A Escola de Dança do Centro de Formação Artística e Tecnológica da Fundação Clóvis Salgado (CEFART) realiza dois espetáculos que celebram a criação, a diversidade e a transformação. As turmas apresentam, no dia 3 de julho (sexta-feira), às 20h, no Grande Teatro Cemig Palácio das Artes, os espetáculos: “Cosmos” e “Todo Mundo é um Mundo”.
Abrindo a programação, “Cosmos” é um trabalho que nasce do desejo de inventar mundos possíveis. Já “Todo Mundo é um Mundo”, que terá a participação de mais de 100 alunos da Escola de Dança, amplia essa travessia para o terreno da pluralidade e dos encontros entre universos. A entrada é gratuita e os ingressos podem ser retirados pela plataforma Sympla ou na bilheteria do Palácio das Artes, a partir do dia 1º de julho. A apresentação integra o Festival CEFART, que reúne atividades em diversas linguagens.
“Cosmos” explora a potência dos corpos em cena e a forma como seus percursos individuais se encontram, se atravessam e se transformam na criação coreográfica, enquanto “Todo Mundo é um Mundo” parte da investigação da coletividade e da sensibilidade presente nas pequenas experiências cotidianas. Juntos, os dois trabalhos trazem questões como a escuta, o rigor técnico, a liberdade criativa e a relação do intérprete com o próprio corpo.
Os espetáculos são realizados pelo Ministério da Cultura e pela Fundação Clóvis Salgado. As atividades da Fundação Clóvis Salgado têm a Cemig como mantenedora, Patrocínio Master do Instituto Cultural Vale e Grupo Fredizak, Patrocínio Prime do Instituto Unimed-BH e do Instituto AngloGold, Patrocínio Plus da Vivo e correalização da APPA – Cultura & Patrimônio. A ação é viabilizada por meio da Lei Federal de Incentivo à Cultura.
Um universo em expansão – Concebido para as formandas do Cefart de 2025, “Cosmos” surgiu como uma forma de celebrar a conclusão de um ciclo formativo e, ao mesmo tempo, apontar para novos horizontes. O trabalho está sendo remontado especialmente para as formandas de 2026 contemplando as individualidades de cada bailarina e valorizando repertório coreográfico da escola. Trata-se de um prólogo para o espetáculo “Todo Mundo é um Mundo”, que, como o título indica, aborda o começo do mundo, tanto de forma material quanto subjetiva. A obra, que tem como diretor e coreógrafo Maxmiler Junio – bailarino da Cia de Dança Palácio das Artes (CDPA) –, se formou a partir de um processo coletivo, a partir de imagens, memórias, inquietações e ideias que a turma trouxe.
fotos:Paulo Lacerda
Entre dança e música, a voz de Caetano Veloso atravessa a
cena. O espetáculo convoca memórias e descobertas partilhadas ao longo da
formação artística. No palco, “Cosmos” representa um momento em que os alunos
reconhecem suas histórias individuais enquanto se percebem parte de uma força
coletiva.
Já “Todo Mundo é um Mundo”, que também foi apresentado no
final de 2025, foi concebido por uma equipe de criação que inclui Maxmiler
Junio, Eliatrice Gischewski, Cristhyan Pimentel e Maíra Campos – todos
bailarinos/as da CDPA. Inspirado por “frases-semente” sobre movimento,
unicidade e existência, o espetáculo, que é mais visual do que narrativo,
transforma ideias em gesto, palavra em imagem, e representa diversos universos
– alguns táteis e outros não – por meio das cores.
Espetáculo “Todo Mundo é um Mundo” e abertura “Cosmos”
3 de julho (sexta-feira)
20h
Local: Grande Teatro Cemig Palácio das Artes
(Av. Afonso Pena, 1537 - Centro, Belo Horizonte)
Classificação indicativa: Livre
Entrada gratuita, com retirada de ingressos a partir do dia 1º de junho na plataforma Sympla ou na bilheteria do teatro.
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