconhecimento oficial das Congadas como Patrimônio Cultural Imaterial de Minas Gerais pelo Instituto Estadual do Patrimônio Histórico e Artístico (Iepha-MG). Herdeiras das tradições afrodescendentes, as Congadas reúnem fé, cultura e arte em centenas de municípios mineiros e agora são reconhecidas como parte essencial da memória coletiva e do patrimônio vivo do estado.



O segundo marco foram os editais pioneiros voltados às Afromineiridades, como parte do Programa de Proteção da Cultura Afro de Minas Gerais, fortalecendo o papel das comunidades negras, quilombolas e de terreiro na formação da cultura mineira. Esses editais destinaram recursos da ordem de R$ 3,9 milhões, assegurando apoio direto a projetos de tradição, inovação e expressão artística enraizados nos territórios.

Outro avanço decisivo foi a captação recorde de cerca de R$ 159 milhões via Lei Estadual de Incentivo à Cultura (LeiC) em 2024, conforme dados da Diretoria de Economia da Criatividade da Secult-MG.


Ações de valorização - Em 2025, as ações de valorização seguem com força total: editais exclusivos para as culturas tradicionais e afrodescendentes, projetos de arte contemporânea em diálogo com o território, apoio técnico, formação continuada e investimento direto nas comunidades e artistas. O reconhecimento das Congadas não se limita ao título – é acompanhado de política pública efetiva, com recursos, planejamento e estrutura para sua continuidade.

Proposto pelo Executivo e aprovado pela Assembleia Legislativa de Minas Gerais, o Descentra Cultura resulta de uma construção coletiva que envolveu secretarias de Estado, prefeituras, artistas, produtores culturais e, sobretudo, o Conselho Estadual de Política Cultural. Até 2022, a maior parte dos recursos se concentrava na capital e nos grandes centros. A partir de 2023, as prioridades foram revistas com base em escuta pública e pactuação institucional.

“Com o reconhecimento das Congadas como patrimônio imaterial e a interiorização dos recursos culturais, Minas repara uma dívida histórica com todas as expressões afrodescendentes e tradicionais. Estamos promovendo justiça cultural de verdade – não apenas no discurso, mas na prática, no orçamento e na política pública”, afirma Leônidas de Oliveira, secretário de Estado de Cultura e Turismo de Minas Gerais.

Em 2024 e 2025, o interior do estado representou 61% do total de inscrições, alcançando 537 municípios nas 13 regiões intermediárias de Minas Gerais. Pela primeira vez, uma diretriz das conferências estaduais de cultura foi plenamente aplicada: 30% dos recursos do fomento foram destinados às culturas populares, artes tradicionais, patrimônio, culturas indígenas e afro-brasileiras, incluindo congadas, folias, maracatus, reinados, capoeiras, benzedeiras, mestres de tradição e também manifestações contemporâneas ancoradas nos territórios.




“Minas Gerais demonstra que é possível aliar cultura, arte e desenvolvimento econômico com justiça social. A economia da criatividade hoje é pilar estratégico de geração de emprego e renda para milhares de mineiros, e o Descentra Cultura é a base dessa transformação”, afirma José de Oliveira Júnior, diretor da Economia da Criatividade da Secretaria de Estado de Cultura e Turismo de Minas Gerais (Secult-MG).

A diretoria também conduz o Plano Estadual de Desenvolvimento da Economia da Criatividade, que mapeia investimentos, eventos culturais, ocupações criativas e promove políticas transversais que ampliam o impacto social e econômico da cultura no estado.

Dois eixos adicionais sustentam essa nova fase da política cultural mineira. O primeiro é a estruturação de um sistema robusto de dados e indicadores culturais, que há três anos permite conhecer com mais precisão os grupos vulneráveis e formular políticas específicas. 

Na PNAB (Política Nacional Aldir Blanc), por exemplo, Minas coletou e analisou dados sobre pessoas negras, indígenas e com deficiência – incluindo também idosos, mulheres e pessoas LGBTQIAPN+. Entre os inscritos, 40% se declararam negros e 44% mulheres, permitindo desenho de políticas mais inclusivas e responsivas.

O segundo eixo é a revisão do Plano Estadual de Cultura, em curso desde 2022, com previsão de conclusão em 2026. Esse processo, orientado por dados e pela escuta social, garantirá a atualização das metas e estratégias de cultura para a próxima década.

O Descentra Cultura consolida Minas Gerais como referência nacional em política cultural democrática, inclusiva, baseada em escuta ativa e construída com os territórios. Um novo tempo em que a cultura é tratada como direito, a arte como linguagem de emancipação e a diversidade como fundamento da mineiridade contemporânea.



BH Airport preserva 310 hectares de Reserva Legal, sendo cerca de 790 hectares de remanescentes de vegetação nativa



No Dia da Mata Atlântica, celebrado em 27 de maio, o BH Airport reafirma seu compromisso com a preservação dos ecossistemas da região do seu sítio aeroportuário, protegendo áreas significativas da Mata Atlântica e do Cerrado. Com práticas ambientais responsáveis e manejo sustentável, o aeroporto mantém 310 hectares de Reserva Legal, sendo cerca de 790 hectares de remanescentes de vegetação nativa. Toda a gestão ambiental é realizada com base em diretrizes oficiais, conforme o Cadastro Ambiental Rural (CAR) vigente, e o foco é assegurar que as reservas e áreas de preservação permanente continuem desempenhando um papel essencial no equilíbrio ecológico do território.
Além da conservação, o BH Airport realiza ações de monitoramentos ambientais, visitas técnicas e o acompanhamento da fiscalização dos órgãos ambientais. O aeroporto também mantém uma passagem de fauna – que fica sob a rodovia de acesso ao terminal – e que ajuda na preservação de animais típicos desses biomas, evitando o atropelamento deles na via. O BH Airport já identificou 12 espécies da Mata Atlântica e do Cerrado utilizando a passagem, entre eles tamanduá, veado e tatu.


O Gestor de Engenharia e Manutenção do BH Airport, Emerson Chaves, destaca a importância do trabalho de preservação, que é um dos compromissos do aeroporto com o meio ambiente. “Essas medidas garantem que o aeroporto se mantenha integrado à paisagem natural da região, reforçando sua responsabilidade ambiental e sustentável. Temos uma equipe dedicada e atenta para monitorar e realizar outras ações de preservação de flora, fauna e recursos hídricos nessa área”, afirma.
O tema da preservação é urgente, tendo em vista que, segundo o MapBiomas, hoje restam apenas 24% da cobertura florestal original da Mata Atlântica no Brasil. A proporção está muito abaixo do limite mínimo aceitável, que deveria ser, segundo estudo publicado na revista Science, de 30%.  Por outro lado, os dados mais recentes do Sistema de Alertas de Desmatamento (SAD) Mata Atlântica indicam uma boa notícia: a redução significativa de 55% no desmatamento do bioma nos primeiros seis meses de 2024 em comparação ao mesmo período do ano anterior.

“A causa da Mata Atlântica é essencial para a manutenção da biodiversidade, e o BH Airport está comprometido em preservar esse bioma, garantindo que nossas áreas naturais continuem protegidas e cumprindo sua função ecológica”, afirma Emerson. Comprometido com as práticas ambientais, o BH Airport foi reconhecido por duas vezes consecutivas pela Anac como o Aeroporto Mais Sustentável do Brasil. Também recebeu quatro vezes o título de Aeroporto Verde pelo Conselho Internacional de Aeroportos (Airports Council International - ACI).


Sobre o BH Airport  -  Com localização estratégica e um dos principais hubs do país, o BH Airport atende a cerca de 70 destinos nacionais e internacionais. Desde 2014, o aeroporto é administrado por uma concessão, formada pelo Grupo CCR, uma das maiores companhias de concessão de infraestrutura da América Latina, e por Zurich Airport, operador do Aeroporto de Zurich, o principal hub aéreo da Suíça e considerado um dos melhores aeroportos do mundo, além da Infraero, estatal com experiência de mais de 50 anos na gestão de aeroportos no Brasil

segunda-feira, 26 de maio de 2025

FEBTUR realiza congresso em Belém

 


De 10 a 15 de junho, a capital paraense será palco de um dos eventos mais aguardados do calendário turístico e comunicacional do Brasil: o II Congresso Nacional de Jornalistas e Comunicadores de Turismo, promovido pela Federação Brasileira de Jornalistas e Comunicadores de Turismo (Febtur). O encontro será realizado em Belém do Pará, reunindo profissionais de todo o país e reforçando a importância da parceria entre setores público, privado e a sociedade civil na construção de um turismo mais sustentável, ético e inovador.



A realização do evento só se tornou possível graças à união de duas grandes lideranças: Gorgônio Loureiro, presidente da Febtur Nacional, que aporta sua ampla experiência na organização de grandes eventos do setor, e Christina Hayne, presidente da Febtur/PA, cuja forte atuação e rede de contatos estratégicos na região Norte foram fundamentais para a articulação local. Com o apoio da diretoria nacional da Febtur e dos associados da Febtur Pará, eles conceberam um congresso que promete deixar uma marca duradoura na história da comunicação turística brasileira.


Belém como cenário e protagonista - Escolhida não apenas por sua infraestrutura, mas também por sua rica diversidade cultural, histórica e ambiental, Belém do Pará será mais do que palco: será também personagem central do congresso.


Tradicional Mercado Ver o Peso


A cidade, com seus rios, sabores, saberes e tradições, será apresentada em sua plenitude aos congressistas, servindo de inspiração para os debates sobre a importância de um turismo que valorize a cultura local e respeite os limites da natureza.

Docas em Belém

Neste contexto, o evento reafirma o papel dos jornalistas e comunicadores como protagonistas na difusão de boas práticas e na promoção de destinos de maneira ética, sensível e responsável.

Comunicação, sustentabilidade e Amazônia em pauta

Com uma programação que combina painéis, mesas-redondas, workshops, visitas técnicas e vivências culturais, o II Congresso da Febtur se propõe a discutir os rumos da comunicação turística no Brasil com um olhar voltado para o futuro.

Entre os temas que serão abordados estão:

  • O papel do comunicador no fortalecimento do turismo sustentável

  • Turismo e Amazônia: desafios e oportunidades na maior floresta tropical do planeta

  • O poder da mídia digital e das redes sociais na promoção de destinos

  • Experiências de sucesso em turismo comunitário e regenerativo

  • Novas linguagens para comunicar o turismo em tempos de crise climática

A sustentabilidade aparece como fio condutor do evento, reforçando a urgência de ações responsáveis no setor, que precisa encontrar caminhos para crescer sem agredir o meio ambiente e as comunidades locais.

Um evento que une forças - Realizar um congresso dessa magnitude exige muito mais do que boa vontade e expertise. Parcerias sólidas e estratégicas foram fundamentais para tirar o projeto do papel e transformá-lo em realidade. A Febtur contou com o apoio institucional do Ministério do Turismo e com uma série de patrocínios de peso, que vão desde órgãos públicos até empresas privadas e instituições do terceiro setor.

Entre os apoiadores e patrocinadores, destacam-se:

  • Ministério do Turismo

  • Governo do Estado do Pará, por meio das Secretarias de Turismo, Cultura e Comunicação

  • Prefeitura de Belém e Prefeitura de Bragança

  • Fecomércio/PA, FBHA/CNC, Sebrae/PA e Sudam

  • Empresas como Vale, Hotel Beira Rio, Casa de Saulo, Carvalhos Tur, Henvil Transportes e Point do Açaí

  • Instituições como o Instituto Alpaba, o Belém Convention & Visitors Bureau e a Associação Brasileira de Empresas de Eventos (ABEOC)

Essa ampla rede de apoio é a prova concreta de que o sucesso de grandes iniciativas nasce da cooperação e do comprometimento coletivo. O evento também se torna uma vitrine para mostrar como Belém e o Pará estão preparados para receber, acolher e encantar visitantes com autenticidade e hospitalidade.


Hotel Beira Rio, onde os participantes estarão hospedados

O II Congresso Nacional de Jornalistas e Comunicadores de Turismo será muito mais do que um encontro de especialistas. Será um espaço de escuta, aprendizado e construção conjunta, onde os participantes terão a oportunidade de fortalecer conexões, trocar experiências e assumir compromissos com uma nova forma de comunicar o turismo brasileiro.

Além dos debates e da imersão cultural, o evento propõe lançar um novo olhar sobre a Amazônia, não apenas como destino turístico, mas como um bioma estratégico para o planeta — e cuja preservação passa, necessariamente, por uma comunicação consciente, inclusiva e engajada.

Participe desse momento histórico - Se você é jornalista, comunicador, estudante, profissional do turismo ou simplesmente apaixonado pelo tema, este evento é imperdível. Trata-se de uma oportunidade única de fazer parte de um movimento transformador, que coloca a comunicação no centro das soluções para os desafios do turismo contemporâneo.



Inscrições do II Congresso da Febtur 

 https://febtur.org.br/

Hotelaria em expansão e 31 resorts



Minas Gerais cresce acima da média nacional e lidera a atividade turística no Brasil, segundo dados do IBGE. O estado consolidou-se como um dos principais destinos turísticos do país, com forte expansão da infraestrutura e aumento do número de visitantes.

Atualmente, Minas ocupa a 2ª posição no Brasil em número de meios de hospedagem, com 8.972 empreendimentos registrados.

Entre dezembro de 2024 e março de 2025, foram abertas 314 novas empresas de hospedagem, refletindo o dinamismo do setor.

Segundo Leônidas Oliveira, Secretário de Estado de Cultura e Turismo de Minas Gerais,“ chegada do Vila Galé a Minas Gerais simboliza o início de um novo ciclo virtuoso para o turismo em nosso estado. Eu acredito em grandes projetos — como o Guggenheim em Bilbao ou empreendimentos hoteleiros que mudaram o destino de regiões inteiras pelo mundo — capazes de transformar a realidade local, atrair investimentos, gerar emprego e criar novas centralidades culturais e econômicas. Minas vive hoje um boom hoteleiro sem precedentes, com mais de 30 resorts e hotéis de alto padrão em construção. O Vila Galé, com sua história de excelência e respeito ao patrimônio, chega como eixo estratégico dessa transformação.”



Estão em construção 31 resorts e hotéis de alto padrão em todas as regiões do estado, marcando um novo ciclo de investimentos no turismo mineiro".

Principais destaques:

Canastra Eko Resort – R$ 1,2 bilhão (Cássia)

DoubleTree by Hilton – R$ 200 milhões (São João Batista do Glória)


Vila Galé Collection Ouro Preto – Inauguração: 24 de maio

Vila Galé Brumadinho – em fase de implantação

Hotel Trinta e Um (Belo Horizonte)

Clara Resort (Brumadinho)

Hotel Ibity (Zona da Mata)

Esse ciclo de investimentos reposiciona Minas como potência nacional do turismo, combinando crescimento econômico, excelência em infraestrutura e diversidade de experiências.


Memorial dos Direitos Humanos em BH

 


O Memorial dos Direitos Humanos, em Belo Horizonte, é um local que merece ser visitado pelos turistas e moradores que apreciam a história e cultura nacional. Localiza se na conhecida avenida Afonso Pena, 2351. O prédio foi construído em 1958 para abrigar o DOPS: Departamento de Ordem Política e Social. Este local é considerado um dos principais símbolos da repressão do regime militar brasileiro .

Na visita guiada, você vai poder visualizar como era o processo de prisão e tortura da época. Na sala onde se iniciou a apresentação da visita mediada ficava o espaço de confinamento das mulheres que eram obrigadas a ficar sempre abaixadas para não aparecerem pela janela que dava a rua.

Existia uma guarita externa para um dos guardas  vigiar a posição das mulheres as mulheres. A sala do delegado era ampla e cheia de grades. Anexo à sala do delegado ficava a sala de cortiça.



As paredes desta sala eram revestidas com cortiça para proteção acústica e foram também  instalados três pontos de energia para os choques elétricos  na tortura. Ou seja, um lugar que tinham muitos gritos e sofrimentos abafados pela cortiça e a ira do delegado.



Passando pela área aberta, próximo ao portão da Rua Professor Morais, tinha a área "disfarçada" de lazer . Uma sauna seca era transformada em um verdadeiro forno para a tortura. Do lado de fora tinha o poço de gelo, com aproximadamente 1,6m de profundidade .



Este poço foi descoberto após escavações de equipe especializada de arqueólogos. A tortura com o choque térmico, extremo quente e frio, pode ser sentida observando este espaço . Nesta mesma região ficava a cadeira do dragão que era onde também davam os choques elétricos . No nível do subsolo, conhecemos as celas que possuíam grades reforçadas, banheiros bem precários e fechaduras imponentes . Nas paredes das celas é possível ler algumas descrições feitas pelos presos.


No final das celas ficava a igrejinha . Na igrejinha os presos faziam as confissões forçadas. A parte do banho de sol atualmente está coberta com telhas  . Existia uma solitária nas proximidades desta área . Na parte externa da edificação, à esquerda, tem uma obra grafitada em 2018 que é uma adaptação do  mosaico existente inicialmente do lado direito. No canteiro central, em frente, à edificação existe um monumento federal de 2013 com nome dos mineiros desaparecidos . Em abril de 2025, o espaço foi ocupado por movimentos envolvidos nos direitos humanos . O objetivo da ocupação é colocar de forma imediata o memorial em funcionamento . Algumas salas receberam nomes em homenagem a algumas figuras importantes deste movimento como a Inês Etienne Romeu, única sobrevivente da Casa da Morte.



Aproximadamente 30 pessoas participaram comigo da visita neste sábado .




Este programa é um resgate histórico para todos nós refletirmos e conscientizarmos que os mesmos erros não podem ser repetidos para as nossas gerações futuras. Confesso que finalizei a escrita  deste artigo ainda com o "barulho" da tranca da cela "apertando" o meu coração pelo sofrimento dos presos denominados subservivos.

 por Leonardo Perez

Sistema Fecomércio MG, por meio do Sesc e do Senac, apoia o esporte com parceria no setor do Mineirão

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