sexta-feira, 17 de julho de 2026

Belo Horizonte ganha novo espaço de eventos

 


Construção busca alinhar a modernidade técnica com a tradição cultural de Minas Gerais    • Divulgação

A partir do dia 1º de setembro deste ano, Belo Horizonte passa a contar com a Casa Vereda, um empreendimento que surge com a proposta de oferecer uma estrutura multiuso de grande porte dentro da malha urbana, reduzindo a necessidade de deslocamentos para fora da cidade. Instalado no edifício que abrigou uma unidade da Telha Norte por cerca de duas décadas, na região Centro-Sul, próximo ao BH Shopping, o espaço quer ajudar o mercado de eventos sociais e corporativos de Belo Horizonte a se expandir.

O projeto conta com a direção executiva de Márcia Ribeiro, que utilizou a bagagem adquirida na gestão do Expominas para desenhar o fluxo do novo local. "Adequamos tecnicamente a planta para que a Casa Vereda pudesse receber eventos com mais fluidez, conforto e eficiência operacional", explicou a diretora. Mesmo ainda em fase de obras e revitalização estrutural, o espaço já tem mais de dez eventos em fase final de negociação para o segundo semestre deste ano.

O prédio passa por uma ampla reforma técnica e de segurança para receber as adequações acústicas e térmicas. Os ambientes contarão com climatização integral, novos pisos, banheiros modernos e acessíveis, além de cozinhas profissionais e vestiários para equipes de apoio. O pavilhão principal terá capacidade para abrigar até 4,5 mil pessoas, público que pode variar conforme as exigências de cada projeto cênico e as normas do Corpo de Bombeiros.

A concepção da marca buscou alinhar a modernidade técnica com a tradição cultural de Minas Gerais. O nome do espaço é uma referência direta à obra literária de João Guimarães Rosa, utilizando a metáfora da vereda como um local de travessia e encontros. O projeto de paisagismo incluirá o plantio de buritis, árvore símbolo das paisagens descritas pelo autor, e as salas de conferência modulares foram batizadas com nomes do universo rosiano, como Espaço Sagarana e salas Sertão e Matraga.

A fachada de vidro, projetada para se integrar a sistemas de iluminação cênica, faz alusão ao aço e ao minério de ferro. A identidade visual corporativa da Casa Vereda foi assinada pelo designer mineiro Gustavo Greco. O espaço funcionará em formato modular com divisórias retráteis acústicas, permitindo a realização de congressos, casamentos, feiras e treinamentos corporativos de variados portes simultaneamente.

 

Lidera Agro promove imersão sobre Inteligência Artificial, vendas e inovação para profissionais do agronegócio

  


O agronegócio brasileiro vive uma transformação impulsionada pela inovação, tecnologia e novas demandas do mercado. Para preparar profissionais e lideranças para esse novo cenário, o Lidera Agro, em parceria com a Terra Gerais Educação, promove, no dia 30 de julho, a primeira edição do evento na Cidade Universitária do Grupo Unis, reunindo especialistas reconhecidos nacionalmente para uma imersão sobre Inteligência Artificial, vendas consultivas, experiência do cliente e tendências do setor.

Cidade Universitária do Grupo Unis

 

Durante um dia inteiro de imersão, produtores rurais, consultores, gestores, empresários, cooperativas e profissionais ligados ao agronegócio terão acesso a conteúdos estratégicos voltados para os desafios e oportunidades do agro moderno. O objetivo é apresentar ferramentas práticas que contribuam para aumentar a competitividade, fortalecer a liderança e ampliar os resultados no campo.

 

Além das palestras, o evento proporcionará momentos de networking entre participantes e executivos do setor, estimulando a troca de experiências e a geração de novos negócios. Entre os temas abordados estão o uso da Inteligência Artificial na rotina do agronegócio, técnicas de vendas focadas na geração de valor para o cliente, análise de cenários para as próximas safras e estratégias para compreender o perfil do produtor do futuro.

 

Especialistas de referência nacional - O Lidera Agro contará com quatro mentores que são referências em suas áreas de atuação:

 

- Renato Seraphim, mentor C-Level de multinacionais do agronegócio e especialista em Jornada e Experiência do Cliente, abordará o novo perfil do produtor e as transformações no relacionamento entre empresas e clientes;

- Antônio Prado, CEO da Pirecal e especialista em cenários estratégicos do agro, apresentará uma análise sobre o futuro do agronegócio, perspectivas econômicas e tendências para os próximos anos;

- Thomas Altmann, consultor e ex-diretor de grandes grupos do agro, compartilhará estratégias de vendas consultivas, mostrando como gerar valor para o cliente e ir além da disputa por preço;

- Fernando Mazzeu, especialista em Inteligência Artificial e novas tecnologias, demonstrará aplicações práticas da IA no agronegócio, com foco em produtividade, automação e tomada de decisões.

 

Programação - A programação terá início às 08h, com credenciamento e welcome coffee, seguido da abertura oficial às 08h30.

Na sequência, Renato Seraphim ministra a palestra "Jornada e Experiência do Cliente", às 09h, seguida de uma dinâmica interativa às 10h30. Às 10h45, Fernando Mazzeu apresenta "IA funciona no Agro?", trazendo aplicações práticas da Inteligência Artificial no setor.

Após o almoço de networking, a programação retorna às 14h com Thomas Altmann, que abordará "Vendas Consultivas no Agro: do Preço ao Valor". Depois do coffee break, às 16h, Antônio Prado encerra o ciclo de palestras com o tema "O Futuro do Agro: Cenários e Perspectivas".

 O evento será concluído com um painel reunindo os quatro mentores para uma mesa-redonda sobre os desafios e oportunidades do agronegócio, seguido do encerramento às 18h.

 Com uma programação voltada à inovação e ao desenvolvimento de lideranças, o Lidera Agro busca contribuir para a evolução do setor, oferecendo conhecimento estratégico e soluções práticas para quem deseja acompanhar as transformações do agronegócio brasileiro.

 

Fonte: Ana Luísa Alves

Festival Voa Sabiá celebra a força da arte produzida por artistas 50+ em BH

 

 

                    Bolerinho do Vero    Foto Liliane Pelegrini


                 Praça Floriano Peixoto

A soul music brasileira de Hyldon, a guitarrada amazônica de Félix Robatto e o samba de Beth Leivas estão entre os destaques da quinta edição do Festival Voa Sabiá, que ocupa a Praça Floriano Peixoto, no bairro Santa Efigênia, nos dias 25 e 26 de julho. Com uma programação gratuita dedicada à valorização da produção de artistas 50+, o festival propõe celebrar trajetórias, promover encontros entre gerações e ampliar o espaço da produção artística madura no cenário cultural brasileiro. O festival tem o patrocínio do Instituto Unimed-BH (IUBH) e do Banco Mercantil e é realizado com recursos da Lei Federal de Incentivo à Cultura e da Lei Municipal de Incentivo à Cultura de Belo Horizonte.

 

                         Hyldon 

Em sua quinta edição, o Voa Sabiá inaugura uma nova identidade para um projeto que, desde 2019, vem ampliando a visibilidade da produção artística de pessoas com mais de 50 anos. Mais do que apresentar espetáculos, o festival apresenta um olhar contemporâneo sobre o envelhecimento, reconhecendo a experiência como fonte de inovação, sensibilidade e criação.

 


A programação reúne nomes de diferentes vertentes da música brasileira. Um dos momentos mais aguardados é o show de Hyldon, referência da soul music nacional e autor de clássicos como Na Rua, Na Chuva, Na Fazenda, Na Sombra de uma Árvore e As Dores do Mundo, canção regravada pelo Jota Quest. Em uma apresentação intimista, voz e violão, o cantor e compositor revisita sucessos que marcaram mais de cinco décadas de carreira.

 

Diretamente de Belém (PA), Félix Robatto leva ao Festival Voa Sabiá a força da guitarrada amazônica. Considerado um dos principais representantes contemporâneos do gênero, o músico apresenta um espetáculo que mistura guitarrada, carimbó elétrico e outras sonoridades da Amazônia, traduzindo em música a riqueza cultural da região Norte.

 

Beth Leivas - Foto por Carol Machado


Representando o samba, Beth Leivas conduz um espetáculo que homenageia grandes compositores brasileiros, como Cartola, Chico Buarque, Jorge Aragão, Arlindo Cruz e Zeca Pagodinho, em uma apresentação marcada pelo afeto, pela ancestralidade e pela força da cultura popular.

 

Abrindo a programação musical do sábado, o cavaquinista Ausier Vinnícius, um dos grandes nomes do choro em Belo Horizonte e fundador do tradicional bar Pedacinho do Céu, apresenta um repertório dedicado a um dos gêneros mais emblemáticos da música brasileira.

 

A programação conta ainda com apresentações da Companhia Luna Flamenca, de Júnia Bertolino (Cia. Baobá Minas), do grupo Voz e Poesia, da artista Carline e do musical Bolerinho do Verô, comandado por Marcelo Veronez, que encerra o festival em um grande baile aberto ao público.

 

 

O público poderá participar de oficinas gratuitas de dança, com Renatinho Ventura, e de desenho de observação, ministrada pelo arquiteto e urbanista Tio Gegeca. O ‘UaiPOD da Vovó’, comandado pelo DJ Thiago Zunto, ocupará os intervalos entre as atrações com música e interação com o público. Além disso, estará presente no festival a Feira da Economia Solidária, com 12 expositores de alimentos, bebidas e artesanato.

 

"Ao longo desses anos vimos artistas que passaram décadas construindo suas trajetórias finalmente ocuparem o lugar de protagonismo que sempre mereceram. O Voa Sabiá é um encontro entre gerações, mas principalmente uma celebração da potência criativa de quem continua produzindo, inovando e emocionando", afirma Débora Campos, diretora da QueVoa, idealizadora do Festival Voa Sabiá.

 

O Festival Voa Sabiá ainda terá uma segunda etapa, prevista para o final de agosto, dedicada à formação e à reflexão sobre arte, cultura e longevidade. A iniciativa reunirá rodas de conversa, oficinas, lançamentos e outras atividades voltadas ao intercâmbio de experiências entre artistas, pesquisadores e o público. A programação completa será divulgada em breve.

 

Sobre o Instituto Unimed-BH: o Instituto Unimed-BH completou 23 anos em 2026 e segue fortalecendo sua atuação na promoção da cidadania, da qualidade de vida e da cultura em Minas Gerais. Com o apoio de mais de 5,9 mil médicos cooperados e colaboradores da Unimed-BH, a instituição desenvolve projetos socioculturais e socioambientais voltados à valorização das pessoas, da economia criativa, dos espaços públicos e do meio ambiente. Alinhadas aos Objetivos de Desenvolvimento Sustentável da Agenda 2030, suas iniciativas contribuem para ampliar o acesso à cultura e fomentar projetos de impacto social em diversas comunidades.

Sobre o Banco Mercantil: com mais de oito décadas de atuação, o Banco Mercantil consolidou-se como uma das principais referências nacionais no atendimento ao público 50+, oferecendo soluções financeiras desenvolvidas para acompanhar as diferentes fases da vida. Patrocinador do Festival Voa Sabiá desde sua primeira edição, o banco reforça seu compromisso com iniciativas que promovem cultura, inclusão, qualidade de vida e valorização da longevidade, reconhecendo a importância da arte como instrumento de transformação social e fortalecimento dos vínculos entre gerações.

PROGRAMAÇÃO

Sábado – 25 de julho

14h – Oficina de Dança, com Renatinho Ventura

15h – Show Ausier Vinnícius & Grupo

16h15 – Grupo Voz e Poesia

17h – Show Samba Beth Leivas

18h – Companhia Luna Flamenca

19h – Show Hyldon

Domingo – 26 de julho

14h – Oficina de Desenho de Observação, com Tio Gegeca

15h – Show Félix Robatto

16h15 – Performance poético-musical com Carline

17h – Saudação à Ancestralidade, com Júnia Bertolino e Cia Baobá Minas

17h40 – Bolerinho do Verô

Nos intervalos entre as atrações: UaiPOD da Vovó.

 

 Festival Voa Sabiá

Data: 25 e 26 de julho de 2026

Horário: a partir das 14h

Local: Praça Floriano Peixoto – Santa Efigênia – Belo Horizonte

Entrada gratuita

 informações: @festivalvoasabia

Lei Rouanet

 Apresentação: Instituto Unimed-BH

Patrocínio: Banco Mercantil

Gestão: Juntinho

Incentivo: Lei Municipal de Incentivo à Cultura de Belo Horizonte

 Realização: QueVoa e Ministério da Cultura

5 dicas de viagens para as crianças viajarem com as famílias


 

De neve a praias do Caribe, passando pelos destinos mais procurados do Nordeste e os parques temáticos de Orlando, as férias de julho transformam o BH Airport no ponto de partida para experiências em família. Para as crianças, a viagem pode começar muito antes da decolagem. A expectativa de ver o avião de perto, observar o movimento da pista e descobrir um novo destino também faz parte da aventura. 
Até o fim do mês de julho, cerca de 1,14 milhão de passageiros devem passar pelo BH Airport. O terminal mineiro lidera o ranking no país de destinos domésticos, com 65 rotas nacionais, além dos voos diretos internacionais para Lisboa, Orlando, Cidade do Panamá, Santiago, Buenos Aires, Montevidéu, Bariloche e Curaçao. Para que a única preocupação dos pais seja escolher entre levar casaco ou roupa de banho, o BH Airport reuniu as principais dicas para tornar a viagem com crianças mais tranquila, segura e divertida na contagem regressiva para o embarque.
 
Escolha o voo pensando na rotina da criança 
Ao planejar a viagem, vale considerar a rotina da criança. Voos muito cedo podem exigir que a família acorde de madrugada, enquanto viagens próximas ao horário habitual de sono ou de alimentação podem significar mais organização. Importante avaliar também o deslocamento até o aeroporto, possíveis conexões e o período de espera.
Outro cuidado útil é conversar com os pequenos sobre como será a aventura. Explicar que haverá check-in, despacho de bagagem, inspeção de segurança, espera na sala de embarque e entrada no avião ajuda a tornar o ambiente mais familiar. Para as crianças menores, a explicação pode virar uma história ou brincadeira.
Para as maiores, acompanhar o portão e o horário nos painéis pode se transformar em uma pequena missão. Se for a primeira viagem de avião, mostrar imagens de aeroportos e aeronaves, falar sobre os sons do terminal e contar que será necessário esperar em alguns momentos também pode enriquecer a experiência. 
O cuidado que faz a diferença


A segurança das crianças também merece uma atenção especial. Em locais movimentados, uma orientação simples pode fazer diferença. Antes de chegar ao aeroporto, os responsáveis podem combinar com a criança o que fazer caso ela se afaste da família. A orientação é permanecer em um ponto visível e procurar um profissional uniformizado ou um balcão de atendimento.
Crianças maiores podem memorizar o telefone dos responsáveis. Para as menores, pulseiras ou etiquetas de identificação podem ser uma alternativa. Também é importante explicar que a criança não deve sair do local com desconhecidos, mesmo que a pessoa diga que vai ajudá-la a encontrar a família. O ideal é que ela peça ajuda sem deixar a área onde percebeu que se perdeu.
Prepare uma bagagem de mão funcional 


Não exagere nos volumes. A bagagem de mão deve reunir o necessário para o período entre a saída de casa e a chegada ao destino. Uma troca completa de roupa, agasalho, fraldas, lenços, itens de higiene e medicamentos de uso habitual podem ser uma solução em caso de imprevistos.
Também vale incluir brinquedos pequenos e silenciosos, livros, cadernos de atividades e fones de ouvido. Uma estratégia é levar objetos já conhecidos pela criança e reservar uma pequena novidade para os momentos de maior impaciência.
Para facilitar a localização, os itens podem ser separados em estojos ou bolsas menores. Assim, os responsáveis não precisam retirar todo o conteúdo da mochila para encontrar uma troca de roupa ou um brinquedo.
Malas, mochilas, carrinhos e objetos infantis devem ser identificados com o nome e o telefone de um responsável. A bagagem da criança também pode receber uma fita ou etiqueta colorida, facilitando o reconhecimento.
Objetos afetivos, como bichos de pelúcia, mantas ou brinquedos preferidos, merecem atenção especial. Se forem importantes para o sono ou o conforto da criança, devem permanecer na bagagem de mão. 
O aeroporto é parte da aventura 
Para muitas crianças, o terminal é tão interessante quanto o destino. Observar pousos e decolagens no Terraço Panorâmico, identificar companhias aéreas ou acompanhar as informações dos voos nos painéis pode transformar a espera em entretenimento. Chegue cedo, dê valor às pausas, respeite o ritmo da família e evite correrias de última hora.

Ao chegar com antecedência, sobra tempo para localizar o portão de embarque, usar o banheiro, aproveitar o Espaço Kids, localizado no Terminal de Passageiros 1, reservar um momento para alimentação no mix de opções para todos os gostos e bolsos, além aproveitar as facilidades do estacionamento. O cupom FERIAS15 dá direito a 15% de desconto para as reservas online de estadias iniciadas até 31 de julho, com duração até 31 de agosto (https://vendasonline.bh-airport.com.br/pt/).

Para garantir maior tranquilidade no embarque, também é importante seguir a antecedência informada pela companhia aérea. Para voos nacionais, a recomendação é chegar ao aeroporto com pelo menos duas horas de antecedência. Para voos internacionais, o ideal é chegar com pelo menos três horas. Em alta temporada, como nas férias de julho, esse cuidado faz toda diferença porque permite a fluidez nas etapas de check-in, despacho de bagagem e inspeção de segurança.

“Viajar em família é uma oportunidade de compartilhar descobertas, fortalecer vínculos e criar lembranças que acompanham as crianças por muitos anos. Para que essa experiência comece da melhor forma possível, é fundamental que os responsáveis se organizem com antecedência, conferindo documentos, autorizações e orientações da companhia aérea. O aeroporto é o primeiro capítulo dessas férias e, por isso, trabalhamos continuamente para oferecer uma experiência segura, fluida e acolhedora para todos os passageiros”, afirma o gestor de Operações, Segurança e Experiência do Passageiro do BH Airport, Fabiano Reis.
 
Check na documentação 
O documento da criança merece o mesmo cuidado dedicado às passagens. Evite deixar a conferência para a véspera e verifique se os documentos estão legíveis, bem conservados e dentro da validade, quando aplicável. Uma dica prática é guardar os documentos de toda a família em uma única pasta ou organizador, sempre na bagagem de mão e sob a responsabilidade de um adulto. Autorizações e comprovantes de parentesco também devem permanecer acessíveis durante todo o percurso.
Nos voos nacionais, crianças de até 11 anos e 11 meses devem apresentar certidão de nascimento ou documento de identificação civil com foto, como RG ou passaporte, quando estiverem acompanhadas dos pais, responsáveis legais, avós ou parentes maiores de 18 anos até terceiro grau, como irmãos e tios. Também é importante portar documento que comprove filiação ou vínculo com o acompanhante
A partir dos 12 anos, é exigido documento de identificação civil válido. No caso de crianças e adolescentes que viajam desacompanhadas ou com acompanhante maior de 18 anos, autorizado pelos pais ou responsáveis, é necessária uma autorização de viagem, com firma reconhecida em cartório ou emitida por meio da Autorização Eletrônica de Viagem.
Nas viagens internacionais, os responsáveis devem apresentar o passaporte válido do menor. Caso apenas um dos pais acompanhe, é necessário apresentar também a autorização expressa do pai ou da mãe ausente, com firma reconhecida. Para viagens com terceiros, é obrigatória a autorização de ambos os responsáveis legais.
Os modelos de autorização estão disponíveis no site do Conselho Nacional de Justiça (CNJ) e no portal da Polícia Federal. Em caso de dúvidas, o passageiro pode buscar orientações no Juizado da Infância e da Juventude, localizado no primeiro pavimento do BH Airport.



Com localização estratégica e um dos principais hubs do país, o BH Airport atende mais de 70 destinos nacionais e internacionais. Desde 2014, o aeroporto é administrado por uma concessão, formada pela Motiva, uma das maiores companhias de concessão de infraestrutura da América Latina, e por Zurich Airport, operador do Aeroporto de Zurich, o principal hub aéreo da Suíça e considerado um dos melhores aeroportos do mundo, além da Infraero, estatal com experiência de mais de 50 anos na gestão de aeroportos no Brasil. 
 

Espetáculo "A Vida Passou Por Aqui", que celebra 10 anos em cartaz, é atração da MostrArte Feluma de julho, que promove também uma Oficina de Escrita Intuitiva

 

                                                         (Foto: Caio de Biasi)



 

Nos dias 25 e 26 de julho, o Teatro Feluma recebe o espetáculo "A Vida Passou Por Aqui", estrelado pelos atores Cláudia Mauro e Édio Nunes. O momento é de celebração para a peça, que está há dez anos em cartaz e já se consolidou como uma das obras mais sensíveis do teatro contemporâneo brasileiro. Com reconhecimento da crítica e diversas indicações a prêmios no Rio de Janeiro e em São Paulo, o texto aborda a memória, a amizade e as escolhas que moldam nossas trajetórias.


A montagem, que celebra a vida e a alegria em um verdadeiro tributo à amizade, faz parte da programação gratuita da MostrArte Feluma, evento que integra o calendário de atividades culturais da Fundação Educacional Lucas Machado (Feluma) e conta com patrocínio do Instituto Unimed-BH e da Seguros Unimed.

 

                                         


 

Nesta celebração, o público do Teatro Feluma se soma aos mais de 150 mil espectadores da turnê nacional que finalmente chega a Belo Horizonte para duas únicas apresentações. Em cena, Cláudia Mauro e Édio Nunes conduzem uma narrativa intimista sobre a profunda amizade entre Silvia, uma professora e artista plástica que enfrenta as sequelas de um AVC e a solidão após um casamento conturbado, e Floriano, um faxineiro de hábitos simples e espírito leve, que se torna seu único e fiel amigo. Dois universos sociais distintos se encontram em uma relação marcada por afeto, humor e humanidade. Com a direção sensível de Alice Borges, a encenação aposta na força do texto e na densidade emocional dos personagens, criando uma experiência próxima e impactante.

Premiada como Melhor Texto Nacional Inédito e indicada aos principais prêmios de teatro do Rio de Janeiro (Melhor Texto e Melhor Atriz), além de destaque em São Paulo como Melhor Dramaturgia Original, a peça reafirma a potência das histórias simples e universais. "A Vida Passou Por Aqui" é um tributo à amizade e à capacidade de encontrar alegria mesmo diante das fragilidades da vida.

 

Ficha Técnica

          Espetáculo: "A Vida Passou Por Aqui"

          Texto: Cláudia Mauro

          Direção: Alice Borges

          Elenco: Cláudia Mauro e Édio Nunes

Premiações e Indicações:

          Vencedora do Prêmio APTR de Melhor Texto

          Indicada ao Prêmio APTR de Melhor Atriz

          Indicada aos Prêmios Cesgranrio de Melhor Texto e Melhor Atriz

          Indicada ao Prêmio Bibi Ferreira de Melhor Dramaturgia Original


Espetáculo “A Vida Passou Por Aqui”

Duração: 90 minutos

Classificação Indicativa: 14 anos

Data: sábado 25/07 às 19h e domingo 26/07 às 17h (sessão com Intérprete de Libras)

Local: Teatro Feluma - Alameda Ezequiel Dias, 275, 7º andar, Centro, Belo Horizonte

Ingressos gratuitos pela Sympla: https://bileto.sympla.com.br/event/123867/d/400041/s/2628688


Oficina: Escrita Intuitiva – transformando vivências em histórias

com Cláudia Mauro e Ana Velloso


 


 

A programação da MostrArte Feluma de julho também oferece, de forma gratuita, a oficina "Escrita Intuitiva – Transformando Vivências em Histórias", com Cláudia Mauro e Ana Velloso. O evento é um convite para os participantes mergulharem nas próprias memórias, emoções, observações e experiências, descobrindo histórias que talvez ainda não tenham sido contadas.

Por meio de exercícios de escrita intuitiva, estímulos criativos e dinâmicas individuais e coletivas, o público será incentivado a escrever sem julgamentos, acessando sua voz autoral e explorando diferentes possibilidades narrativas.

A oficina parte da ideia de que toda pessoa carrega histórias significativas dentro de si. Sejam lembranças reais, sonhos, encontros, imagens ou situações imaginadas, tudo pode se transformar em material para a criação literária, teatral ou audiovisual. Mais do que ensinar técnicas rígidas, a proposta é despertar a escrita como uma ferramenta de expressão, autodescoberta e criação.

Sobre as instrutoras

 

Cláudia Mauro é dramaturga, roteirista e escritora. Cursou Letras na PUC-Rio e participou de oficinas literárias em Londres e no Brasil. É autora de espetáculos de destaque, entre eles A Vida Passou Por Aqui, vencedor do Prêmio APTR de Melhor Texto Nacional Inédito. Integrou a sala de roteiristas da série Confissões de Mulheres de 50 e participa da coletânea Sutilezas do Patriarcado, entre outros.

 

Ana Velloso, dramaturga, assinou espetáculos teatrais como: Professor Samba - Uma Homenagem a Ismael Silva; Copacabana Palace - O Musical; e Atlântida - Uma Comédia Musical, que recebeu Prêmio de Melhor Musical Original. Idealizadora e autora da premiada trilogia Sambinha, Bossa Novinha e Forró Miudinho, foi indicada pelo monólogo musical 



Oficina Escrita Intuitiva – transformando vivências em histórias

Duração: 4 horas

Classificação Indicativa: 18 anos

Data: 25/07 (sábado) das 9h30 às 14h

Local: Teatro Feluma - Alameda Ezequiel Dias, 275, 7º andar, Centro, Belo Horizonte

Ingressos gratuitos pela Sympla: https://bileto.sympla.com.br/event/123871

  

MostrArte Feluma


A segunda edição da MostrArte Feluma busca democratizar o acesso à cultura, oferecendo espetáculos e oficinas gratuitas de teatro, dança e música no Teatro Feluma, incentivando a formação artística e a inclusão social. O projeto, realizado pelo Instituto Cultural Ciências Médicas, integra a programação de atividades culturais da Feluma e conta com patrocínio do Instituto Unimed-BH e da Seguros Unimed.

 

Fundação Educacional Lucas Machado - Feluma

A Fundação Educacional Lucas Machado (Feluma) é uma organização filantrópica com a finalidade de contribuir para o desenvolvimento da comunidade por meio de atividades educacionais, de saúde e assistência social, além de realizar pesquisas nos campos das Ciências Humanas e Biológicas.

A Feluma está entre os maiores serviços assistenciais 100% SUS de Minas Gerais e possui um diferencial significativo em sua missão: unir o ensino de qualidade à prestação de um atendimento de excelência nas suas unidades de saúde. A Fundação é estruturada como um dos maiores ecossistemas de ensino e assistência de Minas Gerais por meio de seus seis institutos Ciências Médicas: Faculdade, Hospital Universitário, Ambulatório, Instituto de Olhos, Instituto de Oncologia e Instituto Cultural, responsável por gerenciar o Teatro Feluma, a Editora Universitária Ciências Médicas e o Centro de Memória Ciências Médicas.

Através de seu Instituto Cultural Ciências Médicas de Minas Gerais (ICCM-MG), a Feluma visa manter e promover atividades culturais e de patrimônio histórico, além de fomentar a produção artística, ampliando o acesso à cultura e viabilizando projetos socioculturais para a comunidade.

 


 O Instituto Unimed-BH completa 23 anos em 2026 e conta com o apoio de mais de 5,9 mil médicos cooperados e colaboradores da Unimed-BH. A associação sem fins lucrativos foi criada em 2003 e, desde então, desenvolve projetos socioculturais e socioambientais visando à formação da cidadania, estimulando o bem-estar e a qualidade de vida das pessoas, fomentando a economia criativa, gerando trabalho e renda para diversas famílias, valorizando espaços públicos e o meio ambiente, através de projetos patrocinados, apoiados e realizados em cinco linhas de atuação: Comunidade, Voluntariado, Meio Ambiente, Adoção de Espaços Públicos e Cultura, que estão alinhados aos Objetivos de Desenvolvimento Sustentável da Agenda 2030.


A Seguros Unimed é o grupo segurador e braço financeiro do sistema de cooperativas médicas Unimed, presente em 92% do território nacional. Com uma trajetória de mais de 36 anos no mercado, a companhia atende a 7 milhões de segurados nos segmentos de Saúde, Odontologia, Vida, Previdência (aberta e fechada) e nos Ramos Elementares (com seguros patrimoniais e de responsabilidade civil médica). Desde 2019, atua também na gestão de recursos financeiros para o sistema cooperativo, com a criação da InvestCoop Asset Management. O grupo conta com 2 mil colaboradores na Matriz e Central de Relacionamento, além de outros 20 escritórios regionais pelo país. 

Cine Humberto Mauro realiza mostra com 30 filmes de Akira Kurosawa

 

                       


 

O Cine Humberto Mauro, em Belo Horizonte, realiza mostra dedicada a exibir a filmografia completa de Akira Kurosawa (1910-1998), considerado um dos principais cineastas do Japão.  A programação inclui sessões comentadas por especialistas e 30 filmes emblemáticos do realizador, como “Rashomon”, (1950), “Os Sete Samurais” (1954), “Trono Manchado de Sangue” (1957), “Dersu Uzala” (1975) e “Ran” (1985), formando um panorama da carreira de Kurosawa ao longo de seis décadas e de séculos da história japonesa. A mostra segue até o dia 16 de agosto, com entrada gratuita, sendo a retirada de ingressos antecipados na plataforma Sympla; e  a partir de 1 hora antes de cada exibição, na bilheteria principal do Palácio das Artes.

 



A mostra começou no dia 16 de julho com uma exibição, às 16h30, do filme “A Fortaleza Escondida” (1958), épico de aventura, ação, drama e humor que se Inspira nos faroestes do diretor hollywoodiano John Ford. Logo depois, às 19h, a abertura oficial trouxe uma apresentação de Taiko com o Grupo Raiki Daiko, nos jardins internos do Palácio das Artes. A noite se encerrou com a sessão de “Yojimbo, o Guarda-Costas” (1961), às 20h, seguida por comentário do professor e pesquisador José Ricardo Miranda Júnior – haverá tradução simultânea para a Língua Brasileira de Sinais.


 


A mostra segue com mais sessões comentadas, oferecendo ao público a oportunidade de aprofundar o diálogo com os filmes ao explorar aspectos históricos, estéticos e temáticos que ajudam a iluminar a riqueza da obra de Kurosawa. No dia 17 de julho (sexta-feira), às 19h, o filme “Rashomon” é exibido dentro da faixa “Cinema e Psicanálise”, com comentários de Cristiane Barreto, membra da Escola Brasileira de Psicanálise – haverá, novamente, tradução para Libras. Na semana seguinte, dia 22 de julho (quarta-feira), o crítico Nicholas Correa comenta o longa “Dersu Uzala”, às 19h. Ainda na segunda semana da mostra, no dia 24 de julho (sexta-feira), às 18h30, “O Idiota” (1951) será comentado pelo crítico e pesquisador João Paulo Campos. Dia 28 (terça-feira), às 19h, a curadora Layla Braz conversa com o público sobre “Não Lamento Minha Juventude” (1946). Fechando as sessões comentadas, o cineasta Affonso Uchoa participa da exibição de “Dodeskaden - O Caminho da Vida” (1970), às 16h do dia 1º de agosto (sábado).



Considerado um dos diretores mais influentes da história do cinema, Akira Kurosawa nasceu em Tóquio e viveu uma trajetória que acompanhou o surgimento e a consagração do cinema como forma de arte. Durante sua infância, o pai levava a família ao cinema para assistir a filmes internacionais, e seu irmão mais velho, Heigo, tornou-se um benshi — narrador que acompanhava ao vivo a exibição de filmes mudos —, com a companhia frequente de Akira.

 

Após um período atuando como pintor, ativista e entusiasta da literatura no grupo clandestino Liga dos Artistas Proletários, Kurosawa respondeu, em 1936, a um anúncio de vagas para assistentes de direção no estúdio P.C.L. Film Studios. Lá, trabalhou como aprendiz por sete anos sob a tutela do cineasta Kajiro Yamamoto antes de dirigir seu primeiro longa-metragem, “A Saga do Judô” (1943), aos 33 anos. Inspirando-se no teatro, em suas obras favoritas da literatura japonesa e internacional e em cineastas como Sergei Eisenstein, D.W. Griffith e Abel Gance, Kurosawa fundiu essas influências na criação de uma linguagem cinematográfica autoral que seria desenvolvida até seu último filme, a comédia dramática “Madadayo” (1993), lançado quando o cineasta tinha 83 anos.

 

Impulsionado pelo interesse no kendo – arte marcial tradicional japonesa de combate com a espada – durante a infância e pelas conexões familiares de seu pai com samurais reais, Kurosawa destacou-se no gênero jidai-geki com alguns dos épicos de samurai mais reverenciados de todos os tempos — histórias ambientadas no Japão feudal e diversos outros períodos. Ele aplicou o mesmo virtuosismo visual e a narrativa de grande proporção aos seus dramas contemporâneos – gênero gendai-geki –, incluindo “O Anjo Embriagado” (1948) e “Viver” (1952). Fonte de inspiração para diversos cineastas ocidentais, como Sidney Lumet, Sam Peckinpah, Sergio Leone, Spike Lee e George Lucas – que bebeu de “A Fortaleza Escondida” para criar “Star Wars” (1977) –, Kurosawa está presente também em uma das animações mais queridas de todos os tempos – “Vida de Inseto”, dirigida por John Lasseter e produzida pela Pixar, que tomou emprestada a trama de “Os Sete Samurais”.

 

A primeira fase significativa da carreira do diretor ocorreu no pós-Segunda Guerra Mundial com “O Anjo Embriagado” e “Cão Danado”, filmes noir que inauguraram sua longa colaboração com o ator Toshiro Mifune – parceiros em 16 filmes no total. No início da década de 1950, Kurosawa alcançou fama mundial com “Rashomon”, um marco na narrativa não-linear que despertou o interesse internacional pelo cinema japonês. Nos anos seguintes, ele manteve um diálogo frutífero com o Ocidente, inspirando-se em autores canônicos como Shakespeare e Dostoiévski, mas também em escritores contemporâneos como Dashiell Hammett. Na década de 1960, Kurosawa mudou o foco para obras mais sombrias e pessimistas, situadas no ambiente urbano, como “Céu e Inferno” (1963) e “O Barba Ruiva” (1965), que encerraram sua colaboração com Mifune. Nos anos 1970, ele enfrenta uma crise, com a fraca bilheteria de “Dodeskaden - O Caminho da Vida”. Porém, é premiado com o Oscar de Melhor Filme em Língua Estrangeira por “Dersu Uzala” (que Kurosawa já havia ganho por “Rashomon”), feito em parceria com a produtora soviética Mosfilm.

 

Na década de 80, com o apoio dos cineastas estadunidenses George Lucas e Francis Ford Coppola, o diretor segue com obras internacionalmente reconhecidas, centrados na queda de figuras heroicas e poderosas, como “Kagemusha, a Sombra de um Samurai” (1980), ganhador da Palma de Ouro no Festival de Cannes, e Ran – indicado aos Oscars de Melhor Direção, Melhor Fotografia e Melhor Direção de Arte, e vencedor do Oscar de Melhor Figurino.  Nos anos 90, o cineasta encerra a carreira com “Sonhos” (1990), “Rapsódia em Agosto” (1991) e “Madadayo” — obras contemplativas que fazem um uso tido como visionário das cores. A programação inclui ainda a exibição do documentário “Uma Mensagem de Kurosawa” (2000), de Hisao Kurosawa, filho do cineasta. A obra revisita a trajetória do realizador por meio de imagens de arquivo, depoimentos e reflexões sobre seu processo criativo.

 

Com curadoria de Vitor Miranda, programador do Cine Humberto Mauro, a mostra propõe uma aproximação com a obra de Akira Kurosawa a partir de suas múltiplas dimensões: sua relação com a cultura japonesa, sua inventividade formal e sua capacidade de transformar questões humanas específicas de seu país de origem – moral, honra, poder, memória, justiça, violência e responsabilidade coletiva – em experiências cinematográficas de alcance universal. Com uma filmografia marcada por sequências de ação cuidadosamente coreografadas e uso dramático do clima, Kurosawa foi influenciado e inspirou, em um processo recíproco, o cinema ocidental. Mas ele é também lembrado por colocar tais elementos a serviço de uma constante investigação da condição humana, o que o torna parte de uma linhagem de cineastas humanistas que encontraram no cinema uma maneira de observar o mundo e compreender as complexidades da experiência humana.

 

A mostra “Kurosawa” é realizada pelo Ministério da Cultura e pela Fundação Clóvis Salgado. As atividades da Fundação Clóvis Salgado têm a Cemig como mantenedora, Patrocínio Master do Instituto Cultural Vale e Grupo Fredizak, Patrocínio Prime do Instituto Unimed-BH e do Instituto AngloGold, Patrocínio Plus da Vivo e correalização da APPA – Cultura & Patrimônio. A ação é viabilizada por meio da Lei Federal de Incentivo à Cultura.


Horários: Variáveis

K U R O S A W A

16 de julho a 16 de agosto de 2026

P R O G R A M A Ç Ã O

 16/07 QUI

16h30 A Fortaleza Escondida (Kakushi-toride no san-akunin, Japão, 1958) | 14 anos

| 2h19

19h ABERTURA DA MOSTRA | Apresentação de Taiko com o Grupo Raiki Daiko |

Jardins Internos do Palácio das Artes

20h Yojimbo, o Guarda-Costas (Yôjinbô, Japão, 1961) | Livre | 1h50 | Sessão

Comentada pelo professor e pesquisador José Ricardo Miranda Júnior

* comentário com tradução em Libras

 

17/07 SEX

15h A Saga do Judô (Sugata Sanshirô, Japão, 1943) | 14 anos | 1h19

17h O Escândalo (Shûbun, Japão, 1950) | 12 anos | 1h44

19h CINEMA & PSICANÁLISE | Rashomon (Japão, 1950) | 16 anos | 1h28 |

Sessão Comentada por Cristiane Barreto - Psicanalista, membro da Escola

Brasileira de Psicanálise e da Associação Mundial de Psicanálise

* comentário com tradução em Libras

 

18/07 SÁB

15h Cineclube Música na Tela | Do Ritmo à Bandonion: histórias musicais do

Aglomerado da Serra (Thiago dos Anjos, Brasil, 2026) | Livre | 1h20

17h A Saga do Judô II (Zoku Sugata Sanshirô, Japão, 1945) | Livre | 1h23

19h Os Sete Samurais (Shichinin no samurai, Japão, 1954) | 14 anos | 3h27

19/07 DOM e 20/07 SEG

Sem Programação

21/07 TER

17h Duelo Silencioso (Shizuka naru kettô, Japão, 1949) | 12 anos | 1h35

19h Viver (Ikiru, Japão, 1952) | Livre | 2h23

 

22/07 QUA

15h Anatomia do Medo (Ikimono no kiroku, Japão, 1955) | 10 anos | 1h43

17h Rapsódia em Agosto (Hachigatsu no rapusodi, Japão, 1991) | 14 anos | 1h38

19h Dersu Uzala (Japão/URSS, 1975) | 14 anos | 2h24 | Sessão Comentada pelo

crítico de cinema Nicholas Correa

 

23/07 QUI

15h Sonhos (Yume, Japão, 1990) | Livre | 2h

17h15 Céu e Inferno (Tengoku to jigoku, Japão, 1963) | 12 anos | 2h23

20h Homem Mau Dorme Bem (Warui yatsu hodo yoku nemuru, Japão, 1960) | 14

anos | 2h31

 

24/07 SEX

15h30 Donzoko: Ralé (Donzoko, Japão, 1957) | 10 anos | 2h17

18h30 O Idiota (Hakuchi, Japão, 1951) | 14 anos | 2h46 | Sessão Comentada pelo

crítico e pesquisador João Paulo Campos

 

25/07 SÁB

15h Trono Manchado de Sangue (Kumonosu-jō, Japão, 1957) | 14 anos | 1h50

17h15 Ran (Japão, 1985) | 16 anos | 2h42

20h15 Kagemusha, a Sombra de um Samurai (Kagemusha, Japão, 1980) | 12 anos

| 3h

26/07 DOM

18h Um Domingo Maravilhoso (Subarashiki nichiyôbi, Japão, 1947) | 10 anos | 1h48

20h15 Madadayo (Mâdada yo, Japão, 1993) | Livre | 2h14

27/07 SEG

Sem programação

28/07 TER

17h A Mais Bela (Ichiban utsukushiku, Japão, 1944) | Livre | 1h25

19h Não Lamento Minha Juventude (Waga seishun ni kuinashi, Japão, 1946) | 14

anos | 1h50 | Sessão Comentada pela curadora Layla Braz

29/07 QUA

15h Viver (Ikiru, Japão, 1952) | Livre | 2h23

17h40 Sonhos (Yume, Japão, 1990) | Livre | 2h

20h O Anjo Embriagado (Yoidore tenshi, Japão, 1948) | 12 anos | 1h38

 

30/07 QUI

15h Rashomon (Japão, 1950) | 16 anos | 1h28

17h Cão Danado (Nora inu, Japão, 1949) | 14 anos | 2h02

19h15 O Barba Ruiva (Akahige, Japão, 1965) | 12 anos | 3h05

 

31/07 SEX

16h Os Sete Samurais (Shichinin no samurai, Japão, 1954) | 14 anos | 3h27

 

20h Ran (Japão, 1985) | 16 anos | 2h42

23h59 SESSÃO DA MEIA-NOITE | House (Hausu, Nobuhiko Ōbayashi, Japão,

1977) | 16 anos | 1h28

 

01/08 SÁB

16h Dodeskaden - O Caminho da Vida (Dodesukaden, Japão, 1970) | 14 anos |

2h20 | Sessão Comentada pelo cineasta Affonso Uchoa

20h Donzoko: Ralé (Donzoko, Japão, 1957) | 10 anos | 2h17

 

02/08 DOM

17h30 A Fortaleza Escondida (Kakushi-toride no san-akunin, Japão, 1958) | 14 anos

| 2h19

20h15 Sanjuro (Tsubaki Sanjûrô, Japão, 1962) | 14 anos | 1h36

03/08 SEG

Sem programação

04/08 TER

16h Kagemusha, a Sombra de um Samurai (Kagemusha, Japão, 1980) | 12 anos |

3h 19h30 Ran (Japão, 1985) | 16 anos | 2h42

 

05/08 QUA

16h Trono Manchado de Sangue (Kumonosu-jō, Japão, 1957) | 14 anos | 1h50

18h15 Homem Mau Dorme Bem (Warui yatsu hodo yoku nemuru, Japão, 1960) | 14

anos | 2h31

06/08 QUI

15h Madadayo (Mâdada yo, Japão, 1993) | Livre | 2h14

17h30 Anatomia do Medo (Ikimono no kiroku, Japão, 1955) | 10 anos | 1h43

19h30 Rapsódia em Agosto (Hachigatsu no rapusodi, Japão, 1991) | 14 anos | 1h38

07/08 SEX

15h Yojimbo, o Guarda-Costas (Yôjinbô, Japão, 1961) | Livre | 1h50

17h15 Os Homens que Pisaram na Cauda do Tigre (Tora no o wo fumu otokotachi,

Japão, 1945) | 14 anos | 59 min

19h CINEMA E PSICANÁLISE | Malu (Pedro Freire, Brasil, 2024) | 16 anos | 1h40 |

Sessão com a presença do diretor Pedro Freire e mediação de Antônio

Teixeira (EBP-Minas)

 

08/08 SÁB

15h O Barba Ruiva (Akahige, Japão, 1965) | 12 anos | 3h05

18h30 Duelo Silencioso (Shizuka naru kettô, Japão, 1949) | 12 anos | 1h35

20h30 Céu e Inferno (Tengoku to jigoku, Japão, 1963) | 12 anos | 2h23

09/08 DOM

18h O Anjo Embriagado (Yoidore tenshi, Japão, 1948) | 12 anos | 1h38

20h Cão Danado (Nora inu, Japão, 1949) | 14 anos | 2h02

10/08 SEG

Sem programação

11/08 TER

16h30 Dodeskaden - O Caminho da Vida (Dodesukaden, Japão, 1970) | 14 anos |

2h20

19h30 CINECLUBE COMUM - VISÕES TÁTEIS |

12/08 QUA

16h O Idiota (Hakuchi, Japão, 1951) | 14 anos | 2h46

19h30 CINECLUBE-IBERO AMERICANO | Oriana (Fina Torres, Venezuela/França,

1985) | 14 anos | 1h26 | Sessão comentada por Juliana Gusman

13/08 QUI

15h Yojimbo, o Guarda-Costas (Yôjinbô, Japão, 1961) | Livre | 1h50

17h Sanjuro (Tsubaki Sanjûrô, Japão, 1962) | 14 anos | 1h36

19h Kagemusha, a Sombra de um Samurai (Kagemusha, Japão, 1980) | 12 anos |

3h

14/08 SEX

15h Dersu Uzala (Japão/URSS, 1975) | 14 anos | 2h24

18h Uma Mensagem de Kurosawa (Kurosawa Akira Kara no Messeji, Hisao

Kurosawa, 2000) | Livre | 1h21

20h Sonhos (Yume, Japão, 1990) | Livre | 2h

15/08 SÁB

15h O Escândalo (Shûbun, Japão, 1950) | 12 anos | 1h44

17h Rashomon (Japão, 1950) | 16 anos | 1h28

19h Trono Manchado de Sangue (Kumonosu-jō, Japão, 1957) | 14 anos | 1h50

16/08 DOM

18h Os Sete Samurais (Shichinin no samurai, Japão, 1954) | 14 anos | 3h27

Local: Cine Humberto Mauro – Palácio das Artes


(Avenida Afonso Pena, 1537, Centro – Belo Horizonte)

Classificações  indicativas: Variáveis

Entrada gratuita; 50% dos ingressos estarão disponíveis, de forma on-line, a partir do meio-dia da data das sessões, na plataforma Sympla; o restante será distribuído presencialmente na bilheteria principal do Palácio das Artes e nos totens, a partir de 1 hora antes de cada exibição.

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