terça-feira, 31 de março de 2026

Abrasel comemora 40 anos com agenda que conecta cultura, gastronomia e desenvolvimento em Minas Gerais




Na última semana, Minas Gerais foi palco das comemorações dos 40 anos da Abrasel, reunindo representantes dos 26 estados e Distrito Federal. Presente em mais de 1.200 municípios, a Associação Brasileira de Bares e Restaurantes representa o setor de alimentação fora do lar, que está presente em todo o território nacional e ocupa posição central na geração de emprego, renda e empreendedorismo. São 5 milhões de trabalhadores, 2 milhões de empreendedores e um setor que deve alcançar meio trilhão de reais em faturamento neste ano. 




Segundo o presidente da Abrasel no Sul de Minas, SEHAV e ACIV, André Yuki, foi um momento inspirador e cheio de sensações especiais celebrar os 40 anos da Abrasel, uma trajetória construída com trabalho, união e a força transformadora do setor. “Esta celebração, que percorreu Diamantina, Belo Horizonte e Tiradentes, não foi apenas uma viagem por Minas Gerais, mas uma viagem pela história viva da gastronomia, do empreendedorismo e da hospitalidade brasileira”, ressaltou.

Estiveram presentes diversas autoridades, como Bárbara Botega (secretária de Estado de Cultura e Turismo), Guilherme Dalton (secretário municipal de Governo de Belo Horizonte), Nadim Donato (presidente da Fecomécio-MG), Rosane Oliveira (presidente do Conselho de Administração da Abrasel), Paulo Solmucci (presidente Executivo da Abrasel), Thiago Falcão (presidente do Conselho Nacional da Abrasel), Karla Rocha (presidente da Abrasel em Minas Gerais), Erberhard Hans Aichinger (ex-presidente da Abrasel em 1992, Bobby Fong (primeiro presidente do Conselho de Administração da Abrasel), Domingos Sávio (presidente da Frente Parlamentar de Comércio e Serviços), além de vereadores, deputados estaduais e outros representantes do executivo estadual e municipal.



Diamantina - No Patrimônio Mundial pela UNESCO, os presentes puderam conhecer seu conjunto arquitetônico barroco, suas ladeiras, igrejas seculares, cachoeiras, a história dos diamantes, do berço de figuras marcantes como Chica da Silva, Juscelino Kubitschek, Padre Rolim e João Guimarães Rosa, além de visitarem a Fábrica de Tecidos do Biribiri. A presidente da Abrasel no Vale do Jequitinhonha, Chef Lu Fonseca, recebeu todos na Rua da Quitanda, no coração da cidade, com apresentação da famosa Vesperata da Orquestra Sinfônica Jovem de Diamantina, em homenagem à Belchior. 


“Sentimos o peso da tradição e da cultura que moldam a identidade mineira. Em Diamantina, reafirmamos nosso compromisso com os pequenos negócios, com a criatividade e com a resistência que sempre caracterizaram o nosso setor, valorizando o pequeno, o inovador e o genuinamente mineiro”, enfatizou André Yuki.


Belo Horizonte - O grupo visitou estabelecimentos representativos da gastronomia local, como o Restaurante Dona Lucinha, conhecido pela culinária mineira tradicional; o Glouton, que figura entre os restaurantes de destaque na capital; o Bolão Santa Tereza, tradicional casa reconhecida por seus pratos típicos e pela relevância histórica; o Bar da Loira, ponto conhecido da cena boêmia belo-horizontina; e o Tom – Cozinha de Herança, identificado pela proposta contemporânea e pela arquitetura marcante.

O Sesc Palladium foi palco da consagrada peça “Um espírito baixou em mim”, que há 28 anos já ultrapassou 4 milhões de espectadores, consolidando-se como um dos maiores sucessos do teatro brasileiro contemporâneo. 

A cerimônia de abertura do 44º Encontro Nacional da entidade foi realizada no Minascentro, em uma noite marcada por homenagens, celebração e reconhecimento da trajetória construída ao longo de quatro décadas. O evento reuniu uma rica mostra da gastronomia e da cultura mineira, com degustação de diversos produtos do estado, além da apresentação musical do vionilista e cantor Marcus Viana.

André Yuki se reuniu ainda, com Rodrigo Silva Fernandes (presidente da Câmara da Indústria da Comunicação da FIEMG e do Sindijori-MG – Sindicato dos Proprietários de Jornais, Revistas e Veículos de Comunicação Digital de Minas Gerais), na sede da FIEMG, para aprofundar a parceria entre as instituições, além de convidar para o 2º Fórum Regional de Cultura Cafeeira da Microrregião de Varginha, que será realizado no dia 09 de abril.


Foi realizada a primeira reunião do Conselho Nacional da Abrasel em 2026, no Cine Theatro Brasil, discutindo diversos temas relevantes para o setor, incluindo as eleições de 2026, a organização da Semana da Alimentação Fora do Lar (14 a 18 de setembro) e o Congresso Nacional da Abrasel (16 a 18 de junho, em Brasília), além da parceria com a Samsung, implementação da escala 5x2, teto do Simples Nacional, a NR-1, entre outros assuntos estratégicos para o ano.

No Mercado Municipal, a comemoração contou com o maior bolo de jabuticaba do mundo, preparado por mais de 50 pessoas, utilizando 200 quilos de jabuticaba e alcançando uma tonelada de peso total. 

As comemorações na capital mineira foram finalizadas no Automóvel Clube com um jantar de gala, que reuniu lideranças e autoridades de todo o país. O prédio secular recebeu os presentes com personagens históricos, como Elvis Presley, Pelé, Hilda Furacão, Santos Dumont e Juscelino Kubitschek.

De acordo com André Yuki, em Belo Horizonte, a capital dos bares e referência nacional em gastronomia, foi celebrada a inovação, a força da coletividade e a capacidade de transformar desafios em oportunidades. “A cidade nos presenteou com o Bar em Bar, evento da Abrasel que impulsiona o setor e reforça nossa conexão com o público, além de outros momentos que simbolizaram a grandeza e a união da nossa entidade”, afirmou.


Tiradentes - Finalizando as comemorações, em Tiradentes os presentes foram recebidos no Espaço Cultural Aimorés, além de um jantar especial da Fecomércio-MG na Pousada Solar da Serra. O menu foi preparado com excelência pelos alunos do Senac Hotel Escola Grogotó e do Senac Pousada Tiradentes, sob a liderança dos talentosos chefs Ronie Peterson e Mauro de Paula.

Foi realizado um city tour cultural em Congonhas, Bichinho do Mato e São João del Rei para conhecer as igrejas, catedrais, capelas, santuários, artesanatos, vinícolas, teatros, cachoeiras, mirantes, além da viagem de trem e o Marco Zero da Estrada Real. 

As experiências gastronômicas foram no Barouk Chopp Beer Café, um ponto charmoso que combina gastronomia, cervejas especiais e ambiente acolhedor no coração histórico da cidade; o Restaurante Padre Toledo, sob comando da Chef Fernanda Fonseca e presidente da Abrasel no Campo das Vertentes, um dos mais tradicionais da cidade, conhecido por valorizar a culinária mineira em um ambiente histórico e acolhedor, e o Atrás da Matriz, um restaurante charmoso que se destaca pela cozinha criativa e pelo ambiente acolhedor nos arredores da Igreja Matriz.

“Em Tiradentes, cidade que respira história e gastronomia, encerramos esse ciclo com a certeza de que o futuro da Abrasel será ainda mais vibrante. Entre chefs, empreendedores e apaixonados pela boa mesa, reafirmamos que nossa missão vai muito além de representar um setor: nós construímos pontes, fortalecemos comunidades e impulsionamos o desenvolvimento regional”, destacou André Yuki.

Ainda segundo o presidente da Abrasel no Sul de Minas, 40 anos não são apenas um marco, são um convite. “Um convite para continuarmos ousando, inovando e defendendo um Brasil onde empreender seja mais simples, mais justo e mais inspirador. Sinto-me honrado em fazer parte dessa história e ainda mais motivado para escrever, ao lado de todos vocês, os próximos capítulos. Que venham muitos outros anos de conquistas, união e crescimento. Viva a Abrasel, viva Minas Gerais e viva todos aqueles que fazem do nosso setor um orgulho nacional”, concluiu André Yuki.


Fonte: Ana Luísa Alves

Resgate Associação Mineira de Imprensa, por Leo Perez

                                    


No dia 30 de março, foi uma data marcante para a imprensa mineira, com uma demonstração da união e representatividade da imprensa livre mineira.

Em Belo Horizonte, na tradicional Rua da Bahia, foi lançado um manifesto com objetivo de resgatar e redemocratizar a Associação Mineira de Imprensa (AMI) que encontra se abandonada e trancada com cadeados.

O ato foi realizado na sede  da Academia Mineira de Letras reunindo os principais jornalistas mineiros, publicitários, profissionais de comunicação e representantes culturais atuantes com o objetivo de resgatar a mais antiga da classe jornalística do país, fundada em 1921.

No dia 19 de março, uma ação judicial foi protocolada na 1ª Vara Cível de Belo Horizonte, conduzida pelo advogado Dr. José Anchieta da Silva, visando retomar a gestão e a transparência da entidade..

Subir a Rua da Bahia e encontrar a AMI trancada por um grupo de pessoas desconhecidas da imprensa mineira, que fecharam a porta da AMI com cadeado e construíram com tijolos a frente do imóvel com tijolos, um afronto à história da imprensa mineira.



O jornalismo mineiro merece respeito e uma instituição ativa.

Queremos a AMI de porta abertas para que a história volte a circular.







domingo, 29 de março de 2026

Aeroporto Internacional de Belo Horizonte completa 42 anos




                              1984

                               2026


O dia 28 de março é especial para o Aeroporto Internacional de Belo Horizonte, data de sua inauguração em 1984.  Nestes anos o aeroporto foi redesenhando o mapa econômico e social da região do entorno, o BH Airport chega aos 42 anos  celebrando a maturidade operacional como vetor de desenvolvimento do estado e o protagonismo na cena produtiva da cadeia turística mineira, com reflexos na economia, geração de emprego e renda e conectividade. O que mudou do início da década de 80 para meados deste novo milênio? O intervalo entre o primeiro capítulo da histórica evolução do BH Airport e o cenário atual dimensiona essa transformação, e os números acompanham o salto em escala: de acordo com a Anac (Agência Nacional de Aviação Civil), 181,2 milhões de passageiros circularam pelo terminal mineiro entre os anos 2000 e 2025, movimentação que se aproxima dos 213,4 milhões de habitantes do Brasil estimados pelo IBGE no ano passado.

Foi neste ano que o BH Airport alcançou o maior movimento da história, quando 13,3 milhões de passageiros circularam pelo terminal mineiro, volume que representa novo patamar de recorde e um crescimento de 7,8% em relação ao ano anterior, quando 12,3 milhões de pessoas passaram pelo BH Airport, e um avanço de 19,2% na comparação com 2019, último ano antes da pandemia.


Até então, o recorde havia sido registrado em 2015, com 11,1 milhões de passageiros movimentando o BH Airport. Hoje, cerca de 40 mil pessoas circulam diariamente pelo terminal.

 Em 1984, partia do aeroporto recém-inaugurado em Confins o primeiro voo internacional sem escalas, operado pela Varig, com destino a Miami. Neste mês de aniversário, 42 anos depois, o BH Airport celebra com os passageiros seis destinos para o exterior, incluindo o novo voo direto para Montevidéu, no Uruguai.  A rota reforça o papel do terminal como hub de conexões na América do Sul e o compromisso com a expansão da malha aérea internacional, que já contempla voos diretos para Lisboa (Portugal), Orlando (EUA), Cidade do Panamá (Panamá), Santiago (Chile) e Buenos Aires (Argentina). Mais do que ampliar rotas, o movimento reposiciona Minas Gerais no mapa global da aviação e dos negócios.

 


No mercado doméstico, a expansão segue em ritmo consistente. O BH Airport figura como o terceiro aeroporto brasileiro em número de destinos e o segundo em voos nacionais. Com a entrada da rota para Campo Grande, prevista para o próximo 1º de abril, o terminal passa a conectar praticamente todas as capitais do país. Em Minas Gerais, a malha regional avança de forma estruturada, com 13 cidades atendidas, ampliando a integração territorial e fortalecendo o turismo e a economia local.


Engenharia da expansão: investimentos elevam patamar operacional -  A ampliação da conectividade foi acompanhada por um ciclo robusto de investimentos. Ao longo dos 11 anos de concessão, mais de R$ 1,3 bilhão foram destinados à modernização da infraestrutura, elevando o BH Airport a um novo patamar operacional. A construção do Terminal de Passageiros 2 ampliou a capacidade anual de 10 para 32 milhões de pessoas. Já a pista de 3.600 metros, a terceira maior do Brasil, permite operar aeronaves de grande porte e promove a ampliação sustentável da malha internacional, fortalecendo o papel estratégico do terminal mineiro como hub logístico e de passageiros.


A modernização do Desembarque 1, com investimento de aproximadamente R$ 15 milhões e área de 2 mil m², trouxe inovação, comodidade, segurança e agilidade no fluxo de circulação. A nova infraestrutura representa um avanço na experiência do passageiro, que passou a contar com mais cinco esteiras de bagagem, novos conjuntos de banheiros, sistemas avançados de monitoramento e melhorias em climatização, acessibilidade e sinalização.


A transformação também é tecnológica. O BH Airport incorporou soluções como e-gates para controle migratório em segundos, sistemas automatizados de embarque e operações como pushbacks coordenados, que reduzem tempo de taxiamento, aumentam a pontualidade e diminuem emissões.

 Experiência do passageiro é diferencial competitivo - Mais do que ampliar a capacidade e a eficiência operacionais, o BH Airport vem aprimorando a experiência aeroportuária do passageiro, pensando em praticidade e conveniência. O terminal reúne mais de 100 operações comerciais e seis salas VIP, incluindo estruturas reconhecidas internacionalmente. A estratégia de hospitalidade, que vem transformando o aeroporto em destino, avançou no primeiro trimestre deste ano com a inauguração do primeiro hotel indoor no terminal, empreendimento com mais de 40 quartos. Já para estadias curtas em conexões rápidas, no modelo short time, o BH Airport conta com nove dormitórios para descanso de até 12 horas, com funcionamento 24h. Outra opção de hospedagem é o Hotel Linx Confins, instalado no sítio aeroportuário, que alcança uma taxa de ocupação superior a 90% e reforça a demanda por soluções integradas.

“É nesse horizonte que buscamos transformar o tempo de espera em tempo de qualidade, incorporando novos serviços à jornada do passageiro”, ressalta o CEO do BH Airport, Daniel Miranda.


“Os 42 anos do aeroporto traduzem uma evolução consistente, marcada pela ampliação da capacidade, pelo fortalecimento da conectividade e pela incorporação da inovação e da sustentabilidade à operação. Ao longo desse período, o aeroporto se consolidou como um equipamento estratégico, conectando Minas Gerais aos principais fluxos econômicos e logísticos, no Brasil e no exterior, e gerando impacto direto na economia, no turismo e na criação de emprego e renda”, acrescenta. “O que estamos construindo projeta um novo ciclo de desenvolvimento, com geração de valor para a sociedade e para o estado de Minas Gerais”, conclui.

 


Logística integrada e a conexão com fluxos globais - No eixo logístico, o aeroporto consolidou um modelo de hub multimodal com estrutura diferenciada no país. Em 2025, foram movimentadas mais de 12 mil toneladas de cargas, com crescimento de quase 8% em relação ao ano anterior.


O complexo conta com 12 mil m² de área alfandegada, 3.131 m² de câmaras frias com controle de temperatura entre -18°C e +22°C, 300 m² dedicados a cargas perigosas e 11 posições para aeronaves cargueiras. É o único recinto alfandegado de Minas Gerais com operação 24 horas. O Hub Logístico Multimodal do BH Airport conecta o estado a mercados estratégicos, com destaque para Estados Unidos, China e Europa, e atende setores de alto valor agregado. Em 2025, o segmento de Ciências da Vida respondeu por 32% dos processos, consolidando-se como o principal em valor.

Da eficiência operacional à neutralidade de carbono: a transição que redefine o modelo aeroportuário - A agenda ambiental acompanha a evolução do terminal mineiro ao longo das mais de quatro décadas, com indicadores alcançados especialmente após a concessão. O BH Airport é o primeiro aeroporto carbono neutro do Brasil, certificado no nível 3+ do programa Airport Carbon Accreditation. Desde 2017, já foram evitadas cerca de 8,6 mil toneladas de CO₂, com redução de 69% das emissões diretas. Projetos como o sistema 400Hz + PCA eliminaram o uso de geradores a diesel nas pontes de embarque, retirando 16 equipamentos de operação e evitando o consumo anual de aproximadamente 202 mil litros de combustível, o que representa a redução de ao menos 563 toneladas de CO₂ por ano.

A estratégia inclui ainda a eletrificação da frota. Com investimento de R$ 5 milhões, o aeroporto incorporou ônibus elétricos para transporte de passageiros, além de veículos operacionais eletrificados e híbridos.


A meta é alcançar 100% das operações remotas com veículos elétricos até 2030 e neutralidade total até 2044. Na gestão hídrica, os resultados seguem a mesma trajetória de eficiência. Desde 2022, mais de 56,4 milhões de litros de água foram reaproveitados.


Apenas entre 2025 e o início de 2026, foram mais de 20 milhões de litros, volume equivalente a cerca de oito piscinas olímpicas. O crescimento do reúso supera sete vezes no período, impulsionado por sistemas de tratamento que permitem o reaproveitamento de águas pluviais e efluentes.

 Além da pista: impactos sociais remodelam futuro da comunidade  - O impacto do BH Airport se estende para além da infraestrutura aeroportuária. Localizado entre Confins e Lagoa Santa, o terminal mineiro exerce influência direta sobre 14 municípios e atua como vetor de desenvolvimento regional. A operação movimenta cadeias produtivas, gera empregos e impulsiona o turismo. Em 2025, mais de 3,7 mil pessoas foram beneficiadas por iniciativas sociais voltadas à educação, inclusão e empregabilidade. “Para muito além dos números, somos agentes de transformação das comunidades no entorno e contribuímos para a qualificação profissional, a inclusão e a geração de oportunidades, orientados pelos princípios ESG, que integram eficiência operacional, redução de impactos ambientais e desenvolvimento social”, sublinha Daniel Miranda.

 

Com localização estratégica e um dos principais hubs do país, o BH Airport atende cerca de 70 destinos nacionais e internacionais. Desde 2014, o aeroporto é administrado por uma concessão, formada pela Motiva, uma das maiores companhias de concessão de infraestrutura da América Latina, e por Zurich Airport, operador do Aeroporto de Zurich, o principal hub aéreo da Suíça e considerado um dos melhores aeroportos do mundo, além da Infraero, estatal com experiência de mais de 50 anos na gestão de aeroportos no Brasil. 

Semana Santa de Caeté reforça tradição histórica e religiosa




A cidade de Caeté, que fica a 57 km de Belo Horizonte,  realiza a tradicional Semana Santa, como parte integrante do projeto Minas Santa, com uma proposta que une fé, patrimônio e inovação, entre os dias entre os dias 29 de março, Domingo de Ramos e 5 de abril, Domingo de Páscoa, nas atividades promovidas pela Paróquia Nossa Senhora do Bom Sucesso.


A celebração busca valorizar a estética barroca do município e ampliar a experiência dos fiéis e visitantes, contemplando procissões como Domingo de Ramos, Lava-Pés, Paixão de Cristo, Enterro e Ressurreição. 

O objetivo é estruturar e qualificar as celebrações, preservando sua autenticidade histórica e fortalecendo o turismo religioso e a economia criativa local. Ao aliar tradição e inovação, a Semana Santa de Caeté reafirma sua importância como um dos mais relevantes patrimônios culturais e religiosos de Minas Gerais.


O Minas Santa realiza sua quarta edição em 2026, sendo um programa do Governo de Minas Gerais, coordenado pela Secretaria de Estado de Cultura e Turismo (Secult), com o patrocínio da Cemig por meio da Lei Estadual de Incentivo à Cultura de Minas Gerais. A iniciativa, promovida em parceria com o Instituto Estadual do Patrimônio Histórico e Artístico de Minas Gerais (Iepha-MG), Fundação de Arte de Ouro Preto (Faop) e Fundação Clóvis Salgado (FCS), consolida o estado como um dos principais destinos do país durante o período da Semana Santa. O projeto integra fé, tradição, gastronomia, cultura e turismo, promovendo experiências únicas em todas as regiões do território.

“A Semana Santa de Caeté nos lembra que é na fé invisível, mas profundamente sentida, que nasce a memória que atravessa gerações. Nos cantos, nas procissões e nos gestos de devoção, a cidade se reconecta com a sua própria história. E é no encontro com o patrimônio material, suas igrejas, suas ruas e seu conjunto histórico, que essa fé encontra abrigo, eco e permanência. Ali, o tempo não se rompe, ele se renova, e a tradição não apenas se preserva, ela é vivida, sentida e compartilhada. Caeté nos mostra que o verdadeiro patrimônio não está só nas formas que vemos, mas naquilo que pulsa dentro delas: a memória, o pertencimento e a fé que continuam a dar vida ao passado no presente”, explica Itallo Gabriel, diretor de Conservação e Restauração do Instituto Estadual do Patrimônio Histórico e Artístico de Minas Gerais (Iepha-MG). 



Semana Santa de São João del-Rei mantém tradição tricentenária



                                      


São João del-Rei a 190 Km da capital mineira, realiza mais uma edição de sua tradicional Semana Santa, reconhecida como uma das mais emblemáticas do Brasil, com uma programação que se estende do Domingo de Ramos ao Domingo de Páscoa.


O projeto, que integra o Minas Santa, estrutura e valoriza celebrações que atravessam mais de três séculos, reunindo ritos como procissões, Ofício de Trevas, encenação da Paixão de Cristo, Encomendação das Almas e o tradicional Combate dos Sinos, além de apresentações musicais. Gratuita e aberta ao público, a Semana Santa de São João del-Rei reafirma seu papel como um dos maiores símbolos da cultura e da religiosidade de Minas Gerais.


 


O Minas Santa realiza sua quarta edição em 2026, sendo um programa do Governo de Minas Gerais, coordenado pela Secretaria de Estado de Cultura e Turismo (Secult), com o patrocínio da Cemig por meio da Lei Estadual de Incentivo à Cultura de Minas Gerais. A iniciativa, promovida em parceria com o Instituto Estadual do Patrimônio Histórico e Artístico de Minas Gerais (Iepha-MG), Fundação de Arte de Ouro Preto (Faop) e Fundação Clóvis Salgado (FCS), consolida o estado como um dos principais destinos do país durante o período da Semana Santa. O projeto integra fé, tradição, gastronomia, cultura e turismo, promovendo experiências únicas em todas as regiões do território.



Mais do que um evento religioso, a Semana Santa de São João del-Rei é uma manifestação viva do patrimônio imaterial mineiro. A proposta é garantir não apenas a continuidade dos rituais históricos, mas também ampliar sua compreensão e vivência por diferentes públicos, promovendo uma experiência imersiva que une fé, estética barroca e participação comunitária.


programação: https://diocesedesaojoaodelrei.com.br/fe-e-tradicao-marcam-programacao-da-semana-santa-em-sao-joao-del-rei/

A programação contempla procissões, missas solenes, vigílias e encenações sacras. O público poderá acompanhar performances artísticas ligadas à música sacra e a encenação da Paixão de Cristo, um dos momentos mais aguardados. O icônico Combate dos Sinos, símbolo da cidade, também integra a programação, reforçando a singularidade da celebração.

A atividades previstas percorrem toda a Semana Santa, iniciando no Domingo de Ramos com procissão, bênção dos ramos, missa solene e apresentações musicais. Entre a Segunda e a Quarta-feira Santa, acontecem celebrações litúrgicas, o tradicional Ofício de Trevas e concertos sacros em igrejas históricas. Na Quinta-feira Santa, a Missa do Lava-Pés, seguida do translado do Santíssimo e vigília, marca um dos momentos centrais da liturgia. Já na Sexta-feira Santa, o público e fiéis acompanham a encenação da Paixão de Cristo, a Procissão do Enterro e a Encomendação das Almas. No Sábado de Aleluia, a Vigília Pascal e o emblemático Combate dos Sinos reforçam a tradição local, encerrando no Domingo de Páscoa com missa festiva e a Procissão do Ressuscitado.


“A Semana Santa de São João del-Rei demonstra que o patrimônio se mantém vivo quando é continuamente experienciado, e a fé não apenas atravessa o tempo, ela se estrutura nos sinos, nos ritos e nas procissões. A cidade se reorganiza em torno de uma tradição que transforma o espaço em significado. E o patrimônio material deixa de ser apenas um suporte e passa a atuar como agente dessa memória, abrigando e potencializando aquilo que é essencialmente imaterial: a devoção, os gestos e os sentidos compartilhados. É assim que São João del-Rei não apenas preserva sua história, ela a atualiza, afirmando-se a cada celebração e dando continuidade à sua identidade cultural”, destaca Itallo Gabriel, diretor de Conservação e Restauração do Instituto Estadual do Patrimônio Histórico e Artístico de Minas Gerais (Iepha-MG).


“Luzes no Patrimônio” ilumina 12 igrejas de cidades históricas de Minas no Caminho Religioso da Estrada Real






O projeto Luzes no Patrimônio – Caminho Religioso da Estrada Real leva iluminação cênica e cenografia a 12 igrejas tombadas em cidades históricas de Minas Gerais — Ouro Preto, Tiradentes, São João del-Rei, Congonhas, Catas Altas, Santa Bárbara, Caeté, Mariana, Barbacena, Sabará, Diamantina e Itabirito — além do Santuário de Nossa Senhora da Piedade, em Caeté, ponto final da iniciativa. Integrando o Minas Santa, o projeto propõe uma nova forma de vivenciar o patrimônio religioso, unindo tecnologia, arte e espiritualidade.

O Minas Santa realiza sua quarta edição em 2026, sendo um programa do Governo de Minas Gerais, coordenado pela Secretaria de Estado de Cultura e Turismo (Secult), com o patrocínio da Cemig por meio da Lei Estadual de Incentivo à Cultura de Minas Gerais. A iniciativa, promovida em parceria com o Instituto Estadual do Patrimônio Histórico e Artístico de Minas Gerais (Iepha-MG), Fundação de Arte de Ouro Preto (Faop) e Fundação Clóvis Salgado (FCS), consolida o estado como um dos principais destinos do país durante o período da Semana Santa. O projeto integra fé, tradição, gastronomia, cultura e turismo, promovendo experiências únicas em todas as regiões do território.

Ao longo do Caminho Religioso da Estrada Real, um dos principais roteiros de peregrinação do país, a iniciativa busca ressignificar a experiência de fiéis, turistas e comunidades locais, especialmente no período noturno, quando a visibilidade desses espaços históricos é reduzida. A iluminação cênica valoriza a arquitetura e amplia a dimensão simbólica das igrejas, criando uma ambiência que potencializa a conexão entre fé, memória e paisagem.

O projeto também incorpora intervenções artísticas que dialogam com a tradição cristã mineira, com a criação de obras visuais inspiradas nos 12 apóstolos, estabelecendo uma conexão simbólica entre os templos e a religiosidade do estado. Além disso, performances cênicas integradas aos espaços iluminados reforçam o caráter imersivo da proposta, proporcionando ao público uma experiência sensorial e contemplativa.

O projeto Luzes no Patrimônio revela que a valorização do patrimônio também passa pela forma como percebemos e experienciamos. Ao iluminar igrejas e paisagens históricas, o projeto não apenas destaca a materialidade desses bens, mas também potencializa aquilo que é invisível: a fé, a memória e os significados que habitam nesse espaço. A luz, nesse contexto, atua como mediadora, revelando camadas simbólicas e ampliando a conexão entre as pessoas e o patrimônio. Assim, mais do que iluminar estruturas, a iniciativa ilumina sentidos, permitindo que o patrimônio seja redescoberto, vivido e reconhecido em sua dimensão mais profunda”, afirma Itallo Gabriel, diretor de Conservação e Restauração do Instituto Estadual do Patrimônio Histórico e Artístico de Minas Gerais (Iepha-MG).

As 12 igrejas do projeto Luzes no Patrimônio – Caminho Religioso da Estrada Real são:


Ouro Preto - Igreja de São Francisco de Assis, Tiradentes -

Igreja Matriz de Santo Antônio, São João del-Rei


Igreja Nossa Senhora do Carmo, Congonhas -

Igreja Nossa Senhora da Conceição, Catas Altas -

Igreja Matriz de Nossa Senhora da Conceição, Santa Bárbara -


Igreja Matriz de Santo Antônio, Caeté



- Igreja Nossa Senhora do Bom Sucesso, Mariana - Igreja São Francisco de Assis e

Igreja Nossa Senhora do Carmo, Barbacena - Igreja Matriz de Nossa Senhora da Piedade, Sabará - Igreja Matriz de Nossa Senhora da Conceição, Diamantina  - Igreja de São Francisco de Assis-, 

Itabirito - Igreja Nossa Senhora da Boa Viagem 

Santuário de Nossa Senhora da Piedade, em Caeté.

O apoio da iluminação é da Cemig que segue investindo e apoiando as diferentes produções artísticas existentes nas várias regiões do estado. Afinal, fortalecer e impulsionar o setor cultural mineiro é um compromisso da Companhia, refletindo seu propósito de transformar vidas com energia. Ao abraçar a cultura em toda a sua diversidade, a Cemig potencializa, ao mesmo tempo que preserva, a memória e a identidade do povo mineiro. Assim, os projetos incentivados pela empresa trazem na essência a importância da tradição e do resgate da história, sem, contudo, deixar de lado a presença da inovação. Apoiar iniciativas como essa reforça a atuação da Cemig em ampliar, no estado, o acesso às práticas culturais e em buscar uma maior democratização dos seus incentivos.


Abrasel comemora 40 anos com agenda que conecta cultura, gastronomia e desenvolvimento em Minas Gerais

Na última semana, Minas Gerais foi palco das comemorações dos 40 anos da Abrasel, reunindo representantes dos 26 estados e Distrito Federal....