terça-feira, 24 de fevereiro de 2026

Golden Tulip Natal Ponta Negra é o hotel oficial da 57ª Reunião Técnica do Conselho Nacional de Controle Interno





O Golden Tulip Natal Ponta Negra será o hotel oficial da 57ª Reunião Técnica do Conselho Nacional de Controle Interno (Conaci), encontro institucional voltado ao fortalecimento da governança pública, do controle interno e da integridade na gestão pública. 
Completando dez anos de operação em 2026, o hotel receberá cerca de 200 participantes do evento, que acontecerá em 19 de março, no Centro de Convenções de Natal, em Natal , capital do Rio Grande do Norte.. 

As reuniões técnicas do Conaci têm como focos a discussão de boas práticas,  a atualização sobre normas e legislações e o compartilhamento de cases de sucesso, além de debates estratégicos sobre integridade, gestão de riscos, governança e transparência, promovendo alinhamento entre os órgãos de controle do país.

Principal fórum técnico nacional acerca de temas como compliance, auditoria, transparência e combate à corrupção no setor público, o Conaci é composto por controladores-gerais da União, dos estados, do Distrito Federal e dos municípios. O público do evento reunirá também auditores, técnicos de controle, gestores públicos estratégicos e especialistas em compliance e governança.

“Estamos completando dez anos de operação em 2026  e ser o hotel oficial da 57ª edição da reunião técnica da Conaci nos projeta como referência em hospitalidade e excelência no setor turístico potiguar também para o público business.


Para
 a cidade e o estado, receber o evento reforça um posicionamento protagonista no debate nacional sobre boa governança, além de consolidar o destino como um ambiente preparado para receber eventos institucionais de alto padrão, fortalecendo o relacionamento institucional e a imagem da região”, diz o gerente de marketing do hotel, Guilherme Pinheiro.

Localização privilegiada - Moderno e bem localizado, o Golden Tulip Natal Ponta Negra é ideal para quem busca um hotel sofisticado e com boa gastronomia. Próximo ao Centro de Convenções de Natal, é de fácil acesso aos litorais Norte e Sul, aos polos industriais da cidade e à principal rota ao novo aeroporto, na cidade de São Gonçalo. 


Com vista privilegiada para a Praia de Ponta Negra, possui 161 quartos amplos e confortáveis, divididos em quatro categorias: standard, superior, deluxe e master suíte.

Todas as unidades são equipadas com TV, ar-condicionado, frigobar, cofre e internet wi-fi gratuita aos hóspedes. Conta também com quartos totalmente adaptados a portadores de necessidades especiais (PNE).

O hotel oferece ainda piscina, fitness center, business center, estacionamento coberto com manobrista, serviço de mensageiros, room service 24 horas, além de quatro salas de eventos com capacidade para acomodar até 200 pessoas e duas salas de apoio.


O café da manhã é incluído na diária do hóspede, servido no renomado restaurante Yuru, uma das melhores opções gastronômicas da cidade. 

Endereço: Av. Engenheiro Roberto Freire, 4.382 - Ponta Negra, Natal – RN


Reservas e informações: (84) 3646-0100 / gtpn.coordenacaoreservas@goldentulip.com.br
Redes sociais: @goldentulipnatal / @yurupontanegra


Cine Humberto Mauro inaugura parceria com tradicional projeto de exibição de filmes de vários países, gêneros e estilos

         




O Cine Humberto Mauro é um dos mais tradicionais projetos de exibição cinematográfica da capital mineira, o Cineclube Comum chega, pela primeira vez, a partir de uma parceria entre a Fundação Clóvis Salgado (FCS) e o Instituto Cervantes de Belo Horizonte, o público poderá acompanhar, ao longo do ano de 2026, a mostra “Visões Táteis”, em sessões mensais que terão comentários de integrantes do Cineclube Comum (Fábio de Carvalho, Helena Elias e Victor Guimarães) e de pesquisadores de cinema da cidade.


A programação começou no dia 3 de março , às 19h30, com os filmes do cineasta e inventor espanhol José Val del Omar (1904-1982), e segue até o fim do ano, sempre nas primeiras terças-feiras de cada mês. A entrada é gratuita; metade dos ingressos estarão disponíveis, de forma on-line, a partir de meio-dia do dia das sessões, no site do Sympla; o restante será distribuído presencialmente na bilheteria principal do Palácio das Artes e no totem, no hall, meia hora antes de cada exibição, mediante a apresentação de documento com foto.

O Cineclube Comum é um projeto de exibição e discussão cinematográfica em atividade em Belo Horizonte desde 2012. A iniciativa aposta no potencial das salas de cinema para serem espaços de partilha de ideias e efervescência cultural e política.


Ao longo de sua história, o projeto já realizou mais de dez mostras, em diferentes espaços da cidade, com destaque para “Sabotadores da Indústria” (Sesc Palladium, 2015), “Brasil 68” (Cine Santa Tereza, 2018) e “Defesa do Atrito” (Centro Cultural Unimed-BH Minas, 2024). O cineclube também publica a coleção de livros “Cadernos do Cineclube Comum”, que atualmente conta com cinco volumes de ensaios dedicados aos filmes exibidos nas mostras.

A mostra “Cineclube Comum – Mostra ‘Visões Táteis’” é realizada pelo Ministério da Cultura, Governo de Minas Gerais, Secretaria de Estado de Cultura e Turismo de Minas Gerais e Fundação Clóvis Salgado. As atividades da Fundação Clóvis Salgado têm a Cemig como mantenedora, Patrocínio Master do Instituto Cultural Vale e Grupo Fredizak, Patrocínio Prime do Instituto Unimed-BH, Patrocínio Plus da Vivo, Patrocínio da ArcelorMittal, e correalização da APPA – Cultura & Patrimônio. O Palácio das Artes integra o Circuito Liberdade, que reúne mais de 60 equipamentos com as mais variadas formas de manifestação de arte e cultura em transversalidade com o turismo. A ação é viabilizada por meio da Lei Federal de Incentivo à Cultura. Vale-Cultura. Governo do Brasil, do lado do povo brasileiro.

Cinema de carne e osso – Em 2026, partindo da filmografia de José Val del Omar, a mostra “Visões Táteis” apresentará ao público do Cine Humberto Mauro um conjunto variado de filmes que valorizam o aspecto físico da experiência do cinema. É o que destaca um dos curadores, Victor Guimarães. “Em um tempo em que a dispersão, o excesso de informações e a saturação de imagens nos empurra a uma desconexão em relação a tudo o que é concreto e tangível, apostamos na capacidade do cinema de fazer valer o sentido do tato, esse que, no dizer do ensaísta argentino Pablo Maurette, foi por muito tempo considerado um ‘sentido esquecido’. No interessam, assim, os filmes que incorporam o aspecto tátil, ou ‘tudo aquilo que se expressa por meio de pulsações, rangidos, torções, expansões, acelerações, resfriamento, equilíbrio e desequilíbrio’. Como escreve Maurette, ‘tudo que nos comove, nos excita, nos agita, tudo que nos afeta com maior ou menor intensidade é experimentado como uma forma de tato’. É em busca dessas intensidades que se move a mostra ‘Visões Táteis’”.

A sessão de abertura traz três curtas-metragens que compõem “Tríptico Elemental de España” de Val del Omar, formado por “Aguaespejo Granadino (La Gran Siguiriya)” (1953-1955), “Fuego en Castilla (Tactilvisión del Páramo del Espanto)” (1958-1960) e “Acariño Galaico (De barro)” (1961-1962), além do pioneiro “Vibración de Granada” (1934-1935). Nascido em Granada em 1904, José Val del Omar foi, além de cineasta, fotógrafo, escritor, educador, e se destacou também como inventor de máquinas e aparatos técnicos, que contribuíram com sua busca incessante de uma arte capaz de mobilizar múltiplos sentidos simultaneamente. “Seus filmes possuem uma qualidade tátil muito evidente, produzida através de procedimentos técnicos e formais, como suas coreografias de luz, que proporcionam aos espectadores uma outra experiência de exibição na sala escura”, caracteriza Victor.

Inspirado pelos filmes e textos de Val del Omar, o conceito de “visão tátil” dá espaço para uma curadoria diversa, que incluirá filmes experimentais, de gênero, dos cinemas marginal e de fluxo, e de distintos territórios. Desde filmes etnográficos que recuperam a materialidade do gesto até filmes de horror que propõem uma relação visceral com as imagens e os sons, passando por obras que exploram a animalidade, escapando dos limites do entendimento humano, e por filmes que dialogam com o melodrama e o musical, recuperando o engajamento emocional como acontecimento físico.

“São filmes em que o olhar não se restringe a um expediente óptico, mas incorpora algo do movimento do corpo”, comenta o Gerente de Cinema da Fundação Clóvis Salgado, Vitor Miranda. “Obras que convidam mais a uma atenção à textura das superfícies do que à enunciação, e que de alguma forma se esquivam de leituras imediatas. Em diálogo com Val del Omar, um cinema que se volta para o instinto, a carne e o tato, a mostra aposta em filmes que recuperam a sala de cinema como espaço privilegiado de imersão, e é uma felicidade podermos promover esse mergulho, em parceria com o Cineclube Comum, aqui no Cine Humberto Mauro, um local tão tradicional para os cinéfilos mineiros”, celebra Vitor.


O Cine Humberto Mauro é um dos mais tradicionais cinemas de Belo Horizonte, foi inaugurado em 1978. Seu nome homenageia um dos pioneiros do cinema brasileiro, o mineiro Humberto Mauro (1897-1983), grande realizador cinematográfico. Com 129 lugares, possui equipamentos de som Dolby Digital e para exibição de filmes em 3D e 4K. Nestes mais de 45 anos de existência, a Fundação Clóvis Salgado tem investido na consolidação do espaço como um local de formação de novos públicos a partir de programação diversificada, bem como através da criação de mecanismos de estímulo à produção audiovisual, com a realização do tradicional FestCurtasBH – Festival Internacional de Curtas de Belo Horizonte, e o Prêmio Estímulo ao Curta-Metragem de Baixo Orçamento. O Cine Humberto Mauro também é um importante difusor do conhecimento ao promover cursos, seminários, debates e palestras. Sessões permanentes e comentadas também têm espaço cativo a partir das mostras História Permanente do Cinema, Cinema e Psicanálise, Curta no Almoço, entre outros. Todas as atividades do Cine Humberto Mauro são gratuitas.

A Fundação Clóvis Salgado tem a  missão de fomentar a criação, a formação, a produção e a difusão da arte e da cultura em Minas Gerais, a Fundação Clóvis Salgado (FCS) é vinculada à Secretaria de Estado de Cultura e Turismo de Minas Gerais (Secult). Artes visuais, cinema, dança, música, ópera e teatro integram a ampla programação desenvolvida nos espaços sob sua gestão, como o Palácio das Artes, a CâmeraSete – Casa da Fotografia de Minas Gerais e a Serraria Souza Pinto. A Fundação também é responsável pela gestão dos corpos artísticos — Orquestra Sinfônica de Minas Gerais, Coral Lírico de Minas Gerais e Cia de Dança Palácio das Artes — além do Cine Humberto Mauro, das Galerias de Arte e do Cefart, o Centro de Formação Artística e Tecnológica. Em 2026, ao celebrar os 55 anos do Palácio das Artes, a FCS amplia suas ações para todas as artes e todos os públicos, reafirmando seu compromisso com a democratização cultural. Palácio das Artes – 55 anos: ontem, hoje, sempre. A arte é o espaço do encontro.

Cineclube Comum – Mostra “Visões Táteis”

Cine Humberto Mauro – Palácio das Artes -(Avenida Afonso Pena, 1537, Centro – Belo Horizonte) Classificação indicativa: 12 anos

segunda-feira, 23 de fevereiro de 2026

Começa a temporada da Vesperata

 




Viajar pelo tempo pelas ruas de Diamantina, é uma passeio sensacional para conhecer a história do diamante, escravos com a Chica da Silva, o ex-presidente Juscelino Kubitschek , o Mercado Municipal para iguarias da região, as flores sempre viva, cachoeiras , bares tradicionais de uma cidade do interior, tudo e muito mais a 290 Km de Belo Horizonte, além disso tem a tradicional evento da Vesperata. 


  • Datas da vesperata : Abril: 11 e 25, Maio: 23 e 30,Junho: 13, 20 e 27,Julho: 04 e 11,Agosto: 08, 15 e 29,Setembro: 19 e 26 e Outubro: 10 e 17

A Vesperata tem sua origem nas práticas musicais tradicionais de Diamantina do século XIX. Quando no período das vésperas, músicos se apresentavam nas sacadas dos casarões para tocar para as pessoas que passeavam nas ruas.

 As vésperas são a parte da Liturgia das Horas, que é celebrada à tarde, entre 15 e 18 horas.

 A Vesperata é Patrimônio Cultural de Minas Gerais, reconhecida como um importante evento do turismo e da cultura do Brasil, a Vesperata foi premiada em 2010 pelo Ministério do Turismo com o Troféu Roteiros do Brasil, por promover a Sustentabilidade Cultural no Município.

Com um repertório repleto de música boa e diferentes estilos, a Vesperata é reconhecida como Patrimônio Cultural de Minas Gerais.

 Em Diamantina, terá a oportunidade de assistir a um dos mais belos espetáculos musicais da cultura local:  A Vesperata que parece, à primeira vista, uma serenata ao contrário.

Considerada como uma “serenata ao contrário” pelo fato que os músicos se posicionam nas janelas e tocam para o público na Rua da Quitanda, que fica lotada de mesas ao redor dos maestros regentes.

O passadiço é uma das atrações

Mercado mostra a cultura mineira com produtos regional
Praça JK
Consulte as agências e operadoras de viagens para o pacote da Vesperata, ingressos, passeios e hotéis em Diamantina.

Marcella Muniz celebra o Dia Internacional da Mulher de volta ao Teatro Feluma com o espetáculo "Água Fresca para as Flores"

 

Após o sucesso absoluto de público e crítica em sua última passagem por Minas Gerais, a atriz Marcella Muniz já tem data marcada para reencontrar a plateia mineira. Nos dias 07 e 08 de março, o Teatro Feluma será o palco de um retorno carregado de simbolismo, celebrando o final de semana do Dia Internacional da Mulher com a história que emocionou o mundo.

O projeto é uma realização que nasce da paixão de Marcella, que além de protagonizar, é a idealizadora do espetáculo. Para tirar o sonho do papel, ela uniu forças na produção com o mineiro Bruno Costa, que também assina a adaptação e a direção da montagem. Para a atriz, que completa 45 anos de uma carreira sólida, dar vida a Violette Toussaint vai muito além do trabalho técnico.

 A protagonista se tornou um símbolo da força feminina que ela mais admira: aquela capacidade rara de florescer e encontrar beleza mesmo nos cenários mais áridos.

“Violette é, sem dúvida, um exemplo da figura feminina que eu mais admiro. Ela é fascinante e eu senti um desejo profundo de trazê-la para o palco para mostrar ao mundo toda a sua resiliência e humanidade”, revela a atriz.

 Fotos: Bruno Costa e Roberto Carneiro


 Uma celebração com surpresas - A comemoração do Dia da Mulher no teatro promete extrapolar as fronteiras do palco para o público que escolher celebrar essa data com a equipe, garantindo uma experiência acolhedora e festiva.

Ao final do espetáculo do sábado, dia 07, a produção preparou um momento de bate-papo com a atriz em uma parceria com a Livraria do Belas que terá mediação do Livreiro Paulo Fernandes. É a oportunidade perfeita para mergulhar em temas fundamentais do universo feminino através da trajetória emocionante de Violette.

O  espetáculo - Inspirada no best-seller de Valérie Perrin, a peça apresenta a história de Violette Toussaint, zeladora de um cemitério na França. Com uma filosofia de vida baseada no cuidado e no afeto, ela transforma a rotina de quem cruza seu caminho, revelando segredos e provando que sempre é possível recomeçar. Sob o olhar cuidadoso de Bruno Costa na direção, a montagem se torna uma verdadeira ode à vida que tem conquistado plateias por onde passa.

Espetáculo: Água Fresca para as Flores

Local: Teatro Feluma (Rua Prof. Alfredo Balena, 190, Belo Horizonte) 

Horários: Sábado, 07 de março, às 19h | Domingo, 08 de março, às 17h

Ingressos na Sympla: https://bileto.sympla.com.br/event/115098

domingo, 22 de fevereiro de 2026

As maravilhas das grutas do Maquiné, Lapinha e Rei do Mato

 


                     

Minas são muitas, encanta em todos os cantos dos municípios. Que Minas Gerais é um estado cheio de histórias com seu barroco, pedras preciosas, gastronomia diversificada, montanhas, rios (conhecido como a caixa d’água do país),  a prosa da mineiridade ,  cachoeiras e muito mais encantos pelos 853 municípios ,além da riqueza histórica da gama de grutas fantásticas que existem por aqui , como as três grutas  mais próximas da capital Belo Horizonte , Grutas da Lapinha, Rei do Mato e Maquiné.

     A gruta do Maquiné é uma viagem subterrânea em meio às belezas naturais é aventura garantida para quem visita a Gruta do Maquiné, localizada na cidade de Cordisburgo, a 120 km de Belo Horizonte - terra do escritor Guimarães Rosa. Gruta de Maquiné e Museu Guimarães Rosa | MATRIX TUR

A caverna, descoberta em 1825, pelo fazendeiro Joaquim Maria Maquiné, o Seu Maquiné, é considerada o berço da paleontologia brasileira e possui sete salões com belíssimas formas arquitetônicas, esculpidas pelo trabalho da água durante milênios.

A exploração científica do local foi realizada pelo dinamarquês Peter Wihelm Lund, quase uma década depois do achado na fazenda de Seu Maquiné. Ele fazia peregrinações pela bacia do Rio das Velhas à procura de espécies de animais e vegetais. Durante dois anos de pesquisa, o botânico e zoólogo descobriu restos humanos e de animais pré-históricos originários do período Quaternário, que corresponde à Era Cenozoica da escala de tempo geológica. Entre eles, esqueletos de aves fossilizadas com curvaturas de até três metros. 


A Gruta do Maquiné se tornou ponto turístico da terra do escritor Guimarães Rosa por abrigar, ao longo de 650 metros, belas esculturas naturais e estalactites de diversas formas no teto da caverna. A área aberta para os visitantes, com aproximadamente 400 metros de extensão, é estrategicamente iluminada para realçar as figuras desenhadas pelo tempo. O passeio pela gruta é feito por seguras passarelas e é acompanhado por um guia local.

Os salões e as galerias encantam e provocam a imaginação do turista. No Salão do Urso ou do Elefante, por exemplo, um grande cogumelo lembra o formato da explosão de uma bomba atômica. Já na Galeria das Fadas, é possível encontrar cristais brilhantes, parecidos com franjas, grinaldas e lustres.

A Gruta possui as seguintes infraestruturas e equipamentos: Amplo estacionamento para ônibus e automóveis; Espaço para comércio de produtos como lanchonete, doces, artesanatos, livros; Sanitários públicos (masculino e feminino);Bilheteria, guarita, bancos para descanso, escadas, rampas de acesso; Intervenções realizadas nos ambientes internos da gruta, com iluminação artificial e piso em trechos específicos. A visitação acontece todos os dias, das 08:30h às 16:30h.

A gruta do Maquiné  está localizado a 5 km do centro da cidade, na rodovia MG 421. Saindo de Belo Horizonte, o principal acesso para Cordisburgo é através da BR 040 e, em seguida, pela MG 231, no trevo próximo a cidade de Paraopeba. Monumento Rei do Mato comemora 15 anos com programação especial – Sete Dias

      A gruta Rei do Mato  está  no município de Sete Lagoas, por 70 Km ,partindo de Belo Horizonte, pegar a rodovia BR-040 sentido Brasília. Logo após a primeira entrada para Sete Lagoas, fazer o retorno no trevo. A entrada do Monumento está na pista sentido Belo Horizonte, logo depois do retorno. Grutas Rei do Mato e Maquiné deverão ser administradas pela iniciativa  privada em 2020

A partir de 1840, surgiram os primeiros registros de explorações e de estudos nas cavernas da região, realizados pelo dinamarquês Peter W. Lund. O primeiro mapeamento documentado da Gruta Rei do Mato foi feito pela Sociedade Excursionista e Espeleológica em 1973. Só em 2009, porém, a área foi alçada a monumento natural.

Na Grutinha, que fica ao lado da Rei do Mato, existem pinturas rupestres, feitas com sangue e gordura vegetal, que datam de seis mil anos.

A Gruta Rei do Mato possui 998 metros de extensão, dos quais 220 metros estão abertos à visitação. Ela é considerada uma das mais belas grutas do país e considerada uma das 50 maiores cavernas de Minas Gerais pela Sociedade Brasileira de Espeleologia.

Nos salões da Rei do Mato, as estalagmites – formas arredondadas que crescem a partir do chão – disputam nosso olhar com as cascatas ou cortinas de pedras que escorrem pelas paredes e as impressionantes estalactites – formas pontiagudas que nascem a partir do teto. Não satisfeitas elas se encontram, as estalagmites e as estalactites, e formam colunas esculturais únicas.

 No salão Principal, dois espeleotemas chamam a atenção: a estalactite Cenourão, de cor alaranjada, e a estalagmite Sorvetão. Já no Salão das Raridades, um dos mais importantes da caverna, estão elas – imponentes, majestosas e únicas no mundo inteiro – as Colunas Gêmeas, de calcita, cilíndricas e harmônicas, com altura estimada entre 12,5 a 13 m e diâmetro entre 25 a 30 cm.

     A gruta da Lapinha está localizada no município de Lagoa Santa, a 40 Km da capital mineira. Em 1835 o naturalista dinamarquês Peter Wilhelm Lund, conhecido como o pai da paleontologia brasileira chegou a Lagoa Santa e descobriu a Gruta da Lapinha. Nas cavernas da região – e aí incluindo a Lapinha -, descobriu mais de 12 mil peças fósseis que permitiram escrever a história do período pleistoceno brasileiro – o mais recente na escala geológica – numa época em que o passado paleontológico era quase desconhecido pela ciência.


 
Considerada uma das sete maravilhas da estrada real, a Gruta da Lapinha fica no Parque do Sumidouro em Lagoa Santa e tem como característica principal as marcas de um rio subterrâneo. A gruta foi formada a partir de rochas calcárias formadas pelos restos marinhos do fundo do mar raso da bacia do rio das Velhas, de restos que foram acumulados em camadas superpostas e trabalhados pela erosão provocada pelas correntes marinhas e aéreas. É mesmo de se surpreender em encantadores 40 metros de profundidade e 511 metros de extensão, dos quais 300 são visitáveis.

Em uma viagem ao interior da Terra é possível visitar 12 salões iluminados por led que deixam qualquer um, no mínimo, muito impressionado. Alguns desses salões são interligados por escadas esculpidas nas rochas ou feitas de metal. Estes salões, as galerias e os labirintos são de extraordinária beleza e foram batizados de acordo com as imagens que sugerem, por exemplo: Véu da Noiva, Cascata de Luz, Salão de das Cortinas, Couve-Flor, Presépio e Sino.


A Gruta da Lapinha apresenta ainda um salão com gotejamento de água permanente, além de formações rochosas com micro cristais de calcita (carbonato de cálcio puro) – muito frágeis e que brilham com muita intensidade ao refletir a luz.  A Gruta é isso: uma maravilha que além do que foi falado aqui você pode apreciar por essas imagens. Garantimos que a visita traz sempre uma nova descoberta a quem volta e uma encantadora e surpreendente experiência a quem vai pela primeira vez! O que podemos dizer é: permita-se conhecer a Gruta da Lapinha e se presentear com uma experiência única.

 Gruta possui receptivo turístico com: bilheteria, Museu Peter Lund, banheiros e Iluminação na gruta da Lapinha. Para chegar à Gruta da Lapinha partindo de Belo Horizonte:  Saindo de Belo Horizonte, seguir pela MG 10 sentido Lagoa Santa, no caminho para Serra do Cipó, entrar à esquerda para Gruta da Lapinha cerca de 7 Km depois de Lagoa Santa e mais 5 Km até a portaria Gruta da Lapinha. Todas as grutas fazem parte do Circuito das Grutas .Informações https://circuitodasgrutas.com.br

As grutas são administradas pelo  Consórcio Gestão Parques MG – Urbanes – B21  responsável pela conservação, manutenção e melhorias estruturais e reformas dos espaços que integram a Rota das Grutas Peter Lund- https://www.urbanesparques.com.br

sexta-feira, 20 de fevereiro de 2026

Projeto Tempo de Rádio lança websérie documental sobre a história da radiofonia mineira





A Websérie que celebra a memória, a cultura e o futuro do rádio em Minas Gerais já pode ser acessada gratuitamente via site e youtube. Cartilhas socioeducativas também estão disponíveis para professores e estudantes do ensino médio

O rádio é mais do que um meio de comunicação: é memória, identidade e companhia cotidiana de gerações. Essa trajetória rica e fundamental ganha destaque no projeto Tempo de Rádio, uma websérie documental, com sete episódios, que celebra a história do rádio em Belo Horizonte, em Minas Gerais e até mesmo no Brasil. O projeto foi viabilizado por meio da Lei Estadual de Incentivo à Cultura, com patrocínio da Cemig (Companhia Energética de Minas Gerais), apoio do Governo de Minas Gerais, Rádio Itatiaia e da Empresa Mineira de Comunicação (Rádio Inconfidência e Rede Minas). Todos os conteúdos estarão disponíveis gratuitamente no site www.tempoderadio.com.br e no Youtube (@tempoderadio).

                   Emanuel Carneiro

O lançamento da websérie Tempo de Rádio acontece ao longo do mês de fevereiro, com exibições ao vivo, sempre às 19h, pelo YouTube do Tempo de Rádio. A programação começou no dia 5 de fevereiro (quinta-feira), com o lançamento do trailer oficial. Na sexta-feira, 6 de fevereiro, foi ao ar o Episódio 1, seguido pelo Episódio 2, na segunda-feira, 9 de fevereiro. O cronograma segue com o Episódio 3, em 11 de fevereiro (quarta-feira); o Episódio 4, em 13 de fevereiro (sexta-feira); o Episódio 5, em 18 de fevereiro (quarta-feira); o Episódio 6, em 20 de fevereiro (sexta-feira); e se encerra no dia 23 de fevereiro (segunda-feira), com a exibição do Episódio 7, concluindo a jornada audiovisual pela história e pela potência cultural do rádio.

                       Acir Antão

O Tempo de Rádio, que foi idealizado pelo galerista e pesquisador Rodrigo Mitre e tem coordenação-geral de Luciana Salles, utiliza uma linguagem audiovisual contemporânea para ampliar a durabilidade, o alcance e o impacto de uma ampla pesquisa sobre a radiofonia, reunindo depoimentos, imagens de arquivo e reflexões sobre passado, presente e futuro do meio.

           Tutti Maravilha

“Ao levar essa história para o audiovisual e disponibilizá-la gratuitamente, buscamos dialogar com diferentes gerações e garantir que esse patrimônio imaterial continue vivo e acessível. Mais do que olhar para o passado, o projeto propõe uma reflexão sobre o futuro da radiodifusão, especialmente em um contexto de profundas transformações tecnológicas e digitais”, explica Mitre.

Uma viagem pela história, tecnologia e cultura do rádio - Ao longo de seus sete episódios, a websérie Tempo de Rádio constrói um panorama amplo e envolvente da radiofonia, começando por uma viagem às origens do rádio no mundo, sua chegada ao Brasil e o protagonismo de Minas Gerais nesse percurso histórico. A série avança pelas transformações tecnológicas que moldaram o meio — das ondas eletromagnéticas ao universo dos podcasts — e convida o público a conhecer os bastidores do funcionamento de uma emissora, revelando as rotinas, os profissionais e as engrenagens que mantêm o rádio no ar diariamente.

Também dedica episódios à força do jornalismo radiofônico, com sua agilidade, ética e responsabilidade social; à emoção das transmissões esportivas, que marcaram gerações; e ao papel central da música e do entretenimento, que fizeram do rádio um dos principais palcos culturais do país. Encerrando a jornada, a série destaca a relação afetiva e duradoura entre o rádio e seus ouvintes, mostrando como a escuta atravessa gerações e se reinventa da galena às múltiplas plataformas digitais.

Com entrevistas exclusivas de profissionais, comunicadores e personagens que fizeram e fazem a história do rádio mineiro, a série destaca o papel essencial desse meio na formação da identidade cultural de Minas Gerais e do Brasil. Entre os entrevistados estão Acir Antão, radialista, Alberto Rodrigues, ex-narrador esportivo do Cruzeiro, Bob Faria, jornalista, Eduardo Costa, jornalista e apresentador, Elias Santos, radialista e professor, Emanuel Carneiro, radialista e ex-presidente da Itatiaia, Graziela Mello Vianna, pesquisadora e professora da UFMG, Mário Henrique Caixa, radialista e narrador esportivo, Ricardo Parreiras, radialista, Tutti Maravilha, apresentador, e Velise Maciel, jornalista.

Cartilhas Socioeducativas: rádio como ferramenta de aprendizado - Como desdobramento da websérie, o projeto Tempo de Rádio disponibiliza gratuitamente no site www.tempoderadio.com.br uma série de cartilhas socioeducativas, voltadas especialmente para professores, estudantes do ensino médio e público interessado. As cartilhas aprofundam os temas abordados nos episódios, com linguagem acessível, atividades interativas, jogos educativos e propostas de reflexão crítica. O material foi desenvolvido para apoiar práticas pedagógicas, estimular o debate sobre os meios de comunicação e fortalecer a compreensão do rádio como patrimônio cultural e ferramenta de cidadania.

Site: www.tempoderadio.com.br

Instagram: @tempoderadio

Youtube: @tempoderadio

●       Patrocínio: CEMIG – Lei Estadual de Incentivo à cultura;

 ●       Parceria: Itatiaia;●       Apoio: Rádio InconfidênciaRede Minas

●      Coordenação-geral: Luciana Salles Gestão Cultural

● Realização: Mitre; AMA – Ano Mineiro das Artes; TEM – Turismo, Experiências e Mineiridade; Minas Cultura e Turismo; Governo de Minas Gerais – Aqui o Trem Prospera



600 bonecos do Giramundo estão em exposição no Palácio das Artes

                        

            

A exposição " Bonecos Giramundo " é um sucesso de público desde a abertura, em outubro de 2025, a mostra - prevista para encerrar no dia 22 de fevereiro -  já recebeu mais de 40 mil visitantes na Grande Galeria Alberto da Veiga Guignard e entra agora em uma nova fase, com reforço nas ações educativas, ampliação de recursos de acessibilidade, manipulação de bonecos ao vivo e lançamento de visita virtual. 

A exposição “Bonecos Giramundo” foi prorrogada até o dia 26 de abril, no Palácio das Artes, em Belo Horizonte, com 600 bonecos da companhia de teatro.   O grupo amplia as suas atividades, passando dos palcos para um núcleo multimídia, em que o teatro e o cinema de animação se juntam.

O Giramundo – uma das mais atuantes companhias de teatro de bonecos do Brasil – e a Fundação Clóvis Salgado celebram 55 anos de história com a Ocupação Giramundo, no Palácio das Artes. A programação reúne uma exposição inédita de bonecos, atividades educativas, mostra de cinema, espetáculo e visitas guiadas. Intitulada “Bonecos Giramundo”

Realizada pela Fundação Clóvis Salgado (FCS) em parceria com o Grupo Giramundo - que completou 55 anos -  a exposição reúne mais de 600 itens, entre bonecos, máscaras e objetos de cena — mais de 80% restaurados com apoio da Fundação. A visitação é gratuita e ocorre de terça a sábado, das 9h30 às 21h, e aos domingos, das 17h às 21h.

Considerada a maior coleção de bonecos do Brasil, a mostra apresenta uma retrospectiva de 40 montagens realizadas entre 1970 e 2024. A iniciativa integra a programação da “Ocupação Giramundo”, que já incluiu espetáculo teatral, mostra de cinema e outras atividades, e celebra os 55 anos do grupo mineiro, comemorados em 2025, além dos 55 anos do Palácio das Artes, completados em 2026.

O acervo contempla produções emblemáticas como “A Flauta Mágica”, “Dango Balango”, “O Menino Bach Visita o Brasil”, “Os Orixás” e “Pedro e o Lobo”. Para o presidente da Fundação Clóvis Salgado, Sérgio Rodrigo Reis, a prorrogação confirma o êxito da iniciativa. Segundo ele, a mostra reúne mais de meio século de memória artística e reforça a identificação do público com o trabalho do grupo, considerado patrimônio cultural.

A segunda etapa da exposição prevê reorganização do acervo e aprimoramento das informações expositivas, com ampliação de audiodescrições, legendas e identificação dos personagens. A reformulação permitirá também a gravação de uma visita guiada digital inédita na trajetória do Giramundo, tornando o conteúdo acessível pela internet.

Entre as novidades, está a abertura de agendamento de visitas para pessoas cegas, com possibilidade de acesso tátil ao acervo. A proposta é ampliar a experiência sensorial e cognitiva, explorando a diversidade de formas, materiais e escalas dos bonecos.

Outra atração será a instalação de um estande de demonstração com réplicas do espetáculo “Pedro e o Lobo”, permitindo ao público acompanhar a manipulação dos bonecos ao vivo — demanda recorrente dos visitantes.

Fundado em 1970 pelos artistas plásticos Álvaro Apocalypse, Terezinha Veloso e Madu, o Grupo Giramundo é uma das mais atuantes companhias de teatro de bonecos do país, com atuação também no cinema de animação e na televisão. Ao longo de 55 anos, produziu mais de 40 espetáculos, transitando por temas da cultura brasileira, clássicos da literatura mundial e adaptações de obras da música erudita.

Atualmente dirigido por Bia Apocalypse, Marcos Malafaia e Ulisses Tavares, o grupo amplia suas atividades para um núcleo multimídia, integrando teatro e animação. A mostra apresenta cerca de 600 peças — entre bonecos, máscaras, objetos de cena e elementos cenográficos — que marcaram a trajetória do grupo no teatro, no cinema de animação e na televisão. A programação inclui também a apresentação de “Alice no País das Maravilhas”, no Grande Teatro Cemig Palácio das Artes, em celebração ao Dia das Crianças. 

Fundado em 1970, o Giramundo surgiu a partir da iniciativa dos artistas plásticos Álvaro Apocalypse, Tereza Veloso e Madu. O coletivo mineiro é conhecido no teatro de bonecos pela qualidade de suas produções e pelo nível de experimentação que seus artistas trazem à cena. Ao longo de 55 anos, já estrelaram mais de 40 espetáculos, utilizando bonecos que podem ser manuseados de diferentes formas — por meio de fios, varas, luvas ou até vestidos

Com média superior a 400 visitantes por dia ao longo de quatro meses, a exposição consolida a história da companhia e reforça sua relação com o público belo-horizontino, que reconhece no acervo parte da memória cultural da cidade.

Grande Galeria Alberto da Veiga Guignard – Palácio das Artes (Avenida Afonso Pena, 1537, Centro – Belo Horizonte)

Quando. Em cartaz até 26/4. De terça a sábado, das 9h30 às 21h; domingos, das 17h às 21h.

Quanto. Entrada gratuita

Classificação indicativa: livre

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