quarta-feira, 11 de março de 2026

Arraiá do PIC

 Arraiá do PIC 2025 faz história com tradição, inovação e recorde de público 

O PIC- Pampulha Iate Clube comemora este ano 65 anos de fundação, sendo um dos mais tradicionais clubes de Belo Horizonte. Mantendo a sua programação de eventos , será realizado o tradicional Arraiá do PIC , no dia 6 de junho , sendo  a maior festa junina da capital mineira com as apresentações principais  do cantor Daniel e da cantora Gabi Martins .

 

O Arraiá começa às 20 h com sistema open bar (whisky, cerveja ou chopp, espumante, vinho, gin, vodca, cachaça, caips, quentão, refrigerante, suco e água,  e o open  food  com churrasco, pastéis, doces, caldos, canjica, batata frita, pão de queijo, tropeiro, torresmo, macarrão na chapa, milho verde durante

 todo o evento.

As crianças terão espaços kids montado com diversas brincadeiras, com monitores. ,

Além dos shows de Daniel e Gabi Martins, o público terá apresentação de quadrilha ; forró , a banda Sunga de Pano , e  a diversão na boate eletrônica,  o Arraiá do PIC vai até 4 h.

Informações para compra de ingressos  https://www.ingressospic.com.br/site/Default.aspx

  

Sexta-feira 13”, cultuado na “Sessão da Meia-Noite” no cine Humberto Mauro

 

 

Março traz uma edição especial da “Sessão da Meia-Noite”: a pedido do público, o filme será o cultuado “Sexta-feira 13” (1980), dirigido por Sean S. Cunningham. A exibição vai acontecer a partir das 23h59 do dia 13 de março, sexta-feira, estabelecendo uma inusitada correspondência entre a premissa do filme e a experiência do público. Os ingressos para a “Sessão da Meia-Noite” podem ser retirados, de forma gratuita, exclusivamente pelo site da plataforma Sympla, a partir das 18h de sexta-feira (13 de março). A classificação indicativa é 16 anos


A “Sessão da Meia-Noite” do Cine Humberto Mauro é dedicada aos filmes que expandem o imaginário do público e exploram zonas menos convencionais da história do cinema. É uma faixa criada para acolher obras que provocam, surpreendem e deslocam o senso comum — títulos que ajudam a compreender como a cultura audiovisual se reinventa nas margens, na contracultura ou nas experiências radicais de gênero. Responsável por consolidar um dos subgêneros mais populares do terror (o slasher, com assassinos perseguindo jovens em lugares ermos), “Sexta-feira 13” retorna à tela grande como uma celebração do legado permanente do cinema de horror.




A “Sessão da Meia-Noite: ‘Sexta-feira 13’” é realizada pelo Ministério da Cultura, Governo de Minas Gerais, Secretaria de Estado de Cultura e Turismo de Minas Gerais e Fundação Clóvis Salgado. As atividades da Fundação Clóvis Salgado têm a Cemig como mantenedora, Patrocínio Master do Instituto Cultural Vale e Grupo Fredizak, Patrocínio Prime do Instituto Unimed-BH, Patrocínio Plus da Vivo, Patrocínio da ArcelorMittal e correalização da APPA – Cultura & Patrimônio. O Palácio das Artes integra o Circuito Liberdade, que reúne mais de 60 equipamentos com as mais variadas formas de manifestação de arte e cultura em transversalidade com o turismo. A ação é viabilizada por meio da Lei Federal de Incentivo à Cultura. Vale-Cultura. Governo do Brasil, do lado do povo brasileiro.

Horror que se multiplica – Ambientado no acampamento Crystal Lake, nos Estados Unidos, “Sexta-feira 13” parte de uma situação simples: jovens reunidos para reabrir um espaço marcado por uma tragédia. À medida que a noite avança, o isolamento se torna ameaçador e o passado retorna como força inescapável. Lançado no início da década de 1980, o filme rapidamente ultrapassou sua condição de produção modesta para se tornar um marco da cultura popular. Seu poder não está apenas na narrativa, mas na experiência coletiva que produz, sedimentando características que se tornaram corriqueiras em filmes slasher  ao longo dos anos, como a tensão que culmina em sustos, o assassino desconhecido, a “garota final” que sobrevive para lutar, e tantas outras. Ao lado de “Halloween” (1978), de John Carpenter – no qual Sean S. Cunningham declaradamente se inspirou – “Sexta-feira 13” gerou sucessivas sequências ao longo dos anos 80 e 90, ajudando a firmar as convenções dos slasher e influenciando, por sua vez, uma série de outros longas-metragens.


CINE HUMBERTO MAURO – Um dos mais tradicionais cinemas de Belo Horizonte, foi inaugurado em 1978. Seu nome homenageia um dos pioneiros do cinema brasileiro, o mineiro Humberto Mauro (1897-1983), grande realizador cinematográfico. Com 129 lugares, possui equipamentos de som Dolby Digital e para exibição de filmes em 3D e 4K. Nestes mais de 45 anos de existência, a Fundação Clóvis Salgado tem investido na consolidação do espaço como um local de formação de novos públicos a partir de programação diversificada, bem como através da criação de mecanismos de estímulo à produção audiovisual, com a realização do tradicional FestCurtasBH – Festival Internacional de Curtas de Belo Horizonte, e o Prêmio Estímulo ao Curta-Metragem de Baixo Orçamento. O Cine Humberto Mauro também é um importante difusor do conhecimento ao promover cursos, seminários, debates e palestras. Sessões permanentes e comentadas também têm espaço cativo a partir das mostras História Permanente do Cinema, Cinema e Psicanálise, Curta no Almoço, entre outros. Todas as atividades do Cine Humberto Mauro são gratuitas.

Com a missão de fomentar a criação, a formação, a produção e a difusão da arte e da cultura em Minas Gerais, a Fundação Clóvis Salgado (FCS) é vinculada à Secretaria de Estado de Cultura e Turismo de Minas Gerais (Secult).

Artes visuais, cinema, dança, música, ópera e teatro integram a ampla programação desenvolvida nos espaços sob sua gestão, como o Palácio das Artes, a CâmeraSete – Casa da Fotografia de Minas Gerais e a Serraria Souza Pinto. A Fundação também é responsável pela gestão dos corpos artísticos — Orquestra Sinfônica de Minas Gerais, Coral Lírico de Minas Gerais e Cia de Dança Palácio das Artes — além do Cine Humberto Mauro, das Galerias de Arte e do Cefart. Em 2026, ao celebrar os 55 anos do Palácio das Artes, a FCS amplia suas ações para todas as artes e todos os públicos, reafirmando seu compromisso com a democratização cultural. Palácio das Artes – 55 anos: ontem, hoje, sempre. A arte é o espaço do encontro.

Sessão da Meia-Noite: “Sexta-feira 13” (1980), de Sean S. Cunningham

Local: Cine Humberto Mauro – Palácio das Artes

(Avenida Afonso Pena, 1537, Centro – Belo Horizonte)

Classificação indicativa: 16 anos

 

Vitória para o meio ambiente : IBAMA concede primeira licença ambiental para o reservatório de Furnas após mais de 60 anos de operação

 



Após mais de seis décadas de operação, o reservatório da Usina Hidrelétrica de Furnas, um dos maiores lagos artificiais do Brasil e referência turística e econômica do Sul de Minas Gerais, recebeu pela primeira vez a Licença de Operação (LO) do Instituto Brasileiro do Meio Ambiente e dos Recursos Naturais Renováveis (IBAMA).

A autorização, concedida após processo de regularização ambiental iniciado em 2017, possui validade inicial de cinco anos e estabelece uma série de condicionantes ambientais, sociais e territoriais para a operação do empreendimento.

Durante décadas, a usina funcionou sem licenciamento ambiental formal por ter sido implantada antes da consolidação da legislação ambiental brasileira, situação comum em grandes obras de infraestrutura construídas antes da criação dos atuais instrumentos de controle ambiental.


Com a emissão da licença, a operação da usina passa a estar vinculada ao cumprimento de programas de monitoramento ambiental, medidas compensatórias e regras de ordenamento territorial no entorno do reservatório.

A licença também prevê ações relacionadas à regularização fundiária de áreas afetadas pela variação do nível do reservatório, além de apoio técnico aos municípios do entorno para a adequação de seus instrumentos de planejamento territorial às diretrizes ambientais estabelecidas no processo de licenciamento.


Caso todas as condicionantes sejam cumpridas ao longo do período de vigência da licença, a concessionária poderá solicitar posteriormente a Licença de Operação definitiva.

Para lideranças regionais, a decisão representa um avanço importante para a gestão do reservatório e para o planejamento do futuro do Lago de Furnas.

De acordo com a presidente do Circuito Turístico Lago de Furnas e secretária do CBH GD3, Thayse de Castro, a licença ambiental corretiva reforça um debate essencial para a região: a necessidade de níveis operacionais que garantam os usos múltiplos do Lago de Furnas. “A defesa da cota mínima 762 nasce exatamente dessa busca por equilíbrio entre geração de energia, proteção ambiental e desenvolvimento dos municípios do entorno”, ressaltou.

Para o presidente do Comitê da Bacia Hidrográfica do Entorno do Lago de Furnas (CBH GD3) e biólogo, Carlos Loiola, o licenciamento também representa um passo importante para o fortalecimento da proteção ambiental do reservatório. “O licenciamento ambiental representa um avanço importante para a proteção e o monitoramento dos ecossistemas associados ao Lago de Furnas. A partir desse processo, passam a existir instrumentos mais claros para acompanhar os impactos ambientais, orientar a recuperação de áreas sensíveis e fortalecer a gestão sustentável do reservatório”, afirmou.

Na avaliação da Associação dos Municípios do Lago de Furnas (ALAGO), o licenciamento também cria condições para o planejamento territorial e o desenvolvimento econômico da região. Segundo o presidente da ALAGO, Cristiano Silva, o licenciamento ambiental abre uma nova etapa para os municípios do entorno do Lago de Furnas, ao estabelecer bases mais claras para o planejamento territorial, a regularização de áreas e o desenvolvimento sustentável da região. “Esse processo também traz mais segurança para as atividades econômicas que dependem do lago, como turismo, pesca, aquicultura e navegação”, enfatizou.

 


O que muda com a licença ambiental de Furnas -  

A Licença de Operação concedida pelo IBAMA estabelece novas regras para a gestão ambiental do reservatório e de seu entorno. A autorização possui validade inicial de cinco anos, período durante o qual deverão ser cumpridas as condicionantes ambientais estabelecidas no processo de licenciamento.

Entre os principais pontos estão:

* Monitoramento ambiental permanente das condições do lago e de seu entorno;

* Delimitação das Áreas de Preservação Permanente (APP) nas margens do reservatório;

* Atualização do Plano Ambiental de Conservação e Uso do Entorno do Reservatório (PACUERA);

* Regularização fundiária de áreas afetadas pela variação do nível do reservatório;

* Integração com os municípios do entorno, incluindo a compatibilização dos planos diretores municipais e de outros instrumentos de planejamento territorial com as diretrizes ambientais estabelecidas no licenciamento.

Caso as condicionantes sejam cumpridas ao longo do período de vigência da licença, a concessionária poderá solicitar posteriormente a Licença de Operação definitiva.

 

Mobilização regional - A regularização ambiental da usina ocorre em meio a uma histórica mobilização regional em defesa do Lago de Furnas e da estabilidade de seus níveis operacionais.

O movimento começou em 1997 com a criação da Associação Pró-Furnas, em Formiga, reunindo pioneiros do turismo e de atividades náuticas que passaram a defender níveis mais estáveis para o reservatório, considerado um dos principais ativos econômicos e turísticos do Sul, Sudoeste e Centro-Oeste de Minas Gerais.

Ao longo dos anos, a mobilização foi fortalecida pela atuação da ALAGO, que passou a articular junto a órgãos federais e estaduais a defesa da cota mínima 762, considerada fundamental para garantir os usos múltiplos da água e a sustentabilidade econômica e ambiental da região.

O CBH GD3 também tem papel relevante nesse processo, promovendo ações de revitalização e gestão sustentável do reservatório, em parceria com instituições como a UNIFAL-MG e o Circuito Turístico Lago de Furnas. O comitê também defende a inclusão do turismo como prioridade de uso da água no Plano Integrado de Recursos Hídricos (PIRH) e promove iniciativas como o Diálogos para um Futuro Verde e a campanha Água Limpa, Esgoto Zero no Lago de Furnas.

O Movimento Pró-Furnas 762, retomado com força total em 2019, tem ampliado a articulação regional em defesa da recuperação e manutenção dos níveis do lago. O tema também ganhou destaque em audiências públicas na Assembleia Legislativa de Minas Gerais, no Senado Federal e em debates promovidos pela Agência Nacional de Águas durante a crise hídrica entre 2019 e 2021. Houve grandes conquistas, especialmente as resoluções da ANA que permitiram o reenchimento do Lago em 2022. No entanto, após a efetivação da Resolução nº 193, em maio de 2024, o nível do reservatório voltou a cair poucos meses depois: em agosto já apresentava redução e, em novembro, chegou à cota de 757 metros acima do nível do mar. Essa situação desrespeita a EC 106, que determina o tombamento do Lago de Furnas acima da cota mínima de 762 metros.

 

Fórum Regional - Nesse contexto, representantes regionais promovem no próximo dia 27 de março, em Varginha, o Fórum Regional sobre o Licenciamento Ambiental do Lago de Furnas.

O encontro técnico e jurídico, organizado pelo GD3, ALAGO, Circuito Turístico Lago de Furnas e Movimento Pró-Furnas 762, será realizado a partir das 08h, no Auditório da FESSUL (R. Maria Benedita, 78 - Vila Pinto, Varginha - MG, 37010-520), reunindo gestores públicos, instituições e representantes da sociedade civil para discutir os impactos e as oportunidades decorrentes do novo cenário de gestão ambiental do reservatório.

Vila Galé promove campanha mês do Consumidor

 

Vila Galé Marés

A Vila Galé deu início a sua melhor campanha de vendas do ano. Batizada de Mês do Consumidor, a iniciativa oferece até 40% de desconto em hospedagens, variando de acordo com o hotel escolhido. Todos os 13 empreendimentos da rede no Brasil estão participando e o melhor: os descontos acumulam com as vantagens do Clube Vila Galé.

Vila Galé Ouro Preto

Até 31 de março deste ano, será possível fazer reservar os incríveis hotéis da rede através do site da Vila Galé e aproveitar a promoção. Para conseguir o desconto, é necessário utilizar o promocode CONSUMIDOR26. A campanha é válida para hospedagens até 20 de dezembro de 2027, mediante disponibilidade.

Vila Galé Rio de Janeiro

A Vila Galé está presente em nove estados brasileiros e seu portfólio inclui resorts all inclusive, hotéis de cidade e os empreendimentos da marca Collection, que possuem atendimento mais personalizado e, recentemente, também passaram a oferecer pacote all inclusive. São eles: Vila Galé Alagoas; Vila Galé Salvador e Vila Galé Marés (Bahia); Vila Galé Fortaleza, Vila Galé Cumbuco e Vila Galé Collection Sunset Cumbuco (Ceará); Vila Galé Collection Ouro Preto (Minas Gerais); Vila Galé Cabo (Pernambuco); Vila Galé Rio de Janeiro e Vila Galé Eco Resort Angra (Rio de Janeiro); Vila Galé Paulista (São Paulo); Vila Galé Touros (Rio Grande do Norte) e Vila Galé Amazônia (Pará).

Vila Galé Belém, Pará

Hospital Universitário Ciências Médica reforça ações de prevenção e diagnóstico precoce das doenças renais

 


Celebrado sempre na segunda quinta-feira do mês de março, o Dia Mundial do Rim tem como objetivo alertar a população sobre a importância da prevenção, do diagnóstico precoce e do tratamento adequado das doenças renais crônicas (DRC). Em sua fase inicial, essas doenças são silenciosas e progressivas, podendo levar o paciente à necessidade de diálise ou transplante. Segundo a organização internacional World Kidney Day, 10% da população mundial convive com algum grau de DRC. 


Os rins são responsáveis pela filtragem do sangue e pela eliminação de toxinas, além de regularem o equilíbrio da água e dos eletrólitos (minerais essenciais), controlarem a pressão arterial, contribuírem para a produção de hormônios (eritropoetina e vitamina D ativa) e ajudarem a manter o equilíbrio ácido-base (eliminando o excesso de ácidos e regulando substâncias que controlam o pH do sangue). Sendo assim, são órgãos vitais para o funcionamento do organismo. 


Em 2026, a campanha do Dia Mundial do Rim será realizada em 12 de março e terá como tema “Cuidar de pessoas e proteger o planeta”. De acordo com a Sociedade Brasileira de Nefrologia (SBN), estão previstos 1.198 eventos no país (até o momento). 


Entre os participantes está o setor de Nefrologia do Hospital Universitário Ciências Médicas de Minas Gerais (HUCM-MG), que realizará, na área externa da instituição, a ação de conscientização “Quem cuida também precisa se cuidar: atenção à saúde dos rins”, destinada ao público em geral e aos transeuntes. Os participantes receberão orientações breves sobre fatores de risco, prevenção e rastreamento, além de aferição de pressão arterial e glicemia capilar. A iniciativa acontecerá das 9h às 11h e das 13h às 15h. 


Fatores de risco e prevenção - Por serem, na maioria dos casos, assintomáticas em estágios iniciais, as pessoas devem estar atentas aos principais fatores de risco das DRC, tais como: 

● diabetes mellitus (doença crônica caracterizada por níveis elevados de glicose no sangue); 

● hipertensão arterial; 

● histórico familiar de doença renal; 

● doença cardiovascular; 

● idade avançada; 

● obesidade; 

● uso crônico de anti-inflamatórios; 

● doenças autoimunes. 


“No Brasil, diabetes e hipertensão são responsáveis por mais de 60% dos casos de DRC. O diabetes provoca lesão dos pequenos vasos sanguíneos (microangiopatia), levando à nefropatia diabética, enquanto a hipertensão danifica progressivamente os vasos renais. Ambas são doenças silenciosas que, quando mal controladas, comprometem de forma irreversível a função renal”, afirma a coordenadora do serviço de Hemodiálise e Transplante Renal do HUCM-MG, Profa. Patrícia Vasconcelos Lima. 


Além dos fatores de risco, a população deve estar atenta aos possíveis sinais e sintomas, que costumam surgir quando a doença já se encontra em estágio mais avançado, como inchaço nas pernas ou ao redor dos olhos; espuma excessiva na urina; alterações no volume urinário; cansaço excessivo; náuseas e perda de apetite; e pressão arterial de difícil controle. 



A prevenção das doenças renais crônicas é possível por meio de hábitos simples no dia a dia, que vão desde uma alimentação saudável até o acompanhamento médico regular. “Hidratação adequada; alimentação com pouco sal e redução do consumo de ultraprocessados; prática regular de atividade física; não fumar; acompanhamento médico periódico; e uso responsável de medicamentos”, orienta a Profa. Patrícia Vasconcelos Lima. 

Descubra os mitos e as verdades sobre DRC   -

Mito: A doença renal crônica só afeta idosos. 

Verdade: A DRC é silenciosa e os sintomas (inchaço, cansaço, urina espumosa) costumam surgir em fases avançadas. 

Mito: Todo paciente com doença renal tem inchaço (edema). 

Verdade: A insuficiência renal só costuma se manifestar quando os dois rins são afetados, sendo necessário monitorar ambos. 

Mito: Se eu beber muita água, nunca terei doença renal. 

Verdade: A DRC é uma doença crônica e geralmente irreversível, mas pode ser controlada com tratamento para retardar a sua progressão. 

Mito: A doença renal apresenta sintomas claros desde o início. 


Verdade: Hipertensão, diabetes, obesidade e uso de medicamentos (anti-inflamatórios) são causas principais da DRC, mesmo sem histórico familiar. 


Mito: A realização dos exames de creatinina e de urina rotina só é necessária para quem tem doença renal conhecida. 

Verdade: A carambola é perigosa para pacientes com DRC. 



O Hospital Universitário Ciências Médicas de Minas Gerais  é mantido pela Fundação Educacional Lucas Machado (Feluma), o HUCM-MG é uma instituição consolidada como um modelo docente-assistencial, funcionando como um importante cenário de formação prática para os alunos dos cursos de graduação e pós-graduação da Faculdade Ciências Médicas de Minas Gerais (FCM-MG). Toda a sua estrutura e capacidade são 100% destinadas para o atendimento ao Sistema Único de Saúde (SUS).

terça-feira, 10 de março de 2026

Cristo Redentor com 25 metros no AguaMais em Betim

 

A escultura do Cristo Redentor no AquaMais, novo parque aquático da Região Metropolitana de Belo Horizonte, apresenta   um marco importante  no espaço de lazer . O Cristo Redentor tem uma escultura imponente, projetada pelo artista Markus Moura — criador do maior Cristo Redentor do mundo, em Encantado , no Rio Grande do Sul — chama a atenção pela delicadeza do traço e pela riqueza de detalhes. Construído no terreno do parque aquático, em Betim, o Cristo Redentor tem cerca de 25 metros de altura e pesa cerca de 80 toneladas. O espaço, localizado no coração do AquaMais, funcionará como um mirante para fotos, com vista privilegiada de todo o empreendimento.


Buscamos no mercado as melhores referências artísticas para chegar a esse resultado. A apresentação desse monumento coroa o trabalho e a dedicação dos profissionais que estão se dedicando à realização deste projeto pioneiro, que promete transformar a experiência de lazer e entretenimento na Região Metropolitana de Belo Horizonte”, afirma Bernardo de Castro, sócio fundador e idealizador do projeto. O valor do investimento na construção da escultura não foi divulgado.


Inspirado nas belezas naturais e arquitetônicas do Rio de Janeiro, destino “queridinho dos mineiros”, o AquaMais tem o desafio de se tornar o melhor parque aquático de Minas Gerais, combinando entretenimento, infraestrutura, comodidade, soluções sustentáveis e, futuramente, um modelo de hospedagem similar ao de grandes resorts urbanos já consolidados no país. O empreendimento tem chamado a atenção do mercado por reunir uma estrutura moderna e inovadora de lazer aquático, além de espaços instagramáveis e experiências exclusivas, como o primeiro cinema sob as águas e a maior praia artificial de Minas Gerais, com piscina de ondas, faixa de areia e o icônico calçadão inspirado em Copacabana.

As obras seguem dentro do cronograma previsto, com inauguração da primeira fase prevista para o fim deste ano.

Charretes tradicionais deixam de circular em Poços de Caldas

  Charretes tradicionais deixam de circular em Poços de Caldas; carruagens elétricas começam a substituir serviço — Foto: Reprodução EPTV

As charretes de tração animal estão proibidas de  circular pelas ruas da cidade,  desde o dia 9 de março em Poços de Caldas Apenas carruagens elétricas estarão autorizadas a operar, conforme decreto publicado pela Prefeitura no Diário Oficial do Município no dia 6 de março .O decreto regulamenta a lei aprovada em dezembro do ano passado, que extingue oficialmente o serviço de charretes e autoriza a criação do sistema de veículos elétricos de transporte turístico. O texto detalha a concessão de benefícios aos charretistas, que deverão preencher um formulário para ter acesso aos auxílios previstos. A medida encerra definitivamente o uso dos veículos de tração animal, que operavam na cidade desde 1983.

As novas carruagens serão movidas exclusivamente a energia elétrica e terão design inspirado nas antigas charretes, com capacidade para até cinco passageiros, além de itens de segurança e acessibilidade. Será realizada uma operação crédito de bancários para a aquisição das novas carruagens. 

Protótipo do modelo que será usado nos passeios turísticos

As rotas devem incluir pontos turísticos e culturais de Poços de Caldas, ampliando a experiência dos visitantes e reforçando o compromisso do município com a modernização do turismo e a preservação do patrimônio urbano e ambiental.

Os charretistas vão receber  o pagamento de quatro parcelas de R$ 5.241,12, totalizando pouco mais de R$ 20 mil e 12 parcelas de R$ 872,00, destinadas à manutenção e alimentação dos animais durante o período de transição.





Arraiá do PIC

    O PIC- Pampulha Iate Clube comemora este ano 65 anos de fundação, sendo um dos mais tradicionais clubes de Belo Horizonte. Mantendo ...