sexta-feira, 9 de outubro de 2026

Parceria entre Emive&Co e Mitra Arquidiocesana prevê segurança e videomonitoramento para igrejas, santuários e capelas

 

 

Imagens sacras, pinturas, esculturas, objetos litúrgicos e elementos arquitetônicos fazem das igrejas mineiras importantes guardiãs da história e da identidade cultural do estado. A preservação desse patrimônio, no entanto, ainda enfrenta desafios. Dados divulgados em 2026 pelo Ministério Público de Minas Gerais (MPMG) apontam que cerca de 700 objetos sacros permanecem desaparecidos de igrejas barrocas de Minas Gerais.

 

Diante desse cenário, a Emive Segurança Eletrônica, empresa do ecossistema Emive&Co, e a Mitra Arquidiocesana de Belo Horizonte firmaram uma parceria para ampliar o acesso de comunidades da Arquidiocese a soluções de segurança eletrônica e videomonitoramento.

 

A iniciativa tem potencial para alcançar cerca de 2 mil espaços ligados à Arquidiocese, entre paróquias, santuários e capelas. A rede reúne locais de relevância religiosa, histórica e cultural para Belo Horizonte, como o Santuário Arquidiocesano São Francisco de Assis, na Pampulha, e o Santuário Arquidiocesano Nossa Senhora de Fátima, na região Centro-Sul da capital.

 

  Santuário Arquidiocesano Nossa Senhora de Fátima

 

Por meio da parceria, esses espaços poderão contar com monitoramento 24 horas e tecnologias para acompanhar áreas internas e externas. Além de auxiliar na prevenção e identificação de ocorrências, os recursos contribuem para a proteção de acervos e para a segurança de fiéis, visitantes e trabalhadores.

 

 

 A aplicação da tecnologia ganha importância diante das características desses locais. Igrejas e santuários podem reunir, em um mesmo ambiente, circulação diária de pessoas, áreas de acesso público e bens de valor histórico, artístico e religioso, alguns preservados há décadas ou séculos.

  

“Proteger uma igreja significa cuidar de muito mais do que uma edificação. Esses espaços guardam obras, símbolos e histórias que atravessam gerações e fazem parte da memória de Minas Gerais. Queremos colocar a tecnologia a serviço dessa preservação, contribuindo para que esse patrimônio continue protegido e acessível às próximas gerações”, afirma André Raeli, CEO da Emive&Co.

 

A parceria também amplia o uso da segurança eletrônica como ferramenta de apoio à preservação do patrimônio cultural. Com maior visibilidade sobre os ambientes e acompanhamento contínuo, a tecnologia pode contribuir para uma atuação mais preventiva e para uma resposta mais rápida diante de situações que coloquem pessoas ou acervos em risco.

 

A Emive&Co é um ecossistema de empresas com atuação nacional em segurança eletrônica, monitoramento, grandes projetos, automação predial, portaria digital, controle de acesso, tecnologia, inteligência artificial e franquias. Suas empresas desenvolvem soluções voltadas à proteção de pessoas, patrimônios e operações de diferentes portes e segmentos.

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