quinta-feira, 15 de outubro de 2026

Golden Tulip Natal Ponta Negra é o hotel oficial do Festival MADA 2026 e oferece tarifa especial durante o mês de outubro

 





O Golden Tulip Natal Ponta Negra é o hotel oficial do Festival MADA – Música Alimento da Alma 2026, que acontece nos dias 16 e 17 de outubro, no gramado da Casa de Apostas Arena das Dunas, em Natal, RN, e durante todo o mês de outubro, oferece tarifa especial de hospedagem. Parte da programação dos festejos de dez anos de operações em 2026, a parceria acontece pela segunda vez consecutiva e reforça o posicionamento do Golden Tulip Natal como hotel que apoia e promove arte, cultura e experiências autênticas, fortalecendo a imagem da marca junto ao público jovem, conectado e criativo.

Ao longo do Festival MADA, o hotel promoverá diversas iniciativas para aproximar os hóspedes da experiência do festival, como concursos culturais e ações promocionais com premiação de ingressos para o festival e ativações temáticas dentro do hotel, a fim de criar uma experiência conectada ao universo do evento. 

As condições especiais de hospedagem incluem a reserva de um apartamento duplo, garantindo a hospedagem de uma terceira pessoa (a partir de 12 anos), sem custo adicional, em acomodação tripla. A campanha promocional é válida exclusivamente para reservas diretas realizadas por meio da nossa Central de Reservas (WhatsApp) 84 3646 01 00, com hospedagens entre 1º e 31 de outubro de 2026.

"Renovar, pelo segundo ano consecutivo, a parceria como hotel oficial do Festival MADA é motivo de orgulho para o Golden Tulip Natal Ponta Negra. O evento vai além da música: promove encontros, celebra a diversidade e cria experiências que permanecem na memória das pessoas. Esse propósito conversa diretamente com o que buscamos oferecer aos nossos hóspedes todos os dias: uma experiência de hospedagem acolhedora, autêntica e conectada ao melhor de Natal. Em um ano tão especial, em que comemoramos os dez anos do hotel, essa parceria reforça nosso compromisso em apoiar iniciativas que valorizam a cultura, fortalecem o turismo e proporcionam experiências marcantes para quem escolhe viver o destino conosco”, destaca o gerente-geral do hotel, Hedeilson Barbosa.  

Grandes nomes da música nacional

O MADA é um dos principais festivais de música do Nordeste e contará com grandes nomes da cena nacional, como Zeca Pagodinho, Marina Sena, Duquesa, Emicida, Gaby Amarantos, BayanaSistem, entre outros artistas que representam diferentes estilos e gerações da música brasileira.

Além de receber artistas, músicos e visitantes de diferentes regiões, o hotel se torna ponto de referência durante todo o evento, já que possui uma localização privilegiada, com fácil acesso à praia, a centros comerciais e aos principais pontos turísticos aos participantes do evento.

Hospitalidade e requinte -Moderno e bem localizado, o Golden Tulip Natal Ponta Negra é ideal para quem busca um hotel sofisticado e com boa gastronomia. Próximo ao Centro de Convenções de Natal, é de fácil acesso aos litorais Norte e Sul, aos polos industriais da cidade e à principal rota ao novo aeroporto, na cidade de São Gonçalo. 


Com vista privilegiada para a Praia de Ponta Negra, possui 161 quartos amplos e confortáveis, divididos em quatro categorias: standard, superior, deluxe e master suíte. Todas as unidades são equipadas com TV, ar-condicionado, frigobar, cofre e internet wi-fi gratuita aos hóspedes. Conta também com quartos totalmente adaptados a portadores de necessidades especiais (PNE).


O hotel oferece ainda piscina, fitness center, business center, estacionamento coberto com manobrista, serviço de mensageiros, room service 24 horas, além de quatro salas de eventos com capacidade para acomodar até 200 pessoas e duas salas de apoio. O café da manhã é incluído na diária do hóspede, servido no renomado restaurante Yuru, uma das melhores opções gastronômicas da cidade. 

 

 Av. Engenheiro Roberto Freire, 4.382 - Ponta Negra, Natal

Reservas e informações: (84) 3646-0100 / gtpn.coordenacaoreservas@goldentulip.com.br
Redes sociais: @goldentulipnatal / @yurupontanegra

Site: Golden Tulip Natal Ponta Negra

Festuris Gramado terá Saquê Bar com um dos 108 Sake Samurai do mundo

 

Japão estreia no Festuris com experiência dedicada à bebida milenar; brasileiro Fabio Ota estará à frente da imersão e explica como escolher, servir e harmonizar um bom saquê 



Uma taça de saquê pode contar muito sobre o Japão. O arroz, a água, o clima, as técnicas de fermentação e até as características de cada região produtora ajudam a criar diferentes estilos de uma bebida que atravessou fronteiras e hoje está presente em restaurantes e bares de diferentes partes do mundo.

Em novembro, um pouco desse universo chegará a Gramado (RS). Pela primeira vez em 38 edições, o Japão participará do Festuris – Feira Internacional de Turismo de Gramado, em uma experiência que pretende aproximar os visitantes não apenas do destino, mas também de sua cultura e gastronomia. O país estará no Espaço Luxury, onde terá um ambiente próprio e, entre as atrações, um Saquê Bar.

Quem ajudará a conduzir essa viagem pela bebida será o Sake Samurai brasileiro Fabio Kenji Ota, fundador da Mega Sake e um dos principais especialistas no assunto no Brasil. Neto de japoneses, Ota conheceu o Japão com 13 anos e já retornou ao país cerca de 30 vezes. Em 2023, recebeu em Kyoto o título de Sake Samurai, distinção concedida a pessoas que contribuem para difundir a cultura do saquê no mundo.

A relação entre os brasileiros e a bebida, no entanto, começou muitas décadas antes. O saquê chegou ao país junto com a cultura trazida pela imigração japonesa, iniciada oficialmente em 1908. Na década de 1930 foi criada em Campinas, no interior de São Paulo, a empresa que daria origem à primeira produção comercial de saquê no Brasil. 

 

Crédito da Foto: Keiny Andrade

 

 

Quase um século depois, o cenário mudou. O saquê deixou de ocupar apenas as mesas de restaurantes japoneses e passou a aparecer em cartas de bebidas, menus de harmonização e casas de alta gastronomia. A empresa fundada por Ota atende hoje mais de 500 bares e restaurantes.

Essa conexão entre destino, cultura e gastronomia também está por trás da estreia japonesa no Festuris. Para a CEO da Rossi & Zorzanello e idealizadora do Festuris, Marta Rossi, o viajante de alto padrão vem buscando experiências cada vez mais autênticas e conectadas à cultura local.

“Existe uma mudança na forma como o viajante de alto padrão escolhe seus destinos. Hoje ele busca acesso à cultura, à gastronomia e a experiências que dificilmente poderiam ser reproduzidas em outro lugar. A estreia do Japão no Festuris traduz muito desse movimento: é um destino que reúne tradição e uma identidade muito própria, e queremos aproximar o nosso público desse universo”, afirma a CEO. 

Em Gramado, a proposta é que o Japão comece a ser descoberto justamente por uma dessas experiências: uma bebida profundamente ligada à história, aos hábitos e à cultura do país.

O 38º Festuris será realizado de 12 a 15 de novembro de 2026, no Serra Park, em Gramado. Considerado um dos principais encontros de negócios turísticos das Américas, o evento reúne destinos, marcas, profissionais e experiências ligadas ao turismo nacional e internacional. As inscrições estão abertas e podem ser feitas pelo site oficial: festurisgramado.com

Mas, afinal, como escolher um bom saquê? A bebida deve ser tomada quente ou gelada? E por que ela combina com muito mais do que a gastronomia japonesa? Fabio Ota responde essas e outras curiosidades e conta o que o público poderá encontrar na experiência que será apresentada em Gramado. 

1 - Para quem ainda conhece pouco o saquê, o que é importante saber sobre a bebida? 

Primeiro, não deve se preocupar se ainda não conhece muito. O aprendizado é um caminho, da mesma forma como aprendemos a tomar vinho. Aliás, a melhor forma de beber e aproveitar saquês de qualidade é usar taça de vinho, que todo restaurante ou consumidor já tem. O saquê é a bebida alcoólica que tem a maior quantidade de umami. Ele é o quinto gosto, ainda pouco conhecido no Ocidente. Conhecemos bem o doce, o salgado, o azedo e o amargo, mas o umami, que é esse gosto que motiva as pessoas a comerem e beberem mais, ainda é um mistério por aqui. 

Por possuir muito umami, quatro vezes mais do que o vinho ou a cerveja, o saquê é a bebida que mais combina com comida – qualquer tipo, não só a japonesa. Saquê vai bem com pizza, com churrasco, queijo, com tudo.

Outra coisa que pouca gente sabe é que a bebida deve ser guardada na geladeira e, infelizmente, são poucos os importadores que trazem os saquês refrigerados do Japão. Especialmente pela distância e pelo tempo que demora, na Mega Sake utilizamos containers a -5°C e depósito refrigerado, o que mantém a qualidade da bebida.

 

2 - Como escolher um bom saquê e quais harmonizações com a gastronomia você considera mais interessantes?

Em primeiro lugar é preciso se atentar para a logística. Como o saquê é uma bebida que deve ser mantida refrigerada, comprar da estante à temperatura ambiente já não é bom. Mas também não significa que, só por estar em geladeira, o saquê foi importado refrigerado. Caso não tenha sido, o dano já está feito. Não que ele estrague completamente, mas os aromas e o sabor são afetados, e a percepção de álcool aumenta na boca e no nariz.

Aliás, os saquês que mais sofrem com falta de refrigeração são os mais caros, que têm o arroz mais polido e, portanto, necessitam de muito mais matéria-prima para se produzir o conteúdo de uma garrafa. Além de o maior polimento já não significar melhor qualidade, também são mais frágeis.

Em 2025, abri, em São Paulo, o restaurante Miyabi, que já vem sendo reconhecido por diversos prêmios e é uma casa de culinária kaiseki (a alta gastronomia sazonal do Japão) com harmonização de saquês. 

No Japão e no Miyabi cada prato é testado com diversos saquês, a diversas temperaturas e, muitas vezes, com taças, copos diferentes e infusões. Então, reluto muito em divulgar uma harmonização que sempre dê certo. Já tivemos que trocar o saquê escolhido porque a origem do atum ou da vieira, naquela semana, foi diferente – uma vieira canadense não tem o mesmo sabor e consistência da vieira japonesa, por exemplo.

Mas posso dizer que alguns saquês ficam incríveis com queijos brasileiros (claro que, com alguns deles, já que a variedade é enorme). E, como dica, a melhor harmonização do saquê ocorre dentro da boca, ou seja, não é só comer, engolir e depois beber. Nós sempre recomendamos que coloquemos um pouco de comida e um pouco de saquê ao mesmo tempo na boca. Isso sim é uma harmonização de fato.

 

3 - Do que o saquê é feito? Qual o seu teor alcoólico e temperatura ideal para tomar? 

O saquê é um fermentado, como o vinho, embora seu processo de produção seja bem mais complexo – considerando que o arroz, de que ele é feito, não possui açúcar como a uva. Então você primeiro tem que cozinhar o arroz e fazer com que o amido contido no grão vire açúcar, para que possa produzir álcool. 

Muita gente acaba achando que o saquê é uma bebida destilada ou com um grau alcoólico alto, talvez por o terem experimentado pela primeira vez numa caipirinha. E a caipirinha, tradicionalmente feita de cachaça, também tem variações com vodca ou saquê. Desses três, o único que é fermentado é o saquê, mas pode ficar a impressão para o público de que ele é um destilado ou tem um grau alcoólico alto como a cachaça ou a vodca. A verdade é que o saquê tem um grau alcoólico entre 13% e 16%, ou seja, muito parecido com o vinho, embora também existam saquês com grau alcoólico abaixo de 10%. 

O saquê é, provavelmente, a bebida mais versátil do mundo, já que pode ser tomado a, literalmente, qualquer temperatura, inclusive super quente, a cerca de 60°C. No Japão há bares que só servem saquê quente, embora esse não seja um costume tão difundido em países mais quentes. 

Gosto muito de tomar saquê em temperatura de vinho branco leve, a cerca de 10°C. Se o saquê tiver sido importado e mantido refrigerado, ele vai manter seus aromas e, então, será melhor apreciado numa taça de vinho.

 

4- O Japão estará pela primeira vez no Espaço Luxury do Festuris. O que o público pode esperar da sua participação e da experiência que será apresentada em Gramado? 

Eu tenho viajado de três a quatro vezes ao ano para o Japão nos últimos dez anos e sempre apostei que todo o mundo iria querer visitar o país com frequência. Afinal, quem não quer conhecer um país com uma cultura e atrações fantásticas, gastronomia e hospitalidade incríveis e que ao mesmo tempo é super seguro, amigável e, mais recentemente, acessível? Mas, tendo conhecido alguns dos melhores hotéis do Japão, de férias com a família, posso dizer também que o turismo de luxo por lá é ainda mais surpreendente, menos expansivo e espalhafatoso do que em outros mercados, mas extremamente elegante, detalhista e com um nível cultural e de serviço inigualável. 

Então, o que o turista brasileiro está descobrindo – e se apaixonando – no Japão hoje é apenas uma pequena amostra do que o mercado de turismo por lá pode oferecer, com o destaque da hospitalidade e da gastronomia de alto luxo. 

Ou seja, nossa participação no Espaço Luxury é resultado dessa percepção do público, e tem por objetivo mostrar que estamos somente começando. E basta ver que quem já foi uma vez para o Japão geralmente já está planejando a próxima viagem para lá. E quem já bebeu saquê japonês sempre deixa um espaço na adega ou na geladeira para algumas garrafas desta bebida maravilhosa.

A ideia é apresentar o quão rico é o universo do saquê e quanto ele pode ser um dos muitos aspectos de uma viagem fantástica ao Japão.

5 - O que significa o título de Sake Samurai?

É o título mais importante dado pelos produtores de saquê do Japão às pessoas que trabalham para divulgar a bebida e a cultura japonesa no mundo. É um título reconhecido pelo governo japonês e, atualmente, são 108 Sake Samurais em todo o mundo, entre japoneses e estrangeiros.

Mais do que um reconhecimento pelo trabalho já feito, é um compromisso para continuar e ampliar a divulgação dessa bebida milenar e da cultura japonesa nos mercados em que atuam.

Estapar é a marca de estacionamento mais lembrada pelos brasileiros

 

 

A Estapar foi a marca de estacionamento mais citada sem estímulo pelos brasileiros, segundo levantamento nacional realizado pelo Instituto Datafolha em agosto de 2026. O resultado coloca a empresa na liderança da categoria, em um segmento no qual os consumidores ainda associam poucos nomes de empresas ao serviço de estacionamento.



A  relevância do resultado está também nas características da própria categoria. Nesse cenário, em que a maior parte dos entrevistados não cita uma marca, a  Estapar se destaca como a principal referência lembrada no segmento.

O estudo aponta que o conhecimento da marca cresce de forma expressiva conforme o aumento da renda e escolaridade, atingindo 22% entre o público com ensino superior e das classes A/B. A presença da Estapar também se mostra mais forte entre moradores de regiões metropolitanas e nas regiões Sul e Sudeste. 



“Ser a marca de estacionamento mais lembrada de forma espontânea pelos brasileiros é um reconhecimento muito importante para a Estapar. Temos orgulho de construir essa história há mais de 45 anos e de ver nossa marca ocupar um espaço cada vez mais relevante na memória dos consumidores. Em uma categoria ainda pouco associada a marcas, esse resultado mostra a força e a relevância que construímos ao longo dessa trajetória”, afirma Marcella Mosquini, diretora de Marketing da Estapar.


A pesquisa foi realizada pelo Instituto Datafolha nos dias 3 e 4 de agosto de 2026, por meio de entrevistas pessoais e individuais com 2.050 pessoas de 16 anos ou mais, em todas as regiões do Brasil. A margem de erro máxima para o total da amostra é de dois pontos percentuais, para mais ou para menos, com nível de confiança de 95%.


A Estapar é a maior rede de estacionamentos do Brasil, presente em 115 cidades de 21 estados. A companhia também é responsável pela operação do estacionamento rotativo (Zona Azul) de São Paulo e de outros 20 municípios. Além disso, desenvolveu o Zul+, plataforma digital que reúne mais de 20 funcionalidades voltadas à mobilidade e conta atualmente com 10 milhões de usuários em todo o país. Ao todo, administra mais de 558 mil vagas nos segmentos on-street e off-street. Com mais de 45 anos de atuação, a empresa tem ações negociadas na B3 sob o código ALPK3 e investe continuamente em tecnologia e inovação para oferecer uma experiência cada vez mais integrada aos seus clientes.

 

 


quarta-feira, 14 de outubro de 2026

Intercity BH Expo lança menu de Primavera com pratos leves e releituras de sabores mineiros





Novas estações também trazem novos sabores à mesa. Com a chegada da primavera e dos dias mais quentes, pratos leves, ingredientes frescos e combinações mais coloridas passam a ganhar espaço no cardápio. Inspirado nesse movimento, o Intercity BH Expo, maior hotel da rede Intercity no Brasil e terceiro maior da capital mineira, lança, a partir de 5 de outubro, um menu inédito dedicado à estação. As novas criações do Restaurante Libertas, aberto também ao público, unem a leveza característica do período a referências da gastronomia mineira, com ingredientes como queijo Canastra e milho e uma releitura da clássica combinação de queijo com goiabada.

 


Desenvolvidas pelo Chef Nelson, responsável pela gastronomia do Restaurante Libertas, espaço gastronômico do Intercity BH Expo, as novidades exploram diferentes sabores e texturas a partir de referências da culinária mineira, reinterpretadas de forma leve e contemporânea. Ingredientes como queijo Canastra e milho dividem espaço com uma releitura da clássica combinação de queijo com goiabada, em preparações pensadas para acompanhar a primavera e os dias de temperaturas mais altas.

 

A novidade chega ao cardápio com três opções de prato, sendo elas: Salada Primavera de Frango, Canastra & Pera; Tilápia Grelhada com Purê de Milho; e Semifreddo de Goiaba com Crumble de Queijo. Disponíveis individualmente durante toda a primavera, os pratos inauguram uma proposta de gastronomia sazonal que o hotel pretende manter ao longo das estações do ano.

 

“A gastronomia é uma parte importante da experiência que oferecemos no Intercity BH Expo e queremos que ela dialogue cada vez mais também com o público de Belo Horizonte. A primavera marca o início de uma proposta que pretendemos levar para as demais estações, com novos pratos inspirados no clima e nos ingredientes de cada período, sempre buscando incorporar sabores e releituras da gastronomia mineira. Assim, conseguimos renovar o cardápio ao longo do ano e, ao mesmo tempo, fortalecer a identidade do Restaurante Libertas”, afirma Rodrigo Cançado, diretor do Intercity BH Expo.

 

Do Canastra ao queijo com goiabada -  Na Salada Primavera, folhas e frango grelhado ganham a companhia de queijo Canastra, pera grelhada e castanhas, finalizados com vinagrete cítrico de maracujá e mel. A combinação explora diferentes sabores e texturas: o dulçor da pera encontra a personalidade do Canastra, enquanto as castanhas acrescentam crocância e o vinagrete traz acidez e frescor.

A tilápia grelhada segue a proposta de leveza da estação. O peixe é servido com purê cremoso de milho, salada fresca e azeite verde. A escolha do milho também estabelece uma conexão com ingredientes presentes na cozinha regional, enquanto o conjunto aposta em sabores delicados e equilibrados. É na sobremesa, porém, que uma das combinações mais afetivas da mesa mineira ganha nova apresentação. O tradicional encontro entre queijo e goiabada inspira o Semifreddo de Goiaba com Crumble de Queijo. Gelada e cremosa, a sobremesa combina o sabor da goiaba com a textura crocante do crumble de queijo, em uma releitura contemporânea da conhecida “casadinha” mineira.

 


Gastronomia para além da hospedagem - Rodrigo explica que o Restaurante Libertas atende tanto hóspedes quanto o público externo e que a proposta é ampliar cada vez mais essa relação com os moradores de Belo Horizonte e região.



Segundo ele, os menus sazonais fazem parte desse movimento, trazendo novidades ao cardápio ao longo do ano e fortalecendo o restaurante como uma opção gastronômica na capital. As três criações da primavera estarão disponíveis durante toda a estação e poderão ser pedidas individualmente, com opções de salada, prato principal e sobremesa



informações  https://www.intercityhoteis.com.br/hotel-belo-horizonte

Espaço Cultural Museu Clube da Esquina lança jantar musicado combinando gastronomia, teatro e música mineira

 


A cultura mineira ganha espaço como ferramenta de relacionamento empresarial e geração de negócios em Belo Horizonte. Na quarta-feira, dia 21 de outubro, às 20h, o Espaço Cultural Museu Clube da Esquina, no bairro Santa Tereza, região Leste da capital, realiza o jantar musicado “Memórias de uma Esquina”, experiência que reúne gastronomia, música ao vivo e teatro imersivo.  A iniciativa integra uma estratégia de diversificação das atividades do espaço, que busca ampliar sua presença no mercado de eventos corporativos, turismo de incentivo e experiências culturais voltadas a empresas e visitantes. A proposta utiliza o legado de Milton Nascimento, Lô Borges, Márcio Borges e outros integrantes do Clube da Esquina como diferencial para apresentar Belo Horizonte a novos públicos. Além da programação aberta ao consumidor, o formato permite atender grupos empresariais interessados em promover encontros de relacionamento, confraternizações e atividades de integração fora dos ambientes convencionais de negócios. 


O estabelecimento informa que desenvolve experiências destinadas a empresas, profissionais do setor de turismo e organizadores de eventos. Jantar une ainda teatro e música entre as mesas Inspirado nos moldes de jantares de negócios de Nova York, Roma e Buenos Aires, a apresentação, terá atores-cantores que vão recriar cenas e passagens da história do Clube da Esquina, levando os participantes a uma volta ao passado que marcou a epoca de ouro do rádio nacional e dos palcos.   A narrativa se desenvolve em cenas interativas, acompanhadas de canções e de quatro etapas inspiradas na culinária mineira e nas memórias do grupo.


 O público participa da experiência enquanto conhece episódios relacionados à trajetória dos artistas e ao ambiente cultural de Belo Horizonte nas décadas em que o movimento ganhou projeção nacional. O formato busca reunir entretenimento, e os atores-cantores ajudam a contar a história do movimento musical, aliado aos sabores dos pratos que saem da cozinha diretamente à mesa em uma mesma programação, em vez de apresentar esses elementos como atrações isoladas. Para empresas, esse tipo de atividade pode representar uma alternativa a jantares tradicionais de confraternização e recepções corporativas. A possibilidade de contratar experiências sob demanda também amplia seu uso em roteiros para visitantes de outras cidades e estados. Cultura mineira como diferencial para o mercado corporativo A aposta em experiências culturais amplia as possibilidades de atuação de estabelecimentos que tradicionalmente dependem do movimento de restaurantes, bares e apresentações artísticas. No caso do Espaço Cultural do Clube da Esquina, a combinação entre patrimônio musical e gastronomia cria um produto que pode ser incorporado a roteiros de turismo de incentivo, reuniões empresariais e programações de relacionamento com clientes. O jantar “Memórias de uma Esquina” tem duração estimada de três horas e capacidade anunciada para grupos de 20 a 60 pessoas, conforme a apresentação da experiência no portal oficial de turismo de Belo Horizonte. A atividade também é oferecida sob demanda, característica que permite sua inclusão em programações organizadas para grupos. Para a gestora cultural Virgínia Câmara, responsável pela organização da experiência, um dos pontos a destacar é a possibilidade de transformar a identidade cultural de Minas em um diferencial de atração de visitantes e empresas. “Minas possui uma identidade cultural muito forte, que pode ser um diferencial na escolha de destinos para encontros empresariais e experiências de relacionamento. Nosso objetivo é mostrar que a cultura não precisa estar separada do ambiente de negócios. Quando reunimos música, gastronomia e memória em uma mesma experiência, criamos oportunidades para que empresas conheçam Belo Horizonte de uma maneira diferente e estabeleçam conexões com a cidade”, diz Virgínia Câmara.  Turismo de experiências abre possibilidades para negócios em Minas referências A realização do jantar também evidencia uma oportunidade para o setor turístico mineiro: transformar culturais conhecidas nacionalmente em experiências comercializáveis, capazes de complementar viagens de lazer e compromissos profissionais. Em Belo Horizonte, o Clube da Esquina representa um patrimônio cultural associado à história da cidade. Ao oferecer atividades que combinam a trajetória do movimento musical com a culinária local, o estabelecimento busca alcançar públicos que vão além dos frequentadores habituais de apresentações artísticas. O modelo permite estabelecer conexões com agências de turismo, organizadores de eventos e empresas que desejam oferecer experiências relacionadas à identidade do destino. Segundo o próprio Espaço Cultural, sua atuação no segmento empresarial inclui propostas para turismo de incentivo, relacionamento e confraternizações. “Queremos que as empresas encontrem aqui mais do que um espaço para reunir pessoas. A ideia é oferecer uma experiência que valorize a cultura de Minas Gerais e incentive novas conexões comerciais. Ao apresentar nossas histórias e tradições, também mostramos o potencial de Belo Horizonte para receber eventos e visitantes de diferentes regiões”, pontua.  Santa Tereza integra roteiro de turismo cultural O bairro Santa Tereza, conhecido pela relação histórica com o Clube da Esquina, é parte importante da experiência oferecida aos visitantes. É nessa região que o Espaço Cultural mantém sua programação de apresentações musicais, atividades culturais e roteiros relacionados à história da música mineira. Além do jantar musicado, o estabelecimento promove visitas e passeios temáticos que percorrem lugares associados ao movimento. Essas atividades permitem diversificar a oferta turística da cidade e criar produtos complementares para visitantes que chegam à capital por motivos profissionais ou de lazer. 

Rua Paraisópolis, 738, Santa Tereza, Belo Horizonte  Duração: aproximadamente três horas

 Informações e confirmação de presença do convite: (31) 9 7211-8602 

Site: Jantar Musicado – Memórias de uma Esquina

Réveillon do PIC terá open food, open bar, música ao vivo e vista para a Lagoa da Pampulha





O Pampulha Iate Clube (PIC) já está com os ingressos à venda para o Réveillon 2027, que será realizado no dia 31 de dezembro, das 21h às 4h. Tradicional celebração de fim de ano de Belo Horizonte, a festa reúne gastronomia, música e confraternização em um dos cenários mais conhecidos da capital mineira: a região da Lagoa da Pampulha.

Com estrutura ampla, confortável e sofisticada, o evento oferece aos participantes uma vista privilegiada para a Lagoa da Pampulha, criando um cenário especial para acompanhar a chegada de 2027 e a tradicional queima de fogos.

A gastronomia será um dos destaques da noite. O Open Food inclui antepastos, salgados volantes e ceia completa, servidos ao longo do evento. O público também terá acesso ao Open Bar, com bebidas e drinks durante a festa.


Para embalar a celebração, a programação musical contará com shows da Banda Made in 80 e do Bloco Ziriguidum, levando diferentes ritmos para a pista e mantendo o clima de festa durante a noite.

A proposta do Réveillon do PIC é proporcionar uma experiência completa para quem deseja celebrar a virada do ano com família e amigos, reunindo gastronomia, música, conforto e a beleza da Pampulha.



Os ingressos já estão disponíveis. Até 19 de setembro, os interessados podem aproveitar condições especiais de pagamento, com possibilidade de parcelamento em até três vezes no débito ou em cota.

Os ingressos podem ser adquiridos pelo site www.ingressospic.com.br.



Conferência Municipal de Turismo abre inscrições e debate futuro do setor em BH




Belo Horizonte se prepara para dar um importante passo na consolidação de suas políticas públicas para o turismo. Nos dias 10 e 11 de novembro de 2026, a Prefeitura vai sediar a 2ª Conferência Municipal de Turismo, encontro estratégico que reunirá gestores públicos, especialistas do segmento, trade turístico e a sociedade civil. Promovido pela Belotur, o evento conta com a participação do Conselho Municipal de Turismo (Comtur-BH) e tem a parceria da Universidade Federal de Minas Gerais (UFMG) e do Sebrae Minas.

 

As inscrições estão abertas e podem ser feitas até 2 de novembro no Portal Belo Horizonte. Com o tema “Continuidade, Governança e Resultados”, a conferência terá como objetivo avaliar a implementação do Plano Estratégico de Turismo 2023–2027, documento que orienta as políticas públicas municipais para o setor no período, e, de forma colaborativa, definir novas metas e ações para orientar o desenvolvimento do turismo em Belo Horizonte no biênio 2028–2029.

 

A estrutura da conferência foi pensada para integrar conhecimento técnico e participação ativa. Durante as manhãs, o público acompanhará painéis expositivos que abordam desde a dimensão humana e social do turismo até soluções avançadas de inteligência de mercado. No período da tarde, a programação terá oficinas práticas e grupos de trabalho, onde as propostas para a cidade ganham forma e definições.

 


“A Conferência é um momento importante para olharmos para o que já construímos e, principalmente, para pensarmos juntos os próximos passos do turismo em Belo Horizonte. Nossa intenção é elaborar o novo Plano Estratégico de Turismo de forma colaborativa, ouvindo quem vive o setor no dia a dia e fortalecendo a conexão entre poder público, iniciativa privada, trabalhadores, entidades e sociedade civil. Por isso, convidamos todo o setor a participar, contribuir e ajudar a construir as estratégias e prioridades que vão orientar o turismo de BH nos próximos anos”, afirma o presidente da Belotur, Eduardo Cruvinel.

 

Programação - No dia 10 de novembro, a programação será marcada por conversas que aproximam o turismo da transformação social, da valorização dos territórios e da identidade local. A abertura terá como tema a ocupação dos espaços públicos e seu potencial para transformar cidades, com a participação de representantes de Bogotá, na Colômbia, e da gestão urbana de Belo Horizonte.

 

Na sequência, o debate ganha perspectiva internacional ao abordar sustentabilidade e reconhecimento de destinos turísticos, reunindo representantes da ONU Turismo, do Instituto Inhotim e do Instituto Vivejar. A proposta é debater iniciativas que unem turismo, responsabilidade socioambiental e novas formas de empreender podem contribuir para o desenvolvimento de Belo Horizonte e ampliar a projeção da cidade no cenário internacional.

 

No dia 11 de novembro, os debates terão como foco a gestão do turismo e o uso de informações para apoiar decisões e orientar o desenvolvimento do setor. Pela manhã, serão apresentados exemplos de cidades que vêm trabalhando com planejamento, gestão integrada e uso de dados para fortalecer o turismo, com destaque para a experiência de Maringá (PR) e para a atuação da Belotur.

 

Encerrando a programação de painéis, uma mesa sobre o mercado turístico reunirá representantes da PBH, Prefeitura de Tiradentes, da Film Commission e da Editora Globo no debate sobre a influência dos grandes eventos na movimentação turística e econômica e o papel da gastronomia como um dos principais atrativos e motores do desenvolvimento de Belo Horizonte.

 

As tardes serão dedicadas aos grupos de trabalho, que contarão com a participação dos inscritos habilitados. Nesses espaços, os participantes poderão avaliar os resultados alcançados pelo planejamento atual e apresentar propostas e prioridades para os próximos anos. As contribuições aprovadas durante a Conferência vão subsidiar a elaboração do Plano Estratégico de Turismo 2028-2029, que será disponibilizado para consulta pública após o evento.

 Toda programação está disponível no Portal Belo Horizonte.

Golden Tulip Natal Ponta Negra é o hotel oficial do Festival MADA 2026 e oferece tarifa especial durante o mês de outubro

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