quinta-feira, 25 de junho de 2026

Filarmônica de Minas Gerais amplia ações de formação, circulação e acesso à música de concerto através de apoio do Governo de Minas

                                          

O Governo de Minas renovou, nesta quinta-feira (25/6), o contrato de gestão da Filarmônica de Minas Gerais com o Instituto Cultural Filarmônica, garantindo a continuidade das atividades da orquestra até 2030. A assinatura foi realizada na Sala Minas Gerais, em Belo Horizonte, consolidando um dos mais importantes projetos culturais do país e reafirmando o compromisso do Estado com a excelência artística, a formação cultural e o acesso à música de concerto.

Coordenada pela Secretaria de Estado de Cultura e Turismo de Minas Gerais (Secult-MG), a renovação estabelece novas metas voltadas à ampliação do alcance social e territorial da Filarmônica. Entre os avanços previstos estão a criação da Orquestra Jovem, o aumento das vagas para músicos em formação, a expansão dos recitais da Academia Filarmônica e a realização de mais concertos gratuitos em cidades mineiras, fortalecendo a presença da música de concerto.   

O novo contrato também prevê a ampliação dos concertos especiais realizados em parceria com artistas e grupos mineiros, além da criação do Concurso Jovens Solistas, iniciativa que se soma a projetos já reconhecidos nacionalmente, como o Festival Tinta Fresca e o Laboratório de Regência, voltados ao incentivo de novas gerações de músicos, compositores e regentes.

A parceria firmada nesta gestão também amplia os Concertos Didáticos, atividade destinada a estudantes da rede pública de ensino e instituições sociais. O número de apresentações passará de 10 para 15 por ano, ampliando o alcance da iniciativa de 14 mil para 21 mil alunos anualmente. A expansão representa a inclusão de mais 7 mil estudantes em ações de formação e aproximação com a música de concerto.

Para o secretário de Estado de Cultura e Turismo de Minas Gerais, Leônidas Oliveira, a renovação representa o fortalecimento de uma política pública que projeta Minas Gerais nacional e internacionalmente. “A Filarmônica de Minas Gerais é uma das maiores realizações culturais do nosso estado e um patrimônio vivo dos mineiros. Ao renovar este contrato até 2030, o Governo de Minas reafirma seu compromisso com a formação de talentos e a valorização da música como instrumento de desenvolvimento humano, social e econômico”, destaca.

Segundo o presidente do Instituto Cultural Filarmônica, Wilson Brumer, a renovação fortalece a dimensão estratégica da orquestra para Minas Gerais. “A renovação deste contrato mostra a importância que o Governo do Estado está dando a este importante ativo cultural e turístico que temos em Minas Gerais. As novas metas acordadas demonstram, também, nosso esforço para honrar a confiança que o Estado nos concede, de transformar, cada vez mais, a Sala Minas Gerais e a Filarmônica de Minas Gerais numa política de Estado”, afirma.

Homenagem a Itamar Franco - A cerimônia também marcará a inauguração do busto do ex-presidente Itamar Franco (1930-2011), que dá nome ao Centro Cultural Presidente Itamar Franco, e a reinstalação da placa inaugural da Sala Minas Gerais. Produzida pelo artista Evandro Carneiro, a obra passa a integrar o conjunto cultural que abriga, além da Sala Minas Gerais, a Rede Minas, a Rádio Inconfidência e a Mineiraria.

Criada em 2008 como resultado de uma política pública do Estado, a Filarmônica de Minas Gerais tornou-se referência nacional e internacional pela excelência artística de sua programação. Conduzida por seu Diretor Artístico e Regente Titular, Fabio Mechetti e composta por 90 músicos de diversas nacionalidades, a orquestra acumula prêmios, mais de 20 gravações e uma indicação ao Grammy Latino, contribuindo para consolidar Belo Horizonte como um dos principais polos da música de concerto da América Latina.

 

Sala Minas Gerais, em BH

 

Campos Culturais transforma quadra do em galeria a céu aberto no Aglomerado da Serra



O Aglomerado da Serra recebe a última etapa do projeto Campos Culturais, que promove a revitalização de quadras esportivas por meio da arte urbana em comunidades periféricas de Belo Horizonte. Neste sábado, dia 27 de junho, das 15h às 19h, a comunidade será convidada a ocupar a Quadra da Rua União para celebrar a entrega oficial do espaço revitalizado.


A programação gratuita inclui apresentação da DJ Misinha, Cia Dos Anjos de Danças Urbanas e campeonato de futevôlei. O evento marca a conclusão da intervenção artística realizada no equipamento esportivo e propõe um momento de encontro entre moradores, artistas e território.

                                           Fotos:Ivan Abreu

Antes e a nova área de recreação



O Campos Culturais é patrocinado pela Cemig, por meio da Lei Estadual de Incentivo à Cultura de Minas Gerais, com realização do Ateliê 22. A iniciativa, criada em 2023, propõe a revitalização de quadras esportivas em comunidades periféricas por meio da arte urbana, aliando intervenção artística, fortalecimento da identidade cultural e ampliação do acesso à cultura.

No Aglomerado da Serra, a pintura da quadra foi desenvolvida por artistas visuais residentes e atuantes no território, selecionados por edital público. Participam desta etapa Bruna de Freitas Moreira (Bromou), Carlos Eduardo Costa dos Anjos (Kdu dos Anjos), Felipe Henrique Gomes Costa (Zeko) e Ronald Nascimento Ferreira da Silva (Kwesi), em um processo realizado com acompanhamento dos mentores convidados Davi DMS e Fhero — artistas reconhecidos por sua atuação no graffiti, nas artes visuais e na cena urbana.



O projeto parte de uma metodologia que articula preparação técnica do espaço, laboratório criativo entre artistas e mentores e execução coletiva da obra, culminando em um evento cultural gratuito de entrega à comunidade. O objetivo é estimular novas formas de ocupação dos espaços públicos e fortalecer vínculos entre cultura, esporte e convivência.

Para o coordenador geral do projeto, Gilberto Scarpa, o encerramento desta etapa reforça o papel da arte como ferramenta de transformação dos territórios. “O Campos Culturais acredita que revitalizar uma quadra é também ativar possibilidades de encontro, pertencimento e permanência. Quando artistas da própria comunidade assumem o protagonismo desse processo, o espaço deixa de ser apenas um equipamento público e passa a carregar narrativas, identidade e reconhecimento coletivo. O momento da entrega é justamente quando essa transformação ganha vida junto às pessoas”, destaca.

Com caráter afirmativo, o Campos Culturais prioriza a participação de artistas diversos, reconhecendo trajetórias locais e ampliando oportunidades profissionais por meio da arte. Todas as ações são gratuitas e pensadas para alcançar públicos variados — crianças, jovens e adultos — fortalecendo o acesso à cultura nos territórios onde atua.

O projeto Campos Culturais realiza a renovação de quadras esportivas locais com pinturas de arte urbana, potencializando o uso contínuo desses espaços públicos para atividades culturais, esportivas e comunitárias. Com atividades formativas e artísticas gratuitas, a iniciativa contribui para o bem-estar, o convívio social e a cultura das periferias de Belo Horizonte. A primeira edição (novembro de 2023 a agosto de 2024) atuou no bairro Granja de Freitas e no Morro do Papagaio, com oficinas de cinema seguidas de exibições de curtas-metragens e a entrega de duas quadras revitalizadas. Dando continuidade à sua expansão, em 2026, o projeto chega aos territórios do Morro das Pedras e do Aglomerado da Serra.


A Cemig é a maior incentivadora da cultura em Minas Gerais e uma das maiores do país. Ao longo de sua história, a empresa reforça o seu compromisso em patrocinar as expressões artísticas existentes no estado, de maneira a abraçar e acolher a cultura mineira em toda a sua diversidade. Os projetos e atrações patrocinados pela Cemig têm o objetivo de beneficiar o maior número de pessoas, nas diferentes regiões do estado, promovendo a democratização do acesso às práticas culturais. Ao investir, incentivar e impulsionar o crescimento do setor cultural em Minas Gerais, a Cemig contribui para dar vida à arte, refletindo o posicionamento da Companhia em ser uma indutora do desenvolvimento social e econômico de Minas Gerais.

21ª CINEOP ABRE EDIÇÃO COM PERFORMANCE INSPIRADA NOS PRIMEIROS GESTOS DE CRIAÇÃO E HOMENAGEIA CINEMA DE HELENA SOLBERG



Cidade Patrimônio Cultural da Humanidade, a mineira Ouro Preto recebe, a partir do dia 25 e até 30 de junho, a 21ª CineOP – Mostra de Cinema de Ouro Preto, principal evento brasileiro dedicado à preservação, história e educação audiovisual. Com programação inteiramente gratuita, a mostra ocupa diferentes espaços da cidade com exibições de filmes, debates, encontros, atividades artísticas, lançamentos e apresentações musicais.


A cerimônia oficial de abertura acontece no dia 25 de junho, às 19h30, no Cine-Praça, montado na Praça Tiradentes, com uma performance audiovisual concebida por Chico de Paula e Raquel Hallak e dedicada à celebração dos temas que orientam esta edição. Na Preservação, a temática é “Primeiros gestos na preservação audiovisual: práticas, memórias e futuro”; na História, “Como elas começaram? Memórias do primeiro filme”; e na Educação, “Primeira vez: cinema, descoberta e invenção”. Na abertura acontece ainda a homenagem à cineasta Helena Solberg, uma das pioneiras do cinema dirigido por mulheres no Brasil. Ela estará presente para receber o Troféu Vila Rica e terá parte de sua obra exibida durante o evento. 

A performance audiovisual da abertura este ano pretende traduzir por sons, músicas, imagens e movimentos as reflexões propostas pelas curadorias do evento e tem por ponto de partida a ideia de uma primeira experiência audiovisual e dos instantes que antecedem a criação. 

Em diálogo com o tema central da edição, “Um país existe nas imagens que preserva”, a apresentação vai percorrer simbolicamente os gestos fundadores da vida, do cinema e da memória, estabelecendo conexões entre os três eixos temáticos da Mostra, segundo o diretor Chico de Paula.

“Todas as três abordagens da mostra têm uma afinidade na proposta de cada uma. A gente construiu a abertura desse ano muito baseada nessa questão da primeira vez, da primeira experiência, do primeiro momento, do momento que antecede o fato, o acontecimento”, afirma ele. “Tem um repertório muito amarrado com as temáticas, com cada tema, com cada momento. Então, a gente vai partir da criação do mundo, da criação do cinema, da criação da vida”,

A performance vai se voltar ainda à presença feminina nos processos criativos, em referência à Temática Histórica. “A abertura está construída nesse sentido e também com um olhar muito atento para a mulher nos seus primeiros momentos criativos, entendendo a criação como um ato feminino”, destaca Chico. 

Diversos artistas e criadores ligados às artes de Minas Gerais vão estar na apresentação, incluindo como músicos, atores e estudantes do curso de Artes Cênicas da Universidade Federal de Ouro Preto (UFOP), numa integração desejada pela equipe artística desde edições anteriores. Além disso, fazem parte do line up o músico e compositor André Pelisser; a cantora e atriz Eda Costa; o ator e cantor Fábio Pádua; o músico e compositor João Avelar; a atriz, diretora e professora Maíra Lana; a cantora e atriz Thaiz Cantasini; e o ator e cantor Tiago Valentim. A condução da cerimônia será do ator e dramaturgo David Maurity, e a trilha sonora ao vivo será executada pela DJ Fê Linz. As intervenções visuais são assinadas pelo VJ Gabriel Fix.

Filme AFilme A Entrevista - Direção Helena Solberg

Em seguida à cerimônia, o público na praça vai assistir à sessão especial dedicada à homenageada Helena Solberg, com os curtas-metragens “A Entrevista”, de 1966, considerado um marco do cinema feminista brasileiro, e “Meio-Dia”, de 1970. Ambos sintetizam os primeiros movimentos de Solberg e dialogam diretamente com as reflexões propostas pela edição. 

A noite segue no Cine Lounge Show, com as apresentações do DJ Pátrida e sua discotecagem digital de música eletrônica e grooves brasileiros; e depois a banda Tropikaus e o repertório de clássicos brasileiros e canções regionais.

A CineOP – Mostra de Cinema de Ouro Preto é o único evento brasileiro dedicado ao cinema como patrimônio cultural e, há 21 anos, ocupa lugar de destaque no calendário audiovisual nacional ao articular preservação, história e educação. Realizada anualmente em Ouro Preto (MG), consolidou-se como espaço de referência para a reflexão sobre memória audiovisual, formação de público e desenvolvimento de políticas para o setor. Mais do que um festival de cinema, a CineOP é um espaço permanente de construção de conhecimento, valorização do patrimônio audiovisual e fortalecimento da cultura brasileira.

Toda a programação é gratuita. Mais informações www.cineop.com.br

21ª CINEOP - MOSTRA DE CINEMA DE OURO PRETO | 25 A 30 DE JUNHO DE 2026

Cine-Praça/Praça Tiradentes | Cine-Teatro Petrobras/ Centro de Artes e Convenções | Cine-Museu / Anexo do Museu da Inconfidência

Patrocínio Master: PETROBRAS

Patrocínio: VALE, ITAÚ, EMGEA E CAIXA

Parceria: FUNEMP – FUNDO ESPECIAL DO MINISTÉRIO PÚBLICO DE MINAS GERAIS/, PREFEITURA DE BELO HORIZONTE ATRAVÉS DA SECRETARIA MUNICIPAL DE CULTURA, UNIVERSIDADE FEDERAL DE OURO PRETO, PREFEITURA MUNICIPAL DE OURO PRETO

Apoio: CANAL BRASIL, CASA DA MOSTRA, CAFÉ 3 CORAÇÕES, CENTRO DE ARTES E CONVENÇÕES, CTAV

Corealização: INSTITUTO UNIVERSO CULTURAL

Idealização e Realização: UNIVERSO PRODUÇÃO

Acompanhe o programa Cinema Sem Fronteiras 2026. Participe da Campanha #EufaçoaMostra

Na Web:  mostratiradentes.com.br No Instagram: @universoproducao    No Youtube: Universo Produção

No X (Antigo Twitter): @universoprod    No Facebook: cineop / universoproducao No LinkedIn: universo-produção

Primeiro Ato leva ensaio aberto e oficina do espetáculo “Como Água” para Itabirito



O Grupo de Dança Primeiro Ato realiza, no dia 26 de junho de 2026 , às 18h, em Itabirito, uma ação especial do espetáculo “Como Água”, com ensaio aberto seguido de oficina gratuita voltada ao público interessado em conhecer os bastidores da

criação em dança contemporânea e experimentar processos corporais desenvolvidos pela companhia. 

A atividade integra as ações realizadas por meio da Política Nacional Aldir Blanc (PNAB), do Ministério da Cultura – Governo Federal.

Inspirado na metáfora da água — que contorna obstáculos, se adapta e se transforma —, “Como Água” propõe uma reflexão sensível sobre o tempo, o corpo e os fluxos da vida. A atividade em Itabirito abre espaço para o encontro entre artistas e comunidade,

permitindo que o público acompanhe trechos do processo criativo e participe de uma experiência de troca e experimentação.



Com direção e produção de Suely Machado, fundadora e diretora artística do Grupo Primeiro Ato, o trabalho nasce do desejo de construir uma dança conectada ao presente e ampliar o diálogo com diferentes públicos. “Abrir o processo e compartilhar parte da criação é uma oportunidade de aproximar as pessoas da dança contemporânea e mostrar que ela pode ser um espaço de escuta, percepção e encontro. Em ‘Como Água’, trabalhamos questões que atravessam todos nós e

acreditamos que esse contato direto fortalece o vínculo entre arte e comunidade”, destaca Suely Machado.


Com concepção coreográfica de Marcela Rosa, o espetáculo foi criado de forma colaborativa, a partir da escuta e das experiências dos intérpretes-criadores. Em cena, os corpos se desdobram em paisagens afetivas, revelando contrastes entre contenção e fluidez, opacidade e brilho, silêncio e explosão. Tudo em sintonia com a trilha original

de Federico Puppi, que constrói camadas sonoras em diálogo com a matéria coreográfica. “Mais do que apresentar uma obra pronta, o ensaio aberto e a oficina convidam o público a entrar em contato com os caminhos percorridos pela criação artística, estimulando novas formas de olhar para o movimento e para o corpo”, afirma Marcela Rosa.


“Como Água”, novo trabalho do Grupo de Dança Primeiro Ato, que completa 43 anos de ação continuada, chega como uma necessidade de reflexão sobre a passagem do tempo e a escolha em como viver esse tempo, que assim como a água, encontra caminhos diante dos obstáculos, transformando o caos em poesia. A partir da observação dos seres humanos, como parte da natureza, surpreendente, cheia de contrastes, a obra se desenvolve numa narrativa não linear, acordando os sentidos, abrindo gavetas, provocando memórias. “Como Água” é um olhar crítico e poético de nosso tempo, é vida num modo contínuo… suspensão, retração, avanço e redenção.


Ficha Técnica “Como Água”

Direção e Produção: Suely Machado / Assistente de Direção e Produção: Marcela Rosa

/ Concepção Coreográfica: Marcela Rosa / Criação de movimento (processo

colaborativo): Alex Dias, Ana Carolina Vinhal, Marcela Rosa, Marina de Santana, Pedro

Henrique Demétrio, Tayná Barboza / Trilha Sonora Original: Federico Puppi / Criação de

Figurinos: Pablo Ramon / Confecção de Figurinos: Ednara Botrel / Criação de Luz:

Sarah Salgado Cordeiro dos Santos / Assistente de Iluminação: Rony Rodrigues /

Assistente Financeiro e de Projetos: Jaqueline Costa / Fotografias: Guto Muniz e Nélio

Rodrigues / Comunicação: Reciclo Comunicação / Assessoria de imprensa: Luz

Comunicação – Jozane Faleiro

Entrada gratuita

Mais informações: @grupo_primeiro_ato

Ocupa+ chega a BH e abre inscrições para oficinas gratuitas voltadas ao público 50+




Pela primeira vez, Belo Horizonte recebe o projeto Ocupa+, iniciativa voltada ao público com mais de 50 anos que une formação artística, convivência e empreendedorismo criativo. A quarta edição do projeto abre inscrições para oficinas gratuitas que serão realizadas na Casa Marina, no bairro Santa Efigênia, oferecendo aos participantes oportunidades de aprendizado, troca de experiências e desenvolvimento de habilidades criativas. As inscrições estarão abertas entre os dias 16 e 27 de junho, por meio do formulário disponível na bio do Instagram @ocupamais_, e o resultado da seleção será divulgado em 29 de junho.


Em Belo Horizonte, o projeto oferece oficinas de Estamparia Manual, Bordado e Empreendedorismo Criativo & Marketing para Negócios Culturais, reunindo conteúdos voltados à criação artística, ao reaproveitamento criativo de materiais e à geração de renda. “Chegar a Belo Horizonte representa um marco importante para o Ocupa+. Depois de consolidar uma trajetória em cidades da Região Metropolitana, o projeto passa a integrar sua programação à capital mineira, ampliando o acesso do público maduro a experiências que unem arte, convivência, criatividade e possibilidades de desenvolvimento econômico por meio da cultura”, afirma a coordenadora geral do projeto, Flávia Vianna.

fotos:Karlitita Resende



Realizado com recursos da Lei Municipal de Incentivo à Cultura de Belo Horizonte, o Ocupa+ conta com o patrocínio do Instituto Unimed-BH, e pela Lei Rouanet, soma-se o apoio do próprio Instituto Unimed-BH e do Instituto Marina e Flávio Guimarães - mantido pelo Grupo Bmg. Em sua quarta edição, o projeto se consolida como uma iniciativa que valoriza a maturidade por meio da arte e da troca de saberes. Sob o conceito “A Arte de Ocupar e Transformar”, promove experiências que estimulam a autonomia, fortalecem vínculos sociais e impulsionam a geração de renda, ampliando as possibilidades de atuação do público 50+ na economia criativa.


A primeira atividade será a Oficina de Estamparia Manual: Vivência prática e criativa no universo da estamparia manual, que acontece nos dias 3 e 10 de julho, das 14h às 17h30. A proposta convida os participantes a explorar técnicas artesanais de impressão em tecido e a criação de carimbos autorais, experimentando diferentes materiais e processos para desenvolver matrizes próprias de impressão. A oficina trabalha formas, texturas e padrões aplicados em tecido, além de incorporar práticas de upcycling, transformando materiais já existentes em novas criações alinhadas à economia circular e ao reaproveitamento criativo. A atividade estimula o fazer manual, a expressão artística e apresenta possibilidades ligadas ao empreendedorismo criativo e à geração de renda. Não é necessário conhecimento prévio.


Na sequência, o projeto promove a Oficina de Bordado: Um encontro poético entre memória, imagem e criação, nos dias 17, 24 e 31 de julho, das 14h às 17h30. Utilizando técnicas de bordado livre aplicadas sobre tecido e recursos como a sublimação fotográfica, a atividade propõe que os participantes ressignifiquem lembranças, construam novas narrativas visuais e desenvolvam peças autorais. O trabalho com tecido também estimula práticas sustentáveis ligadas ao upcycling e à economia circular, transformando materiais já existentes em obras de arte e objetos criativos. Além da experimentação artística e do aprendizado técnico, a oficina incentiva reflexões sobre empreendedorismo criativo e possibilidades de geração de renda. Não é necessária experiência prévia.


Encerrando a programação, a Oficina Empreendedorismo Criativo & Marketing para Negócios Culturais será realizada nos dias 21, 22 e 26 de agosto. No dia 21, a atividade acontece das 13h às 18h; no dia 22, das 9h às 18h; e, no dia 26, os participantes participam de uma vivência prática das 13h às 18h. A oficina é voltada para pessoas que já desenvolvem trabalhos artesanais e desejam fortalecer a comercialização de seus produtos, aprimorando estratégias para ampliar o alcance de suas criações e consolidar sua atuação no mercado.


Um dos diferenciais da programação em Belo Horizonte é a etapa prática prevista na Oficina Empreendedorismo Criativo & Marketing para Negócios Culturais. Ao longo da formação, os participantes terão contato com conteúdos voltados à precificação de produtos, construção de marca, desenvolvimento de embalagens alinhadas à identidade cultural e estratégias de marketing digital para ampliar a comunicação com clientes e potencializar vendas.


No dia 26 de agosto, a formação inclui uma vivência prática em um espaço de comercialização de produtos artesanais, como o Mercado Novo. A proposta é aproximar os participantes dos desafios e oportunidades do mercado, permitindo observar formas de apresentação dos produtos, relacionamento com clientes e estratégias de comercialização, além de refletir sobre caminhos para ampliar a circulação e a venda de suas próprias criações.


Fundada em 2018 por Flávia Vianna, a Vianna Cultura e Turismo é uma empresa especializada em gestão e consultoria cultural. Atua em Minas Gerais, oferecendo serviços de apoio administrativo, financeiro e estratégico para projetos culturais, sendo também realizadora desde 2023 do projeto Ocupa+, onde vem ampliando sua atuação. A empresa também colabora com artistas e grupos independentes, fortalecendo a cena cultural.


O Instituto Unimed-BH completou 23 anos em 2026 e conta com o apoio de mais de 5,9 mil médicos cooperados e colaboradores da Unimed-BH. A associação sem fins lucrativos foi criada em 2003 e, desde então, desenvolve projetos socioculturais e socioambientais visando à formação da cidadania, estimulando o bem-estar e a qualidade de vida das pessoas, fomentando a economia criativa, gerando trabalho e renda para diversas famílias, valorizando espaços públicos e o meio ambiente, através de projetos patrocinados, apoiados e realizados em cinco linhas de atuação: Comunidade, Voluntariado, Meio Ambiente, Adoção de Espaços Públicos e Cultura, que estão alinhados aos Objetivos de Desenvolvimento Sustentável da Agenda 2030.


O Instituto Marina e Flávio Guimarães (IMFG), fundado em 2022, é uma das mais importantes iniciativas do Grupo Bmg. Inspirado no legado de solidariedade de Marina e Flávio, centraliza as ações sociais do Grupo, ampliando oportunidades e promovendo um futuro digno para um número cada vez maior de pessoas. Em 2025, impactou mais de 126 mil pessoas e apoiou 48 projetos focados em inclusão e desenvolvimento social, reafirmando seu compromisso em gerar impacto positivo e duradouro.

Saiba mais sobre o Instituto Marina e Flávio Guimarães em: institutomfg.com.br


O Ocupa+ (PRONAC 257079) é viabilizado pela Lei Federal de Incentivo à Cultura, com patrocínio do Instituto Marina e Flávio Guimarães, mantido pelo Grupo Bmg, e do Instituto Unimed-BH, que reúne hoje mais de 5,9 mil médicos cooperados e colaboradores como doadores através da Lei Rouanet. E também realizado com recursos da Lei Municipal de Incentivo à Cultura de Belo Horizonte, com o patrocínio do Instituto Unimed-BH - Projeto Nº 1914/2024.


Projeto Ocupa+ – Belo Horizonte

Oficinas gratuitas para pessoas acima de 50 anos

Inscrições: até 27 de junho


Como se inscrever: formulário disponível na bio do Instagram @ocupamais_

Resultado: 29 de junho


Local das atividades: Casa Marina (Rua Maranhão, 622 – Santa Efigênia / Belo Horizonte – MG)

Oficina de Estamparia Manual: Vivência prática e criativa no universo da estamparia manual

Datas: 03 e 10 de julho

Horário: 14h às 17h30


Oficina de Bordado: Um encontro poético entre memória, imagem e criação

Datas: 17, 24 e 31 de julho

Horário: 14h às 17h30


Oficina Empreendedorismo Criativo & Marketing para Negócios Culturais

21 de agosto – 13h às 18h

22 de agosto – 9h às 18h

26 de agosto – Visita prática – 13h às 18h

"Atacama" transforma toneladas de roupas descartadas em metáfora no palco

 




O Centro de Formação Artística e Tecnológica (CEFART) da Fundação Clóvis Salgado (FCS) apresenta "Atacama", espetáculo de formatura da turma da noite do Curso Técnico em Teatro – parte da programação do Festival CEFART (que reúne atividades em diversas linguagens). A peça estreia no dia 3 de julho (sexta-feira) e segue em cartaz até o dia 10 do mesmo mês (sexta-feira), às 19h no domingo e 20h nos demais dias, no Galpão 3 da Fundação Nacional de Artes (Funarte), centro de Belo Horizonte. Os ingressos são gratuitos e poderão ser retirados na bilheteria Funarte.

                      fotos:Marlon de Paula


Com direção de Paulo Maffei e dramaturgia assinada por Vinícius de Souza – professores da Escola de Teatro do Cefart –, a peça narra a trajetória de imigrantes que tiveram suas terras natais vendidas e buscam um novo território para viver, em uma jornada que os leva ao deserto mais seco do mundo, o Atacama.


Através de diferentes histórias, a obra aborda o modo de viver, o comportamento e as relações humanas diante de um cenário marcado por crises climáticas. Para isso, o espetáculo articula diversas linguagens artísticas, combinando dramaturgia textual, iluminação cênica, projeção, captação de imagem em tempo real e elementos de dança contemporânea.

 O espetáculo “Atacama” é realizado pelo Ministério da Cultura e Fundação Clóvis Salgado. As atividades da Fundação Clóvis Salgado têm a Cemig como mantenedora, Patrocínio Master do Instituto Cultural Vale e Grupo Fredizak, Patrocínio Prime do Instituto Unimed-BH e do Instituto AngloGold, Patrocínio Plus da Vivo e correalização da APPA – Cultura & Patrimônio. A ação é viabilizada por meio da Lei Federal de Incentivo à Cultura.


 

Um deserto de roupas - Além de ser o deserto mais seco do mundo, o Atacama, no Chile, também é conhecido por abrigar um dos maiores depósitos de resíduos têxteis do planeta. Estima-se que mais de 40 mil toneladas de roupas descartadas por consumidores dos Estados Unidos, da Europa e da Ásia acabem como lixo na região todos os anos.


É justamente dos montes de roupas descartadas que a peça encontra seu cenário físico e também sua camada dramatúrgica. As vestimentas doadas não compõem apenas o ambiente, mas atravessam a encenação como símbolo e metáfora. "De alguma forma, a linguagem da encenação e da dramaturgia textual está em torno da relação com essas roupas, que vão ganhando amplos significados ao longo do espetáculo", afirma Paulo Maffei, diretor da montagem.

 

Para o elenco, formado por 13 estudantes em sua primeira temporada em cartaz, a reta final de preparação envolve tanto o corpo quanto a mente. "Muitos de nós nunca estiveram em cartaz, então a preparação que estamos fazendo também é psicológica, além de física", conta a atriz Stephanie Lorrane. Mesmo diante da intensidade da rotina, ela mantém expectativas positivas para a estreia: "Se a realidade se suspender, nem que seja por um instante, estarei feliz", afirma. A atriz Sabrina Gleyce destaca que espera despertar no público os mesmos questionamentos que atravessaram o processo de criação e que percorrem o drama de toda a peça. "Espero que as pessoas reflitam: são só roupas? Elas servem só para vestir, para nos proteger, para a estética?", compartilha.

 

Para o diretor, essa é justamente a proposta do espetáculo: não oferecer respostas, mas provocar reflexão. "Não me interessa deixar uma moral da história. Me interessa mais levantar um problema, desdobrá-lo cenicamente e deixar esse problema colocado", afirma Maffei.

Peça de formatura do curso de teatro noturno do CEFART tem temporada gratuita em julho, na Funarte, em Belo Horizonte

 

“Atacama” Espetáculo de Formatura da Escola de Teatro do Cefart (Turma da Noite)

Datas: 3 de julho até 10 de julho

Horários: 19h no domingo, 20h nos demais dias

 Local: Fundação Nacional de Artes – Funarte

(Rua Januária, 68 - Centro, Belo Horizonte)

Classificação Indicativa: 16 anos

Entrada gratuita; os ingressos estarão disponíveis na bilheteria da Funarte, a partir de 1 hora antes do espetáculo.

 

Banda Sinfônica dos Bombeiros leva cultura e prevenção ao público no BH Airport

 

Quem passou pelo BH Airport foi surpreendido por uma trilha sonora especial. Em meio ao movimento de passageiros, visitantes e comunidade aeroportuária, a Banda Sinfônica do Corpo de Bombeiros Militar de Minas Gerais apresentou no dia 24 de junho, ao público um repertório variado e animado, que passeou por Madonna, clássicos do cinema e sucessos da música popular brasileira, a Banda é Patrimônio Cultural Mineira.

Mais do que um momento cultural, a iniciativa levou ao terminal mineiro uma mensagem de cuidado e conscientização. A apresentação integrou o Circuito Musical do BH Airport e foi um dos destaques da Semana de Prevenção contra acidentes domésticos, realizada dentro das comemorações do Dia Nacional do Bombeiro.           

                                        


“O BH Airport é um espaço de movimento, encontros e experiências. Receber a Banda Sinfônica do Corpo de Bombeiros em uma ação que une cultura, segurança e conscientização reforça o nosso compromisso com o cuidado com as pessoas e com a promoção de iniciativas que geram valor para passageiros, visitantes, colaboradores e toda a comunidade aeroportuária”, afirma a gerente de Comunicação e Marketing do BH Airport, Joelma Fraga. 

“A prevenção é um tema que conversa diretamente com os nossos valores. No BH Airport, segurança é a nossa principal regra do jogo, e poder tratar esse assunto por meio da música, de forma sensível e próxima, amplia o alcance da mensagem. Estamos falando de arte, informação e cidadania, em um local por onde circulam, em média, 38 mil passageiros por dia”, acrescenta. 

Para o Corpo de Bombeiros, a música é também uma forma de aproximar a corporação da sociedade e ampliar o diálogo sobre atitudes preventivas. “Tocar as pessoas por meio da música da Banda Sinfônica do Corpo de Bombeiros Militar de Minas Gerais, mais do que um cartão de visita do estado, é uma das formas de cumprir o nosso propósito de valorizar vidas e levar esperança à população”, ressalta o tenente Henrique Barcellos, porta-voz do CBMMG. 

Ele destaca que a prevenção dentro de casa deve ser uma preocupação permanente. “Os acidentes domésticos estão entre as principais causas de mortes e ferimentos, principalmente entre crianças e idosos. Com medidas simples, a casa pode se transformar em um ambiente mais seguro, minimizando riscos à saúde e evitando lesões graves”, orienta. 

Durante a Semana de Prevenção, o Corpo de Bombeiros reforça cuidados simples que podem evitar acidentes domésticos. Para prevenir quedas, a orientação é manter berços livres de objetos que possam servir de apoio para bebês, evitar camas e móveis próximos a janelas e instalar grades ou redes de proteção em janelas, sacadas e mezaninos. 

As escadas também exigem atenção: devem ter corrimão, piso antiderrapante e, em casas com crianças pequenas, barreiras de proteção nos acessos, especialmente quando elas estão engatinhando ou começando a andar. 

O risco de queimaduras pode ser reduzido com atitudes preventivas no dia a dia. O Corpo de Bombeiros recomenda nunca deixar o ferro ligado com o fio desenrolado e ao alcance de crianças, manter os cabos das panelas voltados para dentro do fogão e verificar se registros e mangueiras de gás estão dentro do prazo de validade. 

Para evitar afogamentos, crianças nunca devem ficar sozinhas na banheira ou próximas a piscinas. Esvazie e guarde baldes e bacias após o uso, lembrando de deixar os utensílios virados para baixo e longe do alcance das crianças. 

Outros acidentes, como intoxicações, engasgos, sufocamentos, ferimentos e choques elétricos, também podem ser evitados com supervisão e organização dos ambientes. Produtos de limpeza, plantas tóxicas, brinquedos e objetos pequenos, facas, tesouras, lâminas, fios elétricos e tomadas devem ser monitorados com atenção pelos adultos, especialmente em locais frequentados por crianças. 

Criada em 9 de setembro de 1927, a Banda Sinfônica do Corpo de Bombeiros Militar de Minas Gerais é uma das formações musicais mais antigas e tradicionais do estado. Ao longo de quase um século de história, consolidou-se como importante elo de relacionamento entre a corporação e a sociedade, participando de paradas, desfiles, solenidades cívicas e militares, sempre levando a identidade e a tradição do Corpo de Bombeiros por meio da música. 

A Banda foi declarada Patrimônio Cultural Mineiro em 23 de dezembro de 2016, por meio da Lei Estadual nº 22.462, que também oficializou sua atual denominação: Banda Sinfônica do Corpo de Bombeiros Militar de Minas Gerais.


Sua trajetória guarda ainda um capítulo emblemático dentro da própria corporação. No passado, além das apresentações oficiais, a Banda tinha papel relevante na formação musical dos soldados. Em ações de combate ao fogo, comandos eram transmitidos por meio de toques de clarins, evidenciando a relação histórica entre música, disciplina e atuação operacional.

 


Com localização estratégica e um dos principais hubs do país, o BH Airport atende cerca de 70 destinos nacionais e internacionais. Desde 2014, o aeroporto é administrado por uma concessão, formada pela Motiva, uma das maiores companhias de concessão de infraestrutura da América Latina, e por Zurich Airport, operador do Aeroporto de Zurich, o principal hub aéreo da Suíça e considerado um dos melhores aeroportos do mundo, além da Infraero, estatal com experiência de mais de 50 anos na gestão de aeroportos no Brasil. 

Filarmônica de Minas Gerais amplia ações de formação, circulação e acesso à música de concerto através de apoio do Governo de Minas

                                           O Governo de Minas renovou, nesta quinta-feira (25/6), o contrato de gestão da Filarmônica de Min...