terça-feira, 28 de abril de 2026

Show de Sanduka no Teatro Feluma

 



No próximo dia 6 de maio, o Teatro Feluma recebe mais uma edição do projeto Quarta Musical, desta vez com uma apresentação especial em homenagem ao Dia das Mães. O cantor e compositor Sanducka sobe ao palco acompanhado de sua banda e convidados, com entrada totalmente gratuita.

Com 40 anos de estrada, Sanducka preparou um repertório focado em grandes clássicos da MPB, interpretando obras de ícones como Caetano Veloso, Milton Nascimento e Djavan. O show promete ser uma celebração emocionante para as famílias e o público em geral.
O projeto Quarta Musical, promovido pelo Instituto Cultural Ciências Médicas (ICCM-MG), acontece em uma quarta-feira de cada mês com a proposta de oferecer um "respiro" cultural no meio da semana. Segundo a diretora do Instituto e curadora do Teatro Feluma, Andrea Raso, a música tem o poder de relaxar e ativar emoções positivas.
“Além de proporcionar essa energia ao público externo, o projeto traz um momento de lazer para alunos, professores e colaboradores da Feluma. A iniciativa reforça o DNA da instituição em apoiar a cultura e os artistas locais”, destaca Andrea.
       
Sanduka   (Foto: Starley Kemp)

Natural de Araguari e radicado em Belo Horizonte desde 1982, Sanducka consolidou sua carreira ao vencer o festival MPB-Minas em 1985. Reconhecido pela crítica por sua voz marcante, o músico já dividiu o palco com nomes como Beto Guedes, Toninho Horta e Wagner Tiso, além de realizar passagens recentes pelo Blue Note Rio e pelo musical "Alô Borges".

Quarta Musical com Sanducka e convidados - Especial Dia das Mães
Local: Teatro Feluma (Alameda Ezequiel Dias, 275, 7º andar, Centro, Belo Horizonte)
Data: 06/05/2026, quarta-feira
Horário: 19h
Duração: 1h20
Ingressos: gratuito pela sympla - https://bileto.sympla.com.br/event/119544
Classificação indicativa: 18 anos e menores de idade acompanhado por pais ou responsáveis

O Instituto Cultural Ciências Médicas de Minas Gerais (ICCM-MG) foi inaugurado em junho de 2024 como parte do projeto estratégico da Fundação Educacional Lucas Machado (Feluma), mantenedora dos Institutos Ciências Médicas. Sua atuação abraça a excelência e a qualidade, comprometendo-se em promover atividades culturais, publicar trabalhos científicos, preservar o patrimônio histórico e fomentar a produção artística. O ICCM-MG é responsável pela gestão do Teatro Feluma, da Editora Universitária Ciências Médicas e do Centro de Memória Ciências Médicas, consolidando seu compromisso com a preservação cultural e o enriquecimento da sociedade.

O Teatro Feluma é uma iniciativa da Fundação Educacional Lucas Machado, cujo objetivo é ampliar oportunidades para que artistas e produtores mineiros viabilizem projetos culturais, além de promover a integração das artes com o ensino acadêmico.
Localizado no 7º andar do Campus I da FCM-MG, o espaço abriga a sala de espetáculos Prof. Dr. Geraldo Magela Gomes da Cruz, com uma plateia de 382 lugares, preparada para receber espetáculos teatrais, musicais, de dança, além de eventos corporativos.
Dentro do propósito de incentivar e favorecer a prática científica e o aprendizado, o espaço também tem em sua programação seminários, congressos e outras atividades acadêmicas, integrando arte, ciência e educação. Com forte vocação para propiciar ensino e formação multidisciplinar, a FCM-MG acredita que essa iniciativa amplia o aprendizado ao associar cultura e educação.
 
 

Exposição “Corpos que Constroem: Saberes, Materiais e Técnicas" apresenta acervo reunido por mais 50 anos

 


 




O Instituto Estadual do Patrimônio Histórico e Artístico de Minas Gerais (IEPHA-MG) anuncia que já está recebendo agendamentos para visitas mediadas à exposição permanente em cartaz no Prédio Verde, onde funciona a sede do Instituto. A exposição apresenta ao público um acervo constituído ao longo de mais de cinco décadas de atuação do Instituto junto ao seu corpo técnico. Fragmentos construtivos,


amostras de materiais e elementos provenientes de obras de restauração revelam vestígios e narrativas que se transformam em verdadeiros documentos da história construtiva de Minas Gerais.

  Todo o material da exposição é fruto de mais de 50 anos de levantamento feito durante toda a atuação do engenheiro-arquiteto e servidor do IEPHA-MG, Fernando Roberto.


Sua vasta experiência no acompanhamento de restauração de bens culturais protegidos do Estado culminou no acervo que se encontra exposto no IEPHA-MG.

A mostra convida visitantes a conhecer os saberes, as técnicas e as práticas envolvidas nos processos de preservação do patrimônio cultural, evidenciando o trabalho especializado que sustenta a conservação dos bens culturais e a continuidade das memórias coletivas.

Técnicas aliada às Experiências

Minas Gerais é um território onde a memória se ergue em barro, pedra e madeira,

onde o tempo se materializa em muros, igrejas, casas e ruas que atravessam séculos.

Essas construções não são apenas testemunhos de estilos arquitetônicos ou soluções

técnicas; são expressões vivas de coletividades, gestos cotidianos e conhecimentos transmitidos de geração em geração. Cada fragmento de parede, cada trinca no reboco, cada encaixe de madeira fala sobre modos de vida, crenças, afetos e resistências que moldaram nossas cidades e comunidades.

Ao longo de mais de cinco décadas, o IEPHA-MG esteve presente nesse processo,

acompanhando, registrando e orientando obras de restauração em todo o Estado.

Nesse percurso, consolidou-se um acervo singular, formado por materiais recolhidos em diferentes intervenções de conservação. Fragmentos de taipa, pedras lavradas,

telhas, argamassas, tintas e madeiras que, reunidos, se transformam em verdadeiros documentos da história construtiva de Minas. Esse acervo, cuidadosamente reunido

e preservado pelo servidor Fernando Roberto de Castro Veado, testemunha não apenas a técnica, mas também a dimensão sensível e humana da preservação.

A exposição “Corpos que Constroem” parte desse patrimônio material para propor

uma reflexão simbólica: pensar a arquitetura como corpo. Um corpo que se constrói, se desgasta, se restaura e se transforma, assim como nós. Os eixos curatoriais,

inspirados nos saberes da terra, nas formas que acolhem, na memória inscrita nos materiais e na participação das comunidades, revelam que preservar não é apenas conservar objetos ou edificações, mas reconhecer a potência dos gestos anônimos que nos legaram uma herança comum.

Aqui, cada material é mais do que fragmento: é memória de um fazer coletivo. É barro que guarda as mãos que o moldaram, madeira que sustenta lares e igrejas, pedra que registra marcas de fé e trabalho. Ao valorizar esses elementos, a mostra nos convida a compreender o patrimônio como prática viva e inclusiva, construída diariamente pela ação de comunidades, técnicos e instituições.


Assim, o IEPHA-MG reafirma sua missão de articular políticas de preservação que dialoguem com a diversidade cultural do Estado, reconhecendo no patrimônio não apenas um bem a ser protegido, mas um processo dinâmico de construção de identidades. A memória construtiva que aqui se apresenta é também um convite: refletir e participar ativamente da preservação daquilo que nos constitui enquanto

coletividade.

Mais do que uma exposição, Corpos que Constroem é um chamado à escuta dos materiais, ao reconhecimento dos saberes tradicionais e à valorização da memória que pulsa em cada pedra, em cada parede, em cada gesto de conservação. Porque  preservar é também projetar futuros e é nos corpos que constroem que encontramos a força de seguir edificando juntos a história de Minas Gerais.

 

Serviço: Exposição “Corpos que Constroem: Saberes, Materiais e Técnicas”

Onde: IEPHA-MG, Prédio Verde, 2o andar

Endereço: Praça da Liberdade, 470, BH/MG

Horário: segunda a sexta (exceto feriados e finais de semana), das 9h às 16h

Agendamento: agenda.educacional@iepha.mg.gov.br

Sobre o Instituto Estadual do Patrimônio Histórico e Artístico de Minas Gerais (IEPHA-MG)

O Instituto Estadual do Patrimônio Histórico e Artístico de Minas Gerais (IEPHA-MG) é responsável pela preservação e valorização do patrimônio cultural do Estado, atuando na identificação, registro e proteção de bens culturais móveis e imóveis. O IEPHA-MG desenvolve ações voltadas para a conservação, restauração e promoção do patrimônio histórico e artístico, contribuindo para a educação e o fortalecimento da

identidade cultural de Minas Gerais.

CCBB BH recebe edição especial da “Quermesse da Mary”

 






 

O CCBB BH é um dos locais mais visitados na capital mineira com suas artes, a maravilhosa arquitetura do prédio, recebe nos dias 1º e 3 de maio, das 10h às 20h, o Centro Cultural Banco do Brasil Belo Horizonte recebe a “Quermesse da Mary” em uma edição especial durante o feriado prolongado, para quem deseja aproveitar os dias de descanso na cidade e ainda garantir um presente especial para o Dia das Mães.

A iniciativa dialoga com a exposição “Marlene Barros: Tecitura do Feminino”, propondo uma experiência que valoriza o protagonismo feminino, o feito à mão e a potência da economia criativa.

Com curadoria de Mary Arantes, esta edição da feira no CCBB BH reúne exclusivamente expositoras mulheres, destacando a diversidade de produções autorais em artes têxteis, bordados, moda, artesanato, cerâmica, madeira, perfumaria, saboaria, cosméticos, joalheria e acessórios, decoração, gastronomia e botânica. A proposta é fomentar o encontro entre criadoras e público, promovendo o reconhecimento e a valorização do fazer artístico feminino e manual. 

Para a curadora, “o olhar curatorial do evento pelo viés feminino, reunindo apenas mulheres expositoras, por si só já fala do fio condutor, da manualidade, do bordado, do têxtil, que no passado já foi a nós imposto como grade curricular, como serviço de menos valia, simples passa tempo e até mesmo como forma de silenciamento. Neste encontro, teremos mais de 40 mulheres e coletivos de mulheres expondo suas diversas formas de expressão, não mais sob a forma de opressão, mas como um grito, como se bordássemos nossas revoluções, das pequenas conquistas às de cunho social e político”.



A “Quermesse da Mary no CCBB” é uma rica oportunidade para conhecer e se aproximar do trabalho de grupos, associações e coletivos de mulheres, como o Coletivo Criando Asas, um grupo de mães coordenado por Olga Obeica. Para estas mulheres, que lidam com a dupla jornada de trabalho e filhos em idade escolar, o fazer manual, além de terapêutico, representa uma soma na renda familiar. “Precisamos criar espaços de visibilidade e fortalecimento da economia criativa feminina”, completa Mary Arantes.


Outro exemplo de atuação coletiva é o Costurando com o Coração, projeto social para crianças em situação de vulnerabilidade criado por Valéria Teixeira. Este grupo de voluntárias costura roupas para crianças de 2 a 10 anos de idade no Norte de Minas, Pernambuco e África. Já a reconhecida organização Meninas de Sinhá, idealizada por Valdete da Silva Cordeiro, é voltada para mulheres idosas do Alto Vera Cruz, além das cantadeiras, e atua também no segmento de bordados. Esta edição da feira apresentará uma exposição especial de casacos e bonecos feitos por elas. 


Ainda estará presente na feira a Casa Madre Tereza de Calcutá, um projeto de bordadeiras para assistência de mulheres em situação de vulnerabilidade, também do Alto Vera Cruz. O primor dos bordados e do acabamento das roupas para casa são marcas registradas deste coletivo. 


Juntamente aos projetos citados, o evento apresenta um extenso mix de expositores, artistas e designers. Aberta a todos os públicos, a “Quermesse da Mary” é uma plataforma de visibilidade para artistas e empreendedoras, revelando talentos e contribuindo para o desenvolvimento da Arte Popular Brasileira. O evento convida visitantes a vivenciarem três dias de circulação, troca e descobertas no CCBB BH, em um momento simbólico de celebração e reconhecimento das mulheres.


Para a gerente geral do CCBB BH, Gislane Tanaka, “receber a Quermesse da Mary no CCBB Belo Horizonte é reconhecer a relevância de um evento já integrado à agenda cultural da cidade, construído a partir do protagonismo e da trajetória de sua idealizadora, Mary Arantes. Nesta edição especial de Dia das Mães, a Quermesse estabelece um diálogo com a exposição da artista Marlene Barros, ampliando o contato do público com o fazer artístico feminino em suas diferentes formas de expressão.”

Clientes do Banco do Brasil recebem 10% de desconto em todos os itens da feira ao utilizarem os Cartões BB como forma de pagamento.

 

Confira a lista de expositoras (clique aqui para obter imagens)

  • Almacor / @almacor.art
  • Amana / @amana.atelie
  • Arte Afeto / @arte_afeto
  • Artistas do Bairro /@artistasdo bairro
  • Ateliê Reconto / @atelie_reconto
  • Ateliê Bençôi / @ateliebencoi
  • Biscoito de Flor / @biscoitodeflor
  • Casa Crisálida / @acasacrisalida
  • Casa Madre Tereza de Calcutá / @bordadosmadretereza
  • Cecília Vecchi / @aceciliavecchi
  • Chão do Cerrado / @chaodocerrado
  • Cleusa Maria Carvalho / sem Instagram
  • Coletivo Criando Asas / @criandoasas_coletivo
  • Costurando com o Coração / @costurandocomocoracao
  • Costurê  / @costuure
  • De La Flor Alfajores / @delafor.alfajor
  • Do Jardim / @dojardim.brasil
  • Ervas da Magui| Oráculo Do Pão / @oraculodopao
  • Espaço Candeia/ @espaco_candeia_casabranca
  • Estúdio Cerrado / @estudio.cerrado
  • Fernanda Torquett / @fernandatorquett 
  • Gogoia Design / @gogoia.design
  • Guimeiros / @guimeiros
  • Imanto / @_imanto 
  • Itamara Ribeiro / @itamataribeiro
  • Júlia Bianchi / @juliabianchiestudio
  • Julieta Biscoito / @julietabiscoito
  • Laura Alkmim / @laura.akimim
  • Liciana Bayer / @licianabayer
  • Meninas de Sinhá / @meninasdesinha
  • Mirtilos Moreira / @mirtilosmoreira
  • Mon Ajour / @mon_ajour
  • Ourives Ana Queiroz / @ourives_ana_queiroz
  • PepeBee / @sigapepebee
  • Pice Lanna / @bordadosfinospicelanna
  • Re.Trama / @re.trama
  • Realiser / @_realiser_alfaiataria_handmade
  • Reconto / @atelie_reconto
  • Ruma / @ruma_textil
  • Salu / @salu.couture
  • Sorveteria Universal / @sorveteriauniversal
  • Tilda / @usetilda
  • Ventura Design / @venturadesignvidros
  • YWI / @ywijoiacontemporanea

 

Marlene Barros: Tecitura do Feminino 

Em cartaz no CCBB BH até 1º de junho, "Marlene Barros: Tecitura do Feminino” reúne obras que ressignificam práticas têxteis, como bordado e crochê, transformando o gesto de costurar em uma linguagem de denúncia. Ao deslocar técnicas tradicionalmente associadas ao espaço doméstico para o ambiente expositivo, a mostra tensiona hierarquias entre arte e artesanato, propondo uma leitura crítica sobre os modos como o fazer feminino foi historicamente invisibilizado.

A partir de uma produção que atravessa mais de quatro décadas, Marlene Barros busca refletir sobre o corpo feminino, em uma exposição que constrói uma narrativa de resistência, na qual linhas e agulhas deixam de ocupar o lugar do silêncio para afirmar presença, identidade e permanência no debate artístico contemporâneo.

Com curadoria de Betânia Pinheiro, a exposição acontece nas Galerias do Térreo, de quarta a segunda, das 10h às 22h. A entrada é gratuita, mediante retirada de ingresso no site ccbb.com.br/bh ou na bilheteria do CCBB BH.

 

Circuito Liberdade

O CCBB BH é integrante do Circuito Liberdade, complexo cultural sob gestão da Secretaria de Estado de Cultura e Turismo (Secult), que reúne diversos espaços com as mais variadas formas de manifestação de arte e cultura em transversalidade com o turismo. Trabalhando em rede, as atividades dos equipamentos parceiros ao Circuito buscam desenvolvimento humano, cultural, turístico, social e econômico, com foco na economia criativa como mecanismo de geração de emprego e renda, além da democratização e ampliação do acesso da população às atividades propostas.

 



Quermesse da Mary no CCBB

Data: De 1º a 3 de maio de 2026

Local: Térreo, segundo andar e jardim – CCBB BH 

Horário: Sexta a domingo, das 10h às 20h

Classificação Indicativa: Livre

Entrada: Gratuita, sem necessidade de ingressos

@quermessedamary

 

Exposição “Marlene Barros: Tecitura do Feminino”

Data: Até 1º de junho de 2026

Local: Galerias do Térreo – CCBB BH

Horário: De quarta a segunda, das 10h às 22h

Classificação Indicativa: 14 anos

Entrada: gratuita mediante retirada de ingressos no site ccbb.com.br/bh ou na bilheteria do CCBB BH.

 

CCBB Belo Horizonte   

Praça da Liberdade, 450 – Funcionários, Belo Horizonte – MG       

Funcionamento – de quarta a segunda, das 10h às 22h       

Telefone: (31) 3431-9400       

E-mail: ccbbbh@bb.com.br       

Site: ccbb.com.br/bh  

Redes sociais: instagram.com/ccbbbh | facebook.com/ccbbbh

segunda-feira, 27 de abril de 2026

Festival Santa Tereza movimenta a tradicional região de BH

 

Praça Duque de Caxias,a conhecida praça Santa Tereza

O bairro Santa Tereza, em Belo Horizonte, será palco da primeira edição do Festival Santa Seresta nos dias 1º e 2 de maio, sexta e sábado, reunindo artistas como Grupo Roda Viva, Grupo Jorge e o Samba, Luiz Antônio e Banda, Gracinha Horta e Banda, Clube do Choro e Acir Antão como mestre de cerimônias. As apresentações gratuitas acontecem das janelas do casarão Sobrado (Rua Mármore, 450) que fica na Praça Duque de Caxias. O evento propõe um encontro entre tradição e memória afetiva, com shows realizados a partir das janelas de um casarão histórico, recriando a atmosfera das serenatas.

O projeto Festival Santa Seresta é realizado pela Santa Cultura Produções, aprovado na Lei Municipal de Incentivo à Cultura de Belo Horizonte (nº 1944/2023), com patrocínio da MGS.

 

               Clube do Choro

O festival nasce com a proposta de resgatar a tradição da seresta na capital mineira, criando um ambiente de convivência e valorização da cultura popular. A estrutura inclui sonorização e iluminação cênica, além de cadeiras dispostas na praça para acolher o público. Além de valorizar artistas locais e a tradição musical, o festival também aposta na ocupação do espaço público, com fechamento da rua e estrutura voltada para o conforto e a segurança. “A seresta faz parte da memória afetiva de Belo Horizonte, especialmente do Santa Tereza. A ideia do festival é devolver essa experiência ao público, com música, afeto e pertencimento. Queremos que o Santa Seresta se torne uma tradição no calendário cultural da cidade, fortalecendo os vínculos da comunidade com suas raízes e promovendo encontros entre gerações por meio da música”, afirma a idealizadora Perla Horta.

Ivone Lopes e Seresta Roda Viva

 

Abrindo a programação musical na sexta-feira (1º), às 19h, o público será conduzido por uma viagem musical com o Grupo Jorge e o Samba, em um show que reúne clássicos da seresta e do samba-canção, como As Rosas Não Falam, Carinhoso e Estão Voltando as Flores, além de sambas emblemáticos como Trem das Onze, Saudosa Maloca e Foi um Rio que Passou em Minha Vida, celebrando diferentes fases da música brasileira.

 

Ainda na sexta-feira (1º), às 20h30, o Grupo Roda Viva se apresenta ao lado da cantora Ivone Lopes, mergulhando no universo do choro e do samba com repertório que revisita clássicos de compositores como Pixinguinha, Noel Rosa e Cartola. Criado em 2011, o grupo se dedica à pesquisa e difusão da música brasileira, transitando por ritmos como maxixe, polca e valsa, em apresentações que combinam virtuosismo instrumental e interpretação.


                      Jorge e o Samba

       Luiz Antônio e Banda

No sábado (2), às 18h30, Luiz Antônio e Banda sobem ao palco trazendo a tradição da seresta mineira construída ao longo de mais de 20 anos de atuação, com passagens por mais de 200 cidades por meio do projeto Minas ao Luar, do Sesc. Com formação dedicada ao choro e à música popular brasileira, o grupo mantém viva a prática das serestas e dos encontros musicais que marcam a cultura afetiva da cidade.

 

                  Gracinha Horta

Na sequência, às 20h, a cantora Gracinha Horta se apresenta com sua banda, trazendo ao festival uma trajetória que começou ainda na juventude como crooner de grandes orquestras em Belo Horizonte e se consolidou no Rio de Janeiro, onde dividiu palcos com nomes como Emílio Santiago, Djavan e Alcione. Com repertório que transita entre samba, jazz e bossa nova, além de interpretações de compositores do Clube da Esquina, a artista celebra mais de quatro décadas de carreira e prepara um novo trabalho.

 

Encerrando a programação musical, no sábado (2), às 21h15, Acir Antão e Clube do Choro sobem ao palco. Responsável também pela condução do evento como mestre de cerimônias, Acir Antão é jornalista e radialista com mais de cinco décadas de atuação e trajetória histórica na Rádio Itatiaia, onde participou da criação do Jornal da Itatiaia, referência no radiojornalismo mineiro.

 

Dias: 1 e 2 de maio, sexta e sábado

Praça Duque de Caxias - Rua Mármore, 450 (em frente ao Sobrado)

Entrada gratuita

 

Mestre de Cerimônias: Acir Antão

 

Dia 01/05 – Sexta-feira

18h às 19h - Intervenções do Mestre de Cerimônias Acir Antão

19h - Grupo Jorge e o Samba

Intervenções do Mestre de Cerimônias com trilha sonora ambiente

20h30 - Grupo Roda Viva  e Ivone Lopes

22h15 - Trilha sonora ambiente

 

Dia 02/05 – Sábado

18h - Intervenções do Mestre de Cerimônias Acir Antão

18h30  - Luiz Antônio e Banda

19h30 às 20h - Intervenções do Mestre de Cerimônias com trilha sonora ambiente

20h - Gracinha Horta e Banda

21h - Acir Antão e Clube do Choro

22h15 - Trilha sonora ambiente

 

Informações: @festivalsantaseresta

Show de Sanduka no Teatro Feluma

  No próximo dia 6 de maio, o Teatro Feluma recebe mais uma edição do projeto   Quarta Musical , desta vez com uma apresentação especial em ...