sexta-feira, 30 de outubro de 2026

Napolitana e paulista, lado a lado: o encontro de duas tradições no centro de Serra Negra






Há destinos que se revelam pelos endereços. Em Serra Negra parte da história da cidade continua viva em duas casas que o viajante atento não deixa passar: a Americana Lanchonete e o Restaurante Norma.



Ambos ocupam pontos que atravessaram gerações no centro da cidade e, sob a assinatura do Grupo Café Boteco, ganharam cozinhas à altura da memória que carregam.

Separadas por poucos metros, as duas casas compartilham uma vocação rara: preservar o passado sem se prender a ele. Para quem viaja pela mesa, isso se traduz em um privilégio cada vez mais disputado, o de comer bem em um lugar com história.

Americana: um endereço histórico, uma cozinha de fogo

Publicações regionais registram a Americana como um espaço histórico do centro de Serra Negra, em funcionamento desde 1949. São mais de sete décadas de convivência com a cidade, tempo suficiente para que o endereço passasse a fazer parte da memória afetiva de moradores e visitantes.

Hoje, a casa honra essa trajetória com uma cozinha de personalidade marcante, construída em torno do fogo. À noite, a partir das 19h, o forno a lenha assume o protagonismo com a pizza napolitana. A farinha, o molho de tomate e o azeite vêm da Itália, e a massa passa por fermentação longa antes de encontrar o calor da lenha, onde ganha as bordas altas, aeradas e levemente tostadas que identificam a escola napolitana. Em uma cidade fortemente marcada pela imigração italiana, é uma pizza que encontra seu cenário natural.

Nos fins de semana, a Americana abre as portas já no almoço, e o cardápio ganha outra assinatura: os defumados, preparados com a paciência que a técnica exige, ao lado de hambúrgueres artesanais. É o almoço de sábado na serra em sua versão mais saborosa, sem pressa e sem hora para terminar.

Norma: uma homenagem servida à mesa

A poucos metros dali, a Norma ocupa um endereço com história própria. O restaurante funciona onde, por décadas, esteve a tradicional Banca da Norma, e presta homenagem a dona Norma Testa Filippi, figura marcante de Serra Negra. O ambiente preserva a memória do lugar e, ao mesmo tempo, se apresenta como um novo ponto de encontro no centro da cidade.

A Norma revela duas personalidades ao longo do dia. No almoço, o buffet serve comida caseira, com receitas que dialogam com a tradição de família, o tipo de cozinha que conforta e que raramente se encontra fora de casa. Às quintas-feiras, o buffet ganha preparações da culinária libanesa, um convite a antecipar a viagem para o meio da semana.




À noite, a casa se transforma em pizzaria, desta vez fiel à tradição paulista: massa de fermentação longa, ingredientes selecionados, forno a gás e pizza cortada em oito pedaços, como manda o costume da capital. É a pizza dos encontros, servida em uma casa que carrega no nome a memória da cidade.

Duas escolas de pizza, lado a lado

O encontro entre Americana e Norma oferece ao visitante uma experiência pouco comum em uma cidade do porte de Serra Negra: duas escolas de pizza, a poucos metros uma da outra, cada uma com identidade bem definida.

De um lado, a napolitana, de forno a lenha e insumos italianos, fiel à tradição de Nápoles. Do outro, a paulista, de forno a gás e oito pedaços, fiel à tradição de São Paulo. Para o viajante que gosta de comparar, a recomendação é simples: uma noite em cada casa.

Um fim de semana com sabor de memória

O roteiro pode começar no sábado, com o almoço de comida caseira da Norma, seguido de um passeio pelo centro e pelas demais casas do Grupo Café Boteco. À noite, a pizza napolitana da Americana. No domingo, os defumados da Americana no almoço e, para quem estende a estadia, o jantar na pizzaria da Norma.

Entre uma mesa e outra, o centro de Serra Negra completa a experiência: o croissant de farinha francesa da Panne pela manhã, o gelato autoral da Pebo à tarde, uma taça de vinho na Dita e a coquetelaria do Botecário ao cair da noite.

O valor do que permanece

Em tempos de restaurantes que surgem e desaparecem ao ritmo das tendências, Americana e Norma oferecem um luxo de outra natureza: a permanência. Sentar à mesa de uma dessas casas é ocupar um lugar que a cidade inteira conhece, em endereços onde a história de Serra Negra continua sendo escrita, prato a prato.

Sobre o Grupo Café Boteco

Fundado em 2008 em Serra Negra (SP) por Rafael Accorsi, o grupo reúne oito casas no boulevard gastronômico da cidade: Café Boteco, La Terrazza, Americana, Dita, Panne, Pebo, Norma e Botecário. A gestão geral é de Tatiana Mosca, desde 2017.


Americana - 1949 Tv. Ten. Mario Dallari, 47, Centro, Serra Negra, SP

Segunda a sexta, das 17h às 22h30

Sábado e domingo, das 11h30 às 22h30

Pizza napolitana a partir das 19h

Telefone: (19) 3842-2156

Instagram: @lanchoneteamericana

Norma Restaurante Buffet & Pizza - R. José Bonifácio, 15, Centro, Serra Negra, SP

Almoço, buffet: segunda a sexta, das 11h30 às 15h; sábado e domingo, das 8h às 15h Pizzaria: terça, quarta e sexta, das 19h às 22h30; quinta e sábado, das 19h às 22h; domingo, das 19h às 22h30

Segunda-feira, apenas almoço

Telefone: (19) 97147-4663

Instagram: @normaserranegra

São José do Cerrito guarda um rico patrimônio arqueológico



São José do Cerrito reúne características que podem fortalecer sua presença no mapa turístico de Santa Catarina. Localizado na Serra Catarinense, o município tem nas casas subterrâneas um de seus maiores diferenciais: estruturas arqueológicas que preservam vestígios de antigas populações indígenas e ajudam a contar uma história que remonta a aproximadamente mil anos.


O patrimônio desperta o interesse de pesquisadores, estudantes e visitantes que buscam experiências relacionadas à história, à cultura e às origens da ocupação humana no Planalto Serrano. Com 8.708 habitantes, segundo o Censo de 2022 do Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE), São José do Cerrito também se destaca pela economia ligada à agricultura e à pecuária, especialmente pela produção de feijão.

Casas subterrâneas revelam a história dos povos originários

As casas subterrâneas são estruturas escavadas no solo, utilizadas como espaços de habitação por antigos povos indígenas. Associadas às populações Jê Meridionais, entre elas ancestrais dos atuais Kaingang e Xokleng, essas construções demonstram conhecimentos sobre o território e formas de adaptação às condições ambientais e climáticas da região.

Na Fazenda Senhor do Bom Fim, há registro de aproximadamente 130 estruturas arqueológicas, formando um conjunto de interesse histórico e científico. As dimensões variam, e algumas dessas depressões apresentam proporções expressivas, revelando a diversidade das antigas construções.

Esses vestígios ajudam a compreender aspectos do cotidiano, da organização dos espaços de moradia e das técnicas utilizadas pelas populações que habitavam o planalto muito antes da colonização europeia.

A preservação desse patrimônio representa uma oportunidade para desenvolver o turismo arqueológico e educativo. Visitas orientadas, sinalização interpretativa, atividades pedagógicas e parcerias com instituições de pesquisa podem aproximar o público dessa história, desde que respeitadas as condições de conservação e as orientações técnicas para acesso aos sítios.

Patrimônio histórico como oportunidade turística

A valorização das casas subterrâneas pode contribuir para diferenciar São José do Cerrito de outros destinos da Serra Catarinense. Enquanto a região é conhecida pelas paisagens naturais, pelo frio, pela gastronomia e pelo turismo rural, o município possui um atrativo arqueológico capaz de ampliar essa diversidade.

A criação de estruturas de interpretação histórica, como réplicas demonstrativas, exposições e espaços educativos, também pode facilitar a compreensão do significado dessas construções. O objetivo é oferecer ao visitante uma experiência que una conhecimento, preservação e valorização dos povos originários. Tanto é, que uma réplica já foi construída por descendentes da tribo xokleng ou laklãnõ, de José Boiteux.

Turismo rural e economia local

Além do patrimônio arqueológico, São José do Cerrito reúne paisagens rurais, propriedades produtivas, opções de hospedagem e experiências ligadas à vida no campo. Fazendas, pousadas, cabanas e estabelecimentos de alimentação podem complementar os roteiros, incentivando o visitante a permanecer mais tempo no município.

A agricultura, com destaque para a produção de feijão, e a pecuária formam uma base importante da economia local. A integração dessas atividades ao turismo abre possibilidades para valorizar produtos regionais, gastronomia típica, histórias de famílias rurais e experiências relacionadas à produção agropecuária.

A combinação entre história, natureza e hospitalidade pode beneficiar diferentes setores, desde os empreendimentos de hospedagem e alimentação até os produtores e prestadores de serviços.

Um destino a ser descoberto


São José do Cerrito tem a oportunidade de fortalecer sua identidade turística a partir de um patrimônio que atravessou séculos e permanece como testemunho da presença indígena na Serra Catarinense.

Com investimentos em preservação, divulgação, qualificação dos serviços e organização de roteiros, as casas subterrâneas podem se tornar uma referência para o turismo cultural em Santa Catarina. Isso tudo se torna um grande atrativo histórico, e também representam uma possibilidade de conectar passado e presente, valorizar a identidade regional e criar novas oportunidades de desenvolvimento para o município.

Turismo de negócios: Nikkey Palace Hotel tem hospedagem e estrutura para eventos em bairro icônico de SP



O turismo de negócios movimenta a rede hoteleira de São Paulo ao longo de todo o ano, impulsionado por reuniões, congressos, feiras, treinamentos e compromissos profissionais. Por conta disso, a escolha da hospedagem envolve fatores que vão além do conforto: localização, facilidade de deslocamento e disponibilidade de espaços para encontros corporativos também pesam na decisão.


Na região central da capital, o Nikkey Palace Hotel reúne serviços de hospedagem e estrutura para eventos no bairro da Liberdade.

A localização permite combinar a estadia com compromissos profissionais em diferentes pontos da cidade, considerando a rede de transporte e a oferta de serviços do entorno. A região também oferece alternativas de alimentação e comércio, características que contribuem para a rotina de quem permanece na capital por períodos curtos ou precisa conciliar trabalho e hospedagem durante uma viagem.

Estrutura completa - O Nikkey Palace Hotel conta com diferentes espaços para a realização de eventos corporativos e sociais.


Entre as opções está o Le Rouge, localizado no terraço do empreendimento, com vista para o bairro. O ambiente já recebeu convenções, jantares comemorativos e confraternizações temáticas.

No mezanino, os setores 1, 2 e 3 podem ser utilizados separadamente ou integrados, conforme as necessidades de cada evento. Quando unificados, comportam até 400 pessoas. No mesmo andar, o hotel dispõe de uma sala para reuniões que pode ser locada por hora, alternativa para encontros de menor porte e compromissos profissionais pontuais.

No térreo, o Salão de Convenções Nikkey tem 700 m² e capacidade para até 600 pessoas em formato de auditório. A variedade de ambientes permite receber desde reuniões empresariais até convenções e encontros com maior número de participantes, com a possibilidade de combinar a realização do evento à hospedagem no próprio hotel.

O empreendimento conta ainda com restaurante que oferece refeições orientais e brasileiras em sistema de buffet, cafeteria, spa e espaços de lazer.

Passeio pelo bairro - Além da atividade profissional, a localização na Liberdade oferece a possibilidade de conhecer uma das regiões mais reconhecidas de São Paulo pela presença da cultura japonesa. Restaurantes, lojas e referências culturais do bairro ampliam as alternativas de quem dispõe de tempo livre antes ou depois dos compromissos. A proximidade com outras áreas centrais também favorece a inclusão de passeios e experiências gastronômicas na programação da viagem.

Mais informações: www.nikkeyhotel.com.br

Eduardo Wotzik leva Hannah Arendt ao palco em “Uma Aula Magna” em curta temporada em BH

 


Eduardo Wotzik dá corpo e voz a Hannah Arendt, uma das mais importantes pensadoras do século XX, em “Hannah Arendt – Uma Aula Magna”, espetáculo que chega a Belo Horizonte para uma curtíssima temporada de 6 a 8 de novembro, sexta a domingo, no Teatro de Câmara do Cine Theatro Brasil. Criação, direção e atuação de Wotzik, a montagem atravessa as ideias da filósofa sobre educação, liberdade e a banalidade do mal, transformando seu pensamento em uma experiência cênica que convida à reflexão. A apresentação integra a Ocupação Wotzik, que também reúne uma oficina de teatro e um debate sobre Educação e Arte.  Os ingressos estão à venda na Eventim.

Com mais de 45 anos dedicados à investigação da cena, Eduardo Wotzik atua, dirige e assina a autoria do espetáculo. Em cena, sobe ao palco de salto alto e barba para interpretar Hannah Arendt e conduzir uma aula magna sobre o pensamento da autora. Como se estivesse em uma sala de aula, o espetáculo toma a liberdade própria do teatro para imaginar Arendt de volta ao nosso tempo, convidada a falar sobre temas relevantes e necessários.

                                                       

A montagem compartilha ideias, experiências e filosofias da pensadora a partir de uma construção que explora as possibilidades do próprio teatro: o criador da obra interpreta a personagem que leva ao palco, estabelecendo uma relação entre pensamento, atuação e presença cênica. O espetáculo já passou por teatros do Rio de Janeiro, Belo Horizonte, São Paulo, Porto Alegre, Curitiba e Brasília, com lotações esgotadas e sessões extras, segundo o material de divulgação. 

A montagem também se apresenta como uma reflexão sobre civilidade e cidadania e como uma homenagem à educação. Segundo seu criador, o espetáculo é uma celebração aos professores e a todos aqueles que dedicam suas vidas a educar a si mesmos e aos outros, além de uma homenagem às vítimas da ignorância. 

                             fotos:Gustavo Moreno         

       

Ocupação Wotzik - Teatro, educação e pensamento

A experiência do espetáculo se estende para outras ações da Ocupação Wotzik. No dia 6 de novembro,  sexta-feira, após a apresentação de “Hannah Arendt – Uma Aula Magna”, será realizado o Debate Pós-Peça, uma conversa sobre Educação e Arte que parte dos temas levantados durante a montagem. A proposta é abrir espaço para falar e ouvir o público, compartilhar dúvidas e estabelecer um diálogo sobre teatro e os assuntos abordados no espetáculo. O encontro terá a participação de Eduardo Wotzik e convidados e será realizado às 21h30, no Teatro de Câmara do Cine Theatro Brasil, com entrada gratuita. 

Nos dias 7 e 8 de novembro, sábado e domingo, Wotzik também ministra a oficina “O Ator e o Texto”, voltada à relação do ator com a palavra e à maneira como o texto pode se transformar em corpo, respiração e presença em cena. A atividade parte do sistema “Aspiração”, desenvolvido e aplicado por Wotzik ao longo de décadas de investigação teatral, e trabalha a expansão do instrumento intelectual, afetivo e mecânico do ator.  A oficina é destinada a atores profissionais, estudantes de teatro, técnicos, amantes da cena, público em geral e gestores da cultura e da educação, maiores de 18 anos. Não há limite máximo de participantes, com mínimo de dez inscritos. A formação acontece em dois dias, sábado e domingo, das 10h às 14h, no Teatro de Câmara do Cine Theatro Brasil. A inscrição pode ser feita pelo site da Eventim, com valores de R$ 350 para os dois dias e R$ 200 para um dia. 

 

Uma trajetória dedicada à cena

A ocupação também apresenta ao público parte da trajetória de Eduardo Wotzik, que participou de mais de 50 espetáculos e é fundador do Grupo TAPA e do Centro de Investigação Teatral, na Casa de Cultura Laura Alvim, em Ipanema. Entre seus trabalhos estão “Sonata Kreutzer”, de Tolstói, com Luís Melo; “O Interrogatório – A Vigília”, de Peter Weiss; “A Geração Trianon”; “Bonitinha, mas Ordinária”, de Nelson Rodrigues; “Édipo Rei”; “Tróia”; “Yerma”, de Lorca; “Um Equilíbrio Delicado”, de Edward Albee; “Emily”; “Missa para Clarice” e “Jesus de Maricá”, além de “Hannah Arendt – Uma Aula Magna”. 

Responsável pela formação artística de milhares de jovens por meio de cursos, palestras e encontros realizados em teatros pelo Brasil, Wotzik reúne à atuação e à direção uma trajetória dedicada à formação e à investigação teatral. Psicólogo formado pela UFRJ, é cofundador do Grupo TAPA e dirigiu e atuou em mais de 50 espetáculos, reunindo prêmios da crítica e décadas de atuação nos palcos.

A oficina “O Ator e o Texto” parte justamente dessa experiência acumulada. Além do trabalho prático sobre a relação entre ator e palavra, a atividade propõe uma reflexão sobre o papel do teatro como espaço de encontro, resistência e reconhecimento coletivo. O encontro também prevê um relato pessoal sobre os mais de 45 anos de trajetória de Wotzik, seus aprendizados e encontros com nomes do teatro brasileiro, além de uma experiência próxima entre o artista, estudantes e públicos interessados na memória e na cena teatral. 

A Ocupação Wotzik reúne, assim, três diferentes formas de aproximação com o trabalho do artista, tendo o espetáculo “Hannah Arendt – Uma Aula Magna” como eixo central da programação. A montagem leva ao palco o pensamento de Hannah Arendt; o debate prolonga a discussão sobre Educação e Arte para além da peça; e a oficina compartilha com atores, estudantes, profissionais e interessados parte dos procedimentos desenvolvidos por Wotzik ao longo de sua trajetória. 

 

Espetáculo “HANNAH ARENDT – UMA AULA MAGNA”

Dias: 6, 7 e 8 de novembro – sexta a domingo
Horários: sexta e sábado, às 20h; domingo, às 19h
Teatro de Câmara do Cine Theatro Brasil

Vendas: https://www.eventim.com.br/artist/cine-theatro-brasil/hannah-arendt-uma-aula-magna-4235241/

 

DEBATE PÓS-PEÇA – EDUCAÇÃO E ARTE

Data: 6 de novembro
Horário: 21h30
Participação: Eduardo Wotzik e convidados
Entrada: gratuita
Local: Teatro de Câmara do Cine Theatro Brasil

 

OFICINA “O ATOR E O TEXTO”

Professor: Eduardo Wotzik
Dias: 7 e 8 de novembro
Horário: 10h às 14h
Local: Teatro de Câmara do Cine Theatro Brasil
Público: maiores de 18 anos — atores profissionais, estudantes de teatro, técnicos, amantes da cena, público em geral e gestores da cultura e da educação
Participantes: mínimo de 10, sem limite máximo
Investimento: R$ 350 (dois dias) ou R$ 200 (um dia)
Inscrições: https://www.eventim.com.br/artist/cine-theatro-brasil/oficinas-wotzik-o-ator-e-o-texto-com-eduardo-wotzik-4237161/

Turismo de contemplação valoriza a paisagem de Monte Verde




A paisagem da Serra da Mantiqueira é um dos atrativos de Monte Verde, distrito de Camanducaia, no sul de Minas Gerais. Para quem busca uma viagem com foco no contato com a natureza, a Pousada Pedras e Sonhos oferece hospedagem em uma área cercada por montanhas, com chalés equipados com lareira, ar-condicionado quente e frio, chaleira e hidromassagem. O café da manhã completo feito com produtos artesanais e regionais complementa a experiência.

O turismo de contemplação tem como característica a valorização dos cenários naturais, sem exigir uma programação extensa de atividades. Em Monte Verde, essa experiência pode incluir a observação das montanhas, caminhadas em áreas de vegetação nativa e visitas a mirantes.


Na pousada, a vista para a natureza e o pôr do sol complementam a estrutura de hospedagem, que também conta com bosque privativo.

A localização da Pousada Pedras e Sonhos, a cerca de dez minutos da rua principal de Monte Verde, permite conciliar o descanso com o acesso ao comércio e à gastronomia local.


A região central concentra restaurantes, cafés e lojas, enquanto os arredores oferecem trilhas e passeios ao ar livre.

Trilhas e mirantes entre os atrativos de Monte Verde

                      Fotos:Marcio Masulino


Entre as opções para conhecer a paisagem da região está a trilha da Pedra Redonda, que leva a um mirante com vista panorâmica das montanhas. O percurso é uma alternativa para quem deseja incluir caminhadas no roteiro. Já a trilha do Pinheiro Velho permite conhecer uma área de vegetação nativa próxima ao centro do distrito.

Além das atrações naturais, Monte Verde reúne opções de gastronomia, compras e lazer. A avenida principal concentra restaurantes, cafeterias, chocolaterias, lojas de malhas e produtos artesanais. A culinária inclui fondues, pratos à base de truta e receitas inspiradas na cozinha mineira e europeia. O distrito também oferece cervejarias, passeios de quadriciclo e atrações para famílias.

Mais informações: WhatsApp (35) 98713-5898, fixo (35) 3438-1388, pedrasesonhos.com.br e @pousadapedrasesonhosmv  

Bares e restaurantes ocupam o segundo lugar no ranking de contratação de jovens em 20 das 27 capitais e o terceiro nas outras sete

 


Bares e restaurantes contrataram 250,9 mil jovens de 18 a 24 anos com carteira assinada entre janeiro e junho de 2026. O número coloca o setor em segundo lugar entre 52 atividades econômicas com perfil de contratação semelhante, atrás apenas do comércio varejista. Os dados são de um levantamento da área de dados da Abrasel feito com os microdados do Novo Caged, do Ministério do Trabalho e Emprego.

Os jovens responderam por 36,1% das 694,6 mil admissões do setor no semestre. Nos demais setores comparados, a fatia foi de 30,3%. Na prática, bares e restaurantes contratam proporcionalmente 19% mais jovens.

O varejo lidera em números absolutos porque é o maior empregador do grupo. Foram 2,2 milhões de admissões no semestre, mais de três vezes o volume de bares e restaurantes. Na proporção, os dois setores ficam praticamente empatados: 36,4% dos contratados pelo varejo eram jovens, contra 36,1% em bares e restaurantes.

A presença dos jovens cresceu mês a mês. Em janeiro, eles eram 35,1% das contratações do setor. Em junho, chegaram a 36,6%.

"Um em cada três contratados pelo nosso setor é jovem. É no atendimento e na cozinha que muita gente aprende a lidar com o público e com a rotina de trabalho, e essa experiência acompanha o profissional em qualquer carreira que ele escolha depois. Com o fim da escala 6x1, contratar fica mais caro e a jornada perde flexibilidade. Quem sente primeiro é quem está começando. Por isso defendemos o trabalho por hora, que permite ao jovem conciliar estudo e emprego", afirma Paulo Solmucci, presidente da Abrasel.

O padrão aparece em quase todo o país. Em 26 das 27 unidades da federação, bares e restaurantes contratam proporcionalmente mais jovens que os demais setores. Rondônia é a única exceção.

O Acre tem a maior fatia. Lá, 47,6% dos contratados pelo setor tinham entre 18 e 24 anos, contra 36,4% nas demais atividades. No Amazonas, foram 42,7%. No Distrito Federal, 40,3%.

Nas capitais, a diferença em relação aos outros setores fica mais evidente. Em São Paulo, 36,9% dos contratados por bares e restaurantes eram jovens, contra 26,8% nos demais setores na cidade. No Rio de Janeiro, a proporção foi de 35,4%, contra 25,0%. Em Belém, de 36,1%, contra 25,9%. Nas três cidades, a vantagem do setor passa de 10 pontos percentuais.

Sobre o levantamento - A Abrasel analisou 14 milhões de admissões registradas no Novo Caged de janeiro a junho de 2026. O setor de alimentação fora do lar reúne restaurantes, bares, lanchonetes, padarias com predominância de revenda e fornecedores de alimentos preparados para consumo em casa. A comparação considera atividades com características produtivas e ocupacionais semelhantes, como comércio, indústria, agropecuária, alojamento e serviços de apoio a empresas. Administração pública, educação, saúde e finanças ficaram de fora porque têm regras de contratação próprias.

Samoa Beach Resort anuncia novos executivos




O Samoa Beach Resort, localizado à beira-mar de Muro Alto, em Porto de Galinhas , após ser eleito recentemente o melhor resort do Brasil, conta com a atuação de profissionais que estão ajudando o empreendimento a ganhar maior notoriedade. Alexander Borges, é o diretor-executivo da ARA Resorts & Residences. Já a área de vendas foi assumida recentemente pela experiente Daiane Melo.

Com mais de 20 anos de experiência no setor de hospitalidade, Alexander Borges atua na gestão de hotéis, resorts, centros de convenções e desenvolvimento de negócios.


Iniciou sua trajetória profissional na área contábil e financeira do Dayrell Hotel e Centro de Convenções, em Belo Horizonte, consolidando posteriormente sua carreira na Accor Hotels, onde atuou por quase dez anos. Na sequência, assumiu a Gerência Regional de Operações Norte e Nordeste da BHG – Brazil Hospitality Group e liderou importantes operações hoteleiras do Grupo Wish.

Desde 2023, está à frente da Diretoria Executiva do Grupo ARA Resorts & Residences, liderando operações de resorts, empreendimentos de uso misto e negócios de locação por temporada, além de projetos estratégicos de expansão, implantação de novos empreendimentos, eficiência operacional e desenvolvimento da cultura organizacional.

Alexandre é bacharel em Ciências Contábeis pela UFMG, possui MBA em Gestão Financeira, Controladoria e Auditoria pela FGV, MBA em Hospitality Management pela ESSEC Business School, na França, e Executive MBA em Liderança, Inovação e Gestão pela PUC-RS. Atualmente, cursa o programa Hospitality Management 360 da Cornell University, nos Estados Unidos.

Alexandre Borges, consolida sua trajetória de sucesso no Ara Resorts & Residences com a premiação do Samoa Beach como Melhor Resort do Brasil pelo World Travel Awards.

Já Daiane Melo é uma executiva com 26 anos de experiência em turismo e hotelaria, sendo mais de duas décadas liderando áreas comerciais e de marketing.


Especialista em crescimento de receita, desenvolvimento de mercados e estruturação de operações comerciais complexas, com forte atuação em segmentos B2B, B2C, MICE e canais digitais.

Seu histórico consiste na liderança de equipes multidisciplinares, negociação estratégica com grandes contas e implementação de modelos comerciais orientados a performance. Com vivência nacional e internacional, Daiane tem visão analítica, foco em resultados e capacidade comprovada de transformação de operações comerciais.

Empresa do Grupo ARA, a operadora entrou no setor hoteleiro em 2018, com a inauguração do Samoa Beach Resort. Desde então, o empreendimento já recebeu mais de 160 mil hóspedes. No segundo semestre de 2025, a operação foi ampliada com o Samoa Villa Resort, também pé na areia em Muro Alto.


Lazer para famílias e casais - 
O Samoa Beach Resort reúne parque aquático com brinquedos e piscinas interligadas, salão de jogos, spa, quadras esportivas e academia. A estrutura inclui ainda brinquedoteca, bar de praia, redário e gazebo, além de atividades como stand up paddle e caiaque.

A programação adulta e infantil acontece ao longo do dia e à noite, com recreação, espetáculos teatrais, shows e desafios. O empreendimento conta com 165 quartos, enquanto o Samoa Villa tem 177 acomodações. Ambos oferecem opções voltadas a famílias.


A integração entre os dois resorts da marca também faz parte da oferta. Em estadias de pelo menos três diárias no Samoa Beach ou no Samoa Villa, o hóspede ganha um day use no outro empreendimento. Os dois hotéis oferecem regimes de meia pensão ou pensão completa.

Próxima ao Samoa Beach e em frente ao Samoa Villa, a Villa Muro Alto reúne opções gastronômicas e atividades culturais, como feiras e apresentações artísticas ao vivo.

SAMOA BEACH RESORT

Rua MA 1, Nossa Senhora do Ó, Muro Alto, Ipojuca (PE)

Informações e reservas: (81) 2125-5180 | www.samoaresort.com.br/samoa-beach/ | reservas@samoaresort.com.br


Napolitana e paulista, lado a lado: o encontro de duas tradições no centro de Serra Negra

Há destinos que se revelam pelos endereços. Em Serra Negra parte da história da cidade continua viva em duas casas que o viajante atento não...