sexta-feira, 16 de outubro de 2026

Parque do Avestruz promove Oktoberfest com chopp à vontade, culinária alemã e música ao vivo

 


Que tal aproveitar um pedacinho da cultura alemã perto da Grande Beagá? Chopp gelado, pratos típicos, música ao vivo e aquele clima descontraído das tradicionais festas alemãs vão tomar conta do Parque do Avestruz Eco Resort, eleito um dos 15 melhores eco resorts do Brasil pelo portal Melhores Destinos.


De 23 a 25 de outubro, o empreendimento, localizado em Esmeraldas, promove um fim de semana especial de Oktoberfest, reunindo gastronomia, entretenimento e experiências para toda a família, em meio à natureza e com todo o conforto do sistema all inclusive.



A Oktoberfest já se tornou uma tradição no calendário de eventos do Parque do Avestruz, conquistando a preferência dos hóspedes e registrando boa procura a cada edição. Segundo Fabiana Silveira, diretora Comercial e de Marketing do resort, o sucesso da programação que está em sua 4ª Edição reforça a aposta do empreendimento em experiências temáticas que valorizam a convivência e tornam a hospedagem ainda mais atrativa.


“A Oktoberfest é uma das celebrações que já fazem parte da identidade do nosso resort e sempre desperta grande interesse entre os hóspedes. É uma oportunidade de reunir famílias e amigos em torno da música, da gastronomia e da diversão, proporcionando uma experiência que vai além da hospedagem e fortalece nossa programação de lazer”, destaca Fabiana.



Música ao vivo, chopp à vontade e desafios divertidos - O ponto alto da programação será no sábado, dia 24, das 17h às 22h, quando o resort entra de vez no clima da Oktoberfest. A festa contará com banda de pop rock ao vivo, pratos inspirados na culinária alemã e chopp à vontade, em uma noite que promete reunir música, sabores e muita animação.

Para deixar a celebração ainda mais divertida, os hóspedes poderão participar de desafios como o “Que cerveja é esta?”, uma brincadeira que coloca à prova o paladar dos participantes, e a disputa de Soprobol, que promete boas risadas e momentos de descontração.


Sabores alemães e diversão com um toque mineiro - A gastronomia é outro grande destaque da Oktoberfest do Parque do Avestruz. Durante a festa, os hóspedes poderão experimentar preparações inspiradas na culinária alemã, conhecida por receitas como salsichas tradicionais, chucrute e pretzels, em uma celebração que aproxima os sabores europeus da hospitalidade e do jeito mineiro de receber.

“A culinária é uma das formas mais gostosas de conhecer uma cultura. Na nossa Oktoberfest, queremos proporcionar esse encontro entre as tradições alemãs e a hospitalidade mineira, com uma mesa farta, boa música e ao ambiente acolhedor que já faz parte da experiência de quem se hospeda aqui no Parque do Avestruz”, ressalta a diretora de comercial e marketing do resort.





Um fim de semana de experiências para toda a família - Além da festa temática Oktoberfest, quem escolher passar o fim de semana no Parque do Avestruz encontrará uma estrutura completa de lazer, que combina diversão, descanso e contato com a natureza. Entre os destaques estão o Hakuna Splash, complexo aquático infantil inspirado no universo do safári, com toboáguas e brinquedos interativos, e o Savana Kids, espaço indoor com circuitos de brincadeiras, escorregadores e outras atrações para os pequenos.

As opções incluem ainda piscinas, trilhas ecológicas, atividades esportivas e uma fazendinha, onde as crianças podem conhecer diferentes animais. Para quem prefere momentos de tranquilidade, o resort oferece spa e ambientes de contemplação em meio à natureza.

A experiência se completa com o sistema all inclusive, que reúne diferentes espaços gastronômicos, restaurantes e opções de bebidas ao longo da estadia. Outro diferencial é a presença da cafeteria Starbucks, que reforça a variedade de experiências oferecidas dentro do empreendimento. A menos de uma hora de Belo Horizonte, o Parque do Avestruz se apresenta como uma alternativa para quem deseja aproveitar o fim de semana de outubro com uma programação especial, sem precisar viajar para longe da capital.



Site e reservas: www.parquedoavestruz.com.br
Central de reservas: (31) 3351-0777 | WhatsApp: (31) 99719-1931.

ADVT VIP Lounge no BH Airport é eleita a melhor do Brasil no World Travel Awards

 

 

O Aeroporto Internacional de Belo Horizonteem Confins é um dos hubs mais importantes do país. O terminal mineiro se destaca no cenário nacional ocupando a 5ª posição entre os aeroportos mais movimentados do país, registrando uma movimentação anual superior a mais de 13 milhões 500 mil passageiros. O BH Airport se consolidou fortemente, figurando no topo do ranking nacional como o número um em número de destinos domésticos no Brasil. 



A ADVT VIP Lounge do BH Airport foi eleita a melhor do Brasil no World Travel Awards 2026, uma das principais premiações internacionais do setor de viagens e turismo. O espaço venceu a categoria Brazil’s Leading Airport Lounge 2026, definida por votos do público e de profissionais do setor de diferentes países. O prêmio foi entregue na Jamaica, durante a cerimônia regional Caribbean & The Americas Gala Ceremony 2026, e celebrado com parceiros e representantes do segmento no BH Airport.



A premiação amplia o histórico de reconhecimentos da sala VIP, escolhida em 2025 como a melhor do mundo pelo Priority Pass. A sala reúne gastronomia, áreas de descanso e serviços como o Fast Track, que dá mais agilidade à inspeção de segurança, e o VIP Plus, com atendimento personalizado antes do embarque. A unidade integra a oferta de hospitalidade do BH Airport, formada por seis salas VIP: quatro no embarque doméstico, uma no internacional e outra na área pública. O terminal conta ainda com mais de 100 operações, entre lojas, restaurantes e serviços.

Pabliane Castro, coordenadora de Varejo e Hospitalidade do BH Airport, durante a celebração do prêmio no terminal mineiro

“A conquista da ADVT VIP Lounge projeta internacionalmente a qualidade dos serviços oferecidos no BH Airport e confirma a consistência de uma estratégia comercial orientada pela experiência do passageiro. A competitividade de um aeroporto se constrói pela combinação entre a conectividade da malha aérea, a qualidade dos serviços e a capacidade de reunir parceiros de excelência para oferecer uma jornada cada vez mais completa. Esse reconhecimento demonstra a força do nosso ecossistema e reforça o compromisso de ampliar, em conjunto com operadores qualificados, o padrão de hospitalidade e conveniência no terminal mineiro”, afirma o gestor Comercial do BH Airport, Geovane Medina.
A oferta de hospitalidade inclui ainda soluções de hospedagem e descanso para passageiros em conexão, viagens corporativas ou permanências mais longas. Integrado à área de embarque, o Hotel indoor Ruby ocupa aproximadamente mil metros quadrados e dispõe de 45 unidades habitacionais. A estrutura se soma ao Hotel Linx Confins, instalado no sítio aeroportuário, com 174 quartos, taxa média de ocupação superior a 90% e nove dormitórios para períodos de descanso de até 12 horas. Em média, o terminal mineiro recebe 38 mil passageiros diariamente. Em dias de pico, esse número se aproxima dos 41 mil viajantes.


Com localização estratégica e um dos principais hubs do país, o BH Airport atende cerca de 70 destinos nacionais e internacionais.

O aeroporto é administrado pelo Grupo ASUR (Aeroportuario del Sureste), um dos principais operadores internacionais, com presença nas Américas e no Caribe; pela Zurich Airport, operadora do Aeroporto de Zurique, principal hub aéreo da Suíça; e pela Infraero, estatal com mais de 50 anos de experiência na gestão aeroportuária brasileira.

Itália e Suíça na mesma viagem: por que Lugano merece alguns dias do seu roteiro

 


A pouco mais de uma hora de Milão, Lugano combina influências italianas e mediterrâneas com a identidade, os serviços e a hospitalidade suíços, às margens de um lago cercado por montanhas. Gastronomia, vinhedos e vilarejos históricos fazem da região um destino para ser vivido em alguns dias, e não em algumas horas.


Há um lugar na Suíça onde se pede un caffè no balcão, se caminha entre oliveiras e se janta numa adega de pedra com vista para o lago. No sul do país, Lugano fica no Ticino, o único cantão suíço que tem o italiano como única língua oficial. Foi nas colinas de Montagnola, logo acima da cidade, que Hermann Hesse escreveu Sidarta.


Para o brasileiro que vai a Milão, essa Suíça fica a pouco mais de uma hora de trem. A sugestão é reservar ao menos três dias e duas noites para conhecer Lugano sem pressa. Com mais tempo, a cidade vira base para excursões pela região.


Uma Suíça com sotaque mediterrâneo

Lugano tem a precisão suíça nos trens, nas ruas e no serviço, e o ritmo mediterrâneo nas praças, na mesa e no idioma. O centro histórico se percorre a pé: da Piazza della Riforma, cercada de cafés, à Via Nassa, com suas arcadas e lojas, e ao Parco Ciani, jardim à beira do lago. O clima ameno enche a orla de palmeiras e flores.



Vinhos e mesa

O Merlot é a uva-símbolo da região de Lugano e aparece em tintos e também em brancos, uma surpresa para quem conhece a uva só dos vinhos de Bordeaux. Duas vinícolas abrem as portas aos visitantes, sempre com reserva:

Tenuta Castello di Morcote, com vinhedos em terraços sobre o lago e um castelo do século XV.

Fattoria Moncucchetto, numa colina de Lugano, com adega projetada pelo arquiteto Mario Botta.

À mesa, a experiência mais típica é o grotto: restaurante rústico instalado em antigas adegas de pedra, com polenta, queijos e embutidos locais. Para os gourmets, a região também reúne restaurantes estrelados pelo Guia Michelin.


Onde ficar

A hotelaria de Lugano atende a vários perfis, sempre com o padrão de serviço suíço. Há desde hotéis históricos de luxo à beira do lago, como o Grand Hotel Villa Castagnola e o Hotel Splendide Royal, até hotéis boutique no centro e opções mais acessíveis para quem quer usar a cidade como base.



Roteiros de três dias

Dia 1: Chegada, centro histórico e Gandria. O primeiro dia começa com um passeio pelo centro histórico de Lugano, entre praças, arquitetura e vistas para o lago, e almoço num restaurante do centro. À tarde, um barco leva até Gandria, vilarejo de ruelas de pedra na encosta. Para comer, a pedida é um grotto tradicional: o San Rocco e o Cantine di Gandria abrem de abril a setembro, e o Morchino funciona o ano todo. O dia termina na Via Nassa, entre boutiques, cafés e delicatessens.



Dia 2: Mirante, vinho e cultura. Funicular até o Monte Brè, com vista panorâmica do lago e das montanhas, e caminhada até o vilarejo de Brè. Dali, traslado até uma vinícola, a Fattoria Moncucchetto ou a Tenuta Castello di Morcote, para degustação acompanhada de almoço com produtos regionais. À tarde, visita ao LAC Lugano Arte e Cultura, principal centro cultural da cidade, com exposições de arte, música e teatro. Jantar no centro de Lugano.


Dia 3: San Salvatore, Morcote e compras. Subida ao Monte San Salvatore, conhecido como "o Pão de Açúcar da Suíça", para ver o Lago de Lugano do alto e percorrer suas trilhas. Almoço típico num restaurante tradicional em Morcote.


À tarde, o parque Swissminiatur, em Melide, reúne réplicas em miniatura de monumentos, montanhas e trens da Suíça. Antes de voltar a Milão, uma parada no outlet FoxTown, em Mendrisio, com marcas internacionais.

Para estender a estadia

O Lago de Como é um dos destinos mais procurados do norte da Itália, e Lugano oferece uma forma tranquila de visitá-lo. Há ligação ferroviária direta entre Lugano e a cidade de Como, em cerca de 35 a 45 minutos, conforme o serviço. É possível passar o dia na Itália e voltar ao mesmo hotel em Lugano para jantar, combinando o passeio com a calma, a gastronomia e a hospedagem suíças.

Cinco motivos para incluir Lugano na viagem

1.      Dois países em uma viagem, sem voo extra.

2.      Lago e montanha no mesmo dia, com barcos de linha e funiculares saindo do centro.

3.      Uma mesa que une influências mediterrâneas e padrão suíço, do grotto ao restaurante estrelado.

4.      Vinho com identidade própria, do Merlot tinto ao branco.

5.      Uma base tranquila para explorar o norte da Itália e voltar ao mesmo hotel.

Lugano em números

·        Pouco mais de 1 hora de trem de Milão e cerca de 2 horas de Zurique, onde chegam voos diretos de São Paulo.

·        Cerca de 35 a 45 minutos de trem até a cidade de Como.

·        998.234 pernoites em hotéis da região em 2025, alta de 2,5% sobre 2024.

·        Alta de 11% nos pernoites de brasileiros em 2025.

·        10 restaurantes com estrela Michelin no cantão (guia 2025).

Serviço

·        Como chegar: trem desde Milão (cerca de 1 hora) ou voo direto São Paulo–Zurique e trem até Lugano (cerca de 2 horas).

·        Quando ir: o ano todo. Primavera e outono para caminhadas e vinícolas; verão para festivais ao ar livre.

·        Mais informações: luganoregion.com

O ritmo da balsa e o verde do Guarujá, Leo Perez

 


Para quem viaja para o Guarujá, o portal de entrada é a balsa de Santos. Ali, naquela pausa forçada sobre a água, o relógio perde o sentido. O tempo passa a ser medido pelo deslizar lento e imponente dos enormes navios cargueiros que cruzam o canal. É um exercício de paciência e contemplação. Enquanto os olhos acompanham a grandiosidade daquelas estruturas, a mente vai se desarmando, desacelerando, entrando no ritmo que a maravilhosa praia nos exige.


Mesmo nas férias, porém, o olhar profissional teima em não descansar. Sendo a chinesa Huawei a principal fornecedora de equipamentos para a Claro me peguei buscando, entre os contêineres dos navios, algum indicativo daquelas tecnologias. Quem sabe ali não navegava um componente que passaria pelas minhas mãos no retorno ao trabalho? O pensamento profissional cruza o canal, mas logo se dissolve no mar.





Após o desembarque, o contraste se acentua. Deixamos para trás o  centro urbano do Guarujá para, em poucos minutos, adentrarmos os domínios da Mata Atlântica. A transição é física e sensorial. Ao cruzar a portaria do condomínio, o termômetro do carro acusa a mudança: a temperatura fica mais amena, e o ar puro invade as janelas. Transitar por aquelas ruas calçadas, ladeadas por uma natureza viva e imponente, traz uma energia instantaneamente cativante.



Nas encostas, a engenharia e a arte se encontram. As belas casas da região desafiam a gravidade, aproveitando-se dos terrenos inclinado.



nados para dar asas à criatividade dos arquitetos. Para os engenheiros civis, o relevo impõe um trabalho árduo, complexo, mas cujo resultado final é uma obra-prima compensadora integrada à paisagem.

Na praia, o cenário se completa. A areia branca contrasta com as águas frias e agitadas, um playground democrático que acolhe com o mesmo carinho as famílias com crianças e os surfistas em busca da onda perfeita.



E como um bom e orgulhoso mineiro não perde a oportunidade de demarcar seu espaço, fiz o ritual sagrado: estendi a camisa do Clube Atlético Mineiro na cadeira de praia. O território estava conquistado.


O grande privilégio deste trecho do litoral é a dualidade: no mesmo dia, escolhe-se entre o sal do mar e o frescor de um banho de cachoeira. Em minha segunda estadia por aqui, a Mata Atlântica resolveu me saudar com novos moradores.


Pela primeira vez, avistei o colorido tucano-de-bico-verde, que se juntou a um festival de aves, micos, borboletas e até uma imponente bicho-preguiça camuflada nas copas. Na beira d'água, os siris-amarelos correndo pela areia funcionam como um selo de garantia de que ali a fauna e a flora permanecem preservadas.

Aliando esta riqueza natural a uma infraestrutura impecável, quadras de tênis, beach tennis, futebol e pistas de skate, os condomínios fechados transformam a estadia em um refúgio completo. O chamado "Caribe paulistano" não leva este nome por acaso. É um tesouro que merece ser cada vez mais prestigiado por nós, mineiros, e por turistas de todos os cantos. Afinal, a balsa pode até nos fazer esperar, mas o Guarujá sempre compensa.

                    Leo e Lu

quinta-feira, 15 de outubro de 2026

Golden Tulip Natal Ponta Negra é o hotel oficial do Festival MADA 2026 e oferece tarifa especial durante o mês de outubro

 





O Golden Tulip Natal Ponta Negra é o hotel oficial do Festival MADA – Música Alimento da Alma 2026, que acontece nos dias 16 e 17 de outubro, no gramado da Casa de Apostas Arena das Dunas, em Natal, RN, e durante todo o mês de outubro, oferece tarifa especial de hospedagem. Parte da programação dos festejos de dez anos de operações em 2026, a parceria acontece pela segunda vez consecutiva e reforça o posicionamento do Golden Tulip Natal como hotel que apoia e promove arte, cultura e experiências autênticas, fortalecendo a imagem da marca junto ao público jovem, conectado e criativo.

Ao longo do Festival MADA, o hotel promoverá diversas iniciativas para aproximar os hóspedes da experiência do festival, como concursos culturais e ações promocionais com premiação de ingressos para o festival e ativações temáticas dentro do hotel, a fim de criar uma experiência conectada ao universo do evento. 

As condições especiais de hospedagem incluem a reserva de um apartamento duplo, garantindo a hospedagem de uma terceira pessoa (a partir de 12 anos), sem custo adicional, em acomodação tripla. A campanha promocional é válida exclusivamente para reservas diretas realizadas por meio da nossa Central de Reservas (WhatsApp) 84 3646 01 00, com hospedagens entre 1º e 31 de outubro de 2026.

"Renovar, pelo segundo ano consecutivo, a parceria como hotel oficial do Festival MADA é motivo de orgulho para o Golden Tulip Natal Ponta Negra. O evento vai além da música: promove encontros, celebra a diversidade e cria experiências que permanecem na memória das pessoas. Esse propósito conversa diretamente com o que buscamos oferecer aos nossos hóspedes todos os dias: uma experiência de hospedagem acolhedora, autêntica e conectada ao melhor de Natal. Em um ano tão especial, em que comemoramos os dez anos do hotel, essa parceria reforça nosso compromisso em apoiar iniciativas que valorizam a cultura, fortalecem o turismo e proporcionam experiências marcantes para quem escolhe viver o destino conosco”, destaca o gerente-geral do hotel, Hedeilson Barbosa.  

Grandes nomes da música nacional

O MADA é um dos principais festivais de música do Nordeste e contará com grandes nomes da cena nacional, como Zeca Pagodinho, Marina Sena, Duquesa, Emicida, Gaby Amarantos, BayanaSistem, entre outros artistas que representam diferentes estilos e gerações da música brasileira.

Além de receber artistas, músicos e visitantes de diferentes regiões, o hotel se torna ponto de referência durante todo o evento, já que possui uma localização privilegiada, com fácil acesso à praia, a centros comerciais e aos principais pontos turísticos aos participantes do evento.

Hospitalidade e requinte -Moderno e bem localizado, o Golden Tulip Natal Ponta Negra é ideal para quem busca um hotel sofisticado e com boa gastronomia. Próximo ao Centro de Convenções de Natal, é de fácil acesso aos litorais Norte e Sul, aos polos industriais da cidade e à principal rota ao novo aeroporto, na cidade de São Gonçalo. 


Com vista privilegiada para a Praia de Ponta Negra, possui 161 quartos amplos e confortáveis, divididos em quatro categorias: standard, superior, deluxe e master suíte. Todas as unidades são equipadas com TV, ar-condicionado, frigobar, cofre e internet wi-fi gratuita aos hóspedes. Conta também com quartos totalmente adaptados a portadores de necessidades especiais (PNE).


O hotel oferece ainda piscina, fitness center, business center, estacionamento coberto com manobrista, serviço de mensageiros, room service 24 horas, além de quatro salas de eventos com capacidade para acomodar até 200 pessoas e duas salas de apoio. O café da manhã é incluído na diária do hóspede, servido no renomado restaurante Yuru, uma das melhores opções gastronômicas da cidade. 

 

 Av. Engenheiro Roberto Freire, 4.382 - Ponta Negra, Natal

Reservas e informações: (84) 3646-0100 / gtpn.coordenacaoreservas@goldentulip.com.br
Redes sociais: @goldentulipnatal / @yurupontanegra

Site: Golden Tulip Natal Ponta Negra

Festuris Gramado terá Saquê Bar com um dos 108 Sake Samurai do mundo

 

Japão estreia no Festuris com experiência dedicada à bebida milenar; brasileiro Fabio Ota estará à frente da imersão e explica como escolher, servir e harmonizar um bom saquê 



Uma taça de saquê pode contar muito sobre o Japão. O arroz, a água, o clima, as técnicas de fermentação e até as características de cada região produtora ajudam a criar diferentes estilos de uma bebida que atravessou fronteiras e hoje está presente em restaurantes e bares de diferentes partes do mundo.

Em novembro, um pouco desse universo chegará a Gramado (RS). Pela primeira vez em 38 edições, o Japão participará do Festuris – Feira Internacional de Turismo de Gramado, em uma experiência que pretende aproximar os visitantes não apenas do destino, mas também de sua cultura e gastronomia. O país estará no Espaço Luxury, onde terá um ambiente próprio e, entre as atrações, um Saquê Bar.

Quem ajudará a conduzir essa viagem pela bebida será o Sake Samurai brasileiro Fabio Kenji Ota, fundador da Mega Sake e um dos principais especialistas no assunto no Brasil. Neto de japoneses, Ota conheceu o Japão com 13 anos e já retornou ao país cerca de 30 vezes. Em 2023, recebeu em Kyoto o título de Sake Samurai, distinção concedida a pessoas que contribuem para difundir a cultura do saquê no mundo.

A relação entre os brasileiros e a bebida, no entanto, começou muitas décadas antes. O saquê chegou ao país junto com a cultura trazida pela imigração japonesa, iniciada oficialmente em 1908. Na década de 1930 foi criada em Campinas, no interior de São Paulo, a empresa que daria origem à primeira produção comercial de saquê no Brasil. 

 

Crédito da Foto: Keiny Andrade

 

 

Quase um século depois, o cenário mudou. O saquê deixou de ocupar apenas as mesas de restaurantes japoneses e passou a aparecer em cartas de bebidas, menus de harmonização e casas de alta gastronomia. A empresa fundada por Ota atende hoje mais de 500 bares e restaurantes.

Essa conexão entre destino, cultura e gastronomia também está por trás da estreia japonesa no Festuris. Para a CEO da Rossi & Zorzanello e idealizadora do Festuris, Marta Rossi, o viajante de alto padrão vem buscando experiências cada vez mais autênticas e conectadas à cultura local.

“Existe uma mudança na forma como o viajante de alto padrão escolhe seus destinos. Hoje ele busca acesso à cultura, à gastronomia e a experiências que dificilmente poderiam ser reproduzidas em outro lugar. A estreia do Japão no Festuris traduz muito desse movimento: é um destino que reúne tradição e uma identidade muito própria, e queremos aproximar o nosso público desse universo”, afirma a CEO. 

Em Gramado, a proposta é que o Japão comece a ser descoberto justamente por uma dessas experiências: uma bebida profundamente ligada à história, aos hábitos e à cultura do país.

O 38º Festuris será realizado de 12 a 15 de novembro de 2026, no Serra Park, em Gramado. Considerado um dos principais encontros de negócios turísticos das Américas, o evento reúne destinos, marcas, profissionais e experiências ligadas ao turismo nacional e internacional. As inscrições estão abertas e podem ser feitas pelo site oficial: festurisgramado.com

Mas, afinal, como escolher um bom saquê? A bebida deve ser tomada quente ou gelada? E por que ela combina com muito mais do que a gastronomia japonesa? Fabio Ota responde essas e outras curiosidades e conta o que o público poderá encontrar na experiência que será apresentada em Gramado. 

1 - Para quem ainda conhece pouco o saquê, o que é importante saber sobre a bebida? 

Primeiro, não deve se preocupar se ainda não conhece muito. O aprendizado é um caminho, da mesma forma como aprendemos a tomar vinho. Aliás, a melhor forma de beber e aproveitar saquês de qualidade é usar taça de vinho, que todo restaurante ou consumidor já tem. O saquê é a bebida alcoólica que tem a maior quantidade de umami. Ele é o quinto gosto, ainda pouco conhecido no Ocidente. Conhecemos bem o doce, o salgado, o azedo e o amargo, mas o umami, que é esse gosto que motiva as pessoas a comerem e beberem mais, ainda é um mistério por aqui. 

Por possuir muito umami, quatro vezes mais do que o vinho ou a cerveja, o saquê é a bebida que mais combina com comida – qualquer tipo, não só a japonesa. Saquê vai bem com pizza, com churrasco, queijo, com tudo.

Outra coisa que pouca gente sabe é que a bebida deve ser guardada na geladeira e, infelizmente, são poucos os importadores que trazem os saquês refrigerados do Japão. Especialmente pela distância e pelo tempo que demora, na Mega Sake utilizamos containers a -5°C e depósito refrigerado, o que mantém a qualidade da bebida.

 

2 - Como escolher um bom saquê e quais harmonizações com a gastronomia você considera mais interessantes?

Em primeiro lugar é preciso se atentar para a logística. Como o saquê é uma bebida que deve ser mantida refrigerada, comprar da estante à temperatura ambiente já não é bom. Mas também não significa que, só por estar em geladeira, o saquê foi importado refrigerado. Caso não tenha sido, o dano já está feito. Não que ele estrague completamente, mas os aromas e o sabor são afetados, e a percepção de álcool aumenta na boca e no nariz.

Aliás, os saquês que mais sofrem com falta de refrigeração são os mais caros, que têm o arroz mais polido e, portanto, necessitam de muito mais matéria-prima para se produzir o conteúdo de uma garrafa. Além de o maior polimento já não significar melhor qualidade, também são mais frágeis.

Em 2025, abri, em São Paulo, o restaurante Miyabi, que já vem sendo reconhecido por diversos prêmios e é uma casa de culinária kaiseki (a alta gastronomia sazonal do Japão) com harmonização de saquês. 

No Japão e no Miyabi cada prato é testado com diversos saquês, a diversas temperaturas e, muitas vezes, com taças, copos diferentes e infusões. Então, reluto muito em divulgar uma harmonização que sempre dê certo. Já tivemos que trocar o saquê escolhido porque a origem do atum ou da vieira, naquela semana, foi diferente – uma vieira canadense não tem o mesmo sabor e consistência da vieira japonesa, por exemplo.

Mas posso dizer que alguns saquês ficam incríveis com queijos brasileiros (claro que, com alguns deles, já que a variedade é enorme). E, como dica, a melhor harmonização do saquê ocorre dentro da boca, ou seja, não é só comer, engolir e depois beber. Nós sempre recomendamos que coloquemos um pouco de comida e um pouco de saquê ao mesmo tempo na boca. Isso sim é uma harmonização de fato.

 

3 - Do que o saquê é feito? Qual o seu teor alcoólico e temperatura ideal para tomar? 

O saquê é um fermentado, como o vinho, embora seu processo de produção seja bem mais complexo – considerando que o arroz, de que ele é feito, não possui açúcar como a uva. Então você primeiro tem que cozinhar o arroz e fazer com que o amido contido no grão vire açúcar, para que possa produzir álcool. 

Muita gente acaba achando que o saquê é uma bebida destilada ou com um grau alcoólico alto, talvez por o terem experimentado pela primeira vez numa caipirinha. E a caipirinha, tradicionalmente feita de cachaça, também tem variações com vodca ou saquê. Desses três, o único que é fermentado é o saquê, mas pode ficar a impressão para o público de que ele é um destilado ou tem um grau alcoólico alto como a cachaça ou a vodca. A verdade é que o saquê tem um grau alcoólico entre 13% e 16%, ou seja, muito parecido com o vinho, embora também existam saquês com grau alcoólico abaixo de 10%. 

O saquê é, provavelmente, a bebida mais versátil do mundo, já que pode ser tomado a, literalmente, qualquer temperatura, inclusive super quente, a cerca de 60°C. No Japão há bares que só servem saquê quente, embora esse não seja um costume tão difundido em países mais quentes. 

Gosto muito de tomar saquê em temperatura de vinho branco leve, a cerca de 10°C. Se o saquê tiver sido importado e mantido refrigerado, ele vai manter seus aromas e, então, será melhor apreciado numa taça de vinho.

 

4- O Japão estará pela primeira vez no Espaço Luxury do Festuris. O que o público pode esperar da sua participação e da experiência que será apresentada em Gramado? 

Eu tenho viajado de três a quatro vezes ao ano para o Japão nos últimos dez anos e sempre apostei que todo o mundo iria querer visitar o país com frequência. Afinal, quem não quer conhecer um país com uma cultura e atrações fantásticas, gastronomia e hospitalidade incríveis e que ao mesmo tempo é super seguro, amigável e, mais recentemente, acessível? Mas, tendo conhecido alguns dos melhores hotéis do Japão, de férias com a família, posso dizer também que o turismo de luxo por lá é ainda mais surpreendente, menos expansivo e espalhafatoso do que em outros mercados, mas extremamente elegante, detalhista e com um nível cultural e de serviço inigualável. 

Então, o que o turista brasileiro está descobrindo – e se apaixonando – no Japão hoje é apenas uma pequena amostra do que o mercado de turismo por lá pode oferecer, com o destaque da hospitalidade e da gastronomia de alto luxo. 

Ou seja, nossa participação no Espaço Luxury é resultado dessa percepção do público, e tem por objetivo mostrar que estamos somente começando. E basta ver que quem já foi uma vez para o Japão geralmente já está planejando a próxima viagem para lá. E quem já bebeu saquê japonês sempre deixa um espaço na adega ou na geladeira para algumas garrafas desta bebida maravilhosa.

A ideia é apresentar o quão rico é o universo do saquê e quanto ele pode ser um dos muitos aspectos de uma viagem fantástica ao Japão.

5 - O que significa o título de Sake Samurai?

É o título mais importante dado pelos produtores de saquê do Japão às pessoas que trabalham para divulgar a bebida e a cultura japonesa no mundo. É um título reconhecido pelo governo japonês e, atualmente, são 108 Sake Samurais em todo o mundo, entre japoneses e estrangeiros.

Mais do que um reconhecimento pelo trabalho já feito, é um compromisso para continuar e ampliar a divulgação dessa bebida milenar e da cultura japonesa nos mercados em que atuam.

Parque do Avestruz promove Oktoberfest com chopp à vontade, culinária alemã e música ao vivo

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