quinta-feira, 25 de junho de 2026

21ª CINEOP ABRE EDIÇÃO COM PERFORMANCE INSPIRADA NOS PRIMEIROS GESTOS DE CRIAÇÃO E HOMENAGEIA CINEMA DE HELENA SOLBERG



Cidade Patrimônio Cultural da Humanidade, a mineira Ouro Preto recebe, a partir do dia 25 e até 30 de junho, a 21ª CineOP – Mostra de Cinema de Ouro Preto, principal evento brasileiro dedicado à preservação, história e educação audiovisual. Com programação inteiramente gratuita, a mostra ocupa diferentes espaços da cidade com exibições de filmes, debates, encontros, atividades artísticas, lançamentos e apresentações musicais.


A cerimônia oficial de abertura acontece no dia 25 de junho, às 19h30, no Cine-Praça, montado na Praça Tiradentes, com uma performance audiovisual concebida por Chico de Paula e Raquel Hallak e dedicada à celebração dos temas que orientam esta edição. Na Preservação, a temática é “Primeiros gestos na preservação audiovisual: práticas, memórias e futuro”; na História, “Como elas começaram? Memórias do primeiro filme”; e na Educação, “Primeira vez: cinema, descoberta e invenção”. Na abertura acontece ainda a homenagem à cineasta Helena Solberg, uma das pioneiras do cinema dirigido por mulheres no Brasil. Ela estará presente para receber o Troféu Vila Rica e terá parte de sua obra exibida durante o evento. 

A performance audiovisual da abertura este ano pretende traduzir por sons, músicas, imagens e movimentos as reflexões propostas pelas curadorias do evento e tem por ponto de partida a ideia de uma primeira experiência audiovisual e dos instantes que antecedem a criação. 

Em diálogo com o tema central da edição, “Um país existe nas imagens que preserva”, a apresentação vai percorrer simbolicamente os gestos fundadores da vida, do cinema e da memória, estabelecendo conexões entre os três eixos temáticos da Mostra, segundo o diretor Chico de Paula.

“Todas as três abordagens da mostra têm uma afinidade na proposta de cada uma. A gente construiu a abertura desse ano muito baseada nessa questão da primeira vez, da primeira experiência, do primeiro momento, do momento que antecede o fato, o acontecimento”, afirma ele. “Tem um repertório muito amarrado com as temáticas, com cada tema, com cada momento. Então, a gente vai partir da criação do mundo, da criação do cinema, da criação da vida”,

A performance vai se voltar ainda à presença feminina nos processos criativos, em referência à Temática Histórica. “A abertura está construída nesse sentido e também com um olhar muito atento para a mulher nos seus primeiros momentos criativos, entendendo a criação como um ato feminino”, destaca Chico. 

Diversos artistas e criadores ligados às artes de Minas Gerais vão estar na apresentação, incluindo como músicos, atores e estudantes do curso de Artes Cênicas da Universidade Federal de Ouro Preto (UFOP), numa integração desejada pela equipe artística desde edições anteriores. Além disso, fazem parte do line up o músico e compositor André Pelisser; a cantora e atriz Eda Costa; o ator e cantor Fábio Pádua; o músico e compositor João Avelar; a atriz, diretora e professora Maíra Lana; a cantora e atriz Thaiz Cantasini; e o ator e cantor Tiago Valentim. A condução da cerimônia será do ator e dramaturgo David Maurity, e a trilha sonora ao vivo será executada pela DJ Fê Linz. As intervenções visuais são assinadas pelo VJ Gabriel Fix.

Filme AFilme A Entrevista - Direção Helena Solberg

Em seguida à cerimônia, o público na praça vai assistir à sessão especial dedicada à homenageada Helena Solberg, com os curtas-metragens “A Entrevista”, de 1966, considerado um marco do cinema feminista brasileiro, e “Meio-Dia”, de 1970. Ambos sintetizam os primeiros movimentos de Solberg e dialogam diretamente com as reflexões propostas pela edição. 

A noite segue no Cine Lounge Show, com as apresentações do DJ Pátrida e sua discotecagem digital de música eletrônica e grooves brasileiros; e depois a banda Tropikaus e o repertório de clássicos brasileiros e canções regionais.

A CineOP – Mostra de Cinema de Ouro Preto é o único evento brasileiro dedicado ao cinema como patrimônio cultural e, há 21 anos, ocupa lugar de destaque no calendário audiovisual nacional ao articular preservação, história e educação. Realizada anualmente em Ouro Preto (MG), consolidou-se como espaço de referência para a reflexão sobre memória audiovisual, formação de público e desenvolvimento de políticas para o setor. Mais do que um festival de cinema, a CineOP é um espaço permanente de construção de conhecimento, valorização do patrimônio audiovisual e fortalecimento da cultura brasileira.

Toda a programação é gratuita. Mais informações www.cineop.com.br

21ª CINEOP - MOSTRA DE CINEMA DE OURO PRETO | 25 A 30 DE JUNHO DE 2026

Cine-Praça/Praça Tiradentes | Cine-Teatro Petrobras/ Centro de Artes e Convenções | Cine-Museu / Anexo do Museu da Inconfidência

Patrocínio Master: PETROBRAS

Patrocínio: VALE, ITAÚ, EMGEA E CAIXA

Parceria: FUNEMP – FUNDO ESPECIAL DO MINISTÉRIO PÚBLICO DE MINAS GERAIS/, PREFEITURA DE BELO HORIZONTE ATRAVÉS DA SECRETARIA MUNICIPAL DE CULTURA, UNIVERSIDADE FEDERAL DE OURO PRETO, PREFEITURA MUNICIPAL DE OURO PRETO

Apoio: CANAL BRASIL, CASA DA MOSTRA, CAFÉ 3 CORAÇÕES, CENTRO DE ARTES E CONVENÇÕES, CTAV

Corealização: INSTITUTO UNIVERSO CULTURAL

Idealização e Realização: UNIVERSO PRODUÇÃO

Acompanhe o programa Cinema Sem Fronteiras 2026. Participe da Campanha #EufaçoaMostra

Na Web:  mostratiradentes.com.br No Instagram: @universoproducao    No Youtube: Universo Produção

No X (Antigo Twitter): @universoprod    No Facebook: cineop / universoproducao No LinkedIn: universo-produção

Primeiro Ato leva ensaio aberto e oficina do espetáculo “Como Água” para Itabirito



O Grupo de Dança Primeiro Ato realiza, no dia 26 de junho de 2026 , às 18h, em Itabirito, uma ação especial do espetáculo “Como Água”, com ensaio aberto seguido de oficina gratuita voltada ao público interessado em conhecer os bastidores da

criação em dança contemporânea e experimentar processos corporais desenvolvidos pela companhia. 

A atividade integra as ações realizadas por meio da Política Nacional Aldir Blanc (PNAB), do Ministério da Cultura – Governo Federal.

Inspirado na metáfora da água — que contorna obstáculos, se adapta e se transforma —, “Como Água” propõe uma reflexão sensível sobre o tempo, o corpo e os fluxos da vida. A atividade em Itabirito abre espaço para o encontro entre artistas e comunidade,

permitindo que o público acompanhe trechos do processo criativo e participe de uma experiência de troca e experimentação.



Com direção e produção de Suely Machado, fundadora e diretora artística do Grupo Primeiro Ato, o trabalho nasce do desejo de construir uma dança conectada ao presente e ampliar o diálogo com diferentes públicos. “Abrir o processo e compartilhar parte da criação é uma oportunidade de aproximar as pessoas da dança contemporânea e mostrar que ela pode ser um espaço de escuta, percepção e encontro. Em ‘Como Água’, trabalhamos questões que atravessam todos nós e

acreditamos que esse contato direto fortalece o vínculo entre arte e comunidade”, destaca Suely Machado.


Com concepção coreográfica de Marcela Rosa, o espetáculo foi criado de forma colaborativa, a partir da escuta e das experiências dos intérpretes-criadores. Em cena, os corpos se desdobram em paisagens afetivas, revelando contrastes entre contenção e fluidez, opacidade e brilho, silêncio e explosão. Tudo em sintonia com a trilha original

de Federico Puppi, que constrói camadas sonoras em diálogo com a matéria coreográfica. “Mais do que apresentar uma obra pronta, o ensaio aberto e a oficina convidam o público a entrar em contato com os caminhos percorridos pela criação artística, estimulando novas formas de olhar para o movimento e para o corpo”, afirma Marcela Rosa.


“Como Água”, novo trabalho do Grupo de Dança Primeiro Ato, que completa 43 anos de ação continuada, chega como uma necessidade de reflexão sobre a passagem do tempo e a escolha em como viver esse tempo, que assim como a água, encontra caminhos diante dos obstáculos, transformando o caos em poesia. A partir da observação dos seres humanos, como parte da natureza, surpreendente, cheia de contrastes, a obra se desenvolve numa narrativa não linear, acordando os sentidos, abrindo gavetas, provocando memórias. “Como Água” é um olhar crítico e poético de nosso tempo, é vida num modo contínuo… suspensão, retração, avanço e redenção.


Ficha Técnica “Como Água”

Direção e Produção: Suely Machado / Assistente de Direção e Produção: Marcela Rosa

/ Concepção Coreográfica: Marcela Rosa / Criação de movimento (processo

colaborativo): Alex Dias, Ana Carolina Vinhal, Marcela Rosa, Marina de Santana, Pedro

Henrique Demétrio, Tayná Barboza / Trilha Sonora Original: Federico Puppi / Criação de

Figurinos: Pablo Ramon / Confecção de Figurinos: Ednara Botrel / Criação de Luz:

Sarah Salgado Cordeiro dos Santos / Assistente de Iluminação: Rony Rodrigues /

Assistente Financeiro e de Projetos: Jaqueline Costa / Fotografias: Guto Muniz e Nélio

Rodrigues / Comunicação: Reciclo Comunicação / Assessoria de imprensa: Luz

Comunicação – Jozane Faleiro

Entrada gratuita

Mais informações: @grupo_primeiro_ato

Ocupa+ chega a BH e abre inscrições para oficinas gratuitas voltadas ao público 50+




Pela primeira vez, Belo Horizonte recebe o projeto Ocupa+, iniciativa voltada ao público com mais de 50 anos que une formação artística, convivência e empreendedorismo criativo. A quarta edição do projeto abre inscrições para oficinas gratuitas que serão realizadas na Casa Marina, no bairro Santa Efigênia, oferecendo aos participantes oportunidades de aprendizado, troca de experiências e desenvolvimento de habilidades criativas. As inscrições estarão abertas entre os dias 16 e 27 de junho, por meio do formulário disponível na bio do Instagram @ocupamais_, e o resultado da seleção será divulgado em 29 de junho.


Em Belo Horizonte, o projeto oferece oficinas de Estamparia Manual, Bordado e Empreendedorismo Criativo & Marketing para Negócios Culturais, reunindo conteúdos voltados à criação artística, ao reaproveitamento criativo de materiais e à geração de renda. “Chegar a Belo Horizonte representa um marco importante para o Ocupa+. Depois de consolidar uma trajetória em cidades da Região Metropolitana, o projeto passa a integrar sua programação à capital mineira, ampliando o acesso do público maduro a experiências que unem arte, convivência, criatividade e possibilidades de desenvolvimento econômico por meio da cultura”, afirma a coordenadora geral do projeto, Flávia Vianna.

fotos:Karlitita Resende



Realizado com recursos da Lei Municipal de Incentivo à Cultura de Belo Horizonte, o Ocupa+ conta com o patrocínio do Instituto Unimed-BH, e pela Lei Rouanet, soma-se o apoio do próprio Instituto Unimed-BH e do Instituto Marina e Flávio Guimarães - mantido pelo Grupo Bmg. Em sua quarta edição, o projeto se consolida como uma iniciativa que valoriza a maturidade por meio da arte e da troca de saberes. Sob o conceito “A Arte de Ocupar e Transformar”, promove experiências que estimulam a autonomia, fortalecem vínculos sociais e impulsionam a geração de renda, ampliando as possibilidades de atuação do público 50+ na economia criativa.


A primeira atividade será a Oficina de Estamparia Manual: Vivência prática e criativa no universo da estamparia manual, que acontece nos dias 3 e 10 de julho, das 14h às 17h30. A proposta convida os participantes a explorar técnicas artesanais de impressão em tecido e a criação de carimbos autorais, experimentando diferentes materiais e processos para desenvolver matrizes próprias de impressão. A oficina trabalha formas, texturas e padrões aplicados em tecido, além de incorporar práticas de upcycling, transformando materiais já existentes em novas criações alinhadas à economia circular e ao reaproveitamento criativo. A atividade estimula o fazer manual, a expressão artística e apresenta possibilidades ligadas ao empreendedorismo criativo e à geração de renda. Não é necessário conhecimento prévio.


Na sequência, o projeto promove a Oficina de Bordado: Um encontro poético entre memória, imagem e criação, nos dias 17, 24 e 31 de julho, das 14h às 17h30. Utilizando técnicas de bordado livre aplicadas sobre tecido e recursos como a sublimação fotográfica, a atividade propõe que os participantes ressignifiquem lembranças, construam novas narrativas visuais e desenvolvam peças autorais. O trabalho com tecido também estimula práticas sustentáveis ligadas ao upcycling e à economia circular, transformando materiais já existentes em obras de arte e objetos criativos. Além da experimentação artística e do aprendizado técnico, a oficina incentiva reflexões sobre empreendedorismo criativo e possibilidades de geração de renda. Não é necessária experiência prévia.


Encerrando a programação, a Oficina Empreendedorismo Criativo & Marketing para Negócios Culturais será realizada nos dias 21, 22 e 26 de agosto. No dia 21, a atividade acontece das 13h às 18h; no dia 22, das 9h às 18h; e, no dia 26, os participantes participam de uma vivência prática das 13h às 18h. A oficina é voltada para pessoas que já desenvolvem trabalhos artesanais e desejam fortalecer a comercialização de seus produtos, aprimorando estratégias para ampliar o alcance de suas criações e consolidar sua atuação no mercado.


Um dos diferenciais da programação em Belo Horizonte é a etapa prática prevista na Oficina Empreendedorismo Criativo & Marketing para Negócios Culturais. Ao longo da formação, os participantes terão contato com conteúdos voltados à precificação de produtos, construção de marca, desenvolvimento de embalagens alinhadas à identidade cultural e estratégias de marketing digital para ampliar a comunicação com clientes e potencializar vendas.


No dia 26 de agosto, a formação inclui uma vivência prática em um espaço de comercialização de produtos artesanais, como o Mercado Novo. A proposta é aproximar os participantes dos desafios e oportunidades do mercado, permitindo observar formas de apresentação dos produtos, relacionamento com clientes e estratégias de comercialização, além de refletir sobre caminhos para ampliar a circulação e a venda de suas próprias criações.


Fundada em 2018 por Flávia Vianna, a Vianna Cultura e Turismo é uma empresa especializada em gestão e consultoria cultural. Atua em Minas Gerais, oferecendo serviços de apoio administrativo, financeiro e estratégico para projetos culturais, sendo também realizadora desde 2023 do projeto Ocupa+, onde vem ampliando sua atuação. A empresa também colabora com artistas e grupos independentes, fortalecendo a cena cultural.


O Instituto Unimed-BH completou 23 anos em 2026 e conta com o apoio de mais de 5,9 mil médicos cooperados e colaboradores da Unimed-BH. A associação sem fins lucrativos foi criada em 2003 e, desde então, desenvolve projetos socioculturais e socioambientais visando à formação da cidadania, estimulando o bem-estar e a qualidade de vida das pessoas, fomentando a economia criativa, gerando trabalho e renda para diversas famílias, valorizando espaços públicos e o meio ambiente, através de projetos patrocinados, apoiados e realizados em cinco linhas de atuação: Comunidade, Voluntariado, Meio Ambiente, Adoção de Espaços Públicos e Cultura, que estão alinhados aos Objetivos de Desenvolvimento Sustentável da Agenda 2030.


O Instituto Marina e Flávio Guimarães (IMFG), fundado em 2022, é uma das mais importantes iniciativas do Grupo Bmg. Inspirado no legado de solidariedade de Marina e Flávio, centraliza as ações sociais do Grupo, ampliando oportunidades e promovendo um futuro digno para um número cada vez maior de pessoas. Em 2025, impactou mais de 126 mil pessoas e apoiou 48 projetos focados em inclusão e desenvolvimento social, reafirmando seu compromisso em gerar impacto positivo e duradouro.

Saiba mais sobre o Instituto Marina e Flávio Guimarães em: institutomfg.com.br


O Ocupa+ (PRONAC 257079) é viabilizado pela Lei Federal de Incentivo à Cultura, com patrocínio do Instituto Marina e Flávio Guimarães, mantido pelo Grupo Bmg, e do Instituto Unimed-BH, que reúne hoje mais de 5,9 mil médicos cooperados e colaboradores como doadores através da Lei Rouanet. E também realizado com recursos da Lei Municipal de Incentivo à Cultura de Belo Horizonte, com o patrocínio do Instituto Unimed-BH - Projeto Nº 1914/2024.


Projeto Ocupa+ – Belo Horizonte

Oficinas gratuitas para pessoas acima de 50 anos

Inscrições: até 27 de junho


Como se inscrever: formulário disponível na bio do Instagram @ocupamais_

Resultado: 29 de junho


Local das atividades: Casa Marina (Rua Maranhão, 622 – Santa Efigênia / Belo Horizonte – MG)

Oficina de Estamparia Manual: Vivência prática e criativa no universo da estamparia manual

Datas: 03 e 10 de julho

Horário: 14h às 17h30


Oficina de Bordado: Um encontro poético entre memória, imagem e criação

Datas: 17, 24 e 31 de julho

Horário: 14h às 17h30


Oficina Empreendedorismo Criativo & Marketing para Negócios Culturais

21 de agosto – 13h às 18h

22 de agosto – 9h às 18h

26 de agosto – Visita prática – 13h às 18h

"Atacama" transforma toneladas de roupas descartadas em metáfora no palco

 




O Centro de Formação Artística e Tecnológica (CEFART) da Fundação Clóvis Salgado (FCS) apresenta "Atacama", espetáculo de formatura da turma da noite do Curso Técnico em Teatro – parte da programação do Festival CEFART (que reúne atividades em diversas linguagens). A peça estreia no dia 3 de julho (sexta-feira) e segue em cartaz até o dia 10 do mesmo mês (sexta-feira), às 19h no domingo e 20h nos demais dias, no Galpão 3 da Fundação Nacional de Artes (Funarte), centro de Belo Horizonte. Os ingressos são gratuitos e poderão ser retirados na bilheteria Funarte.

                      fotos:Marlon de Paula


Com direção de Paulo Maffei e dramaturgia assinada por Vinícius de Souza – professores da Escola de Teatro do Cefart –, a peça narra a trajetória de imigrantes que tiveram suas terras natais vendidas e buscam um novo território para viver, em uma jornada que os leva ao deserto mais seco do mundo, o Atacama.


Através de diferentes histórias, a obra aborda o modo de viver, o comportamento e as relações humanas diante de um cenário marcado por crises climáticas. Para isso, o espetáculo articula diversas linguagens artísticas, combinando dramaturgia textual, iluminação cênica, projeção, captação de imagem em tempo real e elementos de dança contemporânea.

 O espetáculo “Atacama” é realizado pelo Ministério da Cultura e Fundação Clóvis Salgado. As atividades da Fundação Clóvis Salgado têm a Cemig como mantenedora, Patrocínio Master do Instituto Cultural Vale e Grupo Fredizak, Patrocínio Prime do Instituto Unimed-BH e do Instituto AngloGold, Patrocínio Plus da Vivo e correalização da APPA – Cultura & Patrimônio. A ação é viabilizada por meio da Lei Federal de Incentivo à Cultura.


 

Um deserto de roupas - Além de ser o deserto mais seco do mundo, o Atacama, no Chile, também é conhecido por abrigar um dos maiores depósitos de resíduos têxteis do planeta. Estima-se que mais de 40 mil toneladas de roupas descartadas por consumidores dos Estados Unidos, da Europa e da Ásia acabem como lixo na região todos os anos.


É justamente dos montes de roupas descartadas que a peça encontra seu cenário físico e também sua camada dramatúrgica. As vestimentas doadas não compõem apenas o ambiente, mas atravessam a encenação como símbolo e metáfora. "De alguma forma, a linguagem da encenação e da dramaturgia textual está em torno da relação com essas roupas, que vão ganhando amplos significados ao longo do espetáculo", afirma Paulo Maffei, diretor da montagem.

 

Para o elenco, formado por 13 estudantes em sua primeira temporada em cartaz, a reta final de preparação envolve tanto o corpo quanto a mente. "Muitos de nós nunca estiveram em cartaz, então a preparação que estamos fazendo também é psicológica, além de física", conta a atriz Stephanie Lorrane. Mesmo diante da intensidade da rotina, ela mantém expectativas positivas para a estreia: "Se a realidade se suspender, nem que seja por um instante, estarei feliz", afirma. A atriz Sabrina Gleyce destaca que espera despertar no público os mesmos questionamentos que atravessaram o processo de criação e que percorrem o drama de toda a peça. "Espero que as pessoas reflitam: são só roupas? Elas servem só para vestir, para nos proteger, para a estética?", compartilha.

 

Para o diretor, essa é justamente a proposta do espetáculo: não oferecer respostas, mas provocar reflexão. "Não me interessa deixar uma moral da história. Me interessa mais levantar um problema, desdobrá-lo cenicamente e deixar esse problema colocado", afirma Maffei.

Peça de formatura do curso de teatro noturno do CEFART tem temporada gratuita em julho, na Funarte, em Belo Horizonte

 

“Atacama” Espetáculo de Formatura da Escola de Teatro do Cefart (Turma da Noite)

Datas: 3 de julho até 10 de julho

Horários: 19h no domingo, 20h nos demais dias

 Local: Fundação Nacional de Artes – Funarte

(Rua Januária, 68 - Centro, Belo Horizonte)

Classificação Indicativa: 16 anos

Entrada gratuita; os ingressos estarão disponíveis na bilheteria da Funarte, a partir de 1 hora antes do espetáculo.

 

Banda Sinfônica dos Bombeiros leva cultura e prevenção ao público no BH Airport

 

Quem passou pelo BH Airport foi surpreendido por uma trilha sonora especial. Em meio ao movimento de passageiros, visitantes e comunidade aeroportuária, a Banda Sinfônica do Corpo de Bombeiros Militar de Minas Gerais apresentou no dia 24 de junho, ao público um repertório variado e animado, que passeou por Madonna, clássicos do cinema e sucessos da música popular brasileira, a Banda é Patrimônio Cultural Mineira.

Mais do que um momento cultural, a iniciativa levou ao terminal mineiro uma mensagem de cuidado e conscientização. A apresentação integrou o Circuito Musical do BH Airport e foi um dos destaques da Semana de Prevenção contra acidentes domésticos, realizada dentro das comemorações do Dia Nacional do Bombeiro.           

                                        


“O BH Airport é um espaço de movimento, encontros e experiências. Receber a Banda Sinfônica do Corpo de Bombeiros em uma ação que une cultura, segurança e conscientização reforça o nosso compromisso com o cuidado com as pessoas e com a promoção de iniciativas que geram valor para passageiros, visitantes, colaboradores e toda a comunidade aeroportuária”, afirma a gerente de Comunicação e Marketing do BH Airport, Joelma Fraga. 

“A prevenção é um tema que conversa diretamente com os nossos valores. No BH Airport, segurança é a nossa principal regra do jogo, e poder tratar esse assunto por meio da música, de forma sensível e próxima, amplia o alcance da mensagem. Estamos falando de arte, informação e cidadania, em um local por onde circulam, em média, 38 mil passageiros por dia”, acrescenta. 

Para o Corpo de Bombeiros, a música é também uma forma de aproximar a corporação da sociedade e ampliar o diálogo sobre atitudes preventivas. “Tocar as pessoas por meio da música da Banda Sinfônica do Corpo de Bombeiros Militar de Minas Gerais, mais do que um cartão de visita do estado, é uma das formas de cumprir o nosso propósito de valorizar vidas e levar esperança à população”, ressalta o tenente Henrique Barcellos, porta-voz do CBMMG. 

Ele destaca que a prevenção dentro de casa deve ser uma preocupação permanente. “Os acidentes domésticos estão entre as principais causas de mortes e ferimentos, principalmente entre crianças e idosos. Com medidas simples, a casa pode se transformar em um ambiente mais seguro, minimizando riscos à saúde e evitando lesões graves”, orienta. 

Durante a Semana de Prevenção, o Corpo de Bombeiros reforça cuidados simples que podem evitar acidentes domésticos. Para prevenir quedas, a orientação é manter berços livres de objetos que possam servir de apoio para bebês, evitar camas e móveis próximos a janelas e instalar grades ou redes de proteção em janelas, sacadas e mezaninos. 

As escadas também exigem atenção: devem ter corrimão, piso antiderrapante e, em casas com crianças pequenas, barreiras de proteção nos acessos, especialmente quando elas estão engatinhando ou começando a andar. 

O risco de queimaduras pode ser reduzido com atitudes preventivas no dia a dia. O Corpo de Bombeiros recomenda nunca deixar o ferro ligado com o fio desenrolado e ao alcance de crianças, manter os cabos das panelas voltados para dentro do fogão e verificar se registros e mangueiras de gás estão dentro do prazo de validade. 

Para evitar afogamentos, crianças nunca devem ficar sozinhas na banheira ou próximas a piscinas. Esvazie e guarde baldes e bacias após o uso, lembrando de deixar os utensílios virados para baixo e longe do alcance das crianças. 

Outros acidentes, como intoxicações, engasgos, sufocamentos, ferimentos e choques elétricos, também podem ser evitados com supervisão e organização dos ambientes. Produtos de limpeza, plantas tóxicas, brinquedos e objetos pequenos, facas, tesouras, lâminas, fios elétricos e tomadas devem ser monitorados com atenção pelos adultos, especialmente em locais frequentados por crianças. 

Criada em 9 de setembro de 1927, a Banda Sinfônica do Corpo de Bombeiros Militar de Minas Gerais é uma das formações musicais mais antigas e tradicionais do estado. Ao longo de quase um século de história, consolidou-se como importante elo de relacionamento entre a corporação e a sociedade, participando de paradas, desfiles, solenidades cívicas e militares, sempre levando a identidade e a tradição do Corpo de Bombeiros por meio da música. 

A Banda foi declarada Patrimônio Cultural Mineiro em 23 de dezembro de 2016, por meio da Lei Estadual nº 22.462, que também oficializou sua atual denominação: Banda Sinfônica do Corpo de Bombeiros Militar de Minas Gerais.


Sua trajetória guarda ainda um capítulo emblemático dentro da própria corporação. No passado, além das apresentações oficiais, a Banda tinha papel relevante na formação musical dos soldados. Em ações de combate ao fogo, comandos eram transmitidos por meio de toques de clarins, evidenciando a relação histórica entre música, disciplina e atuação operacional.

 


Com localização estratégica e um dos principais hubs do país, o BH Airport atende cerca de 70 destinos nacionais e internacionais. Desde 2014, o aeroporto é administrado por uma concessão, formada pela Motiva, uma das maiores companhias de concessão de infraestrutura da América Latina, e por Zurich Airport, operador do Aeroporto de Zurich, o principal hub aéreo da Suíça e considerado um dos melhores aeroportos do mundo, além da Infraero, estatal com experiência de mais de 50 anos na gestão de aeroportos no Brasil. 

Mostra da Escola de Artes Visuais do CEFART celebra os 55 anos do Palácio das Artes

 


Sonhos não envelhecem - Crédito Alice Araújo

 


 

Em 2026, o Palácio das Artes – um dos mais importantes complexos culturais da América Latina – completa 55 anos, e as comemorações se estendem a todas as áreas. Enquanto quatro galerias do espaço exibem uma mostra com o acervo de artes visuais da Fundação Clóvis Salgado (FCS), instituição gestora do Palácio, a Escola de Artes Visuais do Centro de Formação Artística e Tecnológica (CEFART) da FCS inaugura a já tradicional mostra “Chama”, parte do Festival CEFART (que reúne atividades em diversas linguagens). A 17ª edição, intitulada “Permanências: Revisitar passados para construir futuros”, celebra os 55 anos do Palácio e homenageia a pintora, professora, ceramista e psicopedagoga Arlinda Corrêa Lima, que dá nome a uma das galerias do complexo e possui uma obra no acervo da instituição; marca, ainda, os 10 anos da Escola de Artes Visuais do CEFART. Serão 19 imagens – 18 de estudantes e 1 de Arlinda – expostas na PQNA Galeria Pedro Moraleida, que também contará com 16 pop cards, além de outras atividades artístico-culturais na Galeria Aberta Amilcar de Castro e no Café do Palácio. A abertura ao público acontece no dia 26 de junho (sexta-feira), às 19h, e a exposição pode ser visitada entre os dias 27 de junho e 26 de julho de 2026. As galerias do Palácio das Artes têm entrada gratuita. A partir de 27 de julho, a mostra segue em formato virtual, no site da Fundação Clóvis Salgado.

Saber escutar o invisível - Crédito Bea Pastorini

 

Durante a abertura da “Chama”, o público poderá participar de outras atividades, como uma roda de conversa com a historiadora e professora Rita Lages com o tema “História das mulheres artistas nos séculos XIX e XX em Belo Horizonte”, no Café, e intervenções artísticas (pinturas com o público, instalação sonora e projeção videográfica) colaborativas na Galeria Aberta. Realizada tanto pelo corpo docente quanto pelos estudantes da Escola, a mostra “Chama” ocorre desde 2017, ao final de cada semestre, encerrando o ciclo dos Cursos de Arte Educação, Curadoria, Expografia e Assistente de Produção Cultural, e possibilitando a prática dos conteúdos abordados em sala de aula. A programação inclui, além das exposições, atividades como rodas de conversa, oficinas, ações de mediação cultural e propostas artísticas diversas, e ainda se integra às outras mostras e espetáculos do CEFART e também aos eventos e efemérides da Fundação Clóvis Salgado, promovendo o intercâmbio entre artistas, professores, técnicos e profissionais experientes e os/as alunos/as.

Monotipia Árvore Verde - Crédito Dea Nunes

 

MFNR - Crédito Jan Freitas

A “CHAMA: 17ª Mostra da Escola de Artes Visuais do Cefart – ‘Permanências: Revisitar passados para construir futuros’” é realizada pelo Ministério da Cultura e pela Fundação Clóvis Salgado. As atividades da Fundação Clóvis Salgado têm a Cemig como mantenedora, Patrocínio Master do Instituto Cultural Vale e Grupo Fredizak, Patrocínio Prime do Instituto Unimed-BH e do Instituto AngloGold, Patrocínio Plus da Vivo e correalização da APPA – Cultura & Patrimônio. A ação é viabilizada por meio da Lei Federal de Incentivo à Cultura.

 

Memória renovada – Nascida em Vespasiano, Região Metropolitana de Belo Horizonte, Arlinda Corrêa Lima (1927-1980) foi aluna de Alberto da Veiga Guignard, estudou em Hamburgo e Munique (Alemanha) e fundou escolas de arte em Belo Horizonte, com orientação psicopedagógica. Além da atuação como artista e professora, organizou mostras de arte infantil em Hamburgo, Praga (República Tcheca) e Sèvres (França).

 

Em sua homenagem, os estudantes da Escola de Artes Visuais elaboraram a proposta da 17ª edição da mostra “Chama”, a partir de atividades de criação coletiva que procuraram dialogar com alguns elementos da obra da artista, como pontua a Coordenadora da Escola de Artes Visuais, Mariana Rodrigues. “Os trabalhos dos estudantes dialogam com a trajetória de Arlinda Corrêa Lima ao valorizarem a memória, a experimentação criativa e a relação entre arte-educação e identidade, estabelecendo conexões entre passado, presente e futuro. Um exemplo interessante é que a artista tinha grande apreço por flores, sendo esse um dos elementos preferidos em suas obras, que é retomado nas obras dos alunos e nas atividades que a mostra traz. Assim, a homenagem à artista se concretiza na continuidade de seu legado e na construção de futuros possíveis por meio da formação artística”, destaca

 

A escolha das obras dos estudantes foi feita por meio de um chamamento interno na Escola. A seleção traz pinturas, fotografias, colagens e outras feitas a partir de outras técnicas. A pesquisa, elaboração do conceito, construção do edital, título, análise e seleção das obras foram realizadas pelos estudantes do Curso Básico em Curadoria.

 

Isadora Kern, uma das alunas, explica que participar de todas as etapas do processo curatorial ampliou a compreensão dela e dos demais estudantes acerca do papel da curadoria e sua responsabilidade na construção de narrativas. “Nesta 17ª edição, trabalhar a partir dos 55 anos do Palácio das Artes e da homenagem a Arlinda Corrêa Lima tornou esse aprendizado ainda mais significativo, pois nos permitiu compreender, na prática, como a curadoria também contribui para preservar a memória institucional, valorizar o patrimônio artístico e estabelecer conexões entre a produção contemporânea, o acervo e a história das artes visuais em Minas Gerais”.

 

Contattoo - Crédito Kamylla Fetal

A mostra estará em cartaz ao mesmo tempo em que a exposição do acervo da FCS ocupa as demais galerias, compondo um movimento amplo de celebração dos 55 anos do Palácio das Artes. De acordo com Mariana Rodrigues, a integração da Escola de Artes Visuais à programação da Fundação Clóvis Salgado fortalece a formação artística e aproxima os estudantes do patrimônio cultural da instituição. “Em 2026, essa relação ganha ainda mais relevância ao celebrar os 55 anos do Palácio das Artes e os 10 anos da Escola de Artes Visuais do Cefart. Sabendo da importância histórica e cultural do acervo da Fundação Clóvis Salgado, desde 2022, professores decidiram homenagear artistas pertencentes ao acervo.  Já foram homenageados nove artistas, incluindo a restauração de uma obra, a produção de três táteis e nove audiodescrições, demonstrando a preocupação da Escola de Artes Visuais do Cefart com a acessibilidade”, lembra.

 

Corporaiz - Crédito Mari Martins

Segundo ela, a convivência entre as produções estudantis e as obras do acervo evidencia a continuidade entre memória e criação contemporânea. “Além disso, a ocupação dos espaços expositivos amplia o pertencimento dos estudantes e reconhece a Escola como um espaço de pesquisa e experimentação, reafirmando a missão educativa e cultural da Fundação Clóvis Salgado”, ressalta.

 

Transmissões - Crédito Virgínia Moreira
Dois corpos em Um rio - Crédito Gabriella Lopes Winter

Abertura: 26 de junho de 2026 (sexta-feira), das 19h

Período expositivo: 27 de junho a 26 de julho de 2026

Horários: Terça-feira a sábado, de 9h30 às 21h; domingo de 17h às 21h

Local: PQNA Galeria Pedro Moraleida, Galeria Aberta Amilcar de Castro e Café do Palácio – Palácio das Artes  (Avenida Afonso Pena, 1537, Centro – Belo Horizonte)

Classificação indicativa: Livre

Entrada gratuita

Os 70 anos de "Grande Sertão: Veredas" no Museu Guimarães Rosa


 


Cordisburgo está a 130 Km da capital mineira, terra da Gruta do Maquiné , e do grande escrito João Guimara~es Rosda. O Museu Casa Guimarães Rosa preparou uma programação especial para celebrar o RiobalDia, movimento literário e data comemorativa criada em homenagem ao escritor mineiro João Guimarães Rosa e à sua obra-prima, “Grande Sertão: Veredas”. As atividades, gratuitas e abertas ao público, serão realizadas no dia 26 de junho, véspera do aniversário de nascimento do autor. 

 Guimararães Rosa no sertão

Portal na entrada de Cordisburgo, em homenagem a Guimarães Rosa e seus companheiros de andanças pelo interior mineiro

A programação inclui dois ensaios abertos do Grupo de Contadores de Estórias Miguilim: “Miguilim – com e sem o Dito”, às 8h30, no Centro de Atendimento ao Turista (CAT), e “O Julgamento de Zé Bebelo”, às 18h30, na Casa de Leitura João da Cunha.

 


Inspirada em Riobaldo, protagonista de Grande Sertão: Veredas, a iniciativa mobiliza leitores, estudiosos e admiradores da literatura rosiana em diferentes lugares do Brasil, promovendo encontros, leituras e atividades que convidam o público a revisitar personagens, narrativas e reflexões que continuam atravessando gerações.

O nome do evento foi criado pela pesquisadora e professora Maria Cecilia Marks. A proposta nasceu a partir de uma provocação literária: se existe o Bloomsday, celebrado em homenagem a Leopold Bloom, personagem de Ulisses, de James Joyce, por que não dedicar um dia a Riobaldo, Diadorim e ao universo criado por Guimarães Rosa.

 


Neste ano, a programação ganha um significado especial por anteceder a 38ª Semana Rosiana, que será realizada entre os dias 5 e 11/07, em Cordisburgo, com o tema “O Sertão é do tamanho do mundo: 70 anos das obras ‘Grande Sertão: Veredas’ e ‘Corpo de Baile’”.


Os ensaios abertos apresentados durante o RiobalDia integram a preparação do Grupo Miguilim para o evento e oferecem ao público uma prévia das homenagens que marcarão as comemorações dos 70 anos das obras publicadas por Guimarães Rosa em 1956.

 

Museu Casa Guimarães Rosa - Inaugurado em 1974, o Museu Casa Guimarães Rosa está localizado na cidade de Cordisburgo/ MG, sendo uma instituição dedicada à preservação da memória biográfica e literária de um dos maiores escritores da literatura nacional. Os documentos, fotografias e objetos do acervo do Museu refletem aspectos da vida pessoal de Guimarães Rosa, além de sua atuação profissional como médico, escritor e funcionário do Ministério das Relações Exteriores.

 


O Museu Casa Guimarães Rosa está instalado na casa onde Guimarães Rosa nasceu e viveu os primeiros anos de sua infância (1908 – 1917). O edifício é composto pela residência onde a família Guimarães Rosa habitava e pela venda mantida pelo pai do escritor, “seu” Florduardo, ou simplesmente “seu Fulô”.

 

No Museu, o visitante tem a oportunidade de conhecer o universo mágico do sertão mineiro, onde Guimarães Rosa nasceu e se formou. Da infância na “Venda do Seu Fulô”, onde ouvia as histórias fantásticas dos vaqueiros e fregueses de seu pai, à atuação como Cônsul no Rio de Janeiro, Hamburgo, Bogotá e Paris, a vida do escritor está retratada no acervo, nas exposições e nas ações que o Museu desenvolve.

 

Atualmente, o Museu Casa Guimarães Rosa exibe a exposição de longa duração Rosa dos Tempos, Rosa dos Ventos, que proporciona uma imersão nos espaços residenciais da Família Guimarães Rosa e na literatura de seu membro mais ilustre. O universo rosiano e sertanejo se mesclam oferecendo ao público uma mostra da genialidade de Guimarães Rosa como escritor, médico, cônsul, pai, filho, marido e membro da Academia Brasileira de Letras.

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