sexta-feira, 3 de julho de 2026

Parque do Avestruz Eco Resort recebe Selo Amigo da Inclusão

 





 

O Parque do Avestruz Eco Resort Safari, eleito um dos melhores eco resorts do Brasil, recebeu na Câmara Municipal de Belo Horizonte, o Selo Amigo da Inclusão, reconhecimento concedido a instituições e empresas que desenvolvem iniciativas voltadas à promoção da inclusão, da acessibilidade e do respeito à diversidade.


A honraria foi entregue pela vereadora Michelly Siqueira e recebida pela diretora Comercial e de Marketing do resort, Fabiana Silveira, e pela diretora Luciana Silveira.

 


O reconhecimento reforça um compromisso que faz parte da essência do Parque do Avestruz Eco Resort que é oferecer uma hospitalidade que seja verdadeiramente acolhedora, em que todas as pessoas e, especialmente, as crianças se sintam respeitadas, valorizadas e pertencentes, independentemente de suas características ou necessidades.

 


"Receber o Selo Amigo da Inclusão é uma grande honra para toda a nossa equipe. Ele reforça um valor que faz parte da nossa essência que é acolher cada pessoa com respeito, dignidade e carinho. Acreditamos que a verdadeira hospitalidade acontece quando todos se sentem bem-vindos e pertencentes”, destaca.

Diretora Comercial e de Marketing do resort, Fabiana Silveira

Inclusão como parte da experiência de hospedar - 

A cerimônia também contou com uma palestra sobre inclusão conduzida pela vereadora Michelly Siqueira, que compartilhou reflexões sobre a importância da construção de ambientes cada vez mais acessíveis e humanos.



reservas e informações https://www.parquedoavestruz.com.br/

Reconhecido nacionalmente pela experiência de lazer em meio à natureza, o Parque do Avestruz Eco Resort em Esmeralda, que fica a 55km de Belo Horizonte, alia infraestrutura, entretenimento e atendimento humanizado para proporcionar conforto e bem-estar aos hóspedes.

A conquista do Selo Amigo da Inclusão fortalece esse posicionamento e reafirma o compromisso do empreendimento com a construção de um ambiente cada vez mais acessível e inclusivo.

Cultura e turismo consolidam força econômica superior a R$ 94 bilhões em Minas

 

Minas Gerais fecha o primeiro semestre de 2026 com cultura e turismo consolidados como uma das principais forças econômicas do Estado. Considerando o PIB mineiro acumulado em 12 meses, estimado em R$ 1,167 trilhão pela Fundação João Pinheiro, a participação do turismo, que responde por quase 7% da economia estadual, e o impacto econômico da cultura e da economia criativa, os dois setores representam uma força econômica superior a R$ 94 bilhões, equivalente a cerca de 8% da economia mineira.

 

O resultado reforça a estratégia do Governo de Minas de tratar cultura, patrimônio, turismo, gastronomia, natureza, fé, eventos, festas tradicionais e experiências territoriais como uma cadeia integrada de desenvolvimento. Mais do que setores complementares, cultura e turismo movimentam hotéis, bares, restaurantes, transportes, comércio, produção cultural, economia criativa, audiovisual, artesanato, museus, centros culturais, equipamentos culturais, cidades históricas, rotas turísticas e comunidades em todas as regiões do Estado.

 

O impacto também aparece na geração de trabalho e renda. Juntas, as duas áreas somam mais de 809 mil empregos formais em Minas Gerais, sendo 375.951 vínculos na cultura e 433.858 no turismo. O dado confirma a transversalidade entre os setores e sua capacidade de dinamizar economias locais, ampliar oportunidades e fortalecer o desenvolvimento regional.

 

“Minas é feita de identidade, trabalho e futuro. Quando cultura e turismo movimentam mais de R$ 94 bilhões, estamos falando de uma economia real, presente na vida das pessoas, que gera emprego, renda e orgulho para os mineiros. O nosso governo tem trabalhado para valorizar ainda mais a mineiridade e fazem Minas crescer a partir daquilo que Minas tem de mais autêntico”, ressalta o governador de Minas Gerais, Mateus Simões. 

 

No turismo, Minas mantém trajetória de protagonismo nacional. O setor responde por quase 7% do PIB estadual e, em 2024, o Estado recebeu mais de 32 milhões de turistas. Aplicado ao PIB acumulado em 12 meses, esse percentual representa uma movimentação estimada em aproximadamente R$ 81,7 bilhões. Na cultura, o impacto econômico da economia criativa alcançou R$ 12,7 bilhões em 2024, impulsionado por investimentos em fomento, patrimônio, equipamentos culturais, culturas populares, Afromineiridades, formação, festivais, museus, bibliotecas e ações descentralizadas.

 

"Minas entendeu que identidade também é economia. Cultura e turismo não são áreas acessórias: são desenvolvimento, emprego, renda, pertencimento e futuro. Cada festa popular, cada museu, cada cozinha, cada igreja, cada paisagem, cada rota e cada manifestação cultural movimenta uma cadeia produtiva viva, que vai do artista ao hoteleiro, da cozinheira ao guia, do mestre da cultura popular ao empreendedor", acrescenta o secretário de Estado de Cultura e Turismo de Minas Gerais, Leônidas Oliveira.

 

O fechamento do semestre ocorre em um ano estratégico para a consolidação da transversalidade entre cultura e turismo em Minas. Em 2026, o Governo do Estado apresentou o Minas Essencial, programa que organiza essa integração como política pública de desenvolvimento, conectando patrimônio, promoção turística, economia criativa, gastronomia, religiosidade, natureza e experiências regionais.

 

 

Entre as frentes em curso estão o Minas para Minas, o Minas Santa, o Minas Hospeda, a valorização das rotas turísticas, a promoção da cozinha mineira, o fortalecimento do Circuito Liberdade, o apoio aos municípios e a ampliação dos mecanismos de fomento. A diretriz é descentralizar oportunidades e fazer com que os benefícios econômicos da cultura e do turismo cheguem aos 853 municípios mineiros.

 

"O turista que vem a Minas busca uma experiência completa. Ele vem pela comida, pela fé, pelas montanhas, pelas cidades históricas, pelos vinhos, pelos queijos, pelas festas, pelos museus, pela música e pelo modo mineiro de receber. Tudo isso é cultura. E é justamente essa cultura que transforma Minas em destino, gera renda e fortalece os territórios", conclui Leônidas Oliveira.

 

Santa Casa BH recebe habilitação para implantar curso de Medicina




A Medicina está voltando para casa. Mais de um século depois de ter sido o berço da formação médica em Minas Gerais e de ter dado origem às primeiras escolas de Medicina do estado, a Santa Casa BH foi habilitada pelo Governo Federal para implantar seu próprio curso de Medicina. O anúncio foi feito dia 2 de julho, pelo ministro da Saúde, Alexandre Padilha, durante visita à instituição.
Muito antes de contar com uma graduação própria, a Santa Casa BH já ensinava Medicina. Sua estrutura assistencial foi decisiva para a consolidação do ensino médico em Minas Gerais. Foi nela que nasceu e se desenvolveu a Faculdade Ciências Médicas de Minas Gerais. Já a Faculdade de Medicina da UFMG teve entre seus fundadores e em seu primeiro corpo docente, médicos que integravam o corpo clínico da Santa Casa BH. Ao longo de décadas, gerações de médicos realizaram sua formação na instituição, consolidando a Santa Casa BH como uma das principais protagonistas da educação médica em Minas Gerais. 
                           
Com a futura implantação do curso, a Faculdade de Saúde Santa Casa BH passará a reunir, em uma única instituição, mais de 125 anos de tradição em assistência, ensino, pesquisa e inovação também na graduação em Medicina.
A habilitação marca o reconhecimento de uma trajetória construída ao longo de mais de 125 anos e dá início à implantação de um curso concebido para formar médicos preparados para atuar em diferentes níveis de complexidade da assistência, com sólida formação científica, humanística e forte integração ao Sistema Único de Saúde (SUS).
Formação dentro de um dos maiores hospitais de ensino do Brasil
O curso será desenvolvido em um ambiente que reúne assistência de alta complexidade, ensino, pesquisa e inovação. A Santa Casa BH é um dos maiores hospitais de ensino do Brasil e o maior hospital 100% SUS do país em número de internações, oferecendo aos estudantes contato com a prática desde os primeiros períodos da graduação. São mais de 1.200 leitos, cerca de 8 mil colaboradores, milhares de atendimentos mensais e atendimento a cerca de 90% dos municípios mineiros.
A vivência em dezenas de especialidades médicas permitirá que os alunos desenvolvam competências técnicas, científicas e humanas em diferentes cenários de aprendizagem, sempre integrados à realidade do SUS.
Para o provedor da Santa Casa BH, Roberto Otto Augusto de Lima, este é um dos momentos mais importantes da história da instituição.
"A Santa Casa BH não está começando uma história na Medicina. Ela está retomando uma vocação que ajudou a construir a própria formação médica em Minas Gerais. Durante mais de um século, milhares de médicos aprenderam dentro desta instituição. A habilitação para implantar nosso próprio curso representa o reconhecimento dessa trajetória e fortalece nosso compromisso de formar profissionais altamente qualificados, comprometidos com o SUS e com o cuidado das pessoas."
O diretor de Educação e Relações Institucionais da Santa Casa BH, Carlos Renato de Melo Couto, destaca que a habilitação abre caminho para uma nova etapa da formação em saúde na instituição.
"A criação do curso de Medicina é resultado da maturidade acadêmica e assistencial construída ao longo de décadas. Nosso grande diferencial será proporcionar uma formação integrada entre ensino, assistência, pesquisa e inovação, dentro de um dos maiores hospitais de ensino do país. Os estudantes estarão inseridos desde o início em diferentes cenários do SUS, desenvolvendo uma formação técnica, humanizada e comprometida com o cuidado às pessoas."

A Faculdade de Saúde Santa Casa BH - Fundada em 2019, durante as comemorações dos 120 anos da Santa Casa BH, a Faculdade de Saúde Santa Casa BH reuniu em uma única instituição toda a estrutura de ensino da Santa Casa BH.
Hoje, oferece formação em saúde da escola técnica ao doutorado, incluindo graduação, residências, especializações, programas de fellowship (modalidade de complementação especializada, destinada a médicos) e pós-graduação stricto sensu.
Entre os principais diferenciais da instituição estão:

Iniciativa privada garante presença do Caminho dos Santos Mártires no principal evento de Turismo Religioso do Brasil




O Caminho dos Santos Mártires estará presente na 8ª edição do Fórum Nacional de Turismo Religioso, que acontecerá entre os dias 24 e 26 de novembro, em Congonhas, Minas Gerais. A participação do roteiro, entretanto, chama a atenção por um aspecto que vai além da divulgação do destino: sua presença será viabilizada exclusivamente por meio do investimento da iniciativa privada.


A situação reacende um debate importante sobre o Turismo Religioso no Rio Grande do Norte. Embora seja reconhecido como o estado brasileiro com o maior número de leis voltadas especificamente para o segmento, o protagonismo institucional referente à gestão pública ainda não acompanha o potencial existente em seu território.


Enquanto diversos estados e municípios utilizam eventos nacionais para apresentar seus destinos, captar visitantes, estabelecer parcerias e fortalecer a governança turística, o Rio Grande do Norte, mais uma vez, não contará com participação institucional da gestão pública estadual ou da maioria dos municípios com vocação para o Turismo Religioso.

O principal palco do Turismo Religioso brasileiro

Mais do que um congresso, o Fórum Nacional de Turismo Religioso consolidou-se como o principal ambiente brasileiro dedicado exclusivamente ao segmento. A edição de 2026 reunirá representantes da Igreja, reitores de santuários, gestores públicos, empresários, pesquisadores, universidades, guias de turismo, operadoras, agências de viagens e profissionais do trade turístico em um ambiente voltado à governança, qualificação e geração de negócios. O evento contará ainda com área de exposição, apresentações de destinos, rodada de negócios e a elaboração da Carta Magna de Congonhas para o Turismo Religioso.

Reconhecido como o único evento nacional com foco exclusivo no Turismo Religioso, o Fórum também reúne instituições públicas e privadas para discutir estratégias de desenvolvimento do segmento, fortalecendo políticas públicas e aproximando destinos dos mercados emissores.

É justamente nesse cenário que o Caminho dos Santos Mártires representará o Rio Grande do Norte.

Quando a iniciativa privada assume o protagonismo

A presença do roteiro em Congonhas demonstra o compromisso da iniciativa privada com a promoção do Turismo Religioso potiguar.

Empresas parceiras compreenderam que participar de um ambiente nacional de negócios significa promover o destino, ampliar sua visibilidade, estabelecer contatos comerciais e fortalecer o roteiro junto às principais lideranças do segmento no Brasil.

Ao mesmo tempo, a ausência do poder público provoca uma reflexão inevitável.

Se o Rio Grande do Norte possui um dos maiores patrimônios religiosos do Nordeste e o maior conjunto de leis voltadas ao Turismo Religioso no Brasil, por que continua distante dos principais espaços onde o segmento é discutido e promovido?

Muitas leis, poucos resultados práticos

Nos últimos anos, o Rio Grande do Norte aprovou diversas legislações relacionadas ao turismo religioso.

Entre elas está a Lei Estadual nº 12.748/2026, que instituiu oficialmente o Caminho dos Mártires de Cunhaú e Uruaçu no âmbito estadual.

Também integra esse conjunto a Lei da Rota da Fé, além de outras iniciativas legislativas voltadas ao fortalecimento do segmento.

As leis representam importantes políticas públicas. Entretanto, permanecem alguns questionamentos.

Quantas delas foram efetivamente implementadas?

Quantos projetos estruturantes nasceram a partir dessas legislações?

Quantos destinos receberam investimentos permanentes em promoção, qualificação, comercialização e governança?

O turismo religioso exige planejamento contínuo. Leis são instrumentos importantes, mas, quando não acompanhadas por ações concretas, acabam produzindo resultados limitados.


Um estado repleto de destinos de fé

O potencial do Rio Grande do Norte vai muito além do Caminho dos Santos Mártires.

O estado abriga a imponente imagem de Santuário de Santa Rita de Cássia, um dos maiores monumentos católicos do mundo e importante centro de peregrinação do Nordeste.

Na Serra do Lima encontra-se o Santuário de Nossa Senhora dos Impossíveis, que recebe milhares de romeiros durante todo o ano.


Em Carnaúba dos Dantas, o Monte do Galo mantém viva uma das mais tradicionais romarias do estado.

A capital, Natal, reúne um importante conjunto de igrejas históricas que narram parte significativa da formação religiosa potiguar.

O estado também acompanha a construção de uma réplica da Capela das Aparições de Fátima, iniciativa que deverá ampliar ainda mais a oferta de atrativos religiosos para peregrinos e visitantes.

Somam-se ainda dezenas de festas de padroeiros, romarias, santuários, monumentos religiosos, patrimônios históricos e manifestações de fé distribuídas por todas as regiões do estado.

O Caminho dos Santos Mártires nasceu antes da lei

Outro aspecto que merece destaque é a própria origem do Caminho dos Santos Mártires.

Muito antes da instituição oficial por meio de legislação estadual, o roteiro já vinha sendo estruturado desde 2021 graças ao protagonismo de lideranças leigas, pesquisadores, profissionais do turismo e instituições comprometidas com a valorização da história dos Protomártires do Brasil.

A legislação veio reconhecer oficialmente uma iniciativa que já estava em construção e que agora busca consolidar-se como um dos principais roteiros de peregrinação do Nordeste.


O desafio continua sendo a governança

Participar do Fórum Nacional de Turismo Religioso significa muito mais do que ocupar um estande.

É estar presente no ambiente onde se discutem políticas públicas, tendências de mercado, qualificação profissional, comercialização de roteiros, integração entre destinos e fortalecimento da governança turística.

É justamente essa ausência que desperta preocupação.

Se o Rio Grande do Norte possui uma das maiores riquezas religiosas do Brasil, por que seus destinos ainda participam tão pouco dos espaços onde o futuro do segmento está sendo construído?

Essa pergunta não representa uma crítica ao patrimônio religioso potiguar, muito menos às comunidades de fé que mantêm viva essa tradição. É um convite à reflexão.

Porque turismo religioso não se fortalece apenas com leis.

Fortalece-se com presença, planejamento, promoção, governança, qualificação e participação.

Neste ano, graças ao apoio da iniciativa privada, o Caminho dos Santos Mártires levará o nome do Rio Grande do Norte ao principal evento de Turismo Religioso do Brasil.

Talvez seja o momento de transformar essa participação em inspiração para que, nos próximos anos, todo o potencial religioso potiguar esteja representado de forma institucional, permanente e estratégica, ocupando o espaço que, pela riqueza de sua fé e de seu patrimônio, já deveria ocupar há muito tempo.


Grupo Café Boteco: oito endereços, um só padrão de excelência em Serra Negra

 





Fundado em 2008 pelo empresário Rafael Accorsi, o Grupo Café Boteco nasceu com a abertura do restaurante que dá nome à marca e hoje reúne hoje oito endereços em Serra Negra: Café Boteco, La Terrazza, Americana, Dita Café, Panne, Pebo Gelateria, Norma e Botecário. Juntas, as casas formam um roteiro gastronômico completo, do almoço descontraído à alta gastronomia, passando por vinho, café, pão artesanal, parrilla, pizza, burgers, sorvete autoral e chope, todas compartilhando o mesmo compromisso com ingredientes de qualidade e atendimento de excelência. A gestão do grupo é liderada por Tatiana Mosca, antropóloga e educadora à frente da operação desde 2017.

As oito casas do grupo

Café Boteco - o primeiro e principal endereço do grupo, pioneiro da gastronomia na praça central de Serra Negra desde 2008. É a casa que deu nome ao grupo e onde tudo começou: parrilla, costela braseada, parmegiana de mignon e uma carta com 20 tipos de chope, o que faz da casa uma das maiores compradoras de chope da região. Ambiente informal, porções para compartilhar e clima de boteco raiz com padrão de restaurante.

La Terrazza -


a experiência mais sofisticada do grupo. Localizada fora do centro, em cenário que remete à Toscana italiana, a casa é comandada pelo chef paulistano Allan Trigo e aposta em massas 100% artesanais com receitas autorais de gastronomia italiana contemporânea. A casa tem certificação internacional de sustentabilidade, concedida pela Fundación Restaurantes Sostenibles, da Espanha, feito que a torna o único restaurante do Brasil com esse selo. Com capacidade para até 120 pessoas, conta ainda com o Salão de Pedras para eventos privados e o Piano Jazz, encontro musical mensal, a escolha certa para quem busca alta gastronomia em Serra Negra.

Americana -


o lado mais descontraído do grupo. Defumados, pizza napolitana de forno a lenha com fermentação longa, hambúrgueres artesanais e porções para dividir compõem um cardápio versátil, que funciona tanto para o almoço executivo quanto para uma noite mais informal entre amigos.

Dita -


cafeteria e wine bar em um só endereço, com curadoria de mais de 30 rótulos de vinho vendidos por taça ou garrafa. Na cozinha, os doces e salgados autorais são atração à parte: o "Nelsinho", salgado exclusivo da casa, a coxinha de massa de mandioquinha e a torta de chocolate trufado meio amargo são pedidos certos de quem visita a casa pela primeira vez.

Panne -


padaria e confeitaria artesanal de inspiração francesa, com panificação e doçaria de alto nível. Ingredientes e receitas de tradição francesa se encontram com produtos da região, resultando em pães e doces que fazem da Panne parada obrigatória para quem quer começar (ou fechar) o dia com algo muito bem feito.

Pebo -


gelateria com sorvetes autorais com novos sabores toda semana, sempre trazendo novidades. Além do gelato, a casa também serve cookies e chocolate quente com chantilly, tornando-se parada certa para quem passeia pelo centro da cidade.

Norma -


buffet a quilo com comida saudável e caseira, em ambiente decorado com cuidado, e cardápio de culinária libanesa às quintas-feiras. À noite, a casa se transforma em pizzaria tradicional, com massa de fermentação longa, pizzas de 8 pedaços e ingredientes selecionados — duas experiências gastronômicas distintas no mesmo endereço.

Botecário - localizada entre as casas Americana e Café Boteco, une drinks autorais e coquetelaria de respeito a mesinhas na calçada, num clima pensado para quem está na cidade a lazer. Na fachada da casa fica a famosa Fontana do Chopp, com mais de 20 torneiras e rótulos rotativos que fogem do convencional — em sistema de autoatendimento, para o cliente experimentar e se servir como quiser.

Um padrão, oito experiências

Apesar das personalidades distintas — do boteco descontraído à alta gastronomia, passando por vinho, pão, sorvete e chope —, as oito casas do Grupo Café Boteco compartilham o mesmo compromisso com ingredientes de qualidade, atendimento cuidadoso e experiência completa para quem visita Serra Negra. É esse padrão comum que transforma cada endereço do grupo em parada obrigatória — seja para quem busca uma refeição rápida entre um passeio e outro, seja para quem quer viver uma experiência gastronômica completa na cidade.

Sobre o Grupo Café Boteco


Fundado em 2008 pelo empresário Rafael Dias Accorsi, o Grupo Café Boteco reúne oito casas gastronômicas em Serra Negra (SP) — entre restaurantes, wine bar/cafeteria, padaria artesanal, gelateria e choperias. Sob gestão geral de Tatiana Tolentino Mosca, o grupo é hoje uma das principais referências de turismo gastronômico do Circuito das Águas Paulista.


Novidades, eventos e experiências: o que você precisa saber sobre as férias de julho no Litoral Norte de São Paulo



As férias de julho prometem movimentar o Circuito Litoral Norte de São Paulo. Reunindo Bertioga, Caraguatatuba, Ilhabela, São Sebastião e Ubatuba, a Região Turística preparou uma programação que combina festivais tradicionais, eventos esportivos, manifestações culturais, gastronomia caiçara e experiências em meio à natureza. A proposta é reforçar que o litoral também é um destino para o inverno, oferecendo opções para famílias, casais e grupos de amigos que buscam viagens de curta distância, contato com a natureza e atividades ao ar livre.

Ao lado das praias, que seguem atraindo visitantes mesmo nos meses mais frios, cada município aposta em atrativos próprios para ampliar a permanência dos turistas e fortalecer a economia local durante a alta temporada de inverno.

Bertioga amplia programação entre natureza e cultura -


 
Em Bertioga, a temporada reúne atrações que valorizam diferentes perfis de visitantes. A tradicional 49ª Festa da Tainha, promovida pelo Lions Clube, abre a programação gastronômica entre 3 de julho e 2 de agosto, enquanto o município também promove atividades ligadas ao ecoturismo, educação ambiental, cultura e esportes. 

   

Entre os destaques estão o curso Expedição ao Manguezal, voltado às crianças, o minicurso Entre Gotas e Grãos, sobre biologia marinha, a Feira de Economia Solidária, o 1º Bertioga em Dança, visitas diurnas e noturnas ao Forte São João, atividades na Reserva Natural do Sesc, trilhas do projeto Um Dia no Parque, além da Copa de Canoa Havaiana e eventos esportivos realizados na Riviera.

"Bertioga hoje é um destino maduro e estruturado para o ano inteiro. O nosso consagrado 'sol e praia' continua maravilhoso para contemplação no inverno, mas Bertioga oferece muito mais com ecoturismo, história e cultura. É essa diversidade que gera emprego e renda na ponta o ano todo", afirma o secretário de Turismo e Cultura de Bertioga, Ney Carlos da Rocha.

Caraguatatuba reúne grandes festivais e atrações para toda a família -


 
Já Caraguatatuba preparou uma agenda que combina gastronomia, cultura, esportes, lazer e experiências ao ar livre. Durante todo o mês, moradores e turistas poderão participar da Rua da Família, realizada aos domingos, além do FunFest Copa do Mundo 2026, que segue até 19 de julho com atrações culturais, música e gastronomia.

O calendário inclui ainda a Festa da Paróquia Santa Terezinha, a etapa da Federação Paulista de Pesca, o Festival do Cambuci, o Festival da Tainha e o tradicional Festival do Camarão, um dos eventos mais aguardados do município.

Outro destaque é o Navegar Experience, que reúne passeios de barco, atividades náuticas e um luau à beira-mar, ampliando as opções para quem deseja aproveitar o litoral durante o inverno.

Além da programação especial, segundo a secretária de Turismo da cidade, Caraguatatuba oferece mais de 40 quilômetros de praias, passeios de barco, mergulho, pesca esportiva, trilhas na Mata Atlântica, cachoeiras, cicloturismo, turismo rural, observação da natureza, experiências de bem-estar e gastronomia caiçara. "Caraguatatuba está pronta para receber todos que desejam aproveitar as férias de julho. Preparamos uma programação cheia de atrações, com eventos, boa gastronomia, cultura, lazer e opções para toda a família. Além disso, nossas praias, a natureza e os passeios tornam tudo ainda mais especial. Esperamos uma ótima temporada e convidamos moradores e turistas a conhecerem tudo o que Caraguatatuba tem a oferecer", destaca Bianca Colepicolo.

Ilhabela fortalece a temporada com cultura, gastronomia e vela -


Em Ilhabela, o mês de julho será marcado por uma intensa programação cultural e esportiva. O calendário inclui o 15º Festival da Tainha, o Festifan, a Festa de Santa Verônica, a Mostra de Dança e a tradicional Festa de Castelhanos, reforçando a valorização da cultura caiçara e das tradições locais.

A cidade também recebe a 53ª Semana Internacional de Vela de Ilhabela, considerada a principal competição da modalidade na América Latina. A programação começa entre 9 e 11 de julho com a Semana de Vela de Monotipos e segue entre 24 de julho e 1º de agosto com as disputas da classe Oceano, reunindo cerca de 120 embarcações e aproximadamente 1.500 velejadores do Brasil e de outros países.

“Julho é um mês muito importante para a cultura de Ilhabela. Mesmo durante o inverno, a cidade continua recebendo um grande número de visitantes e preparamos uma programação diversificada, que valoriza nossas tradições, a cultura caiçara, a dança e a gastronomia. Além de oferecer opções de lazer para moradores e turistas durante as férias escolares, essas atividades ajudam a movimentar a economia local e fortalecem a identidade cultural do município”, destacou o secretário de Cultura de Ilhabela, Anisio Oliveira.

São Sebastião o mês inteiro - 


São Sebastião preparou uma programação diversificada para as férias de julho, reunindo festivais gastronômicos, apresentações musicais, eventos culturais, espetáculos de dança, teatro e festas tradicionais distribuídas por diferentes regiões do município.

A agenda começa com o Festival do Camarão, até 5 de julho, no bairro São Francisco, valorizando um dos principais ingredientes da culinária caiçara. No mesmo período, o município recebe o espetáculo Starlight Concert – Queen & Coldplay, além da programação Música na Janela e da Festa do Sagrado Coração de Jesus, em Boiçucanga.

Ao longo do mês, a programação inclui ainda o Festival Glorifica Litoral, transmissões dos jogos da Seleção Brasileira acompanhadas de shows na Rua da Praia e na Praça Pôr do Sol, o tradicional Festival Jazz & Blues de Maresias, o Arraiá Caiçara, espetáculos infantis e apresentações de dança no Teatro Municipal. Já entre os destaques da segunda quinzena estão a Festa de Santana, no Pontal da Cruz, o XIV Arraial Gastronômico do Projeto Buscapé – Mitos e Lendas, em Camburi, e o concerto Do Clássico ao Rock, promovido pela Orff Music Escola de Música.

"Estamos investindo em uma programação diversificada com eventos para toda a família, distribuída por diferentes bairros, para incentivar a visitação, gerar oportunidades para comerciantes, prestadores de serviços e empreendedores locais, além de oferecer lazer de qualidade para moradores e turistas. Temos uma expectativa muito positiva para este mês, com eventos capazes de atrair visitantes de diferentes perfis e movimentar ainda mais o turismo de São Sebastião", destaca o secretário de Turismo de São Sebastião, Leandro Pereira.

Ubatuba destaca cultura caiçara - 


Por fim, Ubatuba também aposta no calendário de eventos para movimentar a temporada de inverno. A programação começa com a 103ª Festa de São Pedro Pescador, uma das celebrações mais tradicionais do município, reunindo apresentações musicais, gastronomia típica, manifestações religiosas e culturais.

Na sequência, o calendário contempla eventos como a Festa da Mandioca, a Festa do Divino Espírito Santo e o Festival do Camarão da Almada, além de outras atividades previstas para os próximos meses. A programação reforça o turismo de experiência e valoriza a identidade caiçara.

Além dos eventos, os visitantes encontram praias, trilhas, passeios náuticos, ecoturismo, esportes de aventura e uma gastronomia baseada nos sabores do litoral.

"Ubatuba é um destino que vai muito além do verão. Durante o inverno, mostramos também a riqueza da nossa cultura, da nossa gastronomia, do nosso esportes, do ecoturismo e dos passeios náuticos, além de toda hospitalidade do povo caiçara. Já convidamos todos a prestigiar essa programação e viver Ubatuba em toda a sua essência", acrescenta o secretário de Turismo do município, Anderson Paiva.

Com destinos que combinam natureza, cultura, gastronomia, esportes e experiências ligadas ao modo de vida caiçara, o Circuito Litoral Norte reforça sua posição como uma das principais opções para quem pretende viajar nas férias de julho sem percorrer longas distâncias. A diversidade de atrações permite que cada visitante encontre diferentes formas de aproveitar a temporada, mostrando que o litoral paulista oferece programação durante todo o ano, muito além da temporada de verão.

Além disso, recentemente, o consórcio turístico lançou seu Calendário Regional de Eventos, uma ferramenta digital que reúne as principais atrações das cinco cidades que compõem a região. Para conferir, acesse: circuitolitoralnorte.tur.br/calendariodeeventos

Para contratar passeios com operadoras credenciadas, acesse o guia de fornecedores oficial: circuitolitoralnorte.tur.br/guiageral   

Mais informações sobre experiências na região: https://www.circuitolitoralnorte.tur.br/experiencias 

Minas tem 30% do patrimônio religioso do Brasil





A religiosidade popular é uma das marcas mais profundas da identidade cultural de Minas Gerais. Presente em igrejas, santuários, romarias, jubileus, festas de padroeiros, capelas rurais, cruzeiros, irmandades, confrarias, presépios, lapinhas, folias e na cultura da promessa, ela reúne memória, patrimônio, espiritualidade e formas de organização comunitária que atravessam gerações.

Com o objetivo de reconhecer, documentar e valorizar esse patrimônio vivo, o Governo de Minas, por meio da Secretaria de Estado de Cultura e Turismo (Secult-MG) e do Instituto Estadual do Patrimônio Histórico e Artístico de Minas Gerais (Iepha-MG), dará início à construção do programa Minas da Fé, iniciativa idealizada com a Conferência Nacional dos Bispos do Brasil – Regional Leste 2 (CNBB Leste 2).






                                       fotos:Marcelo Sant`Annafoto
                                   

“Essa parceria é muito importante porque se somam forças para cuidar daquilo que é de todos. Minas Gerais é um estado de alma religiosa, e essa alma vai ser cuidada agora a partir desse programa Minas da Fé, em que vários atores sociais se unem para cuidar desse patrimônio”, ressaltou o arcebispo metropolitano de Montes Claros e presidente do Regional Leste 2 da CNBB, Dom José Carlos de Souza Campos.


E como parte das ações voltadas à preservação do patrimônio cultural religioso, a Fundação de Arte de Ouro Preto (Faop) também realizará o edital Imaginárias de Minas, que tem como objetivo formar um banco de cadastro reserva de bens culturais móveis e acervos documentais de caráter histórico e religioso no estado. Esses bens e acervos  poderão ser utilizados, de forma gratuita, como material didático nas atividades práticas do Curso Técnico em Conservação e Restauro. As inscrições são gratuitas e estarão abertas de 2 de julho a 16 de agosto de 2026, por meio do site da Faop. 
Ambas as ações foram anunciadas dia 2 de julho, em evento realizado na Casa de Retiros São José, em Belo Horizonte.


Minas da Fé - O programa pretende estruturar uma política permanente de cadastro e inventário das referências culturais ligadas à religiosidade popular, identificando bens materiais e imateriais, paisagens culturais, celebrações, lugares de devoção, formas de expressão, saberes tradicionais e modos comunitários de organização da fé presentes em Minas Gerais.



“Nós avançamos na proteção de bens materiais, mas no âmbito da imaterialidade é premente a necessidade de conhecer a riqueza da diversidade desse patrimônio da fé em Minas Gerais”, reforçou o secretário de Estado de Cultura e Turismo de Minas Gerais, Leônidas Oliveira.

“Então, esse é um dia e um momento histórico e de muita alegria para todos nós que amamos nossa história, que amamos o patrimônio histórico, de forma ampla, sem curadoria daquele que vale ou não vale, mas pensando em todos os povos, para fortalecermos o que nós chamamos de mineiridade”, concluiu o secretário.

O programa será estruturado em seis frentes de inventário: Cruzeiros, Cruzes de Caminho e Marcos Devocionais da Paisagem Mineira; Jubileus, Romarias e Celebrações Devocionais;
Presépios, Lapinhas e Tradições do Ciclo Natalino Popular; Festas e Devoções Marianas; Irmandades, Confrarias e Associações Devocionais; e Ex-votos, Votos e Cultura da Promessa.

“O inventário é, primeiramente, um instrumento de pesquisa, de produção de conhecimento,  mas ele é também um instrumento jurídico de proteção do patrimônio cultural. Então, conhecer esse patrimônio e reconhecer o valor desses objetos é um passo importantíssimo e imprescindível para nós avançarmos para as outras etapas que permitem transmitir esses bens culturais até as futuras gerações”, pontuou o promotor de justiça e coordenador de patrimônio cultural do Ministério Público de Minas Gerais, Marcelo Mafra. 

Imaginárias de Minas - O edital da Faop contempla esculturas sacras em madeira policromada, pinturas sobre cavalete, livros raros, manuscritos, mapas, gravuras e acervos documentais históricos localizados em Minas Gerais. Podem participar prefeituras, museus, arquivos públicos, bibliotecas, centros de memória, além de paróquias, igrejas, dioceses, irmandades e confrarias formalmente responsáveis pelos bens culturais.

A partir da inscrição no cadastro, a Faop poderá selecionar, conforme critérios técnico-pedagógicos, os bens que poderão integrar as atividades formativas do curso. Todo o processo de conservação e restauro será realizado gratuitamente, contribuindo para a preservação do patrimônio cultural mineiro e para a formação de novos profissionais especializados na área.

Parque do Avestruz Eco Resort recebe Selo Amigo da Inclusão

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