quarta-feira, 22 de julho de 2026

Orquestra de Câmara Nacional estreia em Belo Horizonte com programa que une ópera e jazz

 


                       Sala Minas Gerais 



 

A Sala Minas Gerais, em Belo Horizonte, recebe no dia 1º de agosto de 2026, às 18h, o concerto de estreia da Orquestra de Câmara Nacional (OCN), novo projeto artístico brasileiro criado para aproximar o público da música de concerto por meio de experiências inovadoras, mediação cultural e novas formas de escuta.

 

Fundada pelo maestro Rossini Parucci, a OCN nasce em Belo Horizonte com uma vocação verdadeiramente nacional. Mais do que uma orquestra, a iniciativa busca conectar músicos, projetos e públicos de diferentes regiões do Brasil, ampliando o acesso à música de concerto e criando novas experiências tanto para quem já frequenta as salas de concerto quanto para aqueles que terão seu primeiro contato com este universo.

 

O concerto de estreia convida o público a redescobrir o universo da música de concerto por meio de um programa que reúne algumas das obras mais marcantes da história da música. Em uma única noite, os espectadores percorrerão diferentes mundos sonoros: da grandiosidade da ópera romântica ao brilho do jazz americano, em versões especialmente adaptadas para formação camerística.

 

A jornada musical começa com a abertura de O Guarani, obra-prima de Carlos Gomes e um dos maiores símbolos da música brasileira. Em seguida, a intensidade emocional de Richard Wagner toma conta da sala com o Prelúdio e Liebestod da ópera Tristão e Isolda, considerada uma das obras mais influentes da história da música e um marco do romantismo europeu.

 

Na segunda parte do concerto, o cenário muda completamente. O público será transportado para os Estados Unidos do século XX por meio de duas das mais célebres obras de George Gershwin. Em Rhapsody in Blue, o jazz encontra a música de concerto em uma combinação vibrante de energia, lirismo e virtuosismo pianístico. Encerrando a noite, An American in Paris retrata musicalmente as ruas da capital francesa através do olhar de um compositor americano, em uma obra repleta de cor, humor e imaginação.

 

“A Orquestra de Câmara Nacional nasce com o desejo de aproximar as pessoas da música de concerto de uma maneira mais próxima, viva e acessível.


Queremos que o público redescubra grandes obras do repertório sinfônico em uma nova escala, percebendo detalhes, emoções e conexões que muitas vezes passam despercebidos em formações maiores”, afirma Rossini Parucci, fundador e diretor artístico da OCN.

 

A OCN tem como objetivo apresentar grandes obras do repertório sinfônico em novos formatos, demonstrando que essa música continua viva, atual e profundamente presente na cultura contemporânea. A frase “O universo sinfônico em nova escala” sintetiza a proposta da instituição, que pretende formar público, criar vínculos e ampliar o acesso à música de concerto em todo o país.

 


O concerto contará com a participação especial da soprano Melina Peixoto, uma das principais intérpretes da cena lírica brasileira, e do pianista Lucas Thomazinho, considerado pelo crítico Irineu Franco Perpetuo como “o maior talento natural de sua geração”. A direção artística e a regência serão de Rossini Parucci.

 

Fundador e diretor artístico da OCN, Rossini Parucci é regente titular da Orquestra Sinfônica da Universidade Estadual de Londrina (OSUEL) e contrabaixista da Filarmônica de Minas Gerais. Ao longo de sua carreira, esteve à frente de importantes orquestras brasileiras e internacionais, consolidando uma atuação marcada pela excelência artística, pela formação de públicos e pelo desenvolvimento de novos projetos culturais.

 

Lucas Thomazinho é um dos mais destacados pianistas brasileiros da atualidade. Já atuou como solista junto à OSESP, Filarmônica de Minas Gerais, Orquestra Sinfônica Brasileira e diversas outras importantes instituições, além de manter intensa atividade em salas de concerto e festivais no Brasil e no exterior.

 

Soprano de destaque no cenário lírico nacional, Melina Peixoto possui sólida trajetória em óperas e concertos sinfônicos. Entre suas atuações mais recentes estão produções de La Bohème, Die Zauberflöte e Carmina Burana. É doutora e pós-doutora em Performance Musical pela UFMG.

 

Rossini Parucci – Fundador e Diretor Artístico da OCN, Rossini Parucci é Regente Titular da Orquestra Sinfônica da Universidade Estadual de Londrina (OSUEL) e contrabaixista da Filarmônica de Minas Gerais. Ao longo de sua carreira, esteve à frente de importantes orquestras brasileiras e internacionais, consolidando uma atuação marcada pela excelência artística, pela formação de públicos e pelo desenvolvimento de novos projetos culturais.

 

Lucas Thomazinho – Considerado pelo crítico Irineu Franco Perpetuo como "o maior talento natural de sua geração", Lucas Thomazinho é um dos mais destacados pianistas brasileiros da atualidade.


Já atuou como solista junto à OSESP, Filarmônica de Minas Gerais, Orquestra Sinfônica Brasileira e diversas outras importantes instituições, além de manter intensa atividade em salas de concerto e festivais no Brasil e no exterior.

 

Melina Peixoto – Soprano de destaque no cenário lírico nacional, Melina Peixoto possui sólida trajetória em óperas e concertos sinfônicos. Entre suas atuações mais recentes estão produções de La Bohème, Die Zauberflöte, além de Carmina Burana. É doutora e pós-doutora em Performance Musical pela UFMG.


Concerto de Estreia da Orquestra de Câmara Nacional (OCN)

Programa: Da Ópera ao Jazz

Obras de: Carlos Gomes, Richard Wagner e George Gershwin

Participações: Melina Peixoto (soprano) e Lucas Thomazinho (piano)

Direção Artística e Regência: Rossini Parucci

 

Data: 1º de agosto de 2026, sábado

Horário: 18h

Local: Sala Minas Gerais – Belo Horizonte 

Ingressos: disponíveis pela Sympla: ttps://bileto.sympla.com.br/event/122566?share_id=1-copiarlink

Mais informações: @orquestradecamaranacional

O espetáculo "Peter Lund – Viagem ao Brasil Profundo" reúne turismo, teatro, pré-história e diversão no palco do Teatro Feluma


 

                                               Foto: Junio Souza

Nos dias 30 e 31 de julho, o Teatro Feluma recebe a peça Peter Lund – Viagem ao Brasil Profundo, que celebra os 200 anos da chegada do cientista dinamarquês ao Brasil e comemora os 20 anos de estrada da Preqaria Cia de Teatro.

A peça, com direção de João Valadares e orientação dramatúrgica de Luís Alberto de Abreu, é uma biografia popular do primeiro paleontólogo das Américas. A montagem traça um paralelo entre as descobertas científicas, a personalidade excêntrica do pesquisador e os aspectos históricos do Brasil do século XIX.


A estratégia do espetáculo, direcionado a pessoas de todas as idades, é mesclar o instinto aventureiro do homem curioso que se lança nas matas e grutas ao dia a dia metódico do cientista que precisa catalogar e escrever sobre seus achados. Tudo isso é costurado por passagens espirituosas e engraçadas que revelam a bondade e a excentricidade do personagem — como encomendar a festa do próprio enterro ou comprar a vaca do vizinho por um valor alto e soltá-la logo em seguida, apenas para não ouvir seu mugido enquanto trabalhava.

Além de artístico, lúdico, divertido e musical, o espetáculo busca ser histórico, turístico e educativo. Peter Lund – Viagem ao Brasil Profundo mostra um pouco do pensamento científico do século XIX que, a partir da genialidade deste dinamarquês que viveu mais de 50 anos no país, reinventou e deixou marcas definitivas na história das Américas e do mundo.

As descobertas de Peter Lund questionaram a teoria biológica vigente na época, que dizia que a Terra tinha 5.435 anos e era renovada por catástrofes e inundações para explicar a extinção dos animais. No entanto, entre 1839 e 1841, na Gruta do Sumidouro, Lund encontrou três elementos que não deveriam estar juntos: fósseis de animais atuais, de animais extintos e ossadas humanas. A teoria do catastrofismo perdia o sentido ali. Essas descobertas ajudaram Charles Darwin — que cita os achados de Lund três vezes em A Origem das Espécies — a explicar a evolução.

“Duvido que a formação de estalactites tenha, em qualquer outra caverna conhecida, produzido combinações tão admiravelmente belas como as que são encontradas nesta parte da gruta de Maquiné. Os esplêndidos reflexos produzidos pela luz, ferindo as inúmeras facetas destes cristais, deslumbram a vista de forma que o homem se julga transportado a um palácio de fadas. A mais rica imaginação poética não saberia criar tão esplêndida moradia para seres maravilhosos.” – Peter Lund

Ingressos pela Sympla: https://bileto.sympla.com.br/event/123570


O espetáculo Peter Lund – Viagem ao Brasil Profundo

Data e horário: 30 e 31 de julho (quinta e sexta), às 20h

Teatro Feluma, Alameda Ezequiel Dias, 275, 7º andar – Centro


O Instituto Cultural Ciências Médicas de Minas Gerais (ICCM-MG) foi inaugurado em junho de 2024 como parte do projeto estratégico da Fundação Educacional Lucas Machado (Feluma), mantenedora dos Institutos Ciências Médicas. Sua atuação abraça a excelência e a qualidade, comprometendo-se em promover atividades culturais, publicar trabalhos científicos, preservar o patrimônio histórico e fomentar a produção artística.

O ICCM-MG é responsável pela gestão do Teatro Feluma, da Editora Universitária Ciências Médicas e do Centro de Memória Ciências Médicas, consolidando seu compromisso com a preservação cultural e o enriquecimento da sociedade.


O Teatro Feluma é uma iniciativa da Fundação Educacional Lucas Machado, cujo objetivo é ampliar oportunidades para que artistas e produtores mineiros viabilizem projetos culturais, além de promover a integração das artes com o ensino acadêmico.

Localizado no 7º andar do Campus I da FCM-MG, o espaço abriga a sala de espetáculos Prof. Dr. Geraldo Magela Gomes da Cruz, com uma plateia de 382 lugares, preparada para receber espetáculos teatrais, musicais, de dança, além de eventos corporativos.

Staycation transforma hotéis em destino dos paulistanos

 



O conceito de staycation, prática de passar férias ou um fim de semana na própria cidade, vem ganhando espaço entre os paulistanos. Em vez de enfrentar aeroportos ou longos deslocamentos, moradores da capital têm optado por reservar um ou dois dias para descansar em hotéis e aproveitar a estrutura de hospedagem sem sair de São Paulo.

O nome dessa prática é resultado da junção das palavras em inglês stay (ficar) e vacation (férias). A ideia, que já representava uma alternativa para descansar sem deixar a cidade, ganhou novos significados após a pandemia. Além de uma pausa na rotina, passou a ser adotada como uma forma de imersão voltada ao bem-estar, sobretudo entre executivos e profissionais que, por questões de agenda ou pela preferência por deslocamentos curtos, optam por permanecer próximos de casa.



O movimento acompanha a busca por praticidade, economia de tempo e valorização das experiências locais, combinando hospedagem, gastronomia e programação cultural em um roteiro voltado a quem deseja interromper a rotina sem precisar viajar.

Na capital paulista, bairros como Pinheiros ganharam espaço entre os adeptos da staycation por reunirem opções de gastronomia, cultura, comércio e mobilidade, permitindo que boa parte dos deslocamentos seja feita a pé ou por transporte público.

A experiência também muda a relação dos moradores com São Paulo. Dormir em um hotel, tomar café da manhã fora de casa e visitar atrações próximas faz com que muitos redescubram a cidade sob a perspectiva de um visitante.

                             

É nesse contexto que o Grand Mercure São Paulo Pinheiros iniciou oficialmente suas operações em 1º de julho. Instalado na Avenida Rebouças, entre os eixos da Avenida Paulista e da Faria Lima, o empreendimento passa a integrar o portfólio premium da Accor com uma proposta voltada tanto ao público de negócios quanto ao de lazer.

O hotel conta com 170 acomodações, restaurante, academia, serviço de quarto e café da manhã em sistema de buffet.



Com acesso à estação Fradique Coutinho da Linha 4-Amarela do metrô, também está próximo de atrações como o Museu de Arte de São Paulo (MASP) e o Parque Ibirapuera, permitindo que hóspedes organizem diferentes roteiros durante a hospedagem.

                    MASP
                           

“O conceito de staycation tem se mostrado cada vez mais relevante para São Paulo, e o Grand Mercure São Paulo Pinheiros chega com uma proposta que dialoga diretamente com esse movimento. O hotel oferece uma experiência completa de descanso e reconexão na própria cidade, unindo a estrutura premium da marca com uma localização estratégica na Avenida Rebouças e acesso facilitado por metrô. Nosso objetivo é permitir que o hóspede paulistano transforme um fim de semana comum em uma verdadeira pausa de férias, convidando a viver dias de turista em sua própria cidade, seja aproveitando a infraestrutura de ponta do hotel, seja usando a propriedade como o hub perfeito para explorar o melhor da cena cultural e gastronômica de Pinheiros, da Avenida Paulista e do Parque Ibirapuera”, afirma o gerente Geral do hotel, Matheus Cunha.



Pinheiros concentra gastronomia, cultura e mobilidade- A localização é um dos principais ativos do empreendimento. Além de atender à demanda corporativa da região, o hotel está inserido em um dos bairros que concentram parte da oferta gastronômica, cultural e de lazer da cidade, com acesso facilitado também à Vila Madalena. A Rua dos Pinheiros concentra bares, cafeterias e pizzarias, enquanto a Rua Ferreira de Araújo reúne restaurantes de diferentes especialidades e cozinhas internacionais que ajudaram a consolidar Pinheiros como um dos principais polos gastronômicos da capital.

O bairro também abriga espaços voltados à cultura e ao entretenimento, como a Casa Natura Musical, o Sesc Pinheiros e o Instituto Tomie Ohtake. Entre as opções de compras estão os shoppings Iguatemi São Paulo e Eldorado. Aos sábados, a Feira da Praça Benedito Calixto reúne expositores de antiguidades, artesanato, discos, objetos de decoração e gastronomia de rua, atraindo moradores e visitantes.

Para quem opta pela staycation, esse conjunto de atrações permite montar um roteiro sem necessidade de carro. O dia pode começar com o café da manhã no hotel e seguir com visitas a restaurantes, cafés, centros culturais, lojas e feiras. A proximidade da Avenida Paulista, da Faria Lima, da Marginal Pinheiros e da Linha 4-Amarela do metrô amplia as possibilidades de deslocamento para outras regiões da cidade.

Para mais informações e reservas, acesse: all.accor.com/hotel/C6U2/index.pt-br.shtml


Grand Mercure Hotels & Resorts convida os seus hóspedes a Discover Local Grandly, celebrando a riqueza das culturas locais por meio de estadias sofisticadas que combinam tradição, elegância e autenticidade. Enraizada na alma de cada destino, cada experiência Grand Mercure é concebida para despertar os sentidos e honrar o patrimônio regional. De rituais cuidadosamente elaborados e sabores atemporais a narrativas artísticas e conexões humanas calorosas, cada momento se torna uma homenagem ao lugar, às pessoas e ao propósito. Unindo padrões internacionais com o espírito singular do local, Grand Mercure oferece uma experiência de hospitalidade premium que é ao mesmo tempo profundamente local e generosamente grandiosa. Com mais de 80 endereços em mais de 10 países, os destinos emblemáticos incluem Grand Mercure Mysuru na Índia, bem como  Grand Mercure Belém do Pará e Grand Mercure Rio de Janeiro Copacabana no Brasil. Grand Mercure faz parte da Accor, grupo líder mundial em hospitalidade com mais de 5.800 propriedades em mais de 110 países, e é uma marca participante da ALL Accor, plataforma de reservas e programa de fidelidade que oferece acesso a uma ampla variedade de recompensas, serviços e experiências.

grandmercure.com | all.com | group.accor.com 


terça-feira, 21 de julho de 2026

Nova série infantil "O Tubarão Martelo e os Habitantes do Fundo do Mar"

 

Série infantil "O Tubarão Martelo e os Habitantes do Fundo do Mar" conclui desenvolvimento dos roteiros da primeira temporada

 

Cláudio Fraga, criador do personagem infantil Tubarão martelo filme - fotos Flavia Canavarro

 

Um dos personagens infantis mais conhecidos da internet, o Tubarão Martelo, acaba de dar mais um passo rumo às telas. O idealizador do projeto, Cláudio Fraga, anuncia a conclusão  dos roteiros para a série de animação "O Tubarão Martelo e os Habitantes do Fundo do Mar" , voltada para crianças da primeira infância e em idade pré-escolar. A produção terá 13 episódios de sete minutos cada, combinando aventura, comédia, músicas originais e conteúdos educativos sobre preservação ambiental.

 


O desenvolvimento dos roteiros foi viabilizado por meio da aprovação do projeto "Tubarão Martelo – Roteiro e Projeto de Obra Seriada do Gênero Animação" (ID 237697) no Edital LPG 02/2023 – Apoio às Produções Audiovisuais Mineiras – Categoria Desenvolvimento de Projetos – Roteiro e Projeto de Obra Seriada do Gênero Animação, da Lei Paulo Gustavo, realizado pela Secretaria de Estado de Cultura e Turismo de Minas Gerais, em parceria com o Ministério da Cultura.

Criado em Minas Gerais, em 2012, o personagem Tubarão Martelo já conquistou crianças e famílias de todo o Brasil. Seu canal no YouTube ultrapassou a marca de 50 milhões de visualizações, reunindo animações musicais que estimulam, de forma lúdica, o respeito à natureza, aos oceanos e a toda a vida no planeta.


Os roteiristas que integram o projeto são Ana Luísa de Morais,  Cláudio Fraga, Carlos Magalhães, Daniel Murta, Márcio Araújo e Patrícia Von Studnitz. Cada episódio da série apresenta uma história independente, construída para divertir e, ao mesmo tempo, despertar valores como amizade, solidariedade, respeito às diferenças, convivência, curiosidade, preservação das espécies e consciência ambiental. Entre os temas abordados estão também a conservação dos oceanos, a poluição causada pelo descarte de plástico e lixo no mar e a importância de atitudes sustentáveis desde a infância.

 

O projeto é idealizado e dirigido por Cláudio Fraga, e durante o desenvolvimento dos roteiros, foram realizados processos de pesquisa, criação e escrita, acompanhados por consultoria especializada em conteúdo infantil e consultoria pedagógica, garantindo uma narrativa adequada ao público da primeira infância e alinhada aos objetivos educativos da série. Durante o processo também foi realizado o Workshop de Criação de Roteiro para Curta-Metragem Animado Infantil, com seis horas de duração, reunindo três nomes atuantes no audiovisual e na criação de conteúdo para o público infantojuvenil: Cláudio Fraga, Ana Luísa de Moraes e Carlos Magalhães.  "Mais do que uma produção de entretenimento, "O Tubarão Martelo e os Habitantes do Fundo do Mar" propõe estimular uma consciência ambiental coletiva, utilizando a linguagem da animação para aproximar as crianças de temas fundamentais para o futuro do planeta. A proposta busca mostrar que aprender pode ser uma experiência divertida, despertando desde cedo o cuidado com a natureza e com todas as formas de vida”, avalia Cláudio Fraga.

O projeto também prevê, nas futuras etapas de produção da série, recursos de acessibilidade, como interpretação em Libras e legendas, ampliando o acesso ao conteúdo para diferentes públicos. A conclusão dos roteiros representa um marco importante para a continuidade da série, que agora se prepara para as próximas fases de desenvolvimento, fortalecendo o audiovisual infantil produzido em Minas Gerais e ampliando as perspectivas de levar às telas um personagem brasileiro que já faz parte do imaginário de milhares de crianças.

CEFART abre mais de 300 vagas para cursos de extensão gratuitos

 

                               foto: Marlon de Paula

O Centro de Formação Artística e Tecnológica (CEFART) abre inscrições para os cursos de extensão das Escolas de Artes Visuais, Dança, Música, Teatro e Tecnologia da Cena. São mais de 300 vagas distribuídas em dezenove cursos. O início das aulas será a partir do dia 17 de agosto, de acordo com as datas de cada curso. Todas as atividades, bem como a inscrição no processo seletivo, são oferecidas de forma gratuita, e as inscrições vão até as 23h59 do dia 29 de julho (quarta-feira), pelo site da Fundação Clóvis Salgado. A seleção para os cursos ofertados neste edital ocorre por meio de ordem de inscrição e dos pré-requisitos estabelecidos, com exceção de “Improvisação ‘online’ para Todos os Instrumentos” e “Performance em Canto Erudito – Canto e Orquestra – Módulo I: Concerto Barroco” , que possuem pré-requisitos específicos. A duração das atividades varia conforme cada percurso formativo.


Escola de Tecnologia da Cena do Cefart -foto:Paulo Lacerda

 

Os Cursos de Extensão do CEFART caracterizam-se como uma categoria de ingresso a partir da qual os estudantes têm acesso a uma formação de curta duração, focada em competências e habilidades específicas. A iniciativa tem como objetivo oferecer cursos de capacitação em arte para além da formação dos  cursos regulares, atendendo diversos públicos e abrangendo diferentes temáticas, de forma gratuita e com acesso para toda a comunidade. O público-alvo varia de acordo com cada curso, bem como os pré-requisitos, que estão descritos detalhadamente no edital. Dúvidas, pedidos de recurso e outras demandas referentes ao processo seletivo podem ser encaminhadas ao email selecaocefart@palaciodasartes.com.br.

Os “Cursos de Extensão do CEFART” são realizados pelo Ministério da Cultura e pela Fundação Clóvis Salgado. As atividades da Fundação Clóvis Salgado têm a Cemig como mantenedora, Patrocínio Master do Instituto Cultural Vale e Grupo Fredizak, Patrocínio Prime do Instituto Unimed-BH e do Instituto AngloGold, Patrocínio Plus da Vivo e correalização da APPA – Cultura & Patrimônio. A ação é viabilizada por meio da Lei Estadual de Incentivo à Cultura e da Lei Federal de Incentivo à Cultura.

Cursos de Extensão do CEFART – Agosto a Novembro de 2026

Arduino em Cena: Programação e Prototipagem com Arduino Uno (10 vagas)

Curso intensivo de introdução à automação, programação física e prototipagem eletrônica utilizando a plataforma Arduino UNO. O curso aborda os fundamentos essenciais de eletrônica aplicada, lógica de programação e integração entre sensores, atuadores e sistemas interativos, proporcionando ao participante uma experiência prática no desenvolvimento de dispositivos de automação, controle e monitoramento. Ao final, os participantes irão desenvolver um projeto funcional aplicado às áreas de tecnologia, interatividade e automação. Introdução à plataforma Arduino UNO e aos fundamentos da eletrônica aplicada. Estrutura básica de circuitos eletrônicos. Programação em linguagem para Arduino. Entradas e saídas digitais e analógicas. Utilização de LEDs, botões, sensores e atuadores. Comunicação serial e monitoramento de dados. Princípios básicos de automação, instrumentação e sistemas interativos. Desenvolvimento de projeto prático aplicado.

Improvisação "online" para Todos os Instrumentos (20 vagas)

                                 foto:Paulo Lacerda



Estudo teórico, compreensão dos mecanismos e prática da improvisação sob a ótica da música popular com enfoque no jazz, blues e MPIB (Música Popular Instrumental Brasileira). Estudo da escala pentatônica e sua aplicação no blues; estudo dos modos jônico, mixolídio e dórico; cadência  na tonalidade maior; prática da improvisação nos contextos do jazz, bossa nova, samba, música latina, fusion, blues, entre outros.

Introdução à Manutenção Básica de Instrumentos de Sopro: Madeiras (5 vagas)

Estudo da anatomia e funcionamento do clarinete. Identificação e uso de ferramentas específicas para luthieria. Técnicas de limpeza profunda e higienização. Troca de sapatilhas, cortiças e molas. Ajuste de chaves, vedação e regulagem mecânica fina. Diagnóstico de vazamentos de ar. Curso dedicado a noções básicas de manutenção no clarinete para interessados em luthieria.

Musicalização para Crianças (20 vagas)

O curso visa proporcionar aos alunos a construção, vivência e apropriação da linguagem musical por meio de atividades relacionadas aos elementos básicos da música, criação espontânea, escuta ativa e desenvolvimento da sensibilidade artística.


Escola de Artes Visuais do Cefart -  foto Paulo Lacerda

Palácio para Todos os Professores: Percursos Formativos para Atuação na Educação Básica (21 vagas)

A partir de visitas mediadas, análise de produções artísticas, estudo de conteúdos digitais e reflexões sobre práticas educativas em espaços culturais, os participantes serão convidados a compreender o papel da arte na formação humana e os desafios da democratização do acesso à cultura. O curso destina-se a estudantes, professores e demais interessados em educação e artes. Arte, educação e formação humana em diálogo com as práticas culturais da Fundação Clóvis Salgado. O Palácio das Artes como espaço educativo e de mediação cultural. Experiências artísticas, conteúdos digitais e ações formativas como possibilidades para a ampliação dos repertórios culturais e a atuação docente na Educação Básica. Elaboração de propostas pedagógicas inspiradas nas experiências educativas e culturais desenvolvidas pela Fundação Clóvis Salgado.


Performance em Canto Erudito – Canto e Orquestra – Módulo I: Concerto Barroco (5 vagas)

O curso propõe a prática do repertório erudito, com ênfase no gênero oratório, e é direcionado a cantores em formação técnica e profissionalizante do canto lírico. Propõe o desenvolvimento de performance artística e competências técnicas musicais para a realização de repertório do canto lírico com acompanhamento de orquestra.

Princípios Básicos da Técnica e Leitura Musical para Caixa Clara (10 vagas)

O curso visa desenvolver habilidades práticas e teóricas que permitam ao aluno melhorar sua coordenação, controle de baquetas, leitura de partituras, interpretação dinâmica e aplicação de técnicas musicais em diferentes estilos e tipos de performance.

 Yin Yoga e Práticas Contemplativas (10 vagas)

 O curso apresenta elementos da prática da Yin Yoga e outras práticas contemplativas no fortalecimento da consciência corporal e presença. A Yin Yoga tem uma característica mais passiva e introspectiva que desenvolve o cultivo da auto-observação e do silenciamento interno. Se difere de outras práticas pelo maior tempo de permanência nas posições, o que permite ativar o trabalho sobre o tecido conjuntivo (fáscias, tendões e ligamentos). Tem como princípio o respeito ao próprio corpo, tendo ele como referência para desenvolvimento de suas potencialidades. Sua prática desenvolve flexibilidade e mobilidade articular, consciência corporal e relaxamento.

Corpo em Movimento (25 vagas)

                          Foto:Paulo Lacerda

O curso se propõe a promover a aproximação de pessoas que não praticam a dança (ou que sejam iniciantes) e tenham interesse em mover o corpo e explorar suas possibilidades, a partir da relação com ações cotidianas (caminhar, sentar, deitar, levantar, etc). A ideia é partir desse repertório de ações e aprofundá-lo em exercícios individuais e coletivos que permitam a ampliação do repertório corporal e de uma maior apropriação do próprio corpo, percebendo suas potencialidades. As aulas irão contemplar propostas relacionadas à expressividade e consciência corporal, sensibilizações, jogos de atenção e prontidão, relação com o espaço, qualidades de movimento e criação.

Conhecimentos Básicos de Fagote e Práticas de Grupo (10 vagas)

O curso tem como proposta apresentar os elementos fundamentais necessários à performance do fagote, abordando a história do instrumento, mecanismos, montagem, desmontagem, produção e raspagem de palheta, higienização, postura, respiração, embocadura, dedilhados, estudos de métodos variados para o instrumento e repertório de diferentes períodos da história da música. Além disso, oferecerá momentos de práticas de grupo, proporcionando o estudo dos princípios da música de câmara.

Figurino em Perspectiva: Modos de Vestir no Brasil do Século XIX (25 vagas)

A chegada da família real e da corte portuguesa no Rio de Janeiro, em 1808, provocou uma série de mudanças nos modos de vestir dos habitantes do Brasil ao longo de todo o século XIX. Neste curso, serão apresentadas as características da indumentária da época e as modificações decorrentes de um processo de adoção (voluntária ou não) dos hábitos vestimentares europeus, especialmente os franceses e ingleses. Introdução aos estudos de indumentária histórica, a moda como arte no século XIX, a influência estrangeira na construção do padrão estético no Brasil oitocentista, iconografia do vestuário brasileiro oitocentista e o vestuário dos escravizados e forros.

Teatro Performativo: Corpo, Espaço e Luz (20 vagas)

O curso propõe uma investigação prática sobre o teatro performativo a partir das relações entre corpo, espaço e luz, compreendendo esses elementos como operadores dramatúrgicos e não apenas como suportes técnicos da cena. O curso investiga a cena como acontecimento que tensiona o real e produz deslocamentos perceptivos. A prática será estruturada por exercícios de composição performativa, experimentações espaciais, criação de ações em diferentes ambientes e investigação da luz como campo dramatúrgico. A proposta culmina em composições performativas breves desenvolvidas pelos participantes, que exploram a dimensão do real como material de criação.

Fundamentos da Cor (20 vagas)

O curso explora o universo das cores desde seus fundamentos técnicos (sistemas aditivo e subtrativo) até suas dimensões simbólica e psicológica. O conteúdo abrange as propriedades da cor, o uso do círculo cromático e as relações de contraste e harmonia. Por meio de exercícios de percepção, os participantes desenvolvem noções para a leitura e a aplicação da cor em diferentes contextos da cultura visual. Estudo das dimensões física, fisiológica e cultural da cor. Investigação dos sistemas de síntese aditiva (luz) e subtrativa (pigmento). Análise do círculo cromático, propriedades da cor (matiz, valor e saturação) e fenômenos de interação e contraste. Exploração das harmonias cromáticas e da dimensão simbólica/psicológica das cores na arte e na cultura visual. Práticas de sensibilização e aplicação do repertório cromático em contextos diversos.


Panorama Histórico das Artes Visuais em Belo Horizonte: Século XX (15 vagas)

Curso teórico introdutório sobre a formação e o desenvolvimento das artes visuais em Belo Horizonte ao longo do século XX. Serão abordados artistas, obras, espaços expositivos e eventos que contribuíram para a consolidação do campo artístico local. A formação da cidade: os primeiros artistas e eventos artísticos. Emergência do Modernismo: as Exposições de Arte Moderna de 1936 e 1944, o Complexo Moderno da Pampulha e a Escola de Guignard. Alunos de Guignard: obras e trajetórias. Novas linguagens: décadas de 1960 e 1970. Tendências contemporâneas: décadas de 1980 e 1990.

Poéticas da Imagem: conversas sobre fotografias e narrativas visuais - Núcleo de Estudos e Experimentação da Imagem (NEEXI) (20 vagas)

Promovido pelo NEEXI (Núcleo de Estudo e Experimentação da Imagem), é um curso teórico-prático que parte da pergunta “O que é uma poética da imagem?” para investigar a fotografia como linguagem sensível e narrativa. Percorre desde o princípio da câmara escura até os gêneros e estéticas contemporâneos, com exercícios práticos de ensaio visual, composição e criação autoral; introdução ao conceito de poética visual; imagem pré-fotográfica; elementos da linguagem fotográfica (enquadramento, luz, cor, ponto de vista); narrativas visuais; exercícios de leitura coletiva de imagens; e produção de pequenos ensaios visuais.

A gravura e sua história (20 vagas)

Curso teórico sobre o panorama da gravura tradicional desde suas origens e seu percurso pelo mundo até chegar e se concretizar como linguagem artística no Brasil.

Desenho Artístico para Iniciantes (20 vagas)

O estudante vai aprender as principais técnicas de desenho de observação, a partir de objetos comuns do cotidiano, além de conhecer quais são os materiais básicos para começar. As aulas serão presenciais, com atividades e tutoriais elaborados para aperfeiçoar o desenho através da prática, sempre com o acompanhamento e o retorno da professora. O curso inclui aulas sobre os artistas, a história e os conceitos por trás do desenho artístico. Introdução aos princípios teóricos, práticos e conceituais do desenho. Experimentação de técnicas, materiais e suportes. Investigação processual sobre a representação do objeto como modelo.

Arquitetura Icônica de Belo Horizonte (25 vagas)

Abordagem dos estilos arquitetônicos que se manifestaram em Belo Horizonte, desde a fundação da cidade até os últimos tempos. O planejamento da nova capital mineira será abordado apontando sua influência na arquitetura da cidade. O enfoque será dado na plasticidade e nas características arquitetônicas dos principais edifícios, com a apresentação da sua arquitetura e do contexto histórico e social de seu tempo.

Arquitetura Colonial Mineira (25 vagas)

Urbanização nas vilas e cidades coloniais mineiras, destacando as mudanças e permanências das habitações e dos modos de vida, bem como as técnicas e os materiais utilizados para a concepção da arquitetura colonial. O curso terá enfoque também voltado para a plasticidade e condicionantes sociais e econômicas que moldaram a arquitetura religiosa.

 

Cursos de Extensão do CEFART

Inscrições: De 20 de julho, a partir das 18h, até as 23h59 do dia 29 de julho de 2026, no site da Fundação Clóvis Salgado

Resultado preliminar: 31 de julho

Recursos: De 31 de julho às 23h59 do dia 2 de agosto, pelo e-mail selecaocefart@palaciodasartes.com.br

Resultado final: 4 de agosto 

Matrícula: 7 a 11 de agosto de 2026

Início das aulas: A partir do dia 17 de agosto de 2026 (de acordo com as datas iniciais previstas em cada curso)

Informações para o público: (31) 3236-7308 / www.fcs.mg.gov.br

A arte do Grupo Corpo em Araxá


O Grupo Corpo apresenta em Araxá os espetáculos Piracema, obra criada para celebrar os 50 anos da companhia, comemorados em 2025, e Parabelo, um dos balés mais marcantes de seu repertório, inspirado na cultura e na musicalidade do sertão. As apresentações acontecem nos dias 1 e 2 de agosto, sábado, às 19h e domingo, às 17h, no Teatro CBMM - Centro Cultural Uniaraxá, com ingressos à venda pelo Sympla.  Antes, no dia 31, sexta, às 9h, bailarinos da companhia ministram um workshop fundamentado nos princípios da linguagem desenvolvida por Rodrigo Pederneiras, destinado a bailarinos de nível médio e avançado. E, às 19h, ocorre um ensaio aberto destinado a instituições sociais e de ensino. Ambas atividades são gratuitas e têm inscrições prévias.



Vinte e oito anos separam as estreias dos balés que o Grupo Corpo leva a Araxá. Mas ambos têm suas raízes na cultura brasileira e dialogam com temas ligados ao território, à natureza e às suas manifestações.

                    Fotos:José Luiz Pederneiras


PIRACEMA, coreografia de Rodrigo Pederneiras e Cassi Abranches, que abre a noite, comemorou os 50 anos de atividades do Grupo Corpo em 2025. Com música especialmente criada por Clarice Assad, seus três movimentos sugerem uma viagem pela natureza, pelo mundo urbanizado e por uma distopia que pode, ou não, ser revertida.

Sua ideia central, a árdua jornada dos cardumes rio acima para desovar, torna-se metáfora do recomeço constante da criação, da urgência e da determinação.

Já PARABELO, coreografia de Rodrigo Pederneiras criada em 1997, nasceu da parceria entre Tom Zé e José Miguel Wisnik, autores de uma trilha que reúne cantos de trabalho e devoção, ecos do baião e uma elaborada trama de ritmos.



Dela emerge uma coreografia de intensa força expressiva, marcada pelo jogo de cintura, pela precisão da marcação dos pés e por uma linguagem profundamente brasileira, que o próprio coreógrafo define como "a mais brasileira e regional" de suas criações.

Além de aproximar diferentes momentos da trajetória do Grupo Corpo, as duas obras revelam processos criativos distintos. Piracema inaugurou a parceria de Rodrigo com Cassi, que em 2025 se tornou também coreógrafa residente da companhia. Os dois trabalharam paralelamente, criando cada um seu balé, e reuniram suas concepções apenas dois meses antes da estreia, em um método ousado proposto pelo diretor artístico Paulo Pederneiras. Parabelo, por sua vez, representa um momento marcante da maturidade artística da companhia, aliando a linguagem coreográfica desenvolvida ao longo de décadas a uma das trilhas mais originais já criadas para o Grupo Corpo.

Durante sua passagem por Araxá, o Grupo Corpo promove atividades gratuitas voltadas à formação e ao diálogo com a comunidade local. No dia 31 de julho, pela manhã, bailarinos da companhia ministram um workshop fundamentado nos princípios da linguagem desenvolvida por Rodrigo Pederneiras, destinado a bailarinos de nível médio e avançado. O workshop será realizado em parceria com a Escola de Dança CSD, no teatro do Colégio São Domingos, em duas turmas: das 9h às 11h e das 11h10 às 13h10. As inscrições m corpoloja.com.br e tem vagas limitadas.  Informações: contato@corpoloja.com.br

Também no dia 31 de julho, às 19h, será realizado um ensaio aberto no Teatro CBMM Centro Cultural UNIARAXÁ, destinado a instituições sociais e de ensino. As instituições interessadas em participar podem solicitar inscrição pelo e-mail grupocorpo@grupocorpo.com.br.

O patrocínio é da CBMM, via Lei Federal de Incentivo à Cultura, e da CEMIG, via Lei Estadual de Incentivo à Cultura de Minas Gerais.

PIRACEMA 2025

Coreografia: Rodrigo Pederneiras e Cassi Abranches

Música: Clarice Assad

Cenografia: Paulo Pederneiras

Figurino: Susana Bastos e Marcelo Alvarenga

Iluminação: Paulo Pederneiras e Gabriel Pederneiras

(duração: 37 minutos)

Uma inovação radical no método de trabalho dos dois criadores – Rodrigo e Cassi – neste Piracema. Um desafio e tanto, a partir da proposta do diretor artístico Paulo Pederneiras. Com a companhia dividida em dois grupos de 11 bailarinos, cada um dos coreógrafos criou e ensaiou independentemente todo o balé. “não vimos nada um do outro, para depois reunir e combinar as duas versões”, revela Cassi Abranches. “Deu um frio na barriga, mas topamos a proposta do Paulo e a dança cumpriu seu papel integrador”. A obra combinada resulta inteira, desafiadora, “uma terceira via”, define Rodrigo.

O balé traduz a música de Clarice Assad que, dividida em três grandes movimentos, traça um arco que se inicia no tribal, no ambiente natural intocado, passa pela polifonia sinfônica do clássico e termina no eletrônico, urbano, contemporâneo, com uma orquestra de cordas, o percussionista Keita Ogawa e participações especiais como a de seu pai, o grande violonista e compositor Sérgio Assad. “Usei bastante minha voz em harmonias vocais e até lancei mão, na terceira parte, de ruídos e sons criados por inteligência artificial”.

O diretor artístico Paulo Pederneiras, que assina cenário e iluminação (essa, em parceria com Gabriel Pederneiras, diretor técnico do grupo), foi buscar, para a cenografia, um material inusitado: são 82 mil tampas de latas de sardinha cobrindo o fundo (de 16m x 7m) e as pernas (laterais do cenário), montadas sobre redes.  Os figurinos foram criados pelos irmãos Susana Bastos, artista e estilista, e Marcelo Alvarenga, arquiteto, designers do escritório Alva Design. Foi a primeira vez que os dois criaram para dança e trouxeram uma cartela de cores terrosas, com detalhes em prata e em cores fortes nas malhas justas de base, e os cortes têm sutis enchimentos nos quadris e nos ombros; em seguida, as malhas se tingem de azul e, finalmente, de prata.

 

PARABELO  1997

coreografia: Rodrigo Pederneiras

música: Tom Zé e Zé Miguel Wisnik

cenografia: Fernando Velloso e Paulo Pederneiras

figurino: Freusa Zechmeister

iluminação: Paulo Pederneiras

(duração: 42 minutos)

Sertaneja e contemporânea, como a trilha composta por Tom Zé e José Miguel Wisnik, PARABELO é a obra que Rodrigo Pederneiras define como "a mais brasileira e regional" de suas criações. Estreado em 1997, o balé nasce dos cantos de trabalho e devoção, da memória cadenciada do baião e de uma rica trama de ritmos que se transforma em uma coreografia de grande força expressiva, marcada pelo jogo de cintura e pela precisãi da marcação dos pés.

 A cenografia de Fernando Velloso e Paulo Pederneiras inspira-se nos ex-votos das igrejas do interior brasileiro. Dois grandes painéis estruturam o espaço cênico e reforçam a atmosfera da obra.

 Nos figurinos, Freusa Zechmeister cria um jogo entre contenção e explosão. Na primeira parte, a intensidade das cores permanece velada por um delicado tule negro, revelando apenas as sapatilhas. No desfecho do balé, as malhas coloridas se libertam desse véu e ocupam o palco em toda a sua intensidade, acompanhando a energia e a celebração que conduzem o espetáculo ao seu final.

TEATRO CBMM – CENTRO CULTURAL UNIARAXÁ

1 e 2 de agosto

sábado, 19h • domingo, 17h

www.grupocorpo.com.br

Fundado em 1975, o Grupo Corpo é uma das mais importantes companhias de dança contemporânea do Brasil. Ao longo de cinco décadas, desenvolveu uma linguagem artística própria, marcada pela integração entre coreografia, música, cenografia, iluminação e figurino. Com mais de 40 obras criadas e apresentações nos principais teatros e festivais do Brasil e do exterior, consolidou-se como uma referência internacional da dança brasileira.

Lei Federal de Incentivo à Cultura e Lei Estadual de Incentivo à Cultura de Minas Gerais

Patrocínio: CBMM e CEMIG

Realização: Ministério da Cultura

Rodrigo Cortes assume a presidência da Casa do Turismo de BH

 




O diretor de Operações do BH Airport, Rodrigo Cortes, assume a presidência da Casa do Turismo de Belo Horizonte, Convention & Visitors Bureau da capital, e passa a liderar uma agenda diretamente relacionada à atração de visitantes e ao mercado de eventos.

A atuação terá como foco a captação de congressos, feiras e encontros profissionais, a representação comercial de Belo Horizonte e a promoção da cidade em mercados prioritários. O trabalho também prevê maior integração entre empresas, organizadores de eventos, entidades setoriais e poder público.

Belo Horizonte encerrou 2025 na quinta posição entre as cidades brasileiras com maior número de eventos internacionais associativos, com 11 encontros realizados. A atividade turística reúne cerca de 48 mil empresas na cidade, e 85,2% dos visitantes ouvidos pelo Observatório do Turismo afirmaram que pretendem retornar à capital nos dois anos seguintes.

 A presença do BH Airport na presidência da entidade aproxima a promoção de Belo Horizonte das oportunidades relacionadas à demanda por viagens e à conectividade aérea. Essa integração pode orientar ações comerciais, apoiar a atração de eventos e ampliar a presença da cidade em mercados com capacidade de gerar novos fluxos de visitantes.

 A atuação conjunta também contribui para qualificar as candidaturas de Belo Horizonte a congressos, feiras e encontros profissionais e apresentar o destino de forma mais consistente a entidades, promotores e empresas. Infraestrutura, rede hoteleira, gastronomia reconhecida, produção cultural e serviços especializados estão entre os atributos considerados na escolha de uma cidade-sede.

A ampliação do calendário de eventos e do fluxo de visitantes movimenta a hotelaria, a gastronomia, o comércio e os serviços, além de abrir novas perspectivas para a conectividade aérea.

 À frente da Casa do Turismo, Rodrigo Côrtes terá como prioridade ampliar a presença de Belo Horizonte nos mercados de turismo e eventos, atrair novos públicos e fortalecer a competitividade da capital mineira como destino.


Orquestra de Câmara Nacional estreia em Belo Horizonte com programa que une ópera e jazz

                          Sala Minas Gerais    A Sala Minas Gerais, em Belo Horizonte, recebe no dia 1º de agosto de 2026, às 18h, o c...