terça-feira, 3 de junho de 2025

Bastidores do BH Airport:



Amantes da aviação, spotters (fotógrafos de aeronaves) e estudantes de Ciências Aeronáuticas participaram, no dia 31 de maio, de visita guiada ao BH Airport. O evento foi realizado em parceria com o influenciador Rafael Castro, do perfil no Instagram Papo de Aeroporto, que traz curiosidades e informações de aeroportos de todo o mundo.

Durante a visita, os participantes conheceram os bastidores e a rotina do terminal internacional mineiro, começando pelo Centro de Operações Aeroportuárias, onde profissionais do aeroporto e das companhias aéreas atuam colaborativamente para coordenar operações como posicionamento e estacionamento das aeronaves, portões de embarque, esteiras de bagagem, atualização das informações de voo e movimentação das aeronaves. 



Também estiveram no Centro do Manejo de Fauna, onde conheceram os falcões e o cão Martin, que ajudam no controle de fauna no sítio aeroportuário, dispersando pássaros e outros animais que podem oferecer risco à operação. O grupo ainda visitou a Seção Contra Incêndio, quando puderam vivenciar uma simulação de resgate, visitaram uma aeronave Embraer E195 estacionada no pátio e conheceram de perto as áreas de embarque e desembarque.
O gestor de Operações, Segurança e Experiência do Passageiro do BH Airport, Fabiano Reis, fala sobre a importância de abrir as portas do aeroporto para a comunidade. “O objetivo dessa ação é aproximar o aeroporto da população, principalmente os amantes da aviação que, muitas vezes, sonham em conhecer por dentro a operação. Ações como essas também ajudam a divulgar a complexidade e seriedade do trabalho que realizamos aqui e que envolve milhares de colaboradores, procedimentos e normas para que a operação seja segura e eficiente. É uma alegria receber os visitantes”, afirma.
Embarque Imediato  - Além do tour em parceria com o Papo de Aeroporto, o BH Airport promove diversas visitas guiadas através do programa Embarque Imediato. Essa iniciativa faz parte dos esforços do terminal para fortalecer o relacionamento com a comunidade, oferecendo uma experiência imersiva e educativa que revela os bastidores da aviação comercial. Em 2024 foram realizadas 27 visitas, com cerca de 900 visitantes, divididos entre instituições públicas e privadas de ensino, instituições filantrópicas, associações, empresas e a comunidade aeroportuária. 
Sobre o BH Airport  - Com localização estratégica e um dos principais hubs do país, o BH Airport atende a cerca de 70 destinos nacionais e internacionais. Desde 2014, o aeroporto é administrado por uma concessão, formada pelo Grupo CCR, uma das maiores companhias de concessão de infraestrutura da América Latina, e por Zurich Airport, operador do Aeroporto de Zurich, o principal hub aéreo da Suíça e considerado um dos melhores aeroportos do mundo, além da Infraero, estatal com experiência de mais de 50 anos na gestão de aeroportos no Brasil.  

1ª edição do Summit Sindloc-MG – Tecnologia

 



O Sindicato das Empresas Locadoras de Automóveis do Estado de Minas Gerais realizou o 1ª edição do Summit Sindloc-MG – Tecnologia, no dia 27 de maio, o primeiro Summit Sindloc-MG, que teve como foco em Tecnologia aplicada à gestão das locadoras. Foi um encontro que cumpriu seu propósito: mostrar que a tecnologia está disponível, acessível e passível de investimento para empresas de todos os portes .





O evento teve
 um debate de altíssimo nível com os painelistas Julian Gritsch, Bruno, Bruno Fernandes de Araújo e Caroliny Miranda, que compartilharam seus conhecimento e experiências  com os  associados. O evento do SINDLOC MG teve o apoio da Mônaco Gestão em Documental de Frotas, Golfleet Tecnologia e TOTVS na realização deste projeto.



FESTUR em Ouro Preto consolida roteiros estratégicos e amplia potencial do turismo mineiro

 


O turismo mineiro estará reunido no FESTUR – Festival Internacional de Turismo e Cultura de Ouro Preto chega à sua próxima edição nos dias 04, 05 e 06 de junho de 2025, no Centro de Artes e Convenções da UFOP. reafirmando seu papel como um dos principais encontros de valorização, integração e promoção do turismo e da cultura em Minas Gerais. O evento, que vem se consolidando como uma vitrine de experiências culturais, gastronômicas e de inovação territorial, trará este ano resultados concretos de projetos iniciados em edições anteriores, reforçando o FESTUR como um motor de transformação regional.

O FESTUR 2025 é uma correalização do Convention & Visitors Bureau de Ouro Preto e do Circuito do Ouro,



representados por seu presidente Márcio Abdo de Freitas, e da CM Business Hub,


sob curadoria de Cássia Regina Neves



Destaques da programação: Entre os destaques da programação está a apresentação oficial da Rota Turística Jaguara, idealizada em 2022 em fase embrionária e agora concretizada como roteiro estruturado, envolvendo os municípios de Itabirito, Ouro Preto, Rio Acima, Santa Bárbara e Barão de Cocais. A rota será lançada no Salão de Negócios, com exposição de produtos, roteiros desenvolvidos e o lançamento do áudio book da Rota Jaguara, já se realçando como uma nova fronteira estratégica de turismo integrado no estado.

Outro caso de sucesso que será compartilhado é a Rota Caparaó Mineiro, um exemplo de união e cooperação regional. O projeto nasceu na primeira edição do FESTUR em 2019, envolvendo as cidades de Alto Caparaó, Caparaó, Espera Feliz e Alto Jequitibá, que, ao se organizarem em rede, passaram a apresentar produtos e roteiros conjuntos, alcançando o reconhecimento da Secretaria de Estado de Cultura e Turismo de Minas Gerais (SECULT-MG) como uma região com potencial elevado, intitulada “Acima das Nuvens”. Essa jornada de construção coletiva será apresentada por secretários de turismo das cidades envolvidas, com mediação de Cássia Regina Neves, da CM Business Hub. O Festur receberá ainda o Case de Sucesso “Congonhas, Capital Mineira da Fé: Políticas Públicas para o Turismo Religioso a ser apresentado por Ana Alcântara, Secretária de Turismo e Patrimônio de Congonhas. O evento conta ainda, com o Painel do Projeto Corredores e Rotas com o Tema: Geração de Renda: Economia Criativa e Experiências Turísticas como vetores de Desenvolvimento Sustentável (Vale e GKS).  Já a cidade de Nova Lima trás explora o tema “Observação de Aves como Turismo de Experiências” por Michele Cota – Diretora de Turismo de Nova Lima e Amauri Pimenta, especialista em observação de aves.

Centro de Convenções da UFOP

. Programação robusta:

  • Salão de Negócios com 30 expositores de destinos turísticos relevantes, como: Aiuruoca, Alto Caparaó, Alto Jequitibá, Barão de Cocais, Caparaó, Capitólio, Congonhas, Divinésia, Espera Feliz, Itabirito, Itamonte, Itanhandu,Nova Lima e São João Del Rei apresentando produtos, experiências turísticas e culturais;
  • Participação de circuitos turísticos e municípios mineiros no estande da SECULT-MG;

 

  • Palestra de Thiago Akira, referência nacional em marketing digital aplicado ao turismo
  • Painéis temáticos sobre inovação, integração territorial e sustentabilidade no turismo;
  • Um Circuito Cultural com intervenções artísticas, exposições e mostras culturais das cidades participa.

 

Além de ser um ponto de encontro entre profissionais, gestores e empreendedores do setor, o FESTUR vem se consolidando como um espaço de articulação estratégica para o desenvolvimento territorial, promovendo a integração entre cultura, turismo, gastronomia e identidade mineira. Esta edição marca também um novo momento: a expansão territorial do festival, com articulações para sua realização em outros estados brasileiros, ampliando a projeção do turismo de Minas Gerais no cenário nacional.

O FESTUR 2025 é mais do que um evento: é um movimento vivo de valorização do território, que transforma ideias em rotas, pessoas em protagonistas e regiões em destinos de excelência.

 

Cultura, arte, turismo, gastronomia no Festivale

            


A tradição cultural do Vale do Jequitinhonha estará no Festivale – Festival de Cultura Popular do Vale do Jequitinhonha chega à sua 40ª edição reafirmando sua importância como um dos maiores símbolos de valorização e difusão da cultura popular em Minas Gerais. 


O evento será realizado de 27 de julho a 2 de agosto, em Diamantina, e teve sua edição histórica lançada dia 2 de junho, pelo Governo de Minas, por meio da Secretaria de Estado de Cultura e Turismo, pela Federação das Entidades Culturais e Artísticas do Vale do Jequitinhonha (Fecaje) e pela Prefeitura de Diamantina. 



A cerimônia de apresentação do 40º Festivale, realizada no Palácio da Liberdade, em Belo Horizonte, foi conduzida pelo poeta e apresentador Gonzaga Medeiros, teve apresentação do coral da Associação dos Magistrados Mineiros (Amagis) e reuniu representantes das entidades culturais do Vale do Jequitinhonha. 

O Festivale levará ao público apresentações musicais, cortejos de grupos de cultura popular, noites literárias, feira de artesanato, mostra de teatro, exibição de documentário, lançamento de livros, oficinas e debates, além de mais uma edição do Festival da Canção. A programação, gratuita e diversa, será disponibilizada no perfil da Fecaje no Instagram.  

“O Festivale é um patrimônio vivo da cultura mineira. Celebrar esta edição tão especial é reafirmar o compromisso do Governo de Minas com a valorização dos artistas e das culturas populares que fazem do Vale do Jequitinhonha um celeiro de memória, criatividade e resistência.



O Vale pulsa arte e o Festivale é o grande palco onde essa riqueza se revela”, afirma o secretário de Estado de Cultura e Turismo de Minas Gerais, Leônidas de Oliveira. 

A maior parte das atividades será realizada em praças públicas e espaços culturais de Diamantina, democratizando o acesso à arte e promovendo o encontro entre tradição e contemporaneidade. Mais do que um festival, o Festivale é um ato de afirmação cultural, um espaço onde o povo do Jequitinhonha reconhece e compartilha sua identidade. Neste marco da 40ª edição, a festa se torna ainda mais simbólica. 

“Receber esse festival tão emblemático é, acima de tudo, reconhecer o valor da nossa história, da nossa gente e das expressões artísticas que tornam o Vale do Jequitinhonha um território único.

  fotos: Leo Bicalho


Diamantina se orgulha de ser palco dessa celebração que emociona, transforma e fortalece a identidade cultural do nosso estado”, ressalta o prefeito de Diamantina, Geferson Burgarelli. 

Segundo o diretor executivo da Fecaje, Renato Paranhos, “o Festivale é uma construção fundamental para o Vale do Jequitinhonha, que é o Vale da cultura, Vale da arte. Hoje foi um dia muito importante, o lançamento no Palácio da Liberdade é um ato de pertencimento aos espaços”. 

Celebrando a cultura do Vale - O Festivale será realizado em Diamantina pela segunda vez em sua história. A edição de 2025 comemora quatro décadas de tradição, arte, memória e pertencimento, reafirmando o papel fundamental do evento na perpetuação das manifestações culturais do Vale do Jequitinhonha.

Ao longo dos anos, o Festivale construiu sua trajetória em formato itinerante, passando por dezenas de cidades do Vale, como Pedra Azul, Itaobim, Araçuaí, Salinas, Serro, Jequitinhonha, Grão Mogol, entre outras. Em cada edição, o festival fortalece a economia criativa, fomenta o turismo cultural e gera trabalho e renda para centenas de artistas, artesãos e profissionais da região.



Mercado Municipal em Diamantina











            


segunda-feira, 2 de junho de 2025

Lunetas para observar a capital mineira

 

Os turistas que passeiam pela  capital mineira já podem apreciar a cidade com as lunetas. A Prefeitura de Belo Horizonte concluiu a restauração de oito lunetas de observação turística em dois importantes pontos da capital mineira: seis equipamentos localizados na orla da Pampulha e dois na Rua Sapucaí, no Centro da cidade, em parceria com a Superintendência de Desenvolvimento da Capital (Sudecap). A ação faz parte do projeto de reestruturação da infraestrutura turística da capital, conduzido pela Belotur. 



As lunetas, de uso gratuito, passaram por um processo completo de manutenção, que incluiu a retirada, troca de peças, revisão dos elementos óticos, limpeza, pintura e reinstalação das etiquetas com indicações dos atrativos turísticos visíveis em cada ponto. Com isso, os equipamentos voltam a oferecer aos frequentadores uma nova e mais qualificada perspectiva da paisagem, enriquecendo a experiência de turistas e moradores. 


Instaladas em locais estratégicos, como o Conjunto Moderno da Pampulha — Patrimônio Cultural da Humanidade pela Unesco — e a Rua Sapucaí, conhecida pela vista privilegiada do Centro de Belo Horizonte e dos murais de arte urbana, as lunetas possibilitam uma observação terrestre interativa, com lentes antirreflexivas de alta qualidade e foco pré-ajustado, o que facilita o uso por pessoas de todas as idades. Os equipamentos giram nos sentidos vertical e horizontal e contam com etiquetas explicativas sobre os atrativos visíveis, incentivando a descoberta e valorização do patrimônio cultural da cidade.


Para a presidente da Belotur, Bárbara Menucci, a restauração das lunetas reforça a intenção de tornar a experiência turística em Belo Horizonte mais acessível, sensível e conectada com o que a cidade tem de mais autêntico. “As lunetas são convites para ver a cidade com outros olhos — com mais encantamento, curiosidade e pertencimento. São equipamentos democráticos, que transformam a relação das pessoas com o espaço público e com o patrimônio cultural da capital”, destaca. 

Além de ampliar a oferta turística, a presença das lunetas reforça o sentimento de pertencimento e o cuidado com os espaços públicos. Nesse sentido, a Prefeitura de Belo Horizonte faz um apelo à população para que contribua com a preservação desses equipamentos, que são bens públicos e de uso coletivo. O respeito e a conservação das lunetas são fundamentais para que mais pessoas possam vivenciar essa experiência e se conectar com a cidade de forma sensível e divertida. 

As lunetas contam ainda com materiais resistentes à água, vento e demais intempéries, garantindo durabilidade e segurança para o uso ao ar livre. A iniciativa integra um conjunto de ações voltadas para a valorização do turismo urbano, da paisagem cultural e do patrimônio de Belo Horizonte. 

Ações na região da Pampulha  -  Um dos principais cartões-postais de Belo Horizonte, o Conjunto Moderno da Pampulha é um dos destinos mais promovidos pela Belotur em ações voltadas à divulgação turística da cidade. O local está presente em press trips, famtours, feiras do setor e materiais institucionais, sendo referência recorrente nas estratégias de comercialização das principais operadoras e agências de viagem que atuam com o destino BH.

Em 2025, a Prefeitura de Belo Horizonte concluiu a revitalização de 69 placas do Sistema de Sinalização Turística Interpretativa do Conjunto Urbanístico e Arquitetônico da Pampulha. As sinalizações oferecem informações sobre os principais atrativos da região — como a Igreja São Francisco de Assis, o Museu de Arte da Pampulha (MAP), o Iate Clube e a Casa do Baile —, além de indicarem distâncias entre pontos de interesse, esculturas e obras de arte ao longo do percurso, qualificando a experiência dos visitantes.

A Pampulha também integra o roteiro dos tours gratuitos oferecidos pela Belotur, que apresentam a cidade de maneira leve, acessível e culturalmente enriquecedora. Um dos circuitos contempla visitas a locais emblemáticos da região, como a Igreja São Francisco de Assis, a Casa Kubitschek e a Casa do Baile. A programação das próximas edições está disponível no Portal Belo Horizonte.

Confira a localização das lunetas
Rua Sapucaí

Os equipamentos estão próximos aos números 193 e 303

Pampulha

Mirante Santa Rosa (Pôr do sol). Av. Otacílio Negrão De Lima, 445 - São Luiz 
Mirante São Luís. Av. Otacílio Negrão de Lima, 1.840 - Pampulha
Mirante Bandeirantes. Av. Otacílio Negrão de Lima, 4.200 - Pampulha
Mirante do Grande Hotel (península). Av. Otacílio Negrão de Lima, 15.000 - Pampulha
Mirante Vertedouro. Av. Otacílio Negrão de Lima, 17.946 - Pampulha
Mirante do Biguá. Av. Otacílio Negrão de Lima, 15.564 – Pampulha



domingo, 1 de junho de 2025

Nísia Floresta, Terra do Camarão: roteiro gastronômico no litoral sul potiguar



Com paisagens naturais que encantam e uma vocação para acolher bem, Nísia Floresta, a apenas 45 km de Natal, vem se consolidando como um dos principais destinos turísticos do Rio Grande do Norte. Dona de praias paradisíacas, lagoas tranquilas e um rico patrimônio histórico, a cidade também se destaca por outro atrativo irresistível: a gastronomia. Não por acaso, ganhou o apelido carinhoso de Terra do Camarão, celebrando um dos ingredientes mais amados da culinária local.

Ao explorar Nísia Floresta, o visitante encontra uma variedade de restaurantes que transformam o simples ato de comer em uma experiência completa. Seja à beira-mar, nas margens de lagoas cristalinas ou no centro da cidade, os sabores potiguares ganham vida em pratos criativos e repletos de identidade. Abaixo, conheça alguns dos estabelecimentos que fazem da gastronomia de Nísia Floresta um verdadeiro patrimônio cultural.



Praia de Tabatinga: sabores com vista para o mar - A charmosa Tabatinga é palco de experiências gastronômicas marcantes. No restaurante Sua Praia, o destaque é o cardápio diverso, com mais de 20 petiscos, massas, carnes e frutos do mar — com especialidades como o “Paellero do Mar” e o tradicional Peixe Vermelho servido com feijão verde, pirão e batata frita. Com capacidade para 400 pessoas, o local oferece estrutura completa de frente para o mar.

Logo adiante, o Bistrô Palawan eleva o paladar com uma cozinha autoral que mescla Brasil, Tailândia e Índia em pratos coloridos e sofisticados. Aberto também para day use, o Palawan convida hóspedes e visitantes a saborear drinks e petiscos envoltos pela brisa de Tabatinga.

No Mirante do Mar, além da vista panorâmica e ambiente familiar, o carro-chefe é a Muqueca da Praia — combinação de peixe, camarão e pirão — servida em clima de descontração. Ideal para famílias, o espaço conta com parquinho infantil, redes e possibilidade de reservas para momentos mais exclusivos.



Outro destaque é o Pimenta com Sal, que oferece uma proposta de gastronomia afetiva. Intimista e acolhedor, o restaurante serve pratos elaborados com ingredientes frescos e muito cuidado, como se cada garfada fosse um abraço de quem se ama. Funciona de quinta a domingo, com almoço e jantar.



Praia de Camurupim e centro: tradição e sabor potiguar -  Na movimentada Praia de Camurupim, o Caranguejo do Olavo conquistou fama pelos frutos do mar frescos e ambiente animado. Sob comando de Rogério Nunes e Karla Valéria (a “Karla de Olavo”), o restaurante se tornou referência por pratos como o Camarão na Taça com molho especial da casa, além da Moqueca Mista e o caranguejo tradicional. O espaço também oferece música ao vivo e clima familiar.

No coração da cidade, o Camarão do Olavo dá continuidade à tradição com pratos que fazem jus ao título de Terra do Camarão. Um dos favoritos é o camarão empanado na farinha Panco com molho à base de coentro — combinação que encanta turistas e moradores.


Lagoa de Arituba: gastronomia e lazer em harmonia - Às margens da belíssima Lagoa de Arituba, o Gosto da Terra proporciona uma experiência única com seu “cardápio vivo”, no qual o cliente escolhe o peixe ou crustáceo in natura antes do preparo. Caranguejo no coco, camarão à milanesa e pastel de banana com chocolate são apenas algumas das delícias oferecidas, com a vantagem de poder saborear tudo após um passeio de pedalinho ou um banho relaxante na lagoa.

Já o Point Arituba é uma barraca com estrutura de redes, espreguiçadeiras e cadeiras sob as sombras das amendoeiras. A comida caseira e os pratos saborosos, aliados ao atendimento simpático, fazem do local um queridinho dos frequentadores. O mega grelhado é um dos preferidos do cardápio, acompanha feijão, arroz, macaxeira ou batata, farofa e salada. Outro prato que tem bastante procura é a moqueca mista de peixe com camarão na panela de barro.

Complexo Camurutaba: experiências completas -Integrando o Complexo Camurutaba, a Pousada Praia das Tartarugas alia hospedagem charmosa à boa mesa. O Complexo engloba dois restaurantes: um na Praia de Camurupim (Complexo Camurutaba Praia) e o outro na Lagoa de Arituba (Complexo Camurutaba Lagoa ). Os espaços oferecem frutos do mar, carnes e drinks autorais, com boa estrutura para os visitantes.

Nísia Floresta é mais que um destino: é um convite ao paladar. Em cada restaurante, a gastronomia regional é celebrada com carinho, criatividade e um compromisso com a qualidade que transforma qualquer refeição em um momento memorável.



Mais informações sobre o destino: www.instagram.com/nisiaconventiobureau


Barco vapor Benjamim Guimarães volta ao “velho Chico”

 


Um marco no resgate da história das Minas e bela Gerais. Hoje a  população de Pirapora e toda Minas Gerais, comemoram o o retorno do retorno do barco a vapor Benjamim Guimarães ao leito do Rio São Francisco, o "velho Chico". A embarcação, a única com máquina a vapor alimentada por lenha ainda existente no mundo, ficou parada por 12 anos e nos últimos cinco permaneceu fora d'água, passando por um processo de restauração.

A solenidade de “reinauguração” do Benjamim Guimarães foi no cais do Velho Chico, dentro das festividades dos 113 anos de emancipação político-administrativa do município preparadas pela Prefeitura de Pirapora.





Embora a reinauguração oficial aconteça agora, o vapor ainda continuará parado por algum tempo. O retorno dos passeios turísticos no Velho Chico deverá ocorrer no segundo semestre, possivelmente em novembro, após vencidas etapas burocráticas. A navegação depende também do volume de água do rio.




O Vapor Benjamim Guimarães passou por uma restauração completa, viabilizada pelo Ministério de Minas e Energia e pela Eletrobras, com verba de federal, no valor de R$ 5,8 milhões, do Programa de Revitalização dos Recursos Hídricos das Bacias Hidrográficas do Rio São Francisco e do Rio Parnaíba. Os serviços foram executados pela empresa Indústria Naval Catarinense (INC).

 Depois de permanecer cinco anos " fora da ´´agua, estacionado em terra, na beira do Rio São Francisco, para a execução dos serviços de reforma, o barco a vapor foi levado novamente dentro do rio São Francisco,  no dia 3 de maio.. Devido ao peso da embarcação, 243 toneladas, a operação para o seu retorno ao leito do Rio São Francisco dependia da elevação do volume do rio. Para isso, foi necessário aumentar a liberação de água no reservatório da Usina Hidrelétrica de Três Marias, de cerca de 200m³/s para 650 m³/s. A ampliação foi solicitada pela prefeitura de Pirapora e pela Eletrobrás à Cemig.


Na operação para colocar o icônico barco a vapor dentro do rio, foram utilizadas boias e máquinas escavadeiras, tudo acompanhado pelos técnicos com muito cuidado. Em seguida, tiveram início os testes de “flutuabilidade” da estrutura.

Durante a revitalização, foi feita a reforma geral do vapor na parte de madeira. Foram ainda instaladas caldeira e chaminé novas, e reestruturadas partes do casco e da casa de máquinas. “O vapor está novo e muito bonito. Um orgulho não só para Pirapora, mas para toda Minas Gerais e o Brasil. Afinal, é o único no mundo ainda movido a caldeira de lenha”, comemora o presidente da Empresa de Turismo de Pirapora (Emutur), Elton Jackson.

“A recuperação do vapor representa muito para Pirapora e para a região, não só culturalmente, mas principalmente como instrumento de incentivo turístico, que mexe bastante com a cadeia econômica da nossa cidade. Depois do próprio Rio São Francisco, o vapor Benjamim Guimarães é um dos nossos principais atrativos turísticos”, avalia. 

A partir da “reinauguração”, informou, a Prefeitura de Pirapora manterá contatos com a Marinha do Brasil para que seja feita uma vistoria visando à liberação dos passeios pelo rio. Também deverá ser mantido contato com o Departamento de Infraestrutura em Transportes Terrestres (Dnit) para a sinalização dos pontos de navegação dentro do leito do rio.

O secretário de Estado de Cultura e Turismo de Minas Gerais, Leônidas de Oliveira, também comemorou a reinauguração da embarcação como um momento histórico. “A entrega do vapor Benjamim Guimarães é um reencontro com a alma do povo mineiro e ribeirinho. Ele carrega memórias, histórias de fé, de luta e de esperança que navegam junto com o Velho Chico. É um patrimônio que não repousa: segue em movimento, como a própria cultura”, afirmou Leônidas.



A Secretaria de Estado de Cultura e Turismo (Secult) divulgou que a recuperação do vapor também contou com a participação do governo de Minas, por meio da pasta e do Instituto Estadual do Patrimônio Histórico e Artístico (Iepha-MG), em parceria com a Prefeitura de Pirapora. “As intervenções contemplaram desde a substituição do casco até a revisão completa do maquinário, passando pela recuperação da chaminé, dos camarotes, da roda de pás e de todos os sistemas que compõem sua estrutura centenária”, descreve a pasta.



HISTÓRIA - O vapor Benjamim Guimarães foi construído em 1913, pelo estaleiro norte-americano James Rees & Sons, e navegou inicialmente pelo Rio Mississipi, no país de origem. Na sequência, veio para o Brasil, onde, por alguns anos, percorreu o Rio Amazonas, sendo transferido para o São Francisco em 1920.

Na segunda metade da década de 1920, a empresa Júlio Guimarães adquiriu a embarcação e a montou no porto de Pirapora, onde recebeu o nome de “Benjamim Guimarães”, uma homenagem ao patriarca da família proprietária da empresa. A partir de então, o vapor passou a fazer contínuas viagens ao longo do Rio São Francisco e em alguns dos seus afluentes.

O Benjamim Guimarães foi tombado pelo Instituto Estadual do Patrimônio Histórico e Artístico de Minas Gerais (Iepha-MG) em 1985. Durante décadas, foi um importante meio de transporte para mercadorias e passageiros, conectando comunidades ribeirinhas e promovendo o comércio e a troca cultural. A cada viagem entre Pirapora e Juazeiro (BA), trecho de 700 quilômetros em que o Rio São Francisco é navegável, ele se tornava um elo entre o passado e o presente, transportando não apenas pessoas, mas também tradições e memórias.

A partir da década de 1980, o Benjamim Guimarães passou a ser usado para passeios turísticos, com ponto de partida e de chegada em Pirapora. Com problemas em sua caldeira e outras avarias, o vapor parou de navegar em 2013. O processo de recuperação ficou muito tempo parado devido à falta de dinheiro. Somente em setembro de 2024 a revitalização foi viabilizada e agilizada Ministério de Minas e Energia e pela Eletrobras.


PESO ECONÔMICO - O retorno do vapor Benjamim Guimarães ao Rio São Francisco representa a expectativa da volta de muitos visitantes a Pirapora e de movimento na economia local, avalia o diretor de Patrimônio Histórico, Artístico e Cultural da Prefeitura de Pirapora, Adélio Brasil Filho.

Ele afirma que a interrupção dos passeios da embarcação acarretou uma perda de 60% no turismo local, prejuízo que o município espera superar com a revitalização do barco. “O vapor tem atrelado a ele a Orquestra Sinfônica Jovem, o turismo de fim de semana, aquele turista que vem para a praia por causa do vapor. É o convite aberto para que as pessoas venham à cidade. Só de falar que vai voltar, a cidade já respira outros ares”, afirma Adélio.

O diretor do Patrimônio Histórico e Cultural de Pirapora salienta que, além da reforma da embarcação, deverão ser feitas obras de melhoria no cais (no píer) junto ao Rio São Francisco para facilitar o acesso dos turistas. Também deverá ser realizada uma capacitação dos integrantes da tripulação do vapor – mestres e pilotos – pela Capitania dos Portos de Minas Gerais. 

Segundo Adélio Brasil Filho, os passeios no Velho Chico só devem ser retomados em novembro. Porém, antes disso, a antiga embarcação vai movimentar o fluxo de turistas na cidade, aposta. “Antes (do passeios), o vapor será aberto à visitação. A orquestra sinfônica já voltará a se apresentar mensalmente”, disse. Os espetáculos da orquestra sinfônica no vapor serão iniciadas neste mês de junho, informou. “Todo o turismo (em Pirapora) é atrelado ao vapor”, conclui Adélio.



Sistema Fecomércio MG, por meio do Sesc e do Senac, apoia o esporte com parceria no setor do Mineirão

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