terça-feira, 25 de agosto de 2026

MINAS DE NEGÓCIOS TURMALINA CONSOLIDA O JEQUITINHONHA COMO TERRITÓRIO DE NEGÓCIOS, IDENTIDADE E OPORTUNIDADES





O município de Turmalina se transforma, entre os dias 26 e 28 de agosto, em um ponto estratégico de encontro entre negócios, cultura, inovação e desenvolvimento territorial com a realização do Minas de Negócios Turmalina 2026. Mais do que uma feira multissetorial, o evento foi concebido como um vetor de fomento, conexão e posicionamento do território, articulando empresas, instituições, produtores, profissionais, empreendedores e diferentes segmentos da economia regional.

A proposta parte de uma premissa estratégica: desenvolver um território significa reconhecer sua identidade, identificar suas potencialidades e transformar seus ativos econômicos, culturais e sociais em oportunidades concretas de negócios. Nesse sentido, o Minas de Negócios aproxima setores que muitas vezes atuam de forma isolada e cria um ambiente para que produtos, serviços, talentos, tecnologias e experiências do Jequitinhonha encontrem novos mercados e novas possibilidades de conexão.

informações  

@minasdenegocios_turmalina
  A programação foi estruturada para promoverintegração entre a iniciativa privada, instituições de apoio, poder público ecadeia produtiva, com conteúdos, encontros, painéis, workshops, experiências eações direcionadas às vocações econômicas de Turmalina e da região. O eventotambém se apresenta como uma plataforma para o lançamento e posicionamento denovos produtos, geração de negócios, fortalecimento de marcas locais econstrução de novas narrativas sobre o Jequitinhonha.





Um território que transforma identidade em oportunidade

A força econômica do Jequitinhonha está diretamente relacionada à diversidade de seus ativos. A produção florestal, a silvicultura, a apicultura, o polo moveleiro, o artesanato, o design, a gastronomia, o turismo e a economia criativa convivem com uma história e uma cultura profundamente enraizadas no território.

É justamente essa combinação entre economia, cultura, história, identidade e capacidade produtiva que passa a ser utilizada como elemento estratégico de posicionamento regional.

O Minas de Negócios busca mostrar que o Jequitinhonha não deve ser apresentado apenas a partir de seus desafios, mas também a partir de sua capacidade de produzir, inovar, criar, empreender e gerar oportunidades.

Cássia Neves: estratégia, território e conexões



À frente da concepção estratégica do evento está Cássia Neves, CEO da CM Business Hub, estrategista de mercado, desenvolvimento de territórios e conexões. Idealizadora do Minas de Negócios, Cássia estrutura o projeto a partir da compreensão de que cada território possui identidades, ativos e oportunidades que precisam ser identificados, organizados e conectados ao mercado.

Para ela, o evento não é apenas uma plataforma de exposição, mas uma ferramenta de desenvolvimento territorial.

“O Minas de Negócios nasceu da necessidade de olhar para os territórios não apenas pelo que eles já produzem, mas pelo que ainda podem construir. Nosso papel é identificar as identidades locais, reconhecer as oportunidades, aproximar quem produz de quem pode comprar, investir, transformar e conectar. Quando colocamos diferentes setores em diálogo, criamos novas possibilidades para o território. O evento é o vetor; o que queremos movimentar é uma rede permanente de oportunidades.”, afirma Cássia Neves.

Números que demonstram a força da articulação regional

A edição 2026 chega com uma estrutura que evidencia a capacidade de mobilização do território. São 43 expositores, 12 empresas apoiadoras da região, uma empresa apoiadora internacional e sete correalizadores, dentre eles a Associação Comercial e CDL de Turmalina, Sebrae, Senai, Senar/Faemg, Emater, Cooperativa de apicultores do Mel Jequitinhonha responsáveis por articular suas respectivas cadeias produtivas e contribuir diretamente para a construção da programação.

A participação dos correalizadores amplia o alcance do evento e permite que diferentes setores estejam representados de forma estratégica, conectando conhecimento, mercado, instituições e empreendedores.

O resultado é uma programação intensa e direcionada, construída não apenas para apresentar produtos e serviços, mas para gerar relacionamento, conhecimento, visibilidade, oportunidades comerciais e novas conexões.

Jequitinhonha Design: quando o território ganha forma

Entre os principais projetos estratégicos lançados nesta edição está a 1ª Mostra Jequitinhonha Design, iniciativa de desenvolvimento e posicionamento territorial que coloca o design como ferramenta de valorização da identidade regional.

Com curadoria de Cássia Neves, Virginia Alves e Karina Godinho, a mostra apresenta três espaços genuinamente inspirados no Jequitinhonha, construídos a partir de produtos e referências locais.

O projeto envolve nove profissionais entre arquitetos e designers de Turmalina, que foram convidados a traduzir, por meio da arquitetura e do design, elementos que fazem parte da identidade do território.

A iniciativa cria uma nova perspectiva sobre os produtos regionais ao demonstrar que madeira, artesanato, fibras, objetos, mobiliário, elementos naturais e saberes tradicionais podem compor ambientes contemporâneos, sofisticados e com forte identidade.

Mais do que uma exposição, o Jequitinhonha Design apresenta uma possibilidade de mercado: transformar a identidade local em produto, experiência, design e posicionamento, aproximando os profissionais e produtores do território de novos públicos e mercados.

Minas de Negócios como vetor de desenvolvimento

A realização em Turmalina reforça uma estratégia maior: posicionar o município e o Vale do Jequitinhonha como territórios capazes de produzir valor a partir de seus próprios ativos.

Nesse contexto, o Minas de Negócios atua como uma plataforma de conexão entre quem produz, quem investe, quem compra, quem pesquisa, quem desenvolve políticas públicas e quem tem capacidade de abrir novos mercados.

A proposta é criar um ambiente em que negócios e desenvolvimento territorial caminhem juntos. A feira, portanto, deixa de ser apenas um espaço físico de exposição e passa a funcionar como uma plataforma de articulação econômica e institucional, capaz de revelar oportunidades e estimular novas conexões.

Para Cássia Neves, esse é o principal legado que o projeto pretende construir:

“Quando um território reconhece sua identidade e aprende a transformá-la em valor, ele começa a construir uma nova narrativa sobre si mesmo. O Jequitinhonha tem história, cultura, conhecimento, matéria-prima, criatividade e gente empreendedora. O Minas de Negócios existe para conectar tudo isso e fazer com que essas potencialidades encontrem mercado, investimento e novas oportunidades.”



Com essa visão, o Minas de Negócios Turmalina 2026 consolida-se como uma iniciativa que ultrapassa a lógica tradicional de uma feira de negócios. É um espaço de encontro, posicionamento, lançamento, conhecimento, integração e geração de oportunidades, colocando o desenvolvimento territorial no centro da estratégia e o Jequitinhonha como protagonista de sua própria narrativa econômica e cultural.

Super espetáculo: Ópera inédita “Chica da Silva”, com apresentações em Diamantina e no Palácio das Artes, resgata a história de uma das principais personagens de Minas Gerais

 

 

A Fundação Clóvis Salgado (FCS) dá continuidade à sua temporada de óperas de 2026  apresentando sua mais nova produção, a ópera inédita "Chica da Silva", um grande espetáculo que recupera, sob novas luzes, uma das principais personagens da história mineira. Com pré-estreia dia 12 de setembro, em Diamantina, onde “reinou” Chica da Silva, quando ainda era Arraial do Tijuco (ou Tejuco) e récitas nos dias 19, 21 e 23 de setembro, no Grande Teatro Cemig Palácio das Artes, a ópera encomendada pela FCS tem música de Guilherme Bernstein e libreto de Marcos Bernstein e Flávia Bessone. 

Participam da montagem os três corpos artísticos da FCS: Orquestra Sinfônica de Minas Gerais, Coral Lírico de Minas Gerais e Cia de Dança Palácio das Artes. A produção tem direção cênica de Julianna Santos, direção musical e regência de André Brant, coreografia de Regina Advento, figurinos de William Rausch, cenários de André Cortez e iluminação de Wagner Pinto. A direção-geral é de Cláudia Malta, diretora artística da Fundação Clóvis Salgado. 

Marly Montoni, intérprete de Chica da Silva 


A soprano Marly Montoni, uma das mais importantes de sua geração, interpreta o papel-título da ópera, enquanto o tenor Ewandro Stenzowski dá vida ao contratador João Fernandes, companheiro da protagonista em uma intensa e contraditória relação. Grande equipe e elenco se unem para trazer ao público uma nova visão da história de uma personagem já muito retratada: entre a lenda e a figura humana, qual é a real Chica da Silva?

Ewandro Stenzowski, intérprete de João Fernandes - foto Lutz Edelhoff

Francisca da Silva de Oliveira, a Chica da Silva (ou Xica da Silva), é emblemática personagem do Brasil colonial do Século 18, famosa por sua fulgurante ascensão social. Nascida escravizada, tornou-se uma das mulheres mais ricas e influentes da região de mineração de diamantes em Minas Gerais.

A ópera “Chica da Silva”, afastando-se da ficção, está muito mais próxima do brilhante estudo histórico “Chica da Silva e o Contratador dos Diamantes – O Outro Lado do Mito” (2003), da historiadora Júnia Ferreira Furtado, que separa os fatos reais da visão popular que sempre a pintou como mulher fatal e hipersexualizada.

“Bruxa, sedutora, heroína, rainha ou escrava: afinal, quem era Chica da Silva?”

Chica nasceu entre 1731 e 1735 no Arraial do Milho Verde (Serro). Ela era filha de Antônio Caetano de Sá, um militar português, com Maria da Costa, uma escravizada.  Em sua juventude, Chica é vendida ao médico Manuel Pires Sardinha, com quem tem seu primeiro filho, Simão Pires Sardinha. 

Em 1753, Chica é comprada pelo desembargador João Fernandes de Oliveira, riquíssimo controlador da extração dos diamantes no Tijuco(Diamantina).

 Ele a alforria logo depois. Ainda que a Igreja e as leis coloniais proíbam seu casamento oficial, eles vivem em regime de concubinato estável durante 17 anos. Tiveram 13 filhos, todos reconhecidos pelo pai e portando seu nome, fato raro à época. 

Em 1770, João Fernandes volta a Portugal para receber a herança do pai, levando consigo alguns de seus filhos homens, que receberam educação e ocuparam importantes cargos no Reino. Ele deixa para Chica imensa fortuna, uma grande casa (ainda hoje preservada) e numerosos escravizados. Chica utiliza sua riqueza para a educação dos filhos nas melhores escolas europeias e para casar suas filhas com homens brancos da elite local.

Ela morre no dia 15 de fevereiro de 1796. Consolidando sua integração à mesma elite branca, ela é enterrada no interior da igreja de São Francisco de Assis, privilégio então reservado às pessoas mais ricas e influentes. Afinal, quem foi, ou quem era, Chica da Silva? Uma rainha excêntrica que dominava seu amante por seus charmes e sensualidade ou uma mulher inteligente que soube utilizar as brechas jurídicas e econômicas do sistema colonial para se emancipar?

Um símbolo de rebelião, de liberdade para seu povo ou uma mulher integrada ao sistema, que chegou a possuir 104 escravizados sem libertar nenhum deles em seu testamento? Uma pária rejeitada pela alta sociedade ou uma respeitada dama, membra de fechadas irmandades religiosas como a de São Francisco do Carmo?

Sagaz, romântica, linda, aproveitadora, perdulária, apaixonada, sobrevivente, pragmática, vítima, algoz...  Mito? Qual a verdadeira Chica da Silva?

Chica da Silva não era uma abolicionista, nem uma simples sedutora, mas um perfeito exemplo de ascensão, em uma sociedade profundamente racista e patriarcal?  É o que a ópera “Chica da Silva” tentará responder, tornando a mulher Chica, agora sim, eterna como os diamantes. 

A ópera “Chica da Silva” é realizada pelo Ministério da Cultura, Fundação Clóvis Salgado, Leleu Produções e Eventos e Fox Produções. As atividades da Fundação Clóvis Salgado têm a Cemig como mantenedora, Patrocínio Master do Instituto Cultural Vale e do Grupo Fredizak, Patrocínio Prime do Instituto Unimed-BH e do Instituto AngloGold, Patrocínio Plus da Vivo e correalização da APPA – Cultura & Patrimônio. A ação é viabilizada por meio da Lei Estadual de Incentivo à Cultura e da Lei Federal de Incentivo à Cultura.

FICHA TÉCNICA DA ÓPERA “CHICA DA SILVA”

Equipe

Música original: Guilherme Bernstein

Libreto original: Marcos Bernstein e Flávia Bessone

Direção-Geral: Cláudia Malta

Direção Musical e Regência: André Brant

Concepção e Direção Cênica: Julianna Santos

Assistente de Direção Musical: Lucas Viana

Preparação do Coral Lírico de Minas Gerais: Maria Clara Marco Fernández

Assistência de Direção e Direção de Palco: Felipe Venâncio

Coreografia: Regina Advento

Cenografia: André Cortez

Figurino: William Rausch

Iluminação: Wagner Pinto

Produção-Executiva: Laenne Santos

Elenco

Chica da Silva (Soprano): Marly Montoni

João Fernandes (Tenor): Ewandro Stenzowski

Antônio Pereira (Baixo-barítono): Leandro Abreu

Bonifácio Antunes (Barítono): Santiago Villalba

Caetano Matoso (Tenor): Giovanni Tristacci

Costureira 1 (Soprano): Edna D’Oliveira

Costureira 2 (Soprano):  Andreia de Paula

Assunção do Brocado (Mezzosoprano): Edineia Oliveira 

Costureirinha (Soprano): Indaiara Patrocínio   

Menino Mensageiro: Isadora Ficher Fonseca

Rita, Filha de Chica (Soprano): Chiara Santoro

Ana, Filha de Chica (Mezzosoprano): Edileuza Ribeiro

Mucama 1 (Soprano): Edna D’Oliveira

Mucama 2 (Soprano): Andreia de Paula

Padre Antonil (Barítono): Lício Bruno

Zima (Soprano): Ariádna Fernandes

Adario (Tenor): Júlio Mendonça

Esposa 1 (Soprano): Indaiara Patrocínio

Esposa 2 (Soprano): Melina Peixoto

Esposa 3 (Mezzosoprano): Bárbara Brasil

Imagem de Chica 1 (Soprano): Andreia de Paula

Imagem de Chica 2 (Soprano): Edna D’Oliveira

Imagem de Chica 3 (Soprano): Edineia Oliveira

Tenor Colonial (Tenor): Júlio Mendonça 

 

Ópera “Chica da Silva”

 DPré-estreia em Diamantina

Data: 12 de setembro (sábado)
Horário: 19h



Local: Praça Dr. Prado, em frente à Escola de Artes e Música Maestro Francisco Nunes (Centro – Diamantina, MG)
Classificação  indicativa: Livre

Apresentação gratuita, com o espaço sujeito à lotação

 

Temporada no Palácio das Artes

Datas: 19 (sábado), 21 (segunda-feira) e 23 de setembro (quarta-feira)
Horários: 19h no sábado, 20h na segunda e na quarta



Local: Grande Teatro Cemig Palácio das Artes 

(Avenida Afonso Pena, 1537, Centro – Belo Horizonte)
Classificação  indicativa: Livre

Ingressos: R$ 60 a inteira e R$ 30 a meia-entrada, à venda na plataforma Sympla, na bilheteria do Palácio das Artes e nos totens de autoatendimento

segunda-feira, 24 de agosto de 2026

Lounges do Grupo ADVT nos aeroportos Internacionais de Belo Horizonte e Viracopos concorrem ao prêmio Brazil's Leading Airport Lounge

 

      
   Aeroporto Internacional de Belo Horizonte - Vip Advantage



  Aeroporto Internacional de Viracopos - Vip  Advantage


O Grupo ADVT, especialista em experiências de hospitalidade aeroportuária, alcançou um novo marco no setor de aviação ao garantir duas indicações na 33ª edição do World Travel Awards (WTA) — prestigiada premiação global conhecida no setor como o “Oscar do Turismo”.

 

As unidades indicadas para o título "Brazil's Leading Airport Lounge 2026" são o ADVT VIP Lounge de Confins (Aeroporto Internacional de Belo Horizonte) e o ADVT VIP Lounge de Viracopos (Campinas/SP). Juntas, as duas estruturas representam 50% dos finalistas da categoria no país.

 

Além do conforto tradicional e gastronomia de alto padrão, os espaços indicados se destacam por oferecer facilidades como o Fast Track, que garante embarque e inspeção de segurança agilizados  e o serviço premium VIP Plus, um ambiente exclusivo.

 

Reconhecimento internacional e votação - Criado em 1993, o World Travel Awards celebra a excelência em diversos segmentos do turismo mundial, como aviação, hotelaria e infraestrutura aeroportuária. A indicação reforça a trajetória do Grupo ADVT, que completou 11 anos de atuação e já soma mais de 20 lounges operando nos principais aeroportos brasileiros. Em 2025, a unidade de Confins já havia conquistado o título de melhor sala VIP do mundo pelo Priority Pass.

 

A escolha dos vencedores é feita por meio de votação popular e de profissionais do setor diretamente no site oficial do evento ( https://www.worldtravelawards.com/award-brazils-leading-airport-lounge-2026), com prazo limite até o dia 28 de agosto.

 

Próximas etapas - Os campeões da fase regional das Américas e Caribe serão anunciados em uma cerimônia de gala no dia 11 de outubro, na Jamaica. Os vencedores desta etapa garantem vaga na final global, que ocorrerá em 12 de dezembro, na Tanzânia.

Sobre o Grupo ADVT  - Com 11 anos de mercado, o Grupo ADVT é referência em soluções de conforto e conveniência aeroportuária no Brasil. A empresa administra mais de 20 salas VIP localizadas nos principais terminais do país, oferecendo atendimento de alta qualidade, comodidades exclusivas e serviços integrados como Fast Track e VIP Plus.


Festival Acessa BH 2026 amplia protagonismo da cultura DEF com atrações de seis estados e do Reino Unido

 


Companhia Movidos Dança (RN) abre o Acessa BH 2026 com SER(tão) e no dia seguinte apresenta Nuvem de Pássaros


Maior evento dedicado à cultura DEF no Brasil, o Festival Acessa BH realiza sua sexta edição entre os dias 4 e 27 de setembro, reunindo artistas de seis estados brasileiros e uma atração internacional do Reino Unido em cerca de 30 atividades entre espetáculos, performances, sessões de cinema comentadas, oficinas, rodas de conversa e lançamentos de livros.

Nesta edição, a curadoria do Festival feita por Daniel Vitral e Lais Vitral, propõe um recorte da produção contemporânea da cultura DEF no Brasil e no exterior, reunindo artistas, companhias e obras que investigam a deficiência como experiência estética, política e artística por meio da dança, do teatro, da performance, do cinema e da literatura.

Entre os destaques estão os dois espetáculos do grupo Movidos Dança com SER(tão) e Nuvem de Pássaros, o espetáculo Baixa Sociedade, dirigido por Pedro Neschling e protagonizado por Luiz Fernando Guimarães; a montagem SURDA, estrelada por Benedita Casé Zerbini a partir de texto autobiográfico de Julia Spadaccini; a participação inédita da companhia britânica ZU-UK, com a performance Encontro Romântico Binaural; a pré-estreia nacional do documentário Uma em Mil, comentada pelos diretores; e uma programação voltada às infâncias que reúne teatro, experiências sensoriais, literatura e atividades em Libras.

A abertura do Acessa BH de 2026 acontece dia 4 de setembro, na Funarte MG, com SER(tão), da companhia potiguar Movidos Dança, dirigido pelo coreógrafo Mário Nascimento, um dos principais nomes da dança contemporânea brasileira. O grupo permanece no Festival apresentando também Nuvem de Pássaros, fazendo do Acessa BH uma das poucas oportunidades de acompanhar, na mesma edição, dois trabalhos da companhia. Idealizada em 2018 pelo coreógrafo e diretor artístico Anderson Leão e pelo bailarino Daniel Silva, a Movidos Dança investiga a identidade de corpos diversos, propondo uma nova perspectiva para a dança ao romper com padrões estéticos tradicionais na construção da cena artística. 

Realizada em seis espaços culturais da capital mineira — Funarte MG, Centro Cultural Unimed-BH Minas, Cine Theatro Brasil, Praça da Liberdade, Teatro Raul Belém Machado e Palácio das Artes —, a programação reúne 18 apresentações, duas sessões de cinema comentadas, três oficinas/vivências, duas rodas de conversa, três bate-papos após espetáculos, dois lançamentos de livros e um dia especial de atividades em parceria com o Memorial Minas Gerais Vale, ampliando o diálogo entre criação artística, formação e acessibilidade.

Mais do que oferecer recursos de acessibilidade ao público, o Festival Acessa BH estrutura sua programação a partir da cultura DEF, envolvendo artistas, consultores e profissionais com deficiência em todas as etapas do projeto — da curadoria ao planejamento, da comunicação à realização das atividades. Todos os espetáculos contam com interpretação em Libras e audiodescrição; as sessões de cinema terão também legendas descritivas; e oficinas e rodas de conversa receberão os recursos necessários conforme o perfil dos participantes.

Um recorte da produção artística da cultura DEF em 2026

A sexta edição do Festival Acessa BH reúne artistas, companhias e obras que sintetizam algumas das pesquisas desenvolvidas hoje pela cultura DEF no Brasil e no exterior. Ao longo de quatro semanas, a programação aproxima dança, teatro, performance, cinema e ações formativas, evidenciando diferentes maneiras de pensar deficiência, comunicação, identidade, território, memória e pertencimento por meio da criação artística.

“Um dos destaques desta edição é a presença de artistas surdos e artistas com deficiência auditiva, que atuam em diferentes áreas, como interpretação, direção, dramaturgia e literatura. Entre eles, estão atrizes surdas que utilizam línguas de sinais, como Lyvia Cruz, em ‘A Cangaceira Surda Mara’, que se comunica em Língua Brasileira de Sinais (Libras), e Miriam Garlo, protagonista do longa-metragem espanhol ‘Surda’, que utiliza a Língua de Sinais Espanhola (LSE)”, conta Lais Vitral. “O Festival também apresenta trabalhos de artistas que se identificam como "surdos que ouvem", como Benedita Casé Zerbini, atriz do espetáculo ‘SURDA’, com dramaturgia de Julia Spadaccini, e Pedro Neschling, diretor de ‘Baixa Sociedade’. A programação inclui ainda montagens bilíngues, apresentadas em português e Libras, como ‘Da Janela’ ”, diz. “E no contexto da literatura surda, o Festival receberá o lançamento do livro ‘O Boi que Aprendeu Libras’, de Ademar Alves Jr.” 

Primeira semana | Dança e performance - SER(tão), da Movidos Dança, abre esta edição do Festival, no dia 4 de setembro, propondo uma releitura contemporânea do sertão nordestino ao reunir dança, música e elementos da cultura popular em uma criação que aproxima tradição e futuro. Com trilha que transita entre ritmos como forró, xote e baião e sonoridades eletrônicas, o espetáculo celebra a pluralidade de corpos e identidades para construir uma visão do Nordeste distante dos estereótipos. 

No dia seguinte, 5, a Movidos apresenta Nuvem de Pássaros, uma obra inspirada no movimento da migração dos pássaros e baseada na trajetória de espécies que compartilham rotas de voo para o enfrentamento de climas adversos e ameaça de predadores. A relação das revoadas e a convivência de diferentes espécies é uma reflexão sobre a sociedade e seus diversos conflitos como forma de compreender a coletividade humana. 

Encontro Romântico Binaural, da ZU-UK  © Renato Mangolin

A primeira semana recebe ainda a companhia britânica ZU-UK, que apresenta Encontro Romântico Binaural, uma criação imersiva roteirizada e dirigida por Persis Jadé Maravala e Jorge Lopes Ramos que estreou em Londres no ano de 2017 e se apresenta em BH depois de percorrer várias cidades do Reino Unido como Liverpool, Manchester, York e passar também por Macau, na China, e pelas colombianas Manizales e Bogotá. A proposta é uma experiência social instigante sobre relacionamento, afeto e autoconhecimento. 

Encontro Romântico Binaural transforma um espaço cultural em um restaurante onde duplas — formadas por pessoas que nunca se viram ou que já se conhecem — participam de uma experiência imersiva de 75 minutos. Guiados por uma narração em áudio binaural nos fones de ouvido e pela interação com um garçom, os participantes são conduzidos por jogos, conversas e situações que exploram as relações humanas, a intimidade e as diferentes formas de conexão. O público pode se inscrever para participar, através do site do Festival. Após a performance, Jorge Lopes Ramos e Persis Jade batem um papo com os participantes e os espectadores, compartilhando as experiências da ZU-UK nas intersecções entre arte, deficiência, tecnologias interativas e teatro imersivo.

“Essa performance perpetua e fortalece a parceria entre o Acessa BH, o DaDaFest e a ZU-UK, iniciada em 2025. A DaDa é uma organização britânica de artes para pessoas com deficiência com mais de 40 anos de atuação, e tem uma longa história de trabalho internacional para aprender e compartilhar ideias e práticas com artistas com deficiência e organizações de artes da deficiência ao redor do mundo”, explica Daniel Vitral. “A ZU-UK é uma companhia multipremiada e pioneira em performance imersiva e teatro participativo, que trabalha em parceria com a Universidade de Greenwich em projetos que visam inovação a partir da criação de artistas com deficiência e neurodivergentes.”

Segunda semana | Teatro e cinema - A segunda semana concentra parte dos principais encontros entre artistas da cena brasileira. Entre eles está Baixa Sociedade, texto de Juca de Oliveira dirigido por Pedro Neschling e protagonizado por Luiz Fernando Guimarães, Debora Osório, Paulo Mathias Jr. e Bruna Alves. A montagem integra as comemorações dos 50 anos de carreira de Luiz Fernando Guimarães e utiliza a comédia para discutir mobilidade social, ambição e relações de poder. Pedro Neschling, que convive com deficiência auditiva desde a juventude, participa do Festival trazendo também sua experiência em ações de conscientização sobre a surdez.

Também compõe a programação SURDA, dramaturgia autobiográfica de Julia Spadaccini, dirigida por Debora Lamm e protagonizada por Benedita Casé Zerbini. O espetáculo acompanha as transformações vividas por uma mulher durante o processo de perda auditiva e investiga seus impactos na vida afetiva, familiar e profissional. Estreada no Rio de Janeiro em maio, a montagem chega a Belo Horizonte em sua segunda cidade de circulação, e o Festival articula um encontro entre os artistas para discutir os processos de criação da obra. Além da presença da intérprete de Libras Diana Dantas em cena, o espetáculo também conta com legendas em tempo real. 

A obra aproxima criação e experiência pessoal: Julia Spadaccini, Benedita Casé e Pedro Neschling “são surdos que ouvem”, compartilhando vivências relacionadas à deficiência auditiva. Haverá bate-papo com o público após a apresentação de “Surda”.

O cinema ocupa lugar de destaque na programação com duas sessões comentadas. A primeira reúne o curta A Diferença entre mongóis e mongoloides e a pré-estreia nacional do documentário Uma em Mil, dirigido pelos irmãos Jonatas e Tiago Rubert. Partindo da relação entre os próprios realizadores — Tiago tem síndrome de Down —, o longa investiga autonomia, convivência e afeto sem recorrer a narrativas estereotipadas. Premiado no Festival do Rio, o filme será exibido em Belo Horizonte poucos dias antes de sua estreia nacional, seguida de conversa com os diretores.

A programação cinematográfica inclui ainda o longa espanhol Surda, vencedor de três prêmios Goya, entre eles o de atriz revelação para Miriam Garlo, atriz surda que protagoniza o filme. A obra acompanha a experiência de uma mulher durante a gravidez e a maternidade, propondo uma reflexão sobre identidade, pertencimento e comunicação. O filme será exibido dublado em português e com acessibilidade completa - Libras, legendas e audiodescrição. A sessão será seguida por debate com convidadas.

Terceira e quarta semanas - Formação, infâncias e experiências compartilhadas - Além da programação de espetáculos, a terceira e a quarta semanas ampliam o Festival para outros espaços de encontro entre artistas, pesquisadores, educadores e público. Oficinas, rodas de conversa, vivências e atividades para crianças reforçam uma das características do Acessa BH: aproximar criação artística, formação e acessibilidade em diferentes linguagens.

Um dos momentos centrais desta edição acontece em 20 de setembro, quando o Festival realiza, em parceria com o Memorial Minas Gerais Vale, uma jornada de atividades em frente ao museu, na Praça da Liberdade, o Quintal do Memorial - Edição Acessa BH. Ao longo do dia, espetáculos, vivências e encontros transformam o espaço em um ponto de troca entre artistas, público e profissionais da cultura. 

Entre os destaques estão dois espetáculos inéditos em BH, A Cangaceira Surda Mara, da artista cearense Lyvia Cruz, espetáculo em Libras que combina humor, cultura nordestina e protagonismo surdo para abordar, de forma lúdica, a acessibilidade e a valorização da Língua Brasileira de Sinais. A programação inclui ainda O Número Sanfônico, da La Luna Cia. de Teatro (SC), montagem que reúne palhaçaria, música e acessibilidade estética em uma experiência voltada a públicos de todas as idades. A companhia desenvolve uma pesquisa continuada sobre acessibilidade nas artes da cena e tem entre seus integrantes a atriz Emeli Barossi, artista com deficiência física.

Ainda no dia 20, o público é convidado para os lançamentos dos livros O Boi que Aprendeu Libras, de Ademar Alves Jr, seu primeiro livro infantil, inspirado em sua infância, em sua relação com a Libras e em suas origens no Vale do Jequitinhonha e DoroTEA – Uma Autista na Escola, de Bruno Gomes e Dani Muffato. A obra acompanha a chegada de uma criança autista ao ambiente escolar e propõe uma reflexão sobre convivência, inclusão e diversidade a partir do universo infantil.

Formação - A programação formativa reúne oficinas e rodas de conversa que aprofundam temas presentes nos espetáculos e no cinema, aproximando o público dos processos de criação desenvolvidos pelos artistas convidados. Os encontros abordam experiências ligadas à cultura surda, acessibilidade, criação em dança e teatro e diferentes perspectivas sobre deficiência nas artes contemporâneas.

Entre os destaques está a oficina Audiodescrição, movimento e expressão – explorando possibilidades, que investiga as relações entre audiodescrição e os movimentos do corpo nas artes performáticas, como dança, teatro e performance. A atividade será conduzida por Anita Rezende, coordenadora de acessibilidade do Acessa BH, roteirista e locutora de audiodescrição; Elizabet Sá, psicóloga e consultora em audiodescrição e acessibilidade; e Renata Mara, artista da dança, docente e pesquisadora praticamente cega, cuja produção é referência nos diálogos entre arte, inclusão e acessibilidade. Voltada a estudantes e profissionais da audiodescrição, artistas do movimento e pessoas interessadas no tema, especialmente pessoas com deficiência visual, a oficina acontece nos dias 16 e 17 de setembro, na Funarte MG. 

A programação do dia 22 de setembro é marcada pelo início da parceria entre o Festival Acessa BH e o Hub Cultural Porto Dragão, referência nacional em formação e desenvolvimento de projetos artísticos, que integra a Rede Pública de Equipamentos Culturais da Secretaria da Cultura do Ceará e é gerido em parceria com o Instituto Dragão do Mar (IDM). 

A presença dos representantes da instituição - Leo Porto, gestor executivo, e Thiago Braga, assessor de gestão -  em Belo Horizonte inaugura um diálogo voltado ao intercâmbio de artistas, metodologias e ações ligadas à cultura DEF, ampliando a circulação de experiências entre diferentes regiões do país. Também estará presente Thamyle Vieira, consultora em acessibilidade cultural e ativista pelos direitos das pessoas com deficiência, coordenadora da Célula de Acessibilidade da Secretaria da Cultura do Ceará e da implantação da Política de Acessibilidade na Rede de Equipamentos da SECULT-CE. Todos participam de uma roda de conversa no MM Gerdau.

Quarta semana | Infâncias - A programação voltada às infâncias reúne diferentes linguagens e propõe experiências compartilhadas entre crianças com e sem deficiência, aproximando teatro, circo, literatura, Libras e propostas sensoriais.

Entre os destaques estão Circo de Los Pies e O Número Sanfônico, da catarinense La Luna Cia. de Teatro. No primeiro, uma palhaça transforma os próprios pés em personagens para criar pequenas histórias marcadas pelo humor e pela imaginação. No segundo, por meio da música e da palhaçaria, Asmeline e Paçoca conduzem o público por um universo em que o amor e a cumplicidade são capazes de superar os desafios do caminho. A companhia tem como uma de suas integrantes a atriz Emeli Barossi, artista com deficiência física, cuja trajetória também atravessa a pesquisa do grupo sobre acessibilidade estética e diferentes formas de presença em cena.

Também integra a programação A Cangaceira Surda Mara, criação da artista cearense surda Lyvia Cruz, que aproxima cultura popular nordestina, Libras e brincadeiras tradicionais ao acompanhar as aventuras de uma heroína surda pelo sertão. Professora, tradutora, pesquisadora e contadora de histórias em Libras, Lyvia desenvolve um trabalho dedicado à valorização da cultura surda e da literatura em língua de sinais, reunindo públicos surdos e ouvintes em uma experiência acessível.

Voltado especialmente a crianças com Transtorno do Espectro Autista, Puft e as Almofadas Coloridas, da Cia. Ananda e Rosa Primo, artista da dança, pessoa autista e mãe atípica, propõe uma experiência sensorial em que palco e plateia compartilham o espaço da criação. Com consultoria de acessibilidade do ator e bailarino cego Oscar Capucho, o espetáculo convida o público a participar da cena, transformando o brincar em elemento central da dramaturgia. Após a apresentação, haverá um bate-papo entre os artistas e o público, pensando nesse espaço de compartilhamento e acolhimento das mães atípicas.

Encerrando o Festival, Da Janela, idealizado e dirigido por Marco dos Anjos, transforma Libras, narração poética e recursos visuais e sonoros em elementos da dramaturgia para contar a amizade entre duas crianças que descobrem novas formas de comunicação. A montagem sintetiza uma das ideias que atravessam toda a programação do Acessa BH: compreender a acessibilidade não como adaptação, mas como linguagem de criação artística.


O Festival Acessa BH conta com a apresentação da Cemig por meio da Lei Estadual de Incentivo à Cultura de Minas Gerais (CA 2024.3809.0356), patrocínio master do Instituto Cultural Vale e patrocínio do Instituto Unimed-BH, por meio da Lei Federal de Incentivo e da MGS por meio da Lei Municipal de Incentivo à Cultura de Belo Horizonte. Conta, ainda, com a parceria Do British Council, Immersive Arts, Unlimited, Dada, ZU-UK, Instituto Dragão do Mar, Hub Cultural Porto Dragão, Secretaria de Cultura do Estado do Ceará e apoio da Funarte MG, Centro Cultural Unimed-BH Minas, Cine Theatro Brasil, Memorial Minas Gerais Vale, Instituto Cultural Vale, MM Gerdau - Museu das Minas e do Metal e Mercure Hotels. Uma realização da Vitral Bureau Cultural, Lais Vitral e Ministério da Cultura - Governo Federal.

 

A Cemig segue ampliando o incentivo ao setor cultural de Minas Gerais, patrocinando diferentes expressões artísticas em todas as regiões do estado. Democratizar, descentralizar e ampliar o acesso às práticas culturais é um compromisso da companhia com a arte mineira. Ao incentivar a cultura, a Cemig fortalece a tradição, a memória e as raízes, sem deixar de ter a inovação e a tecnologia como aliadas. Estar ao lado da cultura de Minas Gerais é contribuir para a valorização da identidade, para o desenvolvimento do estado, para a movimentação da economia criativa e para a geração de emprego e renda.

O Instituto Unimed-BH completou 23 anos em 2026 e conta com o apoio de mais de 5,9 mil médicos cooperados e colaboradores da Unimed-BH. A associação sem fins lucrativos foi criada em 2003 e, desde então, desenvolve projetos socioculturais e socioambientais visando à formação da cidadania, estimulando o bem-estar e a qualidade de vida das pessoas, fomentando a economia criativa, gerando trabalho e renda para diversas famílias, valorizando espaços públicos e o meio ambiente, através de projetos patrocinados, apoiados e realizados em cinco linhas de atuação: Comunidade, Voluntariado, Meio Ambiente, Adoção de Espaços Públicos e Cultura, que estão alinhados aos Objetivos de Desenvolvimento Sustentável da Agenda 2030.

A Vale acredita que a cultura transforma vidas. Pelo quinto ano consecutivo é a maior apoiadora privada da Cultura no Brasil, patrocinando e fomentando projetos em parcerias que promovem conexões entre pessoas, iniciativas e territórios. Seu compromisso é contribuir com uma cultura cada vez mais acessível e plural, ao mesmo tempo em que atua para o fortalecimento da economia criativa.

Entrada majoritariamente gratuita - Programação completa disponível em www.acessabh.com.br

 

 

PROGRAMAÇÃO COMPLETA

Funarte MG

04/09 | 20h | SER(Tão) - Movidos Dança (RN)

05/09 | 20h | Nuvem de Pássaros - Movidos Dança (RN)

16 e 17/09 | 10h às 13h |- Oficina Audiodescrição, movimento e expressão - explorando possibilidades - Anita Rezende, Elizabet Dias de Sá e Renata Mara (MG)

18/09 | 20h30 | Tarô Aleijo - Cláudio Rubino (SP)

19/09 | 16h | - Circo de Los Pies - La Luna Cia. de Teatro (SC)

 

Palácio das Artes

06/09 | 16h | Encontro Romântico Binaural - ZU-UK (Reino Unido). Performance seguida de bate-papo.

 

Cine Theatro Brasil - Teatro de Câmara

07/09 | 19h30 | Curta A Diferença entre mongóis e mongoloides + Pré-estreia do filme Uma em Mil - Direção Jonatas Rubert e Tiago Rubert (Brasil). Sessão comentada.

08/09 | 19h30 | Filme Surda - Direção Eva Libertad (Espanha). Sessão comentada.

17/09 | 20h | Taquesutaque - Yasmin Gomes. Direção: Jéssica Teixeira (CE/SP)

 

Centro Cultural Unimed-BH Minas

10 e 11/09 | 20h | Baixa Sociedade - Luiz Fernando Guimarães, Debora Ozório, Paulo Mathias Jr. e Bruna Trindade. Direção: Pedro Neschling (RJ)

12/09 | 20h| Surda - Benedita Casé Zerbini. Direção: Debora Lamm (RJ). Apresentação seguida de bate-papo.

 

Escola Estadual Francisco Sales

21/09 | 14h | A Cangaceira Surda Mara - Lyvia Cruz (CE) - apresentação fechada para alunos da Escola

 

Memorial Minas Gerais Vale

20/09 - Quintal do Memorial - Edição Acessa BH

10h - A Cangaceira Surda Mara - Lyvia Cruz (CE)

11h - Lançamento dos livros O Boi que Aprendeu Libras, de Ademar Alves Jr (MG) e  DoroTEA, uma Autista na Escola, de Bruno Grossi e Daniele Muffato (MG)

12h - Vivência Arte Sensorial com Educativo Memorial Minas Gerais Vale (MG)

14h - Vivência Librário - ouvir com os olhos e falar com as mãos com Flávia Neves (MG)

15h - O Número Sanfônico - La Luna Cia. de Teatro (SC)

16h -  Vivência Arte Sensorial com Educativo Memorial Minas Gerais Vale (MG)

17h - Cortejo de Carnaval - Bloco Todo Mundo Cabe no Mundo (MG)

 

MM Gerdau  - Museu das Minas e do Metal

22/09 | 14h | Roda de conversa Construindo um Festival Acessível: Desafios e Práticas - equipe e consultores do Festival Acessa BH (MG)

22/09 | 15h30 |Roda de conversa Acessibilidade Cultural no Ceará: caminhos, práticas e inovação - Thamyle Vieira, Leo Porto e Thiago Braga (CE)

 Palácio da Liberdade

22/09 | 17h | O Maior Verbete de Todos - Renata Mara (MG)

 

Teatro Raul Belém Machado

25/09 | 16h | Puft e as Almofadas Coloridas  - Cia Ananda (MG) e Rosa Primo (CE). Apresentação seguida de bate-papo.

26/09 | 20h | ENTRE ELLAS - Kinesis Cia. de Dança (MG)

27/09 | 16h |Da Janela - Direção Marco dos Anjos (RJ)

Festival Acessa BH 2026

Quando: 4 a 27 de setembro de 2026

Onde: Funarte MG, Centro Cultural Unimed-BH Minas, Cine Theatro Brasil, Praça da Liberdade, Palácio das Artes e Teatro Raul Belém Machado

As Informações completas da programação estarão disponíveis no site www.acessabh.com.br a partir do dia 12 de agosto de 2026.

Ingressos: https://acessabh.com.br/ingressos/

 

Ingressos conforme regra de cada espaço

 

Centro Cultural Unimed-BH Minas: Ingressos à venda na Sympla e na bilheteria do teatro, a partir de R$ 25,00.

 Cine Theatro Brasil: Entrada gratuita, sujeita à lotação do espaço. Não é necessária retirada de ingressos. O teatro abre 1 hora antes de cada programação.

 

Espaço Cênico Yoshifumi Yagi - Teatro Raúl Belém Machado:  Entrada gratuita, sujeita à lotação do espaço. Metade dos ingressos serão disponibilizados antecipadamente pela Sympla e metade dos ingressos serão disponibilizados na bilheteria do teatro, duas horas antes de cada apresentação.

Funarte MG: Entrada gratuita, sujeita à lotação dos espaços. Metade dos ingressos serão disponibilizados antecipadamente pela Sympla e metade dos ingressos serão disponibilizados na bilheteria do teatro, uma hora antes de cada apresentação. 

 Praça da Liberdade (Memorial Minas Gerais Vale, MM Gerdau e Palácio da Liberdade): Entrada gratuita, sujeita à lotação dos espaços. Não é necessária retirada de ingressos.

 

LOCAIS- 

Centro Cultural Unimed-BH Minas

Rua da Bahia, 2244 – Funcionários

31 3516-1360

Cine Theatro Brasil

Avenida Amazonas, 315 ou Rua Carijós, 258  - Centro

31 3201-5211

 Espaço Cênico Yoshifumi Yagi - Teatro Raul Belém Machado

Rua Leonil Prata, s/n - Alípio de Melo

31 3277-6437

 Funarte MG

Rua Januária, 68 - Centro

31 99625-3293

Memorial Minas Gerais Vale

Praça da Liberdade, 640 - Funcionários

31 3308-4000

 MM Gerdau - Museu das Minas e do Metal

Praça da Liberdade, 680 - Funcionários

31 3516-7200

 Palácio das Artes

Avenida Afonso Pena, 1537 - Centro

31 3236-7400

Palácio da Liberdade

Praça da Liberdade, s/nº - Funcionários

31 3224-1919

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