terça-feira, 17 de março de 2026

Aeroporto Internacional de Belo Horizonte com 6 voos diretos para o exterior


 Voo inaugural pousando no Uruguai
 Agencia Quatromanos
 
O Aeroporto Internacional de Belo Horizonte vem aumentando seus voos internacionais com 6 destinos internacionais e mais de 70 voos nacionais, sendo destaque entre os aeroportos do Brasil. 

O BH Airport empresa que administra  o aeroporto espera receber mais de 1,1 milhão de passageiros até o fim de março,  um aumento de quase 5% em comparação com o mesmo período de 2025. O volume representa um crescimento de 25,5% em relação a março de 2024. Quando comparado a 2023, o aumento é ainda maior: 30,3%. Entre pousos e decolagens, serão mais de 9,4 mil operações de aeronaves, impulsionadas pelo aumento de frequência para destinos domésticos e internacionais. Para a Cidade do Panamá, serão adicionadas três frequências semanais a partir de do dia 5 de julho, e as passagens já estão disponíveis para venda, com voos diretos partindo do BH Airport às 8h15 e 13h05, às segundas, quartas e sábados, e retorno às 22h10 e 6h55, aos domingos, terças e sextas.
 
Em março, os voos operados pela Azul para Curitiba (PR) e Vitória (ES) ganham mais uma partida diária, assim como Congonhas (SP), com operação da Latam. O destaque deste mês é a expansão da malha aérea internacional, com a inauguração da rota direta para Montevidéu, no Uruguai, ampliando as conexões de Minas Gerais com a América do Sul. Partindo do BH Airport, as decolagens acontecem às 10h, às quartas e domingos, chegando às 13h25 no Uruguai. As partidas do Aeroporto Internacional de Carrasco são às 15h15, nos mesmos dias, chegando ao BH Airport às 18h40. O destino é operado pela Azul, em aeronaves Embraer E2, com capacidade para transportar até 136 pessoas.


César Grandolfo (Azul), Bárbara Botega (Secult) Bruno Casimiro (Belotur), Luís Darío (Consulado do Uruguai), Rodrigo Tavares (Invest Minas) e Fabiano Reis (BH Airport)   foto:Divulgação BH Airport

 
“Em pouco mais de três horas de voo, aproximamos mercados, fomentamos o turismo e potencializamos o ambiente de negócios entre Minas e o Uruguai, gerando impactos positivos para diversos setores da economia. O terminal uruguaio está localizado a cerca de 20 km do centro de Montevidéu e se destaca como a principal porta de entrada e saída de voos internacionais para o país. Atuamos de maneira estruturada para fortalecer o nosso terminal como um hub de conexões com o Brasil e o exterior. A entrada de Montevidéu nesse portfólio evidencia o trabalho consistente que desenvolvemos para aumentar a oferta de voos para os passageiros e reforça o nosso compromisso com o crescimento sustentável”, sublinha o diretor de Operações do BH Airport, Rodrigo Côrtes.



César Grandolfo - diretor de Relações Institucionais da Azul Linhas Aéreas, Ana Claudia Caram - Subsecretaria de Turismo, ⁠Claudia Peris - Subsecretaria de Transporte y Obras Públicas, ⁠Matías Carluccio - Gerente Comercial Aeropuertos Uruguay e ⁠Cristian Pos - Director Nacional de Turismo   foto: Agencia Quatromanos

TURISMO E NEGÓCIOS EM EXPANSÃO - Em março, seis destinos internacionais são contemplados com voos diretos partindo do BH Airport: Lisboa (Portugal), Orlando (EUA), Cidade do Panamá (Panamá), Santiago (Chile), Buenos Aires (Argentina) e Montevidéu (Uruguai), reconhecida pela gastronomia e pelos vinhos. Moderna e dotada de infraestrutura turística, a capital uruguaia também é um importante polo de negócios. “Minas Gerais tem muito a oferecer em termos de investimentos e parcerias, e acreditamos que esse voo é o primeiro passo para estreitar ainda mais as relações entre os dois territórios, tanto no turismo quanto nos negócios”, celebra o cônsul do Uruguai em Belo Horizonte, Luís Darío Ávila Mendina.
 
“Essa é mais uma conexão mundial e mais um ativo importantíssimo e estratégico da internacionalização de Minas Gerais. Ainda nesse primeiro semestre, iremos realizar uma ação promocional do destino Minas Gerais em Montevidéu, no Uruguai, levando a gastronomia mineira e todos os incríveis atributos do nosso estado, apresentando a nossa capital Belo Horizonte, além de capacitar agentes de turismo uruguaios para que a viabilidade desse voo se mantenha perene e possamos trazer muitos passageiros com essa nova rota”, garante a secretária de Estado de Cultura e Turismo de Minas Gerais, Bárbara Botega.
 
“Além de conectar Belo Horizonte a Montevidéu, estamos conectando também outros estados e o interior de Minas, que contam com voos regionais partindo do BH Airport, como Salinas, Teófilo Otoni, Montes Claros, Patos de Minas, Araxá e diversas outras cidades. Essa rota consolida o papel do governo de Minas em apoiar, estar presente e andar de mãos dadas com o BH Airport e as companhias para fortalecer o setor aéreo no estado, ampliar a oferta de rotas internacionais e tornar Minas cada vez mais conectada com outros estados e com o mundo”, afirma o diretor-presidente da Invest Minas, Rodrigo Tavares.
 
“Ao ligar Minas Gerais a Montevidéu, criamos uma oportunidade de trazer os uruguaios para conhecer as riquezas do estado, estimulando o turismo e os negócios, além de oferecer um atalho para que eles se conectem a diversos destinos brasileiros a partir do BH Airport. Da mesma forma, abrimos uma nova porta para os mineiros e passageiros de todo o país que passam por Belo Horizonte conhecerem as maravilhas do Uruguai. O BH Airport é um dos nossos principais hubs no país, com cerca de 110 voos diários, conectando Belo Horizonte a destinos em todo o Brasil”, avalia o diretor de Relações Institucionais da Azul Linhas Aéreas, Cesar Grandolfo.
 
NOVA ROTA PARA SANTARÉM A partir do dia 1º de setembro, o BH Airport contará com mais um voo doméstico direto, ampliando a conectividade entre o Norte e o Sudeste do Brasil: a operação da Azul para Santarém (PA), com seis voos semanais. Partindo do BH Airport, as decolagens serão às terças, quintas e sábados, às 22h15, com chegada à cidade paraense às 1h45. De Santarém, as partidas serão às quartas, sextas-feiras e domingos, às 2h25, com pouso previsto em às 5h55 na capital mineira. As vendas já estão disponíveis nos canais oficiais da Azul. As operações serão realizadas em aeronaves Airbus A320, com capacidade para até 174 passageiros.

 
AUMENTO NO NÚMERO DE FREQUÊNCIAS EM 2026
Por companhia aérea
Azul:
- Curitiba: 3➔4 partidas por dia | a partir de março/2026
- Fortaleza: 2➔3 partidas por dia | a partir de maio/2026
- Porto Velho: 3➔7 partidas por semana | a partir de abril/2026
- Vitória: 4➔5 partidas por dia | a partir de março/2026
- Porto Alegre: 2➔3 partidas por dia | a partir de janeiro/2026
- Campo Grande: seis vezes por semana | a partir de abril/2026
- Montevidéu: dois voos semanais | a partir de março/2026
- Santarém: três voos por semana| a partir de setembro/2026
- Rio Branco: 4➔7 partidas por semana | a partir de setembro/2026
- Barreiras: 1➔2 partidas por dia | a partir de setembro/2026
 
LATAM:
- São Paulo/Congonhas: 7➔8 partidas por dia | a partir de março/2026
- Fortaleza: voos diários | a partir de julho/2026
 
Gol:
- São Paulo/Congonhas: 7➔8 partidas por dia | a partir de abril/2026
- Carajás: 5➔7 partidas por semana | a partir de abril/2026
- Rio de Janeiro/Galeão: 4➔5 partidas por dia | a partir de abril/2026
- Salvador: 2➔3 partidas por dia | a partir de abril/2026




Com localização estratégica e um dos principais hubs do país, o BH Airport atende cerca de 70 destinos nacionais e internacionais. Desde 2014, o aeroporto é administrado por uma concessão, formada pela Motiva, uma das maiores companhias de concessão de infraestrutura da América Latina, e por Zurich Airport, operador do Aeroporto de Zurich, o principal hub aéreo da Suíça e considerado um dos melhores aeroportos do mundo, além da Infraero, estatal com experiência de mais de 50 anos na gestão de aeroportos no Brasil. 
 
 

Palácio das Artes apresenta a Orquestra Sinfônica de Minas Gerais e Coral Lírico de Minas Gerais com o célebre “Réquiem” de Mozart

                  

Maestro André Brant e Orquestra Sinfônica



O ano de 2026 marca os 270 anos de nascimento de Wolfgang Amadeus Mozart (1756-1791), um dos mais célebres compositores da música ocidental. Para iniciar as comemorações, a Orquestra Sinfônica (OSMG) e o Coral Lírico de Minas Gerais (CLMG) interpretam, no dia 25 de março, o “Réquiem”, última obra da consagrada carreira do autor austríaco.  O concerto, no Grande Teatro Cemig Palácio das Artes, começa às 20h, e será regido pelo maestro residente da OSMG, André Brant. Os solistas Andreia de Paula (soprano), Julia Solomon (mezzosoprano), Lucas Viana (tenor) e Sávio Sperandio (baixo) se unem ao Coral Lírico e à Orquestra Sinfônica de Minas Gerais na execução do “Réquiem”. Além da obra de Mozart, o programa contará também com peças do alemão Richard Wagner (1813-1883) e do francês Gabriel Fauré (1845-1924). Os ingressos custam R$30,00 a inteira e R$15,00 a meia-entrada, e podem ser adquiridos no totem e na bilheteria localizados no hall de entrada do Palácio das Artes, e na plataforma Sympla.

O “Réquiem em ré menor”, ou simplesmente “Réquiem” de Mozart, está entre os mais conhecidos do gênero. A obra é dividida em quatorze movimentos (partes), e foi deixada incompleta devido ao falecimento do compositor, em 1791, aos 35 anos de idade. Com a saúde já deteriorada, o autor acreditava estar compondo para seu próprio funeral. Mais de duzentos anos depois, a obra segue sendo admirada e performada ao redor do mundo. Antes, porém, da peça de Mozart, a OSMG vai apresentar duas outras que, segundo o maestro André Brant, dialogam bastante com o “Réquiem”. "Quase como um preâmbulo ao ‘Réquiem’, nós escolhemos o prelúdio do ato 1 da ópera ‘Lohengrin’, de Wagner, e ‘Cantique de Jean Racine’, de Fauré. As duas obras possuem o mesmo caráter, etéreo, místico, quase melancólico. Assim como o ‘Réquiem’ é uma oração pelos mortos, ‘Cantique de Jean Racine’ é uma oração ao próprio Deus, e a ópera ‘Lohengrin’ é uma espécie de culto ao sublime. Tanto em relação ao tema, mas principalmente em termos estéticos, selecionamos obras que vão trazer um certo ar de contemplação, para, aí sim, na segunda parte, ouvirmos o ‘Réquiem’ de Mozart”, explica Brant.


                                fotos:Paulo Lacerda

Coral Lírico de Minas Gerais

O concerto “Réquiem de Mozart” é realizado pelo Ministério da Cultura, Governo de Minas Gerais, Secretaria de Estado de Cultura e Turismo de Minas Gerais e Fundação Clóvis Salgado. As atividades da Fundação Clóvis Salgado têm a Cemig como mantenedora, Patrocínio Master do Instituto Cultural Vale e Grupo Fredizak, Patrocínio Prime do Instituto Unimed-BH, da Usiminas e Instituto Anglogold, Patrocínio Plus da Vivo, Patrocínio da ArcelorMittal e correalização da APPA – Cultura & Patrimônio. O Palácio das Artes integra o Circuito Liberdade, que reúne mais de 60 equipamentos com as mais variadas formas de manifestação de arte e cultura em transversalidade com o turismo. A ação é viabilizada por meio da Lei Estadual de Incentivo à Cultura e pela Lei Federal de Incentivo à Cultura. Vale-Cultura. Governo de Minas, aqui o trem próspera. Governo do Brasil, do lado do povo brasileiro.

Uma obra-prima envolta em mistérios –  O termo “réquiem” é usado para classificar obras litúrgicas utilizadas em cerimônias voltadas aos fiéis falecidos, costume que remonta à Idade Média. No caso da peça de Mozart, a composição da missa é repleta de incertezas e é tão obscura quanto sua temática. Há várias versões sobre como surgiu o pedido pela peça. A mais precisa historicamente relata que no ano de sua morte, enquanto trabalhava na ópera “A Flauta Mágica”, em Viena, e ao mesmo tempo terminava a encomenda de outra (“A Clemência de Tito”), Mozart recebeu o pedido de um visitante misterioso. Sabe-se hoje que a encomenda partiu do conde Von Walsegg, que tinha uma propriedade nos arredores de Viena. O nobre havia perdido a esposa e pretendia executar um réquiem em sua homenagem, dizendo que a obra era de sua autoria. Mozart começou a composição, mas uma febre reumática acabou por vitimá-lo.

Os relatos sobre a composição do “Réquiem” contam que, mesmo doente, Mozart continuou a escrever e, sentindo a morte iminente, deixou indicações verbais a seu aluno e amigo, Franz Xaver Süssmayr, de como ele deveria completá-la. Algumas versões indicam que o autor da peça ditou, no leito de morte, trechos a Süssmayr. Toda esta aura de obscuridade por trás da criação do “Réquiem” de Mozart apenas reforça o tema da peça, como explica o André Brant – cuja primeira experiência com a peça foi cantando-a em corais, e que agora rege, pela primeira vez, a OSMG na interpretação integral. “O ‘Réquiem’ de Mozart é uma das obras mais executadas pelas orquestras ao redor do mundo. Sempre que ele é feito o público lota o teatro. Essa peça é uma daquelas que carregam uma mística muito interessante, porque é quase como se fosse uma missa para o próprio compositor. Sua relevância, mesmo depois de mais de 200 anos, está muito ligada a essa carga dramática, algo que não é tão comum nas peças do Mozart. Ele foi um compositor genial, que escreveu mais de 600 obras, mas eu acredito que em poucas delas nós encontramos toda essa intensidade que o ‘Réquiem’ traz”, aponta o maestro.

O “Réquiem” de Mozart possui uma escrita coral fiel à tradição da Igreja, com fortes referências ao compositor alemão Johann Sebastian Bach (1685-1750). A primeira execução da peça aconteceu em janeiro de 1793, em Viena, em um concerto beneficente, organizado pelo barão Van Swieten para ajudar a família do compositor. Mais de 230 anos depois da estreia, a obra chega novamente ao Grande Teatro Cemig Palácio das Artes, prometendo a mesma beleza e impacto que encantam gerações. A mezzosoprano Julia Solomon, uma das solistas, ressalta que cantou o “Réquiem” no coro anteriormente, mas esta é a primeira vez que interpretará a obra como solista, e sua estreia solo no Palácio das Artes. “É uma alegria revisitar essa obra e explorá-la com mais profundidade. Conheço partes dela praticamente desde sempre. A música aparece em todos os lugares, e movimentos como o ‘Lacrimosa’ são especialmente reconhecíveis até os dias atuais — há uma razão para estarem em séries como ‘The Crown’ e ‘Peaky Blinders’”, enaltece Julia

A solista aponta que o “Réquiem” é uma obra que trata de temas universais e atemporais, como a mortalidade, a redenção, o julgamento e a esperança, refletindo uma jornada que todo ser humano inevitavelmente fará, e que por isso continua sendo tão significativa ainda hoje. “Essa obra também é um verdadeiro prazer de cantar, porque Mozart escreve de forma extraordinária para a voz”, continua Julia. “Mas, para mim, o maior desafio é incorporar o texto e interpretar as indicações da partitura como algo que nasce diretamente das palavras. No caso do ‘Réquiem’, há um desafio particular porque o texto está em latim. Mesmo sendo tecnicamente uma ‘língua morta’, é essencial trazê-la à vida de forma vívida, para que o significado das palavras possa ser comunicado ao público.  As pessoas podem esperar uma obra-prima arrebatadora — daquelas que não podem ser explicadas de forma intelectual; é algo que simplesmente precisa ser sentido”, destaca. Data: 25 de março de 2026 (quarta-feira)

Horário: 20h

Local: Grande Teatro Cemig Palácio das Artes

(Avenida Afonso Pena, 1537, Centro – Belo Horizonte)

Classificação indicativa: 10 anos

Valor dos ingressos: R$ 15,00 a meia-entrada e R$ 30,00 a inteira

Ingressos à venda no totem e na  bilheteria localizados no hall de entrada do Palácio das Artes e na plataforma Sympla.

Programa:

Richard Wagner – “Lohengrin: Prelúdio do Ato I”

Gabriel Fauré – “Cantique de Jean Racine”

Wolfgang Amadeus Mozart – “Réquiem em ré menor”

Fundação Clóvis Salgado abre mais de 300 vagas para cursos de extensão gratuitos do Cefart



A Fundação Clóvis Salgado (FCS) anuncia a abertura de inscrições para os cursos de extensão das Escolas de Artes Visuais, Dança, Música, Teatro e Tecnologia da Cena do Centro de Formação Artística e Tecnológica – Cefart. São mais de 300 vagas distribuídas em dezesseis cursos. O início das aulas será a partir do dia 13 de abril, de acordo com as datas de cada curso. Todas as atividades, bem como a inscrição no processo seletivo, são oferecidas de forma gratuita, e as inscrições vão até as 23h59 do dia 26 de março. A seleção para os cursos ofertados neste edital ocorre por meio de ordem de inscrição e dos pré-requisitos estabelecidos, com exceção de “Treinamento Físico Para Bailarinos: Teoria e Prática” e “Investigação do Movimento no Contexto das Artes Cênicas”, que necessitam de uma autodeclaração de experiência. Cada curso possui diferentes critérios de seleção, e a duração das atividades também varia.

 

Os Cursos de Extensão do Cefart têm o objetivo de democratizar o acesso ao conhecimento e caracterizam-se como uma categoria de ingresso a partir da qual os estudantes têm acesso a uma formação de curta duração, focada em competências e habilidades específicas.


Têm como objetivo atender às demandas dos candidatos que não possuem disponibilidade para cursarem integralmente os cursos regulares do Cefart, ou que desejam participar de forma mais pontual dos processos artístico-pedagógicos oferecidos pela instituição. O público-alvo varia de acordo com cada curso, bem como os pré-requisitos, que estão descritos detalhadamente no edital. Dúvidas, pedidos de recurso e outras demandas referentes ao processo seletivo podem ser encaminhadas ao email selecaocefart@palaciodasartes.com.br.

Os cursos de extensão do Cefart são realizados pelo Ministério da Cultura, Governo de Minas Gerais, Secretaria de Estado de Cultura e Turismo de Minas Gerais e Fundação Clóvis Salgado. As atividades da Fundação Clóvis Salgado têm a Cemig como mantenedora, Patrocínio Master do Instituto Cultural Vale e Grupo Fredizak, Patrocínio Prime do Instituto Unimed-BH e do Instituto Anglogold, Patrocínio Plus da Vivo, Patrocínio da ArcelorMittal e correalização da APPA – Cultura & Patrimônio. O Palácio das Artes integra o Circuito Liberdade, que reúne mais de 60 equipamentos com as mais variadas formas de manifestação de arte e cultura em transversalidade com o turismo. A ação é viabilizada por meio da Lei Federal de Incentivo à Cultura. Vale-Cultura. Governo do Brasil, do lado do povo brasileiro.

 

Cursos de Extensão do Cefart – Abril a Junho de 2026

 Investigação do Movimento no Contexto das Artes Cênicas - 25 vagas

Práticas corporais voltadas à investigação do movimento no contexto das artes cênicas, promovendo o diálogo entre corpo, música e presença em cena. A proposta tem como referência estudos do movimento e da dança contemporânea, articulados a elementos fundamentais da linguagem cênica, como ritmo, escuta, composição corporal, relação com o espaço e construção de estados de presença.

 

Oficina de Teatro Físico: Processos de Composição – 25 vagas

A oficina propõe a abordagem do Teatro Físico – caracterizado por Lúcia Romano como um “teatro do corpo manifesto”. No caso, a criação cênica se dá através do corpo-movimento, ao modo de desenhos, impulsos e vetores. A oficina se estrutura em dois planos simultâneos: o primeiro, contendo as bases estruturantes dessa linguagem (estudos de apoios, quedas e recuperações, ritmo e espaço, contato físico, improvisações e jogo); a segunda é o estudo das composições cênicas e seu processo de criação. Estará em foco a composição performativa e cênica, contando com as criações das pessoas participantes e compartilhamentos de trabalhos de ex-estudantes e estudantes atuais do Curso Técnico em Teatro do CEFART, sendo que algumas dessas pessoas poderão, a convite do professor, funcionar como monitoras da oficina.

 

Yin Yoga e Práticas Contemplativas – 12 vagas

 O curso apresenta elementos da prática da Yin Yoga e outras práticas contemplativas no fortalecimento da consciência corporal e Presença. A Yin Yoga tem uma característica mais passiva e introspectiva que desenvolve o cultivo da auto observação e do silenciamento interno. Se difere de outras práticas pelo maior tempo de permanência nas posições, o que permite ativar o trabalho sobre o tecido conjuntivo (fáscias, tendões e ligamentos). Tem como princípio o respeito ao próprio corpo, tendo ele como referência para desenvolvimento de suas potencialidades. Sua prática desenvolve flexibilidade e mobilidade articular, consciência corporal e relaxamento.

 

Corpo em Movimento – 25 vagas

 Estudos práticos para o desenvolvimento e ampliação do repertório corporal, a partir de proposições da Dança Contemporânea e da relação com ações cotidianas. O curso se propõe a promover a aproximação de pessoas que não praticam a dança (ou que sejam iniciantes) e tenham interesse em mover o corpo e explorar suas possibilidades, a partir da relação com ações cotidianas (caminhar, sentar, deitar, levantar, etc.). A ideia é partir desse repertório de ações e aprofundá-lo em exercícios individuais e coletivos que permitam a ampliação do repertório corporal e de uma maior apropriação do próprio corpo, percebendo suas potencialidades. As aulas irão contemplar propostas relacionadas à expressividade e consciência corporal, sensibilizações, jogos de atenção e prontidão, relação com o espaço, qualidades de movimento e criação.

 

Treinamento Físico para Bailarinos: Teoria e Prática – 20 vagas

 Curso teórico-prático visando o aprimoramento do sistema musculoesquelético para a melhora da performance e a prevenção das lesões na dança.

 

Conhecimentos Básicos de Fagote e Práticas de Grupo – 10 vagas

 Introdução ao fagote tem como proposta apresentar os elementos fundamentais necessários a performance do instrumento fagote, abordando a história do instrumento, mecanismos, montagem, desmontagem, higienização do fagote, postura, respiração, embocadura, dedilhados, estudos de métodos variados para o instrumento e repertório de diferentes períodos da história da música.

 

Figurino em Perspectiva: A história do calçado – 20 vagas

Os calçados exercem função simbólica determinante na cultura das aparências desde os tempos mais remotos. Neste curso, será apresentado um panorama histórico dos calçados, destacando os principais criadores e agentes legitimadores. Pretende-se, ainda, problematizar o uso dos calçados como um atributo de estratificação social.

 

Teatro Performativo: Corpo, Espaço e Luz – 20 vagas

 O curso propõe uma investigação prática sobre o teatro performativo a partir das relações entre corpo, espaço e luz, compreendendo esses elementos como operadores dramatúrgicos e não apenas como suportes técnicos da cena. O curso investiga a cena como acontecimento que tensiona o real e produz deslocamentos perceptivos. A prática será estruturada por exercícios de composição performativa, experimentações espaciais, criação de ações em diferentes ambientes e investigação da luz como campo dramatúrgico. A proposta culmina em composições performativas breves desenvolvidas pelos participantes, que exploram a dimensão do real como material de criação.

 

Da ideia ao projeto: elaboração de projetos culturais para leis de incentivo – 20 vagas

 O curso visa realizar um estudo teórico-prático da elaboração de projetos culturais voltados à inscrição em leis de incentivo, capacitando os alunos em relação à estrutura técnica de projetos culturais: apresentação, justificativa, objetivos, cronograma, planilha orçamentária, comunicação, equipe, acessibilidade e público-alvo.


Fundamentos da Cor – 20 vagas

 O curso explora o universo das cores desde seus fundamentos técnicos (sistemas aditivo e subtrativo) até suas dimensões simbólica e psicológica. O conteúdo abrange as propriedades da cor, o uso do círculo cromático e as relações de contraste e harmonia. Por meio de exercícios de percepção, os participantes desenvolvem noções para a leitura e a aplicação da cor em diferentes contextos da cultura visual. Estudo das dimensões física, fisiológica e cultural da cor. Investigação dos sistemas de síntese aditiva (luz) e subtrativa (pigmento). Análise do círculo cromático, propriedades da cor (matiz, valor e saturação) e fenômenos de interação e contraste. Exploração das harmonias cromáticas e da dimensão simbólica/psicológica das cores na arte e na cultura visual. Práticas de sensibilização e aplicação do repertório cromático em contextos diversos.

 

Panorama Histórico das Artes Visuais em Belo Horizonte: Século XX – 30 vagas

Curso teórico introdutório sobre a formação e o desenvolvimento das artes visuais em Belo Horizonte ao longo do século XX. Serão abordados artistas, obras, espaços expositivos e eventos que contribuíram para a consolidação do campo artístico local. A formação da cidade: os primeiros artistas e eventos artísticos. Emergência do Modernismo: as Exposições de Arte Moderna de 1936 e 1944, o Complexo Moderno da Pampulha e a Escola de Guignard. Alunos de Guignard: obras e trajetórias. Novas linguagens: décadas de 1960 e 1970. Tendências contemporâneas: décadas de 1980 e 1990

 

Poéticas da Imagem: conversas sobre fotografias e narrativas visuais - Núcleo de Estudos e Experimentação da Imagem (NEEXI) – 20 vagas

A imagem habita a cultura contemporânea como linguagem, memória e poesia. Compreender suas transformações é caminho essencial para quem deseja experimentar as Artes Visuais em sua potência crítica e sensível. O NEEXI (Núcleo de Estudos e Experimentação da Imagem), um espaço que articula teoria e prática, técnica e invenção, documento e fabulação, acolhe a experimentação como gesto poético e a documentação como matéria para futuras investigações. Nesse contexto, surge o curso "Poéticas da Imagem: conversas sobre fotografias e narrativas visuais", um convite a explorar a fotografia como experiência poética, dos princípios básicos da imagem à criação de narrativas autorais e colaborativas.

A gravura e sua história – 20 vagas

Curso teórico sobre o panorama da gravura tradicional desde suas origens e seu percurso pelo mundo até chegar e se concretizar como linguagem artística no Brasil.


Desenho Artístico para Iniciantes - 20 vagas

 Introdução aos princípios teóricos, práticos e conceituais do desenho. Experimentação de técnicas, materiais e suportes. Investigação processual sobre a representação do objeto como modelo. Com o curso Desenho Artístico para Iniciantes, o estudante vai aprender as principais técnicas de desenho de observação, a partir de objetos comuns do cotidiano, além de conhecer quais são os materiais básicos para começar. As aulas serão presenciais, com atividades e tutoriais elaborados para aperfeiçoar o desenho através da prática, sempre com o acompanhamento e o retorno da professora. O curso inclui aulas sobre os artistas, a história e os conceitos por trás do desenho artístico.


Arquitetura Icônica de Belo Horizonte - 25 vagas

 Abordagem dos estilos arquitetônicos que se manifestaram em Belo Horizonte, desde a fundação da cidade até os últimos tempos. O planejamento da nova capital mineira será abordado apontando sua influência na arquitetura da cidade. O enfoque será dado na plasticidade e nas características arquitetônicas dos principais edifícios, onde serão apresentados sua arquitetura e contexto histórico e social de seu tempo. Com abordagem histórica este curso pretende apresentar a arquitetura icônica de Belo Horizonte.


Arquitetura Colonial Mineira - 25 vagas

Urbanização nas vilas e cidades coloniais mineiras, destacando as mudanças e permanências das habitações e dos modos de vida, bem como as técnicas e os materiais utilizados para a concepção da arquitetura colonial. Com enfoque também voltado para a plasticidade e condicionantes sociais e econômicas que moldaram a arquitetura religiosa, este curso pretende apresentar a arquitetura colonial mineira.

                        fotos:Paulo Lacerda


CEFART – O Centro de Formação Artística e Tecnológica – Cefart, da Fundação Clóvis Salgado, é responsável por promover a formação em diversas linguagens no campo das artes e em tecnologias do espetáculo. Referência em formação artística, o Cefart possui amplo e inovador Programa Pedagógico para profissionalizar e inserir jovens talentos no mercado de trabalho da cultura e das artes. Diversas gerações de artistas e técnicos foram formadas ao longo dos quase 50 anos de atividades, com forte impacto no fazer artístico de Minas Gerais.  São oferecidas, gratuitamente, oportunidades democráticas de acesso à formação cultural diversa, por meio de Cursos Técnicos, Básicos, de Extensão e Complementares, com grande repercussão social.

 Com a missão de fomentar a criação, a formação, a produção e a difusão da arte e da cultura em Minas Gerais, a Fundação Clóvis Salgado (FCS) é vinculada à Secretaria de Estado de Cultura e Turismo de Minas Gerais (Secult). Artes visuais, cinema, dança, música, ópera e teatro integram a ampla programação desenvolvida nos espaços sob sua gestão, como o Palácio das Artes, a CâmeraSete – Casa da Fotografia de Minas Gerais e a Serraria Souza Pinto. A Fundação também é responsável pela gestão dos corpos artísticos — Orquestra Sinfônica de Minas Gerais, Coral Lírico de Minas Gerais e Cia de Dança Palácio das Artes — além do Cine Humberto Mauro, das Galerias de Arte e do Cefart. Em 2026, ao celebrar os 55 anos do Palácio das Artes, a FCS amplia suas ações para todas as artes e todos os públicos, reafirmando seu compromisso com a democratização cultural. Palácio das Artes – 55 anos: ontem, hoje, sempre. A arte é o espaço do encontro.

Fundação Clóvis Salgado abre mais de 300 vagas para cursos de extensão gratuitos do Cefart

 

Prazo para inscrições vai até 26 de março; cursos incluem desenho artístico, oficina de teatro, curso de dança e muito mais

 

Cursos de Extensão do Cefart  -  Inscrições: De 17 de março ao dia 26 de Março, às 23h59

Resultado preliminar: 27 de março

Recursos: De 27 de Março ao dia 29 de Março, às 23h59, pelo e-mail selecaocefart@palaciodasartes.com.br

Resultado final: 31 de março 

Matrícula: 6 a 8 de abril de 2026

Início das aulas: A partir do dia 13 de abril de 2026 (de acordo com datas iniciais previstas em cada curso)

 

 

Informações para o público: (31) 3236-7308 / www.fcs.mg.gov.br

Doar salva vidas : Dia Mundial do Rim: Santa Casa BH promove ações de conscientização em parceria com a Copasa

 




Para marcar o Dia Mundial do Rim, celebrado em 12 de março, a Santa Casa BH realizou uma série de ações educativas voltadas à conscientização sobre a importância da prevenção e do diagnóstico precoce das doenças renais. As atividades mobilizaram colaboradores, pacientes, familiares e a população.

As iniciativas integram a campanha institucional “Onde a vida flui”, desenvolvida pelo Ambulatório Especializado em Nefrologia da instituição com apoio da Copasa, e reforçam a importância da hidratação, da alimentação equilibrada e do acompanhamento médico para a manutenção da saúde renal.


Em frente à portaria principal da Santa Casa BH, profissionais da instituição promoveram uma ação de conscientização com o público, destacando o papel da hidratação na prevenção de doenças renais. Durante a atividade, foram distribuídos copos de água com apoio da Copasa, incentivando um cuidado simples, mas fundamental para o bom funcionamento dos rins.

A ingestão adequada de água permite que os rins filtrem o sangue com mais eficiência, eliminando toxinas e resíduos metabólicos pela urina. Além disso, contribui para prevenir a formação de cálculos renais, reduzir o risco de infecções urinárias e evitar a sobrecarga do órgão.

A campanha também levou informação para fora do ambiente hospitalar. A equipe de Nefrologia da Santa Casa BH realizou uma atividade educativa na Escola Municipal Caio Líbano Soares, onde conversou com estudantes sobre a importância da hidratação, da alimentação equilibrada e de hábitos saudáveis na prevenção de doenças renais.


A ação contou com a parceria da Copasa, que distribuiu água para os alunos e reforçou, de forma prática, a importância da ingestão adequada de líquidos para o bom funcionamento do organismo. A iniciativa buscou aproximar o tema da saúde renal do cotidiano dos estudantes, incentivando desde cedo cuidados simples que fazem diferença ao longo da vida.


A coordenadora do Ambulatório de Nefrologia da Santa Casa BH, Juliana Carvalho, destaca que a parceria com a companhia foi fundamental para ampliar o alcance da campanha.

“Contamos com a parceria da Copasa, que nos disponibilizou copos de água para distribuição à população, incentivando a hidratação como forma de prevenção das doenças renais. Também realizamos uma ação educativa na Escola Caio Líbano, única unidade da Rede Municipal de Educação de Belo Horizonte dedicada exclusivamente à modalidade EJA, onde abordamos temas como alimentação saudável, prática de atividade física e a importância da ingestão adequada de água”, explica Juliana.

Alimentação e saúde renal - Como parte das ações educativas da campanha, a Santa Casa BH também divulgou orientações nutricionais voltadas à prevenção e ao controle da Doença Renal Crônica (DRC).

Entre os principais cuidados está a redução do consumo de sódio, frequentemente presente em alimentos industrializados, como embutidos, temperos prontos, molhos industrializados, enlatados e produtos ultraprocessados. O consumo excessivo desse mineral pode provocar retenção hídrica, hipertensão e sobrecarga cardíaca.

Outro ponto de atenção é o controle do potássio na alimentação, especialmente em pacientes com doença renal já diagnosticada. O excesso desse mineral no sangue pode causar alterações nas contrações cardíacas, câimbras, formigamento e fraqueza muscular.

A recomendação é priorizar alimentos frescos e naturais, além de utilizar ervas e especiarias como alho, cebola, salsa, orégano e manjericão para temperar os alimentos, reduzindo o consumo de produtos industrializados e ricos em sódio ou potássio oculto.

Doença renal é silenciosa e afeta milhões de pessoas

Anualmente, na segunda quinta-feira de março, é celebrado o Dia Mundial do Rim, data idealizada pela International Society of Nephrology (ISN) para ampliar a conscientização sobre as doenças renais e incentivar ações de prevenção, diagnóstico precoce e tratamento adequado. No Brasil, a campanha é coordenada pela Sociedade Brasileira de Nefrologia (SBN).

Em 2026, a campanha completa 20 anos, reforçando a importância do diagnóstico precoce e da adoção de hábitos saudáveis para prevenir as doenças renais.

A Doença Renal Crônica afeta cerca de 10% da população mundial, o que representa aproximadamente 850 milhões de pessoas. No Brasil, mais de 140 mil pacientes realizam diálise regularmente, e a doença ainda é considerada silenciosa, sendo muitas vezes diagnosticada apenas em estágios avançados.

Estima-se ainda que cerca de 50 mil brasileiros com doença renal crônica morram todos os anos antes de terem acesso à diálise ou ao transplante, o que reforça a importância da prevenção e do diagnóstico precoce.

Atualmente, o rim é o órgão mais transplantado no mundo. Dados do Ministério da Saúde indicam que, em 2024, 45.481 pessoas aguardavam um órgão sólido no Brasil, sendo 42.088 na fila por um transplante renal.

segunda-feira, 16 de março de 2026

Histórica Casa da Glória é restaurada em Diamantina


UFMG conclui primeira etapa de restauração da Casa da Glória

 

 

A Casa da Glória uma das atrações de Diamantina está sendo restaurada para a preservação de sua história e beleza da construção, que pertence a Universidade Federal de Minas Gerais (UFMG) , teve concluída a primeira etapa das obras . A recuperação do espaço começou em 2022, com recursos do Departamento de Estado dos Estados Unidos, e inclui intervenções estruturais e combate a cupins. No início deste mês, representantes da Embaixada dos Estados Unidos e membros da comunidade local fizeram uma visita técnica ao local para conhecer os espaços já restaurados.

 

A Casa da Glória é constituída por dois sobrados. O mais antigo foi construído por volta de 1775, e deve o nome à sua antiga proprietária, Josefa Maria da Glória, esposa de Manuel Viana. O sobrado pertenceu a Dona Josefa até 1813, quando a Fazenda Real adquiriu o imóvel para nele residirem os intendentes de diamantes, incluindo o Intendente Câmara (1807-1822), naturalista e pioneiro da siderurgia em Minas Gerais. A casa da Glória recebeu a visita de importantes estudiosos, tais como Auguste de Saint Hilaire, John Mawe, Barão Wilhelm Ludwig von Eschwege, J.B. Von Spix, Von Martius e muitos outros. Em 1864, passou a abrigar a sede do 2º Bispado de Minas Gerais. Em 1867, foi repassada pelo Bispo Dom João Antônio dos Santos às Irmãs de São Vicente de Paulo, onde fundaram um educandário feminino, o Colégio e Orfanato Nossa Senhora das Dores. Em 1878, as Irmãs construíram um passadiço ligando as duas casas onde funcionavam o educandário e o orfanato. O conjunto foi adquirido pela Universidade Federal de Minas Gerais (UFMG) em 1979, abrigando o Centro de Geologia Eschwege até 1999, sendo denominado, posteriormente, como Instituto Casa da Glória. O Passadiço da Glória foi escolhido como símbolo da campanha “Diamantina - Patrimônio Cultural da Humanidade” e está integrado à paisagem urbana, arquitetônica e cultural da cidade.

As obras na Casa da Glória tem a  restauração incluída no tratamento contra a praga, reforço da estrutura, nova rede elétrica e pintura, sempre mantendo as técnicas originais da construção, como adobe e pau a pique, com autorização do Iphan.

Nesta primeira fase, já foram recuperados a biblioteca e alguns quartos. A previsão é que as obras continuem até 2027, quando o espaço deve ser reaberto para visitação.

Ao todo, o governo norte-americano deve investir mais de R$ 1,2 milhão no projeto, por meio do Fundo de Embaixadores para Preservação do Patrimônio Cultural.

Ligada à UFMG, a Casa da Glória abriga o Centro de Geologia Eschwege, onde estudantes de todo o país realizam cursos e pesquisas de campo. A expectativa é que, após a restauração completa, o espaço volte a receber alunos e visitantes, reforçando sua importância cultural e científica para a cidade.


O conjunto foi adquirido pela Universidade Federal de Minas Gerais (UFMG) em 1979, abrigando o Centro de Geologia Eschwege até 1999, sendo denominado, posteriormente, como Instituto Casa da Glória. O Passadiço da Glória foi escolhido como símbolo da campanha “Diamantina - Patrimônio Cultural da Humanidade” e está integrado à paisagem urbana, arquitetônica e cultural da cidade.

As obras na Casa da Glória tem a  restauração incluída no tratamento contra a praga, reforço da estrutura, nova rede elétrica e pintura, sempre mantendo as técnicas originais da construção, como adobe e pau a pique, com autorização do Iphan.

Nesta primeira fase, já foram recuperados a biblioteca e alguns quartos. A previsão é que as obras continuem até 2027, quando o espaço deve ser reaberto para visitação.

Ao todo, o governo norte-americano deve investir mais de R$ 1,2 milhão no projeto, por meio do Fundo de Embaixadores para Preservação do Patrimônio Cultural.

Em 1979, o conjunto foi adquirido pelo Ministério da Educação e Cultura para sediar o Instituto Eschwege, mais tarde denominado Centro de Geologia Eschwege, que desde sua incorporação como Órgão Complementar do Instituto de Geociências da UFMG, através da Resolução 05/79 de 23/03/79 do Conselho Universitário da UFMG, vem ministrando cursos na Área de geologia de campo e mapeamento geológico para alunos das escolas de geologia do Brasil. 



As construções que compõem a atual Casa da Glória são de épocas e estilos diferentes. O edifício principal ou bloco II (à direita de quem sobe a Rua da Glória) São de construção setecentista cuja data exata não é conhecida.

Interior do passadiço 



Acredita-se que a Casa foi construída entre 1775 e 1800. Não se sabe ao certo o responsável pela obra, mas acredita-se que tenha sido Manuel Viana, marido de Dona Josefa Maria da Glória que residiu na casa até 1813, daí­ provindo a denominação Casa da Glória.

No início do século XIX a Casa passou ás mãos do Estado, servindo de residência para os intendentes. Ela recebeu visitas de grandes estudiosos como Auguste de Saint Hilaire, John Mawe, Barão Wilhelm Ludwig von Eschwege, J.B. Von Spix, Von Martius e muitos outros.

Em 1864, passa aos domínios da Igreja e transformada em sede do Segundo Bispado de Minas Gerais, tornando-se residência oficial dos Bispos de Diamantina. Por volta de 1867, com a finalidade de abrigar religiosas da ordem de São Vicente de Paulo, ocorrem algumas transformações na Casa, que passa a ser conhecido como Orfanato, e posteriormente como Educandário Feminino de Nossa Senhora das Dores.

Ícone da cidade de Diamantina, o chamado Passadiço da Glória que encanta pela sua graciosidade, foi construído para ligar as duas casas que funcionavam como educandário e orfanato. A obra, na Época, causou polêmica, mas acabou se integrando á paisagem diamantinense e foi símbolo da campanha 'Diamantina - Patrimônio Cultural da Humanidade'.




domingo, 15 de março de 2026

Lagoa Sumidouro, Grutas da Lapinha e Macumba, Museu Dr. Lund , a natureza encanta no Parque do Sumidouro

Parque do Sumidouro - Gruta da Lapinha



Minas Gerais encanta pela sua história de 305 anos, são 853 municípios que mostram em cada cidade, nos mais de 5 mil distritos a sua cultura, arte, culinária(a melhor do Brasil), barroco, os Inconfidentes, Bandeirantes, riqueza mineral, montanhas, rios(considerado a caixa d´ água do Brasil, e as grutas que mostram as esculturas formadas pelos salões com as Estalactites (no teto) e estalagmites (no chão) são espeleotemas formados pelo gotejamento de água rica em minerais, principalmente calcário, em grutas. Elas crescem milimetricamente por ano, podendo se unir para formar colunas, criando paisagens subterrâneas únicas através da precipitação química.

Sobre as gutas, as Minas e bela Gerais “teve a sorte” do  cientista dinamarquês Peter Wilhelm Lund (1801 a 1880), estudou Letras e medicina, na Dinamarca. Considerado o pai da paleontologia brasileira, o ramo da ciência que estuda as formas de vida existentes em períodos geológicos passados, a partir dos seus fósseis, chegou no Brasil em 1825, com seu amigo Ridel, onde mudou para o Brasil fugindo do clima nórdico, temeroso da tuberculose que vitimara dois irmãos.  descobriu mais de 12 mil peças fósseis em Minas Gerais, que permitiram escrever a história do período pleistocênico brasileiro.

Entre as descobertas de Dr. Lund, figura denominada o homem de Lagoa Santa, que revelou a presença humana no local há mais de 10 mil anos. Contam-se também exemplares do tigre-dente -de-sabre, da preguiça gigante e do tatu gigante, entre outras espécies. Lund também é reconhecido como o pai da espeleologia no Brasil, o estudo da formação de grutas e cavernas. Explorou mais de 800 delas, algumas das quais foi o primeiro a localizar e a entrar. No campo da arqueologia, relatou a descoberta de importantes pinturas rupestres (feitas na rocha) e instrumentos de pedra.

No ano seguinte, numa excursão botânica a Minas Gerais, Lund e Ridel tomaram conhecimento, casualmente, da existência de grandes ossos em cavernas calcárias da região de Lagoa Santa. A revelação coube ao conterrâneo Peter Claussen, que explorava o salitre na área. Os moradores locais atribuíam ossos a homens pré-históricos gigantescos. Em 1835, Lund visitou as grutas Lapa Vermelha e a Gruta do Maquiné (Lapa Nova do Maquiné).

A partir das pesquisas de Dr. Lund e Ridel as grutas foram sendo pesquisadas ao meio da natureza no século 19, e hoje temos a oportunidade de visitar as guras do Maquiné, Rei do Mato e Lapinha.

Vamos falar da região da Lapinha, em Lagoa Santa, distante 50 Km de Belo Horizonte a 30 Km do Aeroporto Internacional de Belo Horizonte, vamos descrever a maravilha do  Parque Estadual do Sumidouro, criado em 1980 e implantado em 2010,  Unidade de Conservação de Proteção Integral, com área de 2 mil hectares e tem como principais objetivos a preservação do patrimônio histórico, cultural, científico e natural existente na região, como as grutas, pinturas rupestres, a fauna e a vegetação do cerrado e da mata seca. O Parque está situado nos municípios de Lagoa Santa e Pedro Leopoldo.

A Unidade recebeu esse nome por causa de sua principal lagoa. Um sumidouro é o ponto de drenagem das águas do terreno calcário e representa a abertura natural para uma rede de galerias, por meio da qual o curso d´água penetra no subsolo.

 

Os principais atrativos do Parque são: Gruta da Lapinha, Museu Peter Lund, Casa Fernão Dias, atividades de caminhada e escalada. O Parque possui em seu entorno monumentos arquitetônicos tombados pelo Instituto Estadual do Patrimônio Histórico e Artístico de Minas Gerais (IEPHA/MG), como a Capela de Nossa Senhora do Rosário e a Casa Fernão Dias.

Há 4 anos o Parque do Sumidouro é administrado pela empresa URBANES Parques. A Gruta da Lapinha é considerada uma das sete maravilhas da estrada real, tem como característica principal as marcas de um rio subterrâneo. A gruta foi formada a partir de rochas calcárias formadas pelos restos marinhos do fundo do mar raso da bacia do rio das Velhas, de restos que foram acumulados em camadas superpostas e trabalhados pela erosão provocada pelas correntes marinhas e aéreas. É mesmo de se surpreender em encantadores 40 metros de profundidade e 511 metros de extensão, dos quais 300 são visitáveis.  Em uma viagem ao interior da Terra é possível visitar 12 salões iluminados por led que deixam as pessoas impressionadas com a beleza.  Estes salões, as galerias e os labirintos são de extraordinária beleza e foram batizados de acordo com as imagens que sugerem, por exemplo: Véu da Noiva, Cascata de Luz, Salão de das Cortinas, Couve-Flor, Presépio e Sino.

Gruta da Lapinha apresenta salão com gotejamento de água permanente, além de formações rochosas com micro cristais de calcita (carbonato de cálcio puro) – muito frágeis e que brilham com muita intensidade ao refletir a luz. Todo o passeio é organizado com guias que informam todos os detalhes das belezas da gruta, no mínimos detalhes. Para chegar ao local- saindo de Belo Horizonte, seguir pela MG 10 sentido Lagoa Santa, no caminho para Serra do Cipó, entrar à esquerda para Gruta da Lapinha cerca de 7 Km depois de Lagoa Santa e mais 5 Km até a portaria Gruta da Lapinha. O horário de visitas são de Terça a Domingo: 8h30 – 17h. informações @parquesumidouromg @circuitodasgrutasmg visitas  e ingressos https://ingressos.parqueestadualdosumidouro.com.br . A empresa MG Uai Receptivo realiza o transporte com Van, automóveis para os passeios na região informações @receptivominasgeraisuai

 

 

 

Durante a visita a Gruta da Lapinha, as pessoas usam capacete e são guiados

Ao lado da Gruta da Lapinha, foi aberta ao público as visitas a Gruta da Macumba, que tem salões com muita beleza natural e histórias de registros de várias religiões realizados dentro da gruta que não

tem iluminação artificial, todas pessoas usam capacetes com lâmpadas, que iluminam as caminhadas do belo passeio com os guias. Na foto, os associados da FEBTUR MG- Federação Brasileira de Jornalistas e Comunicadores de Turismo de Minas Gerais.

E a visita continua pela região com o Museu Dr. Lund, inaugurado em 2012, possui 82 fósseis descobertos por Lund, vindos do Museu Natural de Copenhague, e cerca de 15 fósseis doados pelo Museu de História Natural da PUC Minas.    Espaço destinado à conscientização da importância histórica e cultural do Carste de Lagoa Santa.  Existem no Museu também dois espaços com explicações sobre os Planos de Manejo do Parque e Espeleológico.


A Casa Fernão Dias, um dos grandes símbolos da história e da cultura mineira, está em fase de planejamento para uma revitalização especial que promete requalificar sua experiência cultural. O projeto busca preservar a essência arquitetônica do imóvel, ao mesmo tempo em que introduz melhorias para torná-lo mais acessível, acolhedor e conectado às novas formas de contar histórias sobre Fernão Dias e o legado de Minas Gerais.  No futuro, visitantes e comunidade no entorno poderão redescobrir esse patrimônio em um novo formato, fortalecendo a identidade cultural e o turismo da região.

A  Lagoa do Sumidouro , tem uma vista  espetacular, onde as pessoas fazem uma trilha com guia por um caminho entre diversas flora e fauna característica dos ciclos naturais de inundação do Carste de Lagoa Santa e região. Tem uma importância histórica para a região, pois foi utilizada pelos bandeirantes como ponto de descanso e abastecimento de água durante as expedições em busca de ouro e pedras preciosas. Hoje em dia, o local é uma área de preservação ambiental, onde é possível praticar atividades como trilhas, observação de animais e contemplação da natureza.


 

 A Lagoa do Sumidouro é rica em biodiversidade, abrigando diversas espécies de animais e plantas nativas. Além disso, a lagoa é um importante recurso hídrico, contribuindo para o abastecimento de água na região. Com sua beleza natural e sua importância histórica e ambiental, a Lagoa do Sumidouro é um destino imperdível para os amantes da natureza e da história.

Na Gruta da Lapinha tem toda infraestrutura com banheiros, locais para descansar ao meio da natureza, lanchonete e restaurante om o café mineiro e o almoço das delícias da receita da mineiridade 


@lanchesgrutadalapinha Tel. (31) 9548-1246,

A MG Uai Receptivo realiza o transporte para as visitas na região e outros atrações turísticas em Minas Gerais e outros estados tel (31) 993372006  @receptivomgeraisuai

A natureza das grutas encantam








Aeroporto Internacional de Belo Horizonte com 6 voos diretos para o exterior

  Voo inaugural pousando no Uruguai   Agencia Quatromanos   O Aeroporto Internacional de Belo Horizonte vem aumentando seus voos internacion...