quinta-feira, 19 de fevereiro de 2026

Hotelaria de lazer registra 97,16% de ocupação no Carnaval






Os números de 2026 consolidaram o Carnaval como um dos principais motores econômicos do turismo em Minas Gerais. O recorde de público em Belo Horizonte impulsionou forte demanda por hospedagem, ampliando o fluxo de hóspedes e o volume de reservas nos hotéis de lazer em todas as regiões do estado, que operaram próximas da capacidade máxima. Balanço da Associação Mineira de Hotéis de Lazer (AMIHLA) sobre o Carnaval aponta que o segmento registrou 97,16% de taxa média de ocupação, índice que reforça a consolidação da hotelaria de lazer como um dos principais vetores econômicos beneficiados pela festa no estado e com destaque no cenário nacional.

O Carnaval movimentou hotéis em todo o estado, com destaque para os empreendimentos em até 100 quilômetros de Belo Horizonte, que alcançaram 99,43% de ocupação média, impulsionados pela programação intensa da capital.


As reservas também se concentraram às vésperas da folia, consolidando a tendência de decisões de última hora, influenciada pela melhora do clima após o período chuvoso de janeiro.

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Segundo o presidente da AMIHLA, Alexandre Santos, o desempenho registrado no Carnaval reforça o papel estratégico da hotelaria de lazer na absorção da demanda gerada pela folia em todo o estado.


Para ele, o impacto do evento ultrapassou a capital e se irradiou para cidades históricas e para destinos de natureza e resorts distribuídos por diversas regiões mineiras, ampliando o alcance econômico da festa. Além de evidenciar também a maturidade do setor, que vem se estruturando para atender a perfis cada vez mais diversos, desde foliões que conciliam a programação urbana com momentos de descanso até famílias que buscam ambientes mais tranquilos para experiências de descanso e bem-estar durante o período carnavalesco.


Turismo de proximidade liderou as reservas - Com a consolidação do Carnaval como indutor de fluxo turístico em Minas, a dinâmica de ocupação no Estado revelou movimentos importantes no perfil da demanda e na geografia do desempenho hoteleiro. A pesquisa da AMIHLA mostrou que os empreendimentos hoteleiros localizados em um raio de até 100 quilômetros de Belo Horizonte apresentaram o melhor resultado, com 99,43% de ocupação média, variando entre 94,83% e 100%. O índice confirma a força do turismo de proximidade, impulsionado pela facilidade de deslocamento rodoviário, menor custo logístico e pela preferência por viagens mais curtas durante o feriado prolongado.



Já os hotéis situados a mais de 100 quilômetros da capital também registraram desempenho expressivo, com 94,25% de ocupação média, ainda que com maior variação entre os estabelecimentos (70% a 100%). A diferença reflete características regionais, acessibilidade e perfis distintos de oferta, mas mantém o cenário geral de alta demanda em praticamente todo o estado.



Outro fator relevante identificado pela entidade foi o comportamento do hóspede. Segundo o presidente da AMIHLA, houve maior concentração de reservas próximas à data do evento, consolidando a tendência de decisões de última hora. O movimento foi influenciado, em parte, pelo longo período chuvoso em janeiro e pela melhora das condições climáticas às vésperas do Carnaval, com dias de calor intenso que estimularam a escolha por destinos em Minas.

“O crescimento do Carnaval de Belo Horizonte já era esperado, mas o que se confirmou foi um movimento consistente de fortalecimento do turismo regional. A festa na capital, nas grandes cidades e nos polos históricos impulsiona diretamente os empreendimentos de lazer em Minas. É um ciclo virtuoso, que amplia oportunidades e fortalece toda a cadeia do turismo”, destaca Santos.

Impacto para toda a cadeia do turismo - Para a AMIHLA, os números de 2026 consolidaram o Carnaval como um dos principais motores econômicos do turismo em Minas Gerais. Afinal, a ocupação elevada nos meios de hospedagem reflete diretamente na movimentação de toda cadeia do setor, como restaurantes, comércio, transporte, serviços e atrativos turísticos, ampliando a geração de emprego e renda em diferentes regiões do estado. “O que vemos é um evento que ultrapassa a dimensão festiva e se consolida como vetor econômico estruturante. O turismo de lazer, em especial, tem investido continuamente na qualificação dos serviços e na diversificação da experiência do hóspede, acompanhando o crescimento do Carnaval e fortalecendo a cadeia produtiva do turismo mineiro”, afirma o presidente da entidade.

Para ele, o desempenho de 2026 reforça não apenas a força do calendário festivo, mas também a capacidade do estado de transformar grandes eventos em resultados concretos para o desenvolvimento regional, ampliando competitividade e consolidando Minas como destino turístico que é referência no cenário nacional.

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Carnaval movimenta R$ 5,83 bilhões




A economia mineira foi bastante movimentada nos dias de carnaval com  
R$ 5,83 bilhões, alta de 10% em comparação com 2025. O resultado reflete o aumento da demanda nos setores de turismo, hotelaria, gastronomia, transporte e serviços.

Em todo o estado, o Carnaval da Liberdade atraiu 14,9 milhões de pessoas, crescimento de 14,2% em relação ao ano passado, quando Minas Gerais recebeu 13,2 milhões de foliões. Os dados são do Observatório do Turismo de Minas Gerais, ligado à Secretaria de Estado de Cultura e Turismo (Secult).

Na capital, multidões ocuparam as avenidas Amazonas, Andradas e Brasil, que receberam apresentações de blocos carnavalescos dentro do projeto Via das Artes. Nos jardins do Palácio da Liberdade, o espaço Palácio do Samba, incentivado pelo governo de Minas, reuniu cerca de 1.500 pessoas por dia, com programação dedicada ao samba e apresentações de artistas mineiros.

Na hotelaria, Belo Horizonte registrou taxa média de ocupação de 85,62%, com pico de 92,3% no fim de semana, superando o índice máximo do ano anterior. No interior, hotéis de lazer monitorados pela Associação Mineira de Hotéis e Lazer alcançaram 97% de ocupação.


As cidades históricas mineiras receberam mais de 376 mil visitantes durante o período, crescimento de 7,5% em relação ao ano passado. Destinos ligados ao turismo de natureza também registraram alta procura, como Capitólio, que recebeu mais de 315 mil turistas.

O fluxo de passageiros também aumentou. O Terminal Rodoviário Governador Israel Pinheiro, em Belo Horizonte, registrou 152.258 viajantes, alta de 2,6% em relação a 2025. No Aeroporto Internacional de Confins, o número de passageiros em voos internacionais cresceu 18,5%.



Congonhas será sede do Fórum Nacional de Turismo Religioso

 



Congonhas localizada a 70 Km da capital mineira , reconhecida pela UNESCO como Patrimônio Monumento Cultural da Humanidade, contempla as pessoas com o conjunto histórico , construído na segunda metade do século 18, é singular por reunir, em um só lugar, uma Igreja em estilo rococó, além da obra-prima de Aleijadinho: os 12 profetas e as 64 estátuas.

A cidade histórica de Congonhas, em Minas Gerais, será palco do Fórum Nacional de Turismo Religioso, nos dias 24, 25 e 26 de novembro deste ano. O encontro reunirá autoridades, gestores públicos, representantes da Igreja, empresários e estudiosos para discutir os caminhos e oportunidades do setor no Brasil.


Com uma programação que inclui palestras, painéis e visitas técnicas, o evento pretende fortalecer políticas públicas e estratégias de desenvolvimento para um segmento que movimenta milhões de fiéis e turistas todos os anos.

As esculturas dos Doze Profetas em pedra-sabão e os Passos da Paixão em cedro rosa, obra-prima de Aleijadinho, formam um conjunto único que atrai milhares de visitantes todos os anos. Entre os dias 7 e 14 de setembro, a cidade celebra o tradicional Jubileu do Senhor Bom Jesus de Matosinhos, a maior manifestação de fé de Minas Gerais, que reúne romeiros de diversas regiões e reafirma a identidade religiosa do município.


Segundo o CEO do Fórum, Sidnésio Moura, a escolha de Congonhas como sede não é por acaso: “A cidade carrega uma tradição secular de fé e peregrinação, consolidando-se como Capital Mineira da Fé, referência nacional e internacional em turismo religioso, oferecendo infraestrutura adequada e hospitalidade reconhecida”.


Neste ano, Congonhas inovou ao ampliar o acesso às suas igrejas barrocas, que estão abertas diariamente para visitação, orações e turismo, com horários estendidos. Além da


Basílica do Senhor Bom Jesus, templos como o Rosário, 
a Matriz de Nossa Senhora da Conceição,


a Matriz de São José e igrejas em distritos como Lobo Leite e Alto Maranhão também reabriram, permitindo que turistas e devotos vivenciem de perto a vocação da cidade como destino de fé e arte.       

O prefeito Anderson Cabido destacou o momento especial vivido pelo município: “Congonhas vive um tempo em que fé e turismo caminham juntos. A abertura das nossas igrejas barrocas e a realização do Fórum Nacional de Turismo Religioso reforçam o compromisso da cidade em preservar suas tradições, valorizar a espiritualidade e, ao mesmo tempo, criar oportunidades que beneficiem toda a comunidade”.

Para a secretária municipal de Turismo, Ana Alcântara, sediar o Fórum é um marco para o futuro da cidade: “Congonhas é um destino que une fé, arte e história. Receber o Fórum Nacional de Turismo Religioso reafirma essa vocação e abre novas perspectivas para o setor. Aqui, o turismo religioso é vivido como uma experiência que ultrapassa o encantamento estético, permitindo uma imersão na espiritualidade, na cultura e na história que moldam nossa identidade coletiva”.

A realização do Fórum Nacional de Turismo Religioso em Congonhas deverá ampliar ainda mais a projeção do município no cenário nacional e internacional. Além de fomentar o turismo, o encontro será uma oportunidade de reflexão sobre o papel do turismo religioso como vetor de desenvolvimento econômico e social.



quarta-feira, 18 de fevereiro de 2026

Festuris compartilha podcasts gravados durante a 37ª edição

 


 O Festuris – Feira Internacional de Turismo de Gramado amplia seu protagonismo na geração de conteúdo estratégico para o setor e anuncia a publicação de um novo episódio do Podcast Festuris, projeto gravado durante a 37ª edição do evento. A iniciativa consolida-se como um espaço de reflexão qualificada sobre o presente e, principalmente, o futuro do turismo.

Com três episódios já disponíveis neste ano, a série iniciada em 2025 chega a 17 episódios, reúne especialistas e lideranças para discutir cenários econômicos, tendências globais e estratégias de inovação que impactam diretamente o mercado turístico nos próximos anos. E a temporada não para por aqui: novos episódios já estão confirmados e serão divulgados nas próximas semanas, reforçando o compromisso do Festuris com o conhecimento e a transformação do setor.

 

Economia, tendências e visão estratégica


Abrindo a temporada 2026, o primeiro episódio recebeu Guilherme Dietze para uma análise aprofundada sobre “Economia e Turismo em Perspectiva — Cenários 2026”. Em um bate-papo objetivo e esclarecedor, o especialista traçou um panorama do cenário econômico global e nacional, conectando indicadores e projeções aos seus reflexos diretos no turismo, desde o fluxo de viagens aos investimentos e às oportunidades emergentes.

O conteúdo é direcionado a profissionais e lideranças que desejam antecipar movimentos, compreender tendências e tomar decisões mais assertivas em um ambiente de constantes transformações.

No segundo episódio, o destaque foi a pesquisa “Reimaginando o Amanhã”, apresentada pela Braztoa. O estudo projeta os caminhos do turismo até 2035, com foco em sustentabilidade, inovação e na centralidade das pessoas como eixo das decisões estratégicas.


A convidada Marina Figueiredo compartilha dados e insights que provocam uma reflexão essencial: quais escolhas estão sendo feitas hoje e como elas moldarão o desenvolvimento do turismo nas próximas décadas?

 

Novo episódio: planejamento e ação diante do futuro


O terceiro episódio, recém-lançado, traz como tema “Planejamento para o Futuro: Como se preparar?”. O convidado é Luiz Candreva, futurista e Head de Inovação na Ayoo.

Em uma conversa prática e estratégica, Candreva aborda como empresas e lideranças podem deixar o modo reativo e assumir uma postura mais consciente, resiliente e orientada por cenários. O episódio oferece ferramentas e provocações para quem deseja transformar incerteza em planejamento e visão de longo prazo.

 

Conteúdo que continua - Gravado durante o 37º Festuris, o Podcast Festuris nasce como extensão do debate que movimenta a feira e ganha vida própria no ambiente digital. A proposta é clara: ampliar o alcance das discussões iniciadas em Gramado e manter o setor conectado às grandes pautas que moldam o turismo global.

Os três primeiros episódios deste ano, já estão disponíveis no canal oficial do Festuris no YouTube. Para acompanhar os próximos lançamentos e não perder os novos conteúdos que já estão em produção, basta se inscrever no canal e seguir o Festuris nas redes sociais.

Maior torresmo e pão de queijo do Brasil são mineiros

 


A criatividades na realização de eventos para atrair atenção de mídia e de turistas, fazem de algumas cidades destaques em Minas Gerais , como Juiz de Fora e Ipanema.

Juiz de Fora  detém o título informal de capital nacional do torresmo, uma paixão local que recentemente ganhou reconhecimento global. Em 2024, o município entrou para o RankBrasil ao fritar a maior porção de torresmo do mundo, pesando impressionantes 506,5 kg. Esse feito simboliza a força da culinária de boteco, que é parte essencial da identidade cultural e da economia criativa da região.

Além dos recordes saborosos, a cidade foi pioneira na industrialização do estado, sendo chamada de “Manchester Mineira” no passado. Hoje, essa herança se traduz em um setor de serviços forte e diversificado, que sustenta uma vida noturna agitada e uma oferta gastronômica que vai da comida de raiz à alta cozinha internacional.

Com recorde de 506 kg de torresmo, cidade mineira se destaca por gastronomia, vida acadêmica intensa e lazer em parques históricos , aclamada historicamente como a Princesinha de Minas, está localizada a 278 km da capital Belo Horizonte. Fundada em 1850, a cidade mineira atua como um polo de transição estratégica entre Minas Gerais e o Rio de Janeiro, unindo a hospitalidade mineira ao dinamismo de um centro industrial e universitário robusto.


Maior Pão de Queijo foi produzido na cidade de Ipanema , localizada a 362 Km da capital mineira, chamou  a atenção com os 5,4 kg, iguaria mineira conquista novo recorde nacional durante a tradicional Festa do Queijo e reforça protagonismo de Ipanema no cenário gastronômico brasileiro. 


O pão de queijo, um dos maiores símbolos da culinária mineira, foi elevado a um novo patamar durante a 15ª edição da Festa do Queijo, em Ipanema . A empresa Boreli Mini Salgados superou a marca anterior e conquistou o título de Maior Pão de Queijo do Brasil, com uma peça que atingiu 5,4 quilos.

O feito foi oficialmente homologado pelo RankBrasil – Recordes Brasileiros, consolidando a cidade de Ipanema como referência nacional em produções gastronômicas de grande porte.

Com uma crosta dourada, textura macia e o sabor tradicional que representa Minas Gerais, o pão de queijo gigante exigiu técnicas especiais de preparo e cozimento, garantindo que, mesmo com o tamanho fora do comum, a qualidade e o sabor estivessem preservados.

A receita manteve a base tradicional: polvilho, ovos, leite, óleo e muito queijo — tudo em proporções cuidadosamente calculadas para que o resultado final fosse digno de um verdadeiro recorde.

A produção do pão de queijo contou com uma equipe especializada da Boreli Mini Salgados, que se dedicou por semanas ao planejamento da receita, testes de forno e estrutura do molde. Segundo os responsáveis, o maior desafio foi garantir o equilíbrio entre tamanho e cozimento:

“Queríamos mais do que um pão de queijo grande — queríamos o melhor pão de queijo gigante já feito no Brasil”, comentou um dos representantes da marca.

A equipe técnica do RankBrasil acompanhou todas as etapas do processo, desde o preparo até a pesagem oficial, que totalizou 5,405 kg. Com isso, a Boreli Mini Salgados entra para o livro dos recordes brasileiros como a responsável pela maior versão da iguaria mineira já registrada no país.

Após a certificação, o pão de queijo foi fatiado e distribuído gratuitamente ao público, levando sabor e alegria aos presentes e reforçando o espírito acolhedor e festivo do evento.

Este ano a festa em Ipanema será de 3 a 6 de junho, compareça e veja a novidades dos produtores.


terça-feira, 17 de fevereiro de 2026

Carnaval impulsiona a economia brasileira

 


“Veja essa maravilha de cenário”... é o Brasil que é sensacional...Terminou o carnaval pelo Brasil, a maior festa popular do mundo movimentou todas as cidades pelo país, com a animação, diversão e alegria por todos os cantos com 65 milhões de pessoas na folia pelas ruas . Belo Horizonte se destacou , como o carnaval que mais cresce no Brasil, recebendo 6,2 milhões de foliões e gerando cerca de 20 mil empregos diretos e indiretos. A festa na capital mineira teve investimento público de R$ 28 milhões e registrou ocupação hoteleira de 85%.

Segundo os dados das secretarias de estado de turismo, o carnaval  impulsionou fortemente a atividade turística ,  com previsão de faturamento de R$ 18,6 bilhões apenas no mês de fevereiro — crescimento de 10% em relação ao mesmo período do ano passado.

O desempenho reflete o momento positivo vivido pelo setor, sustentado pelo aumento da renda, pela geração de empregos e pela desaceleração da inflação, fatores que fortalecem o consumo e estimulam as viagens pelo país. Mesmo com o Carnaval sendo ponto facultativo, a data tradicionalmente movimenta intensamente a cadeia do Turismo, com destaque para os segmentos de transporte aéreo e rodoviário, hospedagem, locação de veículos, alimentação e entretenimento.


Os R$ 18,6 bilhões projetados mostram a força do Carnaval como indutor do turismo e do desenvolvimento econômico. É um período que movimenta milhões de brasileiros, gerando emprego, renda e fortalece os pequenos e médios negócios, além de valorizar a cultura e os destinos nacionais.


Além das grandes viagens, os deslocamentos regionais e de curta distância também contribuíram de forma significativa para a economia local, beneficiando hotéis, pousadas, bares, restaurantes, guias de turismo e prestadores de serviços em destinos urbanos e litorâneos. O empresário do Turismo pôde se beneficiado do potencial aumento de receita nessa esteira do segmento de lazer, que começou em dezembro e se estendeu até o carnaval.

A programação de blocos de rua, eventos culturais e festas em capitais e cidades turísticas ampliou o fluxo de visitantes e aqueceu o comércio, reforçando o papel do Carnaval como um dos principais motores da temporada de verão.

Pelos levantamento da plataforma Booking.com apontou que destinos como Rio de Janeiro (RJ), Salvador (BA) e Belo Horizonte (MG) lideram as preferências dos viajantes, contemplando diferentes perfis de público — desde quem buscou combinar praia, calor e grandes festas até aqueles que quiseram  aproveitar intensamente a folia urbana. 

Lá se foi o bar do Salomão- Por Leo Perez

 




A rua do Ouro perdeu parte do seu brilho neste Carnaval de 2026. Em um contraste doloroso, enquanto o batuque dos blocos de Carnaval ditava o ritmo da alegria nas ruas de BH, o som seco dos tratores decretava o fim de uma era: a demolição do imóvel que abrigou, por décadas, o lendário Bar do Salomão.

Mais que um boteco, o Salomão era o templo sagrado da Nação Atleticana na Serra.

O brilho alvinegro da Serra se apaga fisicamente, mas a história escrita naquele balcão é eterna. A etapa de demolição do imóvel onde funcionou, por mais de 70 anos, o Bar do Salomão já está em está em estágio avançado. No dia 15 de fevereiro, apenas parte da entrada principal ainda estava de pé no endereço histórico, na Rua Ouro com a Rua Amapá, bairro Serra, Região Centro-Sul de Belo Horizonte.

O bar funcionou até setembro do ano passado. O imóvel foi vendido para uma rede de farmácia.

Reduto histórico de atleticanos, o Bar do Salomão começou como mercearia, fundada em 1953 pelo casal de imigrantes sírios Jorge Abdalla e Chamesse Dauch. O estabelecimento se transformou em bar quando o filho, Salomão Jorge, assumiu o negócio. A paixão do dono pelo Galo logo se tornou o ponto de encontro de atleticanos.

Hotelaria de lazer registra 97,16% de ocupação no Carnaval

Os números de 2026 consolidaram o Carnaval como um dos principais motores econômicos do turismo em Minas Gerais. O recorde de público em Bel...