domingo, 6 de setembro de 2026

São José da Barra, no coração do “Mar de Minas”

 

Mirante da Usina Hidrelétrica de Furnas

São José da Barra está no meio ao deslumbrante cenário do "Mar de Minas", está a 326  Km da capita mineira, a  391  Km da capital paulista. Localizada nas margens da grandiosa Represa de Furnas, essa cidade carrega consigo uma história fascinante dos anos 1960.

Construção da Hidrelétrica de Furnas — Foto: Crédito: Divulgação

Construção da Hidrelétrica de Furnas

Antes de se tornar um dos maiores reservatórios do país, a região viu a construção da Hidrelétrica de Furnas em São José da Barra.

Hidrelétrica de Furnas — Foto: Crédito: Divulgação

Hidrelétrica de Furnas  atualmente

A cidade original, Barra Velha, desapareceu sob as águas devido à construção da hidrelétrica, dando lugar a uma nova São José da Barra. A história do município tem registro interessante com  a transição, destacando a submersão da antiga cidade. Essa mudança não só remodelou o mapa, mas também trouxe à tona a necessidade de resgatar a história e a cultura perdidas.

Barra Velha — Foto: Crédito: Divulgação

Barra Velha  tem em sua história  submersa , mapeada por mergulhadores. Ao explorar as ruínas subaquáticas, revelam-se imagens impressionantes, preservando as paredes e estruturas da cidade que jazem a trinta metros de profundidade.

A nova São José da Barra, construída após o desaparecimento da Barra Velha, mantém viva a cultura mineira. As atrações turísticas estão atraindo pessoas de Minas Gerais, São Paulo e outros estados, movimentando a economia na geração de emprego e renda.

São José da Barra sobe mais de mil posições e, junto com São João Batista  do Glória, se destaca nacionalmente em 2025 no Desenvolvimento Econômico e  Qualidade de Vida

Centro de São José da Barra

O Mar de Minas abrange 34 municípios, que fazem parte da represa de Furnas , em seu espelho d'água; é palco de atividades emocionantes.

As atrações em São José da Barra deixa os turistas encantados com a beleza da natureza, e o descobrimento em cada canto do município.

O Mirante da Usina Hidrelétrica de Furnas (frequentemente chamado de Mirante da Represa), localizado em São José da Barra - MG, é um dos pontos turísticos mais visitados da região do "Mar

Mirante da Usina Hidrelétrica de Furnas

Vale dos Tucanos

Vale dos Tucanos

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Praia da Ponta da Serra

Atrativos São José da Barra – Circuito Turístico Nascentes das Gerais e  Canastra

Apiário e Meliponário Pé da Serra em São José da Barra MG ❤️

Apiário e Meliponário Pé da Serra

 

Passeio aquático na  Cidade Submersa Barra Velha Prefeitura de São José da Barra regulamenta atividades de mergulho

  

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Igreja Matriz São José

Muro dos escravos

Muro dos escravos

Asa Delta Furnas

Asa Delta Furnas é puxada por uma lancha , onde o voo  pode chegar a 400 metros de altura

 

São José da Barra — Foto: Crédito: Divulgação

Os passeios por São José da Barra tão à vontade de guardar como a natureza nos encanta, deixa marcada pelo olhos como é bom preservar o meio ambiente. Os passeios  à aventura,  cultura e a contemplação do  "Mar de Minas" .

Em celebração aos seus 80 anos de vida e 60 de carreira, atriz Ana Lúcia Torre revisita clássicos de Chico Buarque transformados em poesia falada

 




Há 25 anos, o Teatro em Movimento aproxima o público mineiro de alguns dos espetáculos mais relevantes da cena brasileira. Essa dimensão histórica ganha eco em “Olhos nos Olhos”, monólogo em que a atriz Ana Lúcia Torre transforma o palco em uma espécie de sala de visitas íntima. Aos 80 anos de vida e 60 de carreira, ela revisita memórias pessoais, afetivas e políticas por meio das letras de Chico Buarque — não cantadas, mas ditas como dramaturgia viva.



 O roteiro com texto e direção de Sergio Módena,  costura a vida da atriz com a história recente do Brasil. Ela revisita sua infância, o início no teatro, seu exílio na Europa e sua prisão e perseguição durante a ditadura militar. A montagem, que recebeu a indicação de Melhor Atriz no  Prêmio APCA (Associação Paulista de Críticos de Arte),  chega a Belo Horizonte de 25 a 27 de setembro de 2026, sexta e sábado às 20h, e domingo às 19h, no Teatro do Centro Cultural Unimed-BH Minas. Os ingressos estão à venda pelo https://bileto.sympla.com.br/event/120345 .

  

Ao logo de sua trajetória, o Teatro em Movimento vem transformando a relação de gerações com o teatro e consolidando-se como uma das iniciativas de circulação cultural mais consistentes do país. Em um tempo em que a continuidade de projetos culturais se tornou rara, o programa celebra um quarto de século reunindo arte, memória, pensamento e encontro humano — dimensões que se revelam de forma especialmente potente na chegada de “Olhos nos Olhos” à capital mineira, por meio da Lei Rouanet, com patrocínio do Itaú. “Mais do que apresentar temporadas teatrais, o Teatro em Movimento construiu, ao longo de duas décadas e meia, um patrimônio afetivo e simbólico junto ao público. O projeto ajudou a formar plateias, aproximou artistas fundamentais da cena brasileira do espectador mineiro e consolidou uma relação rara de confiança curatorial. O público sabe que, quando o Teatro em Movimento anuncia um espetáculo, existe um compromisso com excelência artística, relevância cultural e permanência. Trazer Ana Lúcia Torre e sua atuação arrebatadora é o reflexo exato de tudo o que construímos até aqui”, destaca Tatyana Rubim, idealizadora do Teatro Em Movimento. 

                                                      créditos: Priscila Prade


As críticas referentes a “Olhos nos Olhos” publicadas em importantes veículos culturais destacam a potência de encontro entre memória individual e memória brasileira. Em diferentes leituras jornalísticas, chamou atenção a forma como a vida de Ana Lúcia Torre se mistura à própria história recente do Brasil, atravessando transformações políticas, afetivas e culturais de várias gerações. Outro aspecto ressaltado pela crítica é a ousadia de retirar as canções de Chico Buarque de suas melodias originais para revelar novas camadas dramatúrgicas de suas letras. Ao ouvir textos consagrados fora do formato musical, o público redescobre personagens, dores, ironias e afetos que permanecem profundamente contemporâneos. Também repercute de maneira intensa o caráter íntimo da montagem. Críticos destacaram a sensação de confidência criada entre atriz e plateia, como se o espetáculo abrisse espaço para uma conversa franca sobre amor, maternidade, resistência, passagem do tempo e paixão pela arte. Sem excessos e sem artifícios, a encenação aposta na presença, na escuta e na verdade cênica.

 


Olhos nos Olhos  -  A narrativa de “Olhos nos Olhos” traz algumas das mais marcantes letras compostas por Chico Buarque. No entanto, as músicas na peça não serão cantadas, e sim faladas, como um texto dramático, revelando novas camadas de interpretação de sua obra e uma sensação de redescoberta de pérolas de um dos mais importantes compositores de todos os tempos. “Sempre me fascinou o Contador de História. Ouvir é um ato de aprendizagem, uma inquietação do espírito, uma escuta que traz curiosidade. E assim, de repente, me vejo na posição de Contadora de História. Da minha história. Resolvi abrir minhas portas e esperar que o público visite a minha casa. Tudo acompanhado de poemas de Chico Buarque”, convida Ana Lúcia.

Ana Lúcia e Chico são artistas da mesma geração (ele completará 82 anos em junho de 2026), viveram e testemunharam as mesmas transformações políticas, sociais e comportamentais acontecidas no Brasil e que repercutem até os dias de hoje. Suas trajetórias profissionais já se cruzaram algumas vezes. O primeiro musical de que Chico participou, Morte e Vida Severina, tinha Ana Lúcia no elenco. Anos mais tarde, ele compôs a canção Suburbano Coração para o espetáculo de mesmo nome, onde ela também estava em cena. Assim, a obra do compositor se ajusta perfeitamente às memórias e reflexões da atriz.

 

Neste espetáculo vibrante e revelador, que também conta com a participação do pianista Diógenes Junior, letras de canções icônicas de Chico conduzem Ana Lúcia na interpretação de temas variados como amor (Olhos nos OlhosAtrás da PortaTatuagem), política (CáliceApesar de Você) e sociedade (CotidianoGeni e o ZepelimMeu Guri), entre outros, com os grandes sucessos do compositor sendo apresentados de uma forma totalmente inédita.

 

Olhos nos Olhos é um espetáculo que estabelece uma ligação íntima entre a atriz e o público. “Pra mim o espetáculo é como uma conversa olho no olho com Ana Lúcia Torre, como se estivéssemos na sala de sua casa ouvindo suas histórias de vida. Ela fala sobre amor, separação, resistência, esperança, maternidade, a paixão pela arte e outros tópicos. É o retrato de uma grande atriz, mas também, em certa medida, do nosso país. E tudo entremeado com as letras de Chico Buarque, nesse exercício de abdicar de suas melodias para descobrir uma nova maneira de apresentá-las ao público”, observa o diretor Sergio Módena.

 

A produção de “Olhos nos Olhos” é da Morente Forte, que também comemora 40 anos de atuação no teatro. “Selma Morente e eu estamos em êxtase! Não apenas por celebrarmos 40 anos de trabalho diário pelo fazer teatral, nossa grande paixão, mas por fazermos isto com esta produção de altíssima qualidade humana, artística e técnica. Novamente a parceria com Sergio Módena, na direção e dramaturgia inspirada nas letras do poeta maior Chico Buarque. E sobretudo, sorver, absorver toda a maestria da amiga Ana Lúcia Torre, assim, olhos nos olhos”,  pontua Célia Forte, sócia da Morente Forte.

Sinopse 

Para celebrar seus 80 anos de vida e 60 de carreira, a atriz Ana Lúcia Torre divide com o público memórias e reflexões em um espetáculo vibrante, revelador e cheio de emoção, em que fala letras de diversas músicas icônicas de Chico Buarque, com participação do pianista Diógenes Junior. Quem assiste se identifica com os temas essenciais que compõem a narrativa, como arte, amores, separações, maternidade, resistência, sociedade e o tempo. Letras de clássicos como Meu GuriBeatrizGeni e o ZepelimValsinhaAtrás da Porta e Olhos nos Olhos, entre muitas outras, compõem o roteiro repleto de delicadeza e bom humor.

 

Ficha Técnica:
Ana Lúcia Torre em Olhos Nos Olhos, com letras de Chico Buarque; Dramaturgia e Direção: Sergio Módena; Direção Musical: Pedro Lobo; Pianista: Diógenes Junior; Cenário: André Cortez; Figurino: Fábio Namatame; Iluminação: Gabriele Souza; Assistente de Direção: Mariana Rosa; Contrarregra e Camareiro: Toninho Pita; Operador de Som: Valdilho Cruz; Coordenação de Comunicação: Beth Gallo; Programação Visual: Gustavo Wabner; Fotos de Estúdio e Cenas: Priscila Prade; Social Media: Isabella Pacetti; Assistência Administrativa: Alcení Braz; Assistente de Produção: Carol Ariza; Administração: Magali Morente; Coordenação de projetos: Egberto Simões; Produtoras Associadas: Ana Lúcia Torre, Selma Morente e Célia Forte; Uma produção Morente Forte Produções Teatrais; Realização em Belo Horizonte: Teatro Em Movimento, por meio da Lei Rounet, com patrocínio do Itaú; Produção: Rubim Produções; Assessoria de imprensa: Luz Comunicação - Jozane Faleiro

Ana Lúcia Torre – atriz

Nascida em São Paulo, começou a atuar quando estudava na PUC-SP, integrando o elenco de Morte e Vida Severina, de João Cabral de Melo Neto, montagem com direção de Silnei Siqueira. Em seguida, passou sete anos na Europa e só retomou a carreira em 1975, na volta ao Brasil. Já em 1977, participou da novela Dona Xepa. São dezenas de trabalhos em novelas e seriados desde então, além de filmes e peças como Eles Não Usam Black Tie (indicada para o Prêmio Governador do Estado/RJ) e Seria Cômico Se Não Fosse Sério, de Dürrenmatt, que lhe rendeu a indicação de melhor atriz ao Prêmio Shell de 2010. Foi contemplada com o Prêmio Mambembe duas vezes: pela mesma peça de Dürrenmatt e por Rasto Atrás, de Jorge Andrade. Foi premiada nos festivais de cinema de Natal, Brasília e CineSesc, além do APCA de Coadjuvante por seu papel na novela A Indomada. Durante sete anos, integrou o elenco das montagens do Grupo TAPA. Dentre seus trabalhos no teatro, destaque para Longa Jornada Noite Adentro, de Eugene O’Neal, direção de Sérgio Módena (2022); Num Lago Dourado, de Ernest Thompson, direção de Elias Andreato (2017); Como se Tornar uma Mãe Judia em 10 lições, de Paul Fuks, direção de Alexandre Reinecke (2011); Arsênico e Alfazema, de T. Kesslring, direção de Alexandre Reinecke (2004); e Norma, de T. Carvalho e D. Castellar, direção de Tonio Carvalho (2002).

 

Sergio Módena – dramaturgia e direção

Bacharel em Artes Cênicas pela Unicamp, é também formado pela École Philipe Gaulier em Londres, onde realizou especializações em Shakespeare, Tchecov e Melodrama. Seus trabalhos mais recentes como diretor são: A Falecida, de Nelson Rodrigues; Longa Jornada Noite Adentro, de Eugene O’Neill; Copacabana Palace - O Musical, de Ana Velloso e Vera Novello (direção em parceria com Gustavo Wabner); As Cangaceiras Guerreiras do Sertão, musical de Newton Moreno; Os Grandes Encontros da MPB, de Pedro Brício; Diários do Abismo, de Maura Lopes Cançado; Estes Fantasmas!, de Eduardo De Filippo; Janis, de Diogo Liberano; Os Vilões de Shakespeare, de Steven Berkoff; O Musical da Bossa Nova, de Rodrigo Faour e Sergio Módena; Esse Vazio, de Juan Pablo Gomez; Como Me Tornei Estúpido, adaptação da obra de Martin Page feita por Pedro Kosovski; Ricardo III, de William Shakespeare; e A Arte da Comédia, de Eduardo De Filippo. Seus espetáculos receberam mais de quarenta indicações e vinte cinco prêmios nas principais premiações do país. 

 

Diógenes Junior – pianista

É pianista, regente, compositor e ator. Estudou música com foco em piano na UNESP e teatro no SENAC. Com ampla experiência em teatro musical participou de produções como A Pequena Sereia, Wicked (2023 e 2025), Beetlejuice, Alice de Cor e Salteado, Iron – O Homem da Máscara de Ferro, Kiss Me Kate (como ensaiador), Elas Brilham, Cantando na Chuva, Legalmente Loira, Dreamgirls e Hairspray.

 

Morente Forte Produções Teatrais

Há 40 anos, Selma Morente e Célia Forte são sócias da Morente Forte Comunicações, empresa especializada em produção na área cultural, com foco exclusivo nas artes cênicas, difundindo e assessorando o setor. Fundada em 1985, a empresa já participou de quase 4.000 espetáculos teatrais ao longo de suas quatro décadas no mercado, consolidando-se como uma das mais atuantes do segmento. Com um portfólio diversificado que vai de musicais de grande porte a montagens intimistas, a Morente Forte construiu uma trajetória marcada por solidez, inovação e parceria com alguns dos maiores artistas e diretores do país.

 

Teatro Em Movimento
O projeto Teatro em Movimento, coordenado pela Rubim Produções, de Tatyana Rubim, completa 25 anos, em 2026, com o objetivo de descentralizar o acesso às grandes montagens do eixo Rio-São Paulo, promovendo a circulação dos mesmos para Belo Horizonte que tornou-se, ao longo do tempo, praça relevante para a apresentação de importantes repertórios. Além disso, o projeto também atua em outros Estados e outras cidades. Desde então, contabiliza 280 repertórios, que somam mais de 800 apresentações, envolvendo cerca de 860 artistas, em 15 cidades, 30 teatros e público superior a 402 mil pessoas. Desde 2020, fundou o TeatroEmMov Digital, que realizou o primeiro curso de teatro digital do Brasil, sendo uma plataforma web que pesquisa, produz e une narrativas do teatro, da dança, do audiovisual e dos games; ambos idealizados por sua diretora, Tatyana Rubim

 

Teatro do Centro Cultural Unimed-BH Minas - Rua da Bahia 2244, Lourdes

Valor dos ingressos: a partir de R$ 48,00
Link da bilheteria: https://bileto.sympla.com.br/event/120345

Informações: @teatroemmovimento

Redes sociais Teatro Em Movimento: 

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Youtube: www.youtube.com/teatroemmovimento

Twitter: www.twitter.com/teatroemmov  

Acesa BH apresenta “SURDA”, protagonizado por Benedita Casé Zerbini

                     


A experiência de perceber o mundo se transformando à medida que a audição vai embora é o ponto de partida de “SURDA”, espetáculo protagonizado por Benedita Casé Zerbini, que chega a Belo Horizonte como um dos destaques da sexta edição do Festival Acessa BH. Com dramaturgia autobiográfica de Julia Spadaccini e direção de Debora Lamm, a montagem narra a história de uma mulher às voltas com a perda da sua audição. A trama mostra flashes desse processo e os impactos causados tanto no seu núcleo familiar, afetivo e profissional, quanto no ambiente público. 


A única apresentação acontece no dia 12 de setembro, sábado, às 20h, no Centro Cultural Unimed-BH Minas, seguida de um bate-papo com o público. O espetáculo conta com a intérprete de Libras Diana Dantas e legendas em tempo real.

Benedita Casé Zerbini é uma profissional multifacetada no campo audiovisual, atuando como diretora, roteirista, atriz e palestrante. Faz sua estreia nos palcos com o espetáculo "SURDA". A montagem inaugura sua presença nos palcos e amplia uma trajetória artística já marcada pelo diálogo entre diferentes linguagens, ao abordar a experiência da surdez com sensibilidade e potência. Antes da estreia teatral, ela protagonizou o filme “90 Decibéis”, exibido em diversos festivais e com lançamento previsto para 2026 no Globoplay. 

 

Debora Lamm acumula mais de 40 espetáculos como atriz e diretora teatral. Integrante e fundadora da Cia OmondÉ, fez diversos personagens no cinema, incluindo as protagonistas de “Muita Calma Nessa Hora”, “Seja o Que Deus Quiser”, “Como é Cruel Viver Assim”. É uma das protagonistas das séries “Todo Dia a Mesma Noite” e “Juntas e Separadas”. Na TV Globo, atuou em diversas séries e novelas com diversos diretores. Já esteve à frente de quinze montagens teatrais que lhe renderam indicações e prêmios, sendo as mais recentes “Gostava mais dos Pais” com Bruno Mazzeo e Lúcio Mauro Filho, “Férias” de Jô Bilac com Drica Moraes e Fábio Assunção, que dirigiu juntamente com Enrique Diaz e “Toda Donzela tem um pai que é uma Fera” de Glaucio Gil.

Julia Spadaccini é autora de mais de 20 peças teatrais. Indicada aos prêmios Shell (2012) APTR, CESGRANRIO (2013) e vencedora do prêmio Fita (2013) e prêmio Shell como melhor autora carioca (2013) pela peça “A Porta da Frente”. Uma das autoras da peça “PI”, dirigida por Bia Lessa e vencedora do prêmio APCA de melhor espetáculo. Em 2024 foi indicada ao prêmio Shell com a peça “Meu Corpo Está Aqui” e ao prêmio APTR de teatro. Na TV foi roteirista das duas temporadas da série “Segunda Chamada” (Rede Globo 2019/2020), do programa “Tapas e Beijos” (Rede Globo, 2013-2015), da série “Oscar freire 279” (Multishow, 2011); do programa “Aprender a Empreender” (Canal Futura, 2010); “Básico” e “Quase Anônimos” (Multishow, 2009).

FICHA TÉCNICA

Texto: Julia Spadaccini / Direção: Debora Lamm / Elenco: Benedita Casé Zerbini / Intérprete de Libras: Diana Dantas / Direção de movimento e Colaboração Artística: Cristina Moura/ Assistência de direção: Laura Araújo/ Preparação vocal: Leila Mendes/ Cenografia: Aurora dos Campos/ Projeções e vídeos: Camilla Lapa/ Figurinos: Carla Costa/ Trilha Musical: Dany Roland / Iluminação: Ana Luzia Molinari de Simoni/ Técnico operador de Luz: Victor Tavares / Técnico operador de vídeo e som: João Guilherme Benna / Fotógrafo: Rodrigo Menezes /Designer gráfico: Brunella Provvidente/ Pesquisa dramatúrgica: Marcia Brasil/ Direção de produção: Dadá Maia/ Produção: Ciranda de 3 Trupe Produções

FESTIVAL ACESSA BH

Maior evento dedicado à cultura DEF no Brasil, o Festival Acessa BH realiza sua sexta edição entre os dias 4 e 27 de setembro de 2026, reunindo artistas de seis estados brasileiros e uma atração internacional do Reino Unido em cerca de 30 atividades entre espetáculos, performances, sessões de cinema comentadas, oficinas, rodas de conversa e lançamentos de livros. Nesta edição, a curadoria do Festival feita por Daniel Vitral Lais Vitral, propõe um recorte da produção contemporânea da cultura DEF no Brasil e no exterior, reunindo artistas, companhias e obras que investigam a deficiência como experiência estética, política e artística por meio da dança, do teatro, da performance, do cinema e da literatura.

O Festival Acessa BH conta com a apresentação da Cemig por meio da Lei Estadual de Incentivo à Cultura de Minas Gerais (CA 2024.3809.0356), patrocínio master do Instituto Cultural Vale e patrocínio do Instituto Unimed-BH, por meio da Lei Federal de Incentivo e da MGS por meio da Lei Municipal de Incentivo à Cultura de Belo Horizonte. Conta, ainda, com a parceria Do British Council, Immersive Arts, Unlimited, Dada, ZU-UK, Instituto Dragão do Mar, Hub Cultural Porto Dragão, Secretaria de Cultura do Estado do Ceará e apoio da Funarte MG, Centro Cultural Unimed-BH Minas, Cine Theatro Brasil, Memorial Minas Gerais Vale, Instituto Cultural Vale, MM Gerdau - Museu das Minas e do Metal e Mercure Hotels. Uma realização da Vitral Bureau Cultural, Lais Vitral e Ministério da Cultura - Governo Federal.

 

Teatro Unimed-BH Minas

Classificação: 12 anos -  Duração 60 minutos


Ingressos: https://bileto.sympla.com.br/event/125080/d/405676 ou na bilheteria do teatro

Teatro do Centro Cultural Unimed-BH Minas = Rua da Bahia 2244 - Lourdes

Vendas: Sympla ou bilheteria do teatro

Bilheteria: (031) 3516.1360

Acessibilidade: Física, Libras, Audiodescrição, Legenda em tempo real

Disponibilização de abafadores de ruído para pessoas neurodivergentes

Ingressos gratuitos para pessoas com deficiência e respectivos acompanhantes podem ser solicitados pelo e-mail festival.acessa@gmail.com (ingressos limitados).

 

20ª CINEBH ABRE INSCRIÇÕES PARA O CINE-EXPRESSÃO – A ESCOLA VAI AO CINEMA

 


Estão abertas as inscrições para o Cine-Expressão – A Escola Vai ao Cinema, programa educativo da 20ª CineBH – Mostra Internacional de Cinema de Belo Horizonte que promove o encontro de crianças e adolescentes com o cinema brasileiro. Com sessões gratuitas entre os dias 23 e 25 de setembro, a iniciativa reúne 15 curtas-metragens, organizados em quatro faixas etárias, e propõe uma experiência que ultrapassa a exibição dos filmes, com debates após as sessões e entrega do Material de Conexões e Saberes às escolas participantes. Podem se inscrever escolas interessadas em levar seus estudantes às sessões. As inscrições são gratuitas e ficam abertas até o dia 15 de setembro. O regulamento e o acesso ao formulário de inscrição podem ser acessados pelo site cinebh.com.br.


A programação foi organizada a partir de critérios relacionados à faixa etária, considerando aspectos como temática, conteúdo visual, linguagem, diálogos e complexidade narrativa. As obras selecionadas transitam principalmente entre animação e ficção e apresentam diferentes formas de abordar o cotidiano, a imaginação, os afetos, as relações humanas e as experiências de crianças e jovens. A proposta é estimular a formação de plateia, ampliar o olhar sobre o cinema e criar possibilidades de diálogo a partir das histórias apresentadas.

                            fotos:Leo Lara

Inspirado no conceito de “Cultura de interessados”, apresentado pela curadora Ramina El Shadai, o Cine-Expressão parte da compreensão de que a experiência cinematográfica não termina quando os créditos sobem. As sessões são seguidas por debates com estudantes e professores, criando um espaço de escuta e troca sobre os filmes e sobre as relações que cada espectador estabelece com as narrativas. O Material de Conexões e Saberes amplia esse percurso para além da sala de cinema, propondo atividades que podem ser desenvolvidas pelas escolas.

“O Cine-Expressão existe entre o que vemos e aquilo que a narrativa abre dentro de nós. É um programa que oferece sessões de cinema, debates e o Material de Conexões e Saberes entregue às escolas participantes. Um espaço de acolhimento e pertencimento, onde devolvemos às crianças algo que o mundo tantas vezes apressa: o direito de olhar, elaborar, perguntar, sentir, pensar e construir seus próprios sentidos, sem a necessidade de uma resposta certa. Permitir-se ser impactado por um filme é também descobrir uma maneira nova de estar diante de si, do mundo e de reconhecer que há lugar para si nesse mundo", explica a curadora Ramina El Shadai.

cinebh.com.br


CINEMA PARA DIFERENTES IDADES

Sessão Cine-Expressão | 5 a 7 anos

Para as crianças de 5 a 7 anos, a programação reúne quatro animações que exploram diferentes possibilidades de narrativa e imaginação: Tic e o Tigre, de Rafael GuimarãesCéu de Areia, de Robson Cavalcante e Claudemir da SilvaTom Tamborim, de Maria Carolina e Igor Souza; e Mar pra todo lado, de Rodrigo Vulcano e Lucas Lima.

As sessões acontecem no dia 24 de setembro, às 14h, no Cine Santa Tereza e no Teatro de Câmara – Cine Theatro Brasil, e no dia 25 de setembro, às 14h, no Teatro de Câmara – Cine Theatro Brasil.

Sessão Cine-Expressão | 8 a 10 anos

O público de 8 a 10 anos poderá assistir a quatro filmes que combinam diferentes formas de abordar relações, personagens e situações do universo infantil. Integram a sessão O Abraço, de Marcelino Luciano RamosMenino de Gamboa, de Pedro Perazzo e Rodrigo LunaManequim, de João Gabriel Kowalski; e Mãos de vento e olhos de dentro, de Susanna Lira.

As exibições serão realizadas no dia 23 de setembro, às 14h, no Teatro Sesiminas, e no dia 24 de setembro, às 8h30, no Cine Santa Tereza.

Sessão Cine-Expressão | 11 a 13 anos

Para adolescentes de 11 a 13 anos, a seleção apresenta quatro ficções que abordam experiências, relações e diferentes perspectivas sobre a vida cotidiana. A programação reúne Papagaio verde, de Anderson LimaCarrinho de Rolimã – Uma aventura em alta velocidade, de Rafael NzingaCaracóis, de Bia Lobo; e Pra morrer basta estar vivo, de Francisco Xavier.

As sessões acontecem no dia 24 de setembro, às 8h30, no Teatro de Câmara – Cine Theatro Brasil, e no dia 25 de setembro, às 8h30, no Teatro de Câmara – Cine Theatro Brasil, e às 14h, no Cine Santa Tereza.

Sessão Cine-Expressão | a partir de 14 anos

Esta sessão reúne três curtas que observam os encontros, os limites e os trânsitos internos que marcam a experiência de crescer. Entre tensões afetivas, relações familiares e descobertas silenciosas, as narrativas acompanham personagens em momentos de mudança, quando olhar o outro também transforma a forma de olhar para si. Com delicadeza e precisão, os filmes constroem um cinema atento às emoções contidas, aos vínculos e às fronteiras visíveis e invisíveis que marcam a juventude. Filmes em exibição: À Primeira Vista, de Antonio FargoniAté Amanhã, de Patrícia SilvaNo outro lado da linha, de Kevin Martins Ferreira.

A sessão será realizada no dia 23 de setembro, às 8h30, no Teatro Sesiminas.


Regulamento e inscrições:  https://cinebh.com.br/filmes/cine-expressao-a-escola-vai-ao-cinema/


A 20ª CineBH – Mostra Internacional de Cinema de Belo Horizonte e o 17º Brasil CineMundi integram o Cinema sem Fronteiras 2026 – programa internacional de audiovisual idealizado pela Universo Produção e que reúne também a Mostra de Cinema de Tiradentes (centrada na produção contemporânea, em janeiro) e a CineOP – Mostra de Cinema de Ouro Preto (que difunde o audiovisual como patrimônio e ferramenta de educação, em junho).


Fundação Clóvis Salgado (Cine Humberto Mauro, Sala Juvenal Dias, Teatro João Ceschiatti e Jardim Interno), Cine Theatro Brasil (Grande-Teatro, Teatro de Câmara, Galerias 5º e 6º andar, Terraço), Cine Belas Artes, Sala de Cinema Minas Tênis Clube, Cine Santa Tereza, Teatro Sesiminas, Casa da Mostra e Praça da Liberdade

 LEI FEDERAL DE INCENTIVO À CULTURA

ESTE PROJETO É REALIZADO COM RECURSOS DA LEI MUNICIPAL DE INCENTIVO À CULTURA DE BELO HORIZONTE 

 Patrocínio Master: PETROBRAS

Patrocínio: REDE MATER DE SAÚDE

Parceria: MINISTÉRIO PÚBLICO DE MINAS GERAIS, PREFEITURA DE BELO HORIZONTE ATRAVÉS DA SECRETARIA MUNICIPAL DE CULTURA

Apoio: CASA DA MOSTRA, CTAV

Corealização: INSTITUTO UNIVERSO CULTURAL

Idealização e Realização: UNIVERSO PRODUÇÃO

MINISTÉRIO DA CULTURA 


Informações pelo telefone: (31) 3282-2366

Instagram: @universoproducao   

 Youtube: Universo Produção

 Twitter: @universoprod       

 Facebook: brasilcinemundi/cinebh / universoproducao

LinkedIn: universo-produção

Site oficial do evento:  www.cinebh.com.br 

sábado, 5 de setembro de 2026

Renato e Seus Blue Caps realiza show em BH com clássicos da Jovem Guarda

 

                           fotos:@clarissaribeirofotograria

 

Belo Horizonte recebe novamente um dos grupos mais importantes da história do rock brasileiro. Renato e Seus Blue Caps se apresenta no dia nesta quinta-feira (10), às 21h, no Grande Theatro Unimed BH (Cine Theatro Brasil Vallourec), em um show que celebra uma trajetória de mais de seis décadas e reúne canções que atravessaram gerações. Os ingressos podem ser adquiridos através do Eventim.


 Considerado um dos principais nomes da Jovem Guarda, movimento que marcou a música brasileira a partir dos anos 1960, o grupo construiu uma carreira marcada por sucessos que ajudaram a popularizar o rock no país. Ao longo de sua história, Renato e Seus Blue Caps consolidou um repertório que permanece presente na memória afetiva do público e continua aproximando diferentes gerações.

 O show em Belo Horizonte propõe uma viagem musical por diferentes momentos da trajetória da banda, revisitando canções que ganharam destaque durante a Jovem Guarda e se tornaram referências do rock brasileiro. A apresentação também reforça a permanência de um repertório que segue despertando o interesse do público décadas depois de seu lançamento.

 Com uma trajetória marcada pela longevidade e pela contribuição à música brasileira, Renato e Seus Blue Caps mantém viva a história de um período fundamental para a consolidação do rock nacional. A apresentação na capital mineira é uma oportunidade para o público reencontrar grandes clássicos e celebrar a história de um dos grupos que ajudaram a transformar a música jovem no Brasil.

Cine Theatro Brasil

Endereço: Av. Amazonas, 315 – Centro / Praça Sete – Belo Horizonte (MG)

Classificação: Livre

 Ingressos: Eventim


Da mudança de área à liderança no aeroporto: a trajetória de Adenilson Santos na Aero Service


Quando Adenilson Santos recebeu o convite para trabalhar na Aero Service, o setor aeroportuário ainda era um território desconhecido. Ele vinha de uma empresa de uma área completamente diferente e sabia que teria de aprender uma nova rotina. Aceitou o desafio e, três meses depois, assumiu uma responsabilidade maior do que imaginava inicialmente.

O profissional que respondia pelo atendimento no aeroporto deixou a empresa, e Adenilson foi convidado a ocupar a função. A mudança exigiu adaptação rápida e conhecimento das particularidades de uma operação em que horários, passageiros e circunstâncias podem mudar a qualquer momento.

“Quando pego algo para fazer, me entrego totalmente até dar certo”, resume Adenilson sobre aquele primeiro período na empresa.



Depois de uma pausa para se dedicar a um projeto pessoal, o contato com a Aero Service foi retomado de outra maneira. Uma oportunidade ligada ao transporte executivo, serviço também oferecido pela empresa, levou Adenilson a participar de transfers. A aproximação com a operação aeroportuária aconteceu gradualmente, a partir da percepção de que havia espaço para que ele voltasse a integrar a equipe.

O retorno marcou uma nova etapa profissional. Atualmente, sua atuação está concentrada no acompanhamento das operações nos aeroportos, com atenção ao trabalho das equipes e às demandas que surgem ao longo do dia.

Mais do que acompanhar se uma operação foi concluída, o trabalho envolve observar como cada situação foi conduzida. Adenilson procura identificar o que funcionou, o que poderia ter sido diferente e quais ajustes podem tornar o atendimento mais eficiente.

Antecipar para resolver

Na rotina aeroportuária, parte dos problemas não pode ser prevista. Alterações de voos, atrasos, mudanças operacionais e condições climáticas podem modificar completamente o planejamento de um atendimento.

Um exemplo é a ocorrência de chuvas fortes, que pode provocar restrições nas operações dos aeroportos, cancelamentos ou mudanças nos horários dos voos. Nesses momentos, a função de quem está à frente da equipe é organizar as informações disponíveis, definir prioridades e orientar os profissionais que estão em contato direto com os passageiros.

Para Adenilson, a preparação começa antes de o problema acontecer. Manter-se informado e identificar possíveis dificuldades com antecedência permite que a equipe tenha mais condições de agir quando uma situação inesperada surge.

Esse acompanhamento também tem reflexo direto na relação com agências e passageiros. Uma equipe bem orientada consegue transmitir informações com mais segurança e conduzir o atendimento mesmo quando o cenário muda rapidamente.

Além do conhecimento da operação, Adenilson destaca duas características importantes para quem trabalha no receptivo aeroportuário: simpatia e jogo de cintura. Afinal, cada atendimento envolve pessoas com necessidades, expectativas e níveis de familiaridade com o ambiente aeroportuário diferentes.

Especializada em assistência aeroportuária, a Aero Service oferece serviços de Meet & Assist, transfer executivo e suporte em embarques, conexões e desembarques. A atuação busca facilitar os deslocamentos dentro dos aeroportos, com orientação ao passageiro e acompanhamento das diferentes etapas da viagem.

Na trajetória de Adenilson, a experiência acumulada desde o primeiro contato com a empresa ajudou a transformar uma área inicialmente desconhecida em um campo de atuação no qual hoje acompanha equipes, toma decisões e lida diariamente com a dinâmica dos principais aeroportos.

Mais informações: www.aeroservice.tur.br ou entre em contato pelos canais agendamento@aeroservice.tur.br e (11) 2382-6089

Grand Mercure São Paulo Pinheiros celebra abertura oficial e reforça proposta de hospitalidade inspirada na brasilidade contemporânea

 


 O Grand Mercure São Paulo Pinheiros celebrou sua abertura oficial no dia 3 de setembro, com um coquetel que apresentou ao mercado sua proposta de hospitalidade inspirada na brasilidade contemporânea.

 

Realizado no próprio hotel, na Avenida Rebouças, o encontro reuniu executivos da Accor, da Atrio e do Grupo CVPAR, além de jornalistas, parceiros e convidados.



Integrante do portfólio premium da Accor, o Grand Mercure São Paulo Pinheiros chega à cidade propondo uma experiência conectada à identidade brasileira, ao acolhimento e à vivência local. A cerimônia marcou o início de uma nova etapa para o empreendimento, que une a força de uma marca internacional à atmosfera criativa, gastronômica e cosmopolita de Pinheiros.

O hotel pertence ao Grupo CVPAR e é administrado pela Atrio, que passa a operar sua primeira unidade em São Paulo. A marca Grand Mercure integra o portfólio premium da Accor e se diferencia por valorizar a cultura, os sabores e as particularidades de cada destino em sua proposta de hospedagem.

Durante o coquetel, os convidados puderam conhecer os ambientes do empreendimento e vivenciar a atmosfera que orienta o posicionamento da unidade: uma hospitalidade contemporânea, com referências à cultura brasileira e conexão com a energia urbana de São Paulo. A noite também celebrou a parceria entre CVPAR, Atrio e Accor, responsáveis pelo reposicionamento e pela operação do hotel.


Matheus Cunha, do Grand Mercure São Paulo Pinheiros, Maurício Sales, da CVPAR, Beto Caputo, da Atrio, Olivier Hick, da Accor, e Cláudio Vale, da CVPAR



Participaram da cerimônia Olivier Hick, COO da Accor no Brasil; Beto Caputo, CEO e cofundador da Atrio; e Cláudio Vale, CEO do Grupo CVPAR.

Ao comentar a importância do empreendimento para a estratégia da companhia, Olivier Hick ressaltou a integração entre hospitalidade, inovação imobiliária e geração de valor. "Para a Accor, essa inauguração celebra a união entre inovação imobiliária e hospitalidade de excelência, elevando o patamar dos serviços na região, ao mesmo tempo em que consolida nossa estratégia de expansão premium especialmente no principal polo de negócios da América Latina. Mais do que ampliar o portfólio, mostra a nossa capacidade em proporcionar conexões autênticas aos nossos hóspedes e gerar valor aos investidores por meio de um moderno complexo de uso misto, fruto de uma aliança sólida com a CVPAR e a Atrio, unindo sinergia de valores, excelência operacional e foco em resultados", afirma o Chief Operating Officer da Accor Brasil.

Matheus Cunha, gerente geral do Grand Mercure São Paulo Pinheiros

A localização privilegiada do Grand Mercure São Paulo Pinheiros também foi destacada durante a cerimônia oficial de abertura do empreendimento. “O lançamento do Grand Mercure São Paulo Pinheiros representa a concretização de uma estratégia que começou ainda na aquisição do ativo. Identificamos o potencial de reposicionamento de um empreendimento em uma localização privilegiada e buscamos parceiros com expertise para elevar seu padrão e sua competitividade. A parceria com a Accor e a Atrio permitiu transformar esse potencial em um investimento alinhado às novas demandas do segmento premium. A nova bandeira representa mais um exemplo de como uma gestão ativa e uma visão de longo prazo podem gerar valor aos nossos investidores e ampliar a competitividade de ativos imobiliários", afirma Cláudio Vale, CEO do Grupo CVPAR.


O novo hotel de Pinheiros

Localizado na Avenida Rebouças, em Pinheiros, o Grand Mercure São Paulo Pinheiros está inserido em uma das regiões mais dinâmicas da capital paulista. O bairro se destaca pela diversidade de restaurantes, bares, centros culturais, comércio, serviços e pela proximidade com importantes eixos corporativos, culturais e turísticos da cidade.

Com 170 acomodações, o Grand Mercure São Paulo Pinheiros oferece estrutura voltada a viajantes a negócios e lazer, combinando conforto, funcionalidade e localização estratégica. O hotel dispõe de restaurante, integrado à proposta gastronômica da unidade, academia, serviço de quarto e café da manhã em sistema de buffet.

O objetivo é atender diferentes perfis de viajantes, de executivos em deslocamento corporativo a visitantes que buscam explorar São Paulo a partir de uma localização estratégica, sem abrir mão de conforto, serviços e experiências conectadas ao destino.

“Queremos que cada pessoa que passe pelo Grand Mercure São Paulo Pinheiros perceba, nos detalhes, uma hospitalidade genuinamente brasileira. Nossa proposta é acolher com autenticidade e apresentar uma experiência conectada à cultura, à gastronomia e à energia de São Paulo, tendo Pinheiros como ponto de partida para descobrir a cidade”, diz Matheus Cunha, gerente-geral do Grand Mercure São Paulo Pinheiros.

Uma nova etapa para o empreendimento

A abertura representa uma nova fase do projeto iniciado pela CVPAR com a aquisição do ativo. A estratégia envolveu o reposicionamento do empreendimento e a escolha de parceiros especializados para a gestão e a operação hoteleira, unindo o conhecimento de mercado da Atrio à presença global e ao posicionamento da Accor.

“Tudo começou em um encontro de surfe, em dezembro de 2024. Dois empreendedores que decidiram construir algo juntos. Decidimos que seria em SP, um ativo relevante é o primeiro de vários. Foi assim que surgiu o nosso primeiro na capital de SP, entre os quase 20 que temos no estado. É um projeto desenvolvido a várias mãos, com recorde de operação e performance já no primeiro mês de operação. Nós trabalhamos juntos - Accor, CVPar e Atrio - pra entregar o que estamos vendo aqui hoje,  no Soho de São Paulo. E muitas novidades estão previstas e serão entregues aqui neste hotel”, revela Beto Caputo, CEO da Atrio.

Com a inauguração oficial, o Grand Mercure São Paulo Pinheiros passa a integrar a oferta de hospedagem premium da cidade, combinando uma localização estratégica, estrutura voltada aos públicos corporativo e de lazer e uma proposta de acolhimento que busca traduzir a essência brasileira em uma experiência urbana contemporânea.

Sobre Grand Mercure

Grand Mercure Hotels & Resorts convida os seus hóspedes a Discover Local Grandly, celebrando a riqueza das culturas locais por meio de estadias sofisticadas que combinam tradição, elegância e autenticidade. Enraizada na alma de cada destino, cada experiência Grand Mercure é concebida para despertar os sentidos e honrar o patrimônio regional. De rituais cuidadosamente elaborados e sabores atemporais a narrativas artísticas e conexões humanas calorosas, cada momento se torna uma homenagem ao lugar, às pessoas e ao propósito. Unindo padrões internacionais com o espírito singular do local, Grand Mercure oferece uma experiência de hospitalidade premium que é ao mesmo tempo profundamente local e generosamente grandiosa. Com mais de 80 endereços em mais de 10 países, os destinos emblemáticos incluem Grand Mercure Mysuru na Índia, bem como  Grand Mercure Belém do Pará e Grand Mercure Rio de Janeiro Copacabana no Brasil. Grand Mercure faz parte da Accor, grupo líder mundial em hospitalidade com mais de 5.800 propriedades em mais de 110 países, e é uma marca participante da ALL Accor, plataforma de reservas e programa de fidelidade que oferece acesso a uma ampla variedade de recompensas, serviços e experiências.

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Sobre a CVPAR

A CVPAR é uma casa de investimentos independente focada em oferecer as melhores alternativas e soluções financeiras para as necessidades de clientes em todo o país. Com um compromisso inabalável com a transparência e os resultados, a empresa tem mais de 20 anos de trajetória no mercado de capitais e possui R$ 10 bilhões em volume operado, além de mais de R$ 7 bilhões de ativos sob gestão. A CVPAR atua nas frentes de crédito, gestão de fundos (FIDCs e FIIs), desenvolvimento imobiliário, fusões e aquisições, gestão de patrimônio e distribuição de valores mobiliários. Desde 2022, é certificada com o selo Great Place to Work.

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Sobre a Atrio

Criada há 38 anos, com presença em 18 estados e 108 propriedades administradas, a Atrio é uma empresa que entrega um ecossistema completo de soluções em hospitalidade para ativos como hotéis urbanos e de lazer, resorts, multipropriedade e smart hotéis. A atuação integra os três pilares do negócio, imobiliário, marcas e gestão, e vai da assessoria no desenvolvimento à operação e evolução do empreendimento, com marcas internacionais e proprietárias, metodologia própria e tecnologia aplicada à performance.

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