segunda-feira, 31 de agosto de 2026

Primeiro robô de entregas em aeroportos do mundo revoluciona experiência de compra no Aeroporto Internacional de Belo Horizonte- BH Airport

 


 O primeiro robô autônomo do mundo desenvolvido para realizar entregas em aeroportos inaugura uma experiência completa de compra e consumo no BH Airport. A novidade traz para o terminal mineiro a praticidade e a conveniência das compras online: basta acessar o aplicativo, escolher os produtos, fazer o pagamento e indicar o ponto onde o pedido será entregue.


O serviço estreia na área pública, no saguão, conectando passageiros, visitantes e toda a comunidade aeroportuária a quatro operações comerciais. A tecnologia já nasce preparada para crescer, com implantação estruturada e potencial de expansão. Mais de 40 pontos de entrega estão mapeados em locais estratégicos do aeroporto, permitindo ampliar gradualmente o atendimento para novos estabelecimentos e outras áreas, inclusive a de embarque. 
                                           
A plataforma funcionará como um marketplace aeroportuário. Em um único ambiente digital, o cliente poderá acessar as lojas participantes, consultar os produtos disponíveis e acompanhar todas as etapas, da compra à entrega. No passo a passo, após a confirmação do pedido, o estabelecimento prepara os itens e atualiza no sistema. O robô é acionado e segue até o ponto selecionado. Na chegada, o cliente utiliza o aplicativo para abrir o compartimento e retirar o produto.
                        
“Ao incorporar uma solução até então inexistente no setor aeroportuário mundial, o BH Airport reforça a vocação para o pioneirismo e transforma a inovação em um serviço presente na jornada de quem passa pelo terminal. Além de aprimorar a experiência do passageiro, a tecnologia amplia o alcance das lojas, aproximando clientes e marcas, ao mesmo tempo que gera novas oportunidades de venda para os nossos parceiros”, afirma o gestor comercial do BH Airport, Geovane Medina.
Navegação precisa e inteligente  - Projetado para se movimentar em espaços com grande circulação de pessoas, o robô reconhece rotas disponíveis, localiza os estabelecimentos e chega com precisão aos pontos cadastrados. Sensores, câmeras de profundidade, radar e recursos anticolisão monitoram continuamente o entorno. Ao identificar uma pessoa ou um obstáculo no caminho, o equipamento interrompe o deslocamento e aguarda a liberação da rota. Durante o percurso, o robô também poderá emitir mensagens de orientação, como pedidos de passagem. 
O sistema de navegação conta ainda com barreiras virtuais que delimitam os locais de circulação do robô. Áreas operacionais, restritas ou incompatíveis com a movimentação do equipamento permanecem bloqueadas no mapa digital. A tecnologia foi desenvolvida no Brasil pela TracF Tech, combinando engenharia nacional e tecnologia de navegação inteligente para apresentar ao mercado uma nova forma de comprar e receber produtos no ambiente aeroportuário. 
Vitrine comercial  - O robô também conta com telas digitais de alta definição para exibição de campanhas publicitárias, ativações de marcas, conteúdos institucionais e mensagens personalizadas. Enquanto circula pelo saguão, o equipamento se torna uma plataforma móvel de comunicação e cria possibilidades de contato entre passageiros, lojistas, anunciantes e parceiros comerciais. 
“O projeto reúne diferentes oportunidades em uma mesma plataforma. As lojas passam a contar com uma nova frente de vendas, os anunciantes ganham um canal de comunicação em movimento e o aeroporto pode conhecer melhor as preferências de consumo para aprimorar continuamente os serviços. Mais do que transportar produtos, o robô integra comércio, mídia digital e tecnologia em uma jornada pensada para acompanhar e oferece a melhor experiência aeroportuária ao passageiro”, destaca Geovane Medina.
 
O ROBÔ VAI ATÉ VOCÊ - Saiba como funciona o atendimento em sete passos
 Acesso à plataforma
Entre no aplicativo e realize o cadastro.
  1. Escolha da loja
O marketplace apresenta as operações comerciais disponíveis.
  1. Compra e pagamento
O usuário escolhe os produtos e conclui o pagamento pelo aplicativo.
  1. Indicação do local
Entre os pontos disponíveis na área pública, o cliente seleciona onde deseja receber a compra.
  1. Preparação
O estabelecimento separa os produtos e informa no sistema quando o pedido estiver pronto.
  1. Coleta
O robô é acionado e segue até a loja para buscar os itens.
  1. Entrega
Quando o robô chega no ponto indicado, o cliente retira o pedido, acionando a abertura do compartimento, por meio do aplicativo.


Com localização estratégica e um dos principais hubs do país, o BH Airport atende mais de 70 destinos nacionais e internacionais. Desde 2014, o aeroporto é administrado por uma concessão, formada pela Motiva, uma das maiores companhias de concessão de infraestrutura da América Latina, e por Zurich Airport, operador do Aeroporto de Zurich, o principal hub aéreo da Suíça e considerado um dos melhores aeroportos do mundo, além da Infraero, estatal com experiência de mais de 50 anos na gestão de aeroportos no Brasil. 

Vinhos de altitude colocam a Serra Catarinense no mapa do enoturismo



                             foto Oneris Lopes Amures


A Serra Catarinense encontrou na altitude uma condição para desenvolver uma viticultura diferente de outras regiões produtoras do Brasil. Os vinhedos estão concentrados entre 900 e 1.400 metros, em uma área marcada por temperaturas baixas e maturação mais tardia das uvas. A região conquistou em 2021 a Indicação de Procedência (IP) Vinhos de Altitude de Santa Catarina, que abrange 29 municípios.

                        foto Oneris Lopes Amures



O frio interfere no ciclo da videira e prolonga o período de maturação. Com isso, a colheita acontece mais tarde e permite que as uvas completem seu desenvolvimento em condições diferentes das encontradas em áreas de menor altitude. A Epagri (Empresa de Pesquisa Agropecuária e Extensão Rural de Santa Catarina) pesquisa há anos a adaptação das variedades ao território e as características físico-químicas e sensoriais dos vinhos produzidos na região.

                                   foto Diogo Schimitz


Entre as principais variedades estão Cabernet Sauvignon, Merlot, Pinot Noir, Chardonnay e Sauvignon Blanc. Também há espaço para castas como Sangiovese, Malbec, Cabernet Franc, Montepulciano, Vermentino, Tannat e Nebbiolo. A produção inclui vinhos tintos, brancos e rosados, além de espumantes, vinhos licorosos e moscatéis.

A elaboração segue o perfil de cada uva. Depois da colheita, as frutas passam por seleção e processamento, e a vinificação pode incluir fermentação com contato com as cascas nos tintos, diferentes métodos de fermentação nos brancos e, conforme o projeto de cada rótulo, passagem por madeira. Para os vinhos que levam o selo da IP, há critérios de produção e avaliação sensorial.



Enoturismo entre vinhedos e serras

A produção de vinho também mudou a forma de conhecer a Serra Catarinense. São Joaquim e Urubici estão entre os principais pontos de concentração das vinícolas abertas aos visitantes, que podem encontrar degustações, visitas aos vinhedos, experiências gastronômicas e explicações sobre os processos de elaboração. A UFSC mantém um guia específico para o enoturismo de São Joaquim, com informações sobre visitação e acesso às propriedades.

                                       foto Diogo Schimitz

   


A viagem pelas vinícolas permite acompanhar diferentes propostas de produção dentro de uma mesma região. Algumas propriedades concentram a experiência na degustação; outras combinam vinho com gastronomia, hospedagem ou atividades ao ar livre. O roteiro também aproxima o visitante das paisagens onde as uvas são cultivadas e ajuda a entender como altitude, clima e escolha das variedades participam da elaboração.

Os vinhos da Serra Catarinense também passaram a aparecer em concursos nacionais e internacionais. Entre os reconhecimentos estão medalhas obtidas por rótulos produzidos na região em competições brasileiras e estrangeiras. Em 2026, por exemplo, a Epagri registrou a continuidade das avaliações sensoriais dos vinhos vinculados à Indicação de Procedência, uma das etapas para a certificação dos produtos.


                            foto Oneris Lopes Amures

  

Para quem pretende conhecer a região, o vinho pode ser o ponto de partida para uma viagem pela serra. São Joaquim, Urubici e outros municípios da IP como Urupema, Bom Retiro, Bocaina do Sul, Lages, Capão Alto e Campo Belo do Sul reúnem vinhedos, vinícolas e experiências que podem ser combinadas com gastronomia e atrações naturais.

                             foto Diogo Schimitz



Confira, a seguir, 11 vinícolas para incluir no roteiro pela Serra Catarinense.

Villa Francioni — São Joaquim (@vinicolavillafrancioni)

Localizada na SC-114, no km 300, em São Joaquim, a Villa Francioni é um dos nomes mais conhecidos dos vinhos de altitude de Santa Catarina. Fundada em 2001, é pioneira nesse movimento e ganhou projeção com rótulos das linhas Villa Francioni, Joaquim e Aparados. Além da produção de vinhos, tornou-se um importante ponto de enoturismo, com visitas guiadas, degustações e uma galeria de arte que integra a experiência oferecida aos visitantes.

Leone di Venezia — São Joaquim (@leone.divenezia)

No distrito de Morro Agudo, em São Joaquim, a cerca de 1.300 metros de altitude, a Leone di Venezia aposta na identidade italiana de seus fundadores. A vinícola cultiva variedades de origem italiana e procura reproduzir essa influência também na elaboração dos vinhos. Tem cinco hectares de parreirais e uma estrutura voltada ao enoturismo, com degustações guiadas, piqueniques, harmonizações e atividades especiais durante a vindima.

Vinícola Suzin — São Joaquim (@vinicolasuzin)

A Suzin é uma das pioneiras no cultivo de uvas em São Joaquim. A família iniciou as atividades em 2001 e mantém um projeto de produção em pequena escala, com manejo cuidadoso dos vinhedos e colheita manual. Entre as variedades cultivadas estão Cabernet Sauvignon, Merlot, Sauvignon Blanc, Pinot Noir, Montepulciano, Petit Verdot e Cabernet Franc. O vinhedo está a cerca de 1.200 metros de altitude, e a amplitude térmica da região é um dos elementos importantes para a concentração e estrutura dos vinhos.

Vinícola Pericó — São Joaquim (@vinicolaperico)

Fundada em 2002, em São Joaquim, a Pericó está entre as marcas que ajudaram a consolidar a produção de vinhos de altitude na Serra Catarinense. A propriedade está inserida no terroir do Vale do Pericó, região conhecida pelas elevadas altitudes e pelo clima frio. A vinícola integra o circuito de enoturismo da região e participa das principais programações relacionadas aos vinhos de altitude de Santa Catarina.

Villaggio Bassetti — São Joaquim (@villaggiobassetti)

A Villaggio Bassetti fica na SC-114, a aproximadamente 10 quilômetros do centro de São Joaquim. Os vinhedos estão entre 1.267 e 1.319 metros de altitude e começaram a ser implantados em 2005. A vinícola trabalha com variedades como Cabernet Sauvignon, Merlot, Pinot Noir e Sauvignon Blanc e tem como uma de suas características a produção de vinhos de perfil elegante e de boa estrutura. Também mantém receptivo para visitas, degustações e contato com os vinhedos.

Vinhedos do Monte Agudo — São Joaquim (@vinhedosdomonteagudo)

Localizado na região do Morro Agudo, na SC-114, o Monte Agudo é um projeto boutique dedicado à produção de vinhos finos em quantidade limitada. A propriedade tem cerca de 5,5 hectares de vinhedos, a uma altitude média de 1.280 metros, e se consolidou como um endereço de enoturismo. A vinícola ganhou destaque por suas variedades de Cabernet Sauvignon, Merlot, Chardonnay, Sauvignon Blanc, Malbec e Riesling Renano.

Vinícola Quinta da Neve — São Joaquim (@quintadaneve)

Com vinhedos a cerca de 1.210 metros de altitude, em São Joaquim, a Quinta da Neve é outro nome associado à origem e ao desenvolvimento dos vinhos de altitude catarinenses. A propriedade é considerada pioneira nesse segmento e trabalha com a produção de vinhos finos adaptados às condições climáticas da Serra. A vinícola recebe visitantes e integra a Rota dos Vinhos de Altitude de Santa Catarina.

Vinícola Thera — Bom Retiro (@vinicolathera)

A Vinícola Thera é uma das principais referências da Serra Catarinense fora do eixo de São Joaquim. Localizada em Bom Retiro, trabalha com uma proposta de vinícola boutique e produção de vinhos e espumantes de altitude. Seu Anima Brut, por exemplo, alcançou 93 pontos na Grande Prova de Vinhos do Brasil 2025 e foi reconhecido como destaque na categoria de espumante Brut Branco pelo método Charmat. A vinícola também integra o circuito de experiências de enoturismo da região.

Vinícola Serra do Sol — Urubici (@vinicolaserradosol)

A Serra do Sol representa Urubici no mapa dos vinhos de altitude catarinenses. A vinícola vem ganhando reconhecimento por rótulos que exploram variedades e estilos, incluindo vinhos e espumantes. Com início da plantação em 2004, está a 1250 metros de altitude. A propriedade também está inserida na rota de experiências enoturísticas da Serra.

Abreu Garcia — Campo Belo do Sul (@vinicolaabreugarcia)

A Vinícola Boutique Abreu Garcia fica em Campo Belo do Sul, a cerca de 900 metros de altitude, e amplia o mapa dos vinhos de altitude para além de São Joaquim e Urubici. Fundada em 2006, cultiva oito variedades de uvas e produz vinhos brancos, tintos, rosés e espumantes. O projeto tem uma proposta mais boutique, com foco na expressão do terroir serrano, e integra a programação oficial da Vindima de Altitude de Santa Catarina.

Vinícola Casa Possamai – Capão Alto (@vinicolacasapossamai)

A Vinícola Casa Possamai é uma empresa familiar, com a finalidade de produzir vinhos de alto padrão no Brasil, tendo sua sede localizada em Capão Alto, na Serra Catarinense, a 1.050 metros de altitude.

A vinícola foi concebida a partir de uma história de amor ao vinho que atravessa quatro gerações. O fundador e proprietário, Geraldo Possamai, trazia consigo o sonho de retornar às origens desde os tempos de sua juventude, inspirado nas memórias de seu pai, Antônio Possamai, que produzia vinhos próprios para o sustento e alegria da família.

Mais informações: www.amures.org.br

Exposição de Joanna Scharlé destaca Nanquim e aquarela, a "Herança de Guignard"

 

A artista plástica, Joanna Scharlé


Em um tempo dominado pela velocidade, pelas telas e pelo excesso de imagens digitais, a artista plástica  brasileira e luxemburquesa Joanna Scharlé de Vasconcelos escolhe um caminho que exige silêncio, concentração e sensibilidade, mostra sua arte na Galeria de Arte da Biblioteca Padre Alberto Antoniazzi,  no Campus Coração Eucarístico da PUC, na  avenida Dom Gaspar, 500 - Prédio 26,Belo Horizonte , de 01 a 28 de de setembro de 2026, de segunda a sexta-feira de 08 h às 21h, Sábado: 08h às 12h.  Em sua exposição “Nanquim e Aquarela – A Herança de Guignard”, o bico de pena, a tinta sobre o papel e a transparência da aquarela tornam-se instrumentos para revelar uma arte delicada, intensa e profundamente ligada à expressão humana.

A proposta da mostra é resgatar a força e a beleza de uma linguagem artística que parece cada vez mais rara nos dias atuais.

No trabalho com o nanquim, cada linha é definitiva. Não há espaço para apagar, corrigir ou esconder o gesto. O traço precisa nascer seguro, permitindo que a mão da artista estabeleça um diálogo íntimo entre o preto e o branco, entre a densidade da tinta e a leveza da cor.

A artista plástica, Joanna Scharlé

Essa escolha transforma o ato de desenhar em uma experiência de entrega. Cada linha carrega intenção e personalidade, enquanto a aquarela acrescenta transparência, luminosidade e movimento às composições.

 Alberto da Veiga Guignard , nasceu em Nova Friburgo(RJ) em 1896, e morreu em1962, foi um dos mais importantes pintores e professores do modernismo brasileiro. Ele ficou internacionalmente conhecido por suas representações líricas e poéticas das paisagens mineiras, repletas de montanhas nubladas, balões de São João e igrejas coloniais suspensas na névoa. Viveu na Europa dos 11 aos 33 anos. Estudou na prestigiada Real Academia de Belas Artes de Munique.Retornou ao Brasil em 1929, integrando-se rapidamente ao movimento modernista nacional. 

Em 1944, a convite do então prefeito Juscelino Kubitschek, mudou-se para Belo Horizonte. Lá, liderou um curso livre de artes que originou a famosa Escola Guignard, um dos maiores marcos no ensino artístico do país. A exposição estabelece uma ligação especial com o legado de Alberto da Veiga Guignard, um dos grandes nomes da arte brasileira e referência fundamental da tradição modernista mineira.

A artes de Joanna Scharlé, essa herança está presente não apenas como uma influência artística, mas como uma maneira de compreender o desenho, a aquarela e a própria figura humana.

Joanna foi formada sob a orientação de Solange Botelho, discípula direta de Guignard, e também realizou pós-graduação na instituição que leva o nome do mestre. Essa formação permitiu que a artista se aproximasse de uma tradição que valoriza o desenho como elemento essencial da expressão artística.


Registro da exposição: Exposição “Alegria de criar”, com Solange Botelho e artistas convidados. Instituto Cultural Brasil estados unidos - ICBEU. Belo Horizonte, Minas Gerais, (2004).

Registro da exposição: Exposição “Alegria de criar”, com Solange Botelho e artistas convidados. Instituto Cultural Brasil estados unidos - ICBEU. Belo Horizonte, Minas Gerais, em 2004,  Joanna Sharlé era uma das artistas convidadas.


Entretanto, sua produção não se limita a repetir uma escola ou reproduzir uma tradição. Joanna absorve essa herança e a transforma a partir de seu próprio olhar, construindo uma linguagem contemporânea marcada pela precisão técnica, pela expressividade e pela investigação das emoções humanas.

É justamente nesse encontro entre tradição e contemporaneidade que a exposição encontra sua identidade.

O nanquim e a aquarela - Os rostos ocupam um lugar especial na produção apresentada por Joanna Scharlé.

Alguns aparecem fortes, densos e marcados pelo preto intenso do nanquim. Outros surgem mais leves, fluidos e luminosos, envoltos pela transparência da aquarela.

O contraste entre essas duas técnicas cria uma atmosfera singular.

De um lado, a intensidade do preto. De outro, a delicadeza da cor.

De um lado, a firmeza do traço. De outro, a liberdade da aquarela.

É nesse diálogo que Joanna procura chegar à essência de seus personagens.

Seus trabalhos não pretendem simplesmente copiar ou reproduzir a realidade. Os rostos e as formas são reinterpretados pela sensibilidade da artista e transformados em imagens que carregam sentimentos, silêncios e diferentes possibilidades de leitura.

Há, em cada obra, uma busca por aquilo que existe além da aparência.

A artista plástica, Joanna Scharlé

 A artista plástica, Joanna Scharlé com seus trabalhos no espaço cultural da PUC Minas

      f otos:divulgação

A artista plástica, Joanna Scharlé

 A artista plástica, Joanna Scharlé

A artista plástica, Joanna Scharlé diante de sua exposição

ARTE QUE CONVIDA A DESACELERAR - Visitar a exposição é também aceitar um convite para diminuir o ritmo.

Em meio à rotina acelerada e à quantidade cada vez maior de imagens que recebemos diariamente, as obras de Joanna Scharlé pedem um olhar mais demorado.

É preciso observar o traço.

Perceber a delicadeza da aquarela.

Sentir a força do nanquim.

Descobrir os pequenos detalhes.

E permitir que as emoções presentes em cada trabalho sejam percebidas pouco a pouco.

A mostra convida o público a contemplar a sensibilidade e a densidade que habitam o mistério de cada obra e a descobrir as diferentes nuances emocionais que vibram nos trabalhos da artista.

Mais do que simplesmente olhar, o visitante é convidado a sentir.


A proposta de “Nanquim e Aquarela – A Herança de Guignard” ultrapassa a apresentação das obras e amplia o diálogo entre arte e desenvolvimento emocional.

Durante a exposição, serão realizadas duas atividades de Arteterapia especialmente destinadas a crianças e jovens.

Joanna Scharlé, além de sua trajetória nas artes plásticas, é pós-graduada em Terapia Cognitivo-Comportamental (TCC) e atua em Arteterapia. Nas atividades, conduzirá práticas que unem o gesto artístico ao cuidado emocional, criando oportunidades para que crianças e jovens possam utilizar a expressão artística como forma de comunicação e manifestação de sentimentos.

A proposta aproxima a criação artística da experiência emocional, valorizando a criatividade e a liberdade de expressão.


Atividades de ARTETERAPIA de Joanna Scharlé

Atividades de Arteterapia de Joanna Scharlé


A artista plástica, Joanna Scharlé e Mariana Franco,  psicóloga

A artista plástica, Joanna Scharlé e Mariana Franco, psicóloga

Durante a exposição, serão realizadas duas atividades de Arteterapia voltada especialmen- te para crianças e jovens. Joanna Scharlé, pós‑graduada em TerapiaCognitivo‑Comportamental (TCC) e atuante em Arteterapia, conduzirá práticas que unem o gesto artístico ao cuidado emocional.

As atividades contarão também com a participação da psicóloga Mariana Franco (CRP 04/74946).

Sua atuação está baseada na abordagem cognitiva inspirada na análise de Judith Beck, contribuindo para fortalecer o olhar clínico e o suporte emocional oferecido aos participantes.

A presença da psicóloga acrescenta uma dimensão importante às atividades, estabelecendo uma ponte cuidadosa entre a experiência artística e o acolhimento emocional de crianças e jovens.

Dessa forma, a exposição amplia seu alcance e demonstra como a arte pode ser também um espaço de expressão, reflexão e cuidado.



Mariana Franco e  a artista plástica, Joanna Scharlé

A psicóloga Mariana Franco e  a artista plástica, Joanna Scharlé

Atividade de Mariana Franco,  psicóloga

Atividades de  da psicóloga Mariana Franco


“Nanquim e Aquarela – A Herança de Guignard” é, portanto, uma exposição que reúne técnica, tradição, contemporaneidade e emoção.

Nas mãos de Joanna Scharlé, o nanquim deixa de ser apenas tinta sobre o papel. O traço transforma-se em linguagem. A aquarela deixa de ser apenas cor e passa a funcionar como respiração, luz e movimento.

Os rostos apresentados pela artista parecem guardar histórias que não são contadas de maneira explícita. Cabe ao visitante estabelecer sua própria relação com cada imagem e descobrir, em meio às linhas e às transparências, aquilo que mais o toca.

É uma mostra que valoriza o tempo do olhar em uma sociedade acostumada à velocidade.

Uma oportunidade para entrar em contato com uma arte que preserva a tradição do desenho e, ao mesmo tempo, encontra novas possibilidades de expressão.



Exposição  da artista plástica Joanna Scharlé


UM CONVITE À SENSIBILIDADE - Para quem visitar a exposição, fica o convite: desacelere.


Deixe por alguns instantes o mundo lá fora.

Observe cada rosto.

Acompanhe cada linha.

Perceba os espaços vazios, as sombras, as transparências e as cores.

Permita-se descobrir o que existe por trás de cada obra.

Talvez a maior riqueza do trabalho de Joanna Scharlé esteja justamente nessa possibilidade: diante de seus desenhos e aquarelas, o espectador não encontra apenas aquilo que a artista criou, mas também espaço para suas próprias emoções, memórias e interpretações.

Exposição  da artista plástica Joanna Scharlé


“Nanquim e Aquarela – A Herança de Guignard” é um encontro entre a tradição e o presente, entre a precisão do traço e a liberdade da cor, entre a arte e a emoção.

Uma exposição para olhar com calma.

Para sentir.

Para refletir.

E, sobretudo, para deixar que a arte nos lembre de algo que a vida contemporânea muitas vezes nos faz esquecer: a beleza também mora naquilo que exige tempo para ser contemplado.

Joanna Scharlé e Cristina Pereira,  secretária da administração da Biblioteca da Puc Minas

Joanna Scharlé e Cristina Pereira, secretária da administração da Biblioteca da Puc Minas

A artista plástica, Joanna Scharlé e Mariana Franco,  psicóloga

 A artista plástica, Joanna Scharlé e a psicóloga

Mariana Franco


CINEBH CELEBRA 20 ANOS E HOMENAGEIA A CINEASTA PARAGUAIA PAZ ENCINA

 





 

20ª CineBH – Mostra Internacional de Cinema de Belo Horizonte, que será realizada de 22 a 27 de setembro, celebra duas décadas de história prestando homenagem à cineasta paraguaia Paz Encina, uma das principais realizadoras do cinema latino-americano contemporâneo. A diretora já confirmou presença em Belo Horizonte e participará da cerimônia de abertura do evento, no dia 22 de setembro, quando receberá o Troféu CineBH em reconhecimento à sua trajetória artística e à sua contribuição para o cinema da América Latina.

A homenagem integra a programação comemorativa dos 20 anos da CineBH e reafirma a vocação do festival de aproximar o público brasileiro de grandes nomes do cinema latino-americano. A escolha de Paz Encina dialoga com a própria identidade da mostra, construída ao longo de duas décadas como espaço de reflexão, intercâmbio e valorização da produção audiovisual da região.

Além da entrega do troféu, a homenagem inclui uma entrevista exclusiva publicada no catálogo da mostra, a exibição de três de seus filmes na seção "Diálogos Históricos" e encontros da realizadora com o público, oferecendo uma oportunidade única de conhecer de perto a trajetória e o pensamento de uma das mais importantes cineastas da atualidade.


Aos 55 anos, Paz Encina é formada em Direção Cinematográfica pela Universidad del Cine, em Buenos Aires. Ao longo de duas décadas, construiu uma obra marcada pela consistência formal e pelo compromisso com a história, a memória e a identidade do Paraguai. A homenagem na CineBH coincide com uma data simbólica de sua carreira: em 2026, "Hamaca Paraguaya", seu primeiro longa-metragem, completa 20 anos.

Vencedor do Prêmio da FIPRESCI na mostra Un Certain Regard, do Festival de Cannes, "Hamaca Paraguaya" foi o primeiro longa-metragem realizado no Paraguai desde 1978 e tornou-se um marco na cinematografia latino-americana contemporânea. Falado em guarani, o filme acompanha Cândida e Ramón, um casal de camponeses idosos que aguarda notícias do filho durante os últimos dias da Guerra do Chaco, em 1935.

Além deste clássico, a mostra "Diálogos Históricos" apresentará "Exercícios de Memória" (2016), no qual Encina reconstrói, a partir das lembranças de três irmãos, a história do desaparecimento do opositor político Agustín Goiburú durante a ditadura de Alfredo Stroessner, e "Carta a um Velho Mestre" (2024), delicada homenagem ao cineasta brasileiro Eduardo Coutinho.

Ao homenagear Paz Encina na edição em que celebra seus 20 anos, a CineBH reconhece uma artista cuja obra reafirma o cinema como espaço de memória, resistência e criação, fortalecendo o diálogo cultural entre os países latino-americanos e consolidando o compromisso histórico do festival com a difusão das cinematografias da região.

A 20ª CineBH – Mostra Internacional de Cinema de Belo Horizonte e o 17º Brasil CineMundi integram o Cinema sem Fronteiras 2026 – programa internacional de audiovisual idealizado pela Universo Produção e que reúne também a Mostra de Cinema de Tiradentes (centrada na produção contemporânea, em janeiro) e a CineOP – Mostra de Cinema de Ouro Preto (que difunde o audiovisual como patrimônio e ferramenta de educação, em junho).

 

BRASIL CINEMUNDI ANUNCIA A SELEÇÃO DE 37 PROJETOS DE LONGA E AMPLIA CONEXÕES DO AUDIOVISUAL BRASILEIRO COM MERCADO INTERNACIONAL

                            


                                                         


Brasil CineMundi – International Coproduction Meeting, maior evento de mercado do cinema brasileiro realizado no país, chega à 17ª edição integrado à 20ª CineBH – Mostra Internacional de Cinema de Belo Horizonte, a ser realizada entre os dias 22 e 27 de setembro. O Brasil CineMundi selecionou 37 projetos para estarem no programa em 2026 e, ao reuni-los em diferentes etapas de realização e criar espaços de formação, apresentação e negociação, estrutura toda sua programação em torno do contato entre as equipes brasileiras e agentes da indústria audiovisual mundial que estarão presentes.

 A sede do evento em 2026 será realizada no Cine Theatro Brasil. 

Os 37 projetos estão distribuídos em cinco categorias. São 10 projetos na seção Horizonte, voltada a longas de ficção em desenvolvimento; 6 na DocBrasil, dedicada aos documentários; 6 na Foco Minas, exclusiva a projetos mineiros; 5 em Work in Progress (WIP), com filmes em processo de finalização; e 10 na Paradiso Multiplica, categoria voltada a projetos de ficção realizada em parceria com o Projeto Paradiso. 

A edição recebeu 375 inscrições, um recorde na história do Brasil CineMundi. Entre os selecionados estão projetos de 11 estados: Bahia, Ceará, Distrito Federal, Goiás, Minas Gerais, Paraná, Pernambuco, Rio de Janeiro, Rio Grande do Sul, Santa Catarina e São Paulo. Minas Gerais aparece com a maior presença, tendo emplacado 10 projetos, seguido por São Paulo, com 9, e Pernambuco, com 5. 

A seleção foi feita pela comissão composta por Ivan Melo (Brasil) produtor da Cup Filmes; Isona Admetlla (Alemanha), consultora criativa internacional; Paulo de Carvalho (Alemanha), produtor da Autentika Films; Pedro Butcher (Brasil), crítico, pesquisador e professor; e Séverine Roinssard (França), produtora e consultora da Parati Films; Cléber Eduardo (Brasil), crítico e curador da CineBH; e Cecilia Gabrielan, produtora da Universo Produção. 

Uma das novidades do Brasil CineMundi em 2026 são as sessões de pitching dos projetos das categorias Horizonte, DocBrasil e Foco Minas, a serem realizadas no dia 23 de setembro, com apresentação direta dos trabalhos a convidados e players do mercado audiovisual. 


O crescimento das inscrições aparece como um dos principais indicadores da edição de 2026 do Brasil CineMundi. Segundo o produtor Paulo de Carvalho, integrante da comissão de seleção, houve aumento de 45% nos projetos em desenvolvimento e de 90% entre os inscritos no Work in Progress. 

Para ele, esse movimento pode estar relacionado tanto aos resultados recentes de políticas de financiamento, com diversos projetos apoiados pela Lei Paulo Gustavo, quanto ao trabalho de aproximação e formação desenvolvido pelo próprio programa. “Acho que tem um pouco essas duas linhas: por um lado, já são alguns resultados da Lei Paulo Gustavo, porque vários projetos tinham recebido apoio; por outro, tem a questão do espaço do Brasil CineMundi, com a conexão em Tiradentes e a divulgação e os workshops realizados lá”, afirma.

Para Pedro Butcher, crítico, pesquisador e também selecionador, o crescimento está associado à trajetória do programa. “Acho que isso é resultado da continuidade, da confiança que as pessoas estão tendo no Brasil CineMundi”.

Os 22 projetos em desenvolvimento das categorias Horizonte, DocBrasil e Foco Minas participam do Lab de Desenvolvimento, ministrado pela produtora francesa Séverine Roinssard, com atividades de preparação das equipes para os encontros com profissionais nacionais e internacionais, além de desenvolver o trabalho criativo. A proposta é identificar potencialidades e aspectos a serem aprimorados em cada projeto e preparar os participantes para as sessões de pitching e os one-on-one meetings durante o evento. 

Estes 22 projetos mais os 5 selecionados para Work in Progress também estarão nas rodadas de negócios com representantes da indústria internacional. No WIP, as equipes poderão apresentar cortes atuais dos filmes em sessões fechadas aos convidados e receber consultorias especializadas de acordo com as necessidades de cada trabalho. Já os 10 projetos da categoria Paradiso Multiplica recebem mentorias de roteiro, ministradas pelos Talentos Paradiso. 

Na avaliação dos selecionadores, a quantidade maior de propostas não resultou na concentração em um tema específico. Paulo de Carvalho identifica, ao contrário, um leque bem amplo de temas, com projetos de diferentes estados e abordagens, incluindo trabalhos de realizadores afro-brasileiros e LGBTQIA+, além de uma presença perceptível de atrizes que passam à direção de seus primeiros filmes, tanto na ficção quanto no documentário. Entre essas estreias na direção está a atriz Nash Laila, selecionada na categoria Horizonte com “Dona da Minha Cabeça”. 

Outro aspecto destacado por Carvalho é uma característica importante da seleção do programa: a disposição de “apostar em realizadores e propostas ainda em processo de consolidação, para além dos nomes e circuitos mais estabelecidos” e destaca a presença do paulistano Lincoln Péricles (LK), com “Olhos de Yara”, projeto em desenvolvimento selecionado para a categoria Horizonte, e “Filme de Apostas”, no Work in Progress. 

Todos os projetos participam ainda do Workshop de Design de Audiência, conduzido por Isona Admetlla, socióloga e gestora cultural especializada em design de público, consultoria estratégica e formação no setor audiovisual. 

A presença internacional no 17o Brasil CineMundi vai ser composta por mais de 50 convidados de 15 países: Alemanha, Argentina, Áustria, Brasil, Canadá, Chile, Colômbia, Cuba, Espanha, França, Itália, México, República Dominicana, Senegal e Uruguai.

O júri oficial, que vai avaliar os projetos, será composto pelo produtor Fred Burle, da One Two Films, da Alemanha; pela diretora e roteirista brasileira Joana Oliveira; e por Jesús Pimentel, diretor executivo do Cine Qua Non Lab, do México. 

 

PROJETOS SELECIONADOS DO 17o BRASIL CINEMUNDI

 

CATEGORIA HORIZONTE

 

  • BOI DE CONCHAS 

FICÇÃO | RIO DE JANEIRO

DIREÇÃO: DANIEL BAROSA

PRODUÇÃO: SABRINA GARCIA, NIKOLAS MACIEL

EMPRESA PRODUTORA: TVZERO, NIMBOO'S

 

  • BPM: BATIDAS PELO MUNDO
    FICÇÃO | MINAS GERAIS

DIREÇÃO: GABRIEL MARCOS

PRODUÇÃO: MARINA SOARES

EMPRESA PRODUTORA: MARULHO FILMES

 

  • CAROCA

FICÇÃO | CEARÁ, PERNAMBUCO

DIREÇÃO: BIGMARK

PRODUÇÃO: LEO TABOSA

EMPRESA PRODUTORA: PONTILHADO CINEMATOGRÁFICO

 

  • CAVALO 

FICÇÃO | PERNAMBUCO, SÃO PAULO

DIREÇÃO: VALENTINA HOMEM

PRODUÇÃO: MAYRA FAOUR AUAD, VALENTINA HOMEM

EMPRESA PRODUTORA: MYMAMA, SEMPRE VIVA

 

  • DONA DA MINHA CABEÇA
    FICÇÃO | PERNAMBUCO

DIREÇÃO: NASH LAILA

PRODUÇÃO: LETÍCIA SIMÕES, JOÃO VIEIRA JR

EMPRESA PRODUTORA: CARNAVAL FILMES

 

  • GOSTO DE AMORA
    FICÇÃO | PARANÁ

DIREÇÃO: ERIK GASPARETTO

PRODUÇÃO: ARIANE MIAKE

EMPRESA PRODUTORA: MURIQUI FILMES 

 

  • KIKI - UMA PONTE ENTRE MUNDOS
    FICÇÃO | SANTA CATARINA

DIREÇÃO: DARIO ALDANA, WERÁ ALEXANDRE, PATRÍCIA PARA YXAPY

PRODUÇÃO: SIRLI FREITAS

EMPRESA PRODUTORA: ENSEADA FILMES

 

  • MUGANGA
    FICÇÃO | SÃO PAULO

DIREÇÃO: RODRIGO RIBEYRO

PRODUÇÃO: JULIA ALVES

EMPRESA PRODUTORA: QUARTA-FEIRA FILMES

 

  • MULHERES BERRANTES 
    FICÇÃO| BAHIA

DIREÇÃO: LUCIANA SACRAMENTO, THAMIRES VIEIRA

PRODUÇÃO: THAMIRES VIEIRA

EMPRESA PRODUTORA: TERÁ FILMES

 

  • OLHOS DE YARA
    FICÇÃO | SÃO PAULO

DIREÇÃO: LINCOLN PÉRICLES (LK)

PRODUÇÃO: JULIA ALVES, LINCOLN PÉRICLES (LK)

EMPRESA PRODUTORA: QUARTA-FEIRA FILMES

 

 

CATEGORIA DOCBRASIL

 

  • A SENHORA DIRCE 

DOCUMENTÁRIO | SÃO PAULO

DIREÇÃO: THAIS CARVALHO

PRODUÇÃO: CAMILA NUNES, ANDRÉ MONTENEGRO, DIANA PATIÑO, MARCELA WECKELMANN

EMPRESA PRODUTORA: PLATE FILMES, LA PRODUCTORA CINE, NU VENTRE FILMES

 

  • AÑA 

DOCUMENTÁRIO| PERNAMBUCO

DIREÇÃO: MARIANA LACERDA

PRODUÇÃO: CAROL FERREIRA

EMPRESA PRODUTORA: BEBINHO SALGADO 45

 

  • COSTURANDO BEIRADAS DE RIO 

DOCUMENTÁRIO | SÃO PAULO

DIREÇÃO: CAMILA KZAN

PRODUÇÃO: LAI DANTAS

EMPRESA PRODUTORA: PINA FILMES

 

  • EM NOME DO PAI E DO FILHO 

DOCUMENTÁRIO | BAHIA

DIREÇÃO: GABRIEL FREIRE

PRODUÇÃO: MARÍLIA CUNHA

EMPRESA PRODUTORA: MOVIE AÇÕES AUDIOVISUAIS

 

  • O PRESIDENTE NEGRO 

DOCUMENTÁRIO | DISTRITO FEDERAL

DIREÇÃO: GABRIEL F. MARINHO

PRODUÇÃO: CAROLINA VILLALOBOS

EMPRESA PRODUTORA: VILLA-LOBOS PRODUÇÕES

 

  • PRIMAS 

DOCUMENTÁRIO | RIO GRANDE DO SUL

DIREÇÃO: BRUNO GULARTE BARRETO

PRODUÇÃO: MARINA TORRE

EMPRESA PRODUTORA: ESTRANHO PRODUÇÕES, VIÉS PRODUÇÕES VISUAIS, OMAJA FILMES

 

 

CATEGORIA FOCO MINAS

 

  • A LUTA QUE NÃO PODE PARAR
    DOCUMENTÁRIO| MINAS GERAIS

DIREÇÃO: EWERTON BELICO

PRODUÇÃO: VITOR GRAIZE

EMPRESA PRODUTORA: VASTO MUNDO

 

  • CORAÇÃO AMERICANO
    DOCUMENTÁRIO| MINAS GERAIS

DIREÇÃO: AIANO BEMFICA

PRODUÇÃO: TATIANA MITRE

EMPRESA PRODUTORA: AMARILLO PRODUÇÕES AUDIOVISUAIS

 

  • O RECADO DO FOGO
    FICÇÃO | MINAS GERAIS

DIREÇÃO: MARIANA DE MELO, YASMIN GUIMARÃES

PRODUÇÃO: ANTONIO PEDRONI, BRUNO GRECO, MATHEUS MOURA

EMPRESA PRODUTORA: CURVA DO VENTO FILMES, URSANA FILMES, MEIA PALAVRA FILMES

 

  • SOBREVIVENTE DE GUERRA
    FICÇÃO| MINAS GERAIS

DIREÇÃO: MARCELO LIN

PRODUÇÃO: BRUNO HILÁRIO, MARCO ANTÔNIO PEREIRA, RODRIGO MEIRELES

EMPRESA PRODUTORA: ABDUÇÃO FILMES

 

  • VULGO CARMEN
    FICÇÃO | MINAS GERAIS

DIREÇÃO: DUDA GAMBOGI

PRODUÇÃO: VITOR DRUMOND, MATHEUS MOURA, ANTONIO PEDRONI

EMPRESA PRODUTORA: URSANA FILMES

 

  • ZONA DE AUTOSALVAMENTO
    FICÇÃO | MINAS GERAIS

DIREÇÃO: JOÃO BORGES

PRODUÇÃO: ANDRÉ HALLAK

EMPRESA PRODUTORA: CASA NA ÁRVORE, YARA FILMES

 

 

CATEGORIA WORK IN PROGESS

 

  • BOM RETORNO
    FICÇÃO | MINAS GERAIS

DIREÇÃO: BRENO ALVARENGA

PRODUÇÃO: CAROL SILVA

EMPRESA PRODUTORA: LIMONADA AUDIOVISUAL

 

  • FILME DE APOSTAS
    EXPERIMENTAL| SÃO PAULO

DIREÇÃO E PRODUÇÃO: LINCOLN PÉRICLES (LK)

EMPRESA PRODUTORA: ASTÚCIA FILMES

 

  • FOGO ADENTRO
    DOCUMENTÁRIO| GOIÁS

DIREÇÃO: DANIEL CALIL, RENATO OGATA

PRODUÇÃO: DANIEL CALIL, RENATO OGATA, LUDMILLA RODRIGUES, ELIANE FERREIRA

EMPRESA PRODUTORA: PIRA FILMES

 

  • O RIO SABE O NOSSO NOME
    DOCUMENTÁRIO | SÃO PAULO

DIREÇÃO: ANDRÉ LORENZ MICHILES

PRODUÇÃO: ANA SARDENBERG

EMPRESA PRODUTORA: ESTRANGEIRA FILMES

 

  • SOL A PINO
    FICÇÃO | BAHIA

DIREÇÃO: ANA DO CARMO

PRODUÇÃO:  RUBIAN MELO, ALINE FONTES, GABRIEL PIRES

EMPRESA PRODUTORA: SATURNEMA FILMES

 

 

CATEGORIA PARADISO MULTIPLICA

 

  • CHAMA
    FICÇÃO | MINAS GERAIS

DIREÇÃO E ROTEIRO: SOFIA MARINHO

PRODUÇÃO: SARAH HELLEN

EMPRESA PRODUTORA:  DONA PRODUÇÕES

 

  • DEPOIS DO CERCO, A COLINA
    FICÇÃO | SÃO PAULO

DIREÇÃO E ROTEIRO: RAÍSSA B. KASPAR

PRODUÇÃO: BEATRIZ PEREIRA

EMPRESA PRODUTORA: TANANÃ FILMES

 

  • DIAS DE GLÓRIA
    FICÇÃO | SÃO PAULO

DIREÇÃO E ROTEIRO: ASAPH LUCCAS

PRODUÇÃO: MORENA KOTI

EMPRESA PRODUTORA: MISS SUNSHINE FILMS

 

  • DIFÍCIL TRADUZIR O SILÊNCIO
    FICÇÃO | RIO GRANDE DO SUL

DIREÇÃO E ROTEIRO: ELEONORA LONER, GABRIEL FACCINI

PRODUÇÃO: PRISCILA GUERRA

EMPRESA PRODUTORA: VERTE FILMES

 

  • EM LUGAR ALGUM
    FICÇÃO | PERNAMBUCO

DIREÇÃO: LUIZ OTÁVIO PEREIRA

ROTEIRO: LUIZ OTÁVIO PEREIRA, HEIDI TRINDADE

PRODUÇÃO: PEDRO MAIA DE BRITO, THAMIRES ARAÚJO

EMPRESA PRODUTORA: ABS PRODUÇÕES, MIÚDO CINEMATOGRÁFICO

 

  • ENTRELINHAS
    FICÇÃO | RIO DE JANEIRO

DIREÇÃO E ROTEIRO: BRUNA AGUIAR, ANTONIO VICTOR SIMAS

PRODUÇÃO: BRUNA AGUIAR

EMPRESA PRODUTORA: REC & AFINS

 

  • O BARULHO DOS OUTROS
    FICÇÃO | MINAS GERAIS

DIREÇÃO: MARIA NAVARRO

ROTEIRO: CLARA DELGADO, MARIA NAVARRO

PRODUÇÃO: JULIA ALVES, NINA BITTENCOURT

EMPRESA PRODUTORA: QUARTA-FEIRA FILMES

 

  • SAUDADE É COISA QUE NINGUÉM ESCUTA
    FICÇÃO | PARANÁ

DIREÇÃO: STEFANO LOPES

ROTEIRO: STEFANO LOPES, FILIPE ISENSEE

PRODUÇÃO: TIAGO FELIPE, STEFANO LOPES

EMPRESA PRODUTORA: PRISMA COCRIAÇÕES

 

  • ÚLTIMA PARADA
    FICÇÃO | MINAS GERAIS

DIREÇÃO E ROTEIRO: CRIS VENTURA

PRODUÇÃO: TAMIRA ABREU

EMPRESA PRODUTORA: NOS DA FITA

  • VERDE, AMARELO
    FICÇÃO | RIO GRANDE DO SUL

DIREÇÃO E ROTEIRO: BRUNA GIULIATTI, RICHARD TAVARES

PRODUÇÃO: GABRIEL FACCINI

EMPRESA PRODUTORA: VENTO LESTE

A 20ª CineBH – Mostra Internacional de Cinema de Belo Horizonte e o 17º Brasil CineMundi integram o Cinema sem Fronteiras 2026 – programa internacional de audiovisual idealizado pela Universo Produção e que reúne também a Mostra de Cinema de Tiradentes (centrada na produção contemporânea, em janeiro) e a CineOP – Mostra de Cinema de Ouro Preto (que difunde o audiovisual como patrimônio e ferramenta de educação, em junho).

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Primeiro robô de entregas em aeroportos do mundo revoluciona experiência de compra no Aeroporto Internacional de Belo Horizonte- BH Airport

    O primeiro robô autônomo do mundo desenvolvido para realizar entregas em aeroportos inaugura uma experiência completa de compra e consum...