terça-feira, 22 de setembro de 2026

TEUEL TRANSFORMA O WHATSAPP EM UM ACERVO PRIVADO DE MEMÓRIAS DA FAMÍLIA

 


A memória da família não precisa de mais um aplicativo. Precisa de um lugar onde ela não se perca.

Há vinte anos, as famílias tinham álbuns. Hoje, têm dezessete mil fotos no celular, um grupo de WhatsApp que desaparece a cada limpeza de armazenamento e, muitas vezes, uma avó cuja voz ninguém gravou.

O que se perdeu não foi a imagem — é fácil tirar foto. O que se perdeu foi a história por trás dela, e quem sabia contar.

É para preservar essa camada da memória que nasceu o Teuel, plataforma de memória familiar e legado digital que funciona diretamente pelo WhatsApp. Fotos, vídeos, áudios e histórias se transformam em um acervo privado, acessível apenas pela família.

O objetivo não é publicar. É guardar

COMO FUNCIONA

A pessoa envia uma foto pelo WhatsApp, como enviaria para qualquer contato. O Teuel responde perguntando o que aquela imagem representa — e a pessoa pode contar a história falando.

Em segundos, a foto se transforma em uma memória com data, texto e a voz original de quem contou.

Não é preciso instalar aplicativo, preencher cadastro, criar senha ou aprender uma nova interface. O produto acontece dentro do aplicativo que o brasileiro já utiliza diariamente.

147 milhões de brasileiros no WhatsApp
99% dos brasileiros conectados usam o aplicativo
96% abrem o aplicativo todos os dias

 

A FACILIDADE NÃO É CONVENIÊNCIA — É O QUE DECIDE SE A MEMÓRIA EXISTE

Toda tentativa de guardar a memória de uma família pode morrer no mesmo lugar: o atrito.

Instalar. Aprender. Criar senha. Lembrar de voltar.

A avó não instala aplicativo. O tio não inventa senha. Quem tem setenta anos não vai aprender uma tela nova para contar uma história que já conta na mesa do almoço há quarenta anos.

E esse é justamente o problema: quem tem as melhores histórias é, muitas vezes, quem tem mais dificuldade com tecnologia.

Qualquer barreira, por menor que pareça, exclui justamente quem o produto existe para ouvir.

O Teuel não pede nenhuma dessas quatro coisas.

A pessoa manda uma foto para um contato do WhatsApp e responde falando — exatamente como já faz no dia a dia.

Quem é convidado recebe o convite pelo WhatsApp de quem convidou. E ninguém precisa lembrar de voltar: de tempos em tempos, o Teuel envia uma memória antiga de volta para a conversa.

O acervo procura a família, e não o contrário.

No site, a família encontra uma linha do tempo com cada memória: foto, texto e áudio original.

Cada integrante entra com o próprio WhatsApp e acessa o mesmo acervo — podendo comentar, reagir e acrescentar o que lembra.

O que uma pessoa guarda, a família inteira herda.

O QUE O TEUEL FAZ QUE UM ÁLBUM NÃO FAZ

A voz vira texto. O texto vira busca.

Todo áudio enviado é transcrito.

Daqui a vinte anos, procurar a palavra “fazenda” pode levar ao dia em que o avô contou como era a fazenda — com a voz dele, e não apenas com um resumo.

Também é possível filtrar por pessoa e ouvir apenas aquilo que determinado familiar contou.

O calendário da família

Há datas que se repetem a vida inteira e nem sempre estão escritas em lugar algum: aniversários, casamentos e dias de lembrar de quem partiu.

Quando um aniversário se aproxima, a família é convidada a gravar um recado. A mensagem fica guardada e só é entregue ao aniversariante no dia marcado, sem que ele veja antes.

O herdeiro digital

Quem assina indica quem deverá receber o acervo inteiro da família caso um dia não esteja mais aqui.

O Teuel avisa antes, mais de uma vez, e somente então faz a entrega.

É a diferença entre guardar uma memória e garantir que ela chegue a alguém.

Um álbum permanecia na estante. Um acervo digital fica atrás de um telefone que, um dia, pode deixar de ser atendido.

UM USO QUE OS PRIMEIROS USUÁRIOS ENCONTRARAM SOZINHOS

Pais têm usado o Teuel para registrar os próprios filhos aprendendo a falar.

O jeito errado e bonito de dizer uma palavra dura poucos meses e não volta. E, diferente de uma foto, ninguém pensa necessariamente em registrar esse momento.

Como todo áudio entra com data e transcrição, o acervo se transforma em uma linha do tempo da fala da criança, pesquisável palavra por palavra — inclusive vinte anos depois.

“Todo mundo tem milhares de fotos e quase nenhuma história. Daqui a vinte anos ninguém vai querer ver mais uma foto de aniversário — vai querer ouvir a avó contando por que aquele dia importava. O Teuel existe para que essa voz não dependa de alguém ter tido a ideia de gravar.”

Sady Viana - Fundador do Teuel


PRIVACIDADE COMO ARQUITETURA, NÃO COMO PROMESSA

O acervo é privado por construção.

Não existe página pública, não existe perfil, e o conteúdo — foto, vídeo, áudio e transcrição — não é usado para publicidade nem cedido a terceiros com finalidade comercial.

O recado de aniversário, por exemplo, não é apenas escondido dos outros: ele nem chega a existir na linha do tempo da família, para que nenhum descuido futuro possa revelá-lo.

A Política de Privacidade descreve cada envio, com a base legal de cada um, e está disponível em teuel.com.

 O Teuel é uma plataforma de memória familiar e legado digital que funciona pelo WhatsApp, operada pela Zelara TechSolutions Ltda. , de Belo Horizonte.

Os planos, as condições e a documentação legal estão disponíveis em teuel.com.

PARA A IMPRENSA - Material disponível mediante solicitação:

  • Imagens do produto
  • Demonstração guiada pelo WhatsApp
  • Entrevista com o fundador

Sady Viana
FOUNDER · TEUEL
31 9 9971-0899

 contato  pelo WhatsApp.

contato@teuel.com · teuel.com

De Bruno Mars à primeira Câmara Municipal de BH: caminhada cultural revela as histórias e as curiosidades da Rua da Bahia





O que Bruno Mars, Hilda Furacão e Carlos Drummond têm em comum? Ainda que pareçam mundos distantes, todos eles, em momentos importantes de suas vidas, percorreram a Rua da Bahia, uma das vias mais emblemáticas da capital mineira. Para resgatar essas histórias e revelar curiosidades sobre construções e edifícios singulares, o Ponto Cultural CDL promove, neste sábado, 26, uma caminhada pela Rua da Bahia. A proposta é apresentar aos participantes, quarteirão a quarteirão, episódios marcantes do local e acontecimentos inusitados que contribuíram para formar a identidade cultural de Belo Horizonte e de sua população. 


“A rua da Bahia guarda a história de personagens inesquecíveis de Belo Horizonte como Hilda Furacão, Cintura Fina, Pedro Nava, Rômulo Paes e Carlos Drummond de Andrade. E, em tempos mais recentes, a passagem do astro pop, Bruno Mars. Temos ainda edifícios como Itatiaia, Maletta e o atual Museu da Moda que, apesar de muitos acharem que era uma igreja, foi a primeira Câmara Municipal da cidade”, adianta o museólogo da CDL/BH e condutor da caminhada, Allysson Gudu. 


O percurso começa às 9 horas com visita ao Ponto Cultural CDL, centro de memórias do setor de comércio e serviços e da capital, e segue por cinco quilômetros ao longo da Rua da Bahia. O término está previsto para o meio-dia e a classificação é livre, sendo que menores de 15 anos devem estar acompanhados dos pais ou responsáveis. “Em caso de chuva, o evento será remarcado. Sugerimos o uso de protetor solar e garrafas de água”, alerta Gudu. 

Casa Rosada
Museu da Moda

Basílica Nossa Senhora de Lourdes


Alguns dos locais a serem visitados  - Praça da Estação - Estação Central; Viaduto da Floresta; Centro de Memória da Engenharia; Montê - antigo 104 tecidos; Centro Cultural do Tribunal Regional do Trabalho; Centro Cultural da UFMG; Museu da Moda; Edifício Maletta; Museu Inimá de Paula; Basílica Nossa Senhora de Lourdes; Biblioteca Pública Estadual de Minas Gerais; Casa Rosada; Praça da Liberdade. 



Local de encontro: Ponto Cultural CDL - Avenida João Pinheiro, 495 - Boa Viagem (sede da CDL/BH)

Inscrições: https://www.sympla.com.br/evento/caminhada-patrimonial-rua-da-bahia-passo-a-passo/3565063  

Maragogi além das piscinas naturais revela uma face de luxo, natureza e bem-estar

 


Quando se fala em Maragogi, as imagens das piscinas naturais de águas cristalinas costumam ocupar o primeiro plano. As famosas galés ajudaram a projetar o município alagoano entre os principais destinos de sol e praia do Nordeste.



Mas, para além dos passeios que se tornaram cartões-postais, existe outra forma de conhecer a região: com menos pressa, mais privacidade e experiências ligadas à natureza, à gastronomia e ao bem-estar.


É nesse cenário que está a Pousada Camurim Grande. Instalada em uma península entre o Rio Maragogi e o mar, no coração da Costa dos Corais, a propriedade ocupa 6,5 hectares de área preservada e possui mais de 800 metros de orla.

Manguezais, coqueirais, rio e mar cercam um empreendimento com apenas 20 acomodações, criando uma experiência bastante diferente daquela encontrada nas áreas de maior circulação turística do destino.



A proposta acompanha um movimento que tem ganhado espaço entre viajantes de alto padrão: trocar roteiros preenchidos por atividades por estadias nas quais o próprio hotel e seu entorno fazem parte da viagem. Na Camurim Grande, isso se traduz em dias que podem começar sem horário definido para o café da manhã e seguir entre praia, spa, gastronomia e momentos de contemplação.



Privacidade em meio à natureza

A exclusividade começa pelo tamanho da operação. Distribuídas pela propriedade, as 20 acomodações incluem chalés, bangalôs, casas e a Cabana, com áreas que variam de 70 m² a 242 m². Dependendo da categoria, há banheiras de imersão, mini spas com cromoterapia, piscinas privativas e amplas varandas com espaços de descanso.

A baixa densidade permite que a vegetação continue sendo protagonista. Além disso, a preservação do território acompanha a história da pousada desde antes de sua abertura, em 2011. Ao longo dos anos, mais de 800 árvores foram plantadas, enquanto manguezais, coqueirais e parte significativa da vegetação original foram mantidos.

A operação também incorporou energia solar, compostagem, reciclagem e horta orgânica. A relação com o território se estende à valorização de pequenos produtores e a iniciativas voltadas à comunidade local. Entre elas está uma creche construída para o município e que hoje atende centenas de crianças por meio de projetos de educação, alimentação, acolhimento e bem-estar social.

Bem-estar como parte da viagem

Outro caminho para descobrir essa Maragogi menos apressada passa pelo wellness. No Spa Verde Camurim, criado por Cristiana Freire, massagens terapêuticas, banhos de ervas, sauna a vapor e rituais sensoriais são oferecidos de acordo com o ritmo de cada hóspede.

Um dos destaques é a piscina sensorial terapêutica aquecida, equipada com mais de 50 duchas direcionadas e envolta por sais terapêuticos. A experiência de hidroterapia foi desenvolvida após pesquisas realizadas em spas internacionais.

O cuidado também deu origem à Verde Camurim, saboaria própria da pousada. Sabonetes, óleos essenciais e outros preparos utilizados nas experiências são produzidos artesanalmente com ingredientes naturais e orgânicos do Brasil e da região.

A ideia é não só acrescentar um spa à estrutura de hospedagem, mas incorporar o bem-estar à experiência do destino. A praia, o contato com a vegetação, os momentos de silêncio e a possibilidade de não seguir uma programação rígida passam a fazer parte da própria viagem.

Gastronomia sem hora marcada


A mesma lógica aparece à mesa na Camurim Grande, com um café da manhã que pode ser servido no horário e no local escolhidos pelo hóspede e opções de jantar, já incluso na hospedagem, que acontece acompanhado por música ao vivo.

A gastronomia privilegia ingredientes frescos e uma relação com produtores e sabores da região. Entre as experiências mais características está o chá servido na ponte ao pôr do sol, diante do manguezal, um momento que sintetiza a proposta de desacelerar e observar a paisagem em vez de apenas passar por ela.

A cerca de 90 minutos tanto de Recife quanto de Maceió, a pousada representa uma possibilidade diferente de experimentar um dos destinos mais conhecidos do litoral nordestino. Uma Maragogi em que as piscinas naturais continuam sendo parte da viagem, mas não necessariamente precisam ser suas protagonistas.



Entre manguezais, praia, gastronomia e bem-estar, o destino também pode ser um lugar para simplesmente ficar.

Mais informações: camurimgrande.com.br 

Monte Verde além do inverno: o que fazer no destino durante a primavera

 


A primavera, começou em 22 de setembro, muda o perfil da programação em Monte Verde, distrito de Camanducaia , no interior mineiro. Com temperaturas mais amenas durante o dia e a paisagem da Serra da Mantiqueira como cenário, o período favorece atividades ao ar livre e permite explorar o destino para além da tradicional temporada de frio. Localizada a cerca de 170 quilômetros de São Paulo, a vila reúne trilhas, parques, atrações de aventura, gastronomia e hospedagens em meio à vegetação.

Entre as opções para quem quer caminhar estão as trilhas da Pedra Redonda, Pedra Partida, Chapéu do Bispo e Platô. Os percursos têm diferentes níveis de dificuldade e levam a pontos de observação das montanhas. A Trilha do Pinheiro Velho também integra o roteiro e permite conhecer exemplares de araucárias e outras espécies da flora local. O Portal de Monte Verde mantém informações sobre os atrativos e as condições de acesso às trilhas.

Para quem viaja em família ou prefere atividades com mais aventura, Monte Verde oferece alternativas como tirolesa, arvorismo, quadriciclo, passeios a cavalo e escalada. A Fazenda Radical reúne diferentes atividades, enquanto a Escola de Falcoaria proporciona contato com aves de rapina e informações sobre o trabalho desenvolvido com os animais. O destino também conta com opções como Parque Oschin, VillaLeta, patinação no gelo e Ice Bar, ampliando a programação para dias em que o tempo não favorece os passeios ao ar livre.

A primavera também é uma boa época para combinar os passeios com momentos de gastronomia e compras. A Avenida Monte Verde concentra restaurantes, cafés, chocolaterias, cervejarias e lojas. A culinária local transita entre receitas mineiras e influências europeias, com ingredientes da Mantiqueira presentes em diferentes preparações. Em setembro, o destino também recebe o circuito Gastronomia nas Montanhas 2026, com programação nos restaurantes até 27 de setembro e festival gastronômico nos dias 25, 26 e 27.

Hospedagem entre montanhas e araucárias

A hospedagem pode ser parte da experiência em Monte Verde, especialmente para quem pretende alternar passeios e períodos de descanso. 


A Pousada Pedras e Sonhos fica cercada de montanhas, a cerca de 10 minutos da rua principal, e tem chalés com lareira, chaleira elétrica, hidromassagem e varanda voltados para a paisagem. O café da manhã é preparado na própria pousada.


Já a Pousada Jardim da Mantiqueira ocupa uma área de 5 mil metros quadrados de araucárias e vegetação nativa, a poucos minutos de caminhada do centro.

A estrutura inclui suítes completas, todas com sistema de aquecimento e chaleira elétrica, algumas com lareira, banheira de hidromassagem e varanda. A pousada também oferece estacionamento e ponto de recarga para carro elétrico.

A Pousada Sonho Verde, a aproximadamente 600 metros do centro, mantém uma proposta voltada a casais e famílias, já que conta com suítes grandes, que acomodam até oito pessoas.  


O espaço é equipado com lareira, piscina e áreas cercadas por araucárias e pinheiros. O café da manhã artesanal faz parte da hospedagem.

Pedras e sonhos – WhatsApp (35) 98713-5898, fixo (35) 3438-1388, www.pedrasesonhos.com.br e www.instagram.com/pousadapedrasesonhosmv  

Jardim da Mantiqueira – WhatsApp (35) 99173-9361, fixo (35) 3438-1912, https://pousadajardimdamantiqueira.com e www.instagram.com/pousadajardimdamantiqueira

Sonho Verde – WhatsApp (35) 99885-9638, fixo (35) 3438-1188, www.pousadasonhoverde.com e www.instagram.com/pousadasonhoverde


De Capitólio ao litoral alagoano, Summit Hotels amplia opções de lazer




A Summit Hotels reúne em seu portfólio hotéis localizados em destinos com diferentes perfis de lazer, de regiões cercadas por natureza e áreas rurais a praias do litoral paulista e alagoano. A proposta permite associar a hospedagem aos atrativos de cada localidade, criando opções para viagens em família, a dois ou para quem busca alguns dias de descanso.

Em Capitólio - no Mar de Minas, o Summit Capitólio Hotel está inserido no condomínio Escarpas do Lago, com vista para o Complexo Náutico e acesso ao Clube Campestre Escarpas do Lago. 



Os hóspedes têm acesso às piscinas adulta e infantil, playground e salão de jogos, enquanto o píer da região funciona como ponto de partida para passeios pelo Lago de Furnas. O destino é conhecido ainda pelos cânions, cachoeiras e mirantes que compõem os roteiros turísticos locais.


No interior paulista, o Quinta das Águas by Summit Hotels, em Itapira, ocupa uma antiga propriedade rural conhecida como Fazenda Esperança. A estrutura preserva elementos da arquitetura colonial e está cercada por jardins, nascentes e lagos. O hotel conta com piscina, quadras, parquinho infantil e áreas de convivência, além de restaurante com proposta voltada à culinária regional. A localização na zona rural favorece uma hospedagem associada ao contato com a natureza e à tranquilidade do campo.

Para quem prefere praia, o Summit Beach Hotel Boiçucanga está localizado no litoral norte de São Paulo, com acesso direto à areia e piscina a poucos metros do mar. 


A unidade fica próxima ao centro comercial de Boiçucanga e pode servir como base para explorar outras praias de São Sebastião e da região. O hotel dispõe de 36 apartamentos, restaurante, bar, playground e área gramada, além de estacionamento e estrutura pet friendly.

Em Maceió (AL), a Summit Pousada Noah amplia o portfólio de lazer para o Nordeste. Localizada na região de Guaxuma, a pousada fica próxima à praia e conta com piscina, jardim, terraço ao ar livre, restaurante, bar e quartos família. 

A localização também permite incluir no roteiro outros atrativos da capital alagoana e do litoral do estado.

Já em Cachoeira Paulista, no Vale do Paraíba, o Summit Inn Hotel Cachoeira Paulista atende viajantes que visitam a região em busca de turismo religioso e cultural. A unidade está a cerca de 400 metros da Canção Nova e possui área externa com vista para a Serra da Mantiqueira. São 29 apartamentos, além de Wi-Fi, estacionamento e café da manhã.

A diversidade de localizações permite que a Summit Hotels esteja presente em diferentes formatos de viagem, desde roteiros de natureza e praia até estadias relacionadas ao turismo rural e religioso. Em comum, as unidades funcionam como pontos de apoio para explorar os atrativos de cada destino, combinando hospedagem e estrutura hoteleira com a oferta turística do entorno.

Mais informações: www.summithotels.com.br

Primavera muda a experiência nos hotéis-fazenda da Serra Catarinense




A primavera chegou dia 22 de setembro, conhecida pelo inverno rigoroso, pelas geadas e pelas temperaturas negativas, a Serra Catarinense assume outra paisagem com a chegada da primavera. Os campos voltam a ganhar tons de verde, flores silvestres aparecem em diferentes áreas e as temperaturas mais equilibradas ampliam as possibilidades de atividades ao ar livre, criando uma experiência diferente para quem visita a região fora da temporada de frio.



Em Lages, o Boqueirão Hotel Fazenda aproveita esse período principalmente para atividades de contato com a natureza. Instalado em uma propriedade de quase 10 milhões de metros quadrados, o hotel mantém diferentes percursos para caminhadas, além de cavalgadas, passeios de bicicleta, pescaria, observação de animais e outras opções que ganham mais espaço na programação conforme os dias ficam mais longos e as condições climáticas favorecem a permanência ao ar livre.

As trilhas estão entre as principais formas de percorrer a propriedade. Com diferentes extensões e tempos de caminhada, elas passam por campos, vegetação nativa e áreas de água, permitindo adaptar o passeio ao tempo disponível e à disposição de cada visitante.

A Trilha do Pôr-do-Sol é a mais curta, com aproximadamente 850 metros de percurso de ida e volta e cerca de 20 minutos de duração. Como o próprio nome indica, o caminho é voltado à contemplação do entardecer nos campos da propriedade.





Para quem deseja uma caminhada um pouco mais longa, a Trilha das Águas tem cerca de 50 minutos de duração e percorre aproximadamente 2,5 quilômetros. Já a Trilha do Vale da Gralha Azul leva em torno de uma hora e atravessa 2,6 quilômetros. 



Entre os percursos mais extensos está ainda a Trilha da Cachoeira, com aproximadamente seis quilômetros de ida e volta e duração estimada em 90 minutos.



Além dos percursos que podem ser realizados pelos visitantes, o hotel promove uma trilha matinal diariamente, às 9h30, acompanhada pela equipe de recreação. A proposta é oferecer uma alternativa para quem prefere conhecer os caminhos da propriedade em grupo.

Período amplia contato com a natureza


A mudança da estação também interfere na forma de observar a paisagem. Com os campos mais verdes e o florescimento característico do período, caminhadas, trekking e passeios de bicicleta passam a oferecer outro cenário em comparação ao inverno.


Durante os roteiros, também é possível encontrar animais silvestres que vivem na região. A orientação é manter distância e evitar interferências, já que os encontros acontecem espontaneamente no habitat natural. Fotografia de natureza e observação de aves são outras atividades realizadas nos espaços externos da propriedade.

Para quem prefere conhecer áreas mais distantes do Boqueirão Hotel Fazenda sem percorrê-las a pé, uma das alternativas é o Tatu Mulita, veículo Bandeirante adaptado utilizado em passeios pela região ao redor do hotel. O trajeto inclui uma visita à Fazendinha, espaço onde estão animais e a horta que abastece parte da cozinha do empreendimento.

As cavalgadas também continuam presentes na programação e permitem percorrer os campos por outros caminhos. Já as bicicletas podem ser utilizadas nas estradas e trilhas internas da propriedade.

Da caminhada à aventura

A paisagem natural também serve de cenário para atividades voltadas a quem procura experiências com maior nível de aventura. Por meio do Boqueirão Aventura, são oferecidos rapel, tirolesa e escalada, serviços realizados separadamente e sujeitos às condições climáticas.


Outras possibilidades incluem trekking e pescaria. O hotel mantém quatro açudes destinados à pesca, com diferentes tipos e tamanhos de peixes, ampliando as alternativas de lazer ao ar livre durante estadias mais longas.


Nos dias de temperaturas mais elevadas, as piscinas externas passam a complementar essa programação. A estrutura também dispõe de piscina térmica interna, ofurôs e hidromassagens, mantendo opções de lazer mesmo quando a primavera apresenta as mudanças de temperatura comuns à região.

Para saber mais, acesse: boqueiraohotelfazenda.com.br

BH Airport recebe título de Aeroporto Guardião da Fauna Silvestre e reforça combate ao tráfico




 De corais marinhos a uma estrela-do-mar na bagagem de mão, a diversidade de animais de origem silvestre já apreendidos no BH Airport reforça a importância de ampliar as medidas de prevenção e enfrentamento ao tráfico de fauna em aeroportos. Para aperfeiçoar a identificação de tentativas de transporte ilegal, profissionais da comunidade aeroportuária participaram de um treinamento sobre reconhecimento de espécies, formas de ocultação e procedimentos de inspeção de passageiros e bagagens.

A capacitação reuniu agentes de Proteção da Aviação Civil (APACs), servidores da Polícia Federal, da Receita Federal e do Ibama, representantes de companhias aéreas e empresas de serviços em solo, além das equipes de Meio Ambiente e Segurança da Aviação Civil do BH Airport. O treinamento integra o programa DetectaTraf Aeroportos, iniciativa do Ibama, em parceria com a Freeland Brasil, para promover o fortalecimento da atuação institucional contra o tráfico de animais silvestres.




O conteúdo contempla a identificação básica da fauna, estratégias empregadas no transporte ilegal e exercícios práticos de detecção, com análise de imagens de equipamentos de raio X e técnicas de busca pessoal. A programação também inclui um fórum com lideranças das instituições participantes para discutir diretrizes, aprimorar o intercâmbio de informações e coordenar os procedimentos adotados diante de possíveis ocorrências.

“A prevenção ao tráfico de fauna no transporte aéreo exige equipes qualificadas, procedimentos consistentes e integração entre todos os agentes que atuam no ambiente aeroportuário. O treinamento aprimora a identificação de espécies e de formas de ocultação, fortalece a atuação coordenada com as autoridades e torna mais eficiente a resposta a possíveis ocorrências. Ao integrar a rede de Aeroportos Guardiões da Fauna Silvestre, ampliamos a nossa contribuição para coibir esse crime e reafirmamos a proteção da biodiversidade como parte da nossa agenda ambiental”, afirma o gerente de Infraestrutura e Meio Ambiente do BH Airport, Emerson Chaves.



Apreensões revelam a diversidade do transporte ilegal

A estrela-do-mar encontrada na bagagem de mão de uma passageira é a ocorrência mais recente identificada por uma agente de Proteção da Aviação Civil (APAC), durante a inspeção de segurança no BH Airport. O registro se soma às apreensões de corais marinhos, caranguejos-uçá transportados irregularmente durante o período de reprodução e peixe em saco plástico. Em outro episódio, um jabuti foi localizado na cintura de um passageiro que utilizava cadeira de rodas. Uma cobra norte-americana conhecida como corn snake também foi encontrada em uma lixeira, após ser descartada pelo viajante ao perceber a fiscalização.
Estima-se que 38 milhões de animais silvestres sejam retirados da natureza todos os anos no Brasil. O comércio ilegal movimenta cerca de R$ 5 bilhões anualmente e provoca impactos sobre o equilíbrio dos ecossistemas e a conservação da biodiversidade. A legislação ambiental prevê sanções administrativas e responsabilização criminal. As multas por infrações contra a fauna variam conforme a espécie, estado de conservação e circunstâncias. Quando o transporte ilegal também envolve maus-tratos, o Decreto Federal nº 12.877/2026 estabelece multas de R$ 1.500 a R$ 50 mil por animal.
Do combate ao tráfico à conservação da biodiversidade
A prevenção ao tráfico de vida silvestre integra a agenda ambiental do BH Airport. Em 2022, o aeroporto aderiu ao pacto da United for Wildlife, organização apoiada pela Royal Foundation e criada pelo príncipe William. A iniciativa reúne instituições dos setores de transporte e finanças de diferentes países para impedir o uso de estruturas logísticas no comércio ilegal de animais e plantas silvestres.
A proteção da biodiversidade também orienta a gestão ambiental do território aeroportuário. Inserido na Área de Proteção Ambiental Carste de Lagoa Santa, em uma região de transição entre o Cerrado e a Mata Atlântica, o terminal mineiro preserva mais de 310 hectares de Reserva Legal, cerca de 790 hectares de remanescentes de vegetação nativa e mais de 97 hectares de Áreas de Preservação Permanente.
Entre as iniciativas mantidas pelo aeroporto está a passagem de fauna instalada sob a rodovia LMG-800, principal acesso ao terminal. Com aproximadamente dois metros de altura e 60 metros de comprimento, a estrutura conecta fragmentos florestais e oferece uma rota segura para os animais silvestres que circulam pela APA Carste. Desde 2023, o monitoramento é realizado com armadilhas fotográficas que registram a diversidade de espécies utilizando a travessia subterrânea.
Entre elas estão tamanduá-mirim, veado-catingueiro, irara, ouriço-cacheiro, quati, jaguatirica, cachorro-do-mato, furão, tatu, gambá, capivara, tapiti, morcego e paca. Os registros incluem animais característicos do Cerrado e da Mata Atlântica, alguns classificados como ameaçados ou vulneráveis à extinção. Nos dois primeiros anos de acompanhamento, o número de atropelamentos de animais silvestres caiu aproximadamente 83% no trecho monitorado da rodovia.
O resultado demonstra a contribuição da passagem de fauna para reduzir a mortalidade, favorecer o deslocamento dos animais entre remanescentes de vegetação e ampliar a segurança no principal acesso ao aeroporto. O projeto recebeu reconhecimento internacional em 2025, durante a Conferência e Exposição Anual do Airports Council International Latin America & Caribbean. A passagem de fauna foi premiada no Green Airport Recognition, iniciativa que reconhece projetos ambientais desenvolvidos por aeroportos da América Latina e do Caribe. A premiação marcou o quinto ano consecutivo em que o BH Airport recebeu o reconhecimento de Aeroporto Verde.


Com localização estratégica e um dos principais hubs do país, o BH Airport atende cerca de 70 destinos nacionais e internacionais. O aeroporto é administrado pelo Grupo ASUR (Aeroportuario del Sureste), um dos principais operadores internacionais, com presença nas Américas e no Caribe; pela Zurich Airport, operadora do Aeroporto de Zurique, principal hub aéreo da Suíça; e pela Infraero, estatal com mais de 50 anos de experiência na gestão aeroportuária brasileira.



TEUEL TRANSFORMA O WHATSAPP EM UM ACERVO PRIVADO DE MEMÓRIAS DA FAMÍLIA

  A memória da família não precisa de mais um aplicativo. Precisa de um lugar onde ela não se perca. Há vinte anos, as famílias tinham álbun...