quinta-feira, 10 de setembro de 2026

Ópera "Chica da Silva" super espetáculo da história mineira

 



A Fundação Clóvis Salgado (FCS) dá continuidade à sua temporada de óperas ,  apresentando a ópera inédita “Chica da Silva”, um grande espetáculo que remete a uma das principais personagens da história mineira do século 18,  envolvendo 400 pessoas na produção do grande espetáculo, com artistas, músicos, figurinistas, técnicos de som, luzes, maquiadores, entre outros profissionais.

Nos dias 19, 21 e 23 de setembro, no Grande Teatro Cemig Palácio das Artes, a ópera encomendada pela FCS tem música de Guilherme Bernstein e libreto de Marcos Bernstein e Flávia Bessone.

                                       

Maestro André Brant com a Orquestra Sinfônica de Minas Gerais - foto Paulo Lacerda

Participam da montagem os três corpos artísticos da Fundação Clóvis Salgado: Orquestra Sinfônica de Minas Gerais, Coral Lírico de Minas Gerais e Cia de Dança Palácio das Artes. A produção tem direção cênica de Julianna Santos, direção musical e regência do maestro André Brant, coreografia de Regina Advento, figurinos de William Rausch, cenários de André Cortez e iluminação de Wagner Pinto. A direção-geral é de Cláudia Malta, diretora artística da Fundação Clóvis Salgado.

 

Marly Montoni, intérprete de Chica da Silva

A soprano Marly Montoni, uma das mais importantes de sua geração, interpreta o papel-título da ópera, enquanto o tenor Ewandro Stenzowski dá vida ao contratador João Fernandes, companheiro da protagonista em uma intensa e contraditória relação. Grande equipe e elenco se unem para trazer ao público uma nova visão da história de uma personagem já muito retratada: entre a lenda e a figura humana, qual é a real Chica da Silva?

 

Ewandro Stenzowski, intérprete de João Fernandes – foto Lutz Edelhoff

 

Francisca da Silva de Oliveira, a Chica da Silva (ou Xica da Silva), é emblemática personagem do Brasil colonial do Século 18, famosa por sua fulgurante ascensão social. Nascida escravizada, tornou-se uma das mulheres mais ricas e influentes da região de mineração de diamantes em Minas Gerais.

A ópera “Chica da Silva”, afastando-se da ficção, está muito mais próxima do brilhante estudo histórico “Chica da Silva e o Contratador dos Diamantes – O Outro Lado do Mito” (2003), da historiadora Júnia Ferreira Furtado, que separa os fatos reais da visão popular que sempre a pintou como mulher fatal e hipersexualizada.

                               

Grande Teatro Cemig Palacio das Artes


A ópera “Chica da Silva” é realizada pelo Ministério da Cultura, Fundação Clóvis Salgado, Leleu Produções e Eventos e Fox Produções. As atividades da Fundação Clóvis Salgado têm a Cemig como mantenedora, Patrocínio Master do Instituto Cultural Vale e do Grupo Fredizak, Patrocínio Prime do Instituto Unimed-BH e do Instituto AngloGold, Patrocínio Plus da Vivo e correalização da APPA – Cultura & Patrimônio. A ação é viabilizada por meio da Lei Estadual de Incentivo à Cultura e da Lei Federal de Incentivo à Cultura.

 Datas: 19 (sábado), 21 (segunda-feira) e 23 de setembro (quarta-feira)

Horários: 19h no sábado, 20h na segunda e na quarta

Local: Grande Teatro Cemig Palácio das Artes

 (Avenida Afonso Pena, 1537, Centro – Belo Horizonte)

Classificação  Livre

 Ingressos: na plataforma Sympla

Chica nasceu entre 1731 e 1735 no Arraial do Milho Verde (Serro). Ela era filha de Antônio Caetano de Sá, um militar português, com Maria da Costa, uma escravizada.  Em sua juventude, Chica é vendida ao médico Manuel Pires Sardinha, com quem tem seu primeiro filho, Simão Pires Sardinha.

Em 1753, Chica é comprada pelo desembargador João Fernandes de Oliveira, riquíssimo controlador da extração dos diamantes no Tijuco(Diamantina).

  Ele a alforria logo depois. Ainda que a Igreja e as leis coloniais proíbam seu casamento oficial, eles vivem em regime de concubinato estável durante 17 anos. Tiveram 13 filhos, todos reconhecidos pelo pai e portando seu nome, fato raro à época.


Em 1770, João Fernandes volta a Portugal para receber a herança do pai, levando consigo alguns de seus filhos homens, que receberam educação e ocuparam importantes cargos no Reino. Ele deixa para Chica imensa fortuna, uma grande casa (ainda hoje preservada) e numerosos escravizados. Chica utiliza sua riqueza para a educação dos filhos nas melhores escolas europeias e para casar suas filhas com homens brancos da elite local.

 

Ela morre no dia 15 de fevereiro de 1796. Consolidando sua integração à mesma elite branca, ela é enterrada no interior da igreja de São Francisco de Assis, privilégio então reservado às pessoas mais ricas e influentes. Afinal, quem foi, ou quem era, Chica da Silva? Uma rainha excêntrica que dominava seu amante por seus charmes e sensualidade ou uma mulher inteligente que soube utilizar as brechas jurídicas e econômicas do sistema colonial para se emancipar?

 

Um símbolo de rebelião, de liberdade para seu povo ou uma mulher integrada ao sistema, que chegou a possuir 104 escravizados sem libertar nenhum deles em seu testamento? Uma pária rejeitada pela alta sociedade ou uma respeitada dama, membra de fechadas irmandades religiosas como a de São Francisco do Carmo?

Chica da Silva não era uma abolicionista, nem uma simples sedutora, mas um perfeito exemplo de ascensão, em uma sociedade profundamente racista e patriarcal?  É o que a ópera “Chica da Silva” tentará responder, tornando a mulher Chica, agora sim, eterna como os diamantes.

A ópera Chica da Silva, terá pré-estreia dia 12 de setembro, em Diamantina, onde “reinou” Chica da Silva, quando ainda era Arraial do Tijuco (ou Tejuco). O evento será aberto ao público, sendo realizado no centro da cidade histórica.

 
















Encontro da Febtur no Uruguai reúne profissionais de turismo

  

Ponte Américas no horizonte de Canelones, na divisa com a capital Montevidéu


A FEBTUR -Federação Brasileira de Jornalistas e Comunicaodres de Turismo, vai realizar um intercambioentre o Brasil eo uruguai, 33 profissionais que integram a rede de comunicação da entidade participarão do I Encontro Internacional da entidade, que será realizado de 15 a 19 de setembro, em Canelones, distante 50 Km da de Montevidéu.

A realização do Encontro Internacional de Jornalistas e Comunicadores de Turismo, em Canelones, no Uruguai, ganha cada vez mais alcance nacional. Mais de 30 profissionais de comunicação especializados em turismo, representantes de Bahia, Maranhão, Mato Grosso do Sul, Minas Gerais, Pará, Pernambuco, Rio de Janeiro, Rio Grande do Norte, São Paulo e Tocantins, já confirmaram participação no evento, que acontece de 15 a 19 de setembro.

Além de acompanhar a programação e produzir conteúdos para seus próprios veículos, sites e redes sociais, os participantes terão um papel importante na ampliação da divulgação do Encontro por meio da Rede Febtur de Comunicação, compartilhando informações, notícias e conteúdos com jornalistas e comunicadores de outros estados brasileiros.

Montevidéu, Canelones e San José

A iniciativa reforça uma das principais propostas do encontro: aproximar profissionais que atuam na comunicação do turismo e ampliar a circulação de informações sobre destinos, experiências e oportunidades de cooperação entre Brasil e Uruguai.

Durante cinco dias, jornalistas e comunicadores brasileiros terão contato com atrativos, iniciativas e experiências turísticas do Departamento de Canelones e de Montevidéu, além de participarem de momentos de integração e intercâmbio profissional.

OS 15 MELHORES pontos turísticos em Canelones (2026)

Para a Febtur, a presença de profissionais de diferentes regiões brasileiras representa também uma oportunidade de mostrar a diversidade do turismo brasileiro e fortalecer a comunicação especializada como instrumento de promoção dos destinos.

Atlântida – Uruguay Natural – Ministerio de Turismo

A expectativa é que a programação realizada no Uruguai ultrapasse as fronteiras do evento presencial e gere uma ampla rede de conteúdos, conectando Canelones a diferentes públicos e mercados brasileiros por meio dos veículos, redes sociais e canais de comunicação dos participantes.

Duo Serenata canta Andrea Bocelli em espetáculo gratuito no Cine Theatro Brasil

 


Néstor Gurry e Tatá Sympa apresentam em Belo Horizonte o espetáculo ‘Duo Serenata Canta Andrea Bocelli’, uma homenagem a um dos mais reconhecidos tenores da música internacional. A apresentação acontece no dia 30 de setembro, às 20h30, no Grande Teatro do Cine Theatro Brasil Vallourec, com entrada gratuita. O repertório reúne sucessos que marcaram a trajetória de Andrea Bocelli e atravessaram gerações.

                                     

O espetáculo propõe um encontro entre a tradição do canto lírico e a sensibilidade da música popular internacional. A iniciativa tem como proposta aproximar o público da obra de Bocelli em uma experiência que combina interpretação vocal, arranjos orquestrais e diferentes referências musicais. O show ‘Duo Serenata Canta Andrea Bocelli’ é viabilizado por meio da Lei Federal de Incentivo à Cultura (Lei Rouanet), conta com o patrocínio da Geosol e apoio institucional da Light FM.                                                                                                                   


“Andrea Bocelli é um artista que conseguiu levar a emoção do canto lírico para milhões de pessoas e aproximar universos musicais que muitas vezes parecem distantes. Cantar esse repertório é, para nós, uma oportunidade de celebrar essa trajetória e, ao mesmo tempo, compartilhar com o público a emoção que essas canções provocam”, afirma Néstor Gurry.


Para Tatá Sympa, o espetáculo também representa um encontro entre a técnica vocal e a capacidade que a música tem de criar uma conexão direta com o público. “Mais do que interpretar grandes canções, queremos proporcionar uma experiência completa. O repertório de Bocelli tem essa capacidade extraordinária de tocar as pessoas, independentemente de idade ou de conhecimento musical. Estamos preparando uma apresentação para ser vivida, sentida e compartilhada pelo público”, destaca Tatá Sympa.

Cine Theatro Brasil




Duo Serenata -Idealizado pelos próprios Néstor Gurry e Tatá Sympa, o Duo Serenata nasceu da união de dois tenores com trajetórias e referências musicais distintas. No espetáculo dedicado a Bocelli, a dupla revisita clássicos associados à carreira do artista italiano, explorando diferentes nuances de um repertório marcado pelo romantismo, pela dramaticidade e pela potência da voz.


A apresentação contará com uma orquestra formada por 12 músicos, sob regência e direção musical do maestro e arranjador Everson Salazar, responsável também pelos arranjos exclusivos do espetáculo. A formação ganha ainda a participação especial da soprano Valquíria Gomes, integrante do Coral da Orquestra Sinfônica do Estado de São Paulo (OSESP).


A escolha do repertório busca percorrer diferentes momentos da trajetória de Bocelli, valorizando canções que se tornaram conhecidas internacionalmente e que ajudaram a consolidar o tenor como um dos grandes nomes da música contemporânea.


A apresentação integra a programação cultural de Belo Horizonte e será realizada no Cine Theatro Brasil Vallourec, um dos espaços mais emblemáticos da cidade. Os ingressos são gratuitos, com retirada pelo site da Eventim.

Ingressos gratuitos neste link: https://bit.ly/45YDGhN 


City Express by Marriott em Fortaleza avança para início das obras



Fortaleza vai receber a primeira unidade com a bandeira City Express by Marriott no Ceará, empreendimento desenvolvido pela Fábrica de Hotéis, liderada por Tarcysio Malheiros, diretor de expansão da empresa, em parceria com a LC – Luciano Cavalcanti. A previsão é que as obras tenham início ainda em 2026.

Tarcysio-Malheiros 

Localizado próximo ao Centro Dragão do Mar de Arte e Cultura, o projeto vai contar com cerca de 260 apartamentos e investimento estimado em R$ 80 milhões. Com design assinado pelo premiado estúdio de arquitetura DPA, do argentino Daniel Piana, o hotel vai oferecer restaurante, academia, kids club, piscina, rooftop bar e outras comodidades perfeitas para o viajante de negócios e de lazer.


O empreendimento integra o grande plano de expansão da Fábrica de Hotéis com a Marriott International, que prevê 30 hotéis City Express by Marriott no Nordeste ao longo dos próximos 15 anos, com um investimento total de mais de R$ 1 bilhão, e consolida Fortaleza como um dos mercados estratégicos desse crescimento. A união entre Fábrica de Hotéis, LC e Marriott International reforça a confiança no potencial turístico e empresarial de Fortaleza e marca um importante investimento da maior rede hoteleira do mundo no Ceará.

Em dezembro deste ano, a Fábrica de Hotéis vai inaugurar sua primeira unidade City Express by Marriott, localizada no Porto de Suape, em Pernambuco. Além de Fortaleza, as próximas aberturas serão em Porto de Galinhas e Natal. Dentro do segmento midscale acessível, a marca City Express by Marriott oferece uma combinação perfeita de hospitalidade e conveniência, com serviços eficientes, boa localização e um estilo funcional.



Mais informações em: @fabricadehoteis / @cityexpressne

Serra Catarinense troca o frio pela aventura e mostra que tem atrações para o ano inteiro


A Serra Catarinense quer deixar para trás a imagem de um destino procurado apenas nos meses de frio. Conhecida pelas baixas temperaturas, pela possibilidade de neve e pelas paisagens que se transformam no inverno, a região vem revelando um novo potencial turístico: o de um território de experiências que pode ser explorado durante praticamente todo o ano.


Quando o frio intenso diminui, surgem oportunidades para quem busca natureza, aventura, gastronomia, cultura e contato com o meio rural. 


É justamente nesse período que atividades ao ar livre ganham protagonismo e permitem ao visitante conhecer uma Serra Catarinense diferente daquela tradicionalmente apresentada nos cartões-postais de inverno.



Entre as experiências que começam a ganhar espaço estão as cavalgadas de longa duração, que levam turistas por campos, estradas rurais, propriedades e paisagens dominadas por araucárias. Mais do que um simples passeio a cavalo, a atividade proporciona uma imersão no ambiente rural e na cultura dos campos de altitude, aproximando o visitante do modo de vida serrano.

Para os amantes de adrenalina, a região também apresenta possibilidades de turismo de aventura, incluindo o rafting, esporte praticado em equipe que consiste na descida de corredeiras de rios em botes infláveis. A atividade acrescenta ao roteiro serrano uma experiência de aventura que combina natureza, emoção e trabalho coletivo.

As trilhas, caminhadas, cicloturismo, escaladas, cavalgadas e outras atividades de aventura encontram na geografia acidentada da Serra um cenário privilegiado. Cânions, rios, cachoeiras, montanhas e vales oferecem possibilidades para diferentes perfis de visitantes, desde aqueles que procuram contemplação e contato com a natureza até os que preferem experiências mais intensas.



Natureza como protagonista



Destinos como Urubici, Bom Jardim da Serra, São Joaquim, Urupema, Lages, Bom Retiro e outros municípios da região possuem características próprias e ajudam a formar um mosaico turístico que vai muito além da neve.

A Serra do Rio do Rastro, os cânions, os mirantes, as áreas de preservação e os campos de altitude formam um patrimônio natural que pode ser explorado em diferentes épocas. Na primavera e no verão, a paisagem ganha novas cores e as condições climáticas favorecem atividades externas, roteiros fotográficos e experiências de aventura.



É também uma época interessante para descobrir o turismo rural. Hotéis-fazenda, pousadas, propriedades rurais e empreendimentos turísticos abrem as portas para visitantes interessados em conhecer a vida no campo, experimentar produtos coloniais, participar de atividades rurais ou simplesmente desfrutar de alguns dias de tranquilidade em meio às montanhas.



Gastronomia e vinhos de altitude



A experiência serrana também passa pela mesa. Queijos, embutidos, mel, doces, pinhão, produtos coloniais e outros sabores regionais fazem parte de uma gastronomia que ganhou força como atrativo turístico. Além disso, a região abriga cinco produtos com Indicação Geográfica (IG): Frescal de São Joaquim; Queijo Artesanal Serrano; Mel de Melato da Bracatinga; Maçã Fuji de São Joaquim e os Vinhos de Altitude.

Vale reforçar que o enoturismo é outro segmento em expansão. As vinícolas de altitude proporcionam visitas, degustações e experiências relacionadas à produção de vinhos, aproveitando as características climáticas e geográficas da região.

Portanto, a combinação entre vinho, gastronomia e paisagem cria roteiros especialmente interessantes para casais, grupos de amigos e turistas que procuram experiências diferenciadas, sem abrir mão de conforto e boa mesa.

Uma Serra para cada viajante



A diversidade é justamente uma das principais forças da Serra Catarinense. O visitante pode montar uma viagem voltada à aventura, ao descanso, à gastronomia, ao vinho, à cultura ou ao turismo rural, ou combinar várias dessas experiências em uma única viagem. A proposta é ampliar o período de permanência e distribuir o movimento turístico ao longo do ano, reduzindo a dependência da temporada de inverno e fortalecendo a economia dos municípios.

A neve continuará sendo um dos grandes atrativos da Serra Catarinense. Mas não é mais necessário esperar o inverno para descobrir a região. Nos meses de temperaturas mais amenas, a Serra oferece rios para descer, trilhas para percorrer, cavalos para montar, vinícolas para conhecer, fazendas para explorar, sabores para experimentar e paisagens para contemplar.

Para o turista que procura uma viagem diferente, com natureza, aventura e experiências autênticas, a Serra Catarinense está aberta o ano inteiro.

Propriedade compartilhada reduz custo e facilita férias




Comprar um imóvel em um destino turístico costuma envolver uma conta que vai além do preço de aquisição. Condomínio, manutenção, impostos, limpeza e conservação continuam pesando no orçamento mesmo quando a casa ou o apartamento permanece fechado durante boa parte do ano. Para quem pretende usar o imóvel apenas nas férias, a propriedade compartilhada aparece como uma alternativa à compra convencional.

O modelo permite que diferentes pessoas sejam proprietárias de um mesmo imóvel, cada uma com direito de uso durante determinado período. No Brasil, a multipropriedade é regulamentada pela Lei nº 13.777/2018, que estabeleceu o regime de propriedade compartilhada por frações de tempo.



A lógica é diferente a de uma hospedagem tradicional. Em vez de pagar uma diária sempre que viajar, o consumidor adquire uma fração do imóvel e passa a ter direito de utilizá-lo nos períodos previstos em contrato. A modalidade pode ser encontrada em empreendimentos de lazer, resorts e residências voltadas para férias.

A MME Vacation Club, que atua no segmento de férias compartilhadas no litoral alagoano, tem empreendimentos nos modelos de multipropriedade e de direito de uso, como o Ipioca Mar Resort, que está em fase de vendas e tem previsão de entrega para 2030.



O custo é dividido entre os proprietários

Uma das principais vantagens está no valor de entrada. Como o consumidor não precisa comprar uma unidade inteira, o desembolso para ter acesso a um imóvel de férias tende a ser menor. O mesmo princípio vale para despesas relacionadas à propriedade, que são divididas entre os coproprietários conforme as regras do empreendimento.

A economia pode ser relevante para quem não pretende morar no imóvel nem utilizar durante todo o ano. Em uma segunda residência convencional, o proprietário assume sozinho os custos de um patrimônio que pode permanecer vazio por meses. Na multipropriedade, a utilização é compartilhada e os gastos são distribuídos.

A MME aponta justamente a redução do custo de aquisição e a divisão das despesas entre os proprietários como características do modelo. A empresa também destaca que a proposta permite acesso a estruturas de lazer que poderiam exigir um investimento maior caso o imóvel fosse comprado integralmente.

Isso não significa, porém, que a propriedade compartilhada seja isenta de despesas. Condomínio, manutenção, impostos e eventuais custos extraordinários precisam entrar na conta. A vantagem está na divisão desses valores, e não na eliminação deles.

Outro aspecto é que o comprador paga pelo período de uso que efetivamente terá. Para uma família que costuma viajar uma ou duas vezes por ano para o mesmo destino, a conta pode ser diferente daquela de quem mantém uma casa de praia própria durante 12 meses.

Menos preocupação com manutenção

Manter uma casa de férias à distância pode ser trabalhoso. É preciso acompanhar limpeza, pequenos reparos, conservação de equipamentos, contas e preparação do imóvel antes da chegada da família. Em uma propriedade compartilhada administrada profissionalmente, essas tarefas ficam sob responsabilidade da gestão do empreendimento.

No Ipioca Beach Residence, segundo a MME, a empresa administra a operação e a manutenção dos apartamentos. A proposta é que o proprietário não precise cuidar da rotina de uma segunda residência quando estiver longe do imóvel.

A administração também organiza a utilização dos períodos, outro ponto que diferencia o modelo de uma casa de férias convencional. Em vez de manter o imóvel disponível o ano inteiro, cada proprietário possui um calendário de uso definido pelas regras do empreendimento.

Para quem vive em outra cidade ou estado, essa estrutura pode ser especialmente relevante. A distância deixa de significar a necessidade de contratar alguém para verificar o imóvel ou resolver problemas enquanto ele está vazio.

Férias com mais previsibilidade

A possibilidade de programar antecipadamente os períodos de utilização é outro benefício. Em destinos turísticos disputados durante férias escolares, feriados e alta temporada, encontrar hospedagem nas datas desejadas pode representar um custo maior ou exigir planejamento antecipado.

Na propriedade compartilhada, o período de utilização está previsto no contrato ou segue o sistema de reservas estabelecido pelo empreendimento. Isso permite que o proprietário organize as férias com antecedência.

A vantagem, nesse caso, está menos em viajar de forma espontânea e mais em ter uma programação recorrente. Para famílias que costumam viajar todos os anos no mesmo período, a previsibilidade pode ser um dos principais argumentos para optar pelo modelo.

É também nesse ponto que a propriedade compartilhada se aproxima da ideia de uma segunda residência. O proprietário retorna ao mesmo empreendimento ao longo dos anos, mas sem precisar assumir sozinho a compra e a manutenção de toda a unidade.

Estrutura de resort sem comprar o imóvel inteiro

Outro benefício está relacionado à infraestrutura. Empreendimentos de propriedade compartilhada podem estar inseridos em resorts ou condomínios com piscinas, áreas de lazer, espaços para crianças, restaurantes e outros serviços.

A MME trabalha com empreendimentos em Ipioca, em Maceió, incluindo o Ipioca Beach Residence & Resort, já em operação, e o Ipioca Beach Home Collection, em construção. A empresa também mantém o Ipioca Mar Resort All Inclusive, que utiliza o modelo de direito de uso, e não de multipropriedade.

Nesse formato, a propriedade não se resume ao apartamento. O consumidor compra o direito de utilizar a unidade durante determinado período e pode usufruir da estrutura comum do empreendimento, conforme as condições estabelecidas.

Para famílias, isso pode representar uma diferença em relação ao aluguel de uma casa de temporada. Além do espaço privativo, há uma estrutura compartilhada de lazer e serviços.

Possibilidade de conhecer outros destinos

A propriedade compartilhada também pode ser associada a programas de intercâmbio de férias. Os empreendimentos da MME participam de redes internacionais de intercâmbio, como a RCI (Resort Condominiums International), permitindo que os períodos adquiridos sejam utilizados, conforme disponibilidade e regras do programa, em outros destinos.

A possibilidade reduz uma das limitações mais lembradas por quem pensa em comprar uma propriedade de férias: a obrigação de voltar sempre ao mesmo endereço. Com o intercâmbio, a semana ou período disponível pode ser trocado por hospedagem em outro empreendimento participante.

É importante, no entanto, observar que a troca depende da disponibilidade das unidades e das condições estabelecidas pela rede. Não significa que qualquer destino estará disponível na data escolhida.

Ainda assim, para quem gosta de viajar para lugares diferentes, o recurso pode ampliar a utilização da propriedade. O comprador mantém uma base de férias, mas pode eventualmente utilizá-la para conhecer outros destinos.

Para quem o modelo pode fazer sentido

A propriedade compartilhada tende a atender melhor quem já tem o hábito de viajar para um determinado destino e pretende manter essa rotina ao longo dos anos. Também pode interessar a quem deseja uma estrutura de férias própria, mas não quer assumir sozinho os custos de um imóvel que ficará fechado durante parte do ano.

Outro perfil é o de famílias que valorizam previsibilidade. Ter períodos de utilização definidos reduz a necessidade de começar a procurar por hospedagem do zero a cada temporada.

Antes de comprar, entretanto, é necessário comparar o custo da fração com outras alternativas, como aluguel de temporada e compra de um imóvel inteiro. A conta deve incluir o valor de aquisição, condomínio, manutenção, impostos, taxas e o número de dias efetivamente utilizados por ano.

O contrato também merece atenção. É nele que estarão as regras de utilização, reservas, transferência, locação, intercâmbio e divisão das despesas.

A propriedade compartilhada, portanto, não substitui todas as formas de hospedagem. Ela funciona a partir de uma lógica diferente: o consumidor abre mão de parte da flexibilidade em troca de ter uma relação mais permanente com um imóvel de férias, dividir os custos e contar com uma estrutura de gestão.

Para quem a propriedade compartilhada não é indicada

O modelo pode não ser adequado para quem não costuma viajar com frequência, prefere mudar de destino a cada férias ou precisa de liberdade para decidir as datas das viagens de última hora.

Também exige cautela de quem está procurando principalmente rentabilidade financeira. A própria MME afirma que a multipropriedade deve ser entendida como um produto voltado ao lazer, e não como uma aplicação financeira.

Outro perfil que deve avaliar alternativas é o de quem não quer assumir despesas recorrentes ou prefere não ter qualquer compromisso de longo prazo com um empreendimento.

Antes de fechar negócio, vale colocar na ponta do lápis quanto custa a fração, quanto será gasto por ano para mantê-la e quantos dias de uso serão efetivamente aproveitados. Se a utilização for baixa ou incerta, o aluguel de temporada pode oferecer mais flexibilidade.

Mais informações: mmevacationclub.com.br

Projeto Papa Coco transforma descarte de resíduos em referência de sustentabilidade no Ipioca Beach Resort



Uma solução simples, nascida da observação do dia a dia da operação, transformou a forma como o Ipioca Beach Resort lida com um dos resíduos mais comuns em destinos de praia: a casca de coco. 


O Projeto Papa Coco, desenvolvido pela equipe de Alimentos & Bebidas do empreendimento alagoano, tornou-se um case de inovação e sustentabilidade ao unir eficiência operacional, bem-estar dos colaboradores e responsabilidade ambiental.



A iniciativa surgiu a partir de um desafio recorrente: diariamente, centenas de cocos consumidos pelos hóspedes eram descartados em lixeiras convencionais, exigindo grande esforço físico das equipes responsáveis pela coleta. O peso elevado, a mistura com outros resíduos e o alto consumo de sacos plásticos reforçados tornavam a operação mais lenta, onerosa e desconfortável para os colaboradores.

Foi então que a equipe passou a observar o processo de forma mais estratégica. Em vez de apenas buscar uma nova rotina de coleta, decidiu redesenhar toda a operação.

O resultado foi a criação do Papa Coco, um equipamento exclusivo para o descarte das cascas desenvolvido especialmente para o resort. A estrutura conta com comunicação visual educativa e temática, porta para recebimento dos cocos e um tambor interno de 200 litros, que permite o transporte rápido e seguro dos resíduos diretamente para a central de reciclagem e compostagem, sem contato com outros materiais descartados.

"Quando cuidamos do colaborador, reduzimos desperdícios e melhoramos os processos, a sustentabilidade deixa de ser discurso e passa a fazer parte da operação", afirma o gestor de Alimentos & Bebidas do Ipioca Beach Resort, André Ramires dos Santos.



Segundo o gestor, a ideia nasceu da observação da rotina de trabalho. "Muitas vezes a solução está diante dos nossos olhos. Bastou observar como o trabalho era realizado para entendermos que poderíamos melhorar a vida dos colaboradores, economizar recursos e ainda gerar benefícios ambientais".

Os ganhos do projeto vão além da operação. Com a separação adequada das cascas, o resort da MME Hotéis ampliou o reaproveitamento do resíduo orgânico, que segue para compostagem, reduzindo significativamente o volume destinado ao descarte convencional. Paralelamente, houve diminuição na geração de resíduos plásticos e melhoria nas condições ergonômicas dos colaboradores, com redução dos movimentos repetitivos e da sobrecarga durante a coleta.

Outro diferencial é a participação dos próprios hóspedes. Instalado em áreas estratégicas do resort, o Papa Coco convida os visitantes a realizarem o descarte correto das cascas de maneira intuitiva e interativa, fortalecendo a consciência ambiental durante a hospedagem e reforçando o compromisso sustentável do empreendimento.

O impacto do Projeto Papa Coco ultrapassou os limites do resort e ganhou reconhecimento nacional. A ação foi apresentada como case de sucesso durante o 2º Encontro de Gestores de Alimentos & Bebidas da Resorts Brasil, um dos principais encontros do setor de hospitalidade no país, realizado no Grande Hotel São Pedro no último mês de junho. O evento reuniu representantes de resorts associados para promover a troca de experiências e o compartilhamento de boas práticas de gestão. Além de apresentar resultados operacionais, os cases evidenciaram como a colaboração entre os empreendimentos tem se consolidado como uma importante ferramenta para o desenvolvimento do setor.

Para a MME Hotéis, iniciativas como essa demonstram que inovação não depende somente de investimentos tecnológicos, mas de uma cultura voltada para melhoria contínua.



A MME Hotéis é uma rede alagoana com mais de 1.200 unidades hoteleiras sob sua administração. O portfólio inclui os hotéis Acqua Inn, Acqua Prime, Acqua Suítes, Maceió Mar Hotel, além do Ipioca Beach Resort, Maceió Mar Resort All Inclusive e da operação Temporada MME, reforçando seu compromisso em promover a hospitalidade alagoana e valorizar o turismo no estado.

Para mais informações, acesse: mmehoteis.com.br

Ópera "Chica da Silva" super espetáculo da história mineira

  A Fundação Clóvis Salgado (FCS) dá continuidade à sua temporada de óperas ,  apresentando a ópera inédita “Chica da Silva”, um grande esp...