quinta-feira, 27 de agosto de 2026

Minas Gerais é o estado mais lembrado por se comer bem

 

 

Minas Gerais é o estado que primeiro vem à cabeça dos brasileiros quando pensam em viajar para comer bem. Famoso por sua culinária, além dos queijos e doces, o destino foi citado por 44% dos entrevistados em uma pesquisa sobre gastronomia e viagens realizada pelo site Melhores Destinos, maior site de promoções de viagens do Brasil. São Paulo aparece em segundo lugar, com 37%, seguido pela Bahia, com 35%.


Os resultados mostram que ser reconhecido pela gastronomia não impede que um destino seja considerado menos valorizado do que poderia. O levantamento também identificou estados que despertam uma percepção de descoberta entre os viajantes e os sabores que os brasileiros consideram imperdíveis em uma viagem pelo país.

 Minas Gerais lidera o ranking com 44% das menções, resultado que mostra a força da cozinha mineira no imaginário dos brasileiros. No estado, uma viagem quase sempre passa pela mesa: queijos artesanais, pão de queijo, feijão tropeiro, frango com quiabo, torresmo e doces de tacho acompanham o turista por diferentes regiões mineiras.

São Paulo aparece em seguida, com 37%, mas se destaca por um caminho diferente. O estado, especialmente a capital, é associado à variedade: reúne cozinhas de diferentes regiões do Brasil, tradições trazidas por imigrantes e uma cena de restaurantes que vai do balcão de bairro às casas comandadas por chefs premiados.

A Bahia completa o trio, lembrada por 35% dos entrevistados. Assim como Minas, tem sabores marcantes. A forte herança africana e a presença de ingredientes como dendê, leite de coco e pimentas dão à culinária baiana uma identidade forte e fazem da comida parte inseparável da viagem.

Rio de Janeiro, com 21%, e Rio Grande do Sul, com 17%, completam as cinco primeiras posições do ranking.

 


 A pesquisa ouviu 500 brasileiros maiores de 18 anos, de todas as regiões do país e com acesso à internet. Os participantes responderam a oito perguntas sobre experiências gastronômicas, culinária regional e disposição para gastar em experiências especiais. O levantamento tem nível de confiança de 95% e margem de erro de 3,3 pontos percentuais. As perguntas sobre estados e pratos permitiam a escolha de mais de uma alternativa, por isso a soma dos percentuais pode ultrapassar 100%.

Mercado da Beleza que gera negócios: Minas avança em uma das cadeias mais promissoras do país





 

Mais do que um mercado impulsionado pela beleza e pelo bem-estar, o setor de perfumaria e cosméticos tornou-se uma das cadeias mais dinâmicas da economia brasileira. Reunindo indústria, distribuição, varejo, inovação e comércio eletrônico, o segmento atravessa um período de transformação, marcado por mudanças no comportamento do consumidor, digitalização das vendas e novas formas de consumo. É neste cenário que Minas Gerais amplia sua relevância nacional.

Estudo inédito desenvolvido pelo Núcleo de Estudos Econômicos da Fecomércio MG revela que o Estado consolidou-se como o segundo maior polo brasileiro da cadeia de perfumaria e cosméticos, respondendo por 9% de todos os estabelecimentos do setor no país, atrás apenas de São Paulo. A posição coloca Minas à frente de economias importantes, como Paraná, Rio de Janeiro e Bahia, evidenciando a força de um mercado que combina produção, distribuição e varejo em praticamente todas as regiões mineiras.

O estudo reúne, pela primeira vez, uma visão integrada da cadeia econômica do setor, contemplando fabricação, comércio atacadista, varejo, geração de empregos formais, comércio exterior, comércio eletrônico e hábitos de consumo dos brasileiros, oferecendo um panorama estratégico para empresários, investidores e entidades representativas.

Para a economista da Fecomércio MG, Fernanda Gonçalves, o desempenho mineiro demonstra que o Estado ocupa uma posição estratégica dentro da indústria nacional da beleza. "O estudo mostra que Minas Gerais não é apenas um grande mercado consumidor. O Estado participa de forma consistente de praticamente todos os elos da cadeia produtiva, desde a fabricação até a distribuição e o varejo. Essa diversificação fortalece a competitividade do setor e amplia sua capacidade de gerar negócios, investimentos e empregos."

 

Uma rede presente em todo o Estado - O estudo demonstra que a atividade econômica está distribuída entre diversos polos regionais de Minas Gerais.

Na fabricação de cosméticos, Belo Horizonte lidera o número de estabelecimentos, seguida por Contagem e Uberlândia. Municípios como Uberaba, Juiz de Fora, Ipatinga, Divinópolis e Poços de Caldas também se destacam, demonstrando que a indústria possui presença relevante além da Região Metropolitana.

No atacado, Belo Horizonte concentra mais de 20% dos estabelecimentos, consolidando-se como principal centro de distribuição do setor, enquanto cidades como Extrema, Varginha, Montes Claros e Pouso Alegre reforçam a importância da logística mineira.

Já no varejo, a atividade apresenta elevada capilaridade, acompanhando os principais polos econômicos do Estado e refletindo a força do mercado consumidor mineiro.

Segundo Fernanda Gonçalves, essa distribuição territorial representa uma vantagem competitiva. "Poucos estados apresentam uma cadeia tão distribuída quanto Minas Gerais. Essa presença regional fortalece o ambiente de negócios, aproxima fornecedores e consumidores e torna o setor mais resiliente diante das transformações econômicas."

 

Comércio eletrônico impulsiona o crescimento - Se parte da cadeia produtiva mostra um ritmo de expansão mais moderado, o comércio eletrônico vem assumindo papel decisivo para sustentar o crescimento do segmento.

Em 2025, as vendas online de perfumaria e cosméticos movimentaram R$ 14,07 bilhões no Brasil, representando 5% de todo o comércio eletrônico nacional. Em Minas Gerais, o desempenho é ainda mais expressivo.

As operações originadas no Estado movimentaram R$ 2,78 bilhões, fazendo com que perfumaria e cosméticos representassem 7,7% de todo o e-commerce mineiro, participação superior à média nacional. O resultado evidencia a capacidade competitiva das empresas instaladas em Minas, que se destacam mais como origem das vendas do que como destino das compras realizadas pelos consumidores. "O ambiente digital tornou-se um dos principais motores do setor. Minas Gerais demonstra elevada competitividade nesse mercado e amplia sua presença nacional por meio das vendas online, fortalecendo empresas e expandindo mercados consumidores", afirma Fernanda Gonçalves.

 

Mercado sólido e consumo recorrente - O estudo também mostra que o crescimento do setor está apoiado em um padrão de consumo contínuo. Produtos para cuidados capilares, maquiagem, desodorantes, hidratantes, perfumes e itens de higiene pessoal concentram a maior parte das vendas, reduzindo a dependência de datas comemorativas e garantindo maior previsibilidade ao varejo.

Embora significativos em períodos como Dia das Mães, Dia dos Namorados, Dia dos Pais, Black Friday e Natal, esses produtos passaram a integrar a rotina permanente das famílias brasileiras, impulsionados pela valorização do autocuidado e do bem-estar.

 

Brasil entre os maiores mercados do mundo - O levantamento também reforça o protagonismo brasileiro no cenário internacional.

O Brasil ocupa atualmente a terceira posição entre os maiores mercados consumidores de beleza e cuidados pessoais do mundo, atrás apenas de Estados Unidos e China. O país responde por 43,4% de todo o mercado latino-americano e figura entre os líderes globais em diversas categorias, como fragrâncias, desodorantes, produtos masculinos, proteção solar e cuidados com os cabelos.

Para Fernanda Gonçalves, esse ambiente internacional amplia as oportunidades para Minas Gerais. "Quando observamos a dimensão do mercado brasileiro e a posição que Minas ocupa nessa estrutura, percebemos um enorme potencial para novos investimentos, inovação, fortalecimento das marcas e expansão dos negócios. O setor reúne características que o tornam estratégico para o desenvolvimento econômico do Estado."

Apesar de o estudo apontar uma desaceleração recente em alguns segmentos da fabricação e da distribuição, o panorama permanece positivo. A combinação entre mercado consumidor robusto, expansão do comércio eletrônico e presença consolidada em toda a cadeia produtiva reforça Minas Gerais como um dos principais protagonistas da indústria brasileira de perfumaria e cosméticos, em um setor que continua gerando emprego, renda e oportunidades para o comércio.

O que fazer em 5 dias nas Montanhas Capixabas




Parque estadual de Forno Grande




As Montanhas Capixabas permitem montar uma viagem que vai muito além da tradicional visita à Pedra Azul. Entre reservas ambientais, parques estaduais, estradas cercadas pela Mata Atlântica, produtores artesanais e restaurantes que valorizam ingredientes locais, a região reúne experiências para quem deseja alternar natureza, gastronomia, cultura e momentos de descanso.

Com cinco dias disponíveis, é possível conhecer diferentes pontos do território sem transformar a viagem em uma sequência apressada de deslocamentos. O roteiro passa por Vargem Alta, Pedra Azul, Domingos Martins e Castelo e inclui áreas que integram o Corredor Ecológico Pedra Azul–Forno Grande, responsável por conectar importantes remanescentes de Mata Atlântica e contribuir para a conservação de nascentes, rios, fauna e flora da serra capixaba.

Confira:

Dia 1 – Imersão na Mata Atlântica em Vargem Alta

A primeira parada pode ser Vargem Alta, a cerca de duas horas de Vitória. É no município que está a Reserva Ambiental Águia Branca, área com aproximadamente 2.200 hectares de Mata Atlântica preservada e mais de 350 espécies de aves registradas.

Dentro da Reserva está o Eco Lodge Natureza, opção para começar a viagem já em contato direto com a floresta.




O empreendimento possui 30 acomodações, entre chalés à beira do lago, chalés na montanha e apartamentos, e oferece uma programação que permite ao hóspede explorar o ambiente ao redor sem precisar deixar a propriedade.

O primeiro dia pode ser dedicado às trilhas guiadas ou autoguiadas da Reserva. Os caminhos atravessam diferentes ambientes da Mata Atlântica e possibilitam observar aves e pequenos mamíferos, além de cursos d'água e árvores centenárias.



Outra possibilidade é experimentar o Banho de Floresta, atividade inspirada no shinrin-yoku japonês e baseada em uma caminhada contemplativa, com estímulos aos sentidos e atenção aos sons, aromas e elementos naturais do entorno.

Dia 2 – Reserva Kaetés e biodiversidade vista do alto

O segundo dia mantém a natureza como protagonista, desta vez com uma visita à Reserva Kaetés. A área possui 667 hectares protegidos e foi reconhecida como Reserva Particular do Patrimônio Natural em 2024, reforçando o mosaico de conservação existente entre diferentes pontos das Montanhas Capixabas.

A experiência inclui caminhadas guiadas pela floresta e contato com iniciativas de pesquisa e conservação da biodiversidade. Um dos principais atrativos é a torre de observação construída acima da copa das árvores. Do alto, o visitante consegue dimensionar a extensão da vegetação preservada e compreender melhor a importância da conectividade entre as áreas de Mata Atlântica. O passeio também cria novas oportunidades para observação de aves e de outras espécies nativas.

Dia 3 – Pedra Azul, Rota do Lagarto e sabores da serra

No terceiro dia, o roteiro segue em direção a Pedra Azul. Uma das formas mais conhecidas de percorrer a região é pela Rota do Lagarto, estrada cercada por paisagens montanhosas, propriedades rurais, restaurantes e pequenos produtores.

O Parque Estadual da Pedra Azul é uma das principais paradas. Dependendo do planejamento e das condições de visitação, é possível incluir trilhas pelo parque e atividades nos arredores, como passeios a cavalo e experiências ligadas ao agroturismo, incluindo a colheita de morangos durante a época de produção.

Para quem pretende dividir a viagem entre duas hospedagens, este pode ser o momento de seguir para o Rabo do Lagarto,




utilizando Pedra Azul como base para os próximos passeios.

A gastronomia merece espaço no roteiro. No final da Rota do Lagarto está o Quadrado de São Paulinho, que reúne cerca de 20 empreendimentos ao longo de aproximadamente sete quilômetros. Restaurantes, cafés, chocolaterias, cervejarias e produtores artesanais mostram uma vertente da serra que vem ganhando força nos últimos anos.

                           Chacau
                                 


Entre as possibilidades estão o Restaurante Túia, o Café Alice, os chocolates bean to bar da Ocakau, a gelateria Le Gustto e a Cervejaria Azurra. Outra parada é o Alecrim Restaurante, comandado pela chef Cecília Cunha, que combina produtos locais com referências de diferentes cozinhas. O trabalho também deu origem à Lab Kombucha, produzida na região.

                 Alecrim Restaurante



Para encerrar o dia, a Ronchi Beer oferece cervejas artesanais em um espaço de frente para a Pedra Azul.


Dia 4 – Forno Grande revela outra paisagem das montanhas

O quarto dia pode ser dedicado ao município de Castelo e ao Parque Estadual do Forno Grande, onde está o segundo ponto mais alto do Espírito Santo, a 2.039 metros de altitude.


A unidade de conservação reúne diferentes possibilidades de passeio, entre cachoeiras, piscinas naturais, formações rochosas e trilhas. Há alternativas para visitantes interessados em percursos mais leves e também opções de maior dificuldade para quem busca uma experiência de aventura.

Entre os atrativos estão os Poços Amarelos, a Cachoeira do Forno Grande e mirantes naturais que revelam o conjunto montanhoso da região. Para os mais preparados, as trilhas de maior duração oferecem uma perspectiva diferente da serra e ajudam a mostrar por que o eixo entre Pedra Azul e Forno Grande é considerado estratégico para a conservação da Mata Atlântica no Espírito Santo.

O passeio complementa as experiências dos primeiros dias ao apresentar outro ambiente dentro do mesmo corredor ecológico, unindo altitude, floresta, água e formações rochosas.

Dia 5 – Cultura e herança europeia em Domingos Martins

Depois de quatro dias com forte presença de natureza e gastronomia, o último pode ser reservado à história e à cultura regional em Domingos Martins, município marcado pela imigração europeia, especialmente alemã.

No centro da cidade, a Praça Dr. Arthur Gerhardt e a Rua do Lazer concentram parte das atrações, além de bares, restaurantes, lojas e construções que ajudam a contar a formação do município.

O passeio também permite compreender outra característica das Montanhas Capixabas: a maneira como as tradições trazidas por imigrantes alemães e italianos se combinaram com agricultura, produção artesanal e ingredientes cultivados na própria serra, formando uma identidade que hoje aparece tanto na gastronomia quanto no agroturismo.

Ao combinar a experiência em Vargem Alta com dias em Pedra Azul e passeios por Castelo e Domingos Martins, o viajante tem a oportunidade de descobrir uma região que não depende apenas de seu cartão-postal mais famoso. As Montanhas Capixabas se revelam como um território de biodiversidade, sabores e histórias que merece ser explorado com tempo.

 

Eco Lodge Natureza - naturezaecolodge.com.br

Pousada Rabo do Lagarto - rabodolagarto.com.br

Reserva Kaetés - reservakaetes.com.br 

Parque Estadual do Forno Grande - iema.es.gov.br/PEFG 

Restaurante Tuia - @tuia_gastronomia_arte 

Ocakau - @ocakau_ 

Alecrim Restaurante - @alecrimcozinhaartesanal 

Cervejaria Azzurra - @azzurracervejaria 

Ronchi Beer - @ronchibeer 

Gelateria Le Gustto - @gelatolegustto 




Hotel Monte Real Monte Real reúne lazer e gastronomia no feriado de 7 de setembro

 



O feriado da Independência pode ser uma oportunidade para aproveitar alguns dias de descanso em Águas de Lindóia, no Circuito das Águas Paulista. Entre 4 e 7 de setembro de 2026, o Hotel Monte Real contará com uma programação especial que combina atividades para crianças e adultos, gastronomia, música e momentos de lazer dentro e fora do empreendimento.



Localizado em frente à Praça Adhemar de Barros, no centro da cidade, o hotel oferece pacotes com mínimo de três diárias e três refeições por dia (café da manhã, almoço e jantar). A programação foi organizada para que famílias possam alternar períodos de descanso com atividades recreativas, esportivas e culturais ao longo do feriado.

Para as crianças, estão previstos: Jantar do Cabelo Maluco, lanchinho da tarde e brinquedos infláveis, além da recreação especializada, disponível para hóspedes a partir dos quatro anos. Adolescentes e adultos também contam com atividades conduzidas pela equipe de recreação durante a estadia.

A agenda esportiva inclui hidroginástica, enquanto a Oficina de EcoBag propõe uma atividade criativa para os participantes. Entre as experiências que podem ser aproveitadas em família estão uma caminhada pela cidade, sessões de cinema e Karaokê Night Show.


Música, gastronomia e atividades na piscina - 
A programação do feriado também reserva espaço para atividades próximas às piscinas. Uma das atrações será a Manhã Boteco com Música, acompanhada de uma competição de caipirinha. Na gastronomia, os hóspedes poderão aproveitar ainda a tradicional feijoada do hotel.

À noite, o Pub Inglês recebe música ao vivo e funciona como ponto de encontro para quem pretende encerrar o dia com café, drinks e momentos de convivência.

Além das atividades preparadas especialmente para o período, o pacote inclui acesso à estrutura regular de lazer do Monte Real. O hotel possui nove piscinas de água natural, sendo seis tropicais ao ar livre e três cobertas e aquecidas, uma delas com hidromassagem de grandes dimensões.

A infraestrutura conta ainda com quatro saunas, quadras de vôlei, basquete e futebol de salão, quatro quadras de tênis, duas de squash, academia ao ar livre, brinquedoteca, salões de jogos, sala de carteado e sala de ginástica.

Para mais informações e reservas, acesse: montereal.com.br.

BH recebe Exposição Nacional do Cavalo Campolina

 




A capital miniera está em um grande momento de realização de eventos, movimentando diversos setores da economia, hotéis, restaurantes, comércio em geral. 

O Parque de Exposições da Gameleira, em Belo Horizonte, sedia entre os dias 30 de agosto e 7 de setembro , a 46ª Exposição Nacional do Cavalo Campolina. O evento celebra os 75 anos da raça e reúne negócios, competições técnicas, música ao vivo e opções de lazer para a família, com entrada totalmente gratuita.

 

Desenvolvido em Minas Gerais no final do século XIX, o cavalo Campolina destaca-se pelo porte imponente, temperamento dócil e conforto na marcha. A exposição marca o aniversário oficial da raça e reforça a relevância da equinocultura no PIB do agronegócio brasileiro, setor que movimenta milhões de reais e gera empregos diretos e indiretos por meio da criação e do melhoramento genético.


Considerado o principal encontro anual para investidores e criadores, a feira promove leilões de elite ao longo de nove dias. A passarela da Gameleira serve de vitrine para a comercialização de animais de alto padrão genético, óvulos e coberturas, impulsionando o mercado nacional da raça.

 

Na pista principal, ocorrem os julgamentos de marcha e morfologia. Juízes especializados avaliam a estrutura e o andamento dos melhores exemplares do país.


Programação cultural e lazer familiar

Além da agenda de negócios, o evento oferece atrações culturais e espaços voltados ao público geral:

Música ao vivo: shows diários com atrações a serem anunciadas. No primeiro domingo (30/08), as apresentações ocorrem às 17h e 19h. Na quarta-feira (02/09), após a abertura às 19h, há shows às 21h e 23h. Quinta e sexta-feira (03 e 04/09) contam com apresentações às 19h e 21h. No último fim de semana (05 e 06/09), os shows acontecem às 18h e 20h.


Pista da Família: espaço infantil com cavalos disponíveis para passeios gratuitos, promovendo o contato direto e seguro das crianças com os animais.

 Gastronomia: praça de alimentação completa com opções variadas.

 Entrada: Gratuita

Avenida Rebouças se consolida como novo eixo da hotelaria premium em São Paulo




 Nos últimos anos, a Avenida Rebouças passou por uma transformação que vai além da paisagem urbana. Conhecida por conectar dois dos principais polos empresariais de São Paulo, a Avenida Paulista e a região da Faria Lima, a via vem atraindo novos escritórios, projetos imobiliários de alto padrão, serviços, gastronomia e hotéis. É o caso do recém-inaugurado Grand Mercure São Paulo Pinheiros, que faz parte do portfólio de marcas premium da Accor, grupo líder mundial em hospitalidade, reforçando a consolidação da região como um novo endereço de negócios e hospedagem na capital.

O movimento está relacionado à renovação imobiliária iniciada após mudanças no Plano Diretor Estratégico de São Paulo de 2016. Enquadrada como Zona Eixo de Estruturação da Transformação Urbana (ZEU), a avenida passou a contar com incentivos ao adensamento e à implantação de projetos de uso misto próximos ao transporte público.

Além disso, a expansão corporativa também ajuda a explicar a mudança. Empresas como Nubank, Stone e Netflix já escolheram a região para seus escritórios, enquanto a Amazon anunciou sua mudança para a Rebouças. A proximidade com a Faria Lima, onde os custos imobiliários estão entre os mais elevados da cidade, ampliou a procura por novos endereços corporativos no entorno.

Dados da JLL Brasil mostram a velocidade desse processo. Com 51.825 m² de estoque corporativo, a região registrou queda da taxa de vacância de 29,9% no primeiro trimestre de 2025 para 14,8% no segundo trimestre do mesmo ano.

O avanço dos escritórios cria, por consequência, demanda por hospedagem próxima aos locais de trabalho, principalmente entre executivos, participantes de reuniões e eventos corporativos e profissionais que permanecem alguns dias na cidade. Ao mesmo tempo, a localização entre Pinheiros, Jardins, Vila Madalena e Avenida Paulista amplia o interesse de quem viaja a São Paulo a lazer.



“O Grand Mercure São Paulo Pinheiros está inserido diretamente nesse novo momento da avenida Rebouças. Ele conta com uma localização estratégica, de fácil acesso ao metrô e próximo a importantes áreas empresariais, gastronômicas e culturais da cidade. Com isso, nós proporcionamos aos nossos hóspedes a possibilidade de concentrar compromissos profissionais e de lazer em uma mesma região”, comenta o Gerente Geral do Grand Mercure São Paulo Pinheiros, Matheus Cunha.


A unidade conta com 170 acomodações e estrutura voltada tanto às viagens de negócios quanto às estadias de lazer. Entre os serviços disponíveis estão restaurante, academia, serviço de quarto e café da manhã em buffet. A proposta combina também o padrão internacional da marca Grand Mercure com referências à cultura e à identidade paulistana. 



A poucos minutos do hotel estão a Rua dos Pinheiros, a Vila Madalena, a Avenida Paulista e diferentes equipamentos culturais e gastronômicos da capital.

Da gastronomia de Pinheiros aos museus da Paulista

A Rua dos Pinheiros concentra bares, restaurantes, cafés e lojas e se consolidou como um dos principais corredores gastronômicos de São Paulo. Nas proximidades também está o Instituto Tomie Ohtake, que recebe exposições de arte, arquitetura e design ao longo do ano.

Outro destino próximo é a Vila Madalena, também lembrada pela concentração de bares, restaurantes, galerias e espaços culturais. A região ainda abriga o Beco do Batman, um dos endereços mais conhecidos da cidade quando o assunto é arte urbana.

Seguindo em direção à Avenida Paulista, os visitantes encontram o MASP e uma programação que inclui centros culturais, livrarias, cinemas e exposições. Para quem busca atividades ao ar livre, o Parque Ibirapuera também pode ser acessado em poucos minutos de carro.

Já o Shopping Eldorado, localizado próximo ao eixo da Faria Lima e da Marginal Pinheiros, amplia as alternativas de compras, alimentação e serviços na região.

Essa combinação entre escritórios, gastronomia, cultura e mobilidade ajuda a transformar a Rebouças em uma opção de hospedagem não apenas para quem tem compromissos profissionais nas proximidades, mas também para visitantes interessados em explorar diferentes bairros da capital a partir de um ponto central.

Aos poucos, a Avenida Rebouças deixa de funcionar apenas como uma ligação entre Paulista e Faria Lima e passa a se consolidar como um endereço de permanência, negócios, serviços, gastronomia e turismo em São Paulo.

Sobre Grand Mercure - Grand Mercure Hotels & Resorts convida os seus hóspedes a Discover Local Grandly, celebrando a riqueza das culturas locais por meio de estadias sofisticadas que combinam tradição, elegância e autenticidade. Enraizada na alma de cada destino, cada experiência Grand Mercure é concebida para despertar os sentidos e honrar o patrimônio regional. De rituais cuidadosamente elaborados e sabores atemporais a narrativas artísticas e conexões humanas calorosas, cada momento se torna uma homenagem ao lugar, às pessoas e ao propósito. Unindo padrões internacionais com o espírito singular do local, Grand Mercure oferece uma experiência de hospitalidade premium que é ao mesmo tempo profundamente local e generosamente grandiosa. Com mais de 80 endereços em mais de 10 países, os destinos emblemáticos incluem Grand Mercure Mysuru na Índia, bem como  Grand Mercure Belém do Pará e Grand Mercure Rio de Janeiro Copacabana no Brasil. Grand Mercure faz parte da Accor, grupo líder mundial em hospitalidade com mais de 5.800 propriedades em mais de 110 países, e é uma marca participante da ALL Accor, plataforma de reservas e programa de fidelidade que oferece acesso a uma ampla variedade de recompensas, serviços e experiências.

grandmercure.com | all.com | group.accor.com 

Fórum Nacional de Turismo Religioso amplia sua influência e inspira novos caminhos pelo Brasil


                                       

Turismólogo e especialista Sidnésio Moura

O turismo religioso brasileiro vive um importante movimento de amadurecimento. Além das peregrinações, festas, santuários, caminhos e manifestações de fé que mobilizam milhões de pessoas, cresce também a compreensão de que o segmento precisa de governança, planejamento, formação, mercado e diálogo permanente entre aqueles que fazem parte dessa atividade.

Muito desse debate ganhou espaço nacional a partir do Fórum Nacional de Turismo Religioso, iniciativa criada em 2015 e que, em 2026, chega à sua oitava edição. Sob a liderança do turismólogo e especialista Sidnésio Moura, o encontro construiu uma identidade singular no cenário brasileiro ao reunir, exclusivamente em torno do Turismo Religioso, lideranças religiosas, o poder público, a iniciativa privada, a academia, destinos, santuários e o trade turístico.

Essa característica fez do Fórum a única bússola do Brasil apontada exclusivamente para o turismo religioso. Mais do que uma vitrine de destinos e experiências, tornou-se um ambiente próprio de discussão técnica, científica e de mercado do segmento, criando conexões entre quem acolhe o peregrino, quem administra os destinos, quem pesquisa, quem estrutura políticas e quem transforma experiências em produtos turísticos.

Uma construção que alcançou as cinco regiões

A atuação ganhou nova dimensão com os Fóruns Regionais de Turismo Religioso Norte, Nordeste, Centro-Oeste, Sudeste e Sul, que integram a estrutura própria concebida a partir do Fórum Nacional e também têm Sidnésio Moura à frente de sua articulação.

A regionalização permite aproximar a discussão das diferentes realidades brasileiras sem perder a unidade nacional. Afinal, cada região possui suas próprias peregrinações, manifestações religiosas, patrimônios, comunidades e desafios. O objetivo não é simplesmente reproduzir um evento, mas criar espaços especializados capazes de aproximar Igreja, turismo, poder público, iniciativa privada, academia e sociedade em cada território.

O exemplo mais recente ocorreu no Espírito Santo, com o Fórum Regional Sudeste de Turismo Religioso (FORSETUR). Realizado entre 11 e 13 de agosto, o encontro reuniu representantes dos quatro estados do Sudeste e contou com a correalização do SEBRAE/ES e do Sistema Fecomércio-ES, por meio do Sesc e do Senac. A participação dessas instituições fortaleceu tanto a estrutura do encontro quanto a acolhida e a logística necessária para receber palestrantes e participantes, permitindo ao Espírito Santo exercer com excelência o papel de destino anfitrião.

O resultado mostrou a força da proposta regional: além de palestras e discussões, o FORSETUR trabalhou a governança, a inovação, o mercado, a espiritualidade, a integração dos destinos e as experiências no próprio território capixaba, fazendo com que o evento também se transformasse em um instrumento de promoção do Turismo Religioso do estado.

O debate começa a ganhar novos territórios

Paralelamente à expansão dos Fóruns Regionais, outro movimento chama a atenção: novos encontros dedicados ao Turismo Religioso vêm surgindo em diferentes municípios brasileiros.

Em julho, Passos, em Minas Gerais, realizou o 1º Fórum de Turismo Religioso de Passos e Região, promovido pelo Sebrae Minas e pela administração municipal. O encontro reuniu especialistas, empreendedores, lideranças religiosas e gestores para discutir temas como governança, políticas públicas, hospitalidade, marketing e estruturação de produtos. Sidnésio Moura foi um dos convidados para conduzir, justamente, a discussão sobre governança aplicada ao turismo religioso no evento.

Em São Paulo, Laranjal Paulista também prepara um encontro dedicado ao segmento. São movimentos locais, construídos a partir das necessidades e características de seus próprios territórios, que demonstram algo maior: a discussão sobre Turismo Religioso, antes concentrada em poucos espaços especializados, começa a conquistar novos ambientes pelo Brasil.

Essa movimentação deve ser celebrada. Quanto mais destinos compreenderem a necessidade de discutir profissionalmente suas potencialidades religiosas, envolver suas lideranças e organizar seus produtos, mais fortalecido estará o Turismo Religioso brasileiro.

Identidade própria e uma influência que ultrapassa o evento

Nesse cenário, é importante compreender a singularidade da construção formada pelo Fórum Nacional de Turismo Religioso e pelos Fóruns Regionais do Norte, Nordeste, Centro-Oeste, Sudeste e Sul. Trata-se de uma estrutura própria, com identidade, trajetória e direcionamento exclusivamente dedicados ao segmento.

Os encontros que começam a surgir nos municípios seguem suas próprias organizações, propostas e realidades territoriais. O fato relevante é perceber que o crescimento dessas iniciativas ocorre justamente em um momento em que o Turismo Religioso conquistou maior espaço de discussão e passou a ser tratado com mais atenção sob as perspectivas da governança, da formação e do desenvolvimento dos destinos.




É uma demonstração positiva de que uma discussão iniciada nacionalmente pode ganhar novos sotaques, formatos e protagonistas quando chega aos territórios.

2027 ampliará a presença dos Fóruns Regionais

A expansão continuará no próximo ano. A agenda de 2027 prevê novas edições dos Fóruns Regionais Sul, Sudeste, Centro-Oeste e Nordeste, fortalecendo a presença territorial dessa construção e ampliando a integração entre as regiões.

As datas e os destinos anfitriões serão anunciados durante a 8ª edição do Fórum Nacional de Turismo Religioso, que acontecerá de 24 a 26 de novembro, em Congonhas, Minas Gerais.

Será um momento importante não apenas para apresentar o calendário seguinte, mas também para reunir novamente o Brasil em torno de uma agenda dedicada exclusivamente ao segmento.

Congonhas será o ponto de encontro do Turismo Religioso no Brasil em 2026

Quando o Fórum Nacional chegar a Congonhas, encontrará um cenário bastante diferente daquele em que a iniciativa nasceu. Hoje, o turismo religioso ocupa mais espaço nas discussões; novos destinos começam a olhar para sua governança e encontros locais aparecem em diferentes partes do país.

Isso ajuda a dimensionar a contribuição de uma iniciativa que, desde sua origem, escolheu olhar exclusivamente para esse segmento.

Em novembro, Congonhas será a grande vitrine dessa construção, reunindo lideranças religiosas, destinos, santuários, gestores, academia e mercado, além de convidados internacionais. Será também o espaço onde a próxima etapa dos Fóruns Regionais começará a ser apresentada ao Brasil.

Depois de anos apontando exclusivamente para o Turismo Religioso, o Fórum Nacional mostra que uma bússola pode fazer mais do que indicar uma direção.


Minas Gerais é o estado mais lembrado por se comer bem

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