terça-feira, 9 de junho de 2026

DiamondMall prepara roteiro gastronômico para o Dia dos Namorados



                  

No Dia dos Namorados, a celebração a dois ganha novos significados à mesa. Entre menus criados especialmente para a ocasião, harmonizações selecionadas e experiências pensadas para compartilhar, restaurantes do DiamondMall apostam na gastronomia como protagonista da noite de 12 de junho. Do requinte da alta culinária às propostas mais descontraídas, o shopping reúne opções para diferentes estilos de casal, todas com um elemento em comum: transformar o jantar em uma experiência memorável.  

Confira algumas opções de boa gastronomia, ambiente acolhedor e serviço atencioso:   

  

Lagar Tragaluz  


O tradicional Lagar Tragaluz apresenta um menu fechado com entrada para compartilhar, prato principal individual e sobremesa, em uma proposta que combina sofisticação e aconchego.



Entre as opções de entrada, estão a Panelinha de Cogumelos e o Atum com stracciatella e cítricos; nos principais, o casal poderá escolher entre Beef Wellington, Risoto de Moranga com camarões ou Polvo à Lagareiro; para encerrar, Pavlova ou Mousse de Chocolate.  

Serviço: prazo para reservas: até o dia 11/06. Onde reservar: entrar em contato com o restaurante Instagram: @lagartragaluz, horários disponíveis: dois turnos, das 19h às 21h e das 21h à 0h. Valores: A mesa R$ 704.00 o casal com “Wellcome drink” e jantar em 4 tempos. 

  

Pobre Juan  


Referência em parrilla argentina, o Pobre Juan preparou um menu exclusivo para a data, pensado para casais que buscam uma experiência marcada por cortes especiais e acompanhamentos clássicos.


A noite começa com a Salada Dracena, segue com a escolha entre o Bife do Assador com purê de batata tartufato e farofa de pistache ou o Salmão com risoto de limão siciliano, e termina com Churros de Doce de Leite.  


Serviço:  Prazo para reservas: Até o dia 12/06. Onde reservar: pelo App Multi Instagram: @restaurantepobrejuan. Horários disponíveis: Jantares em dois horários, às 19h e às 21h. Valores: Menu completo para o casal – R$ 525 (2 entradas, 2 principais + 2 sobremesas) | Menu para Casal + 1 garrafa Vinho Mevi Pinot Noir – R$ 748 | Menu Casal + 1 garrafa de Cava Don Raman – R$ 724 

  

Su Belo Horizonte  


No Su Belo Horizonte, o cardápio da casa, que celebra ingredientes regionais em preparos de alta gastronomia, será mantido, com sugestões especiais de harmonização em vinhos, espumantes e saquês para a data. Entre os clássicos do menu, uma seleção refinada de combinados, como sashimis e niguiris, além de pratos preparados com ingredientes de alta qualidade a exemplo do Tartare Su, feito com atum, salmão, molho de gergelim, nori e shisso.  


Serviço: prazo para reservas: pelo App Multi e podem ser realizadas até o dia 10/06. Onde reservar: via link disponível na bio do Instagram do restaurante. Instagram @subelohorizonte. Horário de funcionamento: das 12h às 22h. Valores: As opções do cardápio possuem valores entre R$ 50,00 e R$ 280,00. 

  

Zucco Cucina BH  


O Zucco Cucina BH manterá seu cardápio tradicional para o Dia dos Namorados, oferecendo aos casais uma vantagem especial: ao pedir um prato principal (massa, carne ou peixe), o buffet de saladas e antepastos será cortesia da casa. Além das opções clássicas, o público poderá conferir uma sugestão exclusiva elaborada pelo chef para a data.  


Serviço: prazo para reservas: até o dia 12/06. Onde reservar: pelo App Multi. Instagram: @zuccocucinabh. Horário de funcionamento: Das 12h às 23h. Valores: os pratos variam de R$ 99 a R$ 199. 

  

 Outback Steakhouse  


Com proposta mais descontraída para a comemoração, o Outback destaca o Fondue Outback como opção para compartilhar a dois. O destaque é o Fondue de Queijo, que chega com uma nova receita, preparada com uma combinação de White Cheddar, Mussarela, Prato, Emmental, Gruyère e Danbo. A experiência inclui acompanhamentos como camarões empanados, cubos de Ribs On The Barbie, frango empanado suculento, Filet Mignon e as tradicionais Boomerang Potatoes. Já o Fondue de Chocolate ganhou uma nova proposta, com chocolate amargo servido ao lado de morangos, uvas, mini marshmallows, mini cookies com gotas de chocolate e trufas de Havanna Thunde.  


Serviço: Onde reservar / Informações: pelo App Multi. Instagram: @outbackbrasil Horário de funcionamento: Das 12h às 23h. Valores: Fondue de Queijo – R$ 159,90 | Fondue de Chocolate – R$ 99,90 | Combo Fondue Outback – R$ 224,90 

 

 

Prepare a viola: inscrições para o Festival Viola Caipira de São Lourenço abrem dia 20 de maio

 


 

Contagem regressiva para o 3º Festival Viola Caipira – O Som das Minas Gerais, que será realizado entre os dias 9 e 12 de julho de 2026, na Praça João Lage, em São Lourenço, no Sul de Minas. O evento chega à terceira edição consolidado no calendário cultural da cidade e promete reunir artistas, moradores e turistas em torno da música raiz e da valorização da cultura mineira.

O 3º Festival Viola Caipira – O Som das Minas Gerais tem patrocínio da Cemig, por meio da Lei Estadual de Incentivo à Cultura de Minas Gerais / Descentra Cultura, conta com apoio do IEPHA, Prefeitura Municipal de São Lourenço, Secretaria de Turismo e Cultura, Carrossel e Villela Campos. É realizado pelo Governo de Minas e pela empresa Realiza Minas. A Cemig é a maior incentivadora da cultura no estado de Minas Gerais.

O apoio do Governo de Minas e da Cemig reforça o compromisso com a valorização da cultura popular, incentivando iniciativas que preservam as tradições mineiras e fortalecem os artistas da música raiz em diferentes regiões do estado.

As inscrições estarão abertas de 20 de maio de 2026 até 25 de junho de 2026, às 23h59, e deverão ser realizadas exclusivamente pela internet, por meio do endereço: realizaminas.com.br/festivalviolacaipira/. A participação é gratuita e destinada a duplas interessadas em mostrar talento e manter viva a tradição da viola caipira. A lista dos selecionados será divulgada no dia 29 de junho de 2026.

Criado com o objetivo de promover a cultura musical da viola caipira, o festival busca resgatar, preservar e difundir saberes, linguagens e expressões ligadas a esse importante patrimônio imaterial de Minas Gerais. A proposta é fortalecer a identidade cultural do estado e abrir espaço para novos intérpretes e instrumentistas do gênero.

Cada participante poderá inscrever até duas músicas, desde que estejam inseridas no cancioneiro raiz da viola caipira, no formato de dupla. As apresentações poderão ocorrer em duas formações: viola caipira, violão, voz 1 e voz 2, ou duas violas caipiras, voz 1 e voz 2. Serão avaliados critérios como afinação, desempenho instrumental, interpretação no estilo da viola caipira e entrosamento da dupla.


As fases eliminatórias serão realizadas nos dias 10 e 11 de julho de 2026, em São Lourenço (MG), na Praça João Lage, Centro. Já a grande final acontecerá no dia 12 de julho de 2026. Ao todo, o festival distribuirá R$16.500,00 em premiação, além de troféus aos finalistas.

O primeiro lugar receberá R$7 mil, seguido de R$4 mil para o segundo colocado, R$3 mil para o terceiro, R$1,5 mil para o quarto lugar e R$1 mil para o quinto colocado. A premiação reforça o incentivo aos artistas e o compromisso do festival com a valorização da música de raiz.


Um dos grandes diferenciais desta edição será o apoio oferecido às duplas classificadas. A Comissão Organizadora disponibilizará hospedagem em apartamento duplo, com café da manhã no hotel e uma refeição (jantar), em hotéis credenciados da cidade de São Lourenço.


As 30 duplas classificadas para participação no festival receberão uma diária de hospedagem cortesia, em apartamento duplo, com café da manhã e jantar inclusos. Já as cinco duplas classificadas na eliminatória do dia 10 de julho terão direito a duas diárias de hospedagem, entre os dias 10 e 12 de julho. As cinco duplas classificadas na eliminatória do dia 11 de julho terão direito a duas diárias, entre os dias 11 e 13 de julho de 2026.

Os hotéis e pousadas serão definidos exclusivamente pela Comissão Organizadora, não cabendo aos participantes solicitar alteração de hospedagem, categoria de acomodação ou substituição do benefício concedido.

De acordo com a diretora da Realiza Minas, Rebecca Geyerhahn Cortês, a terceira edição demonstra a força e a continuidade do projeto cultural em São Lourenço.


“Chegar ao terceiro ano consecutivo mostra que o Festival de Viola Caipira já se tornou uma tradição da cidade. A cada edição percebemos o carinho do público e o interesse crescente dos artistas. Queremos novamente ver a praça cheia, com famílias emocionadas e celebrando esse patrimônio tão importante para Minas Gerais”, destaca.

Rebecca ressalta ainda que o festival também impulsiona o turismo e a economia local. Segundo ela, a expectativa é receber visitantes de diversas cidades, movimentando hotéis, restaurantes, comércio e gerando emprego e renda para a população durante os dias de evento.

“Com apoio do Governo de Minas e patrocínio da Cemig, o festival também se consolida como importante ferramenta de desenvolvimento cultural, turístico e econômico para o Sul de Minas, ampliando o acesso da população às manifestações tradicionais da cultura mineira.”

Além da competição musical, a programação contará com shows culturais, apresentações de orquestras de violeiros, praça de alimentação com comidas típicas mineiras e de boteco, além de atividades ligadas à cultura da viola e à valorização das tradições mineiras.

A Cemig é a maior incentivadora da cultura em Minas Gerais e uma das maiores do país. Ao longo de sua história, a empresa reforça o seu compromisso em apoiar as expressões artísticas existentes no estado, de maneira a abraçar e acolher a cultura mineira em toda a sua diversidade.

Os projetos e atrações patrocinados pela Cemig têm o objetivo de beneficiar o maior número de pessoas, nas diferentes regiões do estado, promovendo a democratização do acesso às práticas culturais. Ao investir, incentivar e impulsionar o crescimento do setor cultural em Minas Gerais, a Cemig contribui para dar vida à arte, refletindo o posicionamento da companhia em ser uma indutora do desenvolvimento social e econômico de Minas Gerais.

Programação Oficial

09 de julho (quinta-feira)
19h – Abertura e lançamento do projeto cultural – Show Amigos da Viola
20h30 – Show Jhonny Vianna e Orquestra
24h – Encerramento

10 de julho (sexta-feira)
17h – Show de abertura Amigos da Viola
18h30 – Show Orquestra de Violeiros 7 Colinas
20h – Início do julgamento / 15 duplas
22h – Show Violeiros da Terra
24h – Encerramento

11 de julho (sábado)
17h – Show Banda Mamão Papaia
19h – Show Orquestra de Viola Aquinense
20h – 2º dia do Festival / Julgamento de 15 duplas
22h – Show Chico Lobo e banda
24h – Encerramento

12 de julho (domingo)
17h – Show Amigos da Viola
18h – Show Orquestra de Violeiros de São Lourenço
20h – Grande Final e premiação
21h30 – Show A Divina Viola
Encerramento

Informações e inscrições
 Consulte o regulamento completo e faça sua inscrição em:
 realizaminas.com.br/festivalviolacaipira/

 

Conceição do Mato Dentro realiza dois fóruns reforça que diversificação econômica não é pauta de amanhã

 




Quando uma cidade realiza dois fóruns sobre diversificação econômica com apenas seis meses de intervalo entre eles, o recado é claro: o futuro não é um assunto para depois. É Conceição do Mato Dentro, cidade situada na única cordilheira do Brasil, dizendo em voz alta que chegou a hora de agir.







O 2º Fórum Regional de Diversificação Econômica, realizado no dia 2 de junho de 2026, com as inscrições esgotadas antes mesmo do evento começar, reuniu palestrantes internacionais, especialistas em turismo e inovação, representantes do poder público municipal e estadual, lideranças empresariais, empreendedores, pesquisadores e sociedade civil em torno de uma convicção compartilhada: olhar para o território não apenas como espaço geográfico, mas como um conjunto de ativos capazes de impulsionar novos ciclos de desenvolvimento econômico.


 


A 2ª edição do FRDE | CMD reuniu 200 participantes, 30 municípios de 4 estados, com presença internacional da UNESCO e mais de 100 representações institucionais. Dos total, 123 pessoas eram de Conceição do Mato Dentro. O evento alcançou 98% de aprovação, com 85,7% dos presentes reconhecendo fortalecimento da governança e 83,7% apontando geração de conexões estratégicas.

 

Otacílio Mattos, prefeito de Conceição do Mato Dentro, se diz feliz pela realização do Fórum e parabeniza a ACE pela iniciativa. “O fórum é um espaço fundamental para discutir novas ideias, gerar oportunidades e construir caminhos que reduzam nossa dependência da mineração. Essa é uma responsabilidade que deve envolver o poder público, a iniciativa privada e toda a sociedade. Em Conceição, estamos apostando no turismo, na inovação e no desenvolvimento rural como pilares para um futuro mais sustentável e diversificado.”

 

O 2º FRDE | CMD também abriu espaço para valorizar quem transforma cultura, tradição, criatividade e empreendedorismo em oportunidades para o território. Foram 12 expositores locais com produtos, experiências e iniciativas que representam a diversidade econômica e cultural da região, fortalecendo a conexão entre turismo, economia criativa, produção artesanal e desenvolvimento territorial.

 




Um território que tem tudo e está aprendendo a se enxergar - A Cordilheira do Espinhaço, com 1 bilhão e 700 milhões de anos, memória que atravessou continentes e hemisférios, foi apresentada não apenas como paisagem ou ativo ambiental, mas como identidade, estratégia e produto. A Reserva da Biosfera reconhecida pela UNESCO, existe há mais de duas décadas, mas ainda é pouco conhecida e pouco ativada como ferramenta de desenvolvimento. O fórum colocou isso na mesa: como transformar esse patrimônio extraordinário em desenvolvimento real para quem vive o território?

 

Bárbara Botega, ex-secretária de Estado de Cultura e Turismo de Minas Gerais, foi direta na palestra magna: "O município que não entender que a diversificação econômica passa necessariamente pelo turismo está muito errado estrategicamente. A Cordilheira do Espinhaço é natureza, é desenvolvimento sustentável, é identidade, é um ativo, é um produto. A gente não pode ter vergonha de falar que é produto." Ela defendeu que reconhecer os produtos do território é o primeiro passo para apresentá-los ao mundo.

 

A abertura deu o tom do que viria. Amarildo Pereira, presidente do Instituto Fórum e idealizador do FRDE | MG, foi direto ao ponto: "O Fórum não é um evento — é um projeto que tem um evento dentro dele. Não viemos apresentar soluções prontas. Viemos ajudar vocês a trazer visões externas, entender o que já está dando certo e pensar alternativas para melhorar."

 

Carolina Alvarenga, presidente da ACE/CDL de Conceição, reforçou o sentimento coletivo que tomou conta do evento: "A gente está com a faca e o queijo na mão. Conceição tem potencial, tem inúmeras vocações, tem turismo, tem capital natural, tem gastronomia, tem pessoas dispostas a fazer acontecer. O que precisa agora é construir isso de forma articulada."

 

Mariana Santos, presidente da Câmara da Mulher Empreendedora Eloás, trouxe a perspectiva de quem acompanha a pauta de mineração desde 2018. "Quando comecei, não existia essa discussão. Hoje, olhar para o que debatemos ao longo deste dia é perceber uma evolução real. Diversificar não é pensar no momento em que acabou, não é pensar lá na frente. É pensar agora. O que que a gente pode fazer no momento para prosperar e construir uma cidade mais rica de cultura, de turismo, de ideias, de troca de experiências."

 

Karol Amorim, gerente de Relacionamento e Engajamento Social da Anglo American, trouxe uma reflexão de recém moradora de Conceição: "Quando a gente encontra, dentro do trabalho e no lugar onde vive, essas conexões, isso é uma força, é uma potência muito grande. Ninguém faz nada sozinho. É construir junto, é pensar no futuro. Eu moro aqui. Não sou daqui, mas moro aqui. E quero muito ver esse lugar cada vez melhor. Se eu puder contribuir, e posso, tenho a obrigação de fazer isso."

 

O turismo como sobrevivência fiscal — e muito mais - A pauta da reforma tributária e seus efeitos diretos nos municípios, trouxe uma relfexão da real importância do turismo. O setor gera emprego de forma democrática, barata e transversal. Inclui jovens, egressos de programas sociais e pessoas com baixa escolaridade.


Qualifica cidades. Financia a conservação da natureza e do patrimônio cultural. E, talvez mais importante, constrói a marca do território — aquela percepção de valor que faz alguém pagar mais pelo queijo, pelo mel, pelo vinho, pelo pão de queijo, só porque sabe de onde vem.

 

Gustavo Meijon, secretário municipal de Turismo, com 27 anos dedicados à região, a maior parte deles como empreendedor do setor receptivo, foi enfático: "Quem faz as coisas acontecerem são as pessoas. E as pessoas precisam investir, acreditar, ganhar, perder. O turismo não é feito pelo poder público — é feito pelo empreendedor, pela comunidade organizada, pelos distritos que assumem o protagonismo." Ele apresentou o programa Turismo em Ação, que está estruturando os principais distritos turísticos do município com planejamento integrado, produto comercial próprio e acesso a crédito subsidiado — para que o morador local seja o primeiro a se beneficiar do desenvolvimento, não o último.

 

Inovação, universidade e o ecossistema que está nascendo - À tarde, a pauta girou em torno de uma pergunta que parece simples e não é: o que Conceição não está vendo ainda? A resposta veio em várias camadas. Economia criativa — não só artesanato, mas os treze segmentos que vão de patrimônio cultural a software, de gastronomia a design. Distritos criativos que transformam bairros e comunidades em polos de produção e identidade. Turismo de base comunitária, onde a comunidade é protagonista e não coadjuvante. Turismo científico, aproveitando a presença da Reserva da Biosfera e o novo campus da UFVJM.

 

A mensagem que chegou a todos foi: inovação não é uma coisa extraordinária e complexa. É uma ideia que resolve um problema. É melhoria contínua. É escuta ativa. É construção coletiva.

 

O fórum funcionou — e todo mundo percebeu -Ao final do dia, havia um sentimento que não precisava ser declarado em voz alta para ser percebido: o projeto “colou”. Poder público, setor privado, empreendedores, pesquisadores, representantes de municípios vizinhos — todos saíram com a percepção de que algo concreto estava sendo construído: o nível do debate, o engajamento, os encaminhamentos práticos e as concexões e parcerias que começaram a se desenhar ao longo do dia.

 

Não foi um dia sem tensões. Foram apontadas contradições, limitações, problemas mal resolvidos. Mas esse é exatamente o papel do Fórum — que desde a sua concepção não veio trazer soluções prontas, mas provocar uma reflexão coletiva sobre os caminhos que os municípios pretendem seguir nas próximas décadas. 

 


O que vem depois? A síntese estratégica do evento já apontou os próximos passos: um relatório consolidando os aprendizados do dia, um modelo de governança com participação de poder público, iniciativa privada, academia e sociedade civil, mapeamento da oferta turística e do perfil empreendedor local, inventário de práticas inovadoras e, como horizonte, a criação de um laboratório de economia criativa voltado ao desenvolvimento territorial.

 

E já há um spoiler no ar: a terceira edição está em planejamento. 

 

Seis meses entre um fórum e outro não é intervalo curto — é ritmo. É o sinal de que Conceição do Mato Dentro entendeu que falar sobre o futuro não é tarefa de uma vez por ano. É uma prática, uma postura, uma decisão coletiva de não deixar para amanhã o que pode, e precisa, começar hoje.

 O 2º Fórum Regional de Diversificação Econômica | Edição Municipal Conceição do Mato Dentro foi realizado pela ACE/CDL de Conceição do Mato Dentro e pela Câmara da Mulher Empreendedora Eloás, com correalização do Instituto Fórum, patrocínio da Anglo American e da Prefeitura Municipal de Conceição do Mato Dentro. 

 As empresas Geoflora Connect, MM Advocacia Minerária, Pousada Alto do Baú, Petronas | Postos Tijucal, Viação Serro e Bureau Consultivo patrocinam esta edição como Vozes do Território. O evento conta ainda com apoio institucional da Federaminas, Invest Minas e Governo de Minas Gerais.  



Musical ‘ELZA’ mostra a trajetória de Elza Soares

 



Visto por mais de 100 mil espectadores, a montagem, que teve a aprovação irrestrita da homenageada, volta à capital mineira. O musical é vencedor do PRÊMIO BIBI FERREIRA nas categorias: Melhor Musical Brasileiro, Melhor Atriz em Musicais, Melhor Direção em Musicais, Melhor Arranjo Original em Musicais e Melhor Roteiro Original em Musicais. Também é vencedor do PRÊMIO SHELL de Melhor Música. Do PRÊMIO REVERÊNCIA nas categorias Melhor Espetáculo, Melhor Direção, Melhor Autor e Especial – Arranjos. Vencedor do PRÊMIO APCA de Melhor Dramaturgia. E vencedor do PRÊMIO CESGRANRIO nas categorias Melhor Direção e Categoria Especial – Elenco

 


A trajetória de Elza Soares é sinônimo de resistência e reinvenção. As múltiplas facetas apresentadas ao longo de sua majestosa carreira foram o ponto de partida para o musical “Elza”, que estreou em julho de 2018 no Rio de Janeiro e já passou por 16 cidades, sendo visto por mais de 100 mil pessoas.  


Agora, após imenso sucesso popular e a aprovação irrestrita da homenageada, as atrizes Janamô, Josy.Anne, Júlia Sanchez, Julia Tizumba, Sara Chaves, Sara Hana e a atriz convidada Naruna Costa sobem ao palco do Sesc Palladium, em Belo Horizonte, para celebrar a memória de Elza Soares. As apresentações acontecem nos dias 27 e 28 de junho, sábado, às 20h e domingo, às 17h. Após a apresentação de domingo, haverá bate-papo com o elenco. 

 

Em cena, as atrizes se dividem ao viver Elza Soares em suas mais diversas fases e interpretam outros personagens, como os familiares e amigos da cantora, além de personalidades marcantes, como Ary Barroso (1903-1964), apresentador do programa onde se apresentou pela primeira vez, e Garrincha (1933-1983), que protagonizou com ela um notório relacionamento.

Naruna Costa teve sua estreia na temporada de 2025, interpretando papel de destaque no espetáculo, consagrando sua trajetória como atriz, cantora, diretora artística e diretora musical. Naruna é vencedora do prêmio Shell 2024 na categoria de Melhor Diretora Musical. Ao longo de sua carreira, já foi indicada e ganhou diversos prêmios como o de Melhor Diretora no Prêmio APCA e Aplauso Brasil e Melhor Atriz nos prêmios CPT e APCA e VI FBCI Festival Brasileiro de Cinema Internacional. 

Com texto de Vinícius Calderoni e direção de Duda Maia, o espetáculo tem a direção musical de Larissa Luz. Além disso, o maestro Letieres Leite (in memoriam), da Orquestra Rumpilezz, foi o responsável pelos novos arranjos para clássicos do repertório da cantora, tais como LamaO Meu GuriA Carne e Se Acaso Você Chegasse. A idealização e produção artistica do projeto é de Andrea Alves. 

Ainda que muitos dos conhecidos episódios da vida da homenageada estejam no palco, a estrutura de Elza foge do formato convencional das biografias musicais. Se os personagens podem ser vividos por várias atrizes ao mesmo tempo, a estrutura do texto também não é necessariamente cronológica. Da mesma forma que músicas recentes (A Mulher do Fim do Mundo, a emblemática A Carne e Maria da Vila Matilde) se embaralham aos sucessos das mais de seis décadas de carreira da cantora, como Se Acaso Você ChegasseLamaMalandroLata D’Água e Cadeira Vazia.

Marcada por uma série de tragédias pessoais – a morte dos filhos e de Garrincha, a violência doméstica e a intolerância –, a jornada de Elza é contada com alegria. 

A Elza me disse: sou muito alegre, viva, debochada. Não vai me fazer um musical triste, tem que ter alegria. Isso foi ótimo, achei importante fazer o espetáculo a partir deste encontro, pois assim me deu base para saber como Elza se via e como ela gostaria de ser retratada”, conta Vinicius Calderoni, que leu e assistiu a infindáveis entrevistas que a cantora deu ao longo da vida e também pesquisou a obra de pensadoras negras, como Angela Davis e Conceição Evaristo, cujos fragmentos de textos aparecem na peça.

O espetáculo foi desenvolvido ao longo de um período em que Elza se encontra no auge de uma carreira marcada por reviravoltas e renascimentos. Ao lançar seus últimos dois discos, A Mulher do Fim do Mundo (2015) e Deus é Mulher (2018), a cantora não somente ampliou ainda mais seu repertório e sua base de fãs, como conquistou, mais uma vez, a crítica internacional, e se consolidou como uma das principais vozes da mulher negra brasileira.

Vinícius Calderoni, autor do texto, chama a atenção para a coletividade presente em todo o processo de criação da montagem. Após ter escrito as primeiras páginas, ele começou a frequentar os ensaios e estabeleceu um rico intercâmbio com Duda Maia e as sete atrizes. ‘Hoje poderia dizer que elas são coautoras e colaboradoras do texto. São sete atrizes negras e múltiplas, como a Elza é. Diante da responsabilidade enorme, eu estabeleci limites de fala para mim, por exemplo, em relação a alguns temas. Limitei a minha voz e disse que não escreveria nada, queria os relatos delas e as opiniões. Pedi a colaboração delas, das experiências vividas por uma mulher negra. Do mesmo jeito que a Duda propôs muitas coisas, as atrizes também tiveram este espaço’, conta o dramaturgo.

Tal processo colaborativo se estendeu para a música, com a participação ativa das atrizes e das musicistas nos ensaios com os diretores musicais, e o maestro Letieres Leite, que liderou algumas oficinas com o grupo no período dos ensaios. O processo gerou ainda duas canções inéditas que estão na peça: Ogum, de Pedro Luís, e Rap da Vila Vintém, de Larissa Luz.


A estreia de Elza marca o encontro, a convite de Andréa Alves,  da dramaturgia de Vinícius Calderoni com a direção de Duda Maia, dois nomes que se destacaram no recente panorama teatral brasileiro. Pela direção de Auê (2016), estrelado pela Cia. Barca dos Corações Partidos, ela conquistou os prêmios Shell, Cesgranrio e Botequim Cultural de Melhor Direção, além dos prêmios APTR e Cesgranrio de Melhor Espetáculo e o Bibi Ferreira de Melhor Musical Nacional. Enquanto isso, Vinicius já ganhou o Prêmio Shell de Melhor Autor por Ãrrã (2015), o APCA por Os Arqueólogos (2016) e coleciona outras indicações e troféus por espetáculos da companhia Empório de Teatro Sortido, que lidera ao lado de Rafael Gomes.

Em paralelo à carreira de escritor, Vinícius é também ator e músico – ele integra a banda 5 a Seco e tem dois discos lançados. A experiência musical foi determinante no processo de criação do texto. Já Duda trouxe todo o seu trabalho corporal para o desenvolvimento da linguagem da encenação.

A sintonia entre Duda e Larissa Luz foi determinada por uma característica fundamental: a escuta e a participação das intérpretes. ‘Foi um processo de ensaios muito vivo, em que partimos do princípio que a voz não é nossa, é das atrizes. Fizemos este trabalho para elas e a partir de propostas delas também. Precisamos olhar para o grupo, para a troca’, conta Duda, ressaltando que tudo só foi possível graças à parceria com a Sarau. 

Nos últimos anos, a Sarau foi responsável por montagens tais como As Centenárias, Nossa História com Chico Buarque, Azira´i, A Hora da Estrela ou O Canto de Macabéa, Jacksons do Pandeiro, Gonzagão – A Lenda, Ópera do Malandro, Auê e Suassuna – O Auto do Reino do Sol, da Cia. Barca dos Corações Partido e Gota D’Água [a seco]. Sempre comprometida com a cultura nacional em seus mais variados aspectos, a produtora também assina a direção do Festival TOCA que trouxe a canção brasileira para o centro da discussão, através de shows gratuitos, oficinas e debates.

FICHA TÉCNICA :

Direção: Duda Maia/ Texto: Vinícius Calderoni/ Direção musical e arranjos vocais: Larissa Luz / Arranjos: Letieres Leite/ Idealização e Direção de Produção: Andréa Alves/ Diretora de projetos: Leila Maria Moreno/ Elenco: Janamô, Josy.Anne, Júlia Sanchez, Julia Tizumba, Sara Chaves, Sara HanaAtriz convidada: Naruna Costa/ Musicistas: Lorena Martins, Ana MaGa, Marfa Kurakina e Cris Ariel/Diretora Assistente: Ana Carbatti/ / Produção musical e codireção musical: Danillo Panda/ Design de Som: Gabriel D’Angelo/ Cenário: André Cortez / Figurinos: Kika Lopes e Rocio Moure / Iluminação: Renato Machado / Visagismo: Uirandê de Holanda / Coordenadora de produção: Hannah Jacques/ Produtor Executivo: Cissa Moreira/ Assessoria de imprensa em Belo Horizonte: Luz Comunicação - Jozane Faleiro 


Musical ‘Elza’

Classificação etária: 14 anos.   Duração: 150 minutos - 2h30 sem intervalo.


Data: 27 e 28 de junho - sábado, às 20h e domingo, às 17h (bate-papo com o elenco, após a apresentação de domingo)

Local: Grande Teatro – Sesc Palladium - Rua Rio de Janeiro, 1046, Belo Horizonte - Minas Gerais

 

Ingressos: 

Venda:  https://bileto.sympla.com.br/event/121683/d/390015?utm_term=musical%2Cmusical%2Cmusical

 Informações: (31) 3270-8100

 Lei Rouanet

Patrocínio: Laranjinha Itaú 

Correalização: SESC Serviço social do Comércio 

Realização: Sarau Cultura Brasileira 

Ministério da Cultura, Governo do Brasil – Do Lado do Povo Brasileiro

Travel Next Minas 2026 supera 90% da área comercializada

 

 

Travel Next Minas 2025  (foto Anderson Gradischer)

A cerca de três meses de sua realização, a Travel Next Minas 2026 já ultrapassa a marca de 90% da área comercializada, consolidando um desempenho superior ao registrado no mesmo período da edição anterior. O resultado reforça o crescimento da feira e a ampliação do interesse do mercado turístico nacional em participar de um dos principais encontros de negócios do setor no Brasil.

Travel Next Minaas será no Expominas

O avanço na comercialização também reflete o aumento no número de empresas expositoras confirmadas para a edição de 2026, fortalecendo a diversidade de segmentos representados no evento — que reúne destinos, operadoras, hotelaria, cruzeiros, tecnologia, mobilidade, experiências de luxo e diferentes nichos do turismo.


Com o cenário positivo, a organização da feira também anuncia uma novidade para este ano: no dia 12 de agosto, a abertura da Travel Next Minas será realizada às 11h para expositores, autoridades convidadas e imprensa. Para os demais públicos, o acesso ao evento será liberado a partir das 13h.


A Travel Next Minas 2026 será realizada nos dias 12 e 13 de agosto, no Expominas, em Belo Horizonte , reunindo os principais players do turismo nacional em uma programação voltada à geração de negócios, capacitação e integração do setor. 

             


Mais informações estão disponíveis no site https://travelnext.com.br/

Com acesso facilitado, Lages em Santa Catarina , ganha espaço entre os destinos de inverno do Sul do Brasil




O inverno de 2026 marca uma mudança importante no turismo da Serra Catarinense. Com os voos diretos entre São Paulo e Lages, iniciados no fim de 2025, a região passa a disputar espaço de forma mais competitiva entre os destinos de inverno mais procurados do Brasil, e não apenas pelos paulistas.


A nova conexão aérea facilita o acesso a viajantes de diferentes origens que fazem escala ou partem de Congonhas, ampliando o alcance da Serra Catarinense para um público nacional cada vez mais em busca de frio de verdade, natureza e experiências autênticas fora dos roteiros convencionais.

A rota entre o Aeroporto de Congonhas (CGH) e o Aeroporto Regional Correia Pinto (EEA) é operada pela Gol com três frequências semanais, às segundas, quartas e sextas-feiras, em um percurso de aproximadamente 1h15.

Maior município de Santa Catarina em extensão territorial, Lages ocupa uma posição estratégica na região serrana, próxima de destinos como São Joaquim e Bom Jardim da Serra. Cercada por montanhas, vales, rios e extensos campos naturais, a cidade se destaca especialmente durante o inverno, quando as temperaturas frequentemente ficam abaixo de zero e as geadas transformam a paisagem. Em alguns anos, o destino também registra episódios de neve, fenômeno raro no Brasil e que atrai visitantes de diversas partes do país. 


A combinação entre clima frio, paisagens naturais e facilidade de acesso também fortalece o turismo rural, segmento que se tornou uma das marcas locais. Por ali, fazendas centenárias abrem suas porteiras para receber visitantes em busca de vivências ligadas à vida no campo, à gastronomia local e à cultura tropeira. 



Um dos exemplos é o Boqueirão Hotel Fazenda, empreendimento que há mais de três décadas transforma a tradição agropecuária da propriedade em uma experiência turística conectada à identidade da serra.



Instalado em uma propriedade de quase 10 milhões de metros quadrados, o hotel integra natureza, atividades rurais, gastronomia serrana e infraestrutura de lazer durante todo o ano. Para a hospedagem, é possível escolher entre as suítes Classic, Lago, Bosque e Cabanas, permitindo atender desde casais em busca de privacidade até famílias que desejam aproveitar a estrutura completa da fazenda.


A programação inclui cavalgadas pelos campos, trilhas ecológicas, caminhadas, observação de aves e pescaria, além de áreas de bem-estar com piscina térmica, ofurô, sauna e espaços com lareira. A estrutura oferece alternativas de lazer tanto para quem deseja aproveitar as atividades ao ar livre quanto para quem prefere momentos de descanso e bem-estar nos dias mais frios.

Sabores que aquecem - A experiência de inverno também passa pela gastronomia no Boqueirão Hotel Fazenda. Em regime de pensão completa, o hotel valoriza os sabores típicos da Serra Catarinense, com destaque para o pinhão e para ingredientes produzidos na própria fazenda, reforçando a conexão entre hospedagem, território e cultura local.


Além disso, um dos diferenciais mais recentes do hotel é a Quinta do Boqueirão, projeto de enoturismo que incorpora o cultivo de cerca de seis mil videiras na própria fazenda e produz rótulos a partir de uvas regionais. A expectativa é escalar a produção nas próximas safras, integrando cultivo, vinificação e consumo no próprio destino, um percurso completo da vinha à taça dentro dos limites da propriedade.


Para mais informações, acesse boqueiraohotelfazenda.com.br

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