Na próxima sexta-feira, dia 22 de maio, completam-se cinco meses desde que nos tornamos órfãos da estátua do Roberto Drummond.
Tudo ruiu no dia 22 de dezembro do ano passado.
O vandalismo, este monstro que destrói a memória das cidades, arrancou o escritor de seu posto de observação.
A Savassi perdeu o seu sentinela do afeto.
Uma capivara resolveu passear pelas ruas da região como se buscasse o criador de Hilda Furacão, em janeiro deste ano.
Há um desejo coletivo de ver o autor regressar em calmaria.
Queremos reencontrá-lo, com seu livro debaixo do braço, testemunhando o vaivém dos belorizontinos.
Precisamos do retorno do escritor para voltarmos a savassear sob os olhos atentos deste ilustre e eterno sonhador.
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