terça-feira, 2 de junho de 2026

Claro dos Poções- a natureza encanta os turistas

                            

 


                                

   


 Claro dos Poções está dentro da área de influência da Cordilheira do Espinhaço, especialmente em sua porção centro-norte mineira, embora não esteja no núcleo do maciço montanhoso.A cidade está a 409 Km de Belo Horizonte. 
O turismo em Claro dos Poções, vem se destacando principalmente pelo ecoturismo, aventura e  rural.
 Recentemente integrada ao Mapa do Turismo Brasileiro a cidade atrai visitantes interessados em suas belezas naturais preservadas no Cerrado mineiro.



 


Claro dos Poções  localizado na região Norte do  de Minas , cidade acolhedora , com 66 anos de emacipação política-administrativa ,com uma população da tradição da mineiridade em cerca de 7.300 habitantes, destaca-se principalmente por sua tranquilidade, tradições rurais e atrativos naturais. 

 

O nome surgiu por volta de 1900 ao redor de fazendas. Os rebanhos de gado costumavam se abrigar em clareiras ("claros") situadas próximas a poços d'água da região, com a ideia das pessoas surgiu o  nome Claro dos Poções.

O município está no contexto da  parte da única Cordilheira do Brasil,  com distância aproximada da espinha central da cordilheira do Espinhaço  em cerca de 60 a 90 km a  com influência da maravilha da natureza indireta da topografia da Serra do Espinhaço.

A cordilheira influencia o microclima semiárido de transição da região, além de formar parte dos divisores de bacia hidrográfica. A região está na bacia do rio Verde Grande, afluente do São Francisco — diretamente afetada pelas formações do Espinhaço. Com a presença de cerrado rupestre, capões de mata seca, com flora típica da borda do Espinhaço.

 

A cidade muito conhecida por suas belezas naturais, onde se destacam cachoeiras e grutas. Perfeita para o turismo de aventura e para o turismo rural.


Consulte seu agente de viagens, para os passeios em Claro dos Poções, muitas belezas natureza e mineiridade e da região que encanta à todos.


Pousada Villa dos Leais lança pacote de Dia dos Namorados na romântica Serra Negra



Conhecida pelo clima de montanha e pelo charme de suas ruas centrais, Serra Negra ganha um ritmo ainda mais convidativo em junho, por ocasião do Dia dos Namorados. Com clima ameno, charme interiorano, boa gastronomia e diversos atrativos, a cidade se torna destino certo para uma escapada a dois, tendo a vantagem de ter fácil acesso, há cerca de duas horas da capital.


Restaurantes se destacam com pratos típicos com forte influência italiana e europeia, enquanto cafeterias e chocolaterias reforçam o apelo sensorial da estação.


O circuito gastronômico se soma a passeios como teleférico, a romântica Fontana di Trevi, o Alto da Serra e sua vista imperdível, além de passeios e caminhadas em meio à vegetação típica da Serra da Mantiqueira.

No comércio, outro atrativo tradicional da cidade, malharias, lojas de couro e produtos artesanais seguem como parada obrigatória, especialmente nesta época do ano, quando o fluxo de visitantes cresce impulsionado pelo frio. O perfil do destino favorece roteiros curtos, de fim de semana, com fácil acesso e boa infraestrutura.


É nesse contexto que a Villa dos Leais lança seu pacote especial para o Dia dos Namorados, válido entre os dias 12 e 14 de junho. A proposta aposta em uma experiência completa, com boa hospedagem, ambientação temática e benefícios voltados ao público alvo.


O pacote para o casal sai por R$ 3.200 e inclui duas noites de hospedagem em chalé da categoria Elegance, equipado com hidromassagem, além de café da manhã com mais de 50 itens artesanais. Como diferencial para a data, os hóspedes recebem fondue de chocolate, vinho e decoração especial no quarto. Para facilitar o pagamento, a pousada oferece 5% de desconto no pix ou reserva de 40% e saldo restante em cinco vezes no cartão.


Localizada a cerca de cinco minutos do centro e a 1.100 metros de altitude, a pousada equilibra acesso facilitado com privacidade e contato com a natureza. A estrutura conta com 21 chalés distribuídos em diferentes categorias, muitos com lareira e vista para o vale.




A experiência é complementada por áreas de lazer que funcionam ao longo do dia e da noite, como piscina aberta, piscina coberta aquecida, sauna a vapor e espaços de convivência com ambientação retrô. O café da manhã, servido em horário estendido, acompanha o ritmo mais desacelerado típico de viagens românticas.


Mais informações e reservas: (19) 99684-9988, www.villadosleais.com.br e www.instagram.com/villa_dosleais


Dia dos namorados especial no Ouro Minas Dolce by Wyndham


 

O Pacote Dia dos Namorados e o Pacote Dia dos Namorados Luxo, prometem agradar vários tipos de casal, desde os que amam momentos bem relax, os que preferem aproveitar ao máximo quarto, até os apaixonados que sabem que o melhor presente é uma experiência completa num resort urbano, com vinho, chocolates, pétalas de rosas e jantar com música ao vivo
 
O Dia dos Namorados é uma data para usar todo o amor e a criatividade para surpreender o parceiro ou a parceira. Em vez de um presente convencional, muitos casais têm buscado experiências que fortaleçam o momento a dois: um fim de semana em um resort urbano, jantar romântico, pétalas de rosas espalhadas pelo quarto, mimos surpreendentes e um jantar aconchegante com música ao vivo. Pensando nisso, o Ouro Minas Dolce by Wyndham, em Belo Horizonte, lança pacotes especiais para celebrar o amor com conforto, romantismo e muita sofisticação.
 

Pacotes Dia dos Namorados Ouro Minas
O hotel oferece duas opções de pacote para casais, pensadas para transformar o Dia dos Namorados em um fim de semana inesquecível. Os pacotes incluem hospedagem em apartamento confortável, mimos personalizados e vantagens que tornam a experiência ainda mais especial.
 
O pacote Dia dos Namorados Ouro Minas é ideal para quem busca um momento intimista entre casais. Inclui tábua de frios no quarto, vinho ou espumante Viento Del Mar e estacionamento incluso. É uma opção leve e elegante para quem deseja receber o parceiro ou a parceira em um ambiente preparado especialmente para o romance, sem a necessidade de grandes programações externas. O valor do pacote é a partir de R$ 850,00.
 
Para quem quer elevar o nível da comemoração, o pacote Dia dos Namorados Ouro Minas luxo agrega ainda mais mimos e experiências. O casal ganha pétalas de rosas no quarto, caixa com chocolates, vinho ou espumante Viento Del Mar e um jantar com música ao vivo no Restaurante Quinto do Ouro, além de estacionamento incluso. Assim, o hotel combina ambiente romântico pronto no quarto com uma noite de jantar dedicada ao casal, criando uma verdadeira “fuga” do dia a dia para um momento exclusivo e intimista a dois. Já essa segunda opção de pacote custa a partir de R$ 1.350,00.
 
Jantar romântico com música ao vivo
Quem prefere optar apenas pelo jantar também conta com uma experiência pensada para o Dia dos Namorados. O jantar com música ao vivo no Restaurante Quinto do Ouro tem valor de R$ 450 por casal e inclui jantar com música ao vivo, que reforça o clima de romance com aconchego e atenção aos detalhes que o Ouro Minas é conhecido.

 
Nessa opção, as bebidas são à parte e o estacionamento também é cobrado separadamente, o que permite ao casal montar a celebração de acordo com o próprio orçamento. Mesmo assim, o ambiente, o serviço diferenciado e o cardápio cuidadosamente elaborado garantem que o jantar seja um dos momentos mais especiais do Dia dos Namorados.

 
Um resort urbano para casais apaixonados
Ouro Minas Dolce by Wyndham é reconhecido como o primeiro resort urbano da América Latina, oferecendo uma infraestrutura completa de lazer, gastronomia e serviços de alto padrão.

Com piscina, academia, sauna, spa e o premiado Restaurante Quinto do Ouro, o hotel é destaque para casais que buscam conforto, sofisticação e um clima de intimidade para celebrar o amor.

Infirmações e reservas: reservas@ourominas.com.br ou (31) 3429-4001.

Mais de 150 trabalhos do acervo de artes visuais da Fundação Clóvis Salgado em exposição

 

Série Amadoras, de Leíner Hoki - Crédito Bianca Leiva Rosa e San Marino Batista
Composição Barroca, de Sara Ávila - Crédito Divulgação FCS


Pipas, de Lorenzato - Crédito Bianca Leiva Rosa e San Marino Batista


Em 2026, o Palácio das Artes – um dos mais importantes complexos culturais da América Latina – completa 55 anos. Grande parte dessa história está inscrita nas galerias e nas obras que compõem o acervo de artes visuais da Fundação Clóvis Salgado (FCS), instituição gestora do espaço. Agora, em meio às comemorações do aniversário, a instituição realiza uma mostra com mais de 150 trabalhos de seu inventário, construído ao longo das mais de cinco décadas e que inclui pinturas, desenhos, esculturas, fotografias, instalação, videoarte, performance e mais.


A exposição “Acervo Palácio das Artes – seria uma rima, não seria uma solução” ocupará a Grande Galeria Alberto da Veiga Guignard e as Galerias Arlinda Corrêa Lima, Genesco Murta e Mari’Stella Tristão, entre os dias 10 de junho e 6 de setembro de 2026. Com curadoria de Uiara Azevedo e design artístico e visual de Flávio Vignoli, a mostra traz um resgate da história das artes visuais no Palácio das Artes, e também um panorama da produção contemporânea brasileira. A abertura para o público será no dia 9 de junho (terça-feira), às 19h. As galerias do Palácio das Artes têm entrada gratuita.
Obra de Élcio Miazaki - Crédito Bianca Leiva Rosa e San Marino Batista

Festa,de Jorge dos Anjos - Crédito Paulo Lacerda

O título da exposição, “seria uma rima, não uma solução”, vem do poema “Sete Faces”, de Carlos Drummond de Andrade, e acompanha uma curadoria que não busca oferecer respostas ou explicações, mas apresenta a arte como experiência e cada obra como uma “rima”, capaz de estabelecer relações com outros trabalhos, com o espaço expositivo e com o público. A mostra reúne nomes fundamentais das artes plásticas em Minas Gerais e no Brasil, incluindo artistas da primeira geração da Escola Guignard, como Maria Helena Andrés, Sara Ávila e Yara Tupynambá. O recorte curatorial contempla ainda produções de Amilcar de Castro, Genesco Murta e Pedro Moraleida, artistas que dão nome às galerias do Palácio das Artes, reafirmando a importância de suas contribuições para a história das artes visuais em Minas Gerais. Com eixo curatorial “Ontem, hoje e sempre”, o projeto parte do entendimento do Palácio das Artes como uma instituição fundamental para o fomento, a formação e a democratização do acesso às artes visuais, reafirmando seu papel público e histórico na cena cultural brasileira, por meio de ações institucionais da Fundação Clóvis Salgado como editais, programas de fomento, prêmios, doações e ocupações.

Luiz de Sabará, de  Juliana de Oliveira - Crédito Bianca Leiva Rosa e San Marino Batista


Senhora na Escadaria, de Miguel Aun - Crédito Bianca Leiva Rosa e San Marino Batista

A exposição “Acervo Palácio das Artes – seria uma rima, não seria uma solução” é realizada pelo Ministério da Cultura, Governo de Minas Gerais, Secretaria de Estado de Cultura e Turismo de Minas Gerais, Fundação Clóvis Salgado, MS Eventos e Luz Comunicação As atividades da Fundação Clóvis Salgado têm a Cemig como mantenedora, Patrocínio Master do Instituto Cultural Vale e Grupo Fredizak, Patrocínio Prime do Instituto Unimed-BH e do Instituto AngloGold, Patrocínio Plus da Vivo e correalização da APPA – Cultura & Patrimônio. O Palácio das Artes integra o Circuito Liberdade, que reúne mais de 60 equipamentos com variadas formas de manifestação de arte e cultura em transversalidade com o turismo. A ação é viabilizada por meio da Lei Estadual de Incentivo à Cultura e da Lei Federal de Incentivo à Cultura. Vale-Cultura. Governo do Brasil, do lado do povo brasileiro.

Sem título, de Fayga Ostrower - Crédito Daniel Moreira

Sem título, de Daniel Moreira - Crédito Franz Krajberg

Memória, permanência e atualização – O Palácio das Artes consolidou-se como um dos principais catalisadores da produção artística mineira e nacional, atuando como espaço de experimentação, difusão e legitimação de diferentes linguagens e gerações artísticas. A exposição busca evidenciar essa vocação institucional por meio das obras que integram seu acervo, compreendendo-o não apenas como um conjunto patrimonial, mas como um arquivo vivo de práticas, discursos e políticas culturais. As artes visuais no complexo cultural começaram antes mesmo da inauguração oficial do espaço (em março de 1971), com a exposição “Do corpo à Terra” (abril de 1970), organizada por Frederico Morais e Mari’Stella Tristão, que abre as portas da instituição ao público e permanece, até hoje, como uma das principais referências das artes visuais no Brasil. A curadora Uiara Azevedo, que foi Gerente de Artes Visuais da Fundação Clóvis Salgado por 10 anos, entre 2015 e 2025, destaca que “as artes visuais dão início ao Palácio das Artes, que foi o primeiro lugar em Belo Horizonte a dar espaço aos novos artistas, tanto na época quanto posteriormente”.

Homenagem ao Cometa Halley, de Maria Helena Andrés - Crédito Bianca Leiva Rosa e San Marino Batista
Retrato de Dona Amélia Prates, de Genesco Murta - Crédito Paulo Lacerda

Composto no início majoritariamente por pinturas e desenhos de artistas mineiros ou atuantes no estado, nos anos 1990 o acervo da Fundação Clóvis Salgado passa por uma efervescência e começa a adquirir um perfil mais contemporâneo, com artistas de diferentes regiões do país e variedade de suportes e linguagens. Construído por meio de doações dos artistas expositores ao longo das décadas, a partir de 2016 o inventário de artes visuais da instituição se torna também uma forma de fortalecimento do Prêmio Décio Noviello, antes (desde sua criação, em 2008) denominado Edital de Ocupação de Artes Visuais da FCS, em uma inflexão que intensificou ações direcionadas à ampliação da diversidade — de gêneros, etnias, gerações, linguagens e suportes —, incorporando práticas que extrapolam os meios tradicionais. “Acervo Palácio das Artes – seria uma rima, não seria uma solução” reúne figuras, elementos e signos associados à tradição, ao mesmo tempo em que a atualizam, aproximando produções de distintos períodos e mesclando novos e clássicos suportes, em um diálogo significativo entre os múltiplos modos de se criar, enxergar e experienciar a arte.

Obra de Carolina Botura - Crédito Bianca Leiva Rosa e San Marino Batista


Série Poética de Cor, de Marina Nazareth - Crédito Bianca Leiva Rosa e San Marino Batista

Tairine Pena, atual gerente de Artes Visuais da Fundação Clóvis Salgado, ressalta que “ao todo são cerca de 350 obras no inventário, todas muito variadas. A título de exemplo, temos trabalhos de nomes tão fundamentais quanto a Beatriz Milhazes ao lado de obras que vieram da Feira Hippie de Belo Horizonte, então o acervo em si e a exposição são também um movimento que busca valorizar o fazer artístico em todas as suas formas e nuances, fortalecendo a cena artística em Minas Gerais e abrindo o Palácio ao cânone e às vanguardas que vêm de fora. Logicamente, fizemos um recorte para a exposição, com o intuito de contar a história do Departamento de Artes Visuais da Fundação Clóvis Salgado [hoje Gerência de Artes Visuais] e, por meio desse relato, trazer um panorama da própria arte em Minas e no Brasil. Celebrar os 55 anos do Palácio por meio do acervo é também evidenciar o trabalho contínuo de preservação, pesquisa e difusão que sustenta essa coleção. Estamos desenvolvendo ações de catalogação, conservação e restauro que ampliam o conhecimento sobre as obras e garantem sua permanência para as próximas gerações. Paralelamente, investimos na produção de conteúdo e na formação de público, com o lançamento de uma publicação dedicada ao acervo, a realização de encontros sobre curadoria, conservação e restauro e de atividades educativas. A circulação simultânea das obras em diferentes espaços, como o Tribunal de Justiça de Minas Gerais e, posteriormente, em Sabará, reforça nosso compromisso de tornar esse patrimônio cada vez mais acessível e conectado à sociedade”.

Obra de Marco Paulo Rolla - Crédito Marco Paulo Rolla

Cada um dos espaços expositivos apresenta uma faceta das artes visuais no Palácio das Artes no decorrer dos mais de 55 anos. Na Grande Galeria Alberto da Veiga Guignard, a exposição apresenta um panorama do acervo, reunindo obras que vão desde suas primeiras doações até incorporações mais recentes. Integram este primeiro conjunto os trabalhos de Décio Noviello, Jorge dos Anjos, Marco Paulo Rolla, Sara Ávila, Fayga Ostrower, Laura Belém, Frans Krajcberg, Nydia Negromonte, Amilcar de Castro e outros. Já na Galeria Mari’Stella Tristão, a exposição propõe um olhar abrangente sobre a paisagem mineira, um dos eixos estruturantes do acervo do Palácio das Artes, não apenas como representação do território, mas também como elaboração poética e simbólica. Minas constitui uma presença recorrente no inventário desde o início – especialmente com pinturas e gravuras –, evidenciando diferentes modos de perceber e narrar a mineiridade ao longo do tempo, sempre em diálogo com outros suportes e obras mais novas. Atestando isso, o público poderá ver trabalhos de Carlos Bracher, Frederico Bracher Filho, Marina Nazareth, Genesco Murta e Lorenzato, além de outros artistas.

Nas Galerias Arlinda Corrêa Lima e Genesco Murta, a exposição destaca o papel do Palácio das Artes como espaço de formação, evidenciando sua atuação por meio dos salões e de iniciativas voltadas ao fomento da produção artística. Nesse contexto, sobressai o já mencionado Edital de Ocupação, atualmente Prêmio Décio Noviello; o Programa ArteMinas, instituído em 2015, também assume papel relevante ao contribuir para a difusão e valorização da produção artística no estado. A presença do ArteMinas na exposição se torna particularmente evidente na edição “Sou aquilo que não foi ainda” (2019), título que homenageia a artista Teresinha Soares e que marcou uma mudança importante ao promover maior equidade na participação de mulheres na programação de artes visuais e, consequentemente, no próprio acervo. Nessas duas galerias, o recorte confere ao Palácio o status de celeiro de artistas mais diversos ao longo dos últimos anos, com obras criadas por Julia Panadés, Carolina Botura, Marta Neves, Desali, Élcio Miazaki, Froiid e outros.

Uiara Azevedo conclui que a exposição atesta o lugar do Palácio das Artes como espaço atento às transformações da arte brasileira, articulando memória, permanência e atualização. “É interessante pensarmos na mostra não somente como a celebração de um legado, mas como, em si mesma, um novo capítulo dessa história. A Juliana Gontijo [artista belo-horizontina que transita entre pintura, desenho, fotografia, vídeo e escrita], por exemplo, está fazendo um site-specific nas Galerias Arlinda e Genesco retomando uma obra dela, chamada "Rompe Mato", que foi exposta no ArteMinas 2019, uma edição apenas de mulheres. O site-specific é um tipo de suporte que varia a cada lugar em que é montado, e o Palácio foi um dos primeiros espaços a trabalhar com esse tipo de projeto, que agora, no nosso caso, está se renovando e gerando um outro trabalho. Teremos também um poema da Teresinha Soares na exposição, “Notícia dada pela manhã” – o mesmo que estava aqui na mostra dedicada a ela em 2018; então o que antes era uma celebração à produção dessa artista gigantesca, com a presença dela aqui conosco, agora se torna uma homenagem póstuma mais do que merecida e uma forma de mantermos a obra dela viva. Celebrar os 55 anos do Palácio das Artes é isto: revisitar um percurso que moldou a paisagem cultural de Minas Gerais e do Brasil, entendendo a arte como presença viva que continua atravessando gerações e abrindo caminhos”.

Exposição “Acervo Palácio das Artes – seria uma rima, não seria uma solução”

Abertura: 9 de junho (terça-feira), às 19h

Período expositivo: 10 de junho a 6 de setembro

Horários: Terça-feira a sábado, de 9h30 às 21h; domingo de 17h às 21h

Local: Grande Galeria Alberto da Veiga Guignard, Galerias Arlinda Corrêa Lima, Genesco Murta e Mari’Stella Tristão – Palácio das Artes

(Avenida Afonso Pena, 1537, Centro – Belo Horizonte)

Classificação indicativa: Livre

Entrada gratuita

  Com a missão de fomentar a criação, a formação, a produção e a difusão da arte e da cultura em Minas Gerais, a Fundação Clóvis Salgado (FCS) é vinculada à Secretaria de Estado de Cultura e Turismo de Minas Gerais (Secult). Artes visuais, cinema, dança, música, ópera e teatro integram a ampla programação desenvolvida nos espaços sob sua gestão, como o Palácio das Artes, a CâmeraSete – Casa da Fotografia de Minas Gerais e a Serraria Souza Pinto. A Fundação também é responsável pela gestão dos corpos artísticos — Orquestra Sinfônica de Minas Gerais, Coral Lírico de Minas Gerais e Cia de Dança Palácio das Artes — além do Cine Humberto Mauro, das Galerias de Arte e do Cefart. Em 2026, ao celebrar os 55 anos do Palácio das Artes, a FCS amplia suas ações para todas as artes e todos os públicos, reafirmando seu compromisso com a democratização cultural.

Studio Ghibli é tema de mostra com 20 filmes no Cine Humberto Mauro

 

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Praticamente unanimidade entre público e crítica, o Studio Ghibli é uma das mais influentes produtoras de animação do mundo, e completa 40 anos de lançamento de seu primeiro filme em 2026. Para comemorar, a filmografia do estúdio japonês ganha a tela do Cine Humberto Mauro entre os dias 11 e 26 de junho. Serão exibidos 20 longas-metragens dirigidos por grandes nomes, como Hayao Miyazaki e Isao Takahata, e produzidos entre os anos de 1984 e 2014, em um percurso que vai da era pré-Studio Ghibli até a aclamação absoluta da produtora. A curadoria inclui clássicos como “O Castelo no Céu” (1986), “Meu Amigo Totoro” (1988), “Princesa Mononoke” (1997), “A Viagem de Chihiro” (2001) e “O Conto da Princesa Kaguya” (2013), entre outros. A entrada no Cine Humberto Mauro é gratuita.

O Studio Ghibli é uma produtora de animação sediada em Koganei, região metropolitana de Tóquio. Fundado em 1985, já produziu 23 longas de animação, sendo o primeiro “O Castelo no Céu” e o mais recente “O Menino e a Garça” (2023). A empresa foi fundada por Hayao Miyazaki, Isao Takahata, Toshio Suzuki e Yasuyoshi Tokuma, logo após o sucesso de “Nausicaä do Vale do Vento”, em 1984. A maior parte de sua filmografia foi dirigida por Hayao Miyazaki e Isao Takahata; Toshio Suzuki, por sua vez, é o produtor da maioria deles. Filmes do estúdio aparecem com frequência nas listas de maiores bilheterias do cinema japonês, cinco ganharam o Prêmio de Animação do Ano da Academia Japonesa de Cinema e seis receberam indicações ao Oscar. Entre os destaques, 

“A Viagem de Chihiro” ganhou o Urso de Ouro (prêmio máximo) no Festival de Berlim de 2002 e o Oscar de Melhor Filme de Animação no ano de 2003, e “O Menino e a Garça” repetiu o feito ao levar o prêmio de animação da Academia de Artes e Ciências Cinematográficas em 2024.

A mostra “Especial Studio Ghibli: Paisagens da Fantasia” é realizada pelo Ministério da Cultura, Governo de Minas Gerais, Secretaria de Estado de Cultura e Turismo de Minas Gerais e Fundação Clóvis Salgado. As atividades da Fundação Clóvis Salgado têm a Cemig como mantenedora, Patrocínio Master do Instituto Cultural Vale e Grupo Fredizak, Patrocínio Prime do Instituto Unimed-BH e do Instituto AngloGold, Patrocínio Plus da Vivo e correalização da APPA – Cultura & Patrimônio. O Palácio das Artes integra o Circuito Liberdade, que reúne mais de 60 equipamentos com variadas formas de manifestação de arte e cultura em transversalidade com o turismo. A ação é viabilizada por meio da Lei Federal de Incentivo à Cultura. Vale-Cultura. Governo do Brasil, do lado do povo brasileiro. Entrada gratuita; 50% dos ingressos estarão disponíveis, de forma on-line, a partir de meio-dia do dia das sessões, no site da Sympla; o restante dos ingressos será distribuído presencialmente na bilheteria principal do Palácio das Artes e nos totens, 1 hora antes de cada exibição.

Poesia audiovisual – Na programação, estão filmes consagrados como “Nausicaä do Vale do Vento”, produzido pelo escritor, diretor e ilustrador Hayao Miyazaki ainda antes da criação oficial do Studio Ghibli; “Meu Amigo Totoro”, no qual um grande espírito da floresta ajuda uma garotinha a voltar para casa durante o período pós-guerra; 

O Serviço de Entregas de Kiki” (1989), narrativa que conta as peripécias de uma jovem bruxa e sua adaptação a um novo lar; “Princesa Mononoke”, que segue o príncipe amaldiçoado Ashitaka e seu envolvimento na batalha entre os deuses animais da floresta e os moradores de uma vila de mineiros; “A Viagem de Chihiro”, no qual uma garota entra em uma série de eventos fantásticos para salvar seus pais de um feitiço; e “O Castelo Animado” (2004), onde uma jovem precisa ir para reverter o feitiço de uma bruxa que a transformou em uma idosa de 90 anos.

Vitor Miranda, gerente de Cinema da Fundação Clóvis Salgado e curador da mostra, explica que o Studio Ghibli conquistou seus espectadores com narrativas lúdicas e abordagens existenciais, políticas e sociais, sempre a partir de uma técnica de animação muito artesanal, ao mesmo tempo delicada e marcante. “O cinema animado japonês, por meio do sucesso comercial dos filmes produzidos pelo Studio Ghibli, popularizou no Ocidente a singularidade estética e narrativa em um registro muito inovador, sendo tão importante e popular quanto os estúdios Disney, por exemplo. As obras discutem temas complexos que refletem desde os conflitos e características específicas da sociedade japonesa, por exemplo em relação ao uso da tecnologia e à exploração da natureza, até temáticas mais universais sobre amizade, infância, adolescência, memória, universo onírico e outras. Talvez esse seja um fator determinante para sua grande aceitação ao redor do mundo”, pontua.

A seleção inclui também filmes de sucesso feitos nos últimos 20 anos, que têm ajudado cada vez mais o estúdio a consolidar sua reputação: “Ponyo: Uma Amizade que Veio do Mar” (2008) revisita “A Pequena Sereia” ao contar a história de um garoto de 5 anos e sua amizade com uma princesa peixinho-dourado chamada Ponyo que quer desesperadamente virar humana; “Vidas ao Vento” (2013), por sua vez, é uma cinebiografia ficcional de Jiro Horikoshi (1903-1982), projetista da aeronave de combate Mitsubishi A5M e de seu sucessor, o Mitsubishi A6M Zero, usado pelo Império do Japão durante a Segunda Guerra Mundial; e “O Conto da Princesa Kaguya” acompanha uma ninfa mágica nascida de um caule de bambu que cresce e torna-se uma linda mulher cortejada por um séquito de pretendentes.

Vitor Miranda afirma que, ao percorrer quatro décadas da filmografia da produtora, a curadoria evidencia não apenas a consistência de uma assinatura artística singular, mas também a capacidade do Studio Ghibli de renovar, continuamente, seu modo de imaginar o cinema. “Essa produtora consolidou uma linguagem própria e inconfundível, marcada pela atenção minuciosa aos gestos do dia a dia e por uma relação particular com o tempo e o espaço. Nos filmes, convivem o íntimo e o grandioso, o cotidiano e o extraordinário, o visível e o invisível. 

E isso não está restrito apenas aos trabalhos mais conhecidos, que é o que queremos mostrar: obras como ‘Eu Posso Ouvir o Oceano’ (1993), do Tomomi Mochizuki; ‘O Reino dos Gatos’ (2002), do Hiroyuki Morita; ‘Da Colina Kokuriko’ (2011), do Gorō Miyazaki; e ‘As Memórias de Marnie’ (2014), do Hiromasa Yonebayashi, demonstram como essa produção marcada pela fluidez autoral e pela inscrição cultural do Japão foi sendo passada, geração após geração, para outros cineastas e para o público, que terá a oportunidade de conferir toda essa trajetória na tela do cinema”, enaltece Vitor.

 Datas: 11 a 26 de junho

Horários: Variáveis


Local: Cine Humberto Mauro – Palácio das Artes

(Avenida Afonso Pena, 1537, Centro – Belo Horizonte)

Classificações indicativas: Variáveis

Entrada gratuita; 50% dos ingressos estarão disponíveis, de forma on-line, a partir de meio-dia do dia das sessões, no site da Sympla; o restante dos ingressos será distribuído presencialmente na bilheteria principal do Palácio das Artes e nos totens, 1 hora antes de cada exibição.


Um dos mais tradicionais cinemas de Belo Horizonte, foi inaugurado em 1978. Seu nome homenageia um dos pioneiros do cinema brasileiro, o mineiro Humberto Mauro (1897-1983), grande realizador cinematográfico. Com 129 lugares, possui equipamentos de som Dolby Digital e para exibição de filmes em 3D e 4K. Nestes mais de 45 anos de existência, a Fundação Clóvis Salgado tem investido na consolidação do espaço como um local de formação de novos públicos a partir de uma programação diversificada, bem como por meio da criação de mecanismos de estímulo à produção audiovisual, com a realização do tradicional FestCurtasBH – Festival Internacional de Curtas de Belo Horizonte, e do Prêmio Estímulo ao Curta-Metragem de Baixo Orçamento. O Cine Humberto Mauro também é um importante difusor do conhecimento ao promover cursos, seminários, debates e palestras. Sessões permanentes e comentadas também têm espaço cativo a partir das mostras Cinema e Psicanálise, Cineclube Ibero-americano Permanente, entre outras. Todas as atividades do Cine Humberto Mauro são gratuitas.


Com a missão de fomentar a criação, a formação, a produção e a difusão da arte e da cultura em Minas Gerais, a Fundação Clóvis Salgado (FCS) é vinculada à Secretaria de Estado de Cultura e Turismo de Minas Gerais (Secult). Artes visuais, cinema, dança, música, ópera e teatro integram a ampla programação desenvolvida nos espaços sob sua gestão, como o Palácio das Artes, a CâmeraSete – Casa da Fotografia de Minas Gerais e a Serraria Souza Pinto. A Fundação também é responsável pela gestão dos corpos artísticos — Orquestra Sinfônica de Minas Gerais, Coral Lírico de Minas Gerais e Cia de Dança Palácio das Artes — além do Cine Humberto Mauro, das Galerias de Arte e do Cefart. Em 2026, ao celebrar os 55 anos do Palácio das Artes, a FCS amplia suas ações para todas as artes e todos os públicos, reafirmando seu compromisso com a democratização cultural

Claro dos Poções- a natureza encanta os turistas

                                                                     Claro dos Poções está dentro da área de influência da Cordilheira...