Deixar a cidade
maravilhosa para trás e pegar os cerca de 266 quilômetros da rodovia Presidente
Dutra é iniciar uma viagem que vai muito além do asfalto.
À medida que o Rio de Janeiro se distancia começamos a presenciar romeiros caminhando na beira da estrada, com seus coletes reflexivos, preparando o espírito para o que está por vir.
O destino final,,
justamente no fim de semana de sua festa, é o Santuário Nacional de Nossa
Senhora da Conceição Aparecida, no interior de São Paulo.
Grandioso é um adjetivo
modesto para este santuário.
Trata-se do segundo maior templo católico do planeta, superado apenas pela Basílica de São Pedro, no Vaticano. São 272 mil metros quadrados de um complexo que é o principal centro de peregrinação do país.
Estar ali, naquele chão
abençoado, é sentir o peito leve. A energia espiritual fornece uma purificação
imediata.
Destaco três pontos que
capturam os sentidos e o coração de quem passa.
Primeiro, o nicho que abriga a poderosa imagem de Nossa Senhora, onde os olhos marejados dos fiéis encontram conforto.
Depois, a sala dos milagres, com fotos e lembranças de graças alcançadas que narram a história de um povo que chora e agradece.

Por fim, a capela das velas . Ali, a chama da fé se materializa em velas de todos os tamanhos, cores e formatos, subindo ao céu como preces silenciosas.
Esta fé inabalável foi proclamada oficialmente em 1930 pelo Papa Pio XI quando tornou a Santa a rainha e padroeira do Brasil,.
Em 2027, o caminho para
Aparecida me espera novamente e será a minha terceira visita.
Leo e Lu
O convite fica estendido
a você: permita-se conhecer e apreciar este espaço divino bem no coração do
Brasil.
Viva a Nossa Senhora
Aparecida!



















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