terça-feira, 22 de setembro de 2026

20ª CineBH - Mostra Internacional de Cinema de Belo Horizonte




A 20ª CineBH – Mostra Internacional de Cinema de Belo Horizonte e o 17º Brasil CineMundi – International Coproduction Meeting começaram dia 22 de setembro,  com expectativas e filas dobrando esquinas sob o batuque do grupo Elekuê, em um Cine Theatro Brasil lotado para uma noite de celebração e defesa dos cinemas latino-americanos. A performance MANIFESTA, guiada pela interrogação proposta pela temática deste ano – Cinema latino-americano, o que será? – marcou o início da programação do festival, que pretende se debruçar menos sobre explicações fáceis do que sobre a radicalidade inventiva e indomável dos questionamentos.

 

Em seu discurso de abertura, Raquel Hallak reconheceu os diversos encontros que geraram filmes, parcerias e possibilidades nos últimos anos, afirmando o vigor de tudo que foi construído, mas exaltando aquilo que se projeta para o futuro, movido, sobretudo, por perguntas. A questão que norteia a temática do evento, para ela, “não pede uma única resposta. Ela abre espaço para muitas vozes, muitos territórios, muitas experiências e diferentes maneiras de ver e transformar o mundo. O cinema latino-americano nasce dessa pluralidade, é feito de muitas identidades que atravessam fronteiras, e ao mesmo tempo carrega consigo a força de cada lugar”.

                            fotos:Leo Fontes


A coordenadora da CineBH destacou, ainda, a importância do cinema braisleiro circular e ser visto nesses diferentes territórios. “O cinema é também trabalho. É uma indústria que movimenta uma extensa rede de profissionais, gera emprego, renda, conhecimento, inovação, atrai investimentos e projeta a imagem do Brasil internacionalmente. Quando um filme brasileiro circula, ele não viaja sozinho. Com ele viajam nossos sotaques, paisagens, modos de viver, contradições e criatividade”. Para ela, nosso cinema deve “ocupar, com identidade e autonomia, as telas do mundo”. Firmando seu compromisso com a defesa das políticas públicas - uma marca do projeto Cinema sem Fronteiras, da Universo Produção -, Raquel ressaltou a necessidade de criarmos condições estruturais e contínuas  para que nossos filmes encontrem as telas.

 


Emocionada, Raquel recordou da convicção com a qual, há 20 anos, a CineBH foi criada: como promessa, hoje concretizada, de um espaço de exibição, reflexão, formação e encontro. “É um evento que nasceu ligado à cidade, e que ao longo de sua trajetória ampliou horizontes, conectou territórios e se consolidou como uma plataforma do cinema brasileiro e latino-americano”. Ela exaltou, ainda, a dimensão coletiva dessa construção: “nada disso se faz sozinho. Uma história de 20 anos é construída por muitas mãos, escolhas e presenças, em permanente movimento”.

 


Após a entrega das placas de reconhecimento às autoridades presentes e apoiadores do evento - com falas em defesa da soberania e democracia brasileiras de Durval Ângelo, Conselheiro Presidente do Tribunal de Contas do Estado, e Cida Falabella, Secretária Municipal de Cultura  - a cerimônia de abertura seguiu com as homenagens à realizadora paraguaia Paz Encina e à escritora mineira Conceição Evaristo.

 Famíla de Conceição Evaristo recebeu a homenagem


Familiares de Conceição Evaristo reeberm a homenagem


Encina é uma das mais importantes cineastas da América Latina, forjando uma prática cinematográfica que desafia modos e tempos de produção dominantes, ampliando sonoridades, imagens e imaginários sobre o seu país, de produção historicamente descontínua. Seu primeiro longa-metragem, Hamaca Paraguaya (2006), completa, como a CineBH, duas décadas e se firma como um trabalho fundamental para a retomada de uma cinematografia atravessada por interdições materiais, simbólicas e autoritárias. Encina recebeu o Troféu Horizontes do coordenador curatorial da CineBH, Cleber Eduardo, e da curadora Esther Marçal Fér, que ressaltaram o sonho antigo de trazê-la a Belo Horizonte desde a virada latina do festival, em 2022. “Receber você aqui é mais do que o reconhecimento de uma grande cineasta, é agradecer, gracias, por fazer do Paraguai um lugar que não só vemos na tela, mas que carregamos conosco. Um cinema que nos convida a olhar e sustentar esse olhar;  a escutar as ausências que nos constituem; a lembrar, como diz Maria José Merino, que ‘permanecer e avançar não são movimentos opostos, que podemos habitar o passado sem deixar de imaginar o futuro’”. Em sua fala, Paz Encina escolheu exprimir sua reverência a outros e outras colegas cineastas, evocando, num gesto de humildade e amor, vinte filmes - um para cada ano trilhado pela CineBH (e por ela, em sua carreira) - que mudaram sua vida. Glauber Rocha, Gentino Solanas, Jorge Sanjinés, Maria Luísa Bemberg, Carlos Saguier, Patrício Guzmán, Eduardo Coutinho, Lourdes Portillo, Albertina Carri, João Moreira Salles, Carlos Reygadas, Karin Ainouz, Lucrécia Martel, Tatiana Huezo, Juan Pablo Rabella, Pablo Stoll, Maria Alvárez, Andrés Di Tella, Tomás Gutiérrez Alea, Everardo González e Kiro Russo também foram honrados nesta noite.

 


Já Conceição Evaristo, renomada por uma obra literária que abarca romances, contos, poemas e ensaios, expande sua sensibilidade, agora como atriz, em Se eu fosse vivo… vivia, o mais recente longa de André Novais de Oliveira, recém-laureado como Melhor Filme no Festival de Cinema de Brasília. Pelo protagonismo partilhado entre Evaristo e Norberto Novais de Oliveira, o filme também recebeu uma menção honrosa. Ao falar sobre sua primeira e já inarredável experiência neste outro âmbito de criação por uma transmissão remota, já que o mau tempo a impediu de pousar a tempo na capital mineira, Evaristo exprimiu seu desejo para que outras intercorrências não a impeçam de seguir atuando. Agradeceu, com sua presença calorosa, embora longínqua, à sua família, que recebeu o troféu um seu nome, e à equipe do seu filme de estreia, principalmente ao diretor André Novais. “Quando ele me convidou, perguntei se ele sabia o que estava fazendo. Foi uma experiência inusitada, jamais pensei em vivê-la. Vocês me fizeram. É uma nova experiência com Belo Horizonte, pisando nesta cidade de outra forma para contar uma história de amor. Isso me sensibiliza muito, essa escrevivência que André leva para o filme”. Novais, por sua vez, comentou como “foi bonito o jeito que ela aceitou o convite, pois adorava desafios. Isso diz muito dela e do jeito que ela abraçou a equipe, e que a equipe abraçou ela. Foi muito especial”.

 

A noite se encerrou com a pré-estreia elétrica e calorosa de Se eu fosse vivo…vivia no território da produtora Filmes de Plástico, cuja trajetória se entrelaça com a do próprio festival. Transitando, com humor e singeleza, entre as delicadezas do cotidiano e as possibilidades políticas do fantástico, o filme atiça sensibilidades e aguça inquietudes, animando o público para uma programação vasta e igualmente vibrante, que promete ecoar, ao longo de seis dias, a força e a autonomia criativa do cinema brasileiro e latino-americano.


A 20ª CineBH – Mostra Internacional de Cinema de Belo Horizonte e o 17º Brasil CineMundi integram o Cinema sem Fronteiras 2026 – programa internacional de audiovisual idealizado pela Universo Produção e que reúne também a Mostra de Cinema de Tiradentes (centrada na produção contemporânea, em janeiro) e a CineOP – Mostra de Cinema de Ouro Preto (que difunde o audiovisual como patrimônio e ferramenta de educação, em junho).

Fndação Clóvis Salgado (Cine Humberto Mauro, Sala Juvenal Dias, Teatro João Ceschiatti e Jardim Interno), Cine Theatro Brasil (Grande-Teatro, Teatro de Câmara, Galerias 5º e 6º andar, Terraço), Cine Belas Artes, Sala de Cinema Minas Tênis Clube, Cine Santa Tereza, Teatro Sesiminas, Casa da Mostra e Praça da Liberdade


LEI FEDERAL DE INCENTIVO À CULTURAESTE PROJETO É REALIZADO COM RECURSOS DA LEI MUNICIPAL DE INCENTIVO À CULTURA DE BELO HORIZONTE

Patrocínio Master: PETROBRAS

Patrocínio: REDE MATER DEI DE SAÚDE

Parceria: MINISTÉRIO PÚBLICO DE MINAS GERAIS, PREFEITURA DE BELO HORIZONTE ATRAVÉS DA SECRETARIA MUNICIPAL DE CULTURA

Apoio: CASA DA MOSTRA, CTAV

Corealização: INSTITUTO UNIVERSO CULTURAL

Idealização e Realização: UNIVERSO PRODUÇÃO

MINISTÉRIO DA CULTURA


No Instagram: @universoproducao   No Youtube: Universo Produção

No Twitter: @universoprod         No Facebook: brasilcinemundi/cinebh / universoproducao

No LinkedIn: universo-produção

Site oficial do evento:  www.cinebh.com.br

 


Mês das Crianças: 6 experiências diferentes para curtir Maceió em família

 

Outubro é o mês perfeito para transformar uma viagem em família em uma coleção de novas descobertas. Em Maceió, além das praias que já fazem parte do imaginário de quem visita Alagoas, existem experiências menos óbvias que podem deixar a viagem com crianças ainda mais especial.

Para quem pretende aproveitar o Mês das Crianças na capital alagoana, a dica é ir além do roteiro tradicional e incluir atividades que misturam natureza, cultura, gastronomia e diversão. Confira seis sugestões:

  1. Conhecer a Área de Proteção Ambiental de Santa Rita

Localizada próxima a Maceió, a região de Santa Rita reúne manguezais, lagoas e áreas de preservação ambiental. O passeio é uma oportunidade para apresentar às crianças diferentes paisagens do litoral alagoano e mostrar que a natureza local vai muito além do mar.

  1. Fazer um passeio de jangada até as piscinas naturais de Ipioca


As piscinas naturais são uma das experiências mais especiais do litoral de Alagoas e, em Ipioca, podem fazer parte de um passeio em família. Na maré baixa, as águas ficam rasas e cristalinas, criando um cenário perfeito para observar peixinhos e conhecer de perto a vida marinha.

  1. Visitar o Museu do Instituto Histórico e Geográfico de Alagoas

Para uma pausa nas atividades ao ar livre, o museu é uma oportunidade de apresentar às crianças um pouco da história e da cultura alagoanas. O acervo reúne objetos, documentos e elementos que ajudam a contar a história do estado de maneira diferente da tradicional programação de praia.

  1. Conhecer o artesanato das rendeiras do Pontal da Barra

No Pontal da Barra, o tradicional filé alagoano ganha vida pelas mãos das artesãs locais. Além de comprar uma lembrança, a visita permite que as crianças conheçam uma técnica artesanal que faz parte da identidade cultural do destino e observem de perto o trabalho das rendeiras.

  1. Reservar um dia para descobrir sabores de Alagoas

Viajar também é experimentar. Para as famílias, uma programação gastronômica pode se transformar em uma experiência divertida: provar frutas regionais, conhecer doces típicos e conhecer pratos que levam ingredientes encontrados em diferentes regiões do estado. É uma maneira saborosa de apresentar Alagoas aos pequenos. Não esqueça de provar o sururu e a peixada no leite de coco. 

  1. Conhecer um dos cenários mais preservados do litoral de Maceió

Para famílias que gostam de natureza, Ipioca, a cerca de 20 km de Maceió, é uma alternativa para conhecer uma região mais tranquila da capital. A combinação de coqueiros, piscinas naturais e águas claras cria um cenário diferente e permite aproveitar o litoral com mais contato com a natureza.

Maceió para todos os momentos da viagem


A diversidade de experiências é um dos motivos que faz da capital alagoana um destino interessante para famílias. É possível alternar dias de praia com passeios culturais, experiências gastronômicas e momentos de descanso, criando um roteiro que agrade tanto às crianças quanto aos adultos.

Para completar essa experiência, a escolha da hospedagem também entra no planejamento. A MME Hotéis reúne opções que acompanham diferentes estilos de viagem, desde hotéis na orla urbana até resorts em Ipioca.


No Mês das Crianças, a proposta é aproveitar Maceió sem pressa, permitindo que os pequenos descubram novos lugares, conheçam a cultura local e, claro, tenham bastante espaço para brincar. Afinal, algumas das melhores lembranças de uma viagem começam justamente quando o roteiro sai do óbvio.

Para mais informações, acesse: mmehoteis.com.br

 

Em Ipioca, novo resort da MME combina a modalidade com serviços all inclusive e uso anual programado



Planejar as férias com antecedência, garantir um período de utilização em um empreendimento turístico e ter acesso à estrutura de um resort sem comprar o imóvel inteiro. Essa é a lógica por trás do direito de uso, modelo de contratação que vem sendo utilizado no mercado de férias compartilhadas e que terá uma nova aplicação em Ipioca, em Maceió (AL), com o Ipioca Mar Resort All Inclusive, da MME Vacation Club.


A principal característica do sistema está na relação estabelecida entre consumidor e empreendimento. Em vez de adquirir uma fração imobiliária, como ocorre na multipropriedade, o cliente contrata o direito de utilizar determinada estrutura durante um período previamente definido. O imóvel continua pertencendo ao empreendimento, o que é adquirido é o direito de usufruir dele nas condições estabelecidas em contrato.



Na prática, é uma mudança importante na forma de pensar a compra. O consumidor não está buscando necessariamente patrimônio imobiliário, mas acesso recorrente a um produto turístico. A contratação pode ser interessante para quem costuma viajar todos os anos e prefere transformar parte desse planejamento em um período previamente estabelecido de hospedagem.


No direito de uso, as condições precisam estar claramente previstas no contrato, incluindo duração, período de utilização, regras de reserva, serviços incluídos, custos e demais obrigações. Por isso, antes da contratação, é importante analisar as condições específicas oferecidas pelo empreendimento.

A modalidade também se diferencia da multipropriedade. Nesta, o proprietário participa das despesas de manutenção, condomínio e demais custos relacionados à unidade, normalmente de forma proporcional à sua fração. No direito de uso, como não existe aquisição de uma parte do imóvel, o consumidor não assume essas despesas na condição de proprietário.

Essa diferença pode influenciar a decisão de quem avalia uma alternativa para as férias. Para o consumidor que não tem interesse em comprar uma propriedade em um destino turístico, a segunda possibilidade pode fazer mais sentido por direcionar o investimento ao uso.

Opção para desfrutar das férias todos os anos


É nesse cenário que se insere o Ipioca Mar Resort All Inclusive. Em fase de lançamento, o empreendimento tem previsão de entrega para 2030 e será estruturado no regime de direito de uso. A proposta combina o modelo de acesso programado com o conceito all inclusive, concentrando hospedagem, alimentação, bebidas, lazer e serviços no próprio resort.

A localização também faz parte da proposta. O projeto será implantado em Ipioca, região litorânea de Maceió conhecida pela faixa de praia e pelo perfil turístico. A ideia é que o hóspede tenha no próprio empreendimento uma estrutura capaz de concentrar boa parte da experiência de viagem, reduzindo a necessidade de organizar separadamente hospedagem, alimentação e atividades durante a estadia.

Para famílias, esse formato pode ter um componente adicional de previsibilidade. Em vez de começar a pesquisa de hospedagem do zero a cada viagem, o consumidor que contrata um período de uso passa a contar com uma previsão de utilização conforme as regras estabelecidas no contrato. É uma lógica semelhante à de antecipar parte do planejamento das férias, mas aplicada a um empreendimento específico.

Outra vantagem é a possibilidade de trocar períodos de hospedagem por estadias em outros destinos através da parceria que a empresa mantém com a RCI.

O conceito não significa, porém, que todas as condições sejam iguais para qualquer contrato. Período de utilização, duração do direito, custos adicionais, possibilidade de transferência, regras para convidados e demais condições devem ser verificados individualmente antes da aquisição. A análise desses pontos é essencial para entender se o modelo se encaixa na frequência de viagens e no orçamento de cada família.

A experiência da MME

A MME Vacation Club já atua no segmento de férias compartilhadas em Ipioca e possui mais de 7 mil famílias clientes. O grupo também mantém empreendimentos em diferentes formatos. O Ipioca Beach Residence & Resort opera em regime de multipropriedade, enquanto o Ipioca Beach Home Collection está em construção, também sob esse modelo, com previsão de entrega para 2027.

O Ipioca Mar Resort segue uma proposta diferente dentro desse portfólio. Ao adotar o direito de uso, o projeto coloca o foco na utilização periódica do resort, e não na aquisição de uma fração imobiliária. Associado ao sistema all inclusive, o formato procura atender um público que valoriza previsibilidade, estrutura de lazer e a possibilidade de concentrar as principais despesas da viagem em uma única contratação.

Para quem costuma reservar férias todos os anos, a questão central passa a ser menos a propriedade do imóvel e mais a frequência com que o benefício será utilizado. É justamente nessa mudança de perspectiva que o direito de uso encontra seu espaço: transformar uma despesa que tradicionalmente é feita a cada viagem em um planejamento de longo prazo, com acesso previamente estabelecido a um empreendimento turístico.

Mais informações: mmevacationclub.com.br


Casa Rosada reúne a história da capital mineira




O casarão histórico localizado na rua da Bahia, n. 2.425, em frente ao Minas Tênis Clube , chama a atenção das pessoas pela beleza da construção, a cor rosa pintada nas paredes, da casa  casa de 1929, do arquiteto Luiz Signorelli,  representa a primeira fase de ocupação da região da capital mineira, que foi fundada em 1897.  A Casa Rosada , conhecida por sua coloração, é patrimônio arquitetônico da capital, concebido sob o estilo arquitetônico eclético, com influência neoclássica.
             

Tombado pelo Conselho Deliberativo do Patrimônio Cultural do Município de Belo Horizonte em 2002,  o imóvel cultural está inserido no “Conjunto Urbano Rua da Bahia e Adjacências”. A cessão para gestão do Minas Tênis Clube é válida por 20 anos, foi no ano passado , quando o tradicional clube comemorava 90 anos de atividades.

O presidente do Minas Tênis Clube,  Carlos  Henrique Martins Teixeira, recebeu jornalistas especializados em turismo para uma visita na Casa Rosada Gasmig Minas. Durante a visita, que teve a presença dos associados da FEBTUR-MG- Federação Mineira de Jornalistas e Comunicadores de Turismo de Minas Gerais e da Abrajet MG- Associação Brasileira de Jornalistas de Turismo de Minas Gerais,  o presidente mostrou que o Minas Tênis Clube, vem posicionando com uma força propulsora para o turismo e a cultura dos mineiros. “Nosso compromisso é com o povo mineiro e é materializado em equipamentos como a própria Casa Rosada Gasmig Minas e o Centro Cultural Unimed-BH Minas. O corredor cultural da Rua da Bahia está em constante ampliação e hoje fazemos parte desta expansão. Nossos espaços são totalmente abertos à população e atuam como importantes fortalecedores da cultura, do patrimônio e da memória local”, afirmou Carlos Henrique.


Presidente Carlos Henrique com os jornalistas

Carlos Henrique e o jornalista Sérgio Moreira-presidente FEBTUR MG
Associados da FEBTUR MG

O presidente também destacou o papel da gastronomia na proposta da Casa Rosada, especialmente por meio da Cozinha Gasmig Minas por Afeto, espaço nos fundos do casarão da década de 20, onde os sabores da culinária mineira é servido aos visitantes em um ambiente inspirado no acolhimento dos tradicionais quintais das casas de família.

Considerado um celeiro de atletas, com  histórico de títulos nacionais, internacionais e olímpicos, mais de 1.000 atletas federados, distribuídos em nove modalidades esportivas de alto rendimento, o Clube coleciona inúmeros títulos nacionais e internacionais. A educação também está no DNA do Minas, oferecendo 27 modalidades de cursos para mais de 20 mil alunos minastenistas. O Clube ainda é um polo disseminador de cultura, com o Centro Cultural Unimed-BH Minas que conta com espaços públicos e eventos para produções artísticas e atividades recreativas que promovem saúde, lazer e bem-estar.   

Carolina, Ebany e Gabriel 

Os jornalistas acompanhados dos orientadores Carolina, Ebany e Gabriel conheceram a exposição da história de Belo Horizonte, em seus 128 anos de fundação. , com  a exposição  “Habitar o in/visível - Coabitar a cidade”, com curadoria de Marconi Drummond e Maurício Meirelles.

Construção do viaduto Santa Tereza
                                 
Acidente do trólebus na década de 50



Objetos da história da capital mineira

Com fotografias históricas, registros de diferentes épocas e narrativas que despertaram os visitantes.

A mostra convida o visitante a descobrir Belo Horizonte sob perspectivas surpreendentes. A narrativa começa muito antes da construção da capital, resgatando registros de povos caçadores e coletores que habitaram o território há milhares de anos, e avança pela transformação urbana, arquitetônica, social e cultural da cidade até os dias atuais.


A exposição da  Casa Rosada foi inaugurada em 2025 e vai ficar por mais 4 anos, onde os visitantes terão a oportunidade de conhecer curiosidades da arquitetura, história, patrimônio e experiências culturais. Seu conjunto reúne conhecimento, arte, gastronomia e hospitalidade em uma proposta que valoriza a identidade de Minas Gerais.

Funcionamento: terça-feira a sábado, das 12h às 19h; domingos e feriados, das 12h às 18h



https://minastenisclube.com.br/cultura/

TEUEL TRANSFORMA O WHATSAPP EM UM ACERVO PRIVADO DE MEMÓRIAS DA FAMÍLIA

 


A memória da família não precisa de mais um aplicativo. Precisa de um lugar onde ela não se perca.

Há vinte anos, as famílias tinham álbuns. Hoje, têm dezessete mil fotos no celular, um grupo de WhatsApp que desaparece a cada limpeza de armazenamento e, muitas vezes, uma avó cuja voz ninguém gravou.

O que se perdeu não foi a imagem — é fácil tirar foto. O que se perdeu foi a história por trás dela, e quem sabia contar.

É para preservar essa camada da memória que nasceu o Teuel, plataforma de memória familiar e legado digital que funciona diretamente pelo WhatsApp. Fotos, vídeos, áudios e histórias se transformam em um acervo privado, acessível apenas pela família.

O objetivo não é publicar. É guardar

COMO FUNCIONA

A pessoa envia uma foto pelo WhatsApp, como enviaria para qualquer contato. O Teuel responde perguntando o que aquela imagem representa — e a pessoa pode contar a história falando.

Em segundos, a foto se transforma em uma memória com data, texto e a voz original de quem contou.

Não é preciso instalar aplicativo, preencher cadastro, criar senha ou aprender uma nova interface. O produto acontece dentro do aplicativo que o brasileiro já utiliza diariamente.

147 milhões de brasileiros no WhatsApp
99% dos brasileiros conectados usam o aplicativo
96% abrem o aplicativo todos os dias

 

A FACILIDADE NÃO É CONVENIÊNCIA — É O QUE DECIDE SE A MEMÓRIA EXISTE

Toda tentativa de guardar a memória de uma família pode morrer no mesmo lugar: o atrito.

Instalar. Aprender. Criar senha. Lembrar de voltar.

A avó não instala aplicativo. O tio não inventa senha. Quem tem setenta anos não vai aprender uma tela nova para contar uma história que já conta na mesa do almoço há quarenta anos.

E esse é justamente o problema: quem tem as melhores histórias é, muitas vezes, quem tem mais dificuldade com tecnologia.

Qualquer barreira, por menor que pareça, exclui justamente quem o produto existe para ouvir.

O Teuel não pede nenhuma dessas quatro coisas.

A pessoa manda uma foto para um contato do WhatsApp e responde falando — exatamente como já faz no dia a dia.

Quem é convidado recebe o convite pelo WhatsApp de quem convidou. E ninguém precisa lembrar de voltar: de tempos em tempos, o Teuel envia uma memória antiga de volta para a conversa.

O acervo procura a família, e não o contrário.

No site, a família encontra uma linha do tempo com cada memória: foto, texto e áudio original.

Cada integrante entra com o próprio WhatsApp e acessa o mesmo acervo — podendo comentar, reagir e acrescentar o que lembra.

O que uma pessoa guarda, a família inteira herda.

O QUE O TEUEL FAZ QUE UM ÁLBUM NÃO FAZ

A voz vira texto. O texto vira busca.

Todo áudio enviado é transcrito.

Daqui a vinte anos, procurar a palavra “fazenda” pode levar ao dia em que o avô contou como era a fazenda — com a voz dele, e não apenas com um resumo.

Também é possível filtrar por pessoa e ouvir apenas aquilo que determinado familiar contou.

O calendário da família

Há datas que se repetem a vida inteira e nem sempre estão escritas em lugar algum: aniversários, casamentos e dias de lembrar de quem partiu.

Quando um aniversário se aproxima, a família é convidada a gravar um recado. A mensagem fica guardada e só é entregue ao aniversariante no dia marcado, sem que ele veja antes.

O herdeiro digital

Quem assina indica quem deverá receber o acervo inteiro da família caso um dia não esteja mais aqui.

O Teuel avisa antes, mais de uma vez, e somente então faz a entrega.

É a diferença entre guardar uma memória e garantir que ela chegue a alguém.

Um álbum permanecia na estante. Um acervo digital fica atrás de um telefone que, um dia, pode deixar de ser atendido.

UM USO QUE OS PRIMEIROS USUÁRIOS ENCONTRARAM SOZINHOS

Pais têm usado o Teuel para registrar os próprios filhos aprendendo a falar.

O jeito errado e bonito de dizer uma palavra dura poucos meses e não volta. E, diferente de uma foto, ninguém pensa necessariamente em registrar esse momento.

Como todo áudio entra com data e transcrição, o acervo se transforma em uma linha do tempo da fala da criança, pesquisável palavra por palavra — inclusive vinte anos depois.

“Todo mundo tem milhares de fotos e quase nenhuma história. Daqui a vinte anos ninguém vai querer ver mais uma foto de aniversário — vai querer ouvir a avó contando por que aquele dia importava. O Teuel existe para que essa voz não dependa de alguém ter tido a ideia de gravar.”

Sady Viana - Fundador do Teuel


PRIVACIDADE COMO ARQUITETURA, NÃO COMO PROMESSA

O acervo é privado por construção.

Não existe página pública, não existe perfil, e o conteúdo — foto, vídeo, áudio e transcrição — não é usado para publicidade nem cedido a terceiros com finalidade comercial.

O recado de aniversário, por exemplo, não é apenas escondido dos outros: ele nem chega a existir na linha do tempo da família, para que nenhum descuido futuro possa revelá-lo.

A Política de Privacidade descreve cada envio, com a base legal de cada um, e está disponível em teuel.com.

 O Teuel é uma plataforma de memória familiar e legado digital que funciona pelo WhatsApp, operada pela Zelara TechSolutions Ltda. , de Belo Horizonte.

Os planos, as condições e a documentação legal estão disponíveis em teuel.com.

PARA A IMPRENSA - Material disponível mediante solicitação:

  • Imagens do produto
  • Demonstração guiada pelo WhatsApp
  • Entrevista com o fundador

Sady Viana
FOUNDER · TEUEL
31 9 9971-0899

 contato  pelo WhatsApp.

contato@teuel.com · teuel.com

De Bruno Mars à primeira Câmara Municipal de BH: caminhada cultural revela as histórias e as curiosidades da Rua da Bahia





O que Bruno Mars, Hilda Furacão e Carlos Drummond têm em comum? Ainda que pareçam mundos distantes, todos eles, em momentos importantes de suas vidas, percorreram a Rua da Bahia, uma das vias mais emblemáticas da capital mineira. Para resgatar essas histórias e revelar curiosidades sobre construções e edifícios singulares, o Ponto Cultural CDL promove, neste sábado, 26, uma caminhada pela Rua da Bahia. A proposta é apresentar aos participantes, quarteirão a quarteirão, episódios marcantes do local e acontecimentos inusitados que contribuíram para formar a identidade cultural de Belo Horizonte e de sua população. 


“A rua da Bahia guarda a história de personagens inesquecíveis de Belo Horizonte como Hilda Furacão, Cintura Fina, Pedro Nava, Rômulo Paes e Carlos Drummond de Andrade. E, em tempos mais recentes, a passagem do astro pop, Bruno Mars. Temos ainda edifícios como Itatiaia, Maletta e o atual Museu da Moda que, apesar de muitos acharem que era uma igreja, foi a primeira Câmara Municipal da cidade”, adianta o museólogo da CDL/BH e condutor da caminhada, Allysson Gudu. 


O percurso começa às 9 horas com visita ao Ponto Cultural CDL, centro de memórias do setor de comércio e serviços e da capital, e segue por cinco quilômetros ao longo da Rua da Bahia. O término está previsto para o meio-dia e a classificação é livre, sendo que menores de 15 anos devem estar acompanhados dos pais ou responsáveis. “Em caso de chuva, o evento será remarcado. Sugerimos o uso de protetor solar e garrafas de água”, alerta Gudu. 

Casa Rosada
Museu da Moda

Basílica Nossa Senhora de Lourdes


Alguns dos locais a serem visitados  - Praça da Estação - Estação Central; Viaduto da Floresta; Centro de Memória da Engenharia; Montê - antigo 104 tecidos; Centro Cultural do Tribunal Regional do Trabalho; Centro Cultural da UFMG; Museu da Moda; Edifício Maletta; Museu Inimá de Paula; Basílica Nossa Senhora de Lourdes; Biblioteca Pública Estadual de Minas Gerais; Casa Rosada; Praça da Liberdade. 



Local de encontro: Ponto Cultural CDL - Avenida João Pinheiro, 495 - Boa Viagem (sede da CDL/BH)

Inscrições: https://www.sympla.com.br/evento/caminhada-patrimonial-rua-da-bahia-passo-a-passo/3565063  

20ª CineBH - Mostra Internacional de Cinema de Belo Horizonte

A 20ª CineBH – Mostra Internacional de Cinema de Belo Horizonte e o 17º Brasil CineMundi – International Coproduction Meeting começara...