O Aeroporto Internacional de Belo Horizonte completou 42 anos de atividades, e quem ganha o presente é o passageiro. O desenho do Brasil no mapa aéreo do BH Airport está praticamente fechado. Com a inauguração do voo direto para Campo Grande (MS), que decolou dia 1 de abril, às 9h15, o terminal mineiro alcança um marco histórico na aviação nacional e passa a atender a quase todos os destinos domésticos, restando apenas as capitais do Amapá (Macapá) e de Roraima (Boa Vista) para alcançar a totalidade da conectividade nacional a partir de Minas Gerais.
A nova rota será operada pela Azul Linhas Aéreas, com
frequência diária em cada sentido, utilizando aeronaves Embraer 195-E2, com
capacidade para até 136 passageiros, e Airbus A320, com até 174 assentos. A
partida do BH Airport ocorre às 9h15, com chegada prevista às 10h25 na capital
sul-mato-grossense. No trajeto inverso, o voo decola de Campo Grande às 11h05,
pousando no terminal mineiro às 14h15, ampliando as possibilidades de conexão
com dezenas de destinos em todo o Brasil.
“Em um país de dimensões continentais como o Brasil, chegar
a esse patamar de conectividade, estando a apenas duas capitais de atender todo
o país, é resultado de um planejamento consistente e de parcerias estratégicas.
A rota para Campo Grande fortalece Minas Gerais como ponto central de
integração entre as regiões brasileiras, como um elo entre o Sudeste, o
Centro-Oeste, o Norte e o Sul do Brasil, ampliando fluxos turísticos,
corporativos e logísticos”, afirma o diretor de Operações do BH Airport, Rodrigo
Côrtes .
“A inauguração do voo direto para Campo Grande representa
mais um avanço estratégico para a conectividade de Minas Gerais. Essa nova rota
reforça o papel do BH Airport como um dos principais hubs do país, com
crescimento consistente no fluxo de passageiros, ampliação da malha aérea e
fortalecimento do turismo e dos negócios. Mais conectividade significa mais
oportunidades, mais circulação de visitantes, mais dinamismo econômico e mais
desenvolvimento para o estado”, celebra o secretário de Estado de Cultura e
Turismo de Minas Gerais (Secult-MG), Leônidas Oliveira .
“Estamos bem felizes em reconquistar esse voo, que estava em
operação antes da pandemia, e é fundamental para a conexão com Minas Gerais, um
dos principais emissores de turistas para o nosso estado e, claro, também o
inverso, para o mato-grossense poder ir às Minas Gerais. Além de fortalecer o
acesso aéreo e, naturalmente, impulsionar o aumento de fluxo para o nosso
estado, esse voo representa mais uma conexão também para outras localidades”,
comemora o diretor-presidente da Fundtur-MS (Fundação de Turismo de Mato Grosso
do Sul), Bruno Wendling .
“A operação dessa rota fortalece a conectividade entre duas
regiões estratégicas para a Azul. Ao mesmo tempo em que ampliamos o acesso dos
clientes de Campo Grande a um dos nossos principais hubs, com dezenas de opções
de conexões nacionais e internacionais, também aproximamos Minas Gerais de um
importante destino de natureza, negócios e lazer no Centro-Oeste”, afirma a
gerente sênior de Planejamento de Malha da Azul, Beatriz Barbi .
Do Pantanal ao coração de Minas: turismo e negócios em conexão - Capital do Mato Grosso do Sul, Campo Grande é reconhecida como principal porta de entrada para o Pantanal, bioma de relevância mundial e símbolo do turismo de natureza brasileiro. A cidade também se destaca como um centro estratégico do agronegócio nacional, com forte presença nos setores de grãos, pecuária de corte, bioenergia e exportação de alimentos, além de posição geográfica que favorece conexões com outros mercados do Centro-Oeste.
Na outra ponta da rota, a principal porta de entrada para
Minas Gerais, um dos principais atores da cena turística nacional é
caracterizado pela diversidade cultural, gastronômica, paisagística e
patrimonial, além da representatividade na economia plural, com força na
indústria, no agronegócio, na mineração, na inovação e nos serviços. A ligação
direta entre as duas capitais reforça a complementaridade entre turismo,
produção e negócios.
O terminal é hoje o terceiro aeroporto brasileiro em número
de destinos atendidos e o segundo em volume de voos nacionais, conectando Minas
Gerais a todas as regiões do país. Apenas no Pará, a malha doméstica contempla
quatro destinos: Belém, Parauapebas,
Marabá e Santarém, que deverá entrar em operação no mês de setembro. Já na
Bahia, o terminal mineiro tem uma das presenças mais democráticas, com voos
para Salvador, Porto Seguro, Ilhéus, Barreiras, Guanambi, Vitória da Conquista
e a Ilha de Comandatuba.
Com localização estratégica e um dos principais hubs do
país, o BH Airport atende cerca de 70 destinos nacionais e internacionais.
Desde 2014, o aeroporto é administrado por uma concessão, formada pela Motiva,
uma das maiores companhias de concessão de infraestrutura da América Latina, e
por Zurich Airport, operador do Aeroporto de Zurich, o principal hub aéreo da
Suíça e considerado um dos melhores aeroportos do mundo, além da Infraero,
estatal com experiência de mais de 50 anos na gestão de aeroportos no Brasil.
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