domingo, 9 de julho de 2023

FESTURIS

 

Festuris participou da 16ª edição da Parada de Luta LGBT+



O Festuris - Feira Internacional de Turismo de Gramado esteve presente na Parada de Luta LGBT+ deste ano, que ocorreu em Porto Alegre, no último final de semana, dia 2, em celebração ao Dia Internacional do Orgulho LGBT+. O evento teve como tema “LGBT`s na Rua, a Luta continua”, além de ter apresentado uma inovação: a Feira e Baile da Diversidade de Porto Alegre, que ocorreu na praça Brigadeiro Sampaio.

A feira trouxe expositores e empreendedores de diversas áreas e segmentos, além de performances de artistas, como o show da cantora Ilse Lampert. O curador e o executivo comercial do espaço LGBT+ do Festuris, Jardel Hay e Dan Hay, participaram da ação representando o Festuris.

O lazer cultural do evento mostrou o que é próprio da comunidade, por meio do artesanato, brechós, gastronomia, literatura e a divulgação de eventos musicais, teatrais e culturais. “Ficamos muito felizes em poder estar representando o Festuris em um evento que trouxe enriquecimento cultural enorme. A Rossi & Zorzanello, realizadora do Festuris, sempre apoiou a diversidade, e a inclusão é um pilar fundamental para a empresa”, destaca o curador Jardel.

O espaço também foi aberto às intervenções das lideranças que lutam por políticas públicas contra os preconceitos, homofobia e transfobia, visando pela inclusão social e direitos humanos em todos os campos, principalmente na integração no trabalho.

O Festuris acontece de 9 a 12 de novembro, em Gramado e as inscrições gratuitas para agentes de viagens, guia de turismo e imprensa estão abertas. O endereço para credenciamento é festurisgramado.com.br. Mais informações nas redes sociais @FesturisGramado.




Dan e Del com um dos cerimonialistas do evento, Vagner de Oliveira
















 

Galeria Yayoi Kusama

O Inhotim, considerado o maior museu a céu aberto do mundo, localizado em Brumadinho, a 60 Km de Belo Horizonte é sensacional misturando a arte contemporânea com a natureza. Cada vez inova com exposições espetaculares.  www.inhotim.org.br A partir do dia 16 de julho, o Instituto Inhotim inaugura sua vigésima galeria permanente, dedicada a Yayoi Kusama (1929). Visitantes podem conhecer duas obras icônicas da artista: I’m Here, But Nothing (2000) e Aftermath of Obliteration of Eternity (2009), que fazem parte do acervo do Inhotim.

Yayoi Kusama é uma das artistas mais influentes da arte contemporânea mundial, reconhecida pela diversidade de formatos e linguagens como suporte de suas obras, no qual se destacam as instalações imersivas que convidam o público a adentrar em um universo que aguça o entendimento em relação ao que é considerado realidade. 


O conceito de auto-obliteração guia a artista a partir de seu desejo em negar a existência individual e unir-se ao infinito, e está presente em suas performances, pinturas, esculturas, instalações, trabalhos literários, filmes e outros trabalhos. 

As obras I’m Here, But Nothing (2000) e Aftermath of Obliteration of Eternity (2009), colocam em questão as noções de permanência e fugacidade, fundindo o individual ao todo e alterando a forma como o espaço é percebido. 



www.inhotim.org.br

Cozinha Mineira é patrimônio cultural imaterial

 


A partir do registro dos sistemas culinários do milho e da mandioca, a cozinha mineira foi declarada patrimônio cultural imaterial de Minas Gerais, no dia 5 de julho, durante a reunião do Conselho Estadual de Patrimônio Cultural (Conep), no Palácio da Liberdade. A deliberação aconteceu na mesma data em que se celebra o Dia da Gastronomia Mineira.

 

Com o objetivo de celebrar e promover os ingredientes, saberes e práticas que constituem a cultura alimentar mineira, o Governo de Minas lançou na ocasião o projeto Cozinha Mineira Patrimônio - Temporada 2023, por meio da Secretaria de Estado de Cultura e Turismo e do Instituto do Patrimônio Histórico e Artístico de Minas Gerais (Iepha-MG).

 

“A proteção, que se deu nesta quarta-feira (5) à cozinha mineira como patrimônio imaterial, continua nessa temporada, a partir da qual nós vamos valorizar e promover a cultura alimentar e gastronômica de Minas Gerais. Isso significa que teremos vários festivais da cozinha mineira espalhados pelo estado, de forma especial no Circuito da Liberdade. Teremos também ações para desenvolver o turismo de base comunitária e, com a Secretaria de Estado de Agricultura, Pecuária e Abastecimento (Seapa), pretendemos proteger e salvaguardar ainda mais a agricultura familiar”, pontuou o secretário de Estado de Cultura e Turismo de Minas Gerais, Leônidas Oliveira. 

Na sequência, ele ressaltou a importância dos povos originários e tradicionais na construção da cozinha mineira. “É sobretudo no povo negro, nos povos indígenas da nossa terra, que nasce a genialidade dessa cozinha. É um dia de celebração imensa para Minas Gerais essa declaração da cozinha mineira como patrimônio imaterial do estado”, completou Oliveira.

 

O Cozinha Mineira Patrimônio contemplará uma série de ações que reforçam a importância da cozinha mineira para a cultura, o turismo e o desenvolvimento econômico e social do estado, enaltecendo a cozinha mineira enquanto patrimônio imaterial.

 

A deliberação sobre o Registro dos Sistemas Culinários da Cozinha Mineira – O Milho e a Mandioca são de grande relevância para o reconhecimento e a valorização de saberes e práticas desenvolvidos pelos povos originários e tradicionais, como as comunidades indígenas e negras. A contribuição desses povos foi essencial para que a mandioca e o milho constituíssem alguns dos pilares que sustentam a cozinha mineira.

                                Reunião do CONEP no Palácio da Liberdade

 

O secretário Leônidas Oliveira sublinha como essa herança dos povos originários e tradicionais permeia a cultura alimentar dos mineiros. “O fubá que é produzido a partir do milho deu origem ao nosso angu e a diversos outros preparos, como broas, bolos e biscoitos. Eduardo Frieiro, no livro  ‘Feijão, angu e couve’ demonstrou como a origem do angu está atrelada à história dos povos de origem africana que contribuíram para construir os hábitos alimentares em Minas Gerais, desde o período da formação do estado. A mandioca, cultivada pelos indígenas, é outro elemento essencial do qual se extrai o polvilho, que é a base do nosso pão de queijo, dos biscoitos, além da própria farinha que é ingrediente do tropeiro. O registro dos Sistemas Culinários da Cozinha Mineira - o Milho e a Mandioca, reverencia, assim, os povos originários e tradicionais, os fazedores de farinha, que desenvolveram os elementos fundantes da nossa cozinha”, reflete o secretário.

 

Primeiro sistema culinário caracterizado pelo Iepha-MG

 

Os saberes ligados ao milho e à mandioca constituem o primeiro sistema culinário a ser identificado pelo Iepha-MG no âmbito das pesquisas sobre a Cozinha Mineira. Essa decisão é fruto de estudos para a compreensão da cultura alimentar do estado, os quais vêm sendo realizados pelo Iepha-MG e parceiros desde 2019.

 

Outra etapa desse trabalho foi a identificação de quase 700 moinhos de milho e casas de farinha de mandioca em Minas Gerais. O cadastro foi viabilizado por meio da ação conjunta entre Iepha-MG, prefeituras, instituições de ensino, comunidades e pesquisadores.

 

O Registro dos Sistemas Culinários da Cozinha Mineira – O Milho e a Mandioca compreende o ato de se alimentar de maneira ampla, ressaltando os valores socioculturais, simbólicos e cosmológicos. Fatores como o plantio, o processamento, a preparação, o consumo são levados em conta junto as características de sociabilidade e ritualística atreladas aos lugares, paisagens, instrumentos, métodos e técnicas que definem os saberes culinários transmitidos ao longo das gerações.

 

Cozinha Mineira Patrimônio - Temporada 2023

 

O projeto Cozinha Mineira Patrimônio visa, assim, à promoção do repertório alimentar e gastronômico mineiro, a partir de ações voltadas ao fomento, à capacitação, à valorização e à divulgação dos sistemas culinários da cozinha mineira enquanto patrimônio cultural imaterial.

 

Além da entrega do dossiê para o Registro dos Sistemas Culinários da Cozinha Mineira – O Milho e a Mandioca, o Iepha-MG realizará a publicação de uma edição dos Cadernos do Patrimônio dedicada ao tema. A divulgação de peça audiovisual sobre o assunto e de material educativo a ser compartilhado nas escolas, bibliotecas e museus também estão previstas.

 

Compõem o trabalho do Iepha-MG: ações de identificação e pesquisa com finalidade de inventário ou registro dos saberes relacionados aos sistemas culinários e agrícolas desenvolvidos pelas comunidades tradicionais mineiras; organização e disponibilização do acervo documental sobre os bens culturais protegidos a nível municipal relacionados aos Sistemas Culinários da Cozinha Mineira para consulta pública; identificação de feiras e circuitos gastronômicos da Cozinha Mineira; organização e divulgação de um calendário que reúna as festividades gastronômicas relacionadas aos sistemas culinários associados ao milho e à mandioca no estado.

 

A articulação com os municípios é outro ponto importante, a partir do estímulo às iniciativas de salvaguarda, tendo em vista a pontuação no programa ICMS Patrimônio Cultural das cidades com bens protegidos no âmbito da Cozinha Mineira. 

 

Capacitações, por meio das Rodadas do Patrimônio Cultural, promovidas pelo Iepha-MG, também deverão contribuir para a formação de gestores sobre a temática da salvaguarda, incentivando a participação dos mais diversos agentes de patrimônio, em especial, os detentores do saber.   

 

A realização de um programa voltado à agricultura familiar, contemplando, por exemplo, comunidades ribeirinhas e quilombolas, é outra ação prevista. Com o nome Agricultura Familiar e Sustentável, o projeto visa preservar as práticas e conhecimentos transmitidos por gerações enquanto também auxilia essas comunidades na geração de renda de maneira sustentável. Esse trabalho será desenvolvido em parceria com a Secretaria de Estado de Agricultura, Pecuária e Abastecimento (Seapa), Empresa de Assistência Técnica e Extensão Rural (Emater) e o Instituto Mineiro de Agropecuária (IMA).

 

Campanhas-Além disso, a valorização da cozinha mineira baseia uma nova campanha do Governo do Estado, concebida para promover o destino Minas Gerais, a partir das “cinco estrelas” da atividade turística em território mineiro: a experiência gastronômica, o turismo de natureza, de aventura, os patrimônios históricos e a arte moderna e contemporânea.

 

Neste sábado (8/07), também haverá a inauguração, no Mercado Central, da estátua em homenagem à Dona Lucinha (1932-2019), responsável por iniciar um movimento de revalorização dos ingredientes tradicionais da cozinha mineira. Reconhecida no país e no exterior, ela foi empresária, professora, escritora e pesquisadora, além de exímia cozinheira, deixando um legado importante e inspirador para gerações de chefs e cozinheiros.

 

Destaque para o tema nas principais feiras de turismo do país é outro objetivo. A cozinha mineira estará atrelada à promoção da Candidatura dos Modos de Fazer o Queijo Minas Artesanal como Patrimônio Imaterial da Unesco, a qual deverá se intensificar até 2024. 

 

Ampla divulgação do selo da Cozinha Mineira Patrimônio, desenvolvido pelo Instituto Periférico, em todas as ações, concursos e eventos que a Associação Brasileira de Bares e Restaurantes (Abrasel) desenvolver no segundo semestre de 2023 também está no radar.

 

O Seminário Internacional da Cozinha Mineira, que será sediado em Tiradentes, em novembro, é outra ação voltada à capacitação e promoção da cozinha mineira contemporânea.

 

A criação do Observatório da Cozinha Mineira é outro destaque. A proposta é estabelecer uma rede de pesquisa, com finalidade de monitorar o desenvolvimento da cozinha mineira através do levantamento de pesquisas, dados, números e elaboração de indicadores. 

 

Press trips, famtours gastronômicos, parceria com influenciadores digitais e chefs da cozinha mineira complementam o conjunto dessas ações. Rodadas de negócios com produtores e agentes para formatação de produtos turísticos deverão acontecer também até o fim de 2023.

 

Coluna Minas Turismo Gerais, Jornalista Sérgio Moreira @sergiomoreira63 Informações para a coluna enviar para sergio51moreira@bol.com.br

 Dona Lucinha eternizada com estatua no Mercado Central

 

Dona Lucinha nasceu na cidade do Serro, teve 11 filhos. Com suas receitas culinárias trouxe para Belo Horizonte o seu conhecimento e fundou o restaurante Dona Lucinha. Para homenagear Dona Lucinha foi inaugurado dia 8 de julho, na entrada do Mercado Central, entre a avenida Augusto de Lima e rua Curitiba, uma escultura de bronze da dona Lucinha. A homenagem imortaliza a imagem da mulher do Serro que dedicou a vida para promover a gastronomia pelo mundo. Ela morreu em 2019.

A cozinheira foi retratada como amava passar a vida: com a colher na mão. "É mexendo um doce que me lembro da minha mãe, ela era apaixonada pela arte de cozinhar e pelo cheiro do tempero natural", lembrou a filha da homenageada, Márcia Nunes. Lucinha foi a fundadora de restaurantes que levam seu nome, localizados em Belo Horizonte e em São Paulo. 

Na inauguração da estátua de dona Lucinha, sua filha Márcia e o artista plástico Léo Santana


Para Márcia a estátua da mãe no mercado eterniza a figura de dona Lucinha, que era apaixonada pela diversidade de temperos comercializados no espaço. "Minha mãe amava o mercado e sua imensidão de aromas e sabores. Tê-la eternizada desse modo é esplendoroso. Além disso, o amigo e artista Léo conseguiu passar a essência do amor que minha mãe tinha pelo mercado e pela gastronomia por meio do olhar, mesmo em bronze o olhar da minha mãe está lá", comentou.




Já o escultor Léo Santana contou que foi fácil imortalizar a mulher que viveu envolvida em meio aos sabores de Minas Gerais uma vez que teve a chance de conhecer dona Lucinha. "Conheci Lucinha, poucas foram as vezes que tive a oportunidade de esculpir uma figura que tive a chance de conhecer. Ela é a minha obra de número 70, mas pelo significado de Lucinha na minha vida, esta escultura é a meu número um", revelou emocionado o artista.  
 

Coluna Minas Turismo Gerais, Jornalista Sérgio Moreira @sergiomoreira63 Informações para a coluna enviar para sergio51moreira@bol.com.br

terça-feira, 4 de julho de 2023

A ExpoCachaça, renomada feira anual chega à sua 32ª edição com uma novidade irresistível: o Minas + Doce


Rosilene Campolina e Márcia Nunes estarão na Expocachaça 


 A ExpoCachaça, renomada feira anual dedicada à valorização da cultura brasileira da cachaça, chega à sua 32ª edição com uma novidade irresistível: o Minas + Doce. Este espaço exclusivo tem como objetivo principal destacar a riqueza cultural e gastronômica da produção de doces em Minas Gerais, consolidando-se como um marco na tradição da doçaria e confeitaria mineira.


O Minas + Doce foi concebido para preservar e disseminar a essência única dos doces mineiros, em consonância com a famosa frase de Alceu de Amoroso Lima: "Tudo em Minas se faz sem pressa. Fazem-se as coisas para permanecer e não para aparecer...". Sua proposta é proporcionar uma experiência encantadora e duradoura aos visitantes, que poderão se deliciar com uma variedade de sabores autênticos e tradicionais da região.


Este evento, que abrange os setores B2B (Business-to-Business) e B2C (Business-to-Consumer), tem como foco principal a criação de oportunidades de negócios tanto no atacado como no varejo, além de oferecer vendas diretas ao público final. Com isso, o Minas + Doce se destaca como um ambiente propício para a promoção e o estabelecimento de parcerias comerciais entre produtores, distribuidores e consumidores.

https://www.expocachaca.com.br


Um dos principais atrativos do Minas + Doce é o destaque dado às técnicas tradicionais transmitidas de geração em geração. Através do uso do tradicional tacho de cobre, símbolo de excelência e tradição, os produtores de doces em Minas Gerais preservam a autenticidade de suas criações. Além disso, a influência estrangeira na história da doçaria também será evidenciada, mostrando como essas trocas culturais enriqueceram o cenário gastronômico local. Cada doce preparado é um verdadeiro encanto para os sentidos, uma oferenda divina capaz de satisfazer até mesmo os paladares mais exigentes. Helena Bastos, de Nova Lima, mostrará a forte influência inglesa na doçaria regional, com destaque para a quecas e os escones.


Para esta edição, foram criados diversos espaços exclusivos para importantes segmentos da doçaria tradicional, confeitaria e produção de doces, além de contar com a participação de produtores iniciantes, estudantes de gastronomia de Belo Horizonte. O Minas + Doce proporciona uma experiência completa, apresentando uma variedade de doces tradicionais e contemporâneos, premiados, licores e quitandas doces. Entre as marcas presentes, destacam-se a renomada Mistura Melada com doces tradicionais, a Expressar Gourmet (com dois prêmios internacionais), a Florentino Licores (representando os doces líquidos) e doce de leite Vimilk de Perdões/MG. A goiabada Zélia, um dos nossos doces de corte mais tradicionais, também estará presente para o deleite dos visitantes.


No espaço “Rumos da doçaria”, alunos de duas faculdades de gastronomia irão oferecer doces de duas categorias importantes. A “Bem Mineiras” apresentará os doces populares em sua forma tradicional, enquanto a “Cacau Arte” oferecerá novas versões de doces populares que trazem um novo rumo para os doces em Minas Gerais. Congonhas, cidade que representa o melhor da quitandeira do estado traz a Fran Arte, com quitandas doces.


Além disso, o Minas + Doce presta uma emocionante homenagem à Dona Nelsa Trombino, falecida no final de maio, uma figura emblemática que representou com maestria a doçaria mineira e sua tradição. Sua contribuição para a cultura culinária de Minas Gerais será lembrada com carinho e gratidão durante o evento.


A cuidadosa curadoria do Minas + Doce foi realizada pela renomada professora e mestre em gastronomia e sustentabilidade, Rosilene Campolina, em conjunto com a coordenação e produção de Bruno Bethonico. O idealizador e responsável pelo projeto é José Lúcio Mendes, reconhecido promotor de eventos e figura central por trás do sucesso da ExpoCachaça. Sua dedicação em valorizar a cultura gastronômica de Minas Gerais é evidente neste evento que promete encantar e satisfazer os paladares do público.

https://www.expocachaca.com.br/


A ExpoCachaça e o Minas + Doce convidam a todos os apreciadores da gastronomia mineira e amantes de doces a se deliciarem com essa rica e saborosa experiência, que irá encantar os paladares mais exigentes e promover a valorização da cultura e tradição culinária de Minas Gerais.
A ExpoCachaça acontecerá na Serraria Souza Pinto, em Belo Horizonte, entre os dias 6 e 9 de julho. Não perca essa oportunidade única de vivenciar a diversidade e o encanto dos sabores doces de Minas Gerais.

HORÁRIO DOS SHOWS

6 DE JULHO – QUINTA – 18H ÀS 19H – SOM MECÂNICO

6 DE JULHO – QUINTA – 19H ÀS 21H – WEST LAND COUNTRY

6 DE JULHO – QUINTA – 21:30H ÀS 23:30H – LUREX QUEEN TRIBUTE

7 DE JULHO – SEXTA – 18H ÀS 19H – SOM MECÂNICO

7 DE JULHO – SEXTA – 19H ÀS 21H – CREEDENCE COVER

7 DE JULHO – SEXTA – 21:30H ÀS 23:30H – PUTZ GRILLA

8 DE JULHO – SÁBADO – 18H ÀS 19H – SOM MECÂNICO

8 DE JULHO – SÁBADO – 19H ÀS 21H – BANDA A OUTRA MARGEM

8 DE JULHO – SÁBADO – 21:30H ÀS 23:30H – LUIZ RICARDO & GABRIEL

9 DE JULHO – DOMINGO – 17H ÀS 19H – GUILHERME SENA & GUSTAVO

9 DE JULHO – DOMINGO – 19:30H ÀS 21:30H – COISAS DA RITA

Hotel Espardate em Iriri no Espírito Santo

 Férias de julho tem gostinho de festivais 



O mês de julho chega recheado de festivais que vão agitar o litoral de Iriri, no município de Anchieta, durante dois fins de semana. Se você é amante de bobó de camarão ou de um bom vinho, então fique atento no vem por aí. 



Primeiro acontece a 15ª edição do Forró Bobó, um festival que foi criado com a finalidade de repaginar o bobó de camarão, prato símbolo do balneário de Iriri, em diversos sabores. O Festival Forró Bobó acontece dos dias 14 a 16.

No final de semana seguinte, de 21 a 23, acontece a segunda edição do Festival Iriri Vinhos e Abraços, que vai reunir vinhos com rótulos de diversos países, como Romênia, Eslovênia, Macedônia, Chile, França, Argentina, Portugal e do Brasil. Tudo harmonizado com uma boa gastronomia, um bom queijo e música de qualidade. 

Osfestivais que têm entrada gratuita, acontecem na Praça de Eventos, localizada na Praia da Costa Azul. 


@hotelespadarte

☎️ (27) 99936-0011 – (28)3534-1000


José Carlos Menezes com sua experiência hoteleira está trabalhando no hotel em Iriri

Mercado Central de BH recebe mais de 30 mil pessoas por dia

 Um dos principais pontos de turistas em Belo Horizonte em 2029 completa 100 anos. O Mercado Central de Belo Horizonte, um dos maiores e melhores do mundo, caminha para completar um século de história e vai aliar tecnologia e tradição nas comemorações.





 Um dos principais pontos turísticos da capital, o Mercado Central de BH recebe 1,3 milhão de visitantes por mês. São mais de 32 mil clientes por dia, de segunda a sexta, número que dobra nos finais de semana. O Mercado Central completa 100 anos em 2029 e já planeja as ações que vão ocorrer de agora até o centenário. A agência de marketing heatmap fechou parceria com o mercado e será responsável pela comercialização de patrocínios, projetos especiais e ativações.


“Somos o maior mercado privado da América do Sul e estamos no Top 3 mundial. No nosso entendimento, com a proximidade do nosso centenário, precisamos otimizar ainda mais o que o Mercado Central pode oferecer ao seu público e, por isso, fechamos esta parceria com a heatmap, uma agência mineira, que tem desenvolvido ótimos trabalhos no mercado de entretenimento”, destaca Luiz Carlos Braga, superintendente do Mercado Central.

Degusta Festival Gastronômico de São Lourenço agita o tour gastronômico nos restaurantes

                    Na próxima terça-feira, dia 01 de setembro, terá início o Circuito Degusta de São Lourenço, que conta com a participação...