O Governo de Minas, por meio da Secretaria de Estado de
Cultura e Turismo, participou do 10º Salão Nacional do Turismo, promovido pelo
Ministério do Turismo, com um estande que traduz, em experiências sensoriais e
conteúdo estratégico, a diversidade, a autenticidade e a potência do turismo
mineiro. Realizado entre os dias 7 e 9 de maio, no Centro de Eventos do Ceará, em
Fortaleza, o evento reuniu toda a cadeia produtiva do setor, sendo a principal
vitrine do turismo brasileiro.
No espaço dedicado ao Governo de Minas, o público conheceu
destinos, vivências e produtos turísticos apresentados pelas Instâncias de
Governança Regional (IGRs) Grutas e Lago de Furnas, além de representantes da
Cordilheira do Espinhaço. A participação da atual gestão integra o programa
Minas Essencial, estratégia do Governo de Minas que posiciona o estado como
destino de experiências autênticas, conectando cultura, território e mercado.
Entre os destaques do estande estão as rotas turísticas
estruturadas pelo Governo de Minas, em parceria com o Sebrae Minas, no âmbito
do Projeto Estratégico de Diversificação da Oferta Turística. Lançadas
recentemente durante o Minas Travel Market (MTM), em Belo Horizonte, essas
rotas ampliam a oferta turística e fortalecem o desenvolvimento regional. Estão
também em evidência os roteiros Geoparque Uberaba, Vale dos Tropeiros, Serra de
Cocais, Ipatinga Rural, Caminhos de Nossa Senhora da Lapa e Quilombo São
Domingos, que traduzem a pluralidade dos territórios mineiros e suas vocações.
“O governo de Minas investe na valorização dos seus
territórios, na criação de experiências autênticas e na promoção de destinos
que dialogam com a identidade do nosso povo. Estar neste evento é reafirmar o
protagonismo do estado no cenário nacional e ampliar oportunidades para toda a
cadeia produtiva do turismo”, destaca o secretário de Estado de Cultura e
Turismo, Leônidas Oliveira.
A atividade guiada por Dona Cristina, mestra griô e
guardiã da tradição, que convida o público a mergulhar no universo da Caretagem
— manifestação cultural ligada às celebrações de São João Batista, transmitida
entre gerações no quilombo.
Durante a experiência, os participantes aprenderam a
confeccionar máscaras utilizando técnicas tradicionais, em um ambiente repleto
de histórias, cores e significados. Entre tintas, moldes e narrativas, a
vivência revela valores de fé, identidade e resistência, transformando o fazer
artesanal em um potente instrumento de conexão com a ancestralidade e a cultura
viva de Minas Gerais.
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