quarta-feira, 2 de setembro de 2026

André Yuki assume presidência da Associação Cultural Nikkey de Varginha

 André Yuki (presidente da ACNV), Noguchi Yasushi (Embaixador do Japão no Brasil) e Akio Nishikawa (ex-presidente da ACNV).

Empresário, que também preside Abrasel no Sul de Minas, SEHAV e ACIV, assume o comando da entidade com o desafio de fortalecer a cultura japonesa e avançar na construção da sede própria


A Associação Cultural Nikkey de Varginha (ACNV) inicia uma nova etapa de sua trajetória com a posse de André Yuki como presidente da entidade. Fundada em 2014, a associação reúne atualmente mais de 70 famílias afiliadas, somando mais de 300 integrantes entre descendentes de japoneses e admiradores da cultura nikkei.


A nova gestão chega com a proposta de ampliar a atuação da ACNV na preservação das tradições japonesas, na promoção de atividades culturais e no fortalecimento dos vínculos da comunidade nipo-brasileira em Varginha e no Sul de Minas.


Além de assumir a presidência da ACNV, André Yuki já possui uma atuação consolidada à frente de entidades representativas do setor empresarial regional. Ele também preside a Associação Brasileira de Bares e Restaurantes (Abrasel) no Sul de Minas Gerais, o Sindicato Empresarial de Hospedagem e Alimentação de Varginha (SEHAV) e a Associação Comercial, Industrial, Agropecuária e Serviços de Varginha (ACIV).


A experiência à frente dessas instituições, segundo Yuki, será importante para fortalecer a capacidade de articulação da ACNV e ampliar o diálogo da entidade com empresas, poder público, instituições e demais segmentos da sociedade.


Construção do Kaikan é uma das prioridades


Entre os principais desafios da nova gestão está a continuidade das obras da sede própria da associação, o Kaikan, espaço considerado fundamental para a expansão das atividades culturais, sociais e esportivas promovidas pela ACNV.


A intenção é avançar na estruturação do espaço para que ele possa se consolidar como um ponto de encontro da comunidade nikkey e também como um local aberto à realização de iniciativas que aproximem a cultura japonesa da população de Varginha e da região.


Outra prioridade é a realização de eventos culturais de maior porte. Entre as propostas está a retomada do Festival do Japão do Sul de Minas, projeto que já vem sendo discutido com lideranças da comunidade nikkey no estado.


A iniciativa pretende contribuir para a valorização e difusão da cultura japonesa, além de estimular o voluntariado e ampliar a participação da comunidade local nas atividades da associação.


Varginha já recebeu uma edição do festival em 2019, na Praça do ET. O evento reuniu um grande público e contou com apresentações culturais, gastronomia típica, artes marciais, danças tradicionais e outras manifestações da cultura japonesa.


Para a ACNV, a retomada de um evento dessa dimensão também pode representar uma oportunidade de fortalecer o turismo e a economia local, com impactos positivos para setores como hotelaria, gastronomia, comércio e serviços.


"Quero contribuir para o crescimento da ACNV”


Ao assumir a presidência, André Yuki destaca que pretende dar continuidade ao trabalho desenvolvido pelas gestões anteriores e, ao mesmo tempo, ampliar a presença da entidade na cidade e na região.


“Assumo este compromisso com muita honra e responsabilidade. Quero contribuir para o crescimento da ACNV, fortalecer nossas atividades e avançar na construção do Kaikan. Pretendo trabalhar para que Varginha receba novamente o Festival do Japão, ampliando nossa presença cultural e envolvendo ainda mais nossos membros e a comunidade. Agradeço a toda diretoria, em especial ao presidente Akio Nishikawa, pela dedicação e contribuição nos últimos três mandatos”, ressaltou.


A nova gestão também pretende fortalecer a participação dos associados nas ações da entidade e ampliar o envolvimento das novas gerações na preservação da cultura e das tradições japonesas.

 

Fundada em 2014, a Associação Cultural Nikkey de Varginha tem como objetivo preservar, valorizar e difundir a cultura japonesa, promovendo a integração entre seus associados e a comunidade. Atualmente, a entidade reúne mais de 70 famílias afiliadas e mais de 300 membros.

Interessados em fazer parte da ACNV podem procurar diretamente membros da diretoria ou associados ativos para obter informações e iniciar o processo de filiação.

Fonte: Ana Luísa Alves.


Festival Gastronômico Cozinhas de Minas acontece em Andradas

  





 

Andradas, no Sul de Minas, se prepara para receber um fim de semana dedicado à gastronomia, à cultura e ao turismo. Entre os dias 4 e 6 de setembro de 2026, a Praça Alcides Mosconi será palco da segunda edição do Festival Gastronômico Cozinhas de Minas, que reúne chefs, produtores, empreendedores, atrações musicais e atividades culturais em uma programação gratuita para moradores e visitantes.

 

Mais do que um evento gastronômico, o festival chega com a proposta de fortalecer Andradas como destino turístico e gastronômico, conectando a produção rural, os restaurantes, bares, hotéis, comércio, cultura e toda a cadeia de serviços que se movimenta com a chegada de visitantes.

 


Durante os três dias, o público poderá acompanhar nove Cozinhas-Show, com chefs preparando receitas que valorizam ingredientes, técnicas e tradições mineiras, além de uma programação musical diversificada, apresentações culturais e atividades voltadas para diferentes públicos.

 

Nove chefs na Cozinha-Show

 Um dos principais destaques da programação são as Cozinhas-Show, que permitem ao público acompanhar de perto o preparo de pratos e conhecer diferentes formas de utilizar ingredientes presentes na culinária mineira.

 

A programação começa na sexta-feira (4/9), com a Chef Lilian Freitas, às 14h, preparando uma Galinhada Caipira. Às 16h, será a vez da Chef Abgail Ribeiro, com a Costelinha Verde Ouro. Encerrando as Cozinhas-Show do primeiro dia, às 20h, o Chef Matheus Ramalho apresenta o Risotto 3 Medalhas.

 

No sábado (5/9), às 15h, a Chef Sônia Kohen prepara Polenta com Ragu de Linguiça. Às 18h, a Chef Fernanda Fonseca apresenta o Risotto Minas Gerais. Já às 20h, a Chef Josélia Lemes assume a cozinha com o Arroz Caldoso da Serra.

 

No domingo (6/9), a programação começa às 14h com o Chef Thiagão, que prepara Frango Caipira com Quiabo e Angu. Às 16h, a Chef Caroline Moraes apresenta Bolo de Milho com Calda de Chocolate e Marolo. Encerrando a programação das Cozinhas-Show, às 18h, a Chef Juliana Veronese prepara o Conjiroto.

 

As atividades aproximam o público dos profissionais da gastronomia e mostram, na prática, como ingredientes e tradições podem ganhar novas interpretações sem perder a identidade mineira.

 

Música para completar a experiência -A programação musical também foi preparada para acompanhar os três dias de festival. O DJ Lucca participa da programação de sexta-feira e domingo, fazendo a apresentação do festival.

 

Na sexta-feira, às 17h, o público poderá acompanhar a apresentação da Bossa Roça, grupo formado em Três Corações que mistura música, teatro e cultura mineira. Às 19h, será a vez da Lira da Mantiqueira, de Andradas, reconhecida como Patrimônio Cultural Imaterial do município. Às 22h, Landau encerra a noite.

 

No sábado, a programação começa às 14h com o DJ Thetéo. Às 17h, Thiago Zu – “Toca o Bloco” leva sua apresentação ao festival. Às 22h, o palco recebe Setemarez.

 

No domingo, às 13h30, a programação começa com O Clown e os Tambores, em uma apresentação voltada ao público infantil. Às 15h30, Rapha Poli Samba assume o palco. E, às 20h30, Anderson Martins Sinfônico encerra o festival.

 

Festival movimenta turismo e economia local - A realização do Cozinhas de Minas acontece em um momento estratégico para Andradas, que em 2026 recebeu o reconhecimento de Cidade Gastronômica de Minas Gerais – Cumbucca, consolidando uma vocação que já faz parte da identidade do município.

 

Com a chegada do festival, a expectativa é de que o movimento ultrapasse os limites da Praça Alcides Mosconi. A presença de visitantes de outras cidades tende a beneficiar diretamente hotéis, pousadas, restaurantes, bares, cafeterias, vinícolas, produtores, comércio e prestadores de serviços, ampliando a circulação de pessoas e recursos na economia local.

 

A gastronomia funciona, nesse contexto, como uma porta de entrada para o turismo. Quem chega à cidade para participar do festival também tem a oportunidade de conhecer seus produtos, atrativos, restaurantes, estabelecimentos e experiências, criando novas possibilidades para que o visitante permaneça mais tempo no município e volte em outras ocasiões.

 


Andradas: território de sabores - A força gastronômica do município está diretamente ligada à diversidade de sua produção. Andradas reúne uma cadeia produtiva que envolve cerca de 2.700 famílias na produção de cafés especiais, além de vinícolas que produzem aproximadamente 4 milhões de litros de vinho por ano.

 

O município também se destaca na produção de azeites premiados, tomates, bananas e outros produtos agrícolas, além de preservar receitas e modos de fazer que fazem parte da memória e da identidade local.

 

Entre essas tradições está o virado de frango, patrimônio cultural de Andradas, além da produção de vinhos artesanais e da tradicional cultura quitandeira.

 

Ao unir gastronomia, música, cultura e turismo, o Festival Gastronômico Cozinhas de Minas reforça a identidade de Andradas e cria um ambiente para que moradores e visitantes conheçam de perto aquilo que o município produz e oferece.

 

Para o setor turístico, eventos como esse representam uma oportunidade de ampliar o fluxo de visitantes e apresentar a cidade para novos públicos. Para os empreendedores, é uma chance de fortalecer negócios e mostrar produtos e serviços. Para a população, é um espaço de convivência, lazer e valorização da própria cultura.

 

A realização é da Associação do Circuito Turístico Caminhos Gerais e Governo de Minas, por meio da Lei Estadual de Incentivo à Cultura, com patrocínio da CEMIG, produção da Ame Cultura e Embornal Cultura e Turismo, gestão da Elos e apoio da Prefeitura Municipal de Andradas e Sebrae Minas. O festival é fomentado pela Lei Estadual de Incentivo à Cultura de Minas Gerais.

 

Para acompanhar os detalhes do festival, basta seguir os perfis no Instagram @festival_cozinhasdeminas e @caminhosgerais.

 

PROGRAMAÇÃO COMPLETA

 

Sexta-feira – 4 de setembro

 

* 14h | Cozinha-Show - Chef Lilian Freitas – Galinhada Caipira

* 16h | Cozinha-Show - Chef Abgail Ribeiro – Costelinha Verde Ouro

* 17h | Show - Bossa Roça

* 19h | Show - Lira da Mantiqueira

* 20h | Cozinha-Show - Chef Matheus Ramalho – Risotto 3 Medalhas

* 22h | Show - Landau

* DJ Lucca também integra a programação do dia.

 

Sábado – 5 de setembro

 

* 14h | Show - DJ Thetéo

* 15h | Cozinha-Show - Chef Sônia Kohen – Polenta com Ragu de Linguiça

* 17h | Show - Thiago Zu – “Toca o Bloco”

* 18h | Cozinha-Show - Chef Fernanda Fonseca – Risotto Minas Gerais

* 20h | Cozinha-Show - Chef Josélia Lemes – Arroz Caldoso da Serra

* 22h | Show - Setemarez

 

Domingo – 6 de setembro

 

* 13h30 | Apresentação infantil - Clown e os Tambores

* 14h | Cozinha-Show - Chef Thiagão – Frango Caipira com Quiabo e Angu

* 15h30 | Show - Rapha Poli Samba

* 16h | Cozinha-Show - Chef Caroline Moraes – Bolo de Milho com Calda de Chocolate e Marolo

* 18h | Cozinha-Show - Chef Juliana Veronese – Conjiroto

* 20h30 | Show - Anderson Martins Sinfônico

* DJ Lucca também participa da programação do domingo.

4º Festival do Café Especial de Carmo de Minas celebra a produção da Mantiqueira com concursos, palestras, rodada de negócios, gastronomia e atrações culturais

 




Carmo de Minas recebe, entre os dias 16 e 20 de setembro de 2026, o 4º Festival do Café Especial de Carmo de Minas e Região. Realizado na Praça Guedes Fernandes, com entrada gratuita, o evento terá cinco dias de programação com concursos de barismo, torra e cup tasting, rodada de negócios, palestras, gastronomia, teatro e shows. A expectativa é reunir mais de 3 mil pessoas, entre produtores, profissionais do setor, moradores e turistas.

O 4º Festival do Café Especial de Carmo de Minas e Região foi viabilizado com patrocínio da Cemig, por meio da Lei Estadual de Incentivo à Cultura de Minas Gerais. O evento conta com o apoio da Prefeitura de Carmo de Minas, Athena Produção de Eventos, Plínio, Senar, Sindicato dos Produtores Rurais de Carmo de Minas, Faemg e Sebrae Minas. É realizado pela Projetur.

Entre os destaques estão as competições voltadas ao universo dos cafés especiais e uma Rodada de Negócios que reunirá produtores e compradores nacionais e internacionais. A programação inclui ainda palestras com especialistas e representantes do setor cafeeiro e atrações culturais todas as noites. Entre os shows estão tributos a Marília Mendonça, Legião Urbana e Alan Jackson, além do Buteco Mineiro, com Neto Aleksandro e Zé Guilherme, e do Tardezinha com Vinicin. No sábado, haverá também programação de teatro infantil.


Nesta edição, o festival integra as comemorações pelos 125 anos de Carmo de Minas, realizadas pela Prefeitura, por meio da Secretaria Municipal de Turismo e Cultura. A programação de aniversário acontece no mesmo período e terá, entre as atrações, os shows de Bruno & Denner, na sexta-feira (18), e Jads & Jadson, no sábado (19), ambos gratuitos.

Localizada na Mantiqueira de Minas, Carmo de Minas tem no café uma de suas principais identidades econômicas e culturais. A região reúne produtores reconhecidos nacional e internacionalmente pela qualidade dos grãos e concentra mais de 75% dos vencedores do Cup of Excellence Brasil.

“O café especial faz parte da história, da economia e, principalmente, da identidade de Carmo de Minas e de toda a nossa região. O festival é uma oportunidade de mostrar a qualidade do que é produzido aqui, mas também de valorizar as pessoas e as histórias que existem por trás de cada xícara. Queremos reunir produtores, profissionais, compradores, moradores e turistas em uma experiência que una conhecimento, negócios e cultura”, destaca Carina Vieira, assessora jurídica da Projetur, realizadora do festival.

Entre os participantes desta edição estão Carmo Coffees, Cocarive, Café da Vinci, Cheirin Bão Experience, Centro do Café Carmo de Minas, Mantiqueira de Minas, Fazenda Ondas da Mantiqueira, Café Grão da Serra, Café Rancho São Gabriel e Café Especial 3R’s. Ao todo, cerca de 10 expositores e três apoiadores estarão presentes, incluindo a Bunn, Atila e Grancoffee, permitindo ao público conhecer diferentes cafés, origens e perfis sensoriais e ter contato direto com produtores e profissionais do setor.

Competições e negócios movimentam o festival

Os concursos de barismo, torra e cup tasting colocam em evidência técnicas e profissionais que fazem parte do universo dos cafés especiais. As competições contarão com apoio de empresas como Átila Torradores, Bunn e Gran Coffee e devem atrair participantes de Minas Gerais e de estados vizinhos, especialmente São Paulo e Rio de Janeiro.

A Rodada de Negócios será outro eixo da programação, aproximando produtores de compradores nacionais e internacionais e criando oportunidades para ampliar a presença dos cafés da Mantiqueira em diferentes mercados. Em parceria com o Sebrae, também estão previstas dez diárias de hospedagem relacionadas às ações do evento.

Palestras reúnem especialistas do setor

A programação de conhecimento começa na sexta-feira (18), às 14h, com a coordenadora regional da Emater-MG em Pouso Alegre, Aline Guidis. No sábado (19), serão dois encontros: às 11h, com Caio, gerente do Sistema Faemg Senar na regional de Varginha, e, às 14h, com Luiz Paulo, cofundador da Carmo Coffees.

No domingo (20), às 11h, Hugo Ferreira, da 1850 Coffee Scout, participa da programação. Gratuitas, as palestras promovem a troca de conhecimento entre produtores, especialistas, profissionais e consumidores interessados no universo dos cafés especiais.

Música e teatro completam a programação - A programação cultural começa na quarta-feira (16), feriado municipal em Carmo de Minas, com um tributo a Marília Mendonça, apresentado pela cantora Lorena, às 20h.


Na quinta-feira (17), às 20h, a banda República Urbana apresenta um tributo à Legião Urbana.

Na sexta-feira (18), às 20h, será a vez do Buteco Mineiro, com Neto Aleksandro e Zé Guilherme.


No sábado (19), a programação começa às 16h, com teatro infantil, e segue às 20h com um tributo a Alan Jackson. O encerramento acontece no domingo (20), a partir das 15h, com uma tarde de Vinicin. Todos os espetáculos são gratuitos.

Durante os cinco dias, a Praça Guedes Fernandes contará ainda com praça de alimentação, estandes, decoração temática e espaço instagramável, em estrutura coberta e adaptada para pessoas com deficiência e mobilidade reduzida.

A Cemig segue ampliando o incentivo ao setor cultural de Minas Gerais, patrocinando diferentes expressões artísticas em todas as regiões do estado. Democratizar, descentralizar e ampliar o acesso às práticas culturais é um compromisso da companhia com a arte mineira. Ao incentivar a cultura, a Cemig fortalece a tradição, a memória e as raízes, sem deixar de ter a inovação e a tecnologia como aliadas. Estar ao lado da cultura de Minas Gerais é contribuir para a valorização da identidade, para o desenvolvimento do estado, para a movimentação da economia criativa e para a geração de emprego e renda.

 

PROGRAMAÇÃO 

16 de setembro | Quarta-feira – feriado municipal

       Expositores a partir das 14h

       Abertura oficial às 19h

       20h – Tributo a Marília Mendonça, com Lorena

17 de setembro | Quinta-feira

       Expositores e atividades do Festival do Café Especial

       20h – Legião Urbana Cover, com banda República Urbana

18 de setembro | Sexta-feira

       14h – Palestra com Aline Guidis, coordenadora regional da Emater-MG em Pouso Alegre

       Rodada de Negócios e atividades ligadas ao café especial

       20h – Buteco Mineiro, com Neto Aleksandro & Zé Guilherme

       Show em comemoração aos 125 anos de Carmo de Minas: Bruno & Denner

19 de setembro | Sábado

       11h – Palestra com Caio, gerente do Sistema Faemg Senar na Regional de Varginha

       14h – Palestra com Luiz Paulo, cofundador da Carmo Coffees

       16h – Teatro infantil

       20h – Tributo a Alan Jackson

       Show em comemoração aos 125 anos de Carmo de Minas: Jads & Jadson

20 de setembro | Domingo

       11h – Palestra com Hugo Ferreira, da 1850 Coffee Scout

       15h – Tardezinha com Vinicin

       Encerramento do 4º Festival do Café Especial de Carmo de Minas e Região

Durante o Festival

       Expositores de cafés especiais

       Concursos de barismo, torra e cup tasting

       Rodada de Negócios com produtores e compradores

       Praça de alimentação

       Estandes e experiências ligadas à cultura cafeeira

       Espaço instagramável

Local: Praça Guedes Fernandes, Carmo de Minas


O livro Artes da Cena: criação e gestão em vivências coletivas será publicado por meio de campanha de financiamento coletivo

 


                                                                Créditos Poly Acerbi


O livro Artes da Cena, fruto do doutorado de Maria Helena Cunha (Lena Cunha) na Escola de Belas Artes da UFMG, lança a campanha de financiamento coletivo na plataforma Benfeitoria no dia 25 de agosto de 2026. A publicação em dois volumes resulta de um trabalho de campo colaborativo com 11 grupos de teatro de Minas Gerais, Ceará e Portugal, utilizando metodologias participativas para investigar processos de criação e gestão coletiva.


A obra é organizada em dois volumes: o Volume 1 — Diálogos e Percursos Reflexivos — traz um pensamento sobre a gestão colaborativa e os processos de criação coletiva em grupos de teatro do século XXI, e faz uma análise sobre a pandemia como um momento que apresentou a fragilidade do nosso tecido social, mas também mostrou a força de trabalhar por um bem comum. O Volume 2 — Metodologia de Pesquisa Participativa — sistematiza o processo de investigação e análise, de forma aberta e livre, para que qualquer coletivo possa se reconhecer, se enxergar e perceber as possibilidades de trabalho criativo e organizacional.


“Gestão cultural não se faz sozinha”, afirma Lena Cunha. “Pensando nisso, propus no meu doutorado, finalizado em 2025, ir a campo exercitar uma escuta ativa, resgatar memórias e trajetórias comuns de cada grupo”. A campanha de financiamento coletivo, segundo a autora, é mais do que uma publicação: é a possibilidade de investir em pesquisa e na formação profissional no campo da arte, da cultura e da gestão, compartilhando conhecimentos e metodologias participativas.


A campanha segue o modelo “Tudo ou Nada” da plataforma de financiamento: se a meta não for atingida, todo o dinheiro investido volta para os apoiadores. O encerramento da arrecadação está previsto para 28 de setembro de 2026.


Com a meta inicial de 53 mil reais para a publicação do livro, a campanha já está disponível na plataforma da Benfeitoria (www.benfeitoria.com/artesdacena) . Os apoiadores podem escolher entre oito recompensas, que variam de valores entre 40 reais e 8 mil reais. Cada apoio dá direito a um pacote de recompensas que incluem de publicação do Artes da Cena com 2 volumes, em PDF, livro impresso, kit com outros livros de Gestão Cultural, livros autografados pela autora, doação de livros para bibliotecas públicas, workshop online de gestão cultural colaborativa, consultoria presencial para coletivos e curso presencial de gestão cultural. Ou, o apoiador pode também escolher valores livres que não envolvem recompensas.


O projeto conta com o apoio da Editora Javali (Belo Horizonte/MG), fundada em 2015 e dedicada à publicação de livros de teatro e cinema, e do selo SIM! Edições (Campinas/SP), criado em 2023 em parceria com a Editora Javali. Também integra a Coleção de Artes Cênicas/UFMG, que objetiva oportunizar a ampliação de espaços de divulgação e elaboração do pensamento, da prática e da análise da atividade artística cênica.


Sobre Maria Helena Cunha  - Também conhecida por Lena Cunha, é gestora cultural, professora e pesquisadora da área de política, gestão e formação da cultura. Doutora em Artes (EBA/UFMG), Mestre em Educação (FAE/UFMG) e Especialista em Planejamento e Gestão Cultural (PUC/MG). Publicou os livros Gestão Cultural: Profissão em Formação (2007) e Planejamento Estratégico de Projetos e Programas Culturais (2018). Diretora da Inspire Gestão Cultural.


Campanha de financiamento livro Artes da Cena: www.benfeitoria.com/artesdacena 

Período: 25/08 a 28/09 de 2026

 Praça Floriano Peixoto – Santa Efigênia – Belo Horizonte

Apoios: Editora Javali, SIM Edições, Inspire Gestão Cultural

Santa Casa BH anuncia a criação de Instituto de Oftalmologia

 

Hospital Maria Amélia Lins reabre em dezembro

Provedor da Santa Casa BH, Roberto Otto e o secretário de Saúde MG,Fábio Bacheretti
A Santa Casa BH anunciou dia 1 de agosto, a criação do seu Instituto de Oftalmologia, nova unidade que passará o ocupar o prédio do antigo Hospital Maria Amélia Lins (HMAL). O anúncio foi feito durante uma reunião de trabalho para apresentação do cronograma e do escopo assistencial.
                                            
 Além do provedor da Santa Casa BH, Roberto Otto, e de diretores da instituição, estiveram presentes nesta reunião o secretário de Estado de Saúde de Minas Gerais,Fábio Baccheretti, presidente da Fhemig ,Renata Dias,  e ThaysaDrummond, representando a Secretaria Municipal de Saúde de Belo Horizonte.
                                       
O novo instituto tem previsão para início dos atendimentos ainda em 2026 e espera ampliar a capacidade mensal da Santa Casa BH para cirurgias oftalmológicas em 120 procedimentos por mês. A iniciativa amplia uma linha de cuidado já existente na instituição e aumenta a capacidade de atendimento especializado oferecida à população pelo SUS.
"A criação do Instituto de Oftalmologia representa uma nova possibilidade de ampliar o acesso da população a tratamentos especializados. Estamos colocando uma estrutura a serviço de uma necessidade concreta da rede de saúde, aumentando nossa capacidade assistencial e contribuindo para que mais pessoas tenham acesso ao diagnóstico e ao tratamento oftalmológico pelo SUS", afirma Roberto Otto, provedor da Santa Casa BH.
Ampliação da assistência - A implantação do Instituto de Oftalmologia Santa Casa BH faz parte de um projeto que terá investimentos em reformas e infraestrutura necessárias para o funcionamento dos serviços. O investimento inicial estimado é da ordem de R$ 5,4 milhões
A estrutura será ativada em etapas, a primeira delas será dedicada à abertura das salas cirúrgicas e ao início do atendimento oftalmológico, seguida pela ampliação da estrutura assistencial.  Está previsto também a implantação de um ambulatório de diálise peritoneal, com capacidade para treinamento, acompanhamento e suporte aos pacientes da rede SUS.  
Com a ampliação da diálise peritoneal, a previsão é aumentar em 74 o número de pacientes atendidos, passando de 175 para 249. O projeto também contempla a ampliação dos atendimentos nos ambulatórios especializados, com 40 novos atendimentos mensais em saúde auditiva e 400 exames adicionais de ultrassom transvaginal por mês
Portas abertas para a saúde ocular de ponta para todos  -Com a inauguração do Instituto, a Santa Casa BH amplia o que já é um dos principais e mais completos serviços de oftalmologia 100% SUS de Minas Gerais. Atualmente, os atendimentos são divididos entre o Ambulatório Especializado de Oftalmologia, pronto atendimento e o Centro de Referência de Glaucoma e Catarata. No espaço atualmente utilizado, o centro cirúrgico conta com três salas cirúrgicas e uma sala de recuperação. Para consultas eletivas, são 14 consultórios e quatro salas de exames e um pronto atendimento, com capacidade para atender qualquer demanda oftalmológica, incluindo a dispensa&ccedi l;ão de colírio para pacientes com diagnóstico de glaucoma. Por mês, são realizados cerca de 38 mil atendimentos. 
Com uma estrutura completa e equipe multiprofissional altamente qualificada, a Santa Casa BH oferece toda a linha de cuidado em oftalmologia, desde exames preventivos e diagnósticos até cirurgias de alta complexidade, atendendo casos de diferentes níveis de urgência e gravidade. 
“Nossa estrutura é muito completa. O paciente pode vir para um exame de vista e, se for necessário, já dar continuidade ao tratamento, inclusive com cirurgia, tudo no mesmo lugar e com uma equipe preparada para atender casos de diferentes níveis de complexidade”, conclui a gerente do Ambulatório Especializado em Oftalmologia da Santa Casa BH, Sâmia Buitrago.
 
 
 

terça-feira, 1 de setembro de 2026

Mercado Central faz 97 e começa a contar até 100 com grande festa gratuita no coração de BH



A três anos do centenário, um dos maiores símbolos afetivos da capital mineira abre a contagem regressiva para 2029 com dois palcos, música, gastronomia e programação para toda a família no feriado de 7 de setembro; celebração continua no dia seguinte, com seminário sobre gestão de mercados

 Em 7 de setembro de 1929, Belo Horizonte ganhou um mercado. Noventa e sete anos depois, é difícil dizer onde termina o Mercado e começa a própria cidade.

O início do Mercado na década de 20

Há quem atravesse seus corredores atrás do queijo de sempre. Quem tenha um bar preferido, um comerciante que já conhece pelo nome, um tempero que só compra ali. Há turistas descobrindo Minas pela primeira vez entre bancas, aromas e balcões e belo-horizontinos que carregam lembranças daquele endereço desde a infância. Poucos lugares da capital conseguiram atravessar tantas gerações permanecendo, ao mesmo tempo, tão reconhecíveis e tão vivos.


No próximo 7 de setembro, essa relação ganha mais um capítulo. O Mercado Central de Belo Horizonte completa 97 anos e transforma seu entorno em uma grande festa de rua, gratuita e aberta à cidade, das 9h às 17h. Dois palcos, na Avenida Augusto de Lima e na Rua Santa Catarina, recebem atrações que atravessam diferentes estilos e gerações, enquanto alguns dos principais bares e restaurantes do próprio Mercado levam sua gastronomia para a celebração.

 

400 lojas com produtos diversos de várias regiões de Minas Gerais



Os ingressos já estão disponíveis e podem ser retirados no site da Ingresse, pelo link: https://www.ingresse.com/aniversario-mercado-central-97-anos/

Três anos para os 100 - O aniversário de 2026 carrega um significado especial. Desta vez, a conta também pode ser feita de trás para frente. A festa dos 97 inaugura simbolicamente a caminhada para o centenário do Mercado Central, que será celebrado em 2029. Mais do que outra data no calendário, a edição marca o começo de um novo capítulo dessa história, que deverá ganhar outras ações e momentos especiais até a chegada ao século de existência.

O tradcional fígado com jiló

“Chegar aos 97 anos com essa vitalidade é motivo de muito orgulho, mas também nos faz olhar para a frente. O centenário já começou para nós. Temos três anos para construir esse momento junto com os comerciantes, parceiros e, principalmente, com Belo Horizonte. Por isso fazia todo sentido abrir essa celebração para a rua e oferecer uma grande festa gratuita. O Mercado foi criado para servir à cidade e foi essa relação com as pessoas que fez dele o que é hoje”, afirma Geraldo Henrique Campos, Diretor Presidente do Mercado Central de Belo Horizonte.

O Mercado sai para a rua -A programação, com curadoria artística assinada  pelo produtor e multifacetado Gustavo Ziller, traduz essa relação com a cidade ao ocupar duas das vias que abraçam o quarteirão. Na Avenida Augusto de Lima, o Palco Mercado Central começa às 9h, com Tilulu. Às 10h, uma cerimônia oficial marca o aniversário, com o pronunciamento do presidente.

Às 10h30, o violonista Thiago Delegado interpreta os Afro-sambas, repertório que remete à histórica parceria musical de Baden Powell e Vinicius de Moraes. Ao meio-dia, Zaidan assume o palco. Às 13h30, a banda mineira Transmissor presta uma homenagem ao Clube da Esquina, uma das expressões mais marcantes da música produzida em Minas Gerais. Às 15h, DJ Fausto segue com a programação até o encerramento, às 17h.

Na Rua Santa Catarina, o Palco Beagá amplia a mistura de ritmos. DJ Zaidan abre a programação às 10h30. Ao meio-dia, a Banda Oldschool leva para a rua clássicos do rock. Às 13h30, DJ Tilulu assume o palco e, às 14h30, é a vez de A Firma, com samba e pagode.

A gastronomia também será protagonista. Alguns dos principais bares e restaurantes do Mercado Central estarão presentes na festa, levando para o lado de fora do prédio parte da experiência que movimenta diariamente seus corredores. Mais detalhes sobre as operações e o cardápio serão divulgados em breve. A programação terá ainda atividades destinadas às crianças e famílias.

 A comemoração acontece também dentro do Mercado Central, com o tradicional bolo de aniversário, parabéns e a distribuição de 6 mil pedaços de bolo para o público.. Vale lembrar que no feriado, as lojas do Mercado Central funcionarão de 8h às 13h.

Para Carlos Magno, sócio da Box, produtora responsável pelo evento, a intenção é fazer com que a festa seja reconhecida como uma extensão do próprio Mercado:

“A ideia foi pensar a rua como uma continuação dos corredores do Mercado. Quem chegar poderá circular, encontrar música, gastronomia, referências muito ligadas à memória afetiva de Minas e atrações que conversam com diferentes gerações. É uma festa grande, mas com o espírito que as pessoas reconhecem no Mercado, com encontro, proximidade e diversidade”, afirma.

Segundo ele, o início da contagem para 2029 também ajudou a orientar o conceito desta edição: “Os 97 anos têm uma característica especial porque abrem essa caminhada até o centenário. A festa precisava celebrar a história sem ficar voltada apenas para o passado. O Mercado tem quase cem anos e continua sendo um lugar onde novas histórias acontecem todos os dias”, completa Carlos Magno.

Comemoração continua no dia 8 - Os 97 anos não terminam quando os palcos forem desligados. No dia 8 de setembro, as comemorações continuam com o seminário “Mercado Central Rumo aos 100 anos: Tradição que inova e movimenta a economia”, ampliando a programação para uma discussão sobre gestão de mercados, inovação e os caminhos para manter mercados tradicionais relevantes nas próximas décadas.

O encontro será realizado no próprio mercado, das 9h30 às 18h, com entrada gratuita, e vai reunir representantes de mercados, especialistas e profissionais ligados ao varejo, turismo, patrimônio e desenvolvimento econômico. Com a palestra “Mercado Central de BH: 97 anos liderando o varejo tradicional no Brasil”, a abertura fica a cargo da Diretoria do Mercado Central e de Marcelo de Sousa e Silva, Presidente do Sebrae-MG e CDL-BH.

Entre os nomes previstos para os debates estão Aldo Bonametti, presidente do Mercadão de São Paulo; Wirley Reis Teko, representante do Mercado de Itapecerica; Diogo Reis, consultor e especialista em planejamento de negócios e Michele Arroyo, especialista em patrimônio histórico, além de executivos e profissionais ligados à inovação e ao mercado. A programação será encerrada com um encontro de integração com produtos mineiros.

A proposta acrescenta uma nova perspectiva à celebração. Às vésperas de completar um século, o Mercado Central também pretende colocar em debate temas ligados à gestão de espaços que precisam conciliar tradição, patrimônio, comércio, turismo, gastronomia, experiência do visitante e capacidade de permanecer relevantes para novas gerações.

Quase um século no mesmo endereço… e sempre em movimento - O Mercado Central nasceu em 7 de setembro de 1929, ainda como Mercado Municipal, reunindo cerca de uma centena de comerciantes em um terreno que havia abrigado o campo do América Futebol Clube. Naqueles primeiros anos, produtos hortifrutigranjeiros ocupavam o centro de uma operação criada para abastecer uma Belo Horizonte ainda jovem.

A cidade cresceu e mudou profundamente desde então. Vieram novos bairros, supermercados, shopping centers, outras centralidades e novas formas de consumir e ocupar o espaço urbano. O Mercado também se transformou, ampliou sua vocação e deixou de ser apenas um centro de abastecimento para se tornar referência de gastronomia, turismo, cultura, comércio e sociabilidade.

Hoje, são mais de 400 lojas e aproximadamente 1,3 milhão de visitantes por mês. Queijos, doces, cachaças, frutas, temperos, artesanato, restaurantes, bares, religiosidade e diferentes gerações de comerciantes convivem em um espaço que recebe mais de 15 milhões de visitas por ano.

 O aniversário acontece ainda em um momento simbólico para uma das marcas mais reconhecidas da capital. Em julho deste ano, a Vale assumiu os naming rights do Mercado Central, mas optou por uma decisão pouco usual nesse tipo de parceria: preservar integralmente o nome Mercado Central de Belo Horizonte.

A escolha reconhece justamente o vínculo cultural e afetivo construído ao longo de quase um século. Em vez de substituir uma identidade já incorporada à cidade, a nova parceria parte da preservação dela.

“Há pessoas que vinham aqui de mãos dadas com os pais e hoje chegam com filhos ou netos. Outras conheceram o Mercado há pouco tempo e já criaram seus próprios rituais. É essa renovação permanente que mantém um lugar de 97 anos tão vivo. O centenário será uma celebração dessa história, mas principalmente das pessoas que continuam escrevendo essa história todos os dias”, destaca Geraldo Henrique Figueiredo Campos.

O aniversário do Mercado Central possui patrocínio da Belotur, por meio da Prefeitura de Belo Horizonte, da Cemig e Gasmig, por meio da Lei Estadual de Incentivo à Cultura de Minas Gerais. O evento conta ainda com o apoio do Vale, Itambé e Ambev.

PROGRAMAÇÃO

Palco Mercado Central

Avenida Augusto de Lima

9h – Tilulu

10h – Cerimônia oficial e pronunciamentos

10h30 – Thiago Delegado interpreta os Afro-sambas

12h – Zaidan

13h30 – Transmissor homenageia Clube da Esquina

15h – DJ Fausto

17h – Encerramento

Palco Beagá

Rua Santa Catarina

10h30 – DJ Zaidan

12h – Banda Oldschool – clássicos do rock

13h30 – DJ Tilulu

14h30 – A Firma – samba e pagode

17h – Encerramento

 

Missa solene pelos 97 anos



Data: 06 de setembro de 2026

Horário: 7h

Onde: Capela Nossa Senhora de Fátima

Endereço: Avenida Augusto de Lima, 744 – Centro, Belo Horizonte - Entrada pelo estacionamento

Data: 7 de setembro de 2026

Horário da festa: 9h às 17h

Onde: entorno do Mercado Central de Belo Horizonte – Avenida Augusto de Lima e Rua Santa Catarina

Endereço: Avenida Augusto de Lima, 744 – Centro, Belo Horizonte

Entrada: gratuita

Retirada de ingressos: https://www.ingresse.com/aniversario-mercado-central-97-anos/

Funcionamento das lojas no feriado: até às 13h

SERVIÇO SEMINÁRIO

 

“Mercado Central Rumo aos 100 anos: Tradição que inova e movimenta a economia”

Data: 8 de setembro de 2026

Horário: das 9h30 às 18h

Local: Auditório do Mercado Central - Administração - 2ªPiso

Programação: palestra magna de abertura e painéis sobre gestão e governança de mercados, mineiridade e desenvolvimento regional, patrimônio histórico, ESG e acessibilidade, turismo de experiência e inovação

Inscrições: gratuitas, pelo formulário:

https://docs.google.com/forms/d/e/1FAIpQLSes1s8nFWGoH15Th3rb2KSVLbugO92DvKmYnxoSj7QnBbZurw/viewform?usp=send_form

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