Minas Turismo Gerais
Jornalista Sérgio Moreira. Divulgação sobre o Turismo, Gastronomia e Cultura. Informações para o email sergio51moreira@bol.com.br
sexta-feira, 6 de novembro de 2026
Carreta Santa Casa BH realiza mutirão de exames no Barreiro
quinta-feira, 5 de novembro de 2026
Terra dos calçados em Minas, terá tênis gigante de 4 toneladas
Localizada a 110 Km da capital mineira ,Nova Serrana, no Centro-Oeste de Minas, terá uma novidade na paisagem urbana. A escultura em formato de tênis gigante foi instalada em frente à rodoviária da cidade. O monumento é uma homenagem à indústria calçadista, que representa uma das principais atividades econômicas do município.
As dimensões da estrutura chamam a atenção no local. Ao
todo, o tênis tem três metros de altura e cinco metros de comprimento. De peso,
são quase quatro toneladas.
A obra tem autoria do artista plástico Udiery Silva,
natural da Bahia e morador de Nova Serrana há sete anos. O projeto foi
apresentado por ele à Prefeitura de Nova Serrana e desenvolvido com o apoio de
duas pastas municipais: as secretarias de Educação e de Obras.
“Quando vim para Nova Serrana, a gente viu que aqui é a
capital do calçado, mas não tinha nada que simbolizava um calçado, diferente de
outras cidades que sempre eles tem uma escultura que identifica a cidade. E aí
surgiu essa ideia de fazer um calçado que identifique a cidade de Nova
Serrana”, contou em um vídeo.
A proposta foca no desenvolvimento de esculturas de baixo custo, utilizando materiais que teriam como destino o descarte, como restos de ferro e telas de alambrado. Também foram necessários 14 sacos de cimento para a construção.
Apesar de já estar instalado em frente à rodoviária, o tênis gigante não está totalmente concluído. A escultura ainda se encontra em fase de acabamento e receberá pintura.
Projeto com cinco cartões-postais-O monumento integra um plano mais amplo elaborado pelo escultor para o município. A iniciativa prevê a criação de cinco cartões-postais temáticos espalhados por diferentes pontos da cidade.
Noemi Assumpção abre exposição “Um peito só nunca é demais”, com obras que valorizam o corpo e a resistência feminina
A artista visual Noemi Assumpção apresenta a exposição “Um peito só nunca é demais”, com abertura no dia 13 de novembro de 2026, sexta-feira, às 19h, no Quarta Parede Estúdio, localizado na Savassi, em Belo Horizonte, com entrada gratuita. A mostra reúne desenhos e cerâmicas que transitam do papel para o espaço tridimensional, propondo um encontro sensível entre a delicadeza e o enfrentamento ao abordar as marcas, memórias e contradições do corpo feminino. A visitação segue até 9 de janeiro de 2027, sábado.
Em “Um peito só nunca é demais”, a artista desenvolve o
que denomina de Universo Treta, espaço poético onde peitos brotam em
árvores inventadas, amadurecem como frutos, se multiplicam em montes, formam
frentes de resistência e ganham asas para levantar voo. A pesquisa visual parte
do peito como fonte do primeiro alimento e símbolo da primeira relação de
afeto, desdobrando-se no nó que aperta e nas marcas do “resistir mulher”. Entre
a maternidade, a perda, o desejo e a imposição de padrões estéticos, as obras
criam uma natureza própria que acolhe tanto a vulnerabilidade quanto a força.
Nascida em Belo Horizonte, em 1973, Noemi Assumpção é
graduada em Design Gráfico pela Escola de Design da UEMG (1998) e em Artes
Plásticas pela Escola Guignard/UEMG (2013), com habilitação em desenho e
escultura. Sua trajetória artística abrange ainda instalações, vídeo e
performance, dedicando-se a investigar as dores e afetos nascidos da relação do
indivíduo com o próprio corpo, o lugar do desejo entre a dor e o prazer e as
compulsões compensatórias geradas pelo vazio existencial contemporâneo. A artista
já realizou mostras individuais e coletivas em instituições e espaços culturais
como o BDMG Cultural, Museu de Artes e Ofícios, Galeria de Arte Sesiminas, Mama
Cadela, AM Galeria e Galeria Nello Nuno (FAOP).
Período de visitação: De 13 de novembro de 2026 a 9 de janeiro de 2027
Local: Quarta Parede Estúdio
Endereço: Rua Alagoas, 601, loja 38 – Savassi, Belo Horizonte
Entrada: Gratuita
Nutrire completa 25 anos e abre nova fase ao lado da japonesa Unicharm
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A Nutrire completa 25 anos de fundação em outubro comemorando as perspectivas de um novo momento de posicionamento e expansão. Recentemente integrada à multinacional japonesa Unicharm Corporation, a empresa passa a contar com o respaldo de um grupo com mais de quatro décadas de atuação no segmento pet e que vê na América Latina uma região estratégica para ampliar sua presença. Sediada em Tóquio, a Unicharm Corporation está presente no
Brasil desde 2014 por meio da Unicharm Brasil, que comercializa marcas como
MamyPoko, Lifree, Antimos e Sofy. Com a integração da Nutrire, o grupo
estreia no mercado brasileiro de nutrição animal. A nova configuração
fortalece os planos de crescimento da companhia e impulsiona projetos que já
estavam em andamento, abrindo novas perspectivas de expansão. “Chegamos aos
25 anos com uma base industrial preparada para crescer e, agora, ao lado de
um grupo que tem sólida tradição no segmento no Japão e em outros mercados. A
Unicharm compartilha conosco o compromisso com a qualidade e a disciplina
produtiva, e essa afinidade nos dá segurança para ampliar a presença da
Nutrire e chegar a estados e países que ainda não alcançamos”, afirma o
diretor presidente da Nutrire, Gerson Simonaggio. O movimento acompanha o desempenho do setor no país, o
terceiro maior do mundo, atrás de Estados Unidos e China. Segundo
levantamento da Associação Brasileira das Empresas do Setor de Animais de
Estimação (Abempet), o mercado pet brasileiro movimentou R$ 77,96 bilhões em
2025, e a alimentação representou a maior fatia desse montante. Em 2026, a
cifra deve ultrapassar os R$ 80 bilhões e a margem para avanço ainda é ampla.
No Brasil, em torno de 45% dos animais de estimação consomem alimento
industrializado, enquanto nos Estados Unidos o índice chega a 98%. A Nutrire vem trabalhando na ampliação de seu parque
fabril, com previsão de conclusão no primeiro semestre de 2027, quando também
deverão ser apresentadas ao mercado novidades em seu mix de produtos. Expansão e mercado Quando enviou o primeiro lote de alimentos para pets ao
Uruguai, em 2004, a Nutrire tinha apenas três anos de operação em Garibaldi
(RS). Hoje, os produtos da empresa chegam a mais de 50 nações, espalhadas por
quatro continentes. No Brasil, em duas décadas e meia, a Nutrire se firmou
entre as dez maiores indústrias de alimentação pet, com as marcas Birbo,
Monello e Select. Além da sede, em Garibaldi (RS), a empresa mantém unidade
em Poços de Caldas (MG). Ao todo, elas empregam mais de 400 pessoas. Histórias que inspiram - A trajetória da Nutrire também se conta pela história de quem acompanhou essa evolução de dentro da fábrica. Gabriel Clunc tinha 18 anos quando começou a trabalhar na empresa. Mais de uma década depois, hoje ocupa o cargo de líder de recebimento. Nesse período, viu a modernização da indústria, os investimentos em maquinário, a implantação de sistemas de gestão, melhorias que mudaram a rotina das equipes. “Entrei bem novo, era meu segundo emprego, e fui amadurecendo junto com a empresa, ganhando conhecimento e aprimorando meu jeito de trabalhar e de liderar”, conta. Na área administrativa, Graziela Rigo acompanha a empresa
há ainda mais tempo. Ela chegou à Nutrire em 2011 e hoje é coordenadora
administrativa de vendas. Ao longo de 15 anos, viu a estrutura da Nutrire ser
ampliada a cada temporada, num crescimento que exigiu rever processos e
formas de trabalho de maneira contínua. O aprendizado contínuo, com novas
situações e novas pessoas a cada dia, é o aspecto que ela considera mais
positivo. “Depois de tantos anos, vejo que minha trajetória na Nutrire contribuiu
muito para o meu crescimento e para a profissional que me tornei”, diz. Entre
os momentos que mais marcaram sua trajetória, Graziela cita a chegada da
Unicharm. “É um acontecimento muito importante para a história da Nutrire e
representa uma nova etapa de crescimento e de oportunidades”, avalia. |
Fazenda Capoava em Itu, tem caminhadas e recreação no feriado da Consciência Negra
Localizado em Itu, a cerca de 100 km da capital paulista, fazenda oferece chalés em meio à natureza, atividades para toda a família e culinária inspirada em receitas tradicionais
Na Fazenda Capoava, em Itu (SP), o dia pode começar com uma caminhada pela Mata Atlântica e seguir de caiaque por um dos cinco lagos da propriedade.
À noite, quando a recreação leva as crianças de volta para fora dos chalés, entram em cena brincadeiras que muitos pais conhecem da própria infância, como esconde-esconde e pique-laranja. A cerca de 100 quilômetros da capital paulista, o hotel reúne atividades para diferentes idades no feriado do Dia da Consciência Negra, que cai numa sexta-feira este ano.
A programação especial, de 19 a 22 de novembro, convida os hóspedes a sentir os aromas do campo, das flores à vegetação, em passeios pela propriedade. O contato com os animais também faz parte da proposta.
Entre uma atividade e outra, vale reservar tempo para conhecer a casa-sede. O casarão centenário de taipa de pilão, com capela anexa ao alpendre, guarda traços da arquitetura bandeirista e remete ao período em que a propriedade funcionava como engenho de açúcar. A fazenda tem origem em 1750 e passou a receber hóspedes em 2001. Parte dessa trajetória é contada no Espaço Memória, dedicado à história da Capoava e à vida rural paulista.
Desde 2002, o hotel integra a Associação de Hotéis Roteiros de Charme. Fundada em 1992, a entidade sem fins lucrativos reúne hotéis, pousadas e refúgios ecológicos independentes no Brasil. A seleção dos associados leva em conta o conforto, a qualidade dos serviços e as práticas de responsabilidade socioambiental.
Gincanas, trilhas e passeios no lago
Formada por biólogos e recreadores, a Turma da Recreação organiza atividades que envolvem crianças e adultos. A programação regular inclui gincanas, trilhas de aventura, jogos no lago e brincadeiras noturnas. Pega-pega, esconde-esconde e pique-laranja estão entre as brincadeiras tradicionais para as crianças. Pais e filhos participam juntos principalmente das atividades de educação ambiental.
Os hóspedes podem remar em caiaques individuais ou duplos, praticar stand-up paddle e fazer pausas para mergulhar no lago. Essas atividades estão incluídas na diária quando integram a programação. Para praticá-las em outros horários, é preciso consultar os valores com o hotel.
As caminhadas e os passeios de bicicleta são acompanhados por guias que apresentam a fauna e a flora da propriedade. Quem pretende pedalar precisa levar a própria bicicleta. As cavalgadas também têm acompanhamento de condutores especializados e são cobradas à parte.
A estrutura de lazer tem duas piscinas climatizadas, saunas seca e úmida, quadra de tênis e minicampos de vôlei na grama e de futebol. Para as crianças, há parquinho de madeira, minitirolesa, cantinho do bebê e cantinho da família. O pavilhão, que recebe atividades especiais e exposições, agora conta com mesas de pingue-pongue e pebolim. A propriedade dispõe ainda de três bares, na piscina, na casa-sede e na antiga cocheira.
Chalés no entorno de cinco lagos
Os 35 chalés da Capoava ficam no entorno de cinco lagos e são divididos em seis categorias —Ipê, Figueira, Capoava Padrão, Capoava Loft, do Lago e Colônia —, que variam em tamanho e localização. Todos têm lareira, ar-condicionado, frigobar, cafeteira, TV com Sky HDTV, telefone, wi-fi, cofre, secador de cabelo e amenities da linha de luxo da Realgens.
O restaurante, instalado em uma construção anexa ao casarão, serve pratos da cozinha brasileira e do interior paulista. Parte das preparações vem do acervo culinário de três gerações da família Almeida Prado, proprietária da fazenda. Algumas receitas aparecem em painéis que reproduzem a caligrafia de Dona Lucy, matriarca da família.
A hospedagem é em regime de pensão completa, com café da manhã, almoço, piquenique, chá da tarde e jantar incluídos no pacote especial para o feriado da Consciência Negra.
Fazenda Capoava
Pacote e programação do feriado — 19 a 22 de novembro, com três diárias
Endereço — Rodovia Dom Gabriel Paulino Bueno Couto, km 89,9, bairro Pedregulho, Itu (SP)
Reservas — (11) 2118-4100 | WhatsApp — (11) 91407-6803 | https://fazendacapoava.com.br/
De bicicleta, a Serra Catarinense revela seus caminhos
Há uma Serra Catarinense que se revela entre uma subida e uma pausa para recuperar o fôlego. Nela, os campos se estendem para além das cercas, as araucárias desenham o horizonte e as estradas rurais aproximam o viajante de fazendas e pequenas comunidades. De bicicleta, esses intervalos ganham espaço na viagem: uma porteira, um casarão antigo ou uma curva deixam de ser apenas paisagem de passagem.
É por esse território que avança o Circuito de Cicloturismo da Serra Catarinense, com aproximadamente 600 quilômetros e nove municípios conectados. O percurso completo tem duração sugerida de 11 dias, mas há duas alternativas mais curtas, de quatro e sete dias. A proposta é reservar tempo para conhecer a região enquanto se pedala, com paradas para comer, dormir e explorar os caminhos.
Lages, Bocaina do Sul, Rio Rufino, Bom Retiro, Urubici, Urupema, Bom Jardim da Serra, São Joaquim e Painel compõem o mapa. São nomes que ajudam a imaginar uma viagem de altitude e que, reunidos em um roteiro, revelam as distâncias e as relações entre cidades muitas vezes visitadas separadamente. O circuito transforma esses deslocamentos em parte central da experiência.
Cerca de 80% do trajeto passa por estradas rurais ou de chão batido, segundo a Prefeitura de Lages. Há trechos dentro do Parque Nacional de São Joaquim e pontos que chegam a aproximadamente 1.700 metros de altitude. O relevo faz parte do convite e também do desafio. É preciso disposição para enfrentar as subidas e tempo para percorrer cada etapa sem transformar o dia em uma corrida.
Ao longo da rota, vinhedos, pomares de maçã e fazendas históricas acrescentam outras possibilidades ao pedal. Uma visita agendada, uma refeição ou uma noite em uma propriedade rural podem orientar a escolha do próximo destino. Para quem planeja a viagem, isso significa combinar a leitura do mapa com as experiências disponíveis e deixar espaço na agenda para prolongar as paradas.
Entre caminhos de tropeiros e campos de altitude
A história também acompanha a bicicleta. Corredores de taipas e casarões seculares registram a presença da cultura tropeira nas propriedades rurais. Essas construções dão outra dimensão à travessia: antes de receber ciclistas, os caminhos já faziam parte da circulação de pessoas, animais e mercadorias pela serra. Hoje, ajudam a reconhecer uma identidade que permanece no território.
Na etapa entre Lages e Bocaina do Sul, o guia oficial descreve a passagem do ambiente urbano para estradas de terra, campos de criação de gado e áreas agrícolas. Depois, o percurso alcança florestas e fazendas ao longo da antiga Estrada dos Tropeiros. É uma mudança gradual de cenário, acompanhada no ritmo das rodas e das pausas escolhidas pelo viajante.
Entre Bocaina do Sul e Rio Rufino, pequenas propriedades aparecem no início do caminho. Mais adiante, o terreno fica íngreme, e o trajeto atravessa florestas antes de acompanhar trechos do rio Canoas e suas matas ciliares. A variedade ajuda a entender por que a distância entre duas cidades, sozinha, diz pouco sobre um dia de cicloturismo: relevo, piso e paradas também determinam a jornada.
Para quem dispõe de uma semana, o Circuito Taipas sai de Lages e passa por Bocaina do Sul, Rio Rufino, Bom Retiro e Urubici. O retorno segue por Barreiro, em Urupema, e por Painel. Já o Altos da Serra propõe quatro dias, conectando Bom Jardim da Serra, São Joaquim e localidades rurais de Urupema e Urubici, antes de voltar ao ponto de partida.
A hospedagem entra nessa escolha como parte do roteiro. Durante uma ação de integração, empreendedores e representantes das instituições envolvidas visitaram estabelecimentos como as pousadas Alma do Campo, Alma da Serra, Passo do Tatu e Vale Mandaçaia, além das fazendas do Barreiro e da Chapada. A rede reúne mais de 40 negócios cadastrados para receber os visitantes, aproximando o pedal dos serviços e da vida cotidiana da região.
Preparar a bicicleta e abrir espaço para as paradas
O circuito é autoguiado, com arquivos de navegação e materiais de orientação disponíveis no site oficial. Isso dá liberdade para organizar a viagem, mas exige estudar cada etapa. O guia ressalta que as estradas escolhidas nem sempre correspondem à ligação mais direta entre as cidades. Por isso, traçar uma rota apenas pelo nome do próximo município pode afastar o ciclista do percurso proposto.
A organização informa que o roteiro não é indicado para iniciantes, em razão do esforço exigido pelas subidas. Encurtar a viagem para quatro dias não elimina essa característica. Antes de escolher o circuito, é importante avaliar o preparo de cada participante diante das distâncias e dos perfis de elevação, além de organizar hospedagem, refeições e eventual apoio para os deslocamentos.
Água, lanche, ferramentas e peças sobressalentes devem acompanhar o ciclista. Agasalho e proteção contra a chuva também entram na bagagem, mesmo no verão. A orientação do guia é distribuir o peso na bicicleta, usando bolsas ou alforjes, e analisar os mapas diariamente. No trecho da BR-282 previsto na primeira etapa, o material pede atenção redobrada por causa do tráfego intenso.
Lançada oficialmente em dezembro de 2025, a rota foi estruturada com a participação de municípios, Amures (Associação dos Municípios da Serra Catarinense), Cisama, Conserra e Sebrae/SC. O projeto busca ampliar a circulação de visitantes e conectar hospedagens, bares, restaurantes e outros pequenos negócios ao longo do caminho.
Para começar o planejamento, o site do circuito reúne o guia e os arquivos GPX, usados na navegação por GPS. O passaporte da viagem pode ser retirado nas entradas oficiais de Lages, Urubici e Bom Jardim da Serra e receber carimbos durante o percurso. Entre uma etapa e outra, ele guarda o registro das paradas que dão forma à travessia.
Informações: www.circuitoserracatarinense.com.br
quarta-feira, 4 de novembro de 2026
Réveillon do PIC com a bela vista para a Lagoa da Pampulha
Com estrutura ampla, confortável e sofisticada, o evento
oferece aos participantes uma vista privilegiada para a Lagoa da Pampulha,
criando um cenário especial para acompanhar a chegada de 2027 e a tradicional
queima de fogos.

O Pampulha Iate Clube (PIC) já está com os ingressos à venda para o Réveillon 2027, que será realizado no dia 31 de dezembro, das 21h às 4h. Tradicional celebração de fim de ano de Belo Horizonte, a festa reúne gastronomia, música e confraternização em um dos cenários mais conhecidos da capital mineira: a região da Lagoa da Pampulha.
Os ingressos podem ser adquiridos pelo site www.ingressospic.com.br.
Com estrutura ampla, confortável e sofisticada, o evento
oferece aos participantes uma vista privilegiada para a Lagoa da Pampulha,
criando um cenário especial para acompanhar a chegada de 2027 e a tradicional
queima de fogos.
A gastronomia será um dos destaques da noite. O Open Food
inclui antepastos, salgados volantes e ceia completa, servidos ao longo do
evento. O público também terá acesso ao Open Bar, com bebidas e drinks durante
a festa.
Para embalar a celebração, a programação musical contará com
shows da Banda Made in 80 e do Bloco Ziriguidum, levando diferentes ritmos para
a pista e mantendo o clima de festa durante a noite.
A proposta do Réveillon do PIC é proporcionar uma
experiência completa para quem deseja celebrar a virada do ano com família e
amigos, reunindo gastronomia, música, conforto e a beleza da Pampulha.

Os ingressos já estão disponíveis. Até 19 de setembro, os
interessados podem aproveitar condições especiais de pagamento, com
possibilidade de parcelamento em até três vezes no débito ou em cota.
Os ingressos podem ser adquiridos pelo site
www.ingressospic.com.br.
Carreta Santa Casa BH realiza mutirão de exames no Barreiro
A Carreta Santa Casa BH realiza, entre os dias 9 e 13 de novembro, um mutirão de exames para a avaliação de alterações que podem estar rel...
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