quarta-feira, 30 de setembro de 2026

Livraria de BH coloca 20 mil livros em liquidação anual a partir de R$ 1,99

 



Cerca de 20 mil livros entram em liquidação a partitir do dia 1 de outubro, em uma livraria na Savassi, em Belo Horizonte. Com preços a partir de R$1,99, a ação reúne títulos para diferentes faixas etárias e interesses, incluindo literatura adulta e infantil, clássicos em quadrinhos, obras de Sherlock Holmes e passatempos.

Entre os exemplares disponíveis estão os livros infantis da coleção Aprendendo com Diversão, por R$1,99 cada; títulos de Sherlock Holmes, por R$2,99; e um box com seis livros do famoso detetive, por R$19,90. Os clássicos da literatura em quadrinhos têm preço de R$4,99 cada, enquanto palavras cruzadas e passatempos da Scottini custam R$1,99.

A liquidação também contempla literatura adulta de diferentes gêneros, ampliando a variedade de opções para leitores que procuram desde obras conhecidas até títulos para descobrir novos autores e temas.

A iniciativa é realizada pela Outlet de Livro, na Rua Paraíba, 1419, na Savassi. Segundo o proprietário, José Henrique Guimarães, a proposta é aproveitar a grande quantidade e diversidade de títulos para estimular a descoberta e aproximar diferentes públicos da leitura.

“Queremos transformar a liquidação em uma grande festa dos livros, em que as pessoas possam descobrir autores, encontrar clássicos e escolher livros para os filhos, tudo em um clima de festival, como uma grande feira de livros. Com 20 mil livros disponíveis e preços acessíveis, a liquidação é também um convite ao garimpo, à descoberta e ao prazer da leitura.”

De clássicos a livros infantis - A variedade do acervo é um dos destaques da liquidação. Além dos títulos anunciados inicialmente, novos exemplares poderão ser incorporados às mesas de promoção ao longo da ação, conforme a disponibilidade do estoque.

A seleção reúne diferentes gêneros e formatos, permitindo que o público encontre livros para crianças, clássicos adaptados para os quadrinhos, literatura policial, passatempos e obras destinadas ao público adulto.

A dinâmica também favorece o chamado “garimpo literário”, já que a disponibilidade dos títulos varia de acordo com o estoque. A expectativa é que o público encontre desde obras já conhecidas até livros que não estavam necessariamente na lista inicial de compra.

A Outlet de Livro realiza a liquidação anual com o objetivo de renovar o acervo e oferecer ao público uma seleção diversificada de títulos com preços reduzidos. A unidade da Savassi está localizada na Rua Paraíba, 1419.


 

Bolinhos ocupam jardim da Santa Casa BH em exposição

 


  


Arte e natureza vão dividir espaço no jardim da Santa Casa BH entre os dias 1º e 3 de outubro. Durante o período, o local recebe a mini exposição “Habitante: Bolinhos na Santa Casa BH”, com obras de Raquel Bolinho espalhadas pela área externa e uma programação gratuita de atividades para crianças e famílias.

Durante os três dias, os Bolinhos estarão espalhados pelo jardim, entre plantas e outros elementos do espaço. A proposta é transformar a área externa em uma extensão da exposição, criando um ambiente lúdico e aberto à interação de crianças e famílias. 

Além de conhecer as obras, os visitantes poderão participar de atividades artísticas gratuitas ao longo dos três dias, como pintura em pedrinhas, tela colaborativa e mesa de colorir Bolinhos. A programação foi pensada para estimular a participação do público e permitir que crianças e famílias também deixem sua marca na experiência.

No sábado, dia 3, a programação terá atividades especiais, com oficina com Raquel Bolinho e uma ação de pintura e plantio de vasinhos. A proposta é que os participantes possam colocar a mão na terra, criar e levar para casa um pouco da experiência do Jardim do Bolinho.

A exposição começa ainda no hall de entrada da Santa Casa BH. Três telas instaladas em cavaletes fazem a primeira intervenção e conduzem o visitante em direção à área externa. No corredor de acesso ao jardim, elementos como grama e cerejas ajudam a criar uma transição para o universo dos Bolinhos.

A realização da exposição também prevê intervenções visuais integradas ao jardim, como a presença de Bolinhos em MDF entre a vegetação. A proposta considera ainda outras possibilidades de ocupação do espaço, como pinturas no piso, nos bancos e nos vidros, conforme a viabilidade técnica e as autorizações necessárias. Entrada: gratuita 

O acesso à exposição será pela portaria da Rua Álvares Maciel, nº 611. Na chegada, basta informar que vai visitar a exposição dos Bolinhos.

Rio Rufino se destaca como Capital Catarinense do Vime

 



Reconhecida por lei, desde 29 de novembro de 2004, como Capital Catarinense do Vime, Rio Rufino ocupa uma posição singular na cadeia produtiva da cultura. Responde por mais de um terço da produção nacional que envolve desde o cultivo até a confecção de artesanatos e a transformação industrial em cestas, móveis, objetos decorativos.



A Serra Catarinense concentra cerca de 90% da produção nacional de vime e Rio Rufino tem nessa cultura, uma importante cadeia produtiva que envolve desde a produção in-natura até o consumidor final.


fotos:Onéris Lopes



Para a produtora rural e vice-prefeita, Erane Lorenzetti Pickler, o vime representa a identidade do município. “Estas hastes são muito mais que uma fonte de renda nas pequenas propriedades. São nossa cultura, promovem o turismo, unem as famílias e se constituem até em lazer e terapia nesses tempos conturbados. Sem contar que o vime é sustentável e ecologicamente correto”, destaca Erane Lorenzetti.

Levantamento da Empresa de Pesquisa Agropecuária e Extensão Rural de Santa Catarina (Epagri) aponta que a produção de vime na Serra Catarnense está concentrada nos municípios de Bocaina do Sul, Rio Rufino, Bom Retiro, Urubici, Urupema, Painel e Lages. Juntos, envolvem mais de 1.200 produtores rurais, em uma área de pelo menos 1.215 hectares, com produção anual estimada em 15.790 toneladas de vime.




Somente Rio Rufino concentra cerca de 200 produtores e uma área cultivada de aproximadamente 250 hectares, com produtividade média de 15 toneladas por hectare e produção na faixa de 3.750 toneladas de vime por ano.

A cada ano essa microrregião produz ainda, cerca de 6 mil toneladas de varas secas prontas para o artesanato. E uma combinação de fatores naturais contribuiu para colocar Rio Rufino em posição de destaque na produção e no processamento do vime. Entre eles estão as condições favoráveis de altitude, temperaturas mais baixas, abundância de água e umidade, além das características do solo, consideradas adequadas às exigências da espécie.

Em Rio Rufino, já foram catalogados vimeiros com mais de dez metros de altura, dimensão muito superior ao crescimento convencional pesquisado em outras regiões. Outro fator fundamental para a consolidação da atividade é o conhecimento acumulado pelas famílias e repassado de geração em geração.

O cultivo e o beneficiamento do vime são transmitidos de pais para filhos, criando um verdadeiro capital de conhecimento que não é facilmente reproduzido em outras regiões.

Vime veio antes da emancipação do município

A história do vime em Rio Rufino é mais antiga do que a própria emancipação do município. Há registros que indicam a existência de plantações de vime na década de 1940. No início, a planta era cultivada principalmente às margens dos rios para auxiliar no controle da erosão, especialmente no vale do Rio Canoas.

Com o passar dos anos, o vime passou a ser utilizado também para amarrar parreiras de uva. A flexibilidade das hastes levou os agricultores a descobrir novas possibilidades de utilização, especialmente na produção de cestas e outros artefatos.

Um momento decisivo ocorreu na década de 1970, com a exploração comercial do produto. Agricultores de Rio Rufino passaram a buscar compradores no Rio Grande do Sul e estabeleceram relações comerciais que, posteriormente, alcançaram o Paraná, o Brasil central e até mesmo o Nordeste brasileiro.

O impacto econômico do vime na região é maior do que os empregos registrados nas empresas formalizadas. Por ser uma atividade que demanda plantio, manejo, poda, colheita, seleção e preparação dos feixes, além de cozimento, descasque, classificação, secagem e armazenamento, o vime é essencialmente uma atividade manual.

Grande parte desse trabalho é realizada em pequenas oficinas, galpões ou nas próprias residências dos artesãos, envolvendo famílias inteiras e criando oportunidades de geração de renda no meio rural.

Artesanatos em vime

O potencial de transformação do vime é amplo e diversificado. Para a artesã Maria Bernadete Blomer Dorroite, o vime representa sua maior riqueza. “A fita que eu e meu marido José, extraímos da casca do vime é a peça mágica que transforma o artesanato. Aqui trabalhamos com carinho e não percebemos os dias passar. No final, temos um produto belo e encantador”, afirma a artesã.

Entre os produtos confeccionados com vime estão cestas, cestos, balaios, guirlandas, abajures, caixas, bandejas, vasos, cachepôs, peças ornamentais, estruturas decorativas e móveis diversos, como cadeiras, poltronas, mesas, bancos, estantes e sofás.

A variedade de artefatos demonstra que o vime deixou de ser apenas matéria-prima para cestas e passou a ocupar espaço também nos segmentos de decoração, mobiliário, gastronomia, hotelaria e presentes. Até flores já são produzidas com galhos de vime.

“As flores que produzimos são vendidas em feiras e eventos, por todo Brasil. Temos pedido até para o Canadá e estamos vendo a parte legal para o envio”, disse a artesã, Flávia Mattos. Há poucos dias, ela recebeu convite para participar de uma feira na Colômbia.

Rota do Vime de Rio Rufino

Com áreas distintas de cultivo, beneficiamento, produção artesanal, comercialização, gastronomia e hospedagem, Rio Rufino poderá ter, em breve, uma Rota Turística do Vime. A estratégia de médio e longo prazo terá à frente, o Conselho de Turismo (Contur) e o Núcleo de Desenvolvimento e Turismo de Rio Rufino.

Para a empresária Sandra Marli Oderdenge Arruda, que faz receptivo turístico na fazenda Tamanduá, o vime é um importante produto para o fomento do setor. “O turismo e o vime se complementam. O artesanato ajuda a agregar valor ao turismo, tendo o vime como nossa identidade. Isso resume sua importância na cadeia econômica do turismo”, comenta Sandra Oderdenge.

Além dos equipamentos turísticos, uma possível rota envolverá as unidades diretamente ligadas à cadeia produtiva, como escolas, comércio, restantantes, e especialmente o setor público como animador do projeto.

O prefeito Ademar de Bona Sartor, entende que a criação de uma rota turística baseada no vime poderá contribuir para que os jovens não enxerguem a atividade apenas como uma tradição dos pais e avós, mas também como uma possibilidade profissional.


“Já existe uma tratativa inicial sobre a criação dessa rota e buscamos agora o apoio da Amures para nos orientar”, defende o prefeito. A proposta é integrar diferentes segmentos nesse processo, incluindo designers, arquitetos, decoradores, hotéis, pousadas, restaurantes, vinícolas, lojas e empresas de presentes corporativos.

Um projeto dessa magnitude poderá consolidar ainda mais Rio Rufino como destino turístico associado ao vime, transformando a cadeia produtiva em uma experiência que une agricultura, artesanato, cultura, turismo e negócios.

Mais do que matéria-prima para uma cesta artesanal, as hastes de vime podem ganhar novos usos e aplicações em projetos de arquitetura, decoração de interiores, gastronomia, hotelaria e cenografia, ampliando o mercado e agregando valor à produção local.

Assim, o vime que há décadas faz parte da paisagem e da economia de Rio Rufino pode assumir um novo papel: ser também um produto de identidade territorial, uma experiência turística e uma oportunidade de desenvolvimento para as futuras gerações.


Liberdade: o que fazer, onde comer e onde se hospedar no tradicional bairro paulistano

 




A Liberdade está entre os bairros mais conhecidos de São Paulo quando o assunto é cultura asiática. A região, que ganhou forte presença japonesa a partir do início do século 20, também incorporou influências chinesas, coreanas e de outros grupos ao longo das décadas. Hoje, o visitante encontra no mesmo roteiro gastronomia, comércio especializado, espaços culturais e referências à história da imigração japonesa.



Um dos pontos de partida para conhecer o bairro é a Praça da Liberdade que, aos domingos, recebe a Feira da Liberdade, com barracas de comidas, artesanato e produtos ligados à cultura oriental. A Rua Galvão Bueno concentra boa parte do movimento, com restaurantes, mercados, lojas de produtos importados, doces, utensílios e itens ligados à cultura pop asiática.



Outro endereço que merece entrar no roteiro é o Jardim Oriental, na própria Galvão Bueno. O pequeno espaço tem lago com carpas e paisagismo inspirado nos jardins japoneses e funciona como uma pausa em meio ao movimento comercial da rua. O Viaduto Cidade de Osaka, próximo dali, também é um dos pontos tradicionais para observar a paisagem urbana e registrar a passagem pelo bairro. Aproveite o passeio para tirar fotos com os tradicionais postes decorativos ao fundo, itens que se tornaram uma das marcas da região.

Para quem busca conhecer a história da imigração japonesa, o Museu Histórico da Imigração Japonesa, instalado no edifício Bunkyo, reúne um acervo com documentos, objetos e registros relacionados à trajetória dos imigrantes no Brasil. O espaço ocupa três andares do prédio e é uma das principais referências culturais da região.

Gastronomia vai além do sushi- A gastronomia também pode fazer parte do roteiro sem sair do bairro. No Nikkey Palace Hotel, localizado na Rua Galvão Bueno, o Nikkey Restaurante oferece opções da culinária japonesa, asiática e brasileira em um ambiente alinhado à proposta do empreendimento e à tradição da região. A casa é uma alternativa para quem deseja incluir uma refeição de inspiração oriental durante a estadia na Liberdade.

Para uma pausa ao longo do dia, a Cafeteria Itigô Itiê complementa a estrutura gastronômica do hotel, com opções para café e doces típicos. Além de servir os hóspedes, os dois estabelecimentos são abertos para o público externo que está passeando pela região.


Hospedagem no centro da Liberdade - Para quem vem de fora e pretende explorar  a região a pé, uma opção interessante é se hospedar no bairro. O Nikkey Palace Hotel está instalado na Rua Galvão Bueno, uma das principais vias locais, com fácil acesso à Praça da Liberdade, ao comércio e às atrações culturais da região.


O hotel aposta na relação com a cultura nipo-brasileira também em sua proposta de hospedagem. Além dos quartos, oferece estrutura de alimentação e serviços de lazer e bem-estar, como espaço gamer, spa e diferentes espaços para eventos. A mais recente novidade é o karaokê, que opera com salão aberto ao público e salas privativas.




A estação Japão-Liberdade da Linha 1-Azul do Metrô fica na região da praça e é uma das principais portas de entrada para o bairro. A estação São Joaquim, também da Linha 1-Azul, amplia as possibilidades de acesso.

Mais informações: www.nikkeyhotel.com.br


Aeroporto de Varginha começa a instalar equipamento de Indicador de aproximação de precisão de avião

 


Varginha tem uma população estimada de 140 mil habitantes, um dos principais municípios mineiros, com o PIB de R$ 8 bilhões , indústria, comércio, e o café em destque na economia. O Aeroporto Major Brigadeiro Trompowsky, em Varginha, estará fechado para pousos e decolagens no dia 1de outubro ,para o início dos trabalhos de instalação do sistema PAPI — Indicador de Percurso de Aproximação de Precisão. A implantação representa mais uma etapa das ações realizadas pelo Município para modernizar a estrutura aeroportuária e avançar na elevação do aeroporto.

 

O PAPI é um sistema de auxílio visual instalado próximo à pista que orienta os pilotos durante a aproximação, indicando se a aeronave está acima, abaixo ou na trajetória adequada para o pouso.

 

A instalação do sistema, assim como a substituição do Anemômetro e cercamento do perímetro (mais de 5km) é mais uma medida exigida para elevar o nível do Aeroporto de Varginha. O objetivo é tornar o aeródromo apto a linhas internacionais, carga e retomar linhas aéreas regulares para São Paulo.


Para o secretário de Turismo e Comércio, Marcus Madeira, cada etapa concluída representa um avanço na estrutura aeroportuária de Varginha.

O prefeito Leonardo Ciacci destaca que a melhoria da infraestrutura aeroportuária também está relacionada à busca por novas conexões aéreas para o município. “A ligação de Varginha com São Paulo é uma das possibilidades que queremos viabilizar”, afirma.


 

 

 

terça-feira, 29 de setembro de 2026

Tíquete médio por presente no Dia das Crianças sobe 27,26% e chega a R$ 263 na capital mineira, aponta pesquisa da CDL/BH

 



O belo-horizontino deve gastar mais por presente neste Dia das Crianças, comemorado em 12 de outubro. Pesquisa da Câmara de Dirigentes Lojistas de Belo Horizonte (CDL/BH) mostra que o tíquete médio estimado é de R$ 263, alta de 27,26% em relação ao ano passado (R$ 206,67). Como os consumidores pretendem adquirir, em média, três presentes, o gasto estimado chega a R$ 789. O Dia das Crianças abre o supertrimestre, período que reúne a Black Friday (27 de novembro) e o Natal, e representa um dos períodos mais importantes para o faturamento anual do comércio.


Para a CDL/BH, a expectativa para o período é positiva, mas de crescimento moderado. “Ainda estamos com juros elevados, o que dificulta as compras a prazo. 


O consumidor está mais consciente e procurando não se endividar, o que é muito positivo”, destaca o presidente da CDL/BH, Marcelo de Souza e Silva. “O Dia das Crianças é uma data que aquece o varejo e é um termômetro para as vendas de Natal”, completa. De acordo com a pesquisa, 35,3% dos entrevistados irão presentear no Dia das Crianças. Entre os que não vão (61,7%), os principais motivos são: não tem ninguém para presentear (54,8%); restrições financeiras (20,2%); falta de interesse ou hábito de não presentear (16,9%); distância física da pessoa homenageada (3,2%); falta de tempo para ir às compras (1,6%) e não responderam (3,2%). Dos consumidores que pretendem presentear este ano (35,3%), 81,7% também presentearam em 2025. E entre eles, 48,3% disseram que pretendem gastar mais com a compra dos presentes, sendo o principal motivo o fato de os presentes estarem mais caros. Já 39,7% dos consumidores pretendem comprar presentes com o mesmo valor desembolsado no ano passado, enquanto 10,3% pretendem gastar menos. Já 1,7% não souberam informar ou preferiram não responder. Mais da metade dos consumidores vai pagar as compras à vista O pagamento à vista é a opção de 57,7% dos consumidores: Pix (31%), dinheiro (15,5%) e cartão de débito (11,3%). O cartão de crédito é a preferência de 39,4% dos entrevistados. Entre os que vão parcelar, a média será de até cinco parcelas. Os principais motivos para a escolha dessa modalidade são a possibilidade de parcelamento (35,7%) e o acúmulo de pontos/milhas (17,9%).

Brinquedos lideram a lista de presentes Os brinquedos lideram a lista de presentes de acordo com 52,1% dos consumidores. Em seguida estão: roupas - blusas, pijamas, calça (28,2%); calçados (4,2%); cosméticos (4,2%); eletrônicos (4,2%); material esportivo (4,2%); guloseimas - cestas de bombons ou de chocolates (2,8%); acessórios para bebê (1,4%); bolsas/mochilas/malas (1,4%). Já 23,9% dos consumidores ainda não decidiram sobre qual presente será adquirido. Essa pergunta aceita múltiplas respostas. Preferência por compras na loja física Apesar do avanço do comércio eletrônico, a loja física segue como o principal canal de compra do Dia das Crianças em Belo Horizonte: 50,7% dos entrevistados pretendem comprar exclusivamente em lojas físicas, e outros 25,4% vão combinar compras presenciais e online. No total, o varejo físico participa da intenção de compra de 76,1% dos consumidores. Shopping centers (29,6%) e compras em sites (26,8%) são os canais mais citados, seguidos por lojas de rua localizadas em centros comerciais de bairro (16,9%) e no hipercentro (12,7%). Os demais locais citados pelos consumidores foram: shopping popular (11,3%); pequenos comerciantes autônomos (7%); comércios de serviço essencial como mercado e outros (4,2%); redes sociais (2,8%); outlet (1,4%) e não souberam ou não responderam (2,8%). Compras de última hora De acordo com a pesquisa da CDL/BH, a compra do presente está concentrada nos dias próximos ao Dia das Crianças: somando quem pretende comprar na semana da data, um dia antes ou no próprio dia, temos 64,8% dos consumidores. “A pesquisa mostra um consumidor mais seletivo e atento aos preços. Como ele tem privilegiado o pagamento à vista, a expectativa é de que as compras se concentrem após o quinto dia útil do mês, quando boa parte dos consumidores já recebeu o salário. Para o lojista que estiver preparado, com estoque adequado, preços competitivos e bom atendimento, os dias que antecedem o 12 de outubro representam uma oportunidade para aumentar as vendas e fidelizar os clientes”, afirma o presidente da CDL/BH.

Crianças da família são a prioridade Quando o assunto é quem vai receber o presente, a resposta reforça o caráter familiar da data: filhos ou enteados lideram, citados por 28,2% dos entrevistados, seguidos por sobrinhos (26,8%), netos (23,9%) e afilhados (14,1%). Preço decide o local da compra, mas o produto é escolhido pelo desejo de quem vai ganhar Preço baixo é o principal fator na escolha de onde comprar, citado por 40,8% dos entrevistados, à frente de bom atendimento e qualidade/durabilidade do produto, ambos com 16,9%. Na escolha do presente, o principal critério é o desejo da pessoa a ser presenteada, mencionado por 36,6% dos entrevistados, seguido por desconto/preço (35,2%) e qualidade do produto (33,8%). Metodologia A pesquisa foi realizada com 200 consumidores, entrevistados presencialmente em pontos de grande fluxo de Belo Horizonte, entre os dias 19 e 22 de agosto. Considerando a amostra como aleatória, obtém-se um intervalo de confiança de 95% e um erro amostral de 6,9%.

 

Faop devolve imagens sacras restauradas e retorna obra atribuída a Aleijadinho à comunidade de São Bartolomeu

 




A Fundação de Arte de Ouro Preto (Faop) realizou, dia 23 de junho, na Igreja Matriz de Nossa Senhora de Nazaré, em Cachoeira do Campo, a entrega de 11 imagens sacras restauradas pertencentes à Igreja de São Bartolomeu, um dos templos religiosos mais antigos de Minas Gerais.




Entre as obras está a imagem de Nossa Senhora do Carmo, do século XVIII, atribuída a Antônio Francisco Lisboa, o Aleijadinho.



A devolução do conjunto representa mais uma etapa do processo de preservação do patrimônio cultural da localidade, cuja igreja passa por obras de restauração desde 2024. As peças retornarão aos retábulos históricos do templo, considerados alguns dos exemplares mais antigos da talha do Estilo Nacional em Minas Gerais.

Além da imagem atribuída a Aleijadinho, serão entregues as esculturas de São João Nepomuceno, Santa Efigênia, Sant’Ana, Nossa Senhora do Pilar, São Benedito, Nossa Senhora do Rosário, um Crucificado e um Divino Espírito Santo, todas datadas do século XVIII. A imagem de Nossa Senhora das Candeias já foi devolvida à Arquidiocese, enquanto outra representação de Nossa Senhora do Rosário segue em processo de restauração.


Para o secretário de Estado de Cultura e Turismo de Minas Gerais, Leônidas Oliveira, a entrega das imagens representa a devolução de parte da memória e da identidade cultural da comunidade. “Quando restauramos uma obra sacra, preservamos muito mais do que um bem artístico.


Preservamos histórias, afetos, tradições e manifestações de fé que atravessam gerações. A devolução desse conjunto, especialmente da imagem atribuída a Aleijadinho, reafirma o compromisso do Governo de Minas com a proteção do patrimônio cultural e com a valorização das comunidades que mantêm viva essa herança”, destaca.


O presidente da Faop, Rodrigo Câmara, sublinha que a entrega reafirma o papel da instituição como referência nacional na conservação de bens culturais. “Além de restaurar obras de arte, estamos contribuindo para a preservação da memória, da identidade e da fé de uma comunidade.


Cada peça devolvida representa o compromisso da Faop com a proteção do patrimônio cultural mineiro e com a transmissão desse legado às futuras gerações”.

Segundo a coordenadora do Núcleo de Conservação e Restauro da Faop, Valéria Tomé França, o conjunto reúne obras de grande relevância artística, histórica e religiosa. “São imagens que testemunham a formação das primeiras comunidades mineiras e preservam importantes referências da devoção popular. Entre elas, destaca-se a Nossa Senhora do Carmo atribuída a Aleijadinho, considerada por especialistas uma obra de sua fase inicial”, afirma.

Valéria ressalta ainda que algumas das esculturas possuem relevância documental singular. As imagens de Nossa Senhora do Rosário, do Divino Espírito Santo e de Nossa Senhora das Candeias aparecem registradas em documentos históricos e foram citadas na obra Santuário Mariano, do frei Agostinho de Santa Maria, importante compilação sobre devoções marianas no mundo português.

Livraria de BH coloca 20 mil livros em liquidação anual a partir de R$ 1,99

  Cerca de 20 mil livros entram em liquidação a partitir do dia 1 de outubro, em uma livraria na Savassi, em Belo Horizonte. Com preços a...