O turismo brasileiro encerrou 2025 com cerca de 1,9 milhão
de admissões com carteira assinada no país, totalizando um saldo positivo de
mais de 80 mil novos empregos formais, segundo dados do Novo Caged analisados
pelo Ministério do Turismo. O resultado reforça a posição do turismo como um
importante vetor de geração de emprego e de desenvolvimento nacional.
No recorte exclusivo de dezembro, o segmento foi responsável
por mais de 226 mil admissões em todo o Brasil. O desempenho foi o segundo
maior do ano, atrás apenas de abril, que registrou 284 mil contratações de
carteira assinada.
Na análise por segmentos, o setor de alimentação foi o
segmento que mais firmou contratos no ano, respondendo por 1.331.818 admissões.
Em seguida, destacam-se os segmentos de alojamentos (268.346) e transporte
terrestre (120.183).
Com esse desempenho, o estoque total de trabalhadores no turismo chegou a 2.391.889 profissionais em dezembro de 2025. O número representa quase 5% de todos os empregos formais do país, confirmando o turismo como vetor de inclusão e dinamismo regional. O valor também representa um aumento de 3,5% em relação ao total de pessoas empregadas no turismo no final de 2024. Em relação à 2023, o crescimento foi de 6,7%. Já na comparação com 2022, o aumento foi de 12,4%.
Em 2025 o Brasil também alcançou o maior volume de receitas
da história com o turismo internacional. De janeiro a dezembro do ano passado,
os gastos de visitantes de outros países somaram cerca de US$ 7,9 bilhões (R$
41,5 bilhões), um crescimento de 7,1% em relação a 2024. Os dados constam do
relatório de estatísticas do setor externo divulgado pelo Banco Central (Bacen).
Somente em dezembro, o turismo internacional respondeu por
US$ 688 milhões (R$ 3,6 bilhões) em recursos, mantendo o ritmo acelerado ao
longo do ano. O valor representa uma alta de cerca de 23% frente aos resultados
de novembro, quando o foram inseridos na economia brasileira US$ 560 milhões
(R$ 2,9 bilhões na cotação atual).
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