segunda-feira, 24 de agosto de 2026

Lounges do Grupo ADVT nos aeroportos Internacionais de Belo Horizonte e Viracopos concorrem ao prêmio Brazil's Leading Airport Lounge

 

      
   Aeroporto Internacional de Belo Horizonte - Vip Advantage



  Aeroporto Internacional de Viracopos - Vip  Advantage


O Grupo ADVT, especialista em experiências de hospitalidade aeroportuária, alcançou um novo marco no setor de aviação ao garantir duas indicações na 33ª edição do World Travel Awards (WTA) — prestigiada premiação global conhecida no setor como o “Oscar do Turismo”.

 

As unidades indicadas para o título "Brazil's Leading Airport Lounge 2026" são o ADVT VIP Lounge de Confins (Aeroporto Internacional de Belo Horizonte) e o ADVT VIP Lounge de Viracopos (Campinas/SP). Juntas, as duas estruturas representam 50% dos finalistas da categoria no país.

 

Além do conforto tradicional e gastronomia de alto padrão, os espaços indicados se destacam por oferecer facilidades como o Fast Track, que garante embarque e inspeção de segurança agilizados  e o serviço premium VIP Plus, um ambiente exclusivo.

 

Reconhecimento internacional e votação - Criado em 1993, o World Travel Awards celebra a excelência em diversos segmentos do turismo mundial, como aviação, hotelaria e infraestrutura aeroportuária. A indicação reforça a trajetória do Grupo ADVT, que completou 11 anos de atuação e já soma mais de 20 lounges operando nos principais aeroportos brasileiros. Em 2025, a unidade de Confins já havia conquistado o título de melhor sala VIP do mundo pelo Priority Pass.

 

A escolha dos vencedores é feita por meio de votação popular e de profissionais do setor diretamente no site oficial do evento ( https://www.worldtravelawards.com/award-brazils-leading-airport-lounge-2026), com prazo limite até o dia 28 de agosto.

 

Próximas etapas - Os campeões da fase regional das Américas e Caribe serão anunciados em uma cerimônia de gala no dia 11 de outubro, na Jamaica. Os vencedores desta etapa garantem vaga na final global, que ocorrerá em 12 de dezembro, na Tanzânia.

Sobre o Grupo ADVT  - Com 11 anos de mercado, o Grupo ADVT é referência em soluções de conforto e conveniência aeroportuária no Brasil. A empresa administra mais de 20 salas VIP localizadas nos principais terminais do país, oferecendo atendimento de alta qualidade, comodidades exclusivas e serviços integrados como Fast Track e VIP Plus.


Festival Acessa BH 2026 amplia protagonismo da cultura DEF com atrações de seis estados e do Reino Unido

 


Companhia Movidos Dança (RN) abre o Acessa BH 2026 com SER(tão) e no dia seguinte apresenta Nuvem de Pássaros


Maior evento dedicado à cultura DEF no Brasil, o Festival Acessa BH realiza sua sexta edição entre os dias 4 e 27 de setembro, reunindo artistas de seis estados brasileiros e uma atração internacional do Reino Unido em cerca de 30 atividades entre espetáculos, performances, sessões de cinema comentadas, oficinas, rodas de conversa e lançamentos de livros.

Nesta edição, a curadoria do Festival feita por Daniel Vitral e Lais Vitral, propõe um recorte da produção contemporânea da cultura DEF no Brasil e no exterior, reunindo artistas, companhias e obras que investigam a deficiência como experiência estética, política e artística por meio da dança, do teatro, da performance, do cinema e da literatura.

Entre os destaques estão os dois espetáculos do grupo Movidos Dança com SER(tão) e Nuvem de Pássaros, o espetáculo Baixa Sociedade, dirigido por Pedro Neschling e protagonizado por Luiz Fernando Guimarães; a montagem SURDA, estrelada por Benedita Casé Zerbini a partir de texto autobiográfico de Julia Spadaccini; a participação inédita da companhia britânica ZU-UK, com a performance Encontro Romântico Binaural; a pré-estreia nacional do documentário Uma em Mil, comentada pelos diretores; e uma programação voltada às infâncias que reúne teatro, experiências sensoriais, literatura e atividades em Libras.

A abertura do Acessa BH de 2026 acontece dia 4 de setembro, na Funarte MG, com SER(tão), da companhia potiguar Movidos Dança, dirigido pelo coreógrafo Mário Nascimento, um dos principais nomes da dança contemporânea brasileira. O grupo permanece no Festival apresentando também Nuvem de Pássaros, fazendo do Acessa BH uma das poucas oportunidades de acompanhar, na mesma edição, dois trabalhos da companhia. Idealizada em 2018 pelo coreógrafo e diretor artístico Anderson Leão e pelo bailarino Daniel Silva, a Movidos Dança investiga a identidade de corpos diversos, propondo uma nova perspectiva para a dança ao romper com padrões estéticos tradicionais na construção da cena artística. 

Realizada em seis espaços culturais da capital mineira — Funarte MG, Centro Cultural Unimed-BH Minas, Cine Theatro Brasil, Praça da Liberdade, Teatro Raul Belém Machado e Palácio das Artes —, a programação reúne 18 apresentações, duas sessões de cinema comentadas, três oficinas/vivências, duas rodas de conversa, três bate-papos após espetáculos, dois lançamentos de livros e um dia especial de atividades em parceria com o Memorial Minas Gerais Vale, ampliando o diálogo entre criação artística, formação e acessibilidade.

Mais do que oferecer recursos de acessibilidade ao público, o Festival Acessa BH estrutura sua programação a partir da cultura DEF, envolvendo artistas, consultores e profissionais com deficiência em todas as etapas do projeto — da curadoria ao planejamento, da comunicação à realização das atividades. Todos os espetáculos contam com interpretação em Libras e audiodescrição; as sessões de cinema terão também legendas descritivas; e oficinas e rodas de conversa receberão os recursos necessários conforme o perfil dos participantes.

Um recorte da produção artística da cultura DEF em 2026

A sexta edição do Festival Acessa BH reúne artistas, companhias e obras que sintetizam algumas das pesquisas desenvolvidas hoje pela cultura DEF no Brasil e no exterior. Ao longo de quatro semanas, a programação aproxima dança, teatro, performance, cinema e ações formativas, evidenciando diferentes maneiras de pensar deficiência, comunicação, identidade, território, memória e pertencimento por meio da criação artística.

“Um dos destaques desta edição é a presença de artistas surdos e artistas com deficiência auditiva, que atuam em diferentes áreas, como interpretação, direção, dramaturgia e literatura. Entre eles, estão atrizes surdas que utilizam línguas de sinais, como Lyvia Cruz, em ‘A Cangaceira Surda Mara’, que se comunica em Língua Brasileira de Sinais (Libras), e Miriam Garlo, protagonista do longa-metragem espanhol ‘Surda’, que utiliza a Língua de Sinais Espanhola (LSE)”, conta Lais Vitral. “O Festival também apresenta trabalhos de artistas que se identificam como "surdos que ouvem", como Benedita Casé Zerbini, atriz do espetáculo ‘SURDA’, com dramaturgia de Julia Spadaccini, e Pedro Neschling, diretor de ‘Baixa Sociedade’. A programação inclui ainda montagens bilíngues, apresentadas em português e Libras, como ‘Da Janela’ ”, diz. “E no contexto da literatura surda, o Festival receberá o lançamento do livro ‘O Boi que Aprendeu Libras’, de Ademar Alves Jr.” 

Primeira semana | Dança e performance - SER(tão), da Movidos Dança, abre esta edição do Festival, no dia 4 de setembro, propondo uma releitura contemporânea do sertão nordestino ao reunir dança, música e elementos da cultura popular em uma criação que aproxima tradição e futuro. Com trilha que transita entre ritmos como forró, xote e baião e sonoridades eletrônicas, o espetáculo celebra a pluralidade de corpos e identidades para construir uma visão do Nordeste distante dos estereótipos. 

No dia seguinte, 5, a Movidos apresenta Nuvem de Pássaros, uma obra inspirada no movimento da migração dos pássaros e baseada na trajetória de espécies que compartilham rotas de voo para o enfrentamento de climas adversos e ameaça de predadores. A relação das revoadas e a convivência de diferentes espécies é uma reflexão sobre a sociedade e seus diversos conflitos como forma de compreender a coletividade humana. 

Encontro Romântico Binaural, da ZU-UK  © Renato Mangolin

A primeira semana recebe ainda a companhia britânica ZU-UK, que apresenta Encontro Romântico Binaural, uma criação imersiva roteirizada e dirigida por Persis Jadé Maravala e Jorge Lopes Ramos que estreou em Londres no ano de 2017 e se apresenta em BH depois de percorrer várias cidades do Reino Unido como Liverpool, Manchester, York e passar também por Macau, na China, e pelas colombianas Manizales e Bogotá. A proposta é uma experiência social instigante sobre relacionamento, afeto e autoconhecimento. 

Encontro Romântico Binaural transforma um espaço cultural em um restaurante onde duplas — formadas por pessoas que nunca se viram ou que já se conhecem — participam de uma experiência imersiva de 75 minutos. Guiados por uma narração em áudio binaural nos fones de ouvido e pela interação com um garçom, os participantes são conduzidos por jogos, conversas e situações que exploram as relações humanas, a intimidade e as diferentes formas de conexão. O público pode se inscrever para participar, através do site do Festival. Após a performance, Jorge Lopes Ramos e Persis Jade batem um papo com os participantes e os espectadores, compartilhando as experiências da ZU-UK nas intersecções entre arte, deficiência, tecnologias interativas e teatro imersivo.

“Essa performance perpetua e fortalece a parceria entre o Acessa BH, o DaDaFest e a ZU-UK, iniciada em 2025. A DaDa é uma organização britânica de artes para pessoas com deficiência com mais de 40 anos de atuação, e tem uma longa história de trabalho internacional para aprender e compartilhar ideias e práticas com artistas com deficiência e organizações de artes da deficiência ao redor do mundo”, explica Daniel Vitral. “A ZU-UK é uma companhia multipremiada e pioneira em performance imersiva e teatro participativo, que trabalha em parceria com a Universidade de Greenwich em projetos que visam inovação a partir da criação de artistas com deficiência e neurodivergentes.”

Segunda semana | Teatro e cinema - A segunda semana concentra parte dos principais encontros entre artistas da cena brasileira. Entre eles está Baixa Sociedade, texto de Juca de Oliveira dirigido por Pedro Neschling e protagonizado por Luiz Fernando Guimarães, Debora Osório, Paulo Mathias Jr. e Bruna Alves. A montagem integra as comemorações dos 50 anos de carreira de Luiz Fernando Guimarães e utiliza a comédia para discutir mobilidade social, ambição e relações de poder. Pedro Neschling, que convive com deficiência auditiva desde a juventude, participa do Festival trazendo também sua experiência em ações de conscientização sobre a surdez.

Também compõe a programação SURDA, dramaturgia autobiográfica de Julia Spadaccini, dirigida por Debora Lamm e protagonizada por Benedita Casé Zerbini. O espetáculo acompanha as transformações vividas por uma mulher durante o processo de perda auditiva e investiga seus impactos na vida afetiva, familiar e profissional. Estreada no Rio de Janeiro em maio, a montagem chega a Belo Horizonte em sua segunda cidade de circulação, e o Festival articula um encontro entre os artistas para discutir os processos de criação da obra. Além da presença da intérprete de Libras Diana Dantas em cena, o espetáculo também conta com legendas em tempo real. 

A obra aproxima criação e experiência pessoal: Julia Spadaccini, Benedita Casé e Pedro Neschling “são surdos que ouvem”, compartilhando vivências relacionadas à deficiência auditiva. Haverá bate-papo com o público após a apresentação de “Surda”.

O cinema ocupa lugar de destaque na programação com duas sessões comentadas. A primeira reúne o curta A Diferença entre mongóis e mongoloides e a pré-estreia nacional do documentário Uma em Mil, dirigido pelos irmãos Jonatas e Tiago Rubert. Partindo da relação entre os próprios realizadores — Tiago tem síndrome de Down —, o longa investiga autonomia, convivência e afeto sem recorrer a narrativas estereotipadas. Premiado no Festival do Rio, o filme será exibido em Belo Horizonte poucos dias antes de sua estreia nacional, seguida de conversa com os diretores.

A programação cinematográfica inclui ainda o longa espanhol Surda, vencedor de três prêmios Goya, entre eles o de atriz revelação para Miriam Garlo, atriz surda que protagoniza o filme. A obra acompanha a experiência de uma mulher durante a gravidez e a maternidade, propondo uma reflexão sobre identidade, pertencimento e comunicação. O filme será exibido dublado em português e com acessibilidade completa - Libras, legendas e audiodescrição. A sessão será seguida por debate com convidadas.

Terceira e quarta semanas - Formação, infâncias e experiências compartilhadas - Além da programação de espetáculos, a terceira e a quarta semanas ampliam o Festival para outros espaços de encontro entre artistas, pesquisadores, educadores e público. Oficinas, rodas de conversa, vivências e atividades para crianças reforçam uma das características do Acessa BH: aproximar criação artística, formação e acessibilidade em diferentes linguagens.

Um dos momentos centrais desta edição acontece em 20 de setembro, quando o Festival realiza, em parceria com o Memorial Minas Gerais Vale, uma jornada de atividades em frente ao museu, na Praça da Liberdade, o Quintal do Memorial - Edição Acessa BH. Ao longo do dia, espetáculos, vivências e encontros transformam o espaço em um ponto de troca entre artistas, público e profissionais da cultura. 

Entre os destaques estão dois espetáculos inéditos em BH, A Cangaceira Surda Mara, da artista cearense Lyvia Cruz, espetáculo em Libras que combina humor, cultura nordestina e protagonismo surdo para abordar, de forma lúdica, a acessibilidade e a valorização da Língua Brasileira de Sinais. A programação inclui ainda O Número Sanfônico, da La Luna Cia. de Teatro (SC), montagem que reúne palhaçaria, música e acessibilidade estética em uma experiência voltada a públicos de todas as idades. A companhia desenvolve uma pesquisa continuada sobre acessibilidade nas artes da cena e tem entre seus integrantes a atriz Emeli Barossi, artista com deficiência física.

Ainda no dia 20, o público é convidado para os lançamentos dos livros O Boi que Aprendeu Libras, de Ademar Alves Jr, seu primeiro livro infantil, inspirado em sua infância, em sua relação com a Libras e em suas origens no Vale do Jequitinhonha e DoroTEA – Uma Autista na Escola, de Bruno Gomes e Dani Muffato. A obra acompanha a chegada de uma criança autista ao ambiente escolar e propõe uma reflexão sobre convivência, inclusão e diversidade a partir do universo infantil.

Formação - A programação formativa reúne oficinas e rodas de conversa que aprofundam temas presentes nos espetáculos e no cinema, aproximando o público dos processos de criação desenvolvidos pelos artistas convidados. Os encontros abordam experiências ligadas à cultura surda, acessibilidade, criação em dança e teatro e diferentes perspectivas sobre deficiência nas artes contemporâneas.

Entre os destaques está a oficina Audiodescrição, movimento e expressão – explorando possibilidades, que investiga as relações entre audiodescrição e os movimentos do corpo nas artes performáticas, como dança, teatro e performance. A atividade será conduzida por Anita Rezende, coordenadora de acessibilidade do Acessa BH, roteirista e locutora de audiodescrição; Elizabet Sá, psicóloga e consultora em audiodescrição e acessibilidade; e Renata Mara, artista da dança, docente e pesquisadora praticamente cega, cuja produção é referência nos diálogos entre arte, inclusão e acessibilidade. Voltada a estudantes e profissionais da audiodescrição, artistas do movimento e pessoas interessadas no tema, especialmente pessoas com deficiência visual, a oficina acontece nos dias 16 e 17 de setembro, na Funarte MG. 

A programação do dia 22 de setembro é marcada pelo início da parceria entre o Festival Acessa BH e o Hub Cultural Porto Dragão, referência nacional em formação e desenvolvimento de projetos artísticos, que integra a Rede Pública de Equipamentos Culturais da Secretaria da Cultura do Ceará e é gerido em parceria com o Instituto Dragão do Mar (IDM). 

A presença dos representantes da instituição - Leo Porto, gestor executivo, e Thiago Braga, assessor de gestão -  em Belo Horizonte inaugura um diálogo voltado ao intercâmbio de artistas, metodologias e ações ligadas à cultura DEF, ampliando a circulação de experiências entre diferentes regiões do país. Também estará presente Thamyle Vieira, consultora em acessibilidade cultural e ativista pelos direitos das pessoas com deficiência, coordenadora da Célula de Acessibilidade da Secretaria da Cultura do Ceará e da implantação da Política de Acessibilidade na Rede de Equipamentos da SECULT-CE. Todos participam de uma roda de conversa no MM Gerdau.

Quarta semana | Infâncias - A programação voltada às infâncias reúne diferentes linguagens e propõe experiências compartilhadas entre crianças com e sem deficiência, aproximando teatro, circo, literatura, Libras e propostas sensoriais.

Entre os destaques estão Circo de Los Pies e O Número Sanfônico, da catarinense La Luna Cia. de Teatro. No primeiro, uma palhaça transforma os próprios pés em personagens para criar pequenas histórias marcadas pelo humor e pela imaginação. No segundo, por meio da música e da palhaçaria, Asmeline e Paçoca conduzem o público por um universo em que o amor e a cumplicidade são capazes de superar os desafios do caminho. A companhia tem como uma de suas integrantes a atriz Emeli Barossi, artista com deficiência física, cuja trajetória também atravessa a pesquisa do grupo sobre acessibilidade estética e diferentes formas de presença em cena.

Também integra a programação A Cangaceira Surda Mara, criação da artista cearense surda Lyvia Cruz, que aproxima cultura popular nordestina, Libras e brincadeiras tradicionais ao acompanhar as aventuras de uma heroína surda pelo sertão. Professora, tradutora, pesquisadora e contadora de histórias em Libras, Lyvia desenvolve um trabalho dedicado à valorização da cultura surda e da literatura em língua de sinais, reunindo públicos surdos e ouvintes em uma experiência acessível.

Voltado especialmente a crianças com Transtorno do Espectro Autista, Puft e as Almofadas Coloridas, da Cia. Ananda e Rosa Primo, artista da dança, pessoa autista e mãe atípica, propõe uma experiência sensorial em que palco e plateia compartilham o espaço da criação. Com consultoria de acessibilidade do ator e bailarino cego Oscar Capucho, o espetáculo convida o público a participar da cena, transformando o brincar em elemento central da dramaturgia. Após a apresentação, haverá um bate-papo entre os artistas e o público, pensando nesse espaço de compartilhamento e acolhimento das mães atípicas.

Encerrando o Festival, Da Janela, idealizado e dirigido por Marco dos Anjos, transforma Libras, narração poética e recursos visuais e sonoros em elementos da dramaturgia para contar a amizade entre duas crianças que descobrem novas formas de comunicação. A montagem sintetiza uma das ideias que atravessam toda a programação do Acessa BH: compreender a acessibilidade não como adaptação, mas como linguagem de criação artística.


O Festival Acessa BH conta com a apresentação da Cemig por meio da Lei Estadual de Incentivo à Cultura de Minas Gerais (CA 2024.3809.0356), patrocínio master do Instituto Cultural Vale e patrocínio do Instituto Unimed-BH, por meio da Lei Federal de Incentivo e da MGS por meio da Lei Municipal de Incentivo à Cultura de Belo Horizonte. Conta, ainda, com a parceria Do British Council, Immersive Arts, Unlimited, Dada, ZU-UK, Instituto Dragão do Mar, Hub Cultural Porto Dragão, Secretaria de Cultura do Estado do Ceará e apoio da Funarte MG, Centro Cultural Unimed-BH Minas, Cine Theatro Brasil, Memorial Minas Gerais Vale, Instituto Cultural Vale, MM Gerdau - Museu das Minas e do Metal e Mercure Hotels. Uma realização da Vitral Bureau Cultural, Lais Vitral e Ministério da Cultura - Governo Federal.

 

A Cemig segue ampliando o incentivo ao setor cultural de Minas Gerais, patrocinando diferentes expressões artísticas em todas as regiões do estado. Democratizar, descentralizar e ampliar o acesso às práticas culturais é um compromisso da companhia com a arte mineira. Ao incentivar a cultura, a Cemig fortalece a tradição, a memória e as raízes, sem deixar de ter a inovação e a tecnologia como aliadas. Estar ao lado da cultura de Minas Gerais é contribuir para a valorização da identidade, para o desenvolvimento do estado, para a movimentação da economia criativa e para a geração de emprego e renda.

O Instituto Unimed-BH completou 23 anos em 2026 e conta com o apoio de mais de 5,9 mil médicos cooperados e colaboradores da Unimed-BH. A associação sem fins lucrativos foi criada em 2003 e, desde então, desenvolve projetos socioculturais e socioambientais visando à formação da cidadania, estimulando o bem-estar e a qualidade de vida das pessoas, fomentando a economia criativa, gerando trabalho e renda para diversas famílias, valorizando espaços públicos e o meio ambiente, através de projetos patrocinados, apoiados e realizados em cinco linhas de atuação: Comunidade, Voluntariado, Meio Ambiente, Adoção de Espaços Públicos e Cultura, que estão alinhados aos Objetivos de Desenvolvimento Sustentável da Agenda 2030.

A Vale acredita que a cultura transforma vidas. Pelo quinto ano consecutivo é a maior apoiadora privada da Cultura no Brasil, patrocinando e fomentando projetos em parcerias que promovem conexões entre pessoas, iniciativas e territórios. Seu compromisso é contribuir com uma cultura cada vez mais acessível e plural, ao mesmo tempo em que atua para o fortalecimento da economia criativa.

Entrada majoritariamente gratuita - Programação completa disponível em www.acessabh.com.br

 

 

PROGRAMAÇÃO COMPLETA

Funarte MG

04/09 | 20h | SER(Tão) - Movidos Dança (RN)

05/09 | 20h | Nuvem de Pássaros - Movidos Dança (RN)

16 e 17/09 | 10h às 13h |- Oficina Audiodescrição, movimento e expressão - explorando possibilidades - Anita Rezende, Elizabet Dias de Sá e Renata Mara (MG)

18/09 | 20h30 | Tarô Aleijo - Cláudio Rubino (SP)

19/09 | 16h | - Circo de Los Pies - La Luna Cia. de Teatro (SC)

 

Palácio das Artes

06/09 | 16h | Encontro Romântico Binaural - ZU-UK (Reino Unido). Performance seguida de bate-papo.

 

Cine Theatro Brasil - Teatro de Câmara

07/09 | 19h30 | Curta A Diferença entre mongóis e mongoloides + Pré-estreia do filme Uma em Mil - Direção Jonatas Rubert e Tiago Rubert (Brasil). Sessão comentada.

08/09 | 19h30 | Filme Surda - Direção Eva Libertad (Espanha). Sessão comentada.

17/09 | 20h | Taquesutaque - Yasmin Gomes. Direção: Jéssica Teixeira (CE/SP)

 

Centro Cultural Unimed-BH Minas

10 e 11/09 | 20h | Baixa Sociedade - Luiz Fernando Guimarães, Debora Ozório, Paulo Mathias Jr. e Bruna Trindade. Direção: Pedro Neschling (RJ)

12/09 | 20h| Surda - Benedita Casé Zerbini. Direção: Debora Lamm (RJ). Apresentação seguida de bate-papo.

 

Escola Estadual Francisco Sales

21/09 | 14h | A Cangaceira Surda Mara - Lyvia Cruz (CE) - apresentação fechada para alunos da Escola

 

Memorial Minas Gerais Vale

20/09 - Quintal do Memorial - Edição Acessa BH

10h - A Cangaceira Surda Mara - Lyvia Cruz (CE)

11h - Lançamento dos livros O Boi que Aprendeu Libras, de Ademar Alves Jr (MG) e  DoroTEA, uma Autista na Escola, de Bruno Grossi e Daniele Muffato (MG)

12h - Vivência Arte Sensorial com Educativo Memorial Minas Gerais Vale (MG)

14h - Vivência Librário - ouvir com os olhos e falar com as mãos com Flávia Neves (MG)

15h - O Número Sanfônico - La Luna Cia. de Teatro (SC)

16h -  Vivência Arte Sensorial com Educativo Memorial Minas Gerais Vale (MG)

17h - Cortejo de Carnaval - Bloco Todo Mundo Cabe no Mundo (MG)

 

MM Gerdau  - Museu das Minas e do Metal

22/09 | 14h | Roda de conversa Construindo um Festival Acessível: Desafios e Práticas - equipe e consultores do Festival Acessa BH (MG)

22/09 | 15h30 |Roda de conversa Acessibilidade Cultural no Ceará: caminhos, práticas e inovação - Thamyle Vieira, Leo Porto e Thiago Braga (CE)

 Palácio da Liberdade

22/09 | 17h | O Maior Verbete de Todos - Renata Mara (MG)

 

Teatro Raul Belém Machado

25/09 | 16h | Puft e as Almofadas Coloridas  - Cia Ananda (MG) e Rosa Primo (CE). Apresentação seguida de bate-papo.

26/09 | 20h | ENTRE ELLAS - Kinesis Cia. de Dança (MG)

27/09 | 16h |Da Janela - Direção Marco dos Anjos (RJ)

Festival Acessa BH 2026

Quando: 4 a 27 de setembro de 2026

Onde: Funarte MG, Centro Cultural Unimed-BH Minas, Cine Theatro Brasil, Praça da Liberdade, Palácio das Artes e Teatro Raul Belém Machado

As Informações completas da programação estarão disponíveis no site www.acessabh.com.br a partir do dia 12 de agosto de 2026.

Ingressos: https://acessabh.com.br/ingressos/

 

Ingressos conforme regra de cada espaço

 

Centro Cultural Unimed-BH Minas: Ingressos à venda na Sympla e na bilheteria do teatro, a partir de R$ 25,00.

 Cine Theatro Brasil: Entrada gratuita, sujeita à lotação do espaço. Não é necessária retirada de ingressos. O teatro abre 1 hora antes de cada programação.

 

Espaço Cênico Yoshifumi Yagi - Teatro Raúl Belém Machado:  Entrada gratuita, sujeita à lotação do espaço. Metade dos ingressos serão disponibilizados antecipadamente pela Sympla e metade dos ingressos serão disponibilizados na bilheteria do teatro, duas horas antes de cada apresentação.

Funarte MG: Entrada gratuita, sujeita à lotação dos espaços. Metade dos ingressos serão disponibilizados antecipadamente pela Sympla e metade dos ingressos serão disponibilizados na bilheteria do teatro, uma hora antes de cada apresentação. 

 Praça da Liberdade (Memorial Minas Gerais Vale, MM Gerdau e Palácio da Liberdade): Entrada gratuita, sujeita à lotação dos espaços. Não é necessária retirada de ingressos.

 

LOCAIS- 

Centro Cultural Unimed-BH Minas

Rua da Bahia, 2244 – Funcionários

31 3516-1360

Cine Theatro Brasil

Avenida Amazonas, 315 ou Rua Carijós, 258  - Centro

31 3201-5211

 Espaço Cênico Yoshifumi Yagi - Teatro Raul Belém Machado

Rua Leonil Prata, s/n - Alípio de Melo

31 3277-6437

 Funarte MG

Rua Januária, 68 - Centro

31 99625-3293

Memorial Minas Gerais Vale

Praça da Liberdade, 640 - Funcionários

31 3308-4000

 MM Gerdau - Museu das Minas e do Metal

Praça da Liberdade, 680 - Funcionários

31 3516-7200

 Palácio das Artes

Avenida Afonso Pena, 1537 - Centro

31 3236-7400

Palácio da Liberdade

Praça da Liberdade, s/nº - Funcionários

31 3224-1919

Mercado Central recebe o coral Infantojuvenil Palácio das Artes apresenta repertório clássico e popular

 

 

O Coral Infantojuvenil Palácio das Artes realiza, no dia 27 de agosto , às 17h30, uma apresentação especial, no Mercado Central de Belo Horizonte. O grupo, composto por 50 integrantes entre 8 e 17 anos de idade, faz parte do Centro de Formação Artística e Tecnológica (CEFART) da Fundação Clóvis Salgado (FCS), e fará a primeira de quatro intervenções previstas até o fim de 2026, no espaço emblemático de Belo Horizonte.


A primeira apresentação contará com um repertório eclético, que vai de Luiz Gonzaga e Beto Guedes a Wolfgang Amadeus Mozart, encerrando-se com a “Ave-Maria” de Johann Sebastian Bach e Charles Gounod – o que reforça uma tradição de décadas do Mercado, de tocar a peça sacra por volta das 18h. O Coral Infantojuvenil Palácio das Artes será conduzido pelo regente titular e diretor artístico do grupo, Bruno Thadeu, que também é professor da Escola de Música do Cefart.

 

A ação faz parte do “Curto-Circuito”, projeto concebido no âmbito do Circuito Liberdade e que propõe ações culturais gratuitas e momentâneas inseridas no território do complexo, inscrito na Avenida do Contorno. A apresentação acontece ainda em um momento de renovação da integração do Mercado Central ao Circuito Liberdade, que aconteceu originalmente em maio de 2021. O fortalecimento do vínculo envolve a revisão do plano de trabalho e o planejamento das ações a serem desenvolvidas conjuntamente nos próximos cinco anos. Aberto de domingo a domingo, o Mercado Central completará 97 anos em setembro de 2026. Tradicionalmente, a Ave-Maria é reproduzida às 18h, no encerramento das atividades. O Mercado Central recebe mensalmente 1,3 milhão de pessoas, de todos os lugares de Minas, do Brasil e do mundo, apresentando uma importância estratégica para o Circuito Liberdade e para a conexão entre os equipamentos parceiros.

Espaço Cultural 2 – Estacionamento do Mercado Central

Programação da apresentação:

  “Sabiá” (composição: Luiz Gonzaga; arranjo: Gabriel Levy)

  “Chalana” (composição: Mario Zan e Arlindo Pinto; arranjo: Bruno Thadeu)

 “Jardim da Fantasia” (composição: Paulinho Pedra Azul; arranjo: Duda Cavalcanti)

 “Amor de Índio” (composição: Beto Guedes; arranjo: Gilson Silva)

  “Mulher Rendeira” (cânone sobre melodia popular folclórica)

 “Tourdion” (madrigal atribuído a Pierre Attaingnant)

 “Pie Jesu” (do “Réquiem” de Andrew Lloyd Webber)

 “Ave Verum Corpus” (Mozart)

  “Ave-Maria” (Bach e Gounod)

Jamil Chade e Felipe Nunes para debate sobre democracia, soberania e os desafios das instituições no Sempre Um Papo TCE Cultural

               

  

O Sempre Um Papo TCE Cultural recebe, no dia 31 de agosto, às 19h, o jornalista e escritor Jamil Chade e o cientista político Felipe Nunes para o encontro "Soberania, eleição e o papel das instituições da democracia". Com mediação de Afonso Borges, o debate acontece no Auditório do Tribunal de Contas do Estado de Minas Gerais (TCEMG), em Belo Horizonte, reunindo dois dos principais analistas da realidade política brasileira para discutir os desafios da democracia em um momento decisivo para o país. A entrada é gratuita, por ordem de chegada, condicionada à ocupação do espaço.

 

O Sempre Um Papo tem o patrocínio da Copasa e do Itaú, via Lei Rouanet, e é realizado em conjunto com o TCEMG e o TCE Cultural. A entrada é gratuita, por ordem de chegada, condicionada à ocupação do espaço. Após o debate, haverá sessão de autógrafos.

 

A partir de diferentes perspectivas, os convidados abordarão temas como soberania nacional, eleições, polarização política, confiança nas instituições e transformações no comportamento da sociedade brasileira. O encontro também voltará o olhar para o papel das instituições públicas na reconstrução da confiança entre o cidadão e o Estado. Entre os temas em discussão estarão a atuação dos órgãos de controle — como os Tribunais de Contas — na promoção da transparência, da integridade da gestão pública, do enfrentamento à desinformação e do fortalecimento da democracia.

 

Realizado em parceria entre o Sempre Um Papo e o Tribunal de Contas do Estado de Minas Gerais (TCEMG), o Sempre Um Papo TCE Cultural promove encontros mensais com alguns dos principais nomes da literatura, do jornalismo, da ciência, da cultura e do pensamento brasileiro. A iniciativa reafirma o compromisso do TCEMG com a formação cidadã, a valorização do conhecimento e a ampliação do diálogo entre as instituições públicas e a sociedade.

         foto:Fernando Rabelo                   

 

 Jamil Chade é jornalista e escritor, com atuação internacional na cobertura de conflitos, direitos humanos e relações diplomáticas. Correspondente em Genebra, na sede da ONU, percorreu mais de 70 países ao longo da carreira e foi finalista do Prêmio Jabuti por quatro vezes. Também é embaixador do Instituto Adus, membro do conselho do Instituto Vladimir Herzog e participou como pesquisador da Comissão Nacional da Verdade. Suas publicações mais recentes são Tomara que você seja deportado: uma viagem pela distopia americana e A Terra é Redonda.

 

 Felipe Nunes é cientista político, professor da Escola de Economia da Fundação Getulio Vargas (FGV) e sócio-fundador do instituto de pesquisas Quaest. Especialista em opinião pública e comportamento eleitoral, tornou-se uma das principais referências na análise de pesquisas e tendências da política brasileira. É coautor do best-seller "Biografia do Abismo" e autor de "Brasil no espelho: Um guia para entender o Brasil e os brasileiros”.

 

 Sobre “Tomara que você seja deportado” - Em Tomara que você seja deportado: Uma viagem pela distopia americana, Jamil Chade reúne reportagens, análises e relatos produzidos durante o retorno de Donald Trump à presidência dos Estados Unidos. A obra acompanha o avanço de políticas migratórias mais rígidas e de discursos de intolerância, investigando seus impactos sobre imigrantes, minorias e a própria democracia norte-americana.

 

A partir de experiências em campo e da cobertura jornalística realizada em diferentes regiões do país e da fronteira com o México, Chade retrata um cenário marcado pela polarização política, pelo enfraquecimento de direitos e pelo crescimento da violência e da exclusão. Ao combinar apuração rigorosa e vivência pessoal, o livro oferece um panorama das transformações políticas e sociais que marcaram os Estados Unidos nos últimos anos.

 

 

Sobre “A Terra é Redonda” -Em A Terra é Redonda, Jamil Chade e Milly Lacombe analisam o futebol como um fenômeno que ultrapassa o esporte e ajuda a compreender questões centrais da sociedade contemporânea. Política, poder, desigualdade, violência, identidade e direitos humanos aparecem ao longo da obra como temas que atravessam o jogo e revelam suas conexões com a vida em sociedade.

 

Escrito em forma de diálogo, o livro combina memórias pessoais, experiências dos autores e análises sobre o futebol dentro e fora de campo. Ao relacionar o esporte às estruturas de poder e às transformações sociais, Jamil Chade e Milly Lacombe mostram como o futebol também é um espaço de disputas e construção de narrativas.

 

 

Sobre “Brasil no espelho” - Em Brasil no espelho: Um guia para entender o Brasil e os brasileiros, Felipe Nunes apresenta um retrato do brasileiro contemporâneo a partir de uma ampla pesquisa sobre valores, percepções e comportamento social. O livro analisa as transformações vividas pelo país desde as manifestações de 2013 e investiga como essas mudanças influenciam a política, a economia e a própria identidade nacional.

 

Ao reunir dados, análises e reflexões sobre os desafios do Brasil contemporâneo, a obra busca compreender as crenças, os medos e as expectativas dos brasileiros, oferecendo uma leitura acessível sobre as mudanças que moldam a sociedade e apontando caminhos para o fortalecimento da democracia e da vida pública.

 

 

A parceria do Sempre um Papo com o TCEMG já viabilizou atividades com Ana Maria Gonçalves, Mia Couto, Itamar Vieira Junior, Conceição Evaristo e Ailton Krenak, consolidando um percurso em que cada encontro parte de um livro para alcançar questões amplas da realidade brasileira.

 

O programa consolida o modelo inaugurado pelo projeto: transformar temas estruturais da administração pública em debates acessíveis, mediados pela literatura, pela arte e pela escuta cidadã. Trata-se de um novo paradigma de atuação institucional, no qual o controle externo dialoga com a sociedade não apenas por meio de números e relatórios, mas também pela força da palavra e da experiência humana.

 

Desde sua criação, o ciclo vem aproximando o público dos grandes temas do Tribunal — como água, educação, território e direitos — por meio de autores que traduzem essas questões em linguagem sensível e compartilhável. Essa proposta se ancora nos eixos estruturantes do TCE, que incluem educação, meio ambiente, combate à corrupção e cidadania , ampliando o entendimento público sobre políticas essenciais à vida coletiva.

 

O patrocínio da Copasa reforça essa perspectiva, ao associar a gestão de recursos essenciais — como a água — a uma agenda mais ampla de formação cidadã e sustentabilidade.

 

 

Sempre Um Papo 40 anos - Em 2026, o Sempre Um Papo celebra 40 anos de uma trajetória dedicada à promoção da literatura, da leitura e do diálogo público. Fundado em Belo Horizonte pelo jornalista e gestor cultural Afonso Borges, o projeto tornou-se uma referência nacional na realização de encontros entre autores e leitores, mantendo, desde sua criação, o compromisso com o acesso gratuito à cultura. Ao longo dessas quatro décadas, já promoveu mais de 9 mil eventos em diversas cidades brasileiras, reunindo alguns dos mais importantes nomes da literatura, das artes e do pensamento contemporâneo

 

O ano comemorativo coincide com um importante reconhecimento à trajetória de Afonso Borges. Em junho de 2026, o jornalista e gestor cultural recebeu o Prêmio Faz Diferença, concedido pelo jornal O Globo na categoria Livros.

 

A homenagem destaca não apenas sua atuação como produtor cultural, mas também o impacto de um trabalho contínuo de formação de leitores, circulação de ideias e fortalecimento da literatura como ferramenta de transformação social. O prêmio reforça a relevância de um projeto que, há 40 anos, faz da conversa um instrumento de aproximação entre escritores, obras e público.

Auditório do Tribunal de Contas do Estado de Minas Gerais (TCEMG), em Belo Horizonte

 Entrada gratuita mediante ocupacao do espaco

Informações: @sempreumpapo

Livro “BH Feminina – Vozes que inspiram, mulheres que transformam” será lançado no dia 2 de setembro em BH

 


A capital de Minas ganha, nos próximos dias, um novo olhar feminino e inspirador com o lançamento do livro “BH Feminina – Vozes que inspiram, mulheres que transformam”.

 A obra, a segunda do Projeto Minas Feminina, que pretende dar voz a mulheres de todo o estado capazes de motivar, com suas vivências e experiências, outras histórias inspiradoras, tem como prefaciadora a ex- deputada Federal e ex secretária de Turismo Maria Elvira Sales Ferreira, reconhecidamente uma das mais importantes incentivadoras e defensoras das mulheres do Brasil. 


“BH Feminina” é um tributo à força, à criatividade e à resiliência da mulher belo-horizontina. O livro reúne depoimentos, trajetórias e histórias de mulheres que, em diferentes áreas de atuação, vêm deixando sua marca na capital mineira e encorajando, com seus exemplos, outras gerações. É um registro, além de protagonismo, também de afeto e transformação.

Quis dar voz a mulheres reais, que fazem a diferença todos os dias em BH. Cada história do livro é um convite à inspiração e ao reconhecimento do potencial feminino que constrói nossa cidade”, destaca Cristiane Nobre, coordenadora da obra.

A escritora, jornalista e diretora da Literíssima Editora, Leida Reis e Cristiane Nobre

Coordenado por Cristiane Nobre e publicado pela Editora Literíssima, a obra reúne histórias de mulheres cujas ações, pensamentos e empreendimentos estão transformando Belo Horizonte

O lançamento será uma noite de celebração, mas também de networking e valorização do empreendedorismo e liderança feminina, reunindo as coautoras com a imprensa e convidados.

Horário: 18h às 22h

 Parrilla Savassi 158 – Av. Professor Moraes, 158 – bairro Savassi, Belo Horizonte






Zurich Airport vende participação no Aeroporto Internacional de Belo Horizonte para grupo mexicano

                 



A Zurich Airport celebrou um acordo para vender sua participação minoritária indireta no BH Airport, concessionária responsável pela operação do Aeroporto Internacional de Belo Horizonte, em Confins , para a Aeropuerto de Cancún, S.A. de C.V., subsidiária do Grupo Aeroportuario del Sureste (ASUR).

A conclusão da transação ainda está sujeita às condições usuais de fechamento, incluindo as aprovações regulatórias necessárias, e deverá ocorrer nos próximos meses.


Com a operação, a Zurich Airport espera registrar um ganho líquido não recorrente de aproximadamente CHF 17 milhões (cerca de R$ 115 milhões, na cotação atual), em nível de grupo, no momento da conclusão da venda.


O Aeroporto Internacional de Belo Horizonte é administrado pela Concessionária do Aeroporto Internacional de Confins S.A., por meio de uma concessão de 30 anos concedida em 2013. Em 2025, o terminal movimentou aproximadamente 13,3 milhões de passageiros.


A Zurich Airport ingressou no projeto em 2013 como investidora minoritária e atualmente detém uma participação indireta de 12,75% no empreendimento. A venda está alinhada à estratégia internacional da empresa suíça de concentrar sua atuação em investimentos nos quais possui participação majoritária e responsabilidade operacional.

Com a conclusão da transação, a participação da Zurich Airport no BH Airport será transferida para a Aeropuerto de Cancún, que integra o grupo mexicano ASUR, responsável pela operação de diversos aeroportos no México e em outros mercados.

Almas Novas movimenta Lavras Novas com esporte, natureza e show do Capital Inicial

 

É neste sábado, 29 de agosto, que Lavras Novas, distrito de Ouro Preto, recebe o Almas Novas, evento que combina esporte, natureza, música e experiências em um dos destinos mais charmosos de Minas Gerais. A programação começa cedo, com concentração para as modalidades esportivas a partir das 7h, no Areião, e segue até a noite, quando o palco será tomado pelo rock do Capital Inicial, a partir das 17h, no Campo de Futebol de Lavras Novas.

                                       

Em meio às montanhas, trilhas e paisagens naturais que fazem de Lavras Novas um dos destinos turísticos mais procurados do estado, o evento propõe um dia de experiências para diferentes públicos. A programação inclui Trail Running, Mountain Bike, Trilha Guiada e Yoga, além de espaços de gastronomia, convivência e relaxamento.



O encerramento da programação fica por conta de uma grande festa 100% open bar, com o show do Capital Inicial como principal atração.


Com mais de 40 anos de carreira, a banda promete uma apresentação repleta de clássicos do rock nacional, entre eles “Primeiros Erros”, “À Sua Maneira”, “Natasha” e “Não Olhe Pra Trás”.

Para quem ainda quer participar, estão disponíveis diferentes opções de ingressos e pacotes:

  • Pacote Completo – Show + Mountain Bike: R$ 410

  • Pacote Completo – Show + Trail Running: R$ 410

  • Pacote Completo – Show + Trilha Guiada: R$ 390

  • Pacote Completo – Show + Yoga: R$ 370

  • Somente Mountain Bike: R$ 310

  • Somente Trail Running: R$ 310

  • Somente Trilha Guiada: R$ 290

  • Somente Yoga: R$ 270

  • Somente Show: R$ 320

Com a proposta de fortalecer o turismo de experiência em Minas Gerais, o Almas Novas une atividades ao ar livre, bem-estar, gastronomia e música em uma programação que valoriza as belezas naturais e a cultura mineira.

A produção é assinada pela Agência Cultural FCA, 035 Produções e Avelar Sports, com apoio da Verde Campo, Gatorade, AnaSol e Araújo.

Mais informações @almasnovas.

Lounges do Grupo ADVT nos aeroportos Internacionais de Belo Horizonte e Viracopos concorrem ao prêmio Brazil's Leading Airport Lounge

            Aeroporto Internacional de Belo Horizonte - Vip Advantage   Aeroporto Internacional de Viracopos - Vip  Advantage O Grupo ADVT, ...