terça-feira, 17 de fevereiro de 2026

Carnaval termina com destaque na economia brasileira

 


“Veja essa maravilha de cenário”... é o Brasil que é sensacional...Terminou o carnaval pelo Brasil, a maior festa popular do mundo movimentou todas as cidades pelo país, com a animação, diversão e alegria por todos os cantos com 65 milhões de pessoas na folia pelas ruas . Belo Horizonte se destacou , como o carnaval que mais cresce no Brasil, recebendo 6,2 milhões de foliões e gerando cerca de 20 mil empregos diretos e indiretos. A festa na capital mineira teve investimento público de R$ 28 milhões e registrou ocupação hoteleira de 85%.

Segundo os dados das secretarias de estado de turismo, o carnaval  impulsionou fortemente a atividade turística ,  com previsão de faturamento de R$ 18,6 bilhões apenas no mês de fevereiro — crescimento de 10% em relação ao mesmo período do ano passado.

O desempenho reflete o momento positivo vivido pelo setor, sustentado pelo aumento da renda, pela geração de empregos e pela desaceleração da inflação, fatores que fortalecem o consumo e estimulam as viagens pelo país. Mesmo com o Carnaval sendo ponto facultativo, a data tradicionalmente movimenta intensamente a cadeia do Turismo, com destaque para os segmentos de transporte aéreo e rodoviário, hospedagem, locação de veículos, alimentação e entretenimento.


Os R$ 18,6 bilhões projetados mostram a força do Carnaval como indutor do turismo e do desenvolvimento econômico. É um período que movimenta milhões de brasileiros, gerando emprego, renda e fortalece os pequenos e médios negócios, além de valorizar a cultura e os destinos nacionais.


Além das grandes viagens, os deslocamentos regionais e de curta distância também contribuíram de forma significativa para a economia local, beneficiando hotéis, pousadas, bares, restaurantes, guias de turismo e prestadores de serviços em destinos urbanos e litorâneos. O empresário do Turismo pôde se beneficiado do potencial aumento de receita nessa esteira do segmento de lazer, que começou em dezembro e se estendeu até o carnaval.

A programação de blocos de rua, eventos culturais e festas em capitais e cidades turísticas ampliou o fluxo de visitantes e aqueceu o comércio, reforçando o papel do Carnaval como um dos principais motores da temporada de verão.

Pelos levantamento da plataforma Booking.com apontou que destinos como Rio de Janeiro (RJ), Salvador (BA) e Belo Horizonte (MG) lideram as preferências dos viajantes, contemplando diferentes perfis de público — desde quem buscou combinar praia, calor e grandes festas até aqueles que quiseram  aproveitar intensamente a folia urbana. 

Lá se foi o bar do Salomão- Por Leo Perez

 




A rua do Ouro perdeu parte do seu brilho neste Carnaval de 2026. Em um contraste doloroso, enquanto o batuque dos blocos de Carnaval ditava o ritmo da alegria nas ruas de BH, o som seco dos tratores decretava o fim de uma era: a demolição do imóvel que abrigou, por décadas, o lendário Bar do Salomão.

Mais que um boteco, o Salomão era o templo sagrado da Nação Atleticana na Serra.

O brilho alvinegro da Serra se apaga fisicamente, mas a história escrita naquele balcão é eterna. A etapa de demolição do imóvel onde funcionou, por mais de 70 anos, o Bar do Salomão já está em está em estágio avançado. No dia 15 de fevereiro, apenas parte da entrada principal ainda estava de pé no endereço histórico, na Rua Ouro com a Rua Amapá, bairro Serra, Região Centro-Sul de Belo Horizonte.

O bar funcionou até setembro do ano passado. O imóvel foi vendido para uma rede de farmácia.

Reduto histórico de atleticanos, o Bar do Salomão começou como mercearia, fundada em 1953 pelo casal de imigrantes sírios Jorge Abdalla e Chamesse Dauch. O estabelecimento se transformou em bar quando o filho, Salomão Jorge, assumiu o negócio. A paixão do dono pelo Galo logo se tornou o ponto de encontro de atleticanos.

BH tem o melhor carnaval: animado e organizado, por Leo Perez

  



                                                



Quem passou pela Savassi, no Carnaval , sentiu que Belo Horizonte subiu de patamar e se consolidou  como um pós principais destinos turísticos da maior festa popular do Brasil. A capital mineira provou que a folia pode rimar com planejamento.






Destaco o bloco "Putz Grilla" que transformou a Avenida Getúlio Vargas em um verdadeiro "rocknival". Hits de Barão Vermelho, Legião Urbana e Paralamas do Sucesso ganharam o balanço da bateria fazendo a turma sambar em frente à tradicional Sorveteria São Domingos.



A gestão do prefeito Damião entregou uma ótima infraestrutura. Ruas fechadas com precisão pela BHTRANS, banheiros químicos em abundância e pontos estratégicos de hidratação que garantiram o conforto e bem estar dos foliões. O "Espaço dos Foliões", áreas gastronômica com barracas,  manteve a turma alimentada sem o caos das filas intermináveis.




No quesito operacional, duas notas 10 unânimes: para a PMMG e a Guarda Municipal, que garantiram uma festa de paz, e para o "bloco" mais querido da cidade, os garis da SLU, que deixaram o asfalto impecável antes mesmo do último confete cair.





O diferencial do Carnaval  em Belo Horizonte é a empatia. Com blocos majoritariamente diurnos e bares respeitando horários de fechamento, para preservar o sono dos moradores, BH mostrou que o Carnaval pode ser vibrante sem ser tão invasivo. O mineiro abriu os braços, a organização funcionou, e o resultado foi o aconchego típico de quem sabe receber bem em qualquer época do ano. Viva o Carnaval de "belzonte".


BH Airport poderá ter voos diretos de BH para Lima, no Peru, e trazer companhias de baixo custo para operar no aeroporto



Machu Picchu e Belo Horizonte

O Aeroporto Internacional de Belo Horizonte administrado pel a BH Airport está com vários projetos de novos voos internacionais, após o lançamento do voo direto BH-Montevidéu, capital do Uruguai, que deve gerar um ciclo positivo no turismo e até mesmo nos negócios entre os dois países. A BH Airport está oferecendo aos passageiros novas rotas internacionais, para atrair parceiros comerciais, e até a presença de companhias low cost (empresa de baixo custo nas passagens) operando no Aeroporto Internacional de Belo Horizonte, em Confins.

A direção da BH Airport tem vários contatos para o aeroporto e conectar Belo Horizonte a Lima, no Peru, a empresa acredita na rota como novo ponto de abertura para os mineiros e ainda trazer os peruanos para viver as belezas de Minas. Um ponto em comum entre mineiros e peruanos, que pode ser a gastronomia e  a riqueza histórica de ambos, que possuem patrimônios da humanidade, como Ouro Preto e Machu Picchu.

Para o CEO da BH Airport, Daniel Miranda Barbosa, “há sempre conversas para novas rotas”. Ele revela que há negociações com a Azul para estender o voo BH-Montevidéu até Punta del Este, balneário litorâneo também no Uruguai.

“Estamos sempre conversando, não só com a Azul, mas com todas as companhias aéreas parceiras e também com companhias aéreas estrangeiras para que a gente possa expandir cada vez mais a malha internacional para o nosso Estado e para Belo Horizonte”, conta o CEO.

“A gente tem conversado muito com a Azul também sobre a possibilidade de uma rota para Punta del Este. Mas a gente tem vislumbrado vários outros destinos como Lima, no Peru, por exemplo. Já foi ventilado recentemente a possibilidade de um voo para Lima. A gente continua insistindo nessa rota porque acreditamos muito nela. Tem várias outras rotas que ainda estão em negociação”, destaca Daniel Barbosa.

O desejo por mais pontes-aéreas, saindo diretamente de Confins para várias partes do mundo, não é só uma forma de levar comodidade nas viagens dos mineiros. O fluxo reverso, de estrangeiros no Estado, também é uma meta da BH Airport, com apoios institucionais dos poderes públicos de Minas Gerais.

Esse processo pode fazer do aeroporto um hub ainda mais de recepção e distribuição de voos para destinos domésticos e internacionais. Atualmente, o BH Airport é o quarto maior hub aéreo do País e o objetivo é crescer e ficar no top 3 nacional.

“Hoje nós temos um pouco mais de 1% da demanda do turismo internacional vindo visitar Minas Gerais. Achamos que tem potencial enorme para expandir. Somos a terceira maior economia do País. E não podemos ficar para trás também no turismo. Por isso, temos a ambição de colocar Minas Gerais no top 5 do ranking de turistas internacionais visitando o nosso Estado. E parte dessa estratégia passa por aumentar os voos para a Europa, a América do Norte e, principalmente, a América do Sul. Que a gente já tem um hub importante na América do Sul e a gente quer fortalecer ainda mais”, explica o CEO.

Companhia low cost no radar - Outro plano audacioso da BH Airport e que pode cair no gosto do público mineiro é a vinda de uma empresa low cost para operar em Confins. Esse tipo de companhia possui tarifas mais baixas para destinos de curta e até longa distância, porém deixa de prestar alguns serviços considerados confortos para viagens aéreas como buffet.

No Brasil, existem seis empresas low cost operando e quatro se destacam no mercado, sendo que nenhuma delas é oriunda do Brasil: JetSmart (Chile), Sky Airline (Chile), Flybondi (Argentina) e Arajet (República Dominicana).

O CEO da BH Airport, Daniel Miranda Barbosa, disse que a chegada das low costs a Confins não pode ser “cravada” por enquanto, mas essa novidade pode acontecer até 2027. “Temos conversado muito com várias companhias no posto, a Sky já está voando com a gente para o Chile, para Santiago. Mas nós temos conversas também muito próximas com a JetSmart e com outras. A Arajet recentemente já pediu até slots (autorização para operar em Confins) para o aeroporto. Mas a gente acredita muito que se não for esse ano, no próximo, a gente vai ter muitas novidades, inclusive de low cost para o nosso mercado”, detalha.

segunda-feira, 16 de fevereiro de 2026

Bloco Show leva inclusão e prevenção ao Carnaval da Liberdade

 


 

Mais de 120 crianças e adolescentes de comunidades de Belo Horizonte participaram, no dia 15 de fevereiro, do desfile do Bloco Show, na Praça da Liberdade, durante o Carnaval da Liberdade 2026. A apresentação, que seguiu em cortejo até a região da Savassi, marcou o início de uma campanha educativa com o tema “Inclusão”, com foco no enfrentamento ao capacitismo e na valorização das diferenças.

 


O bloco é resultado de um trabalho contínuo de formação cultural e socioeducativa desenvolvido ao longo do ano com jovens de comunidades como Alto Vera Cruz, Vila Ponta Porã, Granja de Freitas, Vila Acaba Mundo, Pedreira, Vila São Rafael,Taquaril, Morro das Pedras, Ventosa e Serra.


Com idade média de 13 anos, os integrantes participam de oficinas de musicalização, dança e atividades educativas, que utilizam a cultura como ferramenta de prevenção social e fortalecimento do protagonismo juvenil.

 

Idealizado pelo 22º Batalhão da Polícia Militar de Minas Gerais em parceria com a OSC Grupo FOCUS, o projeto atua como ação de polícia comunitária, promovendo inclusão social por meio da arte e da ocupação qualificada do espaço público.

 

“Pra mim é um motivo de orgulho estar aqui hoje no Palácio da Liberdade, na Praça da Liberdade, com o Bloco Show, que é fruto de um projeto social que abrange crianças de dez comunidades que compõem a área de atuação do 22º Batalhão da Polícia Militar de Minas Gerais. Com essa apresentação, nós iniciamos uma campanha de prevenção com o tema ‘Inclusão’, um manifesto anticapacitismo. Esse manifesto vai basear as ações do ano inteiro com essas crianças, que aqui são também artistas que contribuem com o Carnaval da Liberdade”, destacou o Sargento Johnny.

 


A secretária de Estado de Cultura e Turismo de Minas Gerais, Bárbara Botega, acompanhou o desfile e ressaltou a importância da iniciativa. “Esse projeto é um exemplo magnífico da força da Polícia Militar e do potencial de uma ação que consegue unir educação, cultura, inclusão, prevenção e segurança. Parabéns à PM pela iniciativa e que esse projeto, que abraça tantas comunidades de BH, cresça e se fortaleça sempre”, elogiou.

 


Para os jovens participantes, o bloco representa oportunidade de aprendizado, pertencimento e transformação. “Eu participo do bloco há mais de cinco anos e é muito legal ter essa experiência. Aqui aprendemos a tocar e, há mais de três anos, aprendemos a desfilar também. Eu pretendo continuar no Bloco até quando der”, relatou a integrante Maria Luiza.

 


Além do desfile carnavalesco, o tema da inclusão seguirá como eixo das atividades ao longo de 2026, com ações educativas previstas para alcançar cerca de 10 mil crianças e adolescentes da rede pública, ampliando o impacto social do projeto e consolidando o Bloco Show como ferramenta permanente de prevenção e cidadania.

1 milhão de passageiros movimentam o Aeroporto Internacional de Belo Horizonte



 
 Até o fim deste mês, aproximadamente 1 milhão de passageiros deverão circular pelo BH Airport, e o movimento maior é impulsionado pelo período do carnaval, que se estende até o dia 23 de fevereiro. A experiência de quem chega para a folia na capital, cidades históricas e polos turísticos do estado já começa antes mesmo do primeiro bloco, no desembarque do terminal mineiro. De portas abertas para receber os visitantes que chegam de todos os cantos do país, nos voos extras programados para atender toda a demanda do feriado, o BH Airport se transformou em palco da festa, com atrações que expressam a mineiridade e a diversidade cultural do estado.

 
O Samba Queixinho deu uma amostra contagiante do que o turista pode esperar do Carnaval de rua de BH, com toda a animação da percussão orquestrada por um dos blocos mais icônicos da capital. O cortejo surpreendeu os passageiros no Desembarque 1 e na instalação cenográfica preparada especialmente para a folia, em parceria com a Secretaria de Estado de Cultura e Turismo e patrocínio da Cemig, via Lei Estadual de Incentivo à Cultura, a Casa Mineira. O ambiente traduz a hospitalidade de Minas, dentro do conceito “É só entrar. A rua é nossa”, convidando o visitante a viver uma experiência imersiva em um espaço com painéis de LED de alta resolução, efeitos visuais e a trilha sonora que embala os bloquinhos carnavalescos da cidade.
 
“Somos a principal porta de entrada para os turistas que chegam para o Carnaval e já nos transformamos em extensão da festa. Estamos dando as boas-vindas aos passageiros com a identidade cultural que expressa o nosso jeito mineiro de ser e o nosso espírito acolhedor, proporcionando uma programação atrativa com cortejos, apresentações artísticas, exposições e ambientações temáticas que fazem do nosso terminal o primeiro endereço da folia para quem chega à cidade. O Carnaval de Belo Horizonte ganhou o Brasil, se consolidando como um dos maiores e mais pulsantes do país. E, neste ano, iremos receber mais de 400 mil passageiros, no período que vai do dia 12 a 23 de fevereiro”, destaca o diretor de Operações do BH Airport, Rodrigo Côrtes.
 
“Esse é o carnaval mais seguro do Brasil. É um princípio que defendemos para que o folião possa encontrar toda a alegria em um ambiente democrático, aberto e diverso, seja na capital, seja no interior. Somos um povo acolhedor e recebemos os turistas com todo o carinho do mundo, como é típico do povo mineiro. A experiência começa justamente no momento que ele desembarca em Belo Horizonte, e buscamos garantir que a primeira impressão seja muito positiva. Isso contribui para fortalecer Minas como destino carnavalesco”, afirma a secretária de Estado de Turismo e Cultura de Minas Gerais, Bárbara Botega.
 
 OS PALCOS DA FESTA NO BH AIRPORT
 
Exposição Carnaval com Arte - Quando a Rua Vira Tela

A mostra reúne 20 obras do artista plástico mineiro Fernando Pacheco, que retratam a força, a diversidade e o lirismo da folia belo-horizontina, além de um painel com texto curatorial sobre o artista e a exposição.

 
Companhia de Dança do Palácio das Artes
Flash mob artístico, surpreendendo o público com movimento e energia carnavalesca.
 
Coral Lírico de Minas Gerais
Intervenção especial no desembarque doméstico, presenteando os recém-chegados com uma recepção musical emocionante.

 
Centro de Atividades Musicais da Polícia Militar de Minas Gerais
Tradicionais marchinhas e ritmos clássicos da folia, em apresentações repletas de memória afetiva e animação.
 
Estande do Queijo

Convite ao público para conhecer os modos de fazer, as regiões produtoras e a importância do queijo para a identidade e a economia do estado, com degustações programadas ao longo do período.

A iniciativa é uma parceria com o Centro de Referência do Queijo Artesanal (CRQA), com patrocínio da Gerdau.

Venda do Chico: a parada obrigatória na BR 381 - Por Leo Perez



Sair da agitação de São Paulo rumo à charmosa Belo Horizonte é encarar uma jornada de 586 km de asfalto e horizontes que se transformam. A rodovia Fernão Dias dita o ritmo. A cidade de Extrema é o portal que divide os estados mas é no km 743, em Três Corações, que a alma do viajante finalmente chega em Minas. Ali o cronômetro da pressa reduz quando estacionamos na tradicional Restaurante Venda do Chico.


Se você tinha alguma dúvida de que já estava em solo mineiro, o cheiro que vem da cozinha resolve a questão. Ali tem a culinária raiz, marcante e afetiva mineira. O cardápio é variado e saboroso: frango ao molho pardo, o frango com quiabo, peixe frito, carne de panela com mandioca derretendo e aquela linguiça que só Minas sabe fazer.


Tudo acompanhado por um feijão tropeiro de respeito, salada e arroz soltinho.

O ritual do Chico não termina no prato. O pós almoço convida ao balanço das redes penduradas nas árvores, um convite irrecusável ao descanso à sombra.


Antes de seguir viagem, o cafezinho, do Sul de Minas, mantido aquecido no fogão a lenha é o combustível final.

Seguindo em direção ao caixa encontramos variados vidros de doces caseiros:  figo, abacaxi, leite, o queijo mineiro, biscoitos e a melhor cachaça brasileira para a bagagem.



O local é um curioso contraste entre o rústico e o moderno.


Os motoristas conectados aproveitam o "Uai-Fi" e os novos carregadores para carros elétricos. Ali observa se a hospitalidade mineira ligada à eficiência paulista.

A viagem segue e o gosto de quero mais continua. Para quem perdeu a primeira parada, a Venda do Chico, em Carmópolis de Minas, km 584, surge como uma gostosa opção antes de chegar à querida capital mineira, perfeita para um café com bolo e aquele pão de queijo que renova as energias.

Viajar entre SP e BH é distante, mas com a Venda do Chico, o caminho deixa de ser apenas passagem para se tornar destino.

Carnaval termina com destaque na economia brasileira

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