sexta-feira, 11 de setembro de 2026

Belotur é finalista em prêmio nacional com projeto Menuuh

  


Com o projeto “Menuuh! Experiências Turísticas de Belo Horizonte”, a Belotur, representando o destino Belo Horizonte, foi selecionada para a final da 13ª edição do Prêmio de Sustentabilidade 2026 da Associação Brasileira das Operadoras de Turismo (Braztoa). A iniciativa é uma das 35 finalistas entre 95 inscritas. Os escolhidos têm em comum a capacidade de fortalecer comunidades, valorizar territórios, preservar recursos naturais e gerar valor para toda a cadeia do turismo, evidenciando que a sustentabilidade se consolida como caminho para criar novas possibilidades para o setor.

Na próxima etapa, os projetos serão apresentados por meio de videoconferência e passarão por uma rodada de questionamentos dos jurados. Esse momento terá caráter estratégico, permitindo complementar informações relevantes sobre os finalistas, evidenciar diferenciais e destacar resultados concretos e impactos já reconhecidos no mercado. A cerimônia de premiação e divulgação dos vencedores será no dia 26 de novembro.

As iniciativas premiadas também ganharão visibilidade no Anuário Braztoa 2027, com divulgação nos canais de comunicação da entidade e nas plataformas de seus parceiros de mídia. Os vencedores receberão ainda um selo digital que identifica o reconhecimento no Prêmio Braztoa de Sustentabilidade 2026 e poderá ser utilizado publicamente, conforme as orientações estabelecidas pela organização.

 

“O Menuuh! é uma ferramenta de valorização das experiências que nascem nos diferentes territórios de Belo Horizonte e ajudam a contar a história da cidade a partir de quem a constrói diariamente. Ao dar visibilidade a projetos locais, muitos desenvolvidos nas periferias, e a experiências ligadas à gastronomia, cultura e modos de viver belo-horizontinos, a iniciativa amplia o olhar sobre o que é fazer turismo em BH”, destaca o presidente da Belotur, Eduardo Cruvinel.


 Para ele, o reconhecimento evidencia a importância de projetos que ampliam a diversidade e a representatividade no turismo de Belo Horizonte. “Fortalecer essas iniciativas também significa valorizar nossas identidades, gerar oportunidades nos territórios e oferecer ao visitante uma experiência mais diversa, autêntica e conectada com a cidade. Estar entre os finalistas de uma premiação como a da Braztoa reforça a relevância desse trabalho e, principalmente, ajuda a lançar luz sobre projetos, pessoas e territórios que têm papel fundamental na construção de um turismo mais sustentável, plural e representativo na nossa cidade”.


A Belotur é reconhecida por desenvolver iniciativas que valorizam as experiências turísticas locais e reforçam o compromisso com uma atuação responsável e inovadora no turismo. 

Lançado em setembro de 2024 pela Belotur, em parceria com o Sebrae Minas, o projeto “Menuuh!” apresenta uma nova forma de vivenciar Belo Horizonte ao conectar turistas e moradores a experiências gastronômicas, culturais e afetivas por meio de uma curadoria qualificada de 13 iniciativas distintas da capital mineira. A ação integra o posicionamento de BH como Cidade Criativa da Gastronomia da Unesco, impulsionando o turismo de experiência e fortalecendo negócios locais.

  

Como resultado desse trabalho consistente, o “Menuuh!” vem acumulando importantes reconhecimentos em diferentes esferas. Em 2024, o catálogo integrou as ações que contribuíram para que BH conquistasse o 1º lugar no Concurso de Melhores Práticas ESG nos Destinos Brasileiros, promovido pela EmbraturLAB.

Em março de 2025, o projeto foi destaque na segunda edição do Prêmio Ibero-Americano DTI, iniciativa da Rede Ibero-Americana de Destinos Turísticos Inteligentes, que reconhece soluções inovadoras, sustentáveis e inclusivas no turismo.


Em dezembro do ano passado, Belo Horizonte alcançou projeção nacional ao conquistar o 1º lugar na categoria “Promoção e Marketing no Turismo” do Prêmio Nacional do Turismo 2025, promovido pelo Ministério do Turismo e pelo Conselho Nacional do Turismo.

 

Em 2026, o “Menuuh!” colocou BH no cenário internacional ao conquistar o prêmio de Melhor Estratégia de Desenvolvimento de Turismo Criativo em Cidades, concedido pela Creative Tourism Network, e também foi reconhecido com o Prêmio Sebrae Prefeitura Empreendedora, ficando em segundo lugar na categoria “Turismo & Identidade Territorial”.

Recentemente, duas experiências do “Menuuh!” passaram a integrar a plataforma Feel Brasil, iniciativa desenvolvida pela Embratur e pelo Sebrae para reunir e promover, junto ao público internacional, experiências autênticas e sustentáveis de destinos de diferentes regiões do país. Entre as ações selecionadas estão “Pampulha: Beagá para Todos os Sentidos” e “Da Roça à Mesa”, que ampliam a presença de Belo Horizonte na promoção do turismo brasileiro no exterior.

Os empreendimentos que integram o “Menuuh!” recebem constantemente consultorias para estruturação, qualificação e promoção dos produtos e serviços ofertados, que propõe diversas experiências nas áreas de gastronomia, música, agroecologia, cervejaria, arte e design.

  

A formatação das experiências do “Menuuh!: Experiências Turísticas de Belo Horizonte” faz parte do projeto “Acelera Check-in Turismo”, trabalho da Belotur e do Sebrae Minas que mapeia os principais produtos e experiências turísticas da capital mineira, levando em consideração a demanda do mercado.

 

“Mais uma vez, o projeto Menuuh celebra uma conquista importante, que valoriza todo o potencial turístico de Belo Horizonte. A iniciativa mostra como a inovação pode transformar a experiência dos visitantes e, ao mesmo tempo, gerar novas oportunidades para os pequenos negócios. Por meio do Check-in Turismo, o Sebrae Minas contribuiu para qualificar produtos, serviços e experiências, aproximando os empreendedores das novas demandas do mercado. O reconhecimento como um dos projetos de destaque nesta premiação confirma a relevância dessa iniciativa e mostra que Belo Horizonte tem capacidade de criar soluções inovadoras, valorizar sua identidade e se destacar cada vez mais no cenário do turismo”, destaca o presidente do Conselho Deliberativo do Sebrae Minas, Marcelo de Souza e Silva.

                  

Novas experiências - Em breve serão lançadas as novas experiências que irão compor a nova fase do “Menuuh!”, fortalecendo ainda mais Belo Horizonte como referência nacional em turismo criativo. Cerca de 20 novas iniciativas da cidade estão em fase de testes, curadoria e validação, com previsão de integrar o projeto nos próximos meses, ampliando as oportunidades de imersão na cultura, na gastronomia e na identidade belo-horizontina.

Programa Somos Comunidade dá continuidade a ações formativas de novas gerações de artistas e celebra 20 anos da Escola de Artes Instituto Unimed-BH

 

 

A Escola de Artes Instituto Unimed-BH completa 20 anos em 2026, reafirmando a arte como instrumento de formação, convivência e transformação social. Desenvolvida na comunidade do Morro das Pedras, na região Oeste de Belo Horizonte, a iniciativa amplia o acesso de crianças e jovens a diferentes linguagens artísticas e contribui para a formação de novos talentos na dança e na música.

fotos: Élcio Paraíso 

Em 2025, a Escola de Artes beneficiou 170 crianças e jovens, estudantes de 31 escolas, com aulas de percussão, ballet, jazz e danças urbanas. Além das atividades regulares, apresentações, ensaios, aulas abertas e reuniões envolveram cerca de 2,7 mil pessoas entre alunos e familiares. A iniciativa também gerou 23 postos de trabalho e renda diretos. São parceiros do Instituto Unimed-BH o Camaleão Grupo de Dança, o Grupo Cultural Arautos do Gueto e a Escola Municipal Hugo Werneck, onde as atividades são realizadas.



Ao longo dessa trajetória, a Escola de Artes consolidou um processo formativo que vai além das salas de aula, gerando demandas por novos espaços de desenvolvimento artístico, intercâmbio e circulação cultural. É nesse contexto que sua atuação se conecta ao Somos Comunidade, programa realizado pela Coreto Cultural e patrocinado pelo Instituto Unimed-BH. Há 12 anos, o Programa Somos Comunidade desenvolve ações de mapeamento, sensibilização, formação e apresentações artísticas, ampliando oportunidades para que experiências iniciadas em processos formativos alcancem novos públicos, fortaleçam caminhos e criem novas possibilidades de atuação no campo da arte e da cultura.

Um desses desdobramentos é o Grupo Somos, criado em 2024 como núcleo permanente de formação em dança e percussão. Voltado principalmente para jovens que desejam seguir aprofundando sua experiência artística, o grupo representa uma nova etapa dentro desse percurso. Assim, a Escola de Artes forma, o Somos Comunidade amplia e articula essas experiências e o Grupo Somos cria uma possibilidade concreta de continuidade para quem deseja permanecer nesse caminho.

Em 2026, essa conexão será marcada pelo espetáculo "Tudo que Move é Sagrado", que reunirá mais de 400 artistas no Grande Teatro Palácio das Artes, no dia 27 de setembro, às 18h com entrada gratuita e retirada de ingressos pelo Sympla.

 A maioria do elenco é formada por alunos da Escola de Artes, integrantes do Grupo Somos e participantes do Programa Somos Comunidade. A apresentação será uma das expressões dessa caminhada coletiva, colocando no mesmo palco diferentes gerações, modalidades e etapas de formação. Mais do que reunir os alunos em uma comemoração, o espetáculo evidencia a continuidade de um trabalho que começa na formação, cria vínculos e abre caminhos para que novas gerações possam permanecer, se desenvolver e também transmitir adiante aquilo que aprenderam.


Para muitos alunos da Escola de Artes Instituto Unimed-BH, o primeiro contato com a dança ou a música na infância se transformou, ao longo dos anos, em novas oportunidades de atuação. A jornada de Kamilla Martins Ferreira, de 19 anos, sintetiza esse movimento. Ela chegou à Escola de Artes em 2013, aos seis anos, depois de já ter iniciado a dança aos quatro. Desde então, passou por diferentes etapas de formação e construiu uma relação com a arte que hoje também se estende à atuação como educadora. Em 2016, recebeu uma bolsa para o Núcleo Artístico Savassi, onde aprofundou sua formação em jazz. Em 2021, começou como monitora na própria Escola de Artes. Depois de passar pelas etapas de monitoria e estágio, tornou-se professora assistente. Atualmente, também dá aulas de jazz em outras escolas e integra o Grupo Somos como bailarina. O percurso representa uma relação de confiança construída entre a instituição e os jovens que participam do projeto. “Eu acho que o que mais gosto é perceber a confiança que a escola teve em mim. É uma honra muito grande fazer parte da equipe e muito gratificante ver a confiança que a Escola de Artes tem em nós, alunos que estamos nesse processo de formação”, afirma.

A experiência de Kamilla revela uma das características do projeto, a possibilidade de o aluno permanecer conectado à escola à medida que cresce, assumindo novas responsabilidades e também compartilhando com outras gerações aquilo que aprendeu. “Quando você começa a ensinar aquilo que um dia aprendeu, começa a entender que tudo faz sentido, que nada foi em vão. Eu consigo transmitir tudo que já recebi. Tudo que sempre recebi de bom, minha vontade é passar ainda melhor para minhas alunas”, conta. Para ela, a disciplina construída desde a infância é um dos principais aprendizados que leva para a vida. "A rotina das aulas, o compromisso com os horários, o cuidado com o uniforme e a responsabilidade com as apresentações foram, desde cedo, ensinamentos que ultrapassaram o universo da dança”, explica. 

A Escola de Artes também foi responsável por criar encontros e vínculos. No Grupo Somos, Kamilla passou a conviver mais intensamente com jovens de outras modalidades, aproximando bailarinos, percussionistas e artistas com trajetórias diferentes. “Eu acho que o Grupo Somos vem nesse lugar de esperança. De abrir portas para pessoas que talvez já estivessem começando a desistir da dança, achando que já estão velhas demais para isso, que não é mais o seu lugar. Para mim, é ver o meu trabalho seguindo, continuando, crescendo cada vez mais”, afirma. 

Essa continuidade entre gerações também aparece na trajetória de Vinícius Romoaldo Ribeiro, que cresceu próximo à Escola de Artes acompanhando os pais, Fabiana e Renato, que integram o grupo Arautos do Gueto e às atividades da escola. Presente nesse ambiente desde pequeno, ele começou a tocar por volta dos oito anos e hoje concilia a percussão com a natação, esporte em que começou a competir em 2025 e já conquistou medalhas. Para Fabiana, as duas experiências se complementam na formação do filho ao desenvolver valores como concentração, respeito, responsabilidade e convivência coletiva. “Eu acho que a Escola de Artes representa para ele a formação de um bom cidadão, de poder contribuir com o outro, de ser responsável, de ser um jovem mais confiante nele e se preparar para os desafios”, afirma Fabiana Romoaldo. 

Para Maria Inês Amaral, diretora artística da Escola de Artes, o principal legado dessas duas décadas está na transformação que a formação artística provoca para além da técnica. “Acredito que o maior legado desses 20 anos seja ter possibilitado que tantas crianças e jovens descobrissem, por meio da arte, a potência que existe dentro de cada um. A dança é uma ferramenta muito poderosa de construção de autoestima e confiança, mas, sobretudo, de autoconhecimento. Aos poucos, cada aluno aprende a reconhecer seus talentos, suas possibilidades e também seus limites. E essa consciência é algo que ele leva para a vida. Ao longo desses 20 anos, a Escola de Artes se tornou, para muitos, um lugar de pertencimento, de encontro e de descoberta. Talvez esse seja o maior legado: ter ajudado a formar pessoas mais conscientes de si, mais confiantes para enfrentar a vida e mais disponíveis para construir algo junto.” 

Para Lilian Nunes, diretora artística e executiva da Coreto Cultural e responsável pelo Somos Comunidade, o Grupo Somos nasce justamente desse desejo de criar continuidade. “A Escola de Artes abre a porta para que crianças e jovens tenham contato e formação com a dança e a música, e o Somos Comunidade amplia esse percurso, criando novas possibilidades de convivência e circulação. É muito significativo acompanhar jovens que começaram esse caminho ainda crianças e hoje ocupam o palco, experimentam outras linguagens e começam a enxergar a arte também como uma possibilidade de futuro. O nosso papel é ajudar a construir essas pontes e garantir que o processo de formação não termine quando acaba uma etapa, mas possa se transformar em novos caminhos”, afirma Lilian Nunes, diretora artística e executiva da Coreto Cultural e responsável pelo Somos Comunidade.

“Temos muito orgulho de acompanhar e fortalecer iniciativas que demonstram, na prática, o poder transformador da arte. Ao longo de 20 anos, a Escola de Artes Instituto Unimed-BH vem criando oportunidades, revelando talentos e construindo vínculos duradouros com crianças, jovens, famílias e toda a comunidade. O Somos Comunidade amplia esse percurso e cria espaços para que essas experiências se desenvolvam, circulem e alcancem mais pessoas. Como idealizador da Escola de Artes e patrocinador do Programa Somos Comunidade, o Instituto Unimed-BH reafirma seu compromisso de incentivar o acesso à cultura, apoiar processos formativos e contribuir para o desenvolvimento social por meio da arte. Esse compromisso também reflete os valores da Unimed-BH, uma cooperativa com mais de 55 anos de história, construída a partir dos princípios da cooperação, do cuidado com as pessoas e da responsabilidade com as comunidades onde atua. Por isso, é muito significativo ver iniciativas como essas gerando impacto positivo e construindo um legado que se fortalece a cada nova geração”, afirma a presidente do Conselho do Instituto Unimed-BH, Mercês Fróes.

 

Criado em 2024 pelo Somos Comunidade, o Grupo Somos nasceu como um núcleo permanente de formação em dança e percussão e passou a oferecer uma nova etapa para jovens que já percorriam o caminho de formação da Escola de Artes. A proposta é criar oportunidades para que esses alunos aprofundem suas experiências, tenham maior contato com o palco e convivam com diferentes linguagens e modalidades.

Em 2025, o Grupo Somos circulou por sete festivais da Região Metropolitana de Belo Horizonte, em Belo Horizonte, Contagem, Betim e Nova Lima, e participou das montagens “Herói” e “Recriar”, do Grupo Camaleão. Ao longo dessas experiências, alcançou um público de quase 6 mil pessoas.

Em 2026, o Grupo dá continuidade ao ciclo formativo e integra a programação comemorativa dos 20 anos da Escola de Artes e dos 23 anos do Instituto Unimed-BH. No espetáculo “Tudo que Move é Sagrado”, o Grupo Somos estará ao lado de alunos de diferentes modalidades da escola, além de outros grupos artísticos patrocinados pelo Instituto Unimed-BH.


Em ciclos alternados de mapeamento, sensibilização, formação e apresentações artísticas, o Programa Somos Comunidade envolve uma média anual de 1.000 agentes culturais (entre artistas e postos de trabalho) e já contemplou quase 65.000 pessoas de público direto presencial. Desde 2014, viabilizou mais de 50 atividades de sensibilização e formação artística, produziu espetáculos em palcos como o Palácio das Artes, o Sesc Palladium, os Parques Municipal Américo Renné Giannetti, Lagoa do Nado e Fernão Dias, além das Praças da Estação e de Santa Tereza. Em 2021, lançou o documentário "Não Há Sol a Sós", gravado e encenado pelos moradores do aglomerado do Morro das Pedras. Nessa trajetória, contou com as participações de Lô Borges, Toquinho, Elza Soares, Carlinhos Brown, Mônica Salmaso, Fernanda Takai, Tizumba, Adrianna Moreira, Marcelo Veronez, Pedro Morais e Chama o Síndico.

Entre 2022 e 2023, o Somos Comunidade expandiu suas atividades para a cidade de Contagem, com oficinas presenciais sobre técnicas dos bastidores das artes cênicas e mostras no Parque Municipal Américo Renné Giannetti e no Parque Fernão Dias, com a coprodução de "A Máquina do Mundo" em parceria com o Instituto Cultural CircoLar (ICC). Em 2024, promoveu um Festival no Parque Municipal pelo Dia das Crianças, com a estreia do espetáculo "Somos Todos Um". Em 2025, o Grupo Somos circulou por sete Festivais da região metropolitana, em Belo Horizonte, Contagem, Betim e Nova Lima, e participou de montagens do Grupo Camaleão. Em 2026, o Programa completa 12 anos de atividades e retorna ao Grande Teatro Palácio das Artes, no dia 27 de setembro, às 18h, para o espetáculo comemorativo dos 20 anos da Escola de Artes Instituto Unimed-BH.

O Instituto Unimed-BH completou 23 anos em 2026 e conta com o apoio de mais de 5,9 mil médicos cooperados e colaboradores da Unimed-BH. Criado em 2003 e, desde então, patrocina, apoia e realiza projetos socioculturais e socioambientais visando à formação da cidadania, estimulando a saúde e bem-estar e a qualidade de vida das pessoas, fomentando a economia criativa, gerando trabalho e renda para diversas famílias, valorizando espaços públicos e o meio ambiente, através de projetos patrocinados, apoiados e realizados em cinco linhas de atuação: Comunidade, Voluntariado, Meio Ambiente, Adoção de Espaços Públicos e Cultura, que estão alinhados aos Objetivos de Desenvolvimento Sustentável da Agenda 2030.

Festival Acessa BH 2026 dá continuidade à programação com teatro, performance, oficina e atividades gratuitas em Belo Horizonte

 

                   Circo de Los Pies


Tarô Aleijo
                            Taquesutaque




Dando continuidade à programação do Festival Acessa BH 2026, a semana de 16 a 20 de setembro reúne teatro, performance, formação e atividades voltadas às diferentes experiências da cultura DEF em Belo Horizonte. Entre os destaques estão “Taquesutaque”,  Yasmin Gomes, no dia 17 de setembro, às 20h, no Teatro de Câmara do Cine Theatro Brasil; “Tarô Aleijo”, de Cláudio Rubino, no dia 18 de setembro, às 20h30, na Funarte MG e “Circo de Los Pies”, da La Luna Cia. de Teatro, também na Funarte, dia 19, às 16 horas.

 

Nos dias 16 e 17, das 10h às 13h, na Funarte MG acontece a oficina “Audiodescrição, movimento e expressão – explorando possibilidades”, cujas inscrições já estão encerradas. A oficina investigará as relações entre audiodescrição e os movimentos do corpo nas artes performáticas, como dança, teatro e performance. A atividade será conduzida por Anita Rezende, coordenadora de acessibilidade do Acessa BH, roteirista e locutora de audiodescrição; Elizabet Dias de Sá, psicóloga e consultora em audiodescrição e acessibilidade; e Renata Mara, artista da dança, docente e pesquisadora praticamente cega, cuja produção é referência nos diálogos entre arte, inclusão e acessibilidade. A atividade é voltada a estudantes e profissionais da audiodescrição, artistas do movimento e pessoas interessadas no tema, especialmente pessoas com deficiência visual.

 

E no dia 20 de setembro, domingo, acontecerá o Quintal do Memorial – Edição Acessa BH, no Memorial Minas Gerais Vale, com programação gratuita das 10h às 17h (release completo anexo).

  

“Taquesutaque”

17 de setembro, às 20h | Teatro de Câmara do Cine Theatro Brasil

“Taquesutaque” é um monólogo escrito e interpretado pela atriz cearense Yasmin Gomes, com direção de Jéssica Teixeira (CE/SP).


O espetáculo aborda a trajetória de uma artista nordestina que, ao migrar para a cidade de São Paulo, se vê forçada a "neutralizar" o seu sotaque para conseguir papéis.

A peça reflete de forma sensível sobre a perda de identidade, a xenofobia no meio artístico e a resistência cultural, estabelecendo um paralelo com a personagem Nina, do clássico A Gaivota, de Anton Tchekhov.

  

“Tarô Aleijo”


18 de setembro, às 20h30 | Funarte MG

“Tarô Aleijo” é uma performance cênica, visual e política criada pelo artista paulista Claudio Rubino. O espetáculo é uma crítica anticapacitista, uma obra que reimagina o tarô para questionar o capacitismo no presente, em vez de apenas prever o futuro.


O artista apresenta um baralho autoral chamado baralho DEF, ativado em cena pelo "Arcano Rubino". O público participa como consulente de uma cartomancia poética que mistura autobiografia e fabulação.

 

“Circo de Los Pies”

19 de setembro, às 16h | Funarte MG

Em “Circo de Los Pies”, da catarinense La Luna Cia. de Teatro, uma palhaça transforma os próprios pés em personagens para criar pequenas histórias marcadas pelo humor e pela imaginação.


A companhia tem entre suas integrantes a atriz Emeli Barossi, artista com deficiência física, cuja trajetória também atravessa a pesquisa do grupo sobre acessibilidade estética e diferentes formas de presença em cena.

 

Maior evento dedicado à cultura DEF no Brasil, o Festival Acessa BH realiza sua sexta edição entre os dias 4 e 27 de setembro de 2026, reunindo artistas de seis estados brasileiros e uma atração internacional do Reino Unido em cerca de 30 atividades entre espetáculos, performances, sessões de cinema comentadas, oficinas, rodas de conversa e lançamentos de livros.

 

Nesta edição, a curadoria do Festival feita por Daniel Vitral e Lais Vitral, propõe um recorte da produção contemporânea da cultura DEF no Brasil e no exterior, reunindo artistas, companhias e obras que investigam a deficiência como experiência estética, política e artística por meio da dança, do teatro, da performance, do cinema e da literatura.


O Festival Acessa BH conta com a apresentação da Cemig por meio da Lei Estadual de Incentivo à Cultura de Minas Gerais (CA 2024.3809.0356), patrocínio master do Instituto Cultural Vale e patrocínio do Instituto Unimed-BH, por meio da Lei Federal de Incentivo e da MGS por meio da Lei Municipal de Incentivo à Cultura de Belo Horizonte. Conta, ainda, com a parceria Do British Council, Immersive Arts, Unlimited, Dada, ZU-UK, Instituto Dragão do Mar, Hub Cultural Porto Dragão, Secretaria de Cultura do Estado do Ceará e apoio da Funarte MG, Centro Cultural Unimed-BH Minas, Cine Theatro Brasil, Memorial Minas Gerais Vale, Instituto Cultural Vale, MM Gerdau - Museu das Minas e do Metal e Mercure Hotels. Uma realização da Vitral Bureau Cultural, Lais Vitral e Ministério da Cultura - Governo Federal.

 

Festival Acessa BH 2026 – programação de 14 a 20 de setembro

 

17/09 | 20h

Taquesutaque – Yasmin Gomes

Direção: Jéssica Teixeira (CE/SP)

Local: Cine Theatro Brasil – Teatro de Câmara

Endereço: Avenida Amazonas, 315 ou Rua Carijós, 258 – Centro, Belo Horizonte/MG

Telefone: 31 3201-5211

 

18/09 | 20h30

Tarô Aleijo – Cláudio Rubino (SP)

Local: Funarte MG

Endereço: Rua Januária, 68 – Centro, Belo Horizonte/MG

Telefone: 31 99625-3293

 

19/09 | 16h

Circo de Los Pies – La Luna Cia. de Teatro (SC)

Local: Funarte MG

Endereço: Rua Januária, 68 – Centro, Belo Horizonte/MG

Telefone: 31 99625-3293

 

Entrada: gratuita, sujeita à lotação dos espaços, conforme regra de cada local.

 

Informações: www.acessabh.com.br

Ingressos: https://acessabh.com.br/ingressos/

Exposição na PUC MG-da artista plástica Joanna Scharlé destaca Nanquim e aquarela, a "Herança de Guignard"

 


A artista plástica, Joanna Scharlé

 

Em um tempo dominado pela velocidade, pelas telas e pelo excesso de imagens digitais, a artista plástica  brasileira e luxemburquesa Joanna Scharlé de Vasconcelos escolhe um caminho que exige silêncio, concentração e sensibilidade, está mostrando a  sua arte criativa e diversificada na Galeria de Arte da Biblioteca Padre Alberto Antoniazzi,  no Campus Coração Eucarístico da PUC, na  avenida Dom Gaspar, 500 - Prédio 26,Belo Horizonte ,vai até o dia a 28 de setembro de 2026, de segunda a sexta-feira de 08 h às 21h, Sábado: 08h às 12h.  Em sua exposição “Nanquim e Aquarela – A Herança de Guignard”, o bico de pena, a tinta sobre o papel e a transparência da aquarela tornam-se instrumentos para revelar uma arte delicada, intensa e profundamente ligada à expressão humana.

A proposta da mostra é resgatar a força e a beleza de uma linguagem artística que parece cada vez mais rara nos dias atuais.

No trabalho com o nanquim, cada linha é definitiva. Não há espaço para apagar, corrigir ou esconder o gesto. O traço precisa nascer seguro, permitindo que a mão da artista estabeleça um diálogo íntimo entre o preto e o branco, entre a densidade da tinta e a leveza da cor.

A artista plástica, Joanna Scharlé

Essa escolha transforma o ato de desenhar em uma experiência de entrega. Cada linha carrega intenção e personalidade, enquanto a aquarela acrescenta transparência, luminosidade e movimento às composições.

 Alberto da Veiga Guignard , nasceu em Nova Friburgo(RJ) em 1896, e morreu em1962, foi um dos mais importantes pintores e professores do modernismo brasileiro. Ele ficou internacionalmente conhecido por suas representações líricas e poéticas das paisagens mineiras, repletas de montanhas nubladas, balões de São João e igrejas coloniais suspensas na névoa. Viveu na Europa dos 11 aos 33 anos. Estudou na prestigiada Real Academia de Belas Artes de Munique. Retornou ao Brasil em 1929, integrando-se rapidamente ao movimento modernista nacional. 

Em 1944, a convite do então prefeito Juscelino Kubitschek, mudou-se para Belo Horizonte. Lá, liderou um curso livre de artes que originou a famosa Escola Guignard, um dos maiores marcos no ensino artístico do país. A exposição estabelece uma ligação especial com o legado de Alberto da Veiga Guignard, um dos grandes nomes da arte brasileira e referência fundamental da tradição modernista mineira.

A artes de Joanna Scharlé, essa herança está presente não apenas como uma influência artística, mas como uma maneira de compreender o desenho, a aquarela e a própria figura humana.

Joanna foi formada sob a orientação de Solange Botelho, discípula direta de Guignard, e também realizou pós-graduação na instituição que leva o nome do mestre. Essa formação permitiu que a artista se aproximasse de uma tradição que valoriza o desenho como elemento essencial da expressão artística.

 

Registro da exposição: Exposição “Alegria de criar”, com Solange Botelho e artistas convidados. Instituto Cultural Brasil estados unidos - ICBEU. Belo Horizonte, Minas Gerais, (2004).

Registro da exposição: Exposição “Alegria de criar”, com Solange Botelho e artistas convidados. Instituto Cultural Brasil estados unidos - ICBEU. Belo Horizonte, Minas Gerais, em 2004,  Joanna Sharlé era uma das artistas convidadas.

 

Entretanto, sua produção não se limita a repetir uma escola ou reproduzir uma tradição. Joanna absorve essa herança e a transforma a partir de seu próprio olhar, construindo uma linguagem contemporânea marcada pela precisão técnica, pela expressividade e pela investigação das emoções humanas.

É justamente nesse encontro entre tradição e contemporaneidade que a exposição encontra sua identidade.

O nanquim e a aquarela - Os rostos ocupam um lugar especial na produção apresentada por Joanna Scharlé.

Alguns aparecem fortes, densos e marcados pelo preto intenso do nanquim. Outros surgem mais leves, fluidos e luminosos, envoltos pela transparência da aquarela.

O contraste entre essas duas técnicas cria uma atmosfera singular.

De um lado, a intensidade do preto. De outro, a delicadeza da cor.

De um lado, a firmeza do traço. De outro, a liberdade da aquarela.

É nesse diálogo que Joanna procura chegar à essência de seus personagens.

Seus trabalhos não pretendem simplesmente copiar ou reproduzir a realidade. Os rostos e as formas são reinterpretados pela sensibilidade da artista e transformados em imagens que carregam sentimentos, silêncios e diferentes possibilidades de leitura.

Há, em cada obra, uma busca por aquilo que existe além da aparência.

A artista plástica, Joanna Scharlé

 A artista plástica, Joanna Scharlé com seus trabalhos no espaço cultural da PUC Minas

      fotos: divulgação

A artista plástica, Joanna Scharlé

 A artista plástica, Joanna Scharlé

A artista plástica, Joanna Scharlé diante de sua exposição

ARTE QUE CONVIDA A DESACELERAR - Visitar a exposição é também aceitar um convite para diminuir o ritmo.

Em meio à rotina acelerada e à quantidade cada vez maior de imagens que recebemos diariamente, as obras de Joanna Scharlé pedem um olhar mais demorado.

É preciso observar o traço.

Perceber a delicadeza da aquarela.

Sentir a força do nanquim.

Descobrir os pequenos detalhes.

E permitir que as emoções presentes em cada trabalho sejam percebidas pouco a pouco.

A mostra convida o público a contemplar a sensibilidade e a densidade que habitam o mistério de cada obra e a descobrir as diferentes nuances emocionais que vibram nos trabalhos da artista.

Mais do que simplesmente olhar, o visitante é convidado a sentir.

 

A proposta de “Nanquim e Aquarela – A Herança de Guignard” ultrapassa a apresentação das obras e amplia o diálogo entre arte e desenvolvimento emocional.

Durante a exposição, serão realizadas duas atividades de Arteterapia especialmente destinadas a crianças e jovens.

Joanna Scharlé, além de sua trajetória nas artes plásticas, é pós-graduada em Terapia Cognitivo-Comportamental (TCC) e atua em Arteterapia. Nas atividades, conduzirá práticas que unem o gesto artístico ao cuidado emocional, criando oportunidades para que crianças e jovens possam utilizar a expressão artística como forma de comunicação e manifestação de sentimentos.

A proposta aproxima a criação artística da experiência emocional, valorizando a criatividade e a liberdade de expressão.



Atividades de ARTETERAPIA de Joanna Scharlé

Atividades de Arteterapia de Joanna Scharlé

 

A artista plástica, Joanna Scharlé e Mariana Franco,  psicóloga

A artista plástica, Joanna Scharlé e Mariana Franco, psicóloga

Durante a exposição, serão realizadas duas atividades de Arteterapia voltada especialmente para crianças e jovens. Joanna Scharlé, pós‑graduada em TerapiaCognitivo‑Comportamental (TCC) e atuante em Arteterapia, conduzirá práticas que unem o gesto artístico ao cuidado emocional.

As atividades contarão também com a participação da psicóloga Mariana Franco (CRP 04/74946).

Sua atuação está baseada na abordagem cognitiva inspirada na análise de Judith Beck, contribuindo para fortalecer o olhar clínico e o suporte emocional oferecido aos participantes.

A presença da psicóloga acrescenta uma dimensão importante às atividades, estabelecendo uma ponte cuidadosa entre a experiência artística e o acolhimento emocional de crianças e jovens.

Dessa forma, a exposição amplia seu alcance e demonstra como a arte pode ser também um espaço de expressão, reflexão e cuidado.




Mariana Franco e  a artista plástica, Joanna Scharlé

A psicóloga Mariana Franco e  a artista plástica, Joanna Scharlé

Atividade de Mariana Franco,  psicóloga

Atividades de  da psicóloga Mariana Franco

 

“Nanquim e Aquarela – A Herança de Guignard” é, portanto, uma exposição que reúne técnica, tradição, contemporaneidade e emoção.

Nas mãos de Joanna Scharlé, o nanquim deixa de ser apenas tinta sobre o papel. O traço transforma-se em linguagem. A aquarela deixa de ser apenas cor e passa a funcionar como respiração, luz e movimento.

Os rostos apresentados pela artista parecem guardar histórias que não são contadas de maneira explícita. Cabe ao visitante estabelecer sua própria relação com cada imagem e descobrir, em meio às linhas e às transparências, aquilo que mais o toca.

É uma mostra que valoriza o tempo do olhar em uma sociedade acostumada à velocidade.

Uma oportunidade para entrar em contato com uma arte que preserva a tradição do desenho e, ao mesmo tempo, encontra novas possibilidades de expressão.




Exposição  da artista plástica Joanna Scharlé

 

UM CONVITE À SENSIBILIDADE - Para quem visitar a exposição, fica o convite: desacelere.

 

Deixe por alguns instantes o mundo lá fora.

Observe cada rosto.

Acompanhe cada linha.

Perceba os espaços vazios, as sombras, as transparências e as cores.

Permita-se descobrir o que existe por trás de cada obra.

Talvez a maior riqueza do trabalho de Joanna Scharlé esteja justamente nessa possibilidade: diante de seus desenhos e aquarelas, o espectador não encontra apenas aquilo que a artista criou, mas também espaço para suas próprias emoções, memórias e interpretações.

“Nanquim e Aquarela – A Herança de Guignard” é um encontro entre a tradição e o presente, entre a precisão do traço e a liberdade da cor, entre a arte e a emoção.

Uma exposição para olhar com calma.

Para sentir.

Para refletir.

E, sobretudo, para deixar que a arte nos lembre de algo que a vida contemporânea muitas vezes nos faz esquecer: a beleza também mora naquilo que exige tempo para ser contemplado.

Joanna Scharlé e Cristina Pereira,  secretária da administração da Biblioteca da Puc Minas

Joanna Scharlé e Cristina Pereira, secretária da administração da Biblioteca da PUC Minas

A artista plástica, Joanna Scharlé e Mariana Franco,  psicóloga

 A artista plástica, Joanna Scharlé e a psicóloga

Mariana Franco

 A exposição vai  o dia 28 de setembro, na PUC Minas, em Belo Horizonte, uma excelente mostra da arte da modernidade de Joanna Scharlé, com suas criações de diversas formas cores nas telas.

Oktoberfest movimenta finais de semana de outubro no Grand Resort Serra Negra


Outubro ganha clima de festa no Grand Resort Serra Negra. Durante os finais de semana do mês, o hotel promove uma programação inspirada na Oktoberfest, reunindo gastronomia, música e atividades de lazer em meio às paisagens do Circuito das Águas Paulista.

A programação também será uma atração extra para as famílias que escolherem Serra Negra como destino no feriado de 12 de outubro. Além de aproveitar a estrutura do resort e os atrativos da cidade, os hóspedes poderão participar das atividades especiais preparadas para o período.

Aos sábados, o clima da Oktoberfest toma conta do hotel com chopp e petiscos à vontade na piscina e jantar temático. Música ao vivo na varanda, Noite da Pizza e atividades conduzidas pela equipe de lazer, presente todos os dias, completam a agenda.

O pacote de outubro tem mínimo de duas diárias, de sexta a domingo, e funciona em sistema de pensão completa, com café da manhã, almoço, café da tarde e jantar. Água, suco e refrigerante estão incluídos durante o almoço e o jantar.

A proposta é combinar a programação temática com momentos de descanso e convivência, permitindo que adultos e crianças encontrem diferentes opções ao longo da hospedagem.

Lazer para diferentes idades



Entre uma atividade e outra, os hóspedes têm à disposição a piscina aquecida e coberta, além das piscinas externas climatizadas para adultos e crianças.

A área de lazer do hotel inclui ainda quadras de tênis, poliesportiva e de areia, campo de grama natural, redário e diferentes espaços de descanso ao ar livre. A estrutura conta também com dois restaurantes, bar na piscina e varanda panorâmica.



Para as famílias, a equipe de lazer amplia as possibilidades de entretenimento durante os finais de semana e feriados, enquanto as áreas verdes e os espaços de convivência permitem aproveitar a hospedagem em um ritmo mais tranquilo.

Outubro em Serra Negra



Localizado no coração do Circuito das Águas Paulista, o Grand Resort Serra Negra ocupa cerca de 40 mil m² de jardins e áreas verdes, com vista para a Serra da Mantiqueira.

A poucos minutos do centro de Serra Negra, o hotel permite integrar a hospedagem com passeios pela cidade, conhecida pelo clima de montanha, pelo comércio, pelo turismo de bem-estar e por atrações como teleférico, mirantes e roteiros rurais.


Essa combinação torna o destino uma opção também para o feriado de 12 de outubro, quando famílias podem dividir os dias entre a programação especial do resort, momentos de descanso e passeios pela região.


Em sua estrutura, o Grand Resort Serra Negra conta com mais de 100 acomodações, entre quartos duplos, triplos, quádruplos e familiares, equipados com ar-condicionado, TV a cabo, minibar, cofre e Wi-Fi. O hotel também oferece estacionamento gratuito, incluindo pontos para recarga de veículos elétricos, e acessibilidade em seus ambientes.

Para mais informações, acesse: grandresortserranegra.com.br.


Padre Fábio de Melo no “Sempre um Papo"

                          
 

O Sempre Um Papo dá continuidade às comemorações dos seus 40 anos recebendo o escritor Padre Fábio de Melo, para o debate e o lançamento do livro  “A Terra Que Ninguém nos Prometeu” (Editora Record). O encontro vai acontecer no dia 15 de setembro de 2026, terça-feira, às 19h, no auditório do Tribunal de Contas do Estado de Minas Gerais (TCEMG). A entrada é gratuita, por ordem de chegada, condicionada à capacidade do auditório. Para os autógrafos, serão distribuídas 250 senhas, no momento da compra do livro, no local. O autor vai assinar exclusivamente o livro lançado.

O “Sempre um Papo – 40 anos” tem o patrocínio da Copasa e do Itaú, via Lei Rouanet, e é realizado em conjunto com o TCEMG e o TCE Cultural. 

Em “A terra que ninguém nos prometeu”, Fábio de Melo revisita um dos livros mais importantes de sua trajetória literária. A obra é uma versão revista e ampliada de Orfandades – O destino das ausências, publicada originalmente em 2012, agora acrescida de oito contos inéditos. Ao reunir 26 histórias, o autor retorna ao tema das ausências, da perda, da solidão e das muitas formas de orfandade que atravessam a experiência humana.

Em “A terra que ninguém nos prometeu”, Fábio de Melo reúne 26 contos que têm como eixo comum a experiência da ausência. São histórias marcadas por perdas, despedidas, abandonos, desencontros e pela busca permanente de sentido diante daquilo que falta.

O livro retoma “Orfandades – O destino das ausências,” publicado em 2012, em uma edição revista e ampliada com oito contos inéditos. A nova obra preserva o núcleo temático do volume original, ao mesmo tempo em que amplia a reflexão sobre as diferentes formas de nos tornarmos órfãos — não apenas da morte, mas também dos afetos interrompidos, dos sonhos que não se realizaram e das promessas que a vida jamais fez.

Ao longo dos contos, o autor constrói personagens que enfrentam o luto, a solidão, o amor interrompido e a necessidade de reconstruir a própria existência. Sem recorrer a respostas fáceis, propõe uma literatura que dialoga com a espiritualidade, mas permanece profundamente ancorada na experiência humana.


Fábio de Melo nasceu em Formiga (MG), em 1971. Sacerdote, escritor, cantor, compositor, professor universitário e comunicador, tornou-se uma das figuras mais conhecidas da vida cultural e religiosa brasileira.

Sua trajetória literária teve início em 2006 e consolidou-se por meio de obras dedicadas à espiritualidade, às relações humanas, à identidade e ao luto. Entre seus livros mais conhecidos estão Quem me roubou de mim?, Tempo de esperas, Crer ou não crer, escrito em parceria com Leandro Karnal, Quantos eus que não são meus? e A vida é cruel, Ana Maria. Sua obra editorial já ultrapassou a marca de 3,5 milhões de exemplares vendidos, tornando-o um dos autores brasileiros de maior alcance junto ao público.


O encontro integra a programação do Sempre Um Papo TCE Cultural, projeto que promove diálogos entre autores e o público, aproximando literatura, pensamento crítico e sociedade.

A parceria do Sempre um Papo com o TCEMG já viabilizou atividades com Ana Maria Gonçalves, Mia Couto, Itamar Vieira Junior, Conceição Evaristo e Ailton Krenak, consolidando um percurso em que cada encontro parte de um livro para alcançar questões amplas da realidade brasileira.

O programa consolida o modelo inaugurado pelo projeto: transformar temas estruturais da administração pública em debates acessíveis, mediados pela literatura, pela arte e pela escuta cidadã. Trata-se de um novo paradigma de atuação institucional, no qual o controle externo dialoga com a sociedade não apenas por meio de números e relatórios, mas também pela força da palavra e da experiência humana.

Desde sua criação, o ciclo vem aproximando o público dos grandes temas do Tribunal — como água, educação, território e direitos — por meio de autores que traduzem essas questões em linguagem sensível e compartilhável. Essa proposta se ancora nos eixos estruturantes do TCE, que incluem educação, meio ambiente, combate à corrupção e cidadania, ampliando o entendimento público sobre políticas essenciais à vida coletiva.

Entrada gratuita por ordem de chegada. 

Auditório do Tribunal de Contas do Estado de Minas Gerais (TCE-MG) – Av. Raja Gabaglia, 1.315, Luxemburgo, Belo Horizonte

Gorete Milagres ao Teatro Feluma com a peça “Filomena: 32 Anos de Peleja” e a Oficina “Da Criação à Humanização da Personagem”.

 


Nos dias 19 e 20 de setembro, Filó, uma das personagens mais queridas do Brasil, chega a Belo Horizonte para falar dos 32 anos de estrada. Gorete Milagres sobe ao palco do Teatro Feluma com o espetáculo “Filomena: 32 Anos de Peleja”, com realização do Instituto Cultural Ciências Médicas e patrocínio do Instituto Unimed-BH e da Seguros Unimed.  A peça nos leva por uma jornada inigualável, contando a trajetória desde o momento em que deixou a roça de Pau Grande, percorrendo as cidades de Belo Horizonte e São Paulo.


 Num relato autêntico e envolvente, ela revela as diversas facetas da vida, transitando por experiências como empregada, diarista, microempresária e governanta. A história se desenrola com a sinceridade de quem, mesmo após tantas batalhas, não conseguiu se aposentar e, agora, está ali no palco do teatro para compartilhar suas experiências através de um hilário espetáculo que ela chama de stand-up.

Neste espetáculo, Filó não apenas nos presenteia com suas histórias pessoais, mas também lança um olhar afiado sobre a realidade das empregadas domésticas. Ela destaca a luta constante por direitos que essas profissionais enfrentam, verdadeiros espelhos da estrutura social brasileira. O texto inteligente, repleto de críticas sociais, é habilmente entrelaçado com momentos de humor, proporcionando ao público uma experiência única.

Em meio a risadas prolongadas e relatos sobre as peculiaridades das relações entre patrão e empregada, Filó celebra 32 anos de persistência e resistência, sem jamais perder de vista a essência do humor que a consagrou.

Oficina “Da Criação à Humanização da Personagem” com a atriz Gorete Milagres

 


Em celebração aos seus 35 anos de carreira, a atriz Gorete Milagres vai ministrar a oficina “Da Criação à Humanização da Personagem”, um mergulho no processo de construção de Filomena, personagem que habita sua trajetória há mais de três décadas. Da matriz inspiradora descoberta aos 15 anos de idade à estreia profissional há 32 anos, a atriz revela os caminhos que transformam uma ideia em uma presença cênica viva e singular: corpo, figurino, voz, texto. A ideia é que, nesta oficina, os atores construam uma personagem cômica ou dramática/cômica.

A oficina gratuita é voltada para estudantes e para profissionais da área de teatro e entretenimento.

“Eu estou bem emocionada em ministrar uma oficina e me apresentar no Teatro Feluma. É um teatro espetacular e que fica dentro de uma faculdade de Medicina. Médicos e comediantes têm uma característica em comum: o poder da cura! Rir é o melhor remédio! E participar da MostrArte, com espetáculo e oficina gratuitos para o público, é uma excelente forma de celebração. Estou muito agradecida pelo convite! Espero o meu público saudoso e amoroso e será uma alegria mútua”, comemora a atriz Gorete Milagres.

 Mini bio _ Gorete Milagres, sou atriz e comediante. Estudei teatro no TU/UFMG e fiz faculdade de Roteiro na Anhembi Morumbi/SP. Tenho 35 anos de carreira e 32 da minha personagem Filomena. É uma carreira marcada por grandes índices de audiência na TV, filmes e séries. Mas meu lugar no mundo é o palco! Eu tenho o dom de transformar os meus dramas, e os dos outros, em comédia.

Programação gratuita

 

Espetáculo – “Filomena: 32 Anos de Peleja”

Datas: 19 de setembro (sábado) às 20h e 20 de setembro (domingo) às 17h

Duração: 100 minutos

Classificação: Livre

Local: Teatro Feluma

Observação: Intérprete de Libras no domingo (20/09) às 17h.

Ingressos: Gratuitos pela Sympla. https://bileto.sympla.com.br/event/126772/d/413373/s/2692037

 

Oficina “Da Criação à Humanização da Personagem”

Datas: 12 e 13 de setembro (sábado e domingo), das 14h às 17h | 20 de setembro (domingo), das 10h às 13h

Classificação Indicativa: 18 anos

Duração: 9 horas

Inscrições: Pela plataforma Sympla (vagas limitadas): https://bileto.sympla.com.br/event/126634

 Teatro Feluma — Alameda Ezequiel Dias, 275, 7º andar — Centro, Belo Horizonte/MG.

 

A segunda edição da MostrArte Feluma busca democratizar o acesso à cultura, oferecendo espetáculos e oficinas gratuitas de teatro, dança e música no Teatro Feluma, incentivando a formação artística e a inclusão social. O projeto realizado pelo Instituto Cultural Ciências Médicas integra a programação cultural da Feluma e conta com patrocínio do Instituto Unimed-BH e da Seguros Unimed.

 

A Fundação Educacional Lucas Machado (Feluma) é uma organização filantrópica com a finalidade de contribuir para o desenvolvimento da comunidade por meio de atividades educacionais, de saúde e assistência social, além de realizar pesquisas nos campos das Ciências Humanas e Biológicas.

A Feluma está entre os maiores serviços assistenciais 100% SUS de Minas Gerais e possui um diferencial significativo em sua missão: unir o ensino de qualidade à prestação de um atendimento de excelência nas suas unidades de saúde. A Fundação é estruturada como um dos maiores ecossistemas de ensino e assistência de Minas Gerais por meio de seus seis institutos Ciências Médicas: Faculdade, Hospital Universitário, Ambulatório, Instituto de Olhos, Instituto de Oncologia e Instituto Cultural, responsável por gerenciar o Teatro Feluma, a Editora Universitária Ciências Médicas e o Centro de Memória Ciências Médicas.

Através de seu Instituto Cultural Ciências Médicas de Minas Gerais (ICCM-MG), a Feluma visa manter e promover atividades culturais e de patrimônio histórico, além de fomentar a produção artística, ampliando o acesso à cultura e viabilizando projetos socioculturais para a comunidade.

O Instituto Unimed-BH completou 23 anos em 2026 e conta com o apoio de mais de 5,9 mil médicos cooperados e colaboradores da Unimed-BH. Criado em 2003 e, desde então, patrocina, apoia e realiza projetos socioculturais e socioambientais visando à formação da cidadania, estimulando a saúde e bem-estar e a qualidade de vida das pessoas, fomentando a economia criativa, gerando trabalho e renda para diversas famílias, valorizando espaços públicos e o meio ambiente, através de projetos patrocinados, apoiados e realizados em cinco linhas de atuação: Comunidade, Voluntariado, Meio Ambiente, Adoção de Espaços Públicos e Cultura, que estão alinhados aos Objetivos de Desenvolvimento Sustentável da Agenda 2030.

 

Seguros Unimed

A Seguros Unimed é o grupo segurador e braço financeiro do sistema de cooperativas médicas Unimed, presente em 92% do território nacional. Com uma trajetória de mais de 36 anos no mercado, a companhia atende a 7 milhões de segurados nos segmentos de Saúde, Odontologia, Vida, Previdência (aberta e fechada) e nos Ramos Elementares (com seguros patrimoniais e de responsabilidade civil médica). Desde 2019, atua também na gestão de recursos financeiros para o sistema cooperativo, com a criação da InvestCoop Asset Management. O grupo conta com 2 mil colaboradores na Matriz e Central de Relacionamento, além de outros 20 escritórios regionais pelo país.

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