quinta-feira, 26 de março de 2026

Aberta as inscrições do Festival Internacional de Curtas de BH

 


O 28º abre o período de inscrições de filmes, que poderão ser submetidos à avaliação da comissão curatorial entre os dias 2 de abril (quinta-feira) e 17 de maio (domingo) de 2026, de forma gratuita, e exclusivamente pelo site oficial do FestCurtasBH e pela plataforma internacional ShortFilmDepot. Poderão ser inscritos curtas-metragens finalizados nos anos de 2025 e 2026. A data de finalização da obra, para filmes não-inéditos, deverá ser considerada como a primeira data de exibição pública. Serão aceitos curtas-metragens com até 45 minutos de duração, de todos os gêneros (exceto filmes publicitários, institucionais, episódio de série e videoclipes), finalizados em película 35mm, 16mm ou em qualquer formato digital (DCP 2K e 4K, DCP 3D, entre outros). O 28º FestCurtasBH – Festival Internacional de Curtas de Belo Horizonte acontece de 30 de outubro a 8 de novembro de 2026, no Cine Humberto Mauro (Palácio das Artes).


A seleção dos curtas-metragens será realizada por uma comissão especializada, com comprovada atuação na área cinematográfica, indicada pela produção do Festival, que fará a curadoria das mostras competitivas e paralelas, e cujos nomes serão divulgados no site do evento. O julgamento terá como critérios de avaliação as propostas estéticas e conceituais que utilizem criativamente os meios expressivos do audiovisual; a relevância conceitual e temática dos curtas; a inovação; o impacto social e cultural e a promoção da igualdade e da diversidade; a contribuição para o aprimoramento da linguagem audiovisual; e a qualidade da narrativa e da abordagem cinematográfica. Os filmes inscritos poderão ser selecionados para as mostras competitivas e paralelas. Os filmes em competição serão avaliados pelo Júri Oficial do Festival e concorrerão ao Troféu Capivara de Melhor Filme em cada categoria (Minas, Brasil e Internacional), além de prêmio no valor bruto de R$5.000,00 (cinco mil reais). Já as mostras paralelas apresentam conjuntos de filmes selecionados a partir de um conceito ou temática proposta pela curadoria, a exemplo das tradicionais Infantil, Animação, Juventudes e Maldita.  Todos os filmes que participam de mostras competitivas e paralelas concorrem ainda ao prêmio do Júri Popular, que será definido a partir de votação do público durante a mostra, e dará ao vencedor, além do Troféu, o valor bruto de R$3.000,00 (três mil reais). A programação ainda contará com premiações surpresas, que terão o objetivo de valorizar o trabalho técnico e artístico dos profissionais do cinema brasileiro, trazendo para o debate a importância do formato de curta-metragem para a cadeia produtiva do mercado cinematográfico local e internacional.

O FestCurtasBH é realizado pelo Ministério da Cultura, Governo de Minas Gerais, Secretaria de Estado de Cultura e Turismo de Minas Gerais e Fundação Clóvis Salgado. As atividades da Fundação Clóvis Salgado têm a Cemig como mantenedora, Patrocínio Master do Instituto Cultural Vale e Grupo Fredizak, Patrocínio Prime do Instituto Unimed-BH e Instituto Anglogold, Patrocínio Plus da Vivo, Patrocínio da ArcelorMittal e correalização da APPA – Cultura & Patrimônio. O Palácio das Artes integra o Circuito Liberdade, que reúne mais de 60 equipamentos com as mais variadas formas de manifestação de arte e cultura em transversalidade com o turismo. A ação é viabilizada por meio da Lei Federal de Incentivo à Cultura. Vale-Cultura. Governo do Brasil, do lado do povo brasileiro.

Pontapé da edição – Fruto de uma decisiva política pública da Fundação Clóvis Salgado, que celebra a linguagem do curta-metragem em seus diversos desdobramentos, o Festival tem sido, ao longo dos anos, terreno fértil para debater as múltiplas vertentes criativas do cinema. Aberto a todas as formas, cores e ritmos do cinema, o FestCurtasBH acolhe o diverso como princípio e celebra o inesperado como percurso da experiência fílmica, abrindo janelas de exibição para obras que experimentam, que tensionam a linguagem, que inventam novas maneiras de ver e sentir o mundo. Há, na essência de sua programação, um desejo de olhar para o cinema não apenas como espetáculo, mas como campo vivo de pensamento. Assim, cada filme se torna também pergunta, vestígio, memória em disputa. Entre o que foi consagrado e o que permaneceu à margem, o festival investiga rastros — revelando apagamentos, reativando presenças, reabrindo histórias. Nesse gesto, o FestCurtasBH transforma a tela em espaço de descoberta: um território onde passado e presente se encontram, e onde o cinema, em constante reinvenção, insiste em nos convocar a ver de novo — e diferente.

Para Bruno Hilário, coordenador-executivo do FestCurtasBH, as inscrições são o início do festival. “O momento de abertura de inscrição do Festival de Curtas é, para mim, que estou na equipe de produção e curadoria há 17 anos, guardado com muito carinho porque é quando a gente faz o pontapé inicial para a edição daquele ano. Nós abrimos as inscrições com uma expectativa imensa de receber filmes de diversas realidades, diversos contextos de produção e através deles entender os movimentos do cinema contemporâneo em diversos contextos: local, nacional e internacional. Quais são os temas, o que está sendo debatido, como o cinema está olhando para o mundo?”, aponta Hilário.

Além das tradicionais Mostras Competitivas – Minas, Brasil e Internacional –, o Festival conta com as Mostras Paralelas e Especiais, trazendo diferentes propostas temáticas e estéticas. A programação também inclui sessões com recursos de acessibilidade, debates, comentários, mesas-redondas, exposições, shows e performances artísticas, seminários, palestras, cursos, convidados nacionais e internacionais e eventos especiais, bem como a tradicional oficina de crítica cinematográfica do programa “Corpo Crítico”. Além da programação, o FestCurtasBH apresenta, após o término da edição, uma curadoria itinerante que percorre escolas e centros culturais da capital mineira e de mais de 30 cidades no interior de Minas Gerais. FestCurtasBH abre

 Com a missão de fomentar a criação, a formação, a produção e a difusão da arte e da cultura em Minas Gerais, a Fundação Clóvis Salgado (FCS) é vinculada à Secretaria de Estado de Cultura e Turismo de Minas Gerais (Secult).


Artes visuais, cinema, dança, música, ópera e teatro integram a ampla programação desenvolvida nos espaços sob sua gestão, como o Palácio das Artes, a CâmeraSete – Casa da Fotografia de Minas Gerais e a Serraria Souza Pinto. A Fundação também é responsável pela gestão dos corpos artísticos — Orquestra Sinfônica de Minas Gerais, Coral Lírico de Minas Gerais e Cia de Dança Palácio das Artes — além do Cine Humberto Mauro, das Galerias de Arte e do Cefart. Em 2026, ao celebrar os 55 anos do Palácio das Artes, a FCS amplia suas ações para todas as artes e todos os públicos, reafirmando seu compromisso com a democratização cultura
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Hotéis e pousadas têm até 20 de abril para adotar nova Ficha Nacional de Registro de Hóspedes Digital



A era do papel nas recepções dos hotéis brasileiros está com os dias contados. Empreendimentos do ramo têm até o dia 20 de abril para usar a Ficha Nacional de Registro de Hóspedes (FNRH), no formato 100% digital.

A implementação definitiva da FNRH Digital é um marco para o turismo. Com a implementação definitiva da ferramenta digital, o setor entra em uma nova fase de modernização, eliminando processos burocráticos e facilitando o check-in tanto para os estabelecimentos quanto para os viajantes. Também significa uma redução de custos e mais tempo para o hoteleiro focar no que realmente importa: receber bem e com agilidade o turista que visita o  país.

 

A ferramenta é 100% on-line e dispensa totalmente o uso de formulários físicos. A partir de agora, o armazenamento dos dados passa a ser feito de forma digital e vitalícia nos servidores do Governo Federal. Para os meios de hospedagem, essa mudança representa uma economia real de tempo e custos operacionais, além de garantir uma segurança jurídica muito mais robusta para o negócio.


A transição para o modelo digital é amparada pela Lei Geral do Turismo (Lei 14.978, de 2025) e resolve um problema antigo: a falta de precisão em estatísticas colhidas de forma manual. Com a centralização das informações, o MTur passa a compreender com exatidão o perfil dos visitantes, os motivos da viagem e os meios de transporte usados.

Com mais dados estratégicos em mãos, o Brasil ganha inteligência de mercado para planejar políticas públicas e investimentos que atendam melhor às necessidades do setor hoteleiro e dos próprios turistas, fortalecendo a economia nacional como um todo.

Desenvolvida pelo Ministério do Turismo, em parceria com o Serviço Federal de Processamento de Dados (Serpro), a plataforma assegura que todas as informações registradas sigam rigorosamente as regras da Lei Geral de Proteção de Dados (LGPD). Os dados são consolidados pelo Ministério do Turismo sem identificação individual, ou seja, eles ficam protegidos, sem revelar a identidade de nenhum hóspede.


Histórias no Museu das Reduções



O Museu das Reduções leva você a observar as maravilhas da exposição de réplicas em miniatura de construções feitas ao longo de cinco séculos em diversos lugares no Brasil. O visitante encanta com o equipamento cultural que retrata séculos da história brasileira e sua arquitetura de uma maneira bem diferente. O Museu das Reduções, o local das miniaturas está no Mercado de Origem, em Belo Horizonte, informações https://museudasreducoes.com.br/109-2/



O projeto do Museu das Reduções foi iniciado em 1978, quando quatro irmãos, após se aposentarem, iniciaram a reprodução de grandes monumentos arquitetônicos brasileiros. As réplicas, além de terem os mesmos detalhes, são feitas também com os mesmos materiais utilizados nas edificações originais, sem aplicação de produtos sintéticos ou industrializados. O acervo do museu conta com a representação de monumentos espalhados em 24 municípios de 15 estados brasileiros. “É um trabalho inédito e referência nacional em educação patrimonial. Existem outros parques temáticos em miniaturas, mas não temos notícia de algum outro que tenha esse contexto, utilizando as técnicas e ferramentas que foram criadas de maneira exclusiva por quatro pessoas com mais de 60 anos”, explica Carlos Alberto Vilhena, filho de um dos idealizadores e diretor do museu.




As obras retratam a Matriz de Nossa Senhora da Conceição, Viamão/RS; Casa de Enxaimel, Pomerode/SC; Estação Ferroviária, Joinville/SC; Museu de Arqueologia e Etnologia de Paranaguá, Paranaguá/PR; Igreja de São Benedito, Paranaguá/PR; Fazenda do Resgate, de Bananal/SP; Casas Coloniais, Paraty/RJ; Igreja de Nossa Senhora da Glória do Outeiro, Rio de Janeiro/RJ; Convento dos Reis Magos, Nova Almeida/ES; Farol de São João da Barra (Farol da Barra), Salvador/BA; Engenho de São João, Itamaracá/PE; Convento de São Francisco de Assis, Olinda/PE; Fortaleza dos Reis Magos, Natal/RN; Museu Histórico de Sergipe, São Cristóvão/SE; Mercado Municipal, Laranjeiras/SE; Trecho de Rua, Marechal Deodoro/AL; Casas Particulares, Aracati/CE; Palácio Conde dos Arcos, Goiás Velho/GO; Palácio da Alvorada, Brasília/DF; Usina Marmelos Zero, Juiz de Fora/MG; Solar dos Ferreira, Campanha/MG; Casa de Câmara e Cadeia, Mariana/MG; Igreja de Nossa Senhora da Expectação do Ó, Sabará/MG; Igreja de São Francisco de Assis (Igrejinha da Pampulha), Belo Horizonte/MG; Igreja das Dores, Campanha/MG; Casa Paroquial de Amarantina, Ouro Preto/MG, Casa dos Contos, Ouro Preto/MG e, inacabada, a Igreja de São Francisco de Assis, Ouro Preto/MG. A Igreja São Francisco de Assis, de Ouro Preto.

Antes de chegar a BH, o museu teve outras moradias, sendo a mais recente em Cachoeira do Campo, também distrito de Ouro Preto. “O museu ficou mais de 20 anos em Amarantina “A ideia do mercado era também ter um polo cultural e o museu funciona como essa âncora. Os projetos educativos, inclusive, são o grande foco do museu atualmente. Já atendemos mais de 30 mil alunos da rede pública, um projeto inovador para os estudantes conhecerem histórias através das réplicas”, afirma.


Segundo o Carlos Vilhena, as construções favoritas dos visitantes são os prédios dos séculos 16, 17 e 18, principalmente o casario do século 18 e a primeira hidrelétrica da América do Sul, inaugurada em 1889 em Juiz de Fora. Em relação às construções mais recentes, do século 20, o destaque vai para a igreja da Pampulha, feita pelo arquiteto Oscar Niemeyer em Belo Horizonte. A reprodução do santuário é uma das mais detalhadas, com a presença dos bancos, do altar, os quadros da Via Sacra, o mezanino e o painel feito por Candido Portinari (1903-1962) nos azulejos na parte de trás da igreja. “O museu é uma aula de geografia, história e matemática, é imperdível mesmo. As portas são abertas para todos os públicos, jovens, adultos e idosos. A gente só tem retorno positivo dos visitantes, todo mundo sai daqui encantado”, finaliza.



Museu das Reduções/Mercado de Origem Rua Adriano Chaves e Matos, 447 – Olhos D’Água, Belo Horizonte Aberto de terça-feira a domingo, das 10h às 17h informações https://museudasreducoes.com.br

Linha Especial de Crédito para o Setor de Hospedagem e Alimentação em Minas Gerais

 

A  Portaria MTUR nº 9/2026 garante condições especiais do Novo Fungetur para hotéis, restaurantes, bares e empresas turísticas nos municípios em estado de emergência ou calamidade pública pelas chuvas

O Ministério do Turismo publicou, em 19 de março de 2026, a Portaria MTUR nº 9/2026, assinada pelo Ministro Gustavo Feliciano, que institui condições financeiras especiais de acesso aos recursos do Fundo Geral de Turismo (Novo Fungetur) para os prestadores de serviços turísticos sediados em municípios de Minas Gerais atingidos pelas chuvas intensas e formalmente reconhecidos em situação de emergência ou estado de calamidade pública pelo Ministério da Integração e do Desenvolvimento Regional (MIDR), bem como por decretos estaduais e municipais.

A medida alcança diretamente hotéis, pousadas, restaurantes, bares, agências de turismo e demais empresas enquadradas como prestadores de serviços turísticos na forma do art. 21 da Lei nº 11.771/2008, que estejam instalados nos municípios declarados em situação de emergência ou calamidade.

QUEM TEM DIREITO?

Para acessar as condições especiais, a empresa deve preencher, cumulativamente, dois requisitos:

• Estar regularmente inscrita no Cadastro de Prestadores de Serviços Turísticos do Ministério do Turismo (Cadastur); e

• Formalizar a solicitação junto ao agente financeiro credenciado durante o prazo de vigência da Portaria.

QUAIS SÃO AS CONDIÇÕES ESPECIAIS?

A Portaria autoriza os agentes financeiros credenciados que já operam os recursos do Novo Fungetur nos municípios afetados a adotar duas modalidades de benefício:

Contratos em curso (renegociação):

Extensão do período de carência já previsto na Portaria MTUR nº 666/2020 e suspensão da amortização por até 6 meses.

Novos contratos de financiamento: Ampliação do período de carência em até 6 meses além do prazo-padrão.

Atenção: durante o período de suspensão, o valor financiado e a remuneração do agente financeiro continuam sendo capitalizados. 

O pagamento integral do saldo devedor ocorrerá conforme o prazo total de cada linha de financiamento.

COMO ACESSAR?

O empresário do setor deve procurar diretamente os agentes financeiros credenciados que já operacionalizam o Novo Fungetur em seu município e formalizar a solicitação enquanto a Portaria estiver em vigor. 

Recomenda-se verificar previamente a regularidade do cadastro junto ao Cadastur (cadastur.turismo.gov.br).

A FNHRBS acompanha de perto as consequências das chuvas para o setor de hospedagem e alimentação em Minas Gerais e saúda a iniciativa do Ministério do Turismo.

Orientamos todas os sindicatos filiados e suas associadas a verificar se seus municípios estão formalmente reconhecidos em situação de emergência ou calamidade pública e a mobilizar seus empresários para o acesso tempestivo às condições especiais do Novo Fungetur. 

Motoqueiros infratores terão travas nas passarelas em rodovias

 

 


O abuso dos motoqueiros em trafegar com as motos pelas passarelas nas rodovias estão com os dias contados na estrada administrada pela  Via Cristais, concessionária responsável pela operação da BR-040 entre Belo Horizonte e Cristalina (Goiás), em 

594 quilômetros de estrada.  com a  a instalação de  trava-motos nas passarelas da rodovia. A primeira etapa da trava-motos termina dia 27 de março com as instalações.

Segundo a concessionária, a trava-motos, tem o objetivo de reforçar a segurança dos pedestres que utilizam essas estruturas diariamente.

Os dispositivos metálicos foram projetados para impedir a circulação de motocicletas, animais de grande porte e outros veículos em locais exclusivos para pessoas. Ao mesmo tempo, garantem acessibilidade, permitindo a passagem de cadeirantes e pessoas com mobilidade reduzida, assegurando o direito de ir e vir com dignidade.

 

A iniciativa integra o compromisso da concessionária com a segurança viária e a modernização da infraestrutura da BR-040. Em 2025, a Via Cristais já havia concluído a instalação de 11 sistemas de iluminação em passarelas em cidades como Belo Horizonte, Contagem, Ribeirão das Neves e Paracatu. Os equipamentos utilizam lâmpadas de LED alimentadas por energia solar, unindo tecnologia, sustentabilidade e proteção.

 

Além da iluminação, as passarelas receberam reparos e nova pintura, reforçando a modernização das estruturas. Para os próximos anos, está prevista a reforma e construção de mais 43 passarelas ao longo do trecho administrado pela concessionária.


quarta-feira, 25 de março de 2026

Programa Fé Nelas reúne 1.000 mulheres no empreendedorismo feminino


                                       
                                       



O Programa Fé Nelas, da Fecomércio MG, será dia  07 de abril, entre as 08h e as 19h, no Sesc Palladium, ai ampliar a rede de mulheres empreendedoras do estado. O encontro, que será um dos maiores sobre empreendedorismo feminino em Minas Gerais, deve contar com mais de mil mulheres com o objetivo de criar mais oportunidades de capacitação e promover conexões com entidades e organismo parceiros. Ao final do evento, haverá a apresentação da cantora Vanessa da Mata. As interessadas em participar podem se inscrever no endereço https://fenelas.rds.land/fe-nelas-construindo-futuros-conectando-mulheres

Desde o lançamento, o Fé Nelas vem capacitando mulheres em situação de vulnerabilidade, desempregadas, 50+, mães, informais, em transição de carreira e microempreendedoras.         

O evento Fé Nelas contará com várias palestrantes engajadas no tema do empreendedorismo como Ana Fontes, CEO e fundadora da Rede Mulher Empreendedora, que fará abertura. A influenciadora, escritora, humorista e psicóloga Pequena Lô é outra participante confirmada.  

Ainda estão previstas as participações de Márcia Queirós e Michelle Wadhy, fundadoras da Fast Escova e Karina Forlenza, autora do livro Quebre o teto de vidro e da especialista Meta Blueprint e estrategista de marketing, Viviane Sabino, da pesquisadora da PUC Minas, Sabrina Mendes, da escritora Michelle Silva (Senac SP), de Nancy pereira de Amorim e Juliana Gaudêncio (SESC MG), da psicóloga e diretora de RH da Manpower Group Brasil, Wilma Dal Col.      

O Fé Nelas também abordará o tema da segurança envolvendo as mulheres. A palestra “Insegurança Feminina na Sociedade – Quando a mulher se reescreve”, terá as presenças de Letícia Gamboge, delegada-geral da Polícia Civil MG, Dra. Soraia Joislane, médica e major da PMMG e Juthay Nogueira (Projeto Romper Morro das Pedras).

“O Fé Nelas é mais do que um evento, é um movimento que transforma desafios em potência, conexão e protagonismo. Acreditamos na força das mulheres, especialmente daquelas que ainda estão em busca de oportunidades, e criamos um espaço onde elas possam se desenvolver, se reconhecer e ampliar suas possibilidades. A iniciativa conecta propósito, conhecimento e experiências reais, contribuindo para que cada mulher avance com mais confiança na construção da sua própria trajetória”, analisa a supervisora de Eventos Integrados da Fecomércio MG, Marizete Andrade.

Profissionais da comunicação buscam resgatar a Associação Mineira de Imprensa

                          Entrada da sede da AMI

Jornalistas, publicitários e outros profissionais da comunicação em Minas Gerais protocolaram, no dia 19 de março,  na Justiça Estadual, uma ação judicial que busca resgatar uma das mais importantes instituições de comunicação, artes e cultura do Estado: a Associação Mineira de Imprensa (AMI).

A iniciativa é liderada pelo jornalista Washington Mello, ex-presidente do Sindicato dos Jornalistas de Minas Gerais e da Federação Nacional dos Jornalistas (Fenaj), e foi formalizada por meio do advogado José Anchieta da Silva.

Com o objetivo de fortalecer o movimento e ampliar o apoio da sociedade, a mobilização já conta com mais de mil assinaturas em um manifesto público, subscrito por profissionais da comunicação e de diversas outras áreas, sensibilizados pela situação de abandono em que se encontra a entidade. O manifesto será lançado oficialmente no próximo dia 30 de março (segunda-feira), no pátio da Academia Mineira de Letras, ao lado do prédio da AMI, com a presença de representantes do movimento e de instituições do setor de comunicação no Estado.

Fundada em 1921, em Juiz de Fora, e transferida para Belo Horizonte em 1951, por iniciativa do então presidente do Sindicato dos Jornalistas de Minas, professor José Mendonça, a AMI é uma instituição privada que, durante décadas, desempenhou papel relevante na representação de profissionais e empresas do setor de comunicação. Complementarmente às atividades do Sindicato dos Jornalistas, a Associação teve presença marcante na capital mineira, sendo espaço de referência frequentado por intelectuais, artistas e profissionais da imprensa.

Atualmente, a entidade encontra-se trancada, abandonada, endividada e sob o controle de pessoas que, segundo o movimento, não representam os profissionais de comunicação de Minas Gerais, com dirigentes de endereços desconhecidos até mesmo para a Justiça. Essa situação se arrasta desde 2015.

Profissionais da imprensa e de outras áreas da comunicação relatam que foram impedidos de participar de reuniões, tendo a entrada vetada inclusive a ex-associados, expulsos sob a alegação de inadimplência. Há anos, grupos tentam, judicialmente, garantir o direito de filiação e promover mudanças que restabeleçam uma gestão democrática, transparente e representativa, em consonância com os princípios estatutários da AMI. Todas as tentativas, até agora, não tiveram sucesso, o que levou à atual ação judicial.

Entenda o caso  -  As últimas diretorias da AMI — a anterior, presidida pelo radialista Wilson Miranda, eleito em 2008 e falecido em 2021, e a atual, liderada por José Honorato de Oliveira Júnior — promoveram alterações estatutárias, como a ampliação de mandatos e a cassação de associados classificados como inadimplentes. Essas decisões foram tomadas em assembleias gerais com apenas seis participantes.

Segundo o movimento, essas mudanças impediram o acesso da categoria não apenas às decisões da entidade, mas também à sua sede. Desde então, as diretorias vêm se reelegendo em mandatos consecutivos, por meio de assembleias que contam com a participação de pessoas pouco conhecidas no meio jornalístico, embora todas as decisões sejam formalmente registradas em ata. A última eleição ocorreu em setembro de 2024, para um mandato com validade até setembro de 2028.

Atualmente, a única atividade visível no prédio da AMI é o funcionamento de um restaurante self-service no pavimento inferior. Não há prestação pública de contas sobre o aluguel do espaço, e a responsável pelo estabelecimento se recusa a fornecer informações sobre o contrato, bem como dados de contato dos membros da diretoria.


Aberta as inscrições do Festival Internacional de Curtas de BH

  O 28º abre o período de inscrições de filmes, que poderão ser submetidos à avaliação da comissão curatorial entre os dias 2 de abril (quin...