Companhia Movidos Dança (RN) abre o Acessa BH 2026 com SER(tão) e no dia
seguinte apresenta Nuvem de Pássaros
Maior evento dedicado à cultura DEF no Brasil, o Festival
Acessa BH realiza sua sexta edição entre os dias 4 e 27 de setembro, reunindo artistas de seis estados brasileiros e uma atração internacional do
Reino Unido em cerca de 30 atividades entre espetáculos,
performances, sessões de cinema comentadas, oficinas, rodas de conversa e
lançamentos de livros.
Nesta edição, a curadoria do Festival feita por Daniel
Vitral e Lais Vitral, propõe um recorte da produção contemporânea da
cultura DEF no Brasil e no exterior, reunindo artistas, companhias e obras que
investigam a deficiência como experiência estética, política e artística por
meio da dança, do teatro, da performance, do cinema e da literatura.
Entre os destaques estão os dois espetáculos do grupo
Movidos Dança com SER(tão) e Nuvem de Pássaros, o espetáculo Baixa
Sociedade, dirigido por Pedro Neschling e protagonizado por Luiz Fernando
Guimarães; a montagem SURDA, estrelada por Benedita Casé Zerbini a
partir de texto autobiográfico de Julia Spadaccini; a participação inédita da
companhia britânica ZU-UK, com a performance Encontro Romântico Binaural;
a pré-estreia nacional do documentário Uma em Mil, comentada pelos
diretores; e uma programação voltada às infâncias que reúne teatro,
experiências sensoriais, literatura e atividades em Libras.
A abertura do Acessa BH de 2026 acontece dia 4 de
setembro, na Funarte MG, com SER(tão), da companhia potiguar Movidos
Dança, dirigido pelo coreógrafo Mário Nascimento, um dos principais nomes
da dança contemporânea brasileira. O grupo permanece no Festival apresentando
também Nuvem de Pássaros, fazendo do Acessa BH uma das poucas
oportunidades de acompanhar, na mesma edição, dois trabalhos da companhia.
Idealizada em 2018 pelo coreógrafo e diretor artístico Anderson Leão e pelo
bailarino Daniel Silva, a Movidos Dança investiga a identidade de corpos
diversos, propondo uma nova perspectiva para a dança ao romper com padrões
estéticos tradicionais na construção da cena artística.
Realizada em seis espaços culturais da capital
mineira — Funarte MG, Centro Cultural Unimed-BH Minas, Cine Theatro Brasil,
Praça da Liberdade, Teatro Raul Belém Machado e Palácio das Artes —, a
programação reúne 18 apresentações, duas sessões de cinema comentadas,
três oficinas/vivências, duas rodas de conversa, três
bate-papos após espetáculos, dois lançamentos de livros e um dia especial
de atividades em parceria com o Memorial Minas Gerais Vale, ampliando o diálogo
entre criação artística, formação e acessibilidade.
Mais do que oferecer recursos de acessibilidade ao público,
o Festival Acessa BH estrutura sua programação a partir da cultura DEF,
envolvendo artistas, consultores e profissionais com deficiência em todas as
etapas do projeto — da curadoria ao planejamento, da comunicação à realização
das atividades. Todos os espetáculos contam com interpretação em Libras e
audiodescrição; as sessões de cinema terão também legendas descritivas; e
oficinas e rodas de conversa receberão os recursos necessários conforme o
perfil dos participantes.
Um recorte da produção artística da cultura DEF em 2026
A sexta edição do Festival Acessa BH reúne artistas,
companhias e obras que sintetizam algumas das pesquisas desenvolvidas hoje pela
cultura DEF no Brasil e no exterior. Ao longo de quatro semanas, a programação
aproxima dança, teatro, performance, cinema e ações formativas, evidenciando
diferentes maneiras de pensar deficiência, comunicação, identidade, território,
memória e pertencimento por meio da criação artística.
“Um dos destaques desta edição é a presença de artistas
surdos e artistas com deficiência auditiva, que atuam em diferentes áreas, como
interpretação, direção, dramaturgia e literatura. Entre eles, estão atrizes
surdas que utilizam línguas de sinais, como Lyvia Cruz, em ‘A Cangaceira Surda
Mara’, que se comunica em Língua Brasileira de Sinais (Libras), e Miriam Garlo,
protagonista do longa-metragem espanhol ‘Surda’, que utiliza a Língua de Sinais
Espanhola (LSE)”, conta Lais Vitral. “O Festival também apresenta trabalhos de
artistas que se identificam como "surdos que ouvem", como Benedita
Casé Zerbini, atriz do espetáculo ‘SURDA’, com dramaturgia de Julia Spadaccini,
e Pedro Neschling, diretor de ‘Baixa Sociedade’. A programação inclui ainda montagens
bilíngues, apresentadas em português e Libras, como ‘Da Janela’ ”, diz. “E no
contexto da literatura surda, o Festival receberá o lançamento do livro ‘O Boi
que Aprendeu Libras’, de Ademar Alves Jr.”
Primeira semana | Dança e performance - SER(tão),
da Movidos Dança, abre esta edição do Festival, no dia 4 de setembro,
propondo uma releitura contemporânea do sertão nordestino ao reunir dança,
música e elementos da cultura popular em uma criação que aproxima tradição e
futuro. Com trilha que transita entre ritmos como forró, xote e baião e
sonoridades eletrônicas, o espetáculo celebra a pluralidade de corpos e
identidades para construir uma visão do Nordeste distante dos
estereótipos.
No dia seguinte, 5, a Movidos apresenta Nuvem de
Pássaros, uma obra inspirada no movimento da migração dos pássaros e
baseada na trajetória de espécies que compartilham rotas de voo para o
enfrentamento de climas adversos e ameaça de predadores. A relação das revoadas
e a convivência de diferentes espécies é uma reflexão sobre a sociedade e seus
diversos conflitos como forma de compreender a coletividade humana.
Encontro Romântico Binaural, da ZU-UK © Renato Mangolin
A primeira semana recebe ainda a companhia britânica ZU-UK,
que apresenta Encontro Romântico Binaural, uma criação imersiva
roteirizada e dirigida por Persis Jadé Maravala e Jorge Lopes Ramos que estreou
em Londres no ano de 2017 e se apresenta em BH depois de percorrer várias
cidades do Reino Unido como Liverpool, Manchester, York e passar também por Macau,
na China, e pelas colombianas Manizales e Bogotá. A proposta é uma experiência
social instigante sobre relacionamento, afeto e autoconhecimento.
Encontro Romântico Binaural transforma um espaço
cultural em um restaurante onde duplas — formadas por pessoas que nunca se
viram ou que já se conhecem — participam de uma experiência imersiva de 75
minutos. Guiados por uma narração em áudio binaural nos fones de ouvido e pela
interação com um garçom, os participantes são conduzidos por jogos, conversas e
situações que exploram as relações humanas, a intimidade e as diferentes formas
de conexão. O público pode se inscrever para participar, através do site do
Festival. Após a performance, Jorge Lopes Ramos e Persis Jade batem um papo com
os participantes e os espectadores, compartilhando as experiências da ZU-UK nas
intersecções entre arte, deficiência, tecnologias interativas e teatro
imersivo.
“Essa performance perpetua e fortalece a parceria entre o
Acessa BH, o DaDaFest e a ZU-UK, iniciada em 2025. A DaDa é uma organização
britânica de artes para pessoas com deficiência com mais de 40 anos de atuação,
e tem uma longa história de trabalho internacional para aprender e compartilhar
ideias e práticas com artistas com deficiência e organizações de artes da
deficiência ao redor do mundo”, explica Daniel Vitral. “A ZU-UK é uma companhia
multipremiada e pioneira em performance imersiva e teatro participativo, que
trabalha em parceria com a Universidade de Greenwich em projetos que visam
inovação a partir da criação de artistas com deficiência e neurodivergentes.”
Segunda semana | Teatro e cinema - A segunda
semana concentra parte dos principais encontros entre artistas da cena
brasileira. Entre eles está Baixa Sociedade, texto de Juca de
Oliveira dirigido por Pedro Neschling e protagonizado por Luiz
Fernando Guimarães, Debora Osório, Paulo Mathias Jr. e Bruna
Alves. A montagem integra as comemorações dos 50 anos de carreira de Luiz
Fernando Guimarães e utiliza a comédia para discutir mobilidade social, ambição
e relações de poder. Pedro Neschling, que convive com deficiência auditiva
desde a juventude, participa do Festival trazendo também sua experiência em
ações de conscientização sobre a surdez.

Também compõe a programação SURDA, dramaturgia
autobiográfica de Julia Spadaccini, dirigida por Debora Lamm e
protagonizada por Benedita Casé Zerbini. O espetáculo acompanha as
transformações vividas por uma mulher durante o processo de perda auditiva e
investiga seus impactos na vida afetiva, familiar e profissional. Estreada no
Rio de Janeiro em maio, a montagem chega a Belo Horizonte em sua segunda cidade
de circulação, e o Festival articula um encontro entre os artistas para
discutir os processos de criação da obra. Além da presença da intérprete de
Libras Diana Dantas em cena, o espetáculo também conta com legendas em tempo
real.
A obra aproxima criação e experiência pessoal: Julia
Spadaccini, Benedita Casé e Pedro Neschling “são surdos que ouvem”,
compartilhando vivências relacionadas à deficiência auditiva. Haverá bate-papo
com o público após a apresentação de “Surda”.
O cinema ocupa lugar de destaque na programação com duas
sessões comentadas. A primeira reúne o curta A Diferença entre mongóis e
mongoloides e a pré-estreia nacional do documentário Uma em Mil,
dirigido pelos irmãos Jonatas e Tiago Rubert. Partindo da relação entre
os próprios realizadores — Tiago tem síndrome de Down —, o longa investiga
autonomia, convivência e afeto sem recorrer a narrativas estereotipadas.
Premiado no Festival do Rio, o filme será exibido em Belo Horizonte poucos dias
antes de sua estreia nacional, seguida de conversa com os diretores.
A programação cinematográfica inclui ainda o longa espanhol Surda,
vencedor de três prêmios Goya, entre eles o de atriz revelação para Miriam
Garlo, atriz surda que protagoniza o filme. A obra acompanha a experiência
de uma mulher durante a gravidez e a maternidade, propondo uma reflexão sobre
identidade, pertencimento e comunicação. O filme será exibido dublado em
português e com acessibilidade completa - Libras, legendas e audiodescrição. A
sessão será seguida por debate com convidadas.
Terceira e quarta semanas - Formação, infâncias e
experiências compartilhadas - Além da programação de espetáculos, a
terceira e a quarta semanas ampliam o Festival para outros espaços de encontro
entre artistas, pesquisadores, educadores e público. Oficinas, rodas de
conversa, vivências e atividades para crianças reforçam uma das características
do Acessa BH: aproximar criação artística, formação e acessibilidade em
diferentes linguagens.
Um dos momentos centrais desta edição acontece em 20 de
setembro, quando o Festival realiza, em parceria com o Memorial Minas
Gerais Vale, uma jornada de atividades em frente ao museu, na Praça da
Liberdade, o Quintal do Memorial - Edição Acessa BH. Ao longo do dia,
espetáculos, vivências e encontros transformam o espaço em um ponto de troca
entre artistas, público e profissionais da cultura.
Entre os destaques estão dois espetáculos inéditos em BH, A
Cangaceira Surda Mara, da artista cearense Lyvia Cruz, espetáculo em Libras
que combina humor, cultura nordestina e protagonismo surdo para abordar, de
forma lúdica, a acessibilidade e a valorização da Língua Brasileira de Sinais.
A programação inclui ainda O Número Sanfônico, da La Luna Cia. de Teatro
(SC), montagem que reúne palhaçaria, música e acessibilidade estética em uma
experiência voltada a públicos de todas as idades. A companhia desenvolve uma
pesquisa continuada sobre acessibilidade nas artes da cena e tem entre seus
integrantes a atriz Emeli Barossi, artista com deficiência física.
Ainda no dia 20, o público é convidado para os lançamentos
dos livros O Boi que Aprendeu Libras, de Ademar Alves Jr, seu
primeiro livro infantil, inspirado em sua infância, em sua relação com a Libras
e em suas origens no Vale do Jequitinhonha e DoroTEA – Uma Autista na Escola,
de Bruno Gomes e Dani Muffato. A obra acompanha a chegada de uma
criança autista ao ambiente escolar e propõe uma reflexão sobre convivência,
inclusão e diversidade a partir do universo infantil.
Formação - A programação formativa reúne oficinas e
rodas de conversa que aprofundam temas presentes nos espetáculos e no cinema,
aproximando o público dos processos de criação desenvolvidos pelos artistas
convidados. Os encontros abordam experiências ligadas à cultura surda,
acessibilidade, criação em dança e teatro e diferentes perspectivas sobre
deficiência nas artes contemporâneas.
Entre os destaques está a oficina Audiodescrição,
movimento e expressão – explorando possibilidades, que investiga as
relações entre audiodescrição e os movimentos do corpo nas artes performáticas,
como dança, teatro e performance. A atividade será conduzida por Anita Rezende,
coordenadora de acessibilidade do Acessa BH, roteirista e locutora de audiodescrição;
Elizabet Sá, psicóloga e consultora em audiodescrição e acessibilidade; e
Renata Mara, artista da dança, docente e pesquisadora praticamente cega, cuja
produção é referência nos diálogos entre arte, inclusão e acessibilidade.
Voltada a estudantes e profissionais da audiodescrição, artistas do movimento e
pessoas interessadas no tema, especialmente pessoas com deficiência visual, a
oficina acontece nos dias 16 e 17 de setembro, na Funarte MG.
A programação do dia 22 de setembro é marcada pelo início da
parceria entre o Festival Acessa BH e o Hub Cultural Porto Dragão,
referência nacional em formação e desenvolvimento de projetos artísticos, que
integra a Rede Pública de Equipamentos Culturais da Secretaria da Cultura do
Ceará e é gerido em parceria com o Instituto Dragão do Mar (IDM).
A presença dos representantes da instituição - Leo Porto,
gestor executivo, e Thiago Braga, assessor de gestão - em Belo Horizonte
inaugura um diálogo voltado ao intercâmbio de artistas, metodologias e ações
ligadas à cultura DEF, ampliando a circulação de experiências entre diferentes
regiões do país. Também estará presente Thamyle Vieira, consultora em
acessibilidade cultural e ativista pelos direitos das pessoas com deficiência,
coordenadora da Célula de Acessibilidade da Secretaria da Cultura do Ceará e da
implantação da Política de Acessibilidade na Rede de Equipamentos da SECULT-CE.
Todos participam de uma roda de conversa no MM Gerdau.
Quarta semana | Infâncias - A programação voltada às
infâncias reúne diferentes linguagens e propõe experiências compartilhadas
entre crianças com e sem deficiência, aproximando teatro, circo, literatura,
Libras e propostas sensoriais.
Entre os destaques estão Circo de Los Pies e O Número Sanfônico, da catarinense La Luna Cia. de Teatro. No primeiro, uma palhaça transforma os próprios pés em personagens para criar pequenas histórias marcadas pelo humor e pela imaginação. No segundo, por meio da música e da palhaçaria, Asmeline e Paçoca conduzem o público por um universo em que o amor e a cumplicidade são capazes de superar os desafios do caminho. A companhia tem como uma de suas integrantes a atriz Emeli Barossi, artista com deficiência física, cuja trajetória também atravessa a pesquisa do grupo sobre acessibilidade estética e diferentes formas de presença em cena.
Também integra a programação A Cangaceira Surda Mara, criação da artista cearense surda Lyvia Cruz, que aproxima cultura popular nordestina, Libras e brincadeiras tradicionais ao acompanhar as aventuras de uma heroína surda pelo sertão. Professora, tradutora, pesquisadora e contadora de histórias em Libras, Lyvia desenvolve um trabalho dedicado à valorização da cultura surda e da literatura em língua de sinais, reunindo públicos surdos e ouvintes em uma experiência acessível.
Voltado especialmente a crianças com Transtorno do Espectro Autista, Puft e as Almofadas Coloridas, da Cia. Ananda e Rosa Primo, artista da dança, pessoa autista e mãe atípica, propõe uma experiência sensorial em que palco e plateia compartilham o espaço da criação. Com consultoria de acessibilidade do ator e bailarino cego Oscar Capucho, o espetáculo convida o público a participar da cena, transformando o brincar em elemento central da dramaturgia. Após a apresentação, haverá um bate-papo entre os artistas e o público, pensando nesse espaço de compartilhamento e acolhimento das mães atípicas.
Encerrando o Festival, Da Janela, idealizado e dirigido por Marco dos Anjos, transforma Libras, narração poética e recursos visuais e sonoros em elementos da dramaturgia para contar a amizade entre duas crianças que descobrem novas formas de comunicação. A montagem sintetiza uma das ideias que atravessam toda a programação do Acessa BH: compreender a acessibilidade não como adaptação, mas como linguagem de criação artística.
O Festival Acessa BH conta com a apresentação da Cemig por
meio da Lei Estadual de Incentivo à Cultura de Minas Gerais (CA
2024.3809.0356), patrocínio master do Instituto Cultural Vale e patrocínio do
Instituto Unimed-BH, por meio da Lei Federal de Incentivo e da MGS por meio da
Lei Municipal de Incentivo à Cultura de Belo Horizonte. Conta, ainda, com a
parceria Do British Council, Immersive Arts, Unlimited, Dada, ZU-UK, Instituto
Dragão do Mar, Hub Cultural Porto Dragão, Secretaria de Cultura do Estado do Ceará
e apoio da Funarte MG, Centro Cultural Unimed-BH Minas, Cine Theatro Brasil,
Memorial Minas Gerais Vale, Instituto Cultural Vale, MM Gerdau - Museu das
Minas e do Metal e Mercure Hotels. Uma realização da Vitral Bureau Cultural,
Lais Vitral e Ministério da Cultura - Governo Federal.
A Cemig segue ampliando o incentivo ao setor cultural de
Minas Gerais, patrocinando diferentes expressões artísticas em todas as regiões
do estado. Democratizar, descentralizar e ampliar o acesso às práticas
culturais é um compromisso da companhia com a arte mineira. Ao incentivar a
cultura, a Cemig fortalece a tradição, a memória e as raízes, sem deixar de ter
a inovação e a tecnologia como aliadas. Estar ao lado da cultura de Minas
Gerais é contribuir para a valorização da identidade, para o desenvolvimento do
estado, para a movimentação da economia criativa e para a geração de emprego e
renda.
O Instituto Unimed-BH completou 23 anos em 2026 e conta com
o apoio de mais de 5,9 mil médicos cooperados e colaboradores da Unimed-BH. A
associação sem fins lucrativos foi criada em 2003 e, desde então, desenvolve
projetos socioculturais e socioambientais visando à formação da cidadania,
estimulando o bem-estar e a qualidade de vida das pessoas, fomentando a
economia criativa, gerando trabalho e renda para diversas famílias, valorizando
espaços públicos e o meio ambiente, através de projetos patrocinados, apoiados
e realizados em cinco linhas de atuação: Comunidade, Voluntariado, Meio
Ambiente, Adoção de Espaços Públicos e Cultura, que estão alinhados aos
Objetivos de Desenvolvimento Sustentável da Agenda 2030.
A Vale acredita que a cultura transforma vidas. Pelo quinto
ano consecutivo é a maior apoiadora privada da Cultura no Brasil, patrocinando
e fomentando projetos em parcerias que promovem conexões entre pessoas,
iniciativas e territórios. Seu compromisso é contribuir com uma cultura cada
vez mais acessível e plural, ao mesmo tempo em que atua para o fortalecimento
da economia criativa.
Entrada majoritariamente gratuita - Programação completa
disponível em www.acessabh.com.br
PROGRAMAÇÃO COMPLETA
Funarte MG
04/09 | 20h | SER(Tão) - Movidos Dança (RN)
05/09 | 20h | Nuvem de Pássaros - Movidos Dança (RN)
16 e 17/09 | 10h às 13h |- Oficina Audiodescrição, movimento
e expressão - explorando possibilidades - Anita Rezende, Elizabet Dias de Sá e
Renata Mara (MG)
18/09 | 20h30 | Tarô Aleijo - Cláudio Rubino (SP)
19/09 | 16h | - Circo de Los Pies - La Luna Cia. de Teatro
(SC)
Palácio das Artes
06/09 | 16h | Encontro Romântico Binaural - ZU-UK (Reino
Unido). Performance seguida de bate-papo.
Cine Theatro Brasil - Teatro de Câmara
07/09 | 19h30 | Curta A Diferença entre mongóis e
mongoloides + Pré-estreia do filme Uma em Mil - Direção Jonatas Rubert e Tiago
Rubert (Brasil). Sessão comentada.
08/09 | 19h30 | Filme Surda - Direção Eva Libertad
(Espanha). Sessão comentada.
17/09 | 20h | Taquesutaque - Yasmin Gomes. Direção: Jéssica
Teixeira (CE/SP)
Centro Cultural Unimed-BH Minas
10 e 11/09 | 20h | Baixa Sociedade - Luiz Fernando
Guimarães, Debora Ozório, Paulo Mathias Jr. e Bruna Trindade. Direção: Pedro
Neschling (RJ)
12/09 | 20h| Surda - Benedita Casé Zerbini. Direção: Debora
Lamm (RJ). Apresentação seguida de bate-papo.
Escola Estadual Francisco Sales
21/09 | 14h | A Cangaceira Surda Mara - Lyvia Cruz (CE) -
apresentação fechada para alunos da Escola
Memorial Minas Gerais Vale
20/09 - Quintal do Memorial - Edição Acessa BH
10h - A Cangaceira Surda Mara - Lyvia Cruz (CE)
11h - Lançamento dos livros O Boi que Aprendeu Libras, de
Ademar Alves Jr (MG) e DoroTEA, uma
Autista na Escola, de Bruno Grossi e Daniele Muffato (MG)
12h - Vivência Arte Sensorial com Educativo Memorial Minas
Gerais Vale (MG)
14h - Vivência Librário - ouvir com os olhos e falar com as
mãos com Flávia Neves (MG)
15h - O Número Sanfônico - La Luna Cia. de Teatro (SC)
16h - Vivência Arte
Sensorial com Educativo Memorial Minas Gerais Vale (MG)
17h - Cortejo de Carnaval - Bloco Todo Mundo Cabe no Mundo
(MG)
MM Gerdau - Museu das
Minas e do Metal
22/09 | 14h | Roda de conversa Construindo um Festival
Acessível: Desafios e Práticas - equipe e consultores do Festival Acessa BH
(MG)
22/09 | 15h30 |Roda de conversa Acessibilidade Cultural no
Ceará: caminhos, práticas e inovação - Thamyle Vieira, Leo Porto e Thiago Braga
(CE)
Palácio da Liberdade
22/09 | 17h | O Maior Verbete de Todos - Renata Mara (MG)
Teatro Raul Belém Machado
25/09 | 16h | Puft e as Almofadas Coloridas - Cia Ananda (MG) e Rosa Primo (CE).
Apresentação seguida de bate-papo.
26/09 | 20h | ENTRE ELLAS - Kinesis Cia. de Dança (MG)
27/09 | 16h |Da Janela - Direção Marco dos Anjos (RJ)
Festival Acessa BH 2026
Quando: 4 a 27 de setembro de 2026
Onde: Funarte MG, Centro Cultural Unimed-BH Minas, Cine
Theatro Brasil, Praça da Liberdade, Palácio das Artes e Teatro Raul Belém
Machado
As Informações completas da programação estarão disponíveis
no site www.acessabh.com.br a partir do dia 12 de agosto de 2026.
Ingressos: https://acessabh.com.br/ingressos/
Ingressos conforme regra de cada espaço
Centro Cultural Unimed-BH Minas: Ingressos à venda na Sympla
e na bilheteria do teatro, a partir de R$ 25,00.
Cine Theatro Brasil:
Entrada gratuita, sujeita à lotação do espaço. Não é necessária retirada de
ingressos. O teatro abre 1 hora antes de cada programação.
Espaço Cênico Yoshifumi Yagi - Teatro Raúl Belém
Machado: Entrada gratuita, sujeita à
lotação do espaço. Metade dos ingressos serão disponibilizados antecipadamente
pela Sympla e metade dos ingressos serão disponibilizados na bilheteria do
teatro, duas horas antes de cada apresentação.
Funarte MG: Entrada gratuita, sujeita à lotação dos espaços.
Metade dos ingressos serão disponibilizados antecipadamente pela Sympla e
metade dos ingressos serão disponibilizados na bilheteria do teatro, uma hora
antes de cada apresentação.
Praça da Liberdade
(Memorial Minas Gerais Vale, MM Gerdau e Palácio da Liberdade): Entrada
gratuita, sujeita à lotação dos espaços. Não é necessária retirada de
ingressos.
LOCAIS-
Centro Cultural Unimed-BH Minas
Rua da Bahia, 2244 – Funcionários
31 3516-1360
Cine Theatro Brasil
Avenida Amazonas, 315 ou Rua Carijós, 258 - Centro
31 3201-5211
Espaço Cênico
Yoshifumi Yagi - Teatro Raul Belém Machado
Rua Leonil Prata, s/n - Alípio de Melo
31 3277-6437
Funarte MG
Rua Januária, 68 - Centro
31 99625-3293
Memorial Minas Gerais Vale
Praça da Liberdade, 640 - Funcionários
31 3308-4000
MM Gerdau - Museu das
Minas e do Metal
Praça da Liberdade, 680 - Funcionários
31 3516-7200
Palácio das Artes
Avenida Afonso Pena, 1537 - Centro
31 3236-7400
Palácio da Liberdade
Praça da Liberdade, s/nº - Funcionários
31 3224-1919