quinta-feira, 26 de março de 2026

Histórias no Museu das Reduções



O Museu das Reduções leva você a observar as maravilhas da exposição de réplicas em miniatura de construções feitas ao longo de cinco séculos em diversos lugares no Brasil. O visitante encanta com o equipamento cultural que retrata séculos da história brasileira e sua arquitetura de uma maneira bem diferente. O Museu das Reduções, o local das miniaturas está no Mercado de Origem, em Belo Horizonte, informações https://museudasreducoes.com.br/109-2/



O projeto do Museu das Reduções foi iniciado em 1978, quando quatro irmãos, após se aposentarem, iniciaram a reprodução de grandes monumentos arquitetônicos brasileiros. As réplicas, além de terem os mesmos detalhes, são feitas também com os mesmos materiais utilizados nas edificações originais, sem aplicação de produtos sintéticos ou industrializados. O acervo do museu conta com a representação de monumentos espalhados em 24 municípios de 15 estados brasileiros. “É um trabalho inédito e referência nacional em educação patrimonial. Existem outros parques temáticos em miniaturas, mas não temos notícia de algum outro que tenha esse contexto, utilizando as técnicas e ferramentas que foram criadas de maneira exclusiva por quatro pessoas com mais de 60 anos”, explica Carlos Alberto Vilhena, filho de um dos idealizadores e diretor do museu.




As obras retratam a Matriz de Nossa Senhora da Conceição, Viamão/RS; Casa de Enxaimel, Pomerode/SC; Estação Ferroviária, Joinville/SC; Museu de Arqueologia e Etnologia de Paranaguá, Paranaguá/PR; Igreja de São Benedito, Paranaguá/PR; Fazenda do Resgate, de Bananal/SP; Casas Coloniais, Paraty/RJ; Igreja de Nossa Senhora da Glória do Outeiro, Rio de Janeiro/RJ; Convento dos Reis Magos, Nova Almeida/ES; Farol de São João da Barra (Farol da Barra), Salvador/BA; Engenho de São João, Itamaracá/PE; Convento de São Francisco de Assis, Olinda/PE; Fortaleza dos Reis Magos, Natal/RN; Museu Histórico de Sergipe, São Cristóvão/SE; Mercado Municipal, Laranjeiras/SE; Trecho de Rua, Marechal Deodoro/AL; Casas Particulares, Aracati/CE; Palácio Conde dos Arcos, Goiás Velho/GO; Palácio da Alvorada, Brasília/DF; Usina Marmelos Zero, Juiz de Fora/MG; Solar dos Ferreira, Campanha/MG; Casa de Câmara e Cadeia, Mariana/MG; Igreja de Nossa Senhora da Expectação do Ó, Sabará/MG; Igreja de São Francisco de Assis (Igrejinha da Pampulha), Belo Horizonte/MG; Igreja das Dores, Campanha/MG; Casa Paroquial de Amarantina, Ouro Preto/MG, Casa dos Contos, Ouro Preto/MG e, inacabada, a Igreja de São Francisco de Assis, Ouro Preto/MG. A Igreja São Francisco de Assis, de Ouro Preto.

Antes de chegar a BH, o museu teve outras moradias, sendo a mais recente em Cachoeira do Campo, também distrito de Ouro Preto. “O museu ficou mais de 20 anos em Amarantina “A ideia do mercado era também ter um polo cultural e o museu funciona como essa âncora. Os projetos educativos, inclusive, são o grande foco do museu atualmente. Já atendemos mais de 30 mil alunos da rede pública, um projeto inovador para os estudantes conhecerem histórias através das réplicas”, afirma.


Segundo o Carlos Vilhena, as construções favoritas dos visitantes são os prédios dos séculos 16, 17 e 18, principalmente o casario do século 18 e a primeira hidrelétrica da América do Sul, inaugurada em 1889 em Juiz de Fora. Em relação às construções mais recentes, do século 20, o destaque vai para a igreja da Pampulha, feita pelo arquiteto Oscar Niemeyer em Belo Horizonte. A reprodução do santuário é uma das mais detalhadas, com a presença dos bancos, do altar, os quadros da Via Sacra, o mezanino e o painel feito por Candido Portinari (1903-1962) nos azulejos na parte de trás da igreja. “O museu é uma aula de geografia, história e matemática, é imperdível mesmo. As portas são abertas para todos os públicos, jovens, adultos e idosos. A gente só tem retorno positivo dos visitantes, todo mundo sai daqui encantado”, finaliza.



Museu das Reduções/Mercado de Origem Rua Adriano Chaves e Matos, 447 – Olhos D’Água, Belo Horizonte Aberto de terça-feira a domingo, das 10h às 17h informações https://museudasreducoes.com.br

Linha Especial de Crédito para o Setor de Hospedagem e Alimentação em Minas Gerais

 

A  Portaria MTUR nº 9/2026 garante condições especiais do Novo Fungetur para hotéis, restaurantes, bares e empresas turísticas nos municípios em estado de emergência ou calamidade pública pelas chuvas

O Ministério do Turismo publicou, em 19 de março de 2026, a Portaria MTUR nº 9/2026, assinada pelo Ministro Gustavo Feliciano, que institui condições financeiras especiais de acesso aos recursos do Fundo Geral de Turismo (Novo Fungetur) para os prestadores de serviços turísticos sediados em municípios de Minas Gerais atingidos pelas chuvas intensas e formalmente reconhecidos em situação de emergência ou estado de calamidade pública pelo Ministério da Integração e do Desenvolvimento Regional (MIDR), bem como por decretos estaduais e municipais.

A medida alcança diretamente hotéis, pousadas, restaurantes, bares, agências de turismo e demais empresas enquadradas como prestadores de serviços turísticos na forma do art. 21 da Lei nº 11.771/2008, que estejam instalados nos municípios declarados em situação de emergência ou calamidade.

QUEM TEM DIREITO?

Para acessar as condições especiais, a empresa deve preencher, cumulativamente, dois requisitos:

• Estar regularmente inscrita no Cadastro de Prestadores de Serviços Turísticos do Ministério do Turismo (Cadastur); e

• Formalizar a solicitação junto ao agente financeiro credenciado durante o prazo de vigência da Portaria.

QUAIS SÃO AS CONDIÇÕES ESPECIAIS?

A Portaria autoriza os agentes financeiros credenciados que já operam os recursos do Novo Fungetur nos municípios afetados a adotar duas modalidades de benefício:

Contratos em curso (renegociação):

Extensão do período de carência já previsto na Portaria MTUR nº 666/2020 e suspensão da amortização por até 6 meses.

Novos contratos de financiamento: Ampliação do período de carência em até 6 meses além do prazo-padrão.

Atenção: durante o período de suspensão, o valor financiado e a remuneração do agente financeiro continuam sendo capitalizados. 

O pagamento integral do saldo devedor ocorrerá conforme o prazo total de cada linha de financiamento.

COMO ACESSAR?

O empresário do setor deve procurar diretamente os agentes financeiros credenciados que já operacionalizam o Novo Fungetur em seu município e formalizar a solicitação enquanto a Portaria estiver em vigor. 

Recomenda-se verificar previamente a regularidade do cadastro junto ao Cadastur (cadastur.turismo.gov.br).

A FNHRBS acompanha de perto as consequências das chuvas para o setor de hospedagem e alimentação em Minas Gerais e saúda a iniciativa do Ministério do Turismo.

Orientamos todas os sindicatos filiados e suas associadas a verificar se seus municípios estão formalmente reconhecidos em situação de emergência ou calamidade pública e a mobilizar seus empresários para o acesso tempestivo às condições especiais do Novo Fungetur. 

Motoqueiros infratores terão travas nas passarelas em rodovias

 

 


O abuso dos motoqueiros em trafegar com as motos pelas passarelas nas rodovias estão com os dias contados na estrada administrada pela  Via Cristais, concessionária responsável pela operação da BR-040 entre Belo Horizonte e Cristalina (Goiás), em 

594 quilômetros de estrada.  com a  a instalação de  trava-motos nas passarelas da rodovia. A primeira etapa da trava-motos termina dia 27 de março com as instalações.

Segundo a concessionária, a trava-motos, tem o objetivo de reforçar a segurança dos pedestres que utilizam essas estruturas diariamente.

Os dispositivos metálicos foram projetados para impedir a circulação de motocicletas, animais de grande porte e outros veículos em locais exclusivos para pessoas. Ao mesmo tempo, garantem acessibilidade, permitindo a passagem de cadeirantes e pessoas com mobilidade reduzida, assegurando o direito de ir e vir com dignidade.

 

A iniciativa integra o compromisso da concessionária com a segurança viária e a modernização da infraestrutura da BR-040. Em 2025, a Via Cristais já havia concluído a instalação de 11 sistemas de iluminação em passarelas em cidades como Belo Horizonte, Contagem, Ribeirão das Neves e Paracatu. Os equipamentos utilizam lâmpadas de LED alimentadas por energia solar, unindo tecnologia, sustentabilidade e proteção.

 

Além da iluminação, as passarelas receberam reparos e nova pintura, reforçando a modernização das estruturas. Para os próximos anos, está prevista a reforma e construção de mais 43 passarelas ao longo do trecho administrado pela concessionária.


quarta-feira, 25 de março de 2026

Programa Fé Nelas reúne 1.000 mulheres no empreendedorismo feminino


                                       
                                       



O Programa Fé Nelas, da Fecomércio MG, será dia  07 de abril, entre as 08h e as 19h, no Sesc Palladium, ai ampliar a rede de mulheres empreendedoras do estado. O encontro, que será um dos maiores sobre empreendedorismo feminino em Minas Gerais, deve contar com mais de mil mulheres com o objetivo de criar mais oportunidades de capacitação e promover conexões com entidades e organismo parceiros. Ao final do evento, haverá a apresentação da cantora Vanessa da Mata. As interessadas em participar podem se inscrever no endereço https://fenelas.rds.land/fe-nelas-construindo-futuros-conectando-mulheres

Desde o lançamento, o Fé Nelas vem capacitando mulheres em situação de vulnerabilidade, desempregadas, 50+, mães, informais, em transição de carreira e microempreendedoras.         

O evento Fé Nelas contará com várias palestrantes engajadas no tema do empreendedorismo como Ana Fontes, CEO e fundadora da Rede Mulher Empreendedora, que fará abertura. A influenciadora, escritora, humorista e psicóloga Pequena Lô é outra participante confirmada.  

Ainda estão previstas as participações de Márcia Queirós e Michelle Wadhy, fundadoras da Fast Escova e Karina Forlenza, autora do livro Quebre o teto de vidro e da especialista Meta Blueprint e estrategista de marketing, Viviane Sabino, da pesquisadora da PUC Minas, Sabrina Mendes, da escritora Michelle Silva (Senac SP), de Nancy pereira de Amorim e Juliana Gaudêncio (SESC MG), da psicóloga e diretora de RH da Manpower Group Brasil, Wilma Dal Col.      

O Fé Nelas também abordará o tema da segurança envolvendo as mulheres. A palestra “Insegurança Feminina na Sociedade – Quando a mulher se reescreve”, terá as presenças de Letícia Gamboge, delegada-geral da Polícia Civil MG, Dra. Soraia Joislane, médica e major da PMMG e Juthay Nogueira (Projeto Romper Morro das Pedras).

“O Fé Nelas é mais do que um evento, é um movimento que transforma desafios em potência, conexão e protagonismo. Acreditamos na força das mulheres, especialmente daquelas que ainda estão em busca de oportunidades, e criamos um espaço onde elas possam se desenvolver, se reconhecer e ampliar suas possibilidades. A iniciativa conecta propósito, conhecimento e experiências reais, contribuindo para que cada mulher avance com mais confiança na construção da sua própria trajetória”, analisa a supervisora de Eventos Integrados da Fecomércio MG, Marizete Andrade.

Profissionais da comunicação buscam resgatar a Associação Mineira de Imprensa

                          Entrada da sede da AMI

Jornalistas, publicitários e outros profissionais da comunicação em Minas Gerais protocolaram, no dia 19 de março,  na Justiça Estadual, uma ação judicial que busca resgatar uma das mais importantes instituições de comunicação, artes e cultura do Estado: a Associação Mineira de Imprensa (AMI).

A iniciativa é liderada pelo jornalista Washington Mello, ex-presidente do Sindicato dos Jornalistas de Minas Gerais e da Federação Nacional dos Jornalistas (Fenaj), e foi formalizada por meio do advogado José Anchieta da Silva.

Com o objetivo de fortalecer o movimento e ampliar o apoio da sociedade, a mobilização já conta com mais de mil assinaturas em um manifesto público, subscrito por profissionais da comunicação e de diversas outras áreas, sensibilizados pela situação de abandono em que se encontra a entidade. O manifesto será lançado oficialmente no próximo dia 30 de março (segunda-feira), no pátio da Academia Mineira de Letras, ao lado do prédio da AMI, com a presença de representantes do movimento e de instituições do setor de comunicação no Estado.

Fundada em 1921, em Juiz de Fora, e transferida para Belo Horizonte em 1951, por iniciativa do então presidente do Sindicato dos Jornalistas de Minas, professor José Mendonça, a AMI é uma instituição privada que, durante décadas, desempenhou papel relevante na representação de profissionais e empresas do setor de comunicação. Complementarmente às atividades do Sindicato dos Jornalistas, a Associação teve presença marcante na capital mineira, sendo espaço de referência frequentado por intelectuais, artistas e profissionais da imprensa.

Atualmente, a entidade encontra-se trancada, abandonada, endividada e sob o controle de pessoas que, segundo o movimento, não representam os profissionais de comunicação de Minas Gerais, com dirigentes de endereços desconhecidos até mesmo para a Justiça. Essa situação se arrasta desde 2015.

Profissionais da imprensa e de outras áreas da comunicação relatam que foram impedidos de participar de reuniões, tendo a entrada vetada inclusive a ex-associados, expulsos sob a alegação de inadimplência. Há anos, grupos tentam, judicialmente, garantir o direito de filiação e promover mudanças que restabeleçam uma gestão democrática, transparente e representativa, em consonância com os princípios estatutários da AMI. Todas as tentativas, até agora, não tiveram sucesso, o que levou à atual ação judicial.

Entenda o caso  -  As últimas diretorias da AMI — a anterior, presidida pelo radialista Wilson Miranda, eleito em 2008 e falecido em 2021, e a atual, liderada por José Honorato de Oliveira Júnior — promoveram alterações estatutárias, como a ampliação de mandatos e a cassação de associados classificados como inadimplentes. Essas decisões foram tomadas em assembleias gerais com apenas seis participantes.

Segundo o movimento, essas mudanças impediram o acesso da categoria não apenas às decisões da entidade, mas também à sua sede. Desde então, as diretorias vêm se reelegendo em mandatos consecutivos, por meio de assembleias que contam com a participação de pessoas pouco conhecidas no meio jornalístico, embora todas as decisões sejam formalmente registradas em ata. A última eleição ocorreu em setembro de 2024, para um mandato com validade até setembro de 2028.

Atualmente, a única atividade visível no prédio da AMI é o funcionamento de um restaurante self-service no pavimento inferior. Não há prestação pública de contas sobre o aluguel do espaço, e a responsável pelo estabelecimento se recusa a fornecer informações sobre o contrato, bem como dados de contato dos membros da diretoria.


Feriados em abril movimentam o turismo

 Abril traz folga prolongada em 2026

O turismo vai ser movimentado em abril, com os  feriados prolongados, com a Sexta-feira Santa, no dia 3, é feriado nacional, e os funcionários públicos são beneficiados com o recesso.   e ponto facultativo. A segunda ocorre na terceira semana do mês, quando o feriado de Tiradentes, dia 21 de abril, cai em uma terça-feira.

A sequência começa no sábado, dia 18 de abril. Segue no domingo, dia 19. Na segunda-feira, dia 20, entra o ponto facultativo aprovado pelo governo. O período se encerra na terça-feira, dia 21.

A folga na segunda-feira não possui caráter obrigatório para empresas privadas. O ponto facultativo permite aos empregadores decidirem sobre o funcionamento de suas operações. Cada organização pode optar por manter expediente normal ou estabelecer escalas reduzidas de trabalho. uma sequência de quatro dias consecutivos de descanso para trabalhadores brasileiros, entre 18 e 21 de abril, combinando o fim de semana com o feriado nacional de Tiradentes.

Diferenças entre feriado e ponto facultativo - O feriado nacional apresenta características diferentes do ponto facultativo. O descanso é garantido por lei no feriado de Tiradentes, exceto para trabalhadores de serviços essenciais. O ponto facultativo concede autonomia aos empregadores para definirem o funcionamento de suas atividades.

Órgãos públicos tradicionalmente concedem folga integral em dias de ponto facultativo. Já no setor privado, a situação varia conforme a política de cada empresa. Os trabalhadores devem seguir as determinações de seus empregadores, que podem negociar compensações ou organizar equipes de plantão para manter serviços específicos.

 

FIEMG e Codemge assinam documento para aquisição do Expominas Juiz de Fora

 


A FIEMG assina com a Codemge, dia 26 de março, o documento que formaliza a aquisição do imóvel onde funciona o Expominas Juiz de Fora por R$ 39 milhões. O evento será  na sede da FIEMG, em Belo Horizonte, e marca um avanço importante na estratégia de fortalecimento da infraestrutura para eventos de negócios na Zona da Mata.

Localizado às margens da BR-040, em Juiz de Fora, o Expominas é um dos principais espaços para realização de feiras, congressos e eventos corporativos da região, com estrutura que inclui galpão multiuso e áreas de apoio em um terreno de aproximadamente 120 mil m² . A proposta é ampliar a utilização do espaço, com maior frequência de eventos de negócios, industriais, educacionais e institucionais, reforçando o papel do equipamento como vetor de desenvolvimento econômico regional.

A conclusão da operação busca ampliar o uso do espaço e consolidar o equipamento como polo de eventos de negócios no interior do Estado. “A assinatura definitiva, que ocorre agora, representa a conclusão de um processo criterioso, em que ajustes contratuais foram realizados justamente para assegurar que esse ativo tão relevante possa cumprir plenamente seu papel no desenvolvimento econômico do Estado.

O Expominas em Juiz de Fora  é uma plataforma de geração de negócios, de atração de eventos, de fortalecimento da indústria e de integração de diversos setores produtivos. E é exatamente essa visão que a Fiemg pretende potencializar: transformar o espaço em um grande hub de eventos, inovação e oportunidades.

O espaço será ampliado contribuindo para a dinamização da economia local, sendo integração entre educação, indústria e eventos é fundamental. Atraindo eventos,  movimentando a economia, gerando emprego, fortalecendo cadeias produtivas e criando novas oportunidades para empresas locais.


Histórias no Museu das Reduções

O Museu das Reduções leva você a observar as maravilhas da exposição de réplicas em miniatura de construções feitas ao longo de cinco séc...