domingo, 30 de agosto de 2026

Rodrigo Cançado participa de ação em comemorações aos 10 anos do Intercity BH Expo

 

                             




O Intercity BH Expo  está completando 10 anos  na capital mineira. Continuando as comemorações , o diretor do hotel Rodrigo Cançado , esteve na Arena MRV, no dia 29 de agosto, no jogo do Atlético 2 x 1 Vitória BA, com o presidente do Atlético, Sérgio Coelho e o vice-presidente Márcio Brio,  a bicampeão olímpica de vôlei, Sheila, onde entregou kits de presentes com produtos que marcam as comemorações aos  10 anos .

Sérgio Coelho e Márcio Brito com Rodrigo Cançado


Sheilla é considerada uma das maiores jogadoras de vôlei de todos os tempos e uma das atletas mais decisivas da história do esporte brasileiro.Conquistou a medalha de ouro nos Jogos de Pequim 2008 e Londres 2012.Conquistou também sete títulos do Grand Prix, além de diversas medalhas em Mundiais e Jogos Pan-Americanos






Nos 10 anos, o Intercity BH Expo recebeu mais de 1 milhão de hóspedes do Brasil e do exterior e realizou mais de 2 mil eventos entre convenções, feiras, treinamentos, encontros corporativos e celebrações sociais. Na área de Alimentos e Bebidas, são cerca de 140 mil refeições servidas anualmente.

O empreendimento conta com 281 apartamentos, quatro salas de eventos com capacidade para até 500 pessoas, rooftop, espaços gastronômicos, coworking e estrutura completa para hospedagem e eventos.

“Chegar aos 10 anos com mais de 1 milhão de hóspedes e mais de 2 mil eventos realizados demonstra a confiança do mercado no nosso trabalho. Esses resultados reforçam nosso compromisso de continuar investindo e evoluindo para atender às novas demandas dos clientes”, finaliza o diretor do Intercity BH Expo.

Homenagem a Milton Nascimento terá mural no prédio em BH

 


Pintura com o rosto do Milton Nascimento terá 1600 m2 e vai retratar sua trajetória (Pedro Napolinario/Divulgação)Pintura com o rosto do Milton Nascimento terá 1600 m2 e vai retratar sua trajetória (Pedro Napolinario/Divulgação)

O centro de Belo Horizonte receberá um mural em homenagem ao cantor Milton Nascimento. A obra será pintada em uma empena de 1.600 m², na avenida Álvares Cabral,  347, próximo à rua Timbiras. O painel será assinado pelo artista mineiro Kaká Chazz e será produzido entre 8 e 26 de setembro, durante a 20ª edição da Fábrica de Graffiti.

           Prédio onde terá a homenagem ao grande Milton nadcimento

“A paleta de cores é inspirada no pôr do sol mineiro para transmitir a beleza e o calor de Minas. Os arabescos dourados remetem aos ornamentos barrocos de Aleijadinho e ao ouro, evocando a arte e cultura como nossas verdadeiras riquezas”, disse Kaká.


Nascido em Três Pontas, cidade onde Milton Nascimento cresceu, Kaká conta que Bituca sempre teve grande influência sobre seu trabalho como artista. “Ele me lembra constantemente que vale acreditar na força da arte”, declara.

 

Macacos Cine Fest estreia com cinco dias de cinema, música e encontros no belo distrito de Macacos

 








O distrito de Macacos, em Nova Lima, que fica a cerca de 30 km de Belo Horizonte, recebe, de 3 a 7 de setembro, a primeira edição do Macacos Cine Fest – Festival de Cinema de São Sebastião das Águas Claras. Com programação gratuita, o festival nasce com o propósito de fazer do cinema um lugar de encontro, aproximando filmes, música, memória, formação e território. Durante cinco dias, moradores e visitantes terão acesso a 44 filmes selecionados entre 740 inscritos de todos os estados brasileiros, além filmes convidados, shows, atividades para crianças, oficinas, circo, projeção mapeada e encontros com artistas e realizadores.

Essas Mina é Zica_ Foto Celina Barbi

Entre os destaques está o lançamento e primeira exibição pública de Essas Mina É Zica, documentário de longa-metragem de Natacha Vassou e Lucas Espeto, que acompanha, ao longo de cinco anos, as trajetórias de seis mulheres da cena do rap de Belo Horizonte. A programação também presta uma homenagem ao Uakti, grupo mineiro que transformou a pesquisa sonora e a criação de instrumentos em uma linguagem artística singular e estabeleceu uma forte relação com o cinema brasileiro. A presença do músico e ex-integrante Paulo Santos atravessa a homenagem, que inclui filmes, conversas e apresentação musical.


Apopcalipse Baby_Still 16_Baby e Mãe_Foto João Pedro Matos


Com o tema “Ressonâncias e Ruídos”, o Macacos Cine Fest propõe olhar para as relações entre imagem e som e para aquilo que permanece, reverbera ou rompe com o habitual. O conceito se estende por toda a programação, reunindo diferentes formas de criação e escuta e colocando em diálogo cinema, música, memória, experimentação e as histórias de quem vive e circula por Macacos.

“A ideia é que o festival seja mais do que uma sequência de sessões de cinema. Queremos criar um espaço de encontro, em que o público possa assistir a um filme, ouvir uma música, conversar com um realizador, participar de uma oficina ou simplesmente se reconhecer em uma história. ‘Ressonâncias e Ruídos’ fala justamente dessas coisas que permanecem reverberando e também daquilo que provoca deslocamentos, novas perguntas e outras formas de olhar”, afirma Tamira Abreu, idealizadora do Macacos Cine Fest.

Tamira Abreu_Foto Clarice Sabino

PauloSantos - foto SamuelMendes

Para a primeira edição, a curadoria buscou reunir diferentes gerações, territórios e linguagens do audiovisual brasileiro, aproximando obras de caráter documental, ficcional, experimental, híbrido e de videoarte. “Recebemos filmes de todas as regiões do país e isso nos mostrou a potência e a diversidade do cinema brasileiro que está sendo produzido hoje. Em Macacos, queremos colocar essas vozes em circulação e, ao mesmo tempo, fazer com que o festival dialogue com quem vive aqui, com a história do distrito e com a produção artística que nasce do território”, completa Tamira Abreu. 

“Essas Mina É Zica” estreia no festival

Essas Mina é Zica_Foto Túlio Cipó

Um dos momentos centrais do Macacos Cine Fest será o lançamento e a primeira exibição pública de Essas Mina É Zica, de Natacha Vassou e Lucas Espeto, no domingo, 6 de setembro, às 19h, no gramado da Capela de São Sebastião. O documentário acompanha, entre 2019 e 2023, as trajetórias de Iza Sabino, Kainná Tawá, Ohana, DJ Pat Manoese, Paula Ituassu e Tamara Franklin, seis mulheres da cena do rap de Belo Horizonte. Ao longo de cinco anos de registros, o filme acompanha desafios relacionados ao trabalho, à maternidade, aos lançamentos musicais e à busca por reconhecimento, atravessando ainda o período da pandemia e a interrupção dos shows presenciais. A estreia estabelece um encontro direto entre cinema e música ao registrar a cena do rap a partir das perspectivas das próprias artistas. Depois da sessão, Tamara Franklin, Iza Sabino, Kainná Tawá e DJ Pat Manoese participam de um bate-papo com o público. Às 22h, as quatro artistas levam essa experiência para o palco no show Essas Mina É Zica, que reúne rap, hip-hop, poesia, discotecagem e diferentes sonoridades da música negra.

Uakti é homenageado em sua relação com o cinema

A primeira edição do festival também celebra o Uakti, grupo criado em Belo Horizonte, em 1978, por Marco Antônio Guimarães, Paulo Santos, Décio Ramos e Artur Andrés. Reconhecido internacionalmente pela criação de instrumentos próprios e pela pesquisa de novas possibilidades sonoras, o grupo construiu uma trajetória em que música, experimentação e imagem estiveram frequentemente conectadas. A homenagem ganha significado especial em Macacos, distrito que durante muitos anos abrigou o acervo do grupo. A relação com o audiovisual será apresentada por meio de filmes e videoartes que registram diferentes momentos dessa trajetória e das parcerias de Paulo Santos, incluindo trabalhos de Rafael Conde e Eder Santos.

A homenagem começa já na abertura do festival, na quinta-feira, 3 de setembro, com a apresentação do Coral da Escola Municipal Rubem Costa Lima, formado por estudantes de Macacos e que teve Paulo Santos como professor e colaborador. Na mesma noite, será exibido Ensaio de Orquestra, de Federico Fellini, longa escolhido pelo músico.

Na segunda-feira, 7 de setembro, uma sessão especial reúne Uakti – Oficina Instrumental, de Rafael Conde, e obras de Eder Santos, entre elas Uakti-BoleroNão Vou à África Porque Tenho PlantãoRito e Expressão e Framed by Curtains. Depois da sessão, Paulo Santos participa de um bate-papo sobre os encontros entre cinema e música, ao lado de convidados. O encerramento acontece com o show AR (ÁRA), no qual o músico combina instrumentos não convencionais e elementos eletrônicos, apresentando composições de seu novo álbum, Áratekoha.

“Ressonâncias e Ruídos” - cinema, música e experimentação

A Mostra Temática Ressonâncias e Ruídos é o eixo conceitual da primeira edição. A seleção parte da ideia de que o cinema se constrói não apenas pelas imagens, mas também pelas vozes, músicas, silêncios, ritmos e paisagens sonoras. A ressonância aparece como aquilo que permanece e se propaga através do tempo, das pessoas e dos territórios. Já o ruído é aquilo que interrompe o habitual, provoca deslocamentos e abre novas possibilidades de percepção.

Esse diálogo está presente em diferentes sessões, como o Foco Gabraz, dedicado à obra do realizador e marcado pelo encontro entre música, palavra, imagem e território. Também aparece em filmes como Sou Feia, Mas Tô na Moda, de Denise Garcia, que acompanha o protagonismo feminino no funk carioca; Apocalipse Segundo Baby, de Rafael Saar, sobre uma trajetória atravessada por música, contracultura, espiritualidade e performance; e Morte e Vida Madalena, de Guto Parente, que transforma o próprio fazer cinematográfico em matéria para a narrativa.

Mostra Competitiva reúne diferentes vozes do cinema brasileiro

A Mostra Competitiva de Curtas recebeu 740 filmes, com produções de todos os estados brasileiros e representantes das cinco regiões do país. Foram selecionados 44 trabalhos, entre animações, ficções, documentários, obras híbridas, experimentais e videoartes. Os filmes foram organizados em quatro programas que aproximam obras de diferentes regiões, linguagens e perspectivas. Amanhã, Quando Nasci reúne histórias situadas entre cotidiano, sonho e encantamento. Fizéramos Tanto aproxima passado, presente e futuro a partir de questões como território, juventude, memória e afeto. Lava-me, Lava percorre diferentes manifestações de fé, tradição e mistério. Já Os Homens e a Noite reúne narrativas atravessadas pelo trabalho, pela violência, pela memória e pelas relações familiares.

Apopcalipse Baby Still Baby ,Elza Soares,Ademilde Fonseca_Foto Gabriel Chiarastelli

Cinema para crianças - imaginação, diversidade e novas narrativas

O Cine Macacada | Mostra Infantil de Curtas reúne cinco sessões com animações, ficções e filmes realizados para crianças. As histórias abordam amizade, família, identidade, memória, diversidade, convivência e imaginação. Duas sessões serão destinadas aos alunos da Escola Municipal Rubem Costa Lima, enquanto outras três serão abertas ao público. A programação inclui ainda a oficina brincante A Criança e o Cinema, com Jaqueline Luana, e duas apresentações do espetáculo circense Desafios Urbanos: Da Cidade à Roça, a Arte Transforma!, com Felipe Foca.

Música como parte da experiência cinematográfica

No Macacos Cine Fest, a música não aparece como uma programação paralela, mas como parte da própria experiência do festival. Coral, rap, brega, discotecagem e experimentação sonora se encontram com os filmes e com os espaços de Macacos. Na sexta-feira, VJ BAH e DJ Little Sil realizam uma projeção mapeada no gramado da Capela de São Sebastião, criando uma experiência em que imagem e música são percebidas simultaneamente. No sábado, a Orquestra Mineira de Brega apresenta um repertório marcado por canções populares, trilhas de novelas e referências da memória coletiva. No domingo, o rap ocupa o palco com o show Essas Mina É Zica. E, na segunda-feira, a pesquisa sonora de Paulo Santos encerra o festival com AR (ÁRA).

Cine Gastrô leva o cinema para a mesa

A relação entre cinema e território também se estende à gastronomia. De 7 de agosto a 7 de setembro, o Cine Gastrô | Circuito Gastronômico reúne 12 bares, restaurantes e cafés de Macacos, que criaram pratos exclusivos inspirados em filmes brasileiros. Participam Benedito Gastrobar, Cafeteria Jardim Secreto, Cantinho do Vô, Divino Sabor, Mar Mineiro Restaurante, Macaco Prosa, Planeta Macacos, Regino’s Comidaria, Restaurante do Gerson, Sítio Bar, Sorveteria Da Casa e Varanda Beer. A iniciativa convida moradores e visitantes a percorrer o distrito e experimentar diferentes interpretações do cinema brasileiro também por meio dos sabores, fortalecendo a conexão entre cultura, gastronomia e economia criativa local.

O Macacos Cine Fest é realizado por meio da Lei Federal de Incentivo à Cultura – Lei Rouanet, com patrocínio master da Vale.

Programação

3 de setembro | Quinta-feira

Gramado da Capela de São Sebastião

19h – Abertura 

19h30 – Filme produzido na oficina “Da Escola para a Tela” e apresentação do Coral da E.M. Rubem Costa Lima

20h – Ensaio de Orquestra, de Federico Fellini

4 de setembro | Sexta-feira

Sala de Cinema – Associação Comunitária
9h – Cine Macacada | Sessão Escola 1
15h – Cine Macacada | Sessão Escola 2
17h – O Cinema em Abismo | Foco Gabraz – Sessão 1
18h – Bate-papo com Gabraz
19h – Amanhã, Quando Nasci | Mostra Competitiva
20h30 – Fizéramos Tanto | Mostra Competitiva

Gramado da Capela
22h – Projeção mapeada com VJ BAH e DJ Little Sil

5 de setembro | Sábado

Gramado da Capela
10h – A Criança e o Cinema | Oficina com Jaqueline Luana

Sala de Cinema – Associação Comunitária
11h – Cine Macacada | Sessão 1
15h – O Cinema em Abismo | Foco Gabraz – Sessão 2
16h30 – Lava-me, Lava | Mostra Competitiva
18h – Morte e Vida Madalena, de Guto Parente

Gramado da Capela
20h – Apocalipse Segundo Baby, de Rafael Saar
22h – Show da Orquestra Mineira de Brega

6 de setembro | Domingo

Gramado da Capela
10h – Desafios Urbanos: Da Cidade à Roça, a Arte Transforma!, com Felipe Foca

Sala de Cinema – Associação Comunitária
11h – Cine Macacada | Sessão 2
16h – Sou Feia, Mas Tô na Moda, de Denise Garcia
17h30 – Os Homens e a Noite | Mostra Competitiva

Gramado da Capela
19h – Essas Mina É Zica, de Natacha Vassou e Lucas Espeto | Lançamento e primeira exibição pública
21h30 – Bate-papo com Tamara Franklin, Iza Sabino, Kainná Tawá e DJ Pat Manoese
22h – Show Essas Mina É Zica

7 de setembro | Segunda-feira – Feriado

Gramado da Capela
10h – Desafios Urbanos: Da Cidade à Roça, a Arte Transforma!, com Felipe Foca

Sala de Cinema – Associação Comunitária
11h – Cine Macacada | Sessão 3
14h – Mais Brilhante que o Sol | Sessão Especial
15h – Sessão Especial em Homenagem ao Uakti

Gramado da Capela
16h – Bate-papo com Paulo Santos e convidados
17h – Cerimônia de premiação
17h30 – Show de encerramento com Paulo Santos (Uakti)


Entrada: gratuita, com acesso livre sujeito à capacidade dos espaços

Associação Comunitária de Macacos: Rua Dona Maria da Glória, 711, São Sebastião das Águas Claras (Macacos), Nova Lima – MG

Gramado da Capela de São Sebastião: Rua São Sebastião, São Sebastião das Águas Claras (Macacos), Nova Lima – MG

Cine Gastrô | Circuito Gastronômico: 7 de agosto a 7 de setembro de 2026

Orquestra Sinfônica de Minas Gerais celebra seu cinquentenário com espetáculo no Palácio das Artes




A OSMG celebra seu cinquentenário no dia 2 de setembro de 2026 (quarta-feira), às 20h, no Grande Teatro Cemig Palácio das Artes. Sob regência do maestro Roberto Duarte, que já esteve à frente da OSMG em outras ocasiões como maestro convidado, o concerto reúne diferentes compositores cujas obras, em conjunto, tecem a trajetória e caracterizam a identidade do corpo artístico. Os ingressos podem ser adquiridos por R$ 15,00 (meia-entrada) e R$ 30,00 (inteira), e estão disponíveis na plataforma Sympla, na bilheteria principal e nos totens de autoatendimento localizados no Palácio das Artes.

 





No dia 2 de setembro de 1976, foi promulgada a Lei Estadual nº 6.862, que estabelecia a criação da Orquestra Sinfônica de Minas Gerais (OSMG), resultando em um conjunto de excelência, capaz de ampliar a presença da música sinfônica e integrar importantes produções artísticas em Minas Gerais. Ao longo de cinco décadas, a OSMG consolidou sua atuação em concertos, óperas e balés, tanto em teatros e outros espaços culturais como ao ar livre, participando de importantes produções artísticas em Minas Gerais e dividindo o palco com artistas e grupos nacionais e internacionais.

 



Em 2013, a orquestra foi reconhecida como Patrimônio Histórico e Cultural de Minas Gerais. Mais recentemente, em 2024, recebeu o 21º Prêmio Rádio MEC na categoria Melhor Intérprete de Música Clássica, pela execução de “Teotihuacan” (2023), do compositor mineiro Andersen Viana.

 

O concerto OSMG 50 anos

O concerto inicia com a “Abertura” da ópera “La Clemenza di Tito” (1791), do compositor austríaco Wolfgang Amadeus Mozart (1756-1791). A obra foi uma das últimas óperas compostas por Mozart, e foi encomendada para a coroação do imperador Leopoldo II como Rei da Boêmia. Com um ritmo majestoso de marcha e um diálogo vibrante entre os instrumentos, a peça exibe a elegância e a expressividade que consagraram Mozart como um dos grandes nomes da história da música. A presença de Mozart no concerto também evoca a própria memória da OSMG, que o interpreta desde sua apresentação inaugural, em 16 de setembro de 1977.

 

Em seguida, o programa se volta à música de concerto brasileira com a “Sinfonietta nº 1 (à memória de Mozart)”, de Heitor Villa-Lobos (1887-1959), compositor que também integrou o programa da estreia da OSMG. Composta em 1916 e estreada em 1922, a obra presta uma homenagem ao mestre vienense, inspirando-se nos ritmos e temas da abertura da ópera “A Flauta Mágica” (1791), que está entre as obras interpretadas pelo conjunto ao longo de sua história, nas montagens de 1984, 1991, 2006 e 2022. Serão apresentados três movimentos da peça, que equilibra a elegância da tradição clássica europeia com a inventividade e o colorido orquestral que marcariam a identidade do compositor brasileiro, uma das figuras mais expressivas da música clássica nacional.

 



Em diálogo com a tradição musical mineira, o concerto prossegue com a “Abertura em Ré Maior”, do mineiro João de Deus Castro Lobo (1794–1832). Natural de Vila Rica (atual Ouro Preto), o padre, maestro e compositor é uma das principais figuras da música sacra de Minas Gerais do período colonial. Sua obra sintetiza influências da ópera italiana com características do Classicismo e do Romantismo.

 

Encerrando o concerto, será apresentada a Sinfonietta Seconda ‘Carnevale’", de Ernani Aguiar. A obra reúne, em quatro movimentos — Samba, Frevo, Marcha Rancho e Escola de Samba —, ritmos e danças populares do carnaval brasileiro, explorados em uma escrita sinfônica marcada pela vitalidade rítmica. A peça também propõe uma interação com o público em sua parte final, reforçando seu caráter festivo.

 

Composta em 2002, a peça é dedicada à musicista e artista plástica Dalva Duarte (1938–2023), esposa do maestro Roberto Duarte, responsável por sua encomenda e revisão. Membro da Academia Brasileira de Música e professor de regência e prática de orquestra na Escola de Música da Universidade Federal do Rio de Janeiro, Ernani Aguiar construiu uma trajetória marcada pelo diálogo entre a música erudita e elementos da cultura musical brasileira. Sua relação com a Fundação Clóvis Salgado e a OSMG também se estende a outras produções, como a ópera “Aleijadinho (2022), de sua autoria, produzida pela FCS e interpretada pela OSMG em conjunto com os outros corpos artísticos da instituição.

 

Entre períodos, compositores e tradições distintas, o programa dos 50 anos da Orquestra Sinfônica de Minas Gerais revisita obras que dialogam com momentos de sua própria história. Ao aproximar referências da música clássica europeia, da produção brasileira e mineira, o concerto celebra cinco décadas de atuação da orquestra e abre espaço para vislumbrar os caminhos que ainda estão por vir.

 

O concerto “OSMG 50 anos” é realizado pelo Ministério da Cultura e pela Fundação Clóvis Salgado. As atividades da Fundação Clóvis Salgado têm a Cemig como mantenedora, Patrocínio Master do Instituto Cultural Vale e Grupo Fredizak, Patrocínio Prime do Instituto Unimed-BH, da Usiminas e do Instituto AngloGold, Patrocínio Plus da Vivo e correalização da APPA – Cultura & Patrimônio. A ação é viabilizada por meio da Lei Estadual de Incentivo à Cultura e da Lei Federal de Incentivo à Cultura.

 

 

Programa

 

Wolfgang Amadeus Mozart

“La Clemenza di Tito” 

- Abertura

Heitor Villa-Lobos 

“Sinfonietta nº 1 (à memória de Mozart)”   

I - Allegro giusto      

II - Andante non troppo      

III - Andantino  

 

João de Deus Castro Lobo

“Abertura em Ré Maior”   

Ernani Aguiar 

“Sinfonietta Seconda ‘Carnevale’ (à Dalva Duarte)”

I - Samba

II - Frevo

III - Marcha Rancho

IV - Escola de Samba

 

Grande Teatro Cemig Palácio das Artes

(Av. Afonso Pena, 1537, Centro – Belo Horizonte)

Classificação Indicativa: 10 anos

Valor dos ingressos: R$ 15,00 a meia-entrada e R$ 30,00 a inteira

Carla Madeira lança seu novo romance “Quando”, em diálogo com Giovana Madalosso, no Cine Theatro Brasil, nos 40 anos do “Sempre um Papo”

 

O “Sempre Um Papo” dá continuidade às comemorações dos 40 anos do Sempre um Papo, com a participação da escritora Carla Madeira no lançamento de “Quando” (Editora Record), seu aguardado quarto romance. O encontro vai acontecer no dia 1º de setembro de 2026, às 19h30, no Cine Theatro Brasil (Avenida Amazonas, 315, Centro), em diálogo com a escritora Giovana Madalosso.

O “Sempre um Papo – 40 anos” tem o patrocínio da Copasa e do Itaú, via Lei Rouanet, e é realizado em conjunto com o TCEMG e o TCE Cultural. Correalização: Associação Cine Theatro Brasil, com patrocínio da Vallourec e do Instituto Unimed-BH.

 A entrada é gratuita, e os ingressos serão distribuídos na bilheteria a partir das 17h30, limitados a um por pessoa. Para os autógrafos, serão distribuídas 100 senhas. A autora assinará exclusivamente o livro Quando, que também estará à venda no local.

Considerada a escritora brasileira contemporânea mais lida do país, Carla Madeira chega ao seu quarto romance depois dos sucessos Tudo é rio, Véspera e A natureza da mordida. Em Quando, apresenta a história de uma mãe que, no calor de um acontecimento trágico, toma uma decisão extrema: denunciar o próprio filho à polícia.

 Ambientado no Brasil da década de 1980, o romance acompanha as consequências dessa escolha e a fratura provocada dentro de uma família. Vinte anos depois, quando o tempo parecia ter tornado impossível qualquer reencontro, as personagens são novamente colocadas diante do passado. Maternidade, homofobia, culpa, violência, justiça e perdão atravessam uma narrativa construída por Carla Madeira ao longo de quase quatro anos.

 Próximos eventos: 08/09 – Rita von Hunty, 19/09 – Padre Fábio de Melo e 29/09 – Socorro Acioli. A entrada é gratuita, por ordem de chegada.

                                     fotos Márcia Charnizon 


Em “Quando”, Carla Madeira conta a história de Viridiana, mãe amorosa e atenta de Margarida, Valquíria e Tito. Um acontecimento trágico coloca essa família diante de uma situação-limite e leva Viridiana a tomar uma decisão capaz de alterar definitivamente a vida de todos: denunciar o próprio filho à polícia.

 A história se passa inicialmente no Brasil da década de 1980. A escolha da mãe abre uma ruptura que atravessa duas décadas. Vinte anos depois do afastamento, quando a distância parecia ter dissolvido qualquer possibilidade de reencontro, o passado volta a aproximar as personagens e a exigir delas um novo confronto com aquilo que aconteceu.

 O romance investiga o que permanece depois de uma decisão irreversível. A relação entre mãe e filho é colocada diante de uma pergunta difícil: até onde pode chegar o amor quando ele entra em conflito com aquilo que se considera justo? Carla Madeira não oferece respostas fáceis. Constrói sua narrativa a partir das consequências humanas da escolha de Viridiana.

 Maternidade, homofobia, culpa e violência atravessam o livro, assim como a possibilidade do perdão e a força transformadora dos afetos. Segundo Rita von Hunty, que assina o texto de orelha da obra, o romance oferece “uma leitura aguçada e potente de um tecido do Brasil” e também um convite para pensar outras tramas desse tecido social.

 Trabalhado pela autora durante quase quatro anos, Quando retoma características que marcaram a literatura de Carla Madeira: a construção psicológica dos personagens, a intensidade da linguagem e o interesse pelas marcas que determinadas experiências deixam no corpo e na memória.

 O novo romance chega depois de três livros que fizeram de Carla Madeira um fenômeno editorial brasileiro. Tudo é rio, A natureza da mordida e Véspera venderam, juntos, mais de 1 milhão de exemplares.


Carla Madeira nasceu em Belo Horizonte, em 1964. Iniciou o curso de Matemática, mas mudou de caminho e se formou em Jornalismo e Publicidade. Foi professora de redação publicitária na Universidade Federal de Minas Gerais e sócia e diretora de criação da agência de comunicação Lápis Raro.

 Na literatura, estreou com Tudo é rio, romance que alcançou enorme repercussão entre os leitores e se transformou em um dos grandes fenômenos editoriais brasileiros dos últimos anos. Pela Editora Record, publicou também A natureza da mordida e Véspera. Os três livros ultrapassaram a marca de 1 milhão de exemplares vendidos, tornando Carla Madeira a escritora brasileira contemporânea mais lida do país.

 Tudo é rio foi eleito Livro do Ano de 2023, na categoria ficção lusófona, pelo Prêmio Livreiros Bertrand, em Portugal, e está sendo adaptado para o cinema pela Boutique Filmes, com previsão de estreia em 2027.

 Véspera também chegará ao audiovisual. O romance tem adaptação prevista como série, com direção-geral de Joana Jabace e elenco que reúne Bruna Marquezine, Gabriel Leone e Camila Márdila.

 Com Quando, Carla Madeira chega ao quarto romance de uma trajetória construída em torno de personagens confrontados por escolhas, afetos e acontecimentos capazes de modificar definitivamente suas vidas.

 O encontro integra a programação do Sempre Um Papo TCE Cultural, projeto que promove diálogos entre autores e o público, aproximando literatura, pensamento crítico e sociedade.


Giovana Madalosso nasceu em Curitiba e é escritora e jornalista. Autora dos romances Tudo pode ser roubado, Suíte Tóquio — vencedor do Prêmio Biblioteca Nacional e finalista do Prêmio Jabuti — e A teta racional, consolidou-se como uma das principais vozes da literatura brasileira contemporânea. Em seus livros, investiga as relações familiares, os afetos, a maternidade e as contradições da vida urbana, combinando humor, ironia e densidade psicológica. Seu trabalho já foi traduzido para diversos países e adaptado para o audiovisual.


A parceria do Sempre um Papo com o TCEMG já viabilizou atividades com Ana Maria Gonçalves, Mia Couto, Itamar Vieira Junior, Conceição Evaristo e Ailton Krenak, consolidando um percurso em que cada encontro parte de um livro para alcançar questões amplas da realidade brasileira.

 O programa consolida o modelo inaugurado pelo projeto: transformar temas estruturais da administração pública em debates acessíveis, mediados pela literatura, pela arte e pela escuta cidadã. Trata-se de um novo paradigma de atuação institucional, no qual o controle externo dialoga com a sociedade não apenas por meio de números e relatórios, mas também pela força da palavra e da experiência humana.

 Desde sua criação, o ciclo vem aproximando o público dos grandes temas do Tribunal — como água, educação, território e direitos — por meio de autores que traduzem essas questões em linguagem sensível e compartilhável. Essa proposta se ancora nos eixos estruturantes do TCE, que incluem educação, meio ambiente, combate à corrupção e cidadania, ampliando o entendimento público sobre políticas essenciais à vida coletiva.

 

Carla Madeira – lançamento de Quando (Editora Record)

 Data: 1º de setembro de 2026, terça-feira

 Horário: 19h30

 Local: Cine Theatro Brasil – Avenida Amazonas, 315, Centro, Belo Horizonte

 Entrada gratuita, por ordem de chegada, condicionada à capacidade do espaço.

Costa Cruzeiros e República Dominicana apresentam experiências únicas e itinerários exclusivos no Caribe para a temporada 2026/2027

 

Ruy Ribeiro, Diretor Comercial da Costa Cruzeiros no Brasil, Gabriel Cruz e Camila Goico, representantes do Ministério do Turismo da República Dominicana, e Dario Rustico, Presidente Executivo da Costa Cruzeiros para as Américas. Foto: André Martins

 

Um dos destinos turísticos internacionais mais desejados, o Caribe reúne uma oferta completa para o viajante brasileiro conhecer a região por mar e por terra. Juntas, a Costa Cruzeiros e a República Dominicana apresentaram nesta quinta-feira, 27 de agosto, em evento na cidade de São Paulo, os atrativos da República Dominicana e as experiências oferecidas pela Costa no Caribe reforçando o potencial da região como uma das principais opções de férias para o público brasileiro durante a temporada 2026/2027.


Mais de 150 profissionais do turismo, entre agentes de viagens e parceiros de todo o Brasil, participaram do encontro, que contou com a presença de Dario Rustico, presidente executivo da Costa Cruzeiros para as Américas; Ruy Ribeiro, diretor Comercial da Costa Cruzeiros no Brasil; e dos representantes do Escritório de Turismo da República Dominicana no Brasil, Camila Goico e Gabriel Cruz.

 

                         

Amigos e agências de viagens prestaram uma homenagem a Dario Rustico durante evento da Costa, celebrando sua trajetória de 24 anos na companhia.

 



 Dançarinos e músicos levaram ao evento da Costa a riqueza e a diversidade da cultura dominicana, com apresentações que celebraram os ritmos e as tradições do país. Fotos: André Martins

 

Evento da Costa Cruzeiros e República Dominicana reúne convidados e trade em São Paulo.

 


Dario Rustico.

 


 Camila Goico e Gabriel Cruz.

 


Miriã Nascimento, Coordenadora de Vendas da Costa Cruzeiros, e Ruy Ribeiro. Fotos: André Martins

 

Os agentes de viagens tiveram a oportunidade de mergulhar na atmosfera vibrante do Caribe por meio de uma experiência imersiva, que incluiu a degustação de drinques típicos da região, apresentações de música ao vivo e um show especial de bachata, tradicional ritmo e dança da República Dominicana. A programação proporcionou aos convidados uma amostra da rica cultura, da energia e da hospitalidade da República Dominicana.

 Os cruzeiros da Costa pela região caribenha reúnem características que conversam muito bem com o perfil do viajante brasileiro: destinos paradisíacos, clima, diversidade de experiências, acesso facilitado e uma combinação interessante entre descanso, entretenimento e descoberta de novos lugares.

 


                       

A República Dominicana é um dos destaques dos itinerários da Costa no Caribe. Com embarques em La Romana e Santo Domingo, os hóspedes podem conhecer diversos destinos na região. Fotos: Escritório de Turismo da República Dominicana

 Com embarques na República Dominicana, de novembro de 2026 a março de 2027, os itinerários da companhia não exigem o visto norte-americano. Neste período, os navios Costa Fascinosa e Costa Favolosa realizam viagens de 7 noites pela região, partindo de La Romana e de Santo Domingo, respectivamente. Os cruzeiros visitam destinos paradisíacos na própria República Dominicana, como Ilha Catalina, Cabo Rojo, Puerto Plata e Arroyo Barril (Samaná), além das ilhas de St. Lucia, Guadalupe, Antígua e Barbuda, Turks and Caicos, Barbados, Ilhas Virgens Britânicas, Martinica e St. Maarten.

 

Os itinerários da Costa no Caribe também são enriquecidos pelos Sea Destinations, experiências imersivas únicas que transformam a navegação em parte pulsante do cruzeiro. Essas atividades aprofundam a conexão do viajante com a cultura e as belezas da região. Quando na baía de Catalina, por exemplo, o hóspede é convidado a participar de uma celebração no mar, dançando a noite toda em uma das festas mais animadas do Caribe com música ao vivo, bebidas típicas da República Dominicana e apresentações de dança. Outra opção é descobrir as estrelas e as constelações do céu do Caribe quando o navio para no meio do oceano, compartilhando histórias e tradições locais.

 




As experiências imersivas tranformam a navegação em parte da viagem, aproximando is hóspedes da cultura e das belezas do Caribe. Fotos: Divulgação

 

A bordo do Costa Fascinosa, a experiência a bordo ganha um tempero latino a mais com o programa especial Alma Latina. Do nascer ao pôr do sol, o hóspede a bordo pode desfrutar de eventos exclusivos inspirados nas culturas caribenha e latino-americana. O programa inclui a festa Sabor Latino e apresentações ao vivo de artistas e DJs locais; celebrações à beira da piscina com espetáculos coloridos de música e dança; competições de dança latina; e especialidades latino-americanas nas refeições; sucos tropicais, cervejas latinas e o icônico coquetel Pisco Sour.

  

PACOTE COMPLETO - Além de desfrutar das belezas naturais e dos atrativos da República Dominicana, o brasileiro pode viver uma experiência completa no Caribe a bordo dos navios Costa Fascinosa e Costa Favolosa com toda a praticidade proporcionada pelos pacotes Air&Sea, do programa Conexão Costa. A solução integra cruzeiros de 7 noites, voos diretos entre São Paulo e Punta Cana operados pela Arajet Airlines e transfers entre o aeroporto e os portos de La Romana e Santo Domingo, garantindo mais conforto e conveniência ao viajante. A facilidade de acesso ao destino, aliada à conectividade aérea e à comodidade dos pacotes Air&Sea, amplia as oportunidades de vendas para os agentes de viagens, que passam a oferecer aos seus clientes uma experiência completa e integrada, desde o embarque no Brasil até a realização do cruzeiro.

 





Costa Favolosa. 

 

"O Caribe é um mercado estratégico para a Costa Cruzeiros e um destino que reúne atributos altamente valorizados pelos viajantes brasileiros, como praias paradisíacas, riqueza cultural, gastronomia e uma ampla variedade de experiências. Nesse contexto, a parceria com a República Dominicana reforça nosso compromisso de ampliar as possibilidades de viagens na região, oferecendo aos hóspedes opções cada vez mais completas e atrativas. Este encontro é uma excelente oportunidade para aproximar os agentes de viagens desse portfólio, aprofundando o conhecimento sobre os roteiros, diferenciais e experiências que oferecemos no Caribe, além de destacar como essa oferta pode atender aos mais diversos perfis de viajantes", afirma Ruy Ribeiro, diretor Comercial da Costa Cruzeiros no Brasil.

 

“A República Dominicana vem consolidando sua posição como um dos destinos de cruzeiros mais importantes do Caribe, combinando infraestrutura de qualidade, diversidade de atrativos e uma experiência autêntica para os visitantes. Nesse cenário, a parceria com a Costa Cruzeiros desempenha um papel fundamental para ampliar a visibilidade do destino junto ao público brasileiro e facilitar o acesso dos viajantes à região. Com embarques em La Romana e Santo Domingo, a companhia oferece novas possibilidades de viagem, permitindo que os hóspedes explorem não apenas nossas praias e paisagens deslumbrantes, mas também a rica cultura dominicana, sua gastronomia vibrante e a hospitalidade que é uma das marcas do nosso povo”, afirma Camila Goico, representante do Escritório de Turismo da República Dominicana no Brasil.

 Os cruzeiros a bordo dos navios Costa Fascinosa e Costa Favolosa e os pacotes Air&Sea, do programa Conexão Costa para a temporada 2026/2027 podem ser adquiridos em até 12 vezes sem juros no cartão de crédito por meio das agências de viagens e no portal Costa Extra, exclusivo para as agências de viagens. Mais informações no site do programa Conexão Costa.

 



Costa Fascinosa.

 

Saiba mais sobre os navios Costa Fascinosa e Costa Favolosa na temporada 2026/2027 no Caribe

 

 

 

Com 1.580 cabines, o Costa Fascinosa reúne 9 restaurantes, sendo 5 restaurantes de especialidades como o Sushino, Archipelago, The Salty Beach Street Food, Teppanyaki e a Pizzeria Pummid´Oro, além de 9 bares, entre eles: Aperol Spritz Bar, Wine Bar, Sunset Bar e a Gelateria Amarillo, com os melhores sorvetes e doces artesanais. Há ainda o Solemio Spa com piscina de talassoterapia e salas de tratamentos, além de cassino, shopping, academia, teatro, pista de corrida panorâmica, campo poliesportivo, 9 piscinas e jacuzzis e espaços dedicados para as crianças e adolescentes como o Squok Baby, Squok Club e o Teen Zone.

  

Com 1.508 cabines, sendo 524 com varanda, o Costa Favolosa oferece acomodações confortáveis e sofisticadas para todos os gostos. O navio conta com 9 piscinas e jacuzzis, teatro com espetáculos exclusivos, cassino, shopping e campo poliesportivo. Há academia com vista para o mar, e o Solemio Spa com sauna e piscina de talassoterapia. Para as crianças e adolescentes, as atividades são realizadas no Squok Club e Teen Zone, com escorregador aquático e castelo pirata. Na parte gastronômica são 8 restaurantes, incluindo o Teppanyaki, o Sushino, a Pizzeria Pummid'Oro e The Salty Beach Street Food. O Costa Favolosa conta ainda com 9 bares, entre eles o Sunset Bar, o Aperol Spritz Bar e a Gelateria Amarillo.

 

A Costa Cruzeiros é uma empresa italiana com sede em Gênova, que faz parte da Carnival Corporation & plc, o maior grupo de cruzeiros do mundo. Há mais de 75 anos, os navios da Costa percorrem os mares do mundo, levando hóspedes a cerca de 200 destinos diferentes, a serem descobertos por meio de experiências únicas, tanto a bordo quanto em terra. Atualmente, a frota da Costa consiste em 9 navios, todos com bandeira italiana, navegando pelo Mediterrâneo, Norte da Europa, Caribe, América Central, América do Sul e Emirados Árabes Unidos, além de oferecer cruzeiros "Volta ao Mundo" e "Grandes Cruzeiros", para visitar diferentes continentes em uma única viagem.

 

 

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