segunda-feira, 14 de setembro de 2026

Festuris amplia compromisso com a inclusão e abre espaço à comunidade para ouvir histórias que transformam

                                      

Atleta gaúcho com síndrome de Down, Yves Dupont fez história no judô brasileiro ao se tornar, em 2007, o primeiro judoca com síndrome de Down a conquistar a faixa-preta no Rio Grande do Sul e o segundo no Brasil com o CEO do Festuris, Eduardo Zorzaello

 

A inclusão sempre esteve entre as pautas que fazem parte da trajetória do Festuris – Feira Internacional de Turismo de Gramado, em um compromisso que ultrapassa o universo do turismo e se conecta a um propósito maior: contribuir para uma sociedade com mais oportunidades, respeito, representatividade e espaço para que todas as pessoas exerçam plenamente sua cidadania.

 

Em 2026, esse compromisso ganha um novo capítulo. Com apoio do Serra Park e em parceria com a APAE Gramado, o Festuris realiza, no dia 13 de novembro, o “Festuris Inclusão – Conexões Sem Limites”, um encontro aberto à comunidade que terá uma tarde dedicada à reflexão, à sensibilização e, principalmente, à conexão entre pessoas por meio de histórias reais.

 

A proposta é levar a pauta da inclusão para além do setor de turismo e criar um espaço de encontro capaz de ampliar perspectivas e provocar novas formas de enxergar a diversidade.

 

“Essa trajetória também é construída em parceria com a APAE Gramado, com iniciativas voltadas à inclusão produtiva e à ampliação de oportunidades. É uma parceria que reforça uma convicção que carregamos conosco: promover a inclusão é transformar realidades”, afirma Marta Rossi, CEO do Festuris.

  

Três histórias, diferentes caminhos e um mesmo propósito- Ao lado da APAE Gramado, o Festuris reunirá no palco três pessoas que transformam desafios em caminhos de desenvolvimento, talento em conexão e protagonismo em inspiração. Cada história revela, a seu modo, o potencial que pode surgir quando existem oportunidades, acesso e espaço para que cada indivíduo possa mostrar quem é.

 

Jovem artista com carreira internacional, DJ HeyDoc é autista e encontrou na música uma poderosa forma de expressão, comunicação e conexão. Por meio da arte, constrói pontes entre diferentes universos, aproximando pessoas típicas e atípicas e mostrando que existem muitas maneiras de sentir, criar, comunicar e estar no mundo.

 

Sua trajetória convida a sociedade a enxergar a diversidade não como uma barreira, mas como uma oportunidade de conexão e aprendizado. No palco, HeyDoc estará acompanhado de sua mãe e empresária, Sandra Gabriel, que também participa dessa trajetória de construção e desenvolvimento artístico.

 

Influenciadora e ativista, Manuela Vasquez levou sua voz até Genebra, na Suíça, onde discursou no Conselho de Direitos Humanos das Nações Unidas (ONU) sobre a importância da rede de apoio, dos direitos e da inclusão das pessoas com síndrome de Down.

 

Sua trajetória representa protagonismo, coragem e participação social. Manuela amplia uma discussão fundamental sobre representatividade: pessoas com deficiência precisam estar não apenas nos espaços em que se fala sobre elas, mas também naqueles em que elas próprias têm voz, participação e poder de decisão.

 

Sua história reforça a importância da autonomia, da representatividade e do direito de ocupar espaços de fala e transformação. Ao seu lado estará a mãe e grande incentivadora, Leonor Bernhoeft, empresária que acompanha sua trajetória e seu protagonismo.


 

Atleta gaúcho com síndrome de Down, Yves Dupont fez história no judô brasileiro ao se tornar, em 2007, o primeiro judoca com síndrome de Down a conquistar a faixa-preta no Rio Grande do Sul e o segundo no Brasil.

 

Sua trajetória é marcada por disciplina, dedicação e pela superação de barreiras. Yves também representou o Brasil em competições internacionais e conquistou medalhas em etapas do Judô For All.

 

No tatame, encontrou muito mais do que um esporte: encontrou um caminho de desenvolvimento, reconhecimento e protagonismo. Sua história mostra como acesso e oportunidade podem revelar potenciais que, muitas vezes, permanecem invisíveis quando faltam espaços para que sejam desenvolvidos. Yves estará acompanhado de seu professor e treinador de judô, Daniel Pires.

 

 “Muitas vezes, é uma história que nos faz repensar conceitos. É uma trajetória que quebra preconceitos. É uma pessoa que nos mostra que os limites podem estar muito mais nas barreiras que construímos do que nas diferenças que existem entre nós”, destaca Eduardo Zorzanello, CEO do Festuris.

 

O “Festuris Inclusão – Conexões Sem Limites” nasce com a intenção de ser mais do que um encontro no palco. A proposta é criar um momento de escuta e aproximação capaz de gerar reflexões que ultrapassem o espaço do evento e cheguem às famílias, empresas, escolas, instituições e espaços públicos.

 

A iniciativa parte da compreensão simples de que inclusão não deve ser apenas um tema debatido em momentos específicos, mas uma prática cotidiana. Significa garantir acesso, oferecer oportunidades, respeitar diferenças, derrubar barreiras, reconhecer talentos, ampliar a representatividade e permitir que cada pessoa possa ocupar seu lugar na sociedade.

 

“Queremos que cada história inspire uma reflexão, mas também uma atitude. Que o encontro não termine quando as luzes do palco se apagarem. Que as conexões construídas ali possam chegar às famílias, às empresas, às escolas, aos espaços públicos e a todos os lugares onde a inclusão precisa acontecer de forma concreta”, complementa Eduardo.

 A APAE Gramado é uma parceira fundamental do Festuris na construção de iniciativas voltadas à inclusão, à geração de oportunidades e à transformação social.

Com atuação no atendimento e na defesa dos direitos das pessoas com deficiência, a instituição reúne experiência, conhecimento e um olhar humanizado para os desafios e potencialidades de uma sociedade verdadeiramente inclusiva. Sua trajetória consolidou a APAE Gramado como uma referência regional na valorização das potencialidades de cada indivíduo.

 

É a partir desse propósito compartilhado que Festuris e APAE Gramado se unem para realizar o Festuris Inclusão – Conexões Sem Limites. A iniciativa, que vai além de uma ação, representa o desejo de ampliar o alcance da pauta da inclusão, levando o debate para além do turismo e aproximando a comunidade de histórias, experiências e perspectivas capazes de transformar percepções.

 

Aberto à comunidade, o Festuris Inclusão – Conexões Sem Limites pretende ser um encontro para ouvir, conhecer, refletir e se inspirar. No dia 13 de novembro, Gramado será palco de três histórias que mostram diferentes possibilidades de protagonismo e lembram que, quando oportunidades são criadas, novos caminhos também se tornam possíveis.

Voluntariado ganha força no país e reúne mais de 400 pessoas em ação do BH Airport


  

A educação concentra 80% das iniciativas de voluntariado realizadas por empresas no Brasil, segundo a edição mais recente do Censo Brasileiro de Voluntariado Empresarial. O levantamento nacional registrou mais de 32 mil ações em 2024, alcançando 7,3 milhões de pessoas. O estudo também contabilizou mais de 130 mil participações voluntárias. Entre as organizações pesquisadas, o ODS 4, Educação de Qualidade, foi o Objetivo de Desenvolvimento Sustentável mais trabalhado. 


Esse recorte também está presente na atuação socialmente responsável do BH Airport, que mobilizou mais de 400 pessoas em uma ação realizada no Projeto Educacional Ninho, em Lagoa Santa. A iniciativa reuniu voluntários, alunos, familiares e profissionais da instituição em uma programação voltada à formação, à cultura, à cidadania e à convivência. A abertura foi um dos destaques do encontro. Com flautas doces, os alunos do programa de musicalização interpretaram as canções “Asa Branca”, de Luiz Gonzaga e Humberto Teixeira, e “Anunciação”, de Alceu Valença. 



Após a apresentação, as turmas foram organizadas em grupos e passaram por um circuito de oficinas, em sistema de rodízio, nas estações de origami, desenho, colorido, peteca e desafios de cooperação motora. A dinâmica favoreceu a participação dos alunos nas diferentes atividades e a interação com os voluntários. A programação também contou com gincanas, que trabalharam aspectos como cooperação, organização em equipe e convivência em jogos coletivos, como o cabo de guerra e rouba bandeira. 



Nas rodas de conversa, colaboradores de diferentes áreas apresentaram a diversidade de profissões envolvidas na operação aeroportuária. Os profissionais compartilharam experiências e conversaram com as crianças e os adolescentes sobre diversidade, trajetórias profissionais e perspectivas para o futuro. De acordo com a gerente de Comunicação e Marketing do BH Airport, Joelma Fraga, o voluntariado é uma forma de colocar conhecimentos, habilidades e experiências dos colaboradores a serviço do território. 

“A atuação em parceria com organizações locais também permite identificar necessidades, construir iniciativas conjuntas e manter uma relação mais próxima com as pessoas que vivem no entorno do aeroporto. Ao apresentar diferentes trajetórias e profissões, nossos voluntários contribuem para ampliar as referências das crianças e dos adolescentes sobre formação e trabalho. Essa troca fortalece a parceria com a comunidade e sustenta a nossa agenda ESG, orientada pela educação e pela geração de oportunidades”, acrescenta. 

Parceria mantém agenda com a comunidade -Em 2025, as ações de voluntariado desenvolvidas pelo BH Airport em parceria com o Projeto Educacional Ninho beneficiaram 1.053 pessoas. Além do encontro realizado em setembro, mês dedicado ao voluntariado, a agenda do ano passado destacou uma mobilização especial no Natal. Os colaboradores adotaram cartinhas e contribuíram com a entrega de presentes a mais de 200 crianças. Aproximadamente 700 pessoas participaram da celebração, que contou com a distribuição de livros, materiais educativos, itens de uso criativo e bicicletas. 

Há cerca de dez anos, o Projeto Educacional Ninho atua na promoção da mobilidade social por meio da educação. A instituição oferece gratuitamente ensino em tempo integral para crianças em situação de vulnerabilidade social, em uma área com mais de 14 mil metros quadrados. Além do currículo escolar, os alunos têm acesso a um material didático alinhado às principais tendências educacionais do país, aulas de inglês, música, teatro e artes, práticas de pesquisa científica e empreendedorismo, alimentação e acompanhamento psicossocial. 


Com localização estratégica e um dos principais hubs do país, o BH Airport atende cerca de 70 destinos nacionais e internacionais. O aeroporto é administrado pelo Grupo ASUR (Aeroportuario del Sureste), um dos principais operadores internacionais, com presença nas Américas e no Caribe; pela Zurich Airport, operadora do Aeroporto de Zurique, principal hub aéreo da Suíça; e pela Infraero, estatal com mais de 50 anos de experiência na gestão aeroportuária brasileira.

Festa da Cerveja de Contagem reúne cervejarias artesanais, gastronomia e grandes nomes do rock na Praça Tancredo Neves

 

O evento gratuito acontece no dia 19 de setembro, das 12h às 22h, com mais de 50 opções gastronômicas e shows.Contagem recebe, no dia 19 de setembro, uma programação especial para os amantes de cerveja, gastronomia e boa música. A Praça Presidente Tancredo Neves, no bairro Camilo Alves, será palco da Festa da Cerveja de Contagem, evento gratuito que reúne cervejarias artesanais, diferentes estilos de chope, mais de 50 opções de gastronomia de boteco e uma programação musical dedicada ao rock. A festa acontece das 12h às 22h, em frente à Prefeitura de Contagem. Os ingressos são gratuitos e podem ser retirados através do site Festa da Cerveja de Contagem.

                                 Praça Tancredo Neves

Durante dez horas de programação, o público poderá experimentar diferentes tipos de cerveja e chope, conhecer produtos de cervejarias artesanais e aproveitar uma seleção gastronômica com carnes, porções, petiscos e outros clássicos da culinária de boteco. Haverá opções a partir de R$ 25,00.

A proposta do evento é transformar a praça em um ponto de encontro para moradores de Contagem e visitantes de outras cidades da Região Metropolitana de Belo Horizonte, reunindo três elementos que fazem parte da cultura e da tradição mineira: boa comida, cerveja e música.

Cerveja artesanal e gastronomia de boteco -A cultura cervejeira é um dos destaques da programação. A festa contará com cervejarias artesanais, além de opções de chope Pilsen e de estilos especiais, permitindo que o público conheça diferentes sabores e propostas de produção.

A gastronomia também terá papel de destaque, com mais de 50 opções de comida de boteco para acompanhar as bebidas. A variedade inclui carnes, porções e petiscos, oferecendo diferentes possibilidades para o público durante o evento.

A combinação entre cerveja e gastronomia reforça uma tradição bastante presente em Minas Gerais: reunir amigos e familiares em torno da mesa para compartilhar comida, bebida e boas histórias.

Rock é destaque na programação musical - A música completa a programação da Festa da Cerveja de Contagem com apresentações que percorrem diferentes fa rock e doses do pop rock.

Entre as atrações estão Lurex, Beerjuice, com um tributo ao Pearl Jam; Saideira, apresentando clássicos do Skank; Balão Vermelho, com sucessos do Barão Vermelho; e o DJ Gleidison Teixeira.

Com repertórios que passeiam por clássicos nacionais e internacionais, as apresentações prometem embalar o público durante a programação e transformar a Praça Presidente Tancredo Neves em um grande espaço de convivência e celebração da música.

Entrada: gratuita

Ingressos: Sympla – Festa da Cerveja de Contagem

Vagalume – Primeiro Festival de Cinema do Interior celebra memória, cultura e talentos da região de Raul Soares








O evento acontece no dia 26 de setembro, em Raul Soares interior mineiro, reunindo produções audiovisuais, música e histórias da região; programação cultural começa dia 25 de setembro, com espetáculo teatral em Rio Casca.

 

Vozes do interior - foto Nathan Castro

As cidades de Raul Soares e São Pedro dos Ferros serão palco de uma celebração inédita da cultura regional. A programação começa no dia 25 de setembro (sexta-feira) , às 20h:30, em Rio Casca, com a apresentação do espetáculo teatral Um tal Guimarães, e segue no dia 26 (sábado) , a partir das 18h, em Raul Soares, com o Vagalume – I Festival de Cinema do Interior.

 

O festival acontece às 18h, no Sicoob União dos Vales, em Raul Soares (MG), e nasce com o propósito de valorizar a produção artística, a memória e as histórias do interior por meio do cinema, da música e do encontro com a comunidade.

 




Mais do que uma mostra audiovisual, o festival propõe um olhar para as próprias raízes. A iniciativa busca utilizar o cinema como ferramenta de educação, pertencimento e desenvolvimento social, reunindo moradores, artistas regionais e empresas que acreditam na cultura como instrumento de transformação. Toda a curadoria e produção do festival estão a cargo do diretor mineiro Vitor Peres em parceria com escritor raul-soarense Lucca Tartaglia, que também assina o roteiro de um dos filmes e é responsável pela composição das músicas-tema de Ferrense Presente e Vozes do Interior.

 

A programação apresenta produções ambientadas na própria região e conduz o público por diferentes perspectivas sobre identidade, memória e pertencimento, valorizando personagens, lugares e histórias que fazem parte da memória coletiva.

 

Teatro abre a programação cultural em Rio Casca - A agenda cultural começa na sexta-feira, 25 de setembro, às 20h, no Automóvel Clube de Rio Casca , com a apresentação de seu espetáculo solo de teatro “Um tal Guimarães”.

A peça integra o percurso artístico que também será apresentado no documentário “Um tal Guimarães de volta pra Casa”, que estará na programação do festival no dia seguinte. O espetáculo reforça a ponte construída pelo artista entre sua trajetória profissional no Rio de Janeiro e suas raízes mineiras.

 A apresentação em Rio Casca antecede o festival e prepara o público para uma programação que, no dia seguinte, reúne teatro, cinema, música e memória em uma celebração da cultura do interior toda a su programação gratuita.



Cinema e histórias do interior chegam à tela - Já no sábado, 26 de setembro, a partir das 18h, em Raul Soares, o público poderá conferir produções audiovisuais que têm a região como cenário, inspiração e ponto de partida.

Entre os destaques da programação está a ficção “Raul Soares – Vozes do Interior”, com roteiro de Lucca Tartaglia e direção de Vitor Peres. A obra acompanha um homem que percorre antigas estações ferroviárias desativadas enquanto enfrenta lembranças do passado. Paralelamente, a narrativa apresenta a história de uma família que busca se reestruturar após uma perda. O filme aborda temas como afeto, memória e pertencimento.

Também será exibido o doc/ficção “São Pedro dos Ferros – Ferrense Presente”, dirigido por Vitor Peres. Sob o olhar poético de uma criança, o filme percorre ruas, personagens marcantes e tradições de São Pedro dos Ferros, resgatando elementos que ajudam a preservar a memória coletiva da cidade.

 A programação conta ainda com o documentário “Um tal Guimarães de volta pra Casa”, produção que estabelece uma ponte entre Minas Gerais e o Rio de Janeiro. O filme acompanha o retorno do ator mineiro Vitor Peres à sua terra natal para uma apresentação especial, depois de conquistar importantes palcos do país. A obra propõe uma reflexão sobre raízes, identidade e o vínculo de um artista com o lugar onde sua história começou.

Diretor do festival, Vitor Peres mantém uma relação próxima com a região, mesmo vivendo atualmente no Rio de Janeiro. Sua trajetória artística é marcada por trabalhos realizados em Raul Soares, São Pedro dos Ferros e outras cidades do entorno.

 Entre esses trabalhos estão sua participação nas celebrações dos 100 anos de Raul Soares e a direção de “Coração de Ferro Conta São Pedro”, realizado em parceria com o grupo Ferrense Coração de Ferro.

 

Para Vitor Peres, o Vagalume representa também um reencontro. Ao levar o cinema de volta para sua região de origem, o artista reforça uma trajetória construída entre o interior de Minas Gerais e a cena cultural do Rio de Janeiro, sem perder de vista as raízes que continuam presentes em seu trabalho.

 

“Mesmo morando no Rio de Janeiro, eu nunca deixei de olhar para a minha terra. Essas histórias, essas pessoas e essa memória fazem parte de quem eu sou. O festival é uma forma de devolver um pouco de tudo isso para a região e, principalmente, de mostrar que o interior também tem histórias que merecem ser contadas e vistas na tela”, afirma Vitor Peres.

 

Cinema, música e encontro

Além das produções audiovisuais, o festival contará com show musical ao vivo com artistas da região, ampliando a celebração da cultura local e criando um espaço de encontro entre público, música e cinema. Além dos músicos e artistas locais, o festival terá a participação do cantor Alan Moura.

 

A proposta do Vagalume é justamente transformar a experiência cinematográfica em uma celebração coletiva, aproximando o público das histórias que fazem parte do território e dando visibilidade aos talentos que surgem no interior.

 

A iniciativa também reforça a importância de criar espaços para que artistas e produtores culturais possam apresentar seus trabalhos fora dos grandes centros, estimulando a circulação da produção regional e fortalecendo os vínculos entre cultura e comunidade.

 

Assim, entre teatro, cinema, música e memória, o Vagalume chega com a proposta de acender uma luz sobre as histórias do interior — não apenas para lembrá-las, mas para fazê-las circular, encontrar novos públicos e permanecer vivas.

 RIO CASCA 

Espetáculo teatral “Um tal Guimarães”

Data: 25 de setembro (sexta-feira)

Horário: 20h:30

Local: Automóvel Clube de Rio Casca


 RAUL SOARES 

Vagalume – I Festival de Cinema do Interior

Data: 26 de setembro (sábado)

Horário: 18h

Local: Sicoob União dos Vales

 

Programação audiovisual:

 • Raul Soares – Vozes do Interior — Ficção | Roteiro: Lucca Tartaglia | Direção: Vitor Peres

• São Pedro dos Ferros – Ferrense Presente — Doc/ficção | Direção: Vitor Peres

• Um tal Guimarães de volta pra Casa — Documentário

• Show musical ao vivo com artistas da região

Feriado de 12 de outubro ganha clima de descanso em família no Fazenda Sant'Anna Hotel and Wellness

 


O feriado de 12 de outubro é uma oportunidade para trocar a rotina corrida por alguns dias de descanso em família. Em Amparo, a cerca de 125 km da capital paulista, a Fazenda Sant’Anna Hotel and Wellness combina natureza, lazer e bem-estar em uma proposta pensada para diferentes gerações.

Instalado em uma antiga fazenda de café do século XIX, o hotel ocupa uma área de mais de 1,5 milhão de metros quadrados na Serra da Mantiqueira. O cenário cercado pelo verde, aliado à estrutura de lazer e aos espaços de descanso, permite que adultos e crianças aproveitem o período no próprio ritmo.

A proposta para o feriado não está ligada apenas a manter as crianças ocupadas, mas a criar tempo de qualidade em família. Trilhas para caminhadas, lago de pesca, piscinas e amplas áreas ao ar livre oferecem diferentes possibilidades para compartilhar momentos, alternando atividades com períodos de descanso.


Tempo de qualidade em meio à natureza - O contato com o ambiente natural é um dos principais elementos da experiência na Fazenda Sant’Anna. Caminhadas pela propriedade, trilhas com cachoeira e espaços abertos ajudam a transformar a hospedagem em uma pausa da rotina das cidades.



As famílias também contam com piscina externa, piscina aquecida e coberta, com áreas para adultos e crianças, além de quadras de tênis e equipe de lazer disponível diariamente.




Outro espaço que aproxima os hóspedes da vida no campo é a fazendinha, onde as crianças podem observar de perto animais como pônei, carneiro, aves e coelhos. A experiência se integra ao ambiente rural da propriedade e amplia as possibilidades de convivência fora das telas e dos espaços urbanos.

Descanso também para os adultos - Enquanto as crianças aproveitam os espaços de lazer, os adultos encontram opções voltadas ao descanso e ao autocuidado.


 O Quintaessência Spa reúne massagens, escalda-pés, hidromassagens, duchas terapêuticas e outras experiências de wellness. 

Com isso, a estrutura permite que cada integrante da família encontre sua própria maneira de aproveitar a estadia, sem que o tempo juntos dependa de uma programação rígida.


Além disso, o sistema de pensão completa ajuda a deixar a rotina do lado de fora também na hora das refeições. Café da manhã, almoço, café da tarde e jantar estão incluídos na hospedagem, permitindo que as famílias aproveitem o tempo juntas sem precisar organizar saídas ou planejar onde comer ao longo do dia.



Entre uma caminhada, um mergulho na piscina ou simplesmente algumas horas sem compromisso, a proposta é abrir espaço para um tipo de convivência que muitas vezes fica restrito aos fins de semana e feriados: sentar à mesa sem pressa, acompanhar as crianças nas descobertas pelo campo ou aproveitar os intervalos do dia sem uma agenda a cumprir.

Para mais informações, acesse: santannafazenda.com.br

Mês da Baleia Franca: como a restrição do turismo tornou Santa Catarina em referência mundial em conservação

 



Mês da Baleia Franca: como a restrição do turismo tornou Santa Catarina em referência mundial em conservação 

Área de Proteção Ambiental do cetáceo no estado completa 26 anos no dia 14 de setembro como a unidade de conservação mais visitada do Brasil

                 

 

A unidade de conservação mais visitada do Brasil não fica na Amazônia, nem em nenhum dos grandes parques nacionais do país. Fica no litoral de Santa Catarina: mais de nove milhões de pessoas passaram pela Área de Proteção Ambiental (APA) da Baleia Franca em 2025, segundo dados do ICMBio.

 

O motivo por trás desse número é, à primeira vista, contraintuitivo. Na APA, criada há 26 anos para cuidar do principal berçário da espécie ameaçada de extinção, a observação embarcada de baleias é proibida desde 2013.

 

Enquanto a maior parte dos destinos de whale watching no mundo compete para aproximar turistas dos animais, o litoral catarinense fez o oposto, e transformou a restrição em seu maior ativo turístico.

                                     

 

A proteção do território que hoje soma 156 mil hectares e 130 km de costa, entre Florianópolis e Balneário Rincão, ocorreu em nome de uma espécie que, décadas atrás, havia praticamente desaparecido da costa brasileira. Entre 1973 e meados dos anos 1980, não existe um único registro de baleia-franca-austral (Eubalaena australis) no litoral do país, resultado de séculos de caça voltada à extração de óleo para iluminação.

                       

Hoje, a população monitorada pelo Instituto Australis soma cerca de 800 indivíduos, crescendo a uma taxa de 4,8% ao ano em uma série histórica de 20 anos. Em 2026, o primeiro avistamento da temporada ocorreu em maio — um dos registros mais precoces já feitos —, sinal de que a curva de recuperação segue firme. Em agosto, a entidade registrou o avistamento recorde de 173 animais em um único dia entre Florianópolis e Torres (RS), sendo 98 apenas em Imbituba.

 

Sem barcos se aproximando das enseadas onde as fêmeas dão à luz, a experiência de observação foi reconstruída a partir de praias, dunas, trilhas e mirantes. A baleia continua sendo a protagonista, mas o produto turístico passou a ser o território.

 

“A experiência de observação tende a aumentar o interesse dos visitantes pela espécie. Eles procuram nosso centro para saber mais sobre o trabalho de conservação, e isso fortalece a percepção da importância de proteger esse patrimônio natural, um importante instrumento de proteção da baleia-franca”, afirma Karina Groch, bióloga e diretora de Pesquisa do ProFRANCA/Instituto Australis, Centro Nacional de Conservação da Baleia Franca.

 

Esse modelo levou o berçário de Santa Catarina a se tornar, em dezembro de 2025, a primeira Área Patrimônio de Baleias (Whale Heritage Area) do Brasil e a segunda da América Latina — reconhecimento concedido pela World Cetacean Alliance a destinos que equilibram conservação, ciência, cultura comunitária e turismo responsável. A região se junta a outros 11 destinos no mundo, entre eles Madeira (Portugal) e Hervey Bay (Austrália).

 

Um diferencial que vai além das baleias

 

Na mesma faixa de litoral, outro fenômeno reforça o caráter único da região: pescadores artesanais e botos-nariz-de-garrafa cooperam na captura da tainha, com os botos sinalizando a localização dos cardumes para as redes. O comportamento já foi certificado como patrimônio cultural imaterial, e Santa Catarina é apenas o segundo lugar do mundo onde essa interação foi documentada.

 

A cadeia de capacitação profissional acompanha esse padrão. Um levantamento do Instituto Australis com 27 guias e condutores da APA, publicado na revista Turismo e Sociedade (UFPR), mostra que boa parte desses profissionais não se define apenas como condutor turístico: eles se veem como educadores ambientais e mediadores entre a ciência e o visitante.

 

Na Canyons do Brasil, empresa de turismo que trabalha com observação de baleias no sul de Santa Catarina, os roteiros incluem capacitação contínua junto ao Instituto Australis e visita ao Centro Nacional de Conservação da Baleia Franca, em Imbituba, onde fica o único esqueleto completo de uma baleia-franca adulta exposto no litoral brasileiro.

 

“Para minimizar o impacto, trabalhamos com grupos reduzidos de até 8 a 10 pessoas, sempre utilizando as trilhas, com atenção aos impactos sonoros. Anteriormente, de junho a outubro era o melhor período de observação; este ano, em abril, as baleias já começaram a chegar”, afirma Guilherme Mainieri, proprietário da empresa.

 

Por ocorrer  no inverno, a temporada redesenha a economia de municípios que historicamente dependiam quase só do verão. Hospedagem, gastronomia, transporte e comércio local passam a girar também entre junho e novembro, uma característica que aproxima o modelo catarinense dos princípios do turismo regenerativo. Mais do que reduzir impacto, o objetivo é gerar legado positivo para o território.

 

 

Um modelo sob ameaça

 

 

É justamente esse território que está em disputa. Um Projeto de Lei da deputada federal Geovania de Sá (Republicanos-SC) propõe excluir toda a porção terrestre da APA — cerca de 34 mil hectares, quase 20% da unidade. Na última semana, a Câmara dos Deputados aprovou regime de urgência para o projeto, o que permite que ele vá direto a votação em plenário, sem passar pelas comissões técnicas.

 

Geovania usou a expressão “desenvolvimento econômico sustentável” para justificar a aprovação de seu projeto, que corrigiria a insegurança jurídica de famílias que vivem em áreas urbanizadas do território desde antes da formalização da APA.

 

Mas ambientalistas temem que a liberação provoque o crescimento da especulação imobiliária e a construção de hotéis e grandes edifícios na região. Além da baleia-franca, entre as espécies ameaçadas que são protegidas estão a tartaruga-cabeçuda, a tartaruga-verde e a toninha.

 

 A Rede Nacional Pró-Unidades de Conservação classificou a proposta como um retrocesso que “carece de fundamentação técnica e jurídica”, em nota que destaca terem sido quase 300 instituições envolvidas na delimitação original da APA. Pesquisadores e o próprio ICMBio alertam que a exclusão da faixa terrestre comprometeria restingas, dunas, manguezais, lagoas e remanescentes de Mata Atlântica — ecossistemas que sustentam tanto a baleia-franca quanto a experiência turística que tornou o estado referência internacional.

 

“Santa Catarina prova que conservação não é o oposto do desenvolvimento, e sim o seu motor. A APA da Baleia Franca é hoje a unidade de conservação mais visitada do Brasil porque escolheu proteger em vez de aproximar. É esse modelo, baseado nos princípios do turismo regenerativo, que deve orientar o futuro do turismo de natureza no país”, afirma Lejania Malheiros, presidente da Abeta - Associação Brasileira das Empresas de Ecoturismo e Turismo de Aventura.

 

Na visão da entidade, o momento reforça a importância de proteger um modelo construído ao longo de 25 anos, e hoje reconhecido internacionalmente como referência em conservação marinha.


Dream Store inaugura café com inspiração nos parques temáticos em BH

 

                      Márcio Pereira e Leo Marcio 


A Dream Store trouxe um pouco da magia dos parques temáticos para Belo Horizonte com a inauguração da Dream Coffee, dentro de sua unidade no Botânico Shopping, no Belvedere. Aberta ao público, a cafeteria tem os waffles como principal assinatura de um cardápio inspirado na gastronomia norte-americana. Integrado à loja, o espaço combina uma pausa para o café com a descoberta de produtos licenciados, em um ambiente que remete a personagens e histórias que atravessam gerações.


Instagram @botanicoshopping @lojasdreamstore


Festuris amplia compromisso com a inclusão e abre espaço à comunidade para ouvir histórias que transformam

                                       Atleta gaúcho com síndrome de Down, Yves Dupont fez história no judô brasileiro ao se tornar, em 2007...